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Camila de Jesus Morais
camiladjmorais@gmail.com
HP11316092824091
 
 
 
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O CTB em Mapas Mentais é um material oficial da página @alvofederal. Todo 
o material foi feito de acordo com o disposto na Lei Nº 9.503 de1997, Código 
de Trânsito Brasileiro, já atualizado de acordo com as alterações promovidas 
pela Lei Nº 14.071de 2020. Atenção! A Lei 14.071 foi publicada em outubro 
de 2020, mas só entrará em vigor em abril de 2021, se atente ao edital de 
sua prova para saber se essas alterações serão cobradas. 
Olá amigo concurseiro ! 
OBS1.: Alterações consideradas mais importantes que podem ser objeto de prova estarão sinalizadas ao longo do material 
com um sinal de exclamação vermelho 
OB2.: Este material NÃO TEM O INTUITO DE TRAZER O CTB EM SUA TOTALIDADE, embora pouquíssimos itens considerados 
menos importantes tenham ficado de fora. Para ter acesso ao conteúdo integral da lei, acesse o site do planalto.com de 
forma gratuita. 
OBS3.: Este PDF, além de conter nome/e-mail de quem o adquiriu, POSSUI REGISTRO DIGITAL PACDIGITAL PARA E-BOOKS 
com certificado, sendo assim, está resguardada a propriedade intelectual da autora. Evite problemas! Não 
compartilhe este material! 
OBS4.:. No final do material, você terá todas as informações para entrar em contato em caso de dúvidas, reclamações 
e/ou sugestões. 
AUTORA: 
Engenheira Civil – UEMG 
Mestranda em Estruturas e Construções - UFOP 
Camila de Jesus Morais
camiladjmorais@gmail.com
HP11316092824091
 
 
 
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SUMÁRIO 
4. CTB: GERAL 
5. TRÂNSITO E VIAS TERRESTRES 
6. CONCEITOS IMPORTANTES 
7. VELOCIDADES MÁXIMAS E MÍNIMAS 
8. SNT – Sistema Nacional de Trânsito 
9. SNT – Sistema Nacional de Trânsito 
10. CONTRAN 
11. CONTRAN 
12. DENATRAN 
13. CETRANs E CNTRANDIFE 
14. ÓRGÃOS EXEC. DE TRÂNSITO DOS 
MUNICÍPIOS 
15. DETRANs 
16. ÓRGÃOS EXEC. RODOVIÁRIOS DE TRÂNSITO 
17. PRF - POLÍCIA RODOVIÁRIA FEDERAL 
18. POLÍCIAS MILITARES 
19. JARI 
20. COMPETÊNCIAS EXCLUSIVAS/COMUNS 
21. EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO 
22. NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E 
CONDUTA 
 
23. NORMAS GERAIS 
24. NORMAS GERAIS 
25. ULTRAPASSAGENS 
26. MANOBRAS E BUZINAS 
27. USO DE LUZES: Definições 
28. USO DE LUZES 
29. NORMAS GERAIS 
30. MOTOCICLETAS, MOTONETAS E 
CICLOMOTORES 
31. MOTORISTAS PROFISSIONAIS 
32. PEDESTRES 
33. CRIANÇAS 
34. BICICLETAS X PEDESTRES 
35. SINALIZAÇÃO 
36. VEÍCULOS 
37. VEÍCULOS – CLASSFICAÇÃO 
38. VEÍCULOS – CLASSFICAÇÃO 
39. VEÍCULOS – CLASSIFICAÇÃO 
40. SEGURANÇA VEICULAR 
41. IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS 
42. IDENTIFICAÇÃO DOS VEÍCULOS 
 
 
43. REGISTRO DE VEÍCULOS 
44. REGISTRO DE VEÍCULOS 
45. LICENCIAMENTO DE VEÍCULOS 
46. LICENCIAMENTO DE VEÍCULOS 
47. ESCOLARES E MOTO-FRETES 
48. HABILITAÇÃO 
49. HABILITAÇÃO – PRAZOS 
50. HABILITAÇÃO 
51. HABILITAÇÃO 
52. INFRAÇÕES 
53. PENALIDADES 
54. PENALIDADES 
55. PENALIDADE DE SUSPENSSÃO 
56. OUTRAS PENALIDADES 
57. RNPC 
58. MEDIDAS ADMINISTRATIVAS 
59. MEDIDAS ADMINISTRATIVAS 
60. MEDIDAS ADMINISTRATIVAS 
61. ART. 278-A 
62. INFRAÇÕES LEVES 
63. INFRAÇÕES LEVES 
 
 
Camila de Jesus Morais
camiladjmorais@gmail.com
HP11316092824091
 
 
 
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64. INFRAÇÕES MÉDIAS 
65. INFRAÇÕES MÉDIAS 
66. INFRAÇÕES MÉDIAS 
67. INFRAÇÕES MÉDIAS 
68. INFRAÇÕES MÉDIAS 
69. INFRAÇÕES GRAVES 
70. INFRAÇÕES GRAVES 
71. INFRAÇÕES GRAVES 
72. INFRAÇÕES GRAVES 
73. INFRAÇÕES GRAVES 
74. INFRAÇÕES GRAVES 
75. INFRAÇÕES GRAVÍSSIMAS 
76. INFRAÇÕES GRAVÍSSIMAS 
77. INFRAÇÕES GRAVÍSSIMAS 
78. INFRAÇÕES GRAVÍSSIMAS 
79. INFRAÇÕES GRAVÍSSIMAS 
80. INFRAÇÕES GRAVÍSSIMAS 
81. INFRAÇÕES GRAVÍSSIMAS 
82. BIZU DAS INFRAÇÕES 
83. BIZU DAS INFRAÇÕES 
84. INFRAÇÕES AUTOSSUSPENSIVAS 
85. DO PROCESSO ADM. 
86. DO PROCESSO ADM. 
87. CRIMES DE TRÂNSITO – DISP. GERAIS 
 
88. CRIMES DE TRÂNSITO – DISP. GERAIS 
89. QUALIFICADORA X AGRAVANTE X AUMENTATIVA 
90. NÃO CONFUNDA (DICA) 
91. NATUREZA DOS CRIMES DE TRÂNSITO 
92. CRIMES DE TRÂNSITO 
93. CRIMES DE TRÂNSITO 
94. CRIMES DE TRÂNSITO 
95. CRIMES DE TRÂNSITO 
96. CRIMES DE TRÂNSITO 
97. CRIMES DE TRÂNSITO – ART. 291 
98. BIZU ALVOFEDERAL DOS CRIMES DE TRÂNSITO 
99. AINDA SOBRE OS CRIMES DE TRÂNSITO 
100. ALGUNS CONCEITOS IMPORTANTES 
101. ALGUNS CONCEITOS IMPORTANTES 
102. BÔNUS: ALTERAÇÕES BOAS DE PROVA 
103. BÔNUS: ALTERAÇÕES BOAS DE PROVA 
104. CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Camila de Jesus Morais
camiladjmorais@gmail.com
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O QUE É ? 
Foi instituído pela 
Lei Nº 9.503 de 1997; 
É o documento legal que rege o 
TRÂNSITO de qualquer natureza nas 
VIAS TERRESTRES do território 
nacional, abertas à circulação. 
Fornece diretrizes para a 
engenharia de tráfego e 
estabelece normas de conduta, 
infrações e penalidades para os 
diversos usuários desse sistema. 
É COMPOSTO POR 20 CAPÍTULOS: 
1. Disposições preliminares; 
2. Do sistema nacional de trânsito; 
3. Das normas gerais de circulação e 
conduta; 
4. Dos pedestres e condutores de 
veículos não motorizados; 
5. Do cidadão; 
6. Da educação para o trânsito; 
7. Da sinalização de trânsito; 
8. Da engenharia de tráfego, da 
operação, da fiscalização e do 
policiamento ostensivo de trânsito; 
9. Dos veículos; 
10. Dos veículos em circulação 
internacional; 
11. Do registro de veículos; 
12. Do licenciamento; 
13. Da condução de escolares; 
14. Da habilitação; 
15. Das infrações; 
16. Das penalidades; 
17. Das medidas administrativas; 
18. Do processo administrativo; 
19. Dos crimes de trânsito; 
20. Disposições finais e 
 transitórias. 
 
COMPOSIÇÃO 
O QUE É MAIS COBRADO? 
Na última prova da PRF (EDITAL 2018), das 
40 questões de trânsito, 23 eram sobre o 
CTB, e destas: 
 
A QUEM SE 
APLICA? 
A qualquer veículo, bem como 
aos proprietários, condutores 
dos veículos nacionais ou 
estrangeiros e às pessoas nele 
expressamente mencionadas. 
CTB 
COMPETÊNCIA 
LEGISLATIVA 
DE ACORDO COM A 
CONSTITUIÇÃO FEDERAL 
Art. 22. Compete PRIVATIVAMENTE 
à União legislar sobre: 
XI - Trânsito e transporte 
Art. 23. É competência comum da 
União, Estados, DF e Municípios: 
XII – Estabelecer e implantar a 
política de educação para a 
segurança do trânsito. 
 
→ 39% foram sobre o CAPÍTULO 19; 
→ 26% sobre o CAPÍTULO 15; 
→ 13% sobre o CAPÍTULO 2; 
→ 9% sobre o CAPÍTULO 16 
→ 4,33% sabre O CAPÍTULO 17; 
→ 4,33% sabre O CAPÍTULO 7; e 
→ 4,33% sabre o CAPÍTULO 3. 
 
 
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O QUE É TRÂNSITO? 
Utilização das vias por pessoas, veículos e 
animais, isolados ou em grupos, conduzidos ou 
não, para fins de CIRCULAÇÃO, PARADA, 
ESTACIONAMENTO e operação de CARGA 
OU DESCARGA. 
 
 PARADA ≠ ESTACIONAMENTO 
 
PARADA 
Imobilização do veículo com a 
FINALIDADE e pelo TEMPO 
ESTRITAMENTE NECESSÁRIO para 
efetuar EMBARQUE ou DESEMBARQUE 
de passageiros. 
ESTACIONAMENTO 
Imobilização de veículos por TEMPO 
SUPERIOR AO NECESSÁRIO para 
embarque ou desembarque de 
passageiros. 
VIAS TERRESTRES 
As avenidas, os logradouros, os caminhos, as passagens, as 
estradas, as rodovias e as praias abertas à circulação pública. 
 
O trânsito, em condições seguras, é 
um DIREITO de todos e DEVER dos 
órgãos e entidades do SNT. 
CLASSIFICAÇÃO DAS VIAS 
TERRESTRES 
MANTIDAS PELO PODER PÚBLICO 
MANTIDAS POR PARTICULARES 
VIAS URBANAS 
 
VIAS RURAIS 
→ TRÂNSITO RÁPIDO; 
→ ARTERIAL; 
→ COLETORA; e 
→ LOCAL. 
→ RODOVIAS; e 
→ ESTRADAS 
As vias internaspertencentes aos condomínios constituídos por 
unidades autônomas e as vias e áreas de estacionamento de 
estabelecimentos privados de uso coletivo. 
 
TRÂNSITO E 
VIAS TERRESTRES 
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CONCEITOS 
IMPORTANTES 
VIA 
Superfície por onde transitam veículos, 
pessoas e animais, compreendendo a PISTA, 
a CALÇADA, o ACOSTAMENTO, ILHA e 
CANTEIRO CENTRAL. 
PISTA 
Parte da via normalmente 
utilizada para a CIRCULAÇÃO 
DE VEÍCULOS, identificada por 
elementos separadores ou por 
diferença de nível em relação 
às calçadas, ilhas ou aos 
canteiros centrais. 
ILHA 
VIAS URBANAS 
→ Possui ACESSOS ESPECIAIS; 
→ Trânsito livre; 
→ SEM interseções em nível; 
→ SEM acessibilidade direta aos lotes 
lindeiros; e 
→ SEM travessia de pedestres em nível. 
TRÂNSITO RÁPIDO (80Km/h) 
ARTERIAL (60Km/h) 
→ Possui interseções em nível; 
→ Geralmente controlada por SEMÁFORO; 
→ Permite acessibilidade aos lotes lindeiros 
e às vias secundárias e locais; e 
→ Possibilita o trânsito entre as regiões da 
cidade. 
COLETORA (40Km/h) 
→ Destinada a coletar e distribuir o 
trânsito que tenha necessidade de 
entrar ou sair das vias de trânsito rápido 
ou arteriais; 
→ Possibilita o trânsito dentro das regiões 
da cidade; e 
→ Possui semáforos e interseção em nível. 
LOCAL (30Km/h) 
→ Possui interseções em nível NÃO 
SEMAFORIZADAS; 
→ Destinada apenas ao acesso local ou 
a áreas restritas. 
VIAS RURAIS 
RODOVIAS 
Vias rurais PAVIMENTADAS. 
ESTRADAS 
Vias rurais NÃO PAVIMENTADAS. 
 
CALÇADA 
Parte da via, normalmente 
segregada e em nível diferente, 
não destinada à circulação de 
veículos, RESERVADA AO 
TRÂNSITO DE PEDESTRES e, 
quando possível, à implantação 
de mobiliário urbano, sinalização, 
vegetação e outros fins. 
ACOSTAMENTO 
Parte da via diferenciada da pista 
de rolamento destinada à PARADA 
OU ESTACIONAMENTO de 
veículos, em caso de EMERGÊNCIA, 
e à circulação de pedestres e 
bicicletas, QUANDO não houver 
local apropriado para esse fim. 
Obstáculo físico, colocado na 
pista de rolamento, destinado 
à ORDENAÇÃO DOS FLUXOS 
DE TRÂNSITO em uma 
interseção. 
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VIAS RURAIS 
VELOCIDADES MÁXIMAS 
PISTA 
DUPLA 
 
 
 Automóveis, camionetas e motocicletas 
 Demais veículos 
 
PISTA 
SIMPLES 
60 Km/h TODOS os veículos. ESTRADAS 
 
110 Km/h 
90 Km/h 
Automóveis, camionetas e motocicletas 
 
100 Km/h 
90 Km/h 
 
 
RODOVIAS 
 
 
Demais veículos 
 
80 Km/h 
60 Km/h 
40 Km/h 
30 Km/h VIAS LOCAIS 
VIAS COLETORAS 
VIAS ARTERIAIS 
VIAS DE TRÂNSITO RÁPIDO 
VIAS URBANAS 
VELOCIDADES MÁXIMAS 
VELOCIDADE MÍNIMA 
A velocidade máxima será indicada 
por meio de sinalização. Onde ela não 
existir, as velocidades máx. aplicadas 
serão as previstas pelo CTB. 
*As velocidades regulamentadas por 
meio de sinalização poderão ser maiores 
ou menores que as do padrão 
estabelecido pelo CTB. 
NÃO poderá ser menor 
que a METADE da 
velocidade máxima. 
Respeitadas as condições 
operacionais de trânsito 
e da via. 
VELOCIDADES 
MÁXIMAS E MÍNIMAS 
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PRIORIDADES 
SNT 
Sistema Nacional de Trânsito 
O QUE É ? 
É o conjunto de órgãos e 
entidades da União, dos Estados, 
do DF e dos Municípios que tem por 
FINALIDADE o exercício das 
atividades de: 
• Planejamento; 
• Administração; 
• Normatização; 
• Pesquisa; 
• Registro e licenciamento de 
veículos; 
• Formação, habilitação e 
reciclagem de condutores; 
• Educação, engenharia, 
operação do sistema viário; 
• Policiamento; 
• Fiscalização; 
• Julgamento de infrações 
e de recursos; e 
• Aplicação de penalidades. 
1. Defesa à VIDA; 
2. Preservação da SAÚDE; 
3. Preservação do MEIO AMBIENTE. 
 
OBJETIVOS BÁSICOS 
1. ESTABELECER diretrizes da POLÍTICA NACIONAL DE TRÂNSITO, com vistas à 
segurança, à fluidez, ao conforto, à defesa ambiental e à educação para o 
trânsito, e fiscalizar seu cumprimento. 
2. FIXAR, mediante normas e procedimentos, a PADRONIZAÇÃO de critérios técnicos, 
financeiros e administrativos para a execução DAS ATIVIDADES DE TRÂNSITO. 
3. ESTABELECER a sistemática de fluxos permanentes de informações entre os seus 
diversos órgãos e entidades, a fim de facilitar o processo decisório e a 
integração do Sistema. 
 
ATENÇÃO !! 
PRIORIDADES ≠ OBJETIVOS 
O Presidente da República DESIGNARÁ o ministério ou órgão da 
Presidência responsável pela coordenação máxima do SNT, ao 
qual estará vinculado o CONTRAN e subordinado o 
DENATRAN. 
A atuação dos integrantes do SNT deverá voltar-se 
PRIORITARIAMENTE para o cumprimento de METAS ANUAIS 
de REDUÇÃO DE ÍNDICE DE MORTOS por grupo de veículos 
e de índice de mortos por grupo de habitantes, ambos 
apurados por Estado e por ano. 
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SNT 
Sistema Nacional de Trânsito 
COMPOSIÇÃO 
→ CONTRAN - Conselho Nacional de Trânsito; é órgão máximo 
normativo e consultivo. 
→ DENATRAN – Órgão Máximo Executivo de Trânsito da União; 
→ CETRAN e CONTRANDIFE - Conselhos Estaduais de Trânsito; 
→ Órgãos Executivos de Trânsito dos Municípios; 
→ DETRANs – Órgãos Executivos de Trânsito dos Estados e do 
DF; 
→ Órgãos e entidades executivos RODOVIÁRIOS da União, 
dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; 
→ PRF – Polícia Rodoviária Federal; 
→ Polícias Militares dos Estados e do DF; e 
→ JARIs - Juntas Administrativas de Recursos de Infrações. 
RESPONSABILIDADE 
Os órgãos e entidades componentes do SNT 
respondem, no âmbito das respectivas 
competências, OBJETIVAMENTE, por danos 
causados aos cidadãos em virtude de 
AÇÃO, OMISSÃO ou ERRO na execução e 
manutenção de programas, projetos e serviços que 
garantam o exercício do direito do trânsito seguro. 
Os órgãos/entidades integrantes do SNT, 
proporcionarão aos membros do CONTRAN, CETRAN 
e CONTRANDIFE, em serviço, todas as facilidades 
para o cumprimento de sua missão, fornecendo-lhes 
as informações que solicitarem, permitindo-lhes 
inspecionar a execução de quaisquer serviços e 
deverão atender prontamente suas requisições. 
!! ATENÇÃO !! 
A responsabilidade ser OBJETIVA quer dizer que ela independe da 
comprovação de DOLO ou CULPA (é dispensálvel). 
(Não confunda com a Responsabilidade Civil do Estado estudada em 
Direito Adm., lá há casos de responsabilidade objetiva e subjetiva). 
Sendo assim, para que a indenização seja paga pelo órgão 
causador do dano, é necessário comprovar 3 elementos: 
1. Ação, omissão ou erro de execução causador do dano. 
2. O DANO deve ser ESPECÍFICO e ANORMAL, ou seja, 
não atinge a todos e não ocorre habitualmente; e 
3. O nexo causal entre o serviço prestado e o dano. AÇÃO/OMISSÃO/ERRO + DANO + NEXO CAUSAL 
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→ Responde às consultas que lhe forem formuladas; 
→ Normatiza os procedimentos sobre a aprendizagem, habilitação, 
expedição de documentos de condutores, e registro e 
licenciamento de veículos; 
→ Aprova, complementa ou altera os dispositivos de sinalização; 
→ Estabelece e normatiza os procedimentos para o ENQUADRAMENTO 
DAS CONDUTAS expressamente referidas no CTB, para a 
fiscalização e a aplicação das medidas adm. e das penalidades 
por infrações e para a arrecadação das multas aplicadas e o 
repasse dos valores arrecadados. 
→ Estabelece asdiretrizes da Política Nacional de 
Trânsito; 
→ Estabelece regimento e funcionamento do 
CENTRAN /CONTRANDIFE e das JARI; 
→ Estabelece as normas regulamentares > 
AS RESOLUÇÕES CONTRAN 
→ Dirime conflitos de circunscrição e competência 
entre União, Estados e DF; 
→ Cria as CÂMARAS TEMÁTICAS; 
→ Coordena os órgãos do SNT; 
 
CONTRAN 
Órgão máx. normativo e consultivo PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS 
O QUE É ? 
Órgão VINCULADO ao Coordenador 
Máximo do SNT. 
É o órgão MÁXIMO normativo 
e consultivo. 
É um órgão colegiado. 
COMPOSIÇÃO 
O Contran será composto por um 
MINISTRO de cada ministério abaixo: 
→ Infraestrutura, que o presidirá; 
→ Ciência, Tecnologia e Inovações; 
→ Educação; 
→ Defesa; 
→ Meio Ambiente; 
→ Saúde; 
→ Justiça e Segurança Pública; 
→ Relações Exteriores; 
→ Economia; e 
→ Agricultura, Pecuária e Abastecimento. 
 Ministério novo na composição. 
Cada ministro deverá indicar seu 
SUPLENTE de nível hierárquico 
igual ou superior ao nível 6. 
O dirigente do DENATRAN irá 
atuar como SECRETÁRIO-
EXECUTIVO do Contran. 
MNEMÔNICO: 
A Eu DiRiJo Sem CrIMEe 
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CÂMARAS 
TEMÁTICAS 
Órgãos compostos por 
especialistas de trânsito. 
VINCULADOS ao CONTRAN. 
Oferece sugestões e 
embasamento técnico. 
Serão coordenadas por 
representantes do DENATRAN 
ou dos Ministérios 
representados no Contran. 
 
 
COMPOSIÇÃO 
Especialistas representantes dos 
diversos SEGMENTOS DA 
SOCIEDADE. 
Especialistas representantes dos 
órgãos EXECUTIVOS do SNT. 
VOTAÇÃO 
O QUÓRUM DE VOTAÇÃO e de 
aprovação no Contran é o de 
MAIORIA ABSOLUTA. 
Representantes de órgãos e entidades 
setoriais responsáveis ou impactados 
pelas propostas ou matérias em exame 
poderão ser convidados a participar 
de reuniões do Contran, SEM DIREITO 
A VOTO. 
CONTRAN 
Órgão máx. normativo e consultivo 
→ As normas (RESOLUÇÕES) propostas 
pelo Contran serão submetidas a 
PRÉVIA CONSULTA PÚBLICA por 
meio da internet, pelo período 
mínimo de 30 dias, antes do exame 
da matéria pelo Contran. 
→ As contribuições recebidas dentro 
desses 30 dias ficarão à disposição 
do público pelo prazo de 2 anos. 
 
→ Em caso de URGÊNCIA e de 
relevante interesse público, o 
Presidente do Contran PODERÁ 
editar deliberação, ad referendum 
do Conselho e com prazo de 
validade máximo de 90 dias, para 
estabelecer norma regulamentar 
dispensado o cumprimento da prévia 
consulta pública citada ao lado, 
sendo vedada a reedição. 
→ Encerrado o prazo de 90 dias, a 
deliberação perderá a sua 
eficácia, e permanecerão válidos os 
efeitos dela decorrentes. 
SOBRE AS NORMAS REGULAMENTARES 
SINALIZAÇÃO 
Norma do Contran poderá dispor 
sobre o uso de sinalização 
horizontal ou vertical que utilize 
técnicas de estímulos 
comportamentais para a 
redução de acidentes de trânsito. 
 
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DENATRAN 
Órgão Máx. Exec. De Trânsito da União 
O QUE É ? 
DENATRAN – Departamento Nacional de Trânsito. 
SUBORDINADO ao Coordenador máx. do SNT. 
Possui AUTONOMIA administrativa e técnica. 
OBJETIVO PRICIPAL 
Fiscalizar e fazer cumprir a legislação de trânsito e a 
execução das normas e diretrizes estabelecidas pelo 
CONTRAN. 
 
 
 
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS 
1. Organizar e manter TODAS as pesquisas e estudos na área de trânsito: RENACH, RENAVAM, RENAINF e RENAEST. 
2. Estabelecer procedimentos sobre a aprendizagem e habilitação de condutores, a expedição de documentos de 
condutores, de registro e licenciamento de veículos; 
3. Expedir a PPD, a CNH, o CRV e o CLA MEDIANTE DELEGAÇÃO aos DETRANs; 
4. Expedir a permissão internacional para conduzir veículo e o certificado de passagem nas alfândegas MEDIANTE 
DELEGAÇÃO aos DETRANs ou à entidade habilitada para esse fim pelo poder público FEDERAL; 
5. Opinar sobre assuntos relacionados ao trânsito interestadual e internacional; 
6. Estudar os casos omissos na legislação de trânsito e submetê-los, com proposta de solução, ao órgão coordenador 
máximo do SNT; 
7. Organizar, manter e atualizar o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC). 
 
 
 
Comprovada a deficiência técnica/administrativa ou a 
prática constante de atos de improbidade contra a fé 
pública/patrimônio/adm. pública, o DENATRAN, mediante 
aprovação do CONTRAN, ASSUMIRÁ diretamente ou por 
delegação, a EXECUÇÃO total ou parcial das atividades do 
órgão executivo de trânsito estadual que tenha motivado 
a investigação, até que as irregularidades sejam sanadas. 
Novidade Lei Nº 14.071 
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IMPROBIDADE 
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CETRANs E 
CONTRANDIFE 
O QUE SÃO ? 
CETRANs - Conselhos Estaduais de Trânsito. 
CONTRANDIFE - Conselho de Trânsito do DF. 
São como o CONTRAN, porém em âmbito ESTADUAL. 
São órgãos colegiados, normativos, consultivos e 
coordenadores do correspondente Sistema Estadual ou 
Distrital, componentes do SNT. 
 
 
 
 
PRESIDÊNCIA 
Os PRESIDENTES dos CETRANs e do CONTRANDIFE: 
→ Serão nomeados pelos Governadores dos estados 
e do DF; 
→ Deverão ter experiência em matéria de trânsito; 
→ Serão responsáveis por NOMEAR seus membros que 
também devem ter experiência em matéria de trânsito 
e terão mandatos de 2 anos (admitida recondução). 
 
 
 
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS 
1. Elaborar normas no âmbito das respectivas competências; 
2. Responder a consultas relativas à aplicação da legislação e dos 
procedimentos normativos de trânsito; 
3. Estimular e orientar a execução de campanhas educativas de 
trânsito; 
4. Indicar um representante para compor a comissão examinadora 
de candidatos portadores de deficiência física à habilitação 
para conduzir veículos automotores; 
5. DIRIMIR CONFLITOS sobre circunscrição e competência de 
trânsito no âmbito dos Municípios; 
6. Designar, em caso de recursos deferidos e na hipótese de 
reavaliação dos exames, junta especial de saúde para 
examinar os candidatos à habilitação para conduzir veículos 
automotores; 
7. Julgar os recursos interpostos contra decisões: 
- Das JARI; 
- Dos órgãos e entidades executivos estaduais, nos casos de 
inaptidão permanente constatados nos exames de aptidão 
física, mental ou psicológica. 
 
 
 
8. 
 
 
 
LEMBRA? 
O CONTRAN vai dirimir conflitos entre UNIÃO, 
ESTADOS E DF, ou seja: 
União x Estado // União x DF 
Estado x Estado // Estado x DF 
Quando for entre MUNICÍPIOS, essa competência será 
do CETRAN/CONTRANDIFE. 
 
 
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ÓRGÃOS EXECUTIVOS 
DE TRÂNSITO DOS MUNICÍPIOS 
CONCEITOS 
Os municípios NÃO farão parte do SNT 
AUTOMATICAMENTE. 
Os municípios têm a POSSIBILIDADE de fazer 
parte do SNT. Para isso, deverão integrar-se 
ao SNT por meio de órgão ou entidade 
executivos de trânsito ou diretamente por 
meio da prefeitura. 
 
municipal,. 
 
 
 
 
 
COMPETÊNCIA PRINCIPAL 
EXECUTAR A FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO EM: 
1. Vias Terrestres; 
2. Edificações de uso público; 
3. Edificações privadas de uso coletivo. 
AUTUANDO e APLICANDO as MEDIDAS ADMINISTRATIVAS cabíveis e as 
PENALIDADES de ¹advertência por escrito e ²multa, por infrações de: 
1. CIRCULAÇÃO; 
2. ESTACIONAMENTO; e 
3. PARADA. 
 
 
 
 
 
 
No caso de edificações privadas de uso 
coletivo: a autuação será somente para 
infrações de uso de VAGAS RESERVADAS 
em estacionamentos. 
1. Planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais; 
2. IMPLANTAR, MANTER e OPERARo sistema de SINALIZAÇÃO; 
3. Fiscalizar, autuar e aplicar as penalidades e medidas administrativas cabíveis relativas a infrações por EXCESSO 
DE PESO, DIMENSÕES e LOTAÇÃO; 
4. Implantar, manter e operar sistema de ESTACIONAMENTO ROTATIVO PAGO nas vias; 
5. Arrecadar valores provenientes de estada e remoção de veículos e objetos, e escolta de veículos de cargas 
superdimensionadas ou perigosas e credenciar serviços de escolta; 
6. Conceder autorização para conduzir veículos de propulsão humana e de tração animal e registrar e licenciar estes 
veículos; 
7. Vistoriar veículos que necessitem de autorização especial para transitar (AET); 
8. Aplicar a penalidade de suspensão do direito de dirigir, quando prevista de forma específica para a infração 
cometida, e comunicar a aplicação da penalidade ao DENATRAN. 
 
 
 
OUTRAS COMPETÊNCIAS 
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DETRANs 
Órgãos Exec. De Trânsito 
dos Estados e do DF 
O QUE SÃO ? 
DETRANs 
Departamentos Estaduais de Trânsito. 
São os “tentáculos” do DENATRAN – Órgão 
Máximo Executivo de Trânsito da União. 
O DENATRAN delega parte de suas atribuições 
aos DETRANs. 
 
 
 
 
 
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS 
1. Realizar, fiscalizar e controlar o processo de formação, aperfeiçoamento, reciclagem e suspensão de condutores MEDIANTE 
DELEGAÇÃO DO DENATRAN; 
2. Expedir e cassar Licença de Aprendizagem, PPD e CNH MEDIANTE DELEGAÇÃO DO DENATRAN; 
3. Vistoriar, inspecionar as condições de segurança veicular, registrar, emplacar e licenciar veículos, com a expedição dos 
Certificados de Registro de Veículo e de Licenciamento Anual, MEDIANTE DELEGAÇÃO DO DENATRAN; 
4. Executar a fiscalização de trânsito, autuar e aplicar as medidas administrativas, exceto sobre aquelas infrações de 
competência dos municípios; 
5. APLICAR AS PENALIDADES por infrações previstas no CTB, com exceção daquelas relacionadas nos incisos VII e VIII do 
art. 24 (infrações de circulação, estacionamento e parada e aquelas relativas a excesso de peso, dimensões e lotação). 
6. Comunicar IMEDIATAMENTE ao Denatran a suspensão e a cassação do direito de dirigir e o recolhimento da CNH; 
7. Arrecadar valores provenientes de estada e remoção de veículos e objetos; 
8. Fiscalizar o nível de emissão de poluentes e ruído produzidos pelos veículos automotores ou pela sua carga; 
9. Criar, implantar e manter ESCOLAS PÚBLICAS DE TRÂNSITO, destinadas à educação de crianças e adolescentes, por meio 
de aulas teóricas e práticas sobre legislação, sinalização e comportamento no trânsito. 
 
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ÓRGÃOS EXECUTIVOS 
RODOVIÁRIOS DE TRÂNSITO 
O QUE SÃO ? 
São órgãos EXECUTIVOS, ou seja, que colocam em 
prática o que se encontra previsto em lei, e órgãos 
RODOVIÁRIOS, pois atuam nas rodovias. 
São aqueles órgãos que PLANEJAM, CONSTROEM, 
PAVIMENTAM, CUIDAM, MANTÊM e SINALIZAM as vias 
terrestres. 
No âmbito da UNIÂO é o Departamento Nacional de 
Infraestrutura de Transportes – DNIT. 
No âmbito dos Estados, DF e Municípios poderão ter 
diferentes nomes como: DEER/MG, DER/SP, DER/CE, entre 
outros. 
Suas competências são as mesmas em âmbito 
nacional, estadual, distrital e municipal. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
PRINCIPAIS 
COMPETÊNCIAS 
1. Cumprir e fazer cumprir a legislação e as NORMAS DE 
TRÂNSITO; 
2. Planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de 
veículos, de pedestres e de animais, e promover o 
desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas; 
3. Implantar, manter e operar o sistema de SINALIZAÇÃO; 
4. Coletar dados e elaborar estudos sobre os acidentes de 
trânsito e suas causas; 
5. IMPLEMENTAR as medidas da Política Nacional de Trânsito e do 
Programa Nacional de Trânsito; 
6. Executar a FISCALIZAÇÃO DE TRÂNSITO; 
7. Arrecadar valores provenientes de estada e remoção de 
veículos e objetos, e escolta de veículos de cargas 
superdimensionadas ou perigosas; 
8. Fiscalizar, autuar, aplicar as penalidades e medidas 
administrativas cabíveis, relativas a infrações por EXCESSO DE 
PESO, DIMENSÕES e LOTAÇÃO DOS VEÍCULOS, bem como 
notificar e arrecadar as multas que aplicar. 
9. Aplicar a penalidade de SUSPENSÃO do direito de dirigir, 
quando prevista de forma específica para a infração cometida, 
e comunicar a aplicação da penalidade ao DENATRAN. 
 
As entidades executivas rodoviárias de trânsito são as 
responsáveis por emitir a AET – Autorização Especial 
de Trânsito, documento exigido de veículo ou 
combinações de veículos utilizados no transporte de carga 
que não se enquadre nos limites de peso e dimensões 
estabelecidos pelo CONTRAN em sua RESOLUÇÃO 
210/2006. 
 
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A PRF não só atua no atendimento e salvamento a vítimas 
de acidente de trânsito como também atua nas tarefas e 
programas de PREVENÇÃO DE ACIDENTES. 
 
 
 
 
 
 
CONCEITOS 
É uma instituição policial OSTENSIVA federal brasileira. 
Também chamada de POLÍCIA RURAL, já que sua atuação 
se dá nas rodovias e estradas FEDERAIS. 
É um dos órgãos que, segundo a CF/88 art. 144. deve 
garantir que a segurança pública (que é dever do 
Estado e direito e responsabilidade de todos) seja 
exercida para a preservação da ordem pública e da 
incolumidade das pessoas e do patrimônio. 
 
 
 
 
 
 
 
PRINCIPAIS COMPETÊNCIAS 
1. Cumprir e fazer cumprir a legislação e as normas de trânsito, no âmbito de suas atribuições; 
2. Realizar o patrulhamento ostensivo das RODOVIAS e ESTRADAS FEDERAIS; 
3. Executar a fiscalização de trânsito, aplicadas penalidades de advertência por escrito e multa e as medidas administrativas 
cabíveis; 
4. Credenciar os serviços de escolta; 
5. Efetuar levantamento dos locais de acidentes de trânsito e dos serviços de atendimento/socorro/salvamento de vítimas; 
6. Assegurar a livre circulação nas rodovias federais; 
7. Zelar pelo cumprimento das normas legais relativas ao direito de vizinhança, promovendo a interdição de construções e 
instalações não autorizadas; 
8. Promover e participar de projetos e programas de educação e segurança; 
9. Assegurar a livre circulação nas rodovias federais; 
10. Coletar dados estatísticos e elaborar estudos sobre acidentes de trânsito e suas causas; 
11. Aplicar a penalidade de SUSPENSÃO do direito de dirigir, quando prevista de forma específica para a infração 
cometida, e comunicar a aplicação da penalidade ao DENATRAN. 
 
 
Agora a PRF aplica 3 tipos de penalidades: 
1. Advertência por escrito; 
2. Multa; e 
3. Suspensão do Direito de Dirigir. 
 
 
 
 
 
 
 
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POLÍCIAS 
MILITARES 
O CTB trouxe a MUNICIPALIZAÇÃO do 
trânsito, ou seja, integrou o município ao 
SNT. Dessa forma, os Municípios 
adquiriram a responsabilidade pelo 
trânsito da cidade por meio da criação 
de Órgão Executivos Municipais de 
Trânsito ou diretamente pelas Prefeituras 
Municipais. 
 
 
 
 
 
 
 
As polícias militares FAZEM PARTE DO SNT e 
ainda poderão executar a fiscalização de 
trânsito, porém, SOMENTE MEDIANTE 
CONVÊNIO firmado com o município. 
 
 
 
 
 
 
EXECUTAR a fiscalização de trânsito, quando e conforme convênio firmado, como 
agente do órgão ou entidade executivos de trânsito ou executivos rodoviários, 
concomitantemente com os demais agentes credenciados. 
O policial Militar atuará como AGENTE FISCALIZADOR DE TRÂNSITO, ou seja, 
poderá apenas FISCALIZAR e AUTUAR. 
 
 
 
COMPETÊNCIA 
A aplicação das PENALIDADESe das MEDIDAS 
ADMINISTRATIVAS relativas às infrações 
autuadas pela PM será de responsabilidade 
do órgão com a qual ela firmou convênio. 
 
 
 
 
 
 
Por menor que seja a cidade, deve 
ser feito tratamento especial para 
a circulação segura dos 
pedestres, ciclistas ou carroças. O 
trânsito não é feito só de 
automóveis ou caminhões. 
 
 
 
 
 
 
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JARI 
Juntas Adm. de Recursos e Infrações 
O QUE É ? 
Órgão autônomo e colegiado 
responsável pelo julgamento de 
RECURSOS interpostos por 
infratores contra a decisão de 
autoridade do trânsito que impôs a 
penalidade. 
Quando o recurso em 1ª 
instância (na JARI) é negado, 
será possível recorrer ao 
CETRAN em 2ª instância. 
 
COMPOSIÇÃO 
A JARI será composta, no MÍNIMO, por 3 MEMBROS indicados por vários 
organismos da sociedade civil: 
1 Integrante com conhecimento na área de trânsito, com, no mínimo, nível 
médio de escolaridade; 
1 Representante servidor do órgão/entidade que impôs a penalidade; 
1 Representante da entidade representativa da sociedade ligada à área 
de trânsito. 
 
FUNCIONAMENTO 
A JARI funcionará junto a CADA ÓRGÃO 
ou entidade executivo de trânsito ou 
rodoviário. 
O número de JARIs que um órgão 
possui é PROPORCIONAL ao número 
de recursos interpostos. 
 
 
COMPETÊNCIAS 
• Julgar os recursos interpostos pelos infratores; 
• Solicitar aos órgãos e entidades executivos de trânsito e 
executivos rodoviários informações complementares 
relativas aos recursos, objetivando uma melhor análise da 
situação recorrida; 
• Encaminhar aos órgãos e entidades executivos de trânsito e 
executivos rodoviários informações sobre problemas 
observados nas autuações e apontados em recursos, e que 
se repitam sistematicamente. 
 
 
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Implementar as medidas da Política 
Nacional de Trânsito e do Programa 
Nacional de Trânsito. 
 
ÓRGÃOS EXEC. RODOVIÁRIOS 
E DETRANs 
EXCLUSIVAS DA PRF 
Implementar as medidas da Política Nacional 
de Segurança e Educação de Trânsito. 
Realizar o patrulhamento OSTENSIVO. 
NÃO CONFUNDA 
CONTRAN, DENATRAN, CENTRANs E CONTRANDIFE, 
DETRANs, ÓRGÃOS EXEC. DOS MUNICÍPIOS, ÓRGÃOS 
EXEC. RODOVIÁRIOS E PRF 
CUMPRIR e FAZER CUMPRIR a legislação e as normas de trânsito, no 
âmbito das respectivas atribuições. 
Observe!! Apenas 3 órgãos não possuem essa competência: as JARIs, que 
possuem competências muito bem definidas no âmbito do julgamento de 
infrações, as PMs que só possuem uma competência (fiscalização de trânsito) 
e o CONTRAN. 
PRF E ÓRGÃOS EXEC. DE TRÂNSITO DOS MUNICÍPIOS 
Credenciar os serviços de ESCOLTA, fiscalizar e adotar medidas de segurança 
relativas aos serviços de remoção de veículos, escolta e transporte de carga indivisível. 
PRF, ÓRGÃOS EXEC. RODOVIÁRIOS DE TRÂNSITO, 
DETRANs E ÓRGÃOS EXEC. DE TRÂNSITO DOS MUNICÍPIOS 
FISCALIZAR o nível de emissão de poluentes e ruído produzidos pelos veículos 
automotores ou pela sua carga, além de dar apoio, quando solicitado, às 
ações específicas dos órgãos ambientais. 
PROMOVER E PARTICIPAR de projetos e programas de educação e 
segurança, de acordo com as diretrizes estabelecidas pelo CONTRAN. 
COMPETÊNCIAS 
COMUNS E EXCLUSIVAS ÓRGÃOS EXEC. DE 
TRÂNSITO DOS 
MUNICÍPIOS, 
ESTADOS E DF 
Criar, implantar e manter 
ESCOLAS PÚBLICAS DE 
TRÂNSITO, destinadas à 
educação de crianças e 
adolescentes. 
NOVIDADE IMPORTANTE DA 
LEI Nº 14.071 DE 2020. 
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ÓRGÃOS DO SNT 
A SEMANA NACIONAL DE 
TRÂNSITO será comemorada 
anualmente de 18 a 25 de 
setembro! 
DEVEM possuir uma COORDENAÇÃO 
EDUCACIONAL. 
DEVERÃO promover, dentro de sua 
estrutura organizacional ou mediante 
convênio, o FUNCIONAMENTO DE 
ESCOLAS PÚBLICAS DE TRÂNSITO, nos 
moldes e padrões estabelecidos pelo 
CONTRAN. 
CAMPANHAS EDUCATIVAS 
O CONTRAN estabelecerá, ANUALMENTE, os temas e os cronogramas das 
campanhas de âmbito nacional que deverão ser PROMOVIDAS POR TODOS OS 
ÓRGÃOS ou entidades do SNT. 
As campanhas serão de CARÁTER PERMANENTE, e os serviços de rádio e 
difusão sonora de sons e imagens explorados pelo poder público são obrigados 
a difundi-las gratuitamente. 
Devem esclarecer quais são as atribuições dos órgãos pertencentes ao SNT. 
Toda PEÇA PUBLICITÁRIA da 
indústria automobilística ou afim, 
incluirá, OBRIGATORIAMENTE, 
mensagem educativa de 
trânsito a ser conjuntamente 
veiculada. 
Será promovida em TODOS 
OS NÍVEIS DE ENSINO. 
A publicidade feita em DESACORDO com o 
descrito acima, constitui infração punível com: 
→ Advertência por escrito; 
→ Suspensão, nos veículos de divulgação da 
publicidade, de qualquer outra propaganda do 
produto, pelo prazo de até 60 dias; 
→ Multa, de R$ 1.627,00 a R$ 8.135,00 cobrada 
do dobro até o quíntuplo em caso de 
reincidência. 
(ISOLADAS OU CUMULATIVAMENTE) 
SUBSÍDIO 
10% dos valores arrecadados 
destinados à Previdência Social e 
ao DPVAT serão repassados 
mensalmente ao Coordenador do 
SNT para aplicação exclusiva em 
programas de Educação para o 
Trânsito. 
NÃO confunda com os 5% depositados 
mensalmente no fundo de âmbito nacional 
destinado à segurança e educação de 
trânsito. 
EDUCAÇÃO 
PARA O TRÂNSITO 
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NORMAS GERAIS 
DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA 
USUÁRIOS DA 
VIAS TERRESTRES 
Devem abster-se de todo ato que 
possa: 
→ Constituir PERIGO ou obstáculo para 
o trânsito de veículos, de pessoas 
ou de animais; 
→ Causar DANOS a propriedades 
públicas ou privadas. 
Devem abster-se de OBSTRUIR O 
TRÂNSITO OU TORNÁ-LO PERIGOSO: 
→ Atirando, depositando ou 
abandonando na via objetos ou 
substâncias; ou 
→ Criando qualquer obstáculo. 
 
O QUE SÃO? 
São as normas que buscam estabelecer 
o convívio adequado e seguro entre 
PESSOAS, ANIMAIS e VEÍCULOS nas 
VIAS PÚBLICAS! 
EM CASO DE DESOBEDIÊNCIA 
DAS NORMAS 
INFRAÇÃO DE TRÂNSITO 
O CONDUTOR DEVERÁ: 
A TODO MOMENTO: 
→ Ter DOMÍNIO de seu veículo; 
→ Dirigir com atenção e 
cuidados indispensáveis à 
segurança. 
 
ANTES DE COLOCAR O VEÍCULO EM 
CIRCULAÇÃO NAS VIAS PÚBLICAS: 
→ Verificar a existência e as BOAS CONDIÇÕES 
de funcionamento dos equipamentos de uso 
obrigatório; 
→ Assegurar-se da existência de COMBUSTÍVEL 
SUFICIENTE para chegar ao local de destino. 
CINTO DE 
SEGURANÇA 
→ É equipamento obrigatório do 
veículo, com exceção dos veículos 
destinados ao transporte de 
passageiros em percursos em que 
seja permitido viajar em pé. 
→ É de USO OBRIGATÓRIO para 
condutor e passageiros em todas as 
vias do território nacional, salvo em 
situações regulamentadas pelo 
CONTRAN. 
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NORMAS GERAIS 
TRÂNSITO NAS VIAS TERRESTRES 
ABERTAS À CIRCULAÇÃO 
A CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS 
• Deverá ser feita pelo LADO DIREITO DA VIA, admitindo-
se as exceções devidamente sinalizadas; 
• Deverá guardar distância de segurança LATERAL e 
FRONTAL entre o seu e os demais veículos, bem como em 
relação ao bordo da pista, considerando-se as 
condições da via no momento; 
Distância lateral MÍNIMA ao 
ultrapassar bicicleta deve ser de 1,5m. 
• Quando transitando por fluxos que se cruzem em 
local não sinalizado terá PREFERÊNCIA de 
passagem: 
No caso de apenas um fluxo ser proveniente 
de RODOVIA: aquele que estiver circulandopor ela; 
2º No caso de ROTATÓRIA, aquele que estiver 
circulando por ela; 
3º 
Nos demais casos, o que vier pela DIREITA 
DO CONDUTOR. 
MAIS DE UMA FAIXA DE 
CIRCULAÇÃO NO MESMO SENTIDO 
Quando uma pista de rolamento comportar várias faixas de 
circulação no mesmo sentido: 
→ As da DIREITA são destinadas ao deslocamento dos veículos 
MAIS LENTOS e de MAIOR PORTE, quando não houver faixa 
especial a eles destinada; e 
→ As da ESQUERDA, destinadas à ULTRAPASSAGEM e ao 
deslocamento dos veículos de MAIOR VELOCIDADE. 
CALÇADAS, PASSEIOS 
E ACOSTAMENTOS 
O trânsito de veículos sobre PASSEIOS, CALÇADAS e nos 
ACOSTAMENTOS, só poderá ocorrer em uma hipótese: 
→ Para que se adentre ou se saia dos imóveis ou áreas especiais 
de ESTACIONAMENTO. 
DESOBEDECER A ESTA NORMA É INFRAÇÃO GRAVÍSSIMA! 
1º 
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VEÍCULOS PRECEDIDOS 
DE BATEDORES 
Terão apenas: PRIORIDADE DE PASSAGEM. 
TERÃO: 
→ PRIORIDADE DE TRÂNSITO; 
→ LIVRE CIRCULAÇÃO; 
→ LIVRE ESTACIONAMENTO; e 
→ LIVRE PARADA. 
QUANDO em serviço de urgência, de 
policiamento ostensivo ou de preservação 
da ordem pública. 
O uso de dispositivos de alarme sonoro e de 
iluminação vermelha intermitente só poderá 
ocorrer quando da EFETIVA PRESTAÇÃO DE 
SERVIÇO de urgência e as prerrogativas de livre 
circulação e de parada serão aplicadas somente 
quando os veículos estiverem identificados por 
estes dispositivos. 
 
 
VEÍCULOS DE SOCORRO, DE INCÊNDIO 
E SALVAMENTO, DE POLÍCIA, DE 
FISCALIZAÇÃO E AS AMBULÂNCIAS 
NORMAS GERAIS 
TRÂNSITO NAS VIAS TERRESTRES 
ABERTAS À CIRCULAÇÃO 
VEÍCULOS PRESTADORES DE 
SERVIÇOS DE UTILIDADE PÚBLICA 
TERÃO: 
→ LIVRE PARADA; e 
→ LIVRE ESTACIONAMENTO. 
QUANDO em atendimento e no local da prestação 
de serviço desde que sinalizados e identificados. 
PARADA E ESTACIONAMENTO 
→ A operação de CARGA E DESCARGA é considerada 
estacionamento; 
→ Quando o estacionamento na via for proibido, a parada 
deverá restringir-se ao tempo indispensável para embarque ou 
desembarque de passageiros (estacionamento continua 
proibido ainda que o condutor permaneça no veículo); 
→ Quando em VIAS PROVIDAS DE ACOSTAMENTO, os veículos 
deverão estar situados fora da pista de rolamento; 
→ Nas paradas e estacionamento, o veículo deverá ser 
posicionado no sentido do fluxo, paralelo ao bordo da pista 
de rolamento e junto à guia da calçada, admitidas as 
exceções DEVIDAMENTE SINALIZADAS. 
CUIDADO! 
Nenhum condutor 
deverá frear 
bruscamente seu 
veículo, SALVO por 
razões de segurança. 
Por outro lado, a prerrogativa de livre 
estacionamento será aplicada somente quando 
os veículos estiverem identificados pelo 
dispositivo de iluminação intermitente. 
 
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OUTRAS REGRAS 
NORMAS GERAIS 
ULTRAPASSAGENS 
REGRAS 
REGRA GERAL: 
Deverá ser feita pela ESQUERDA. 
EXCEÇÃO: 
Quando o veículo a ser 
ultrapassado estiver sinalizando o 
propósito de entrar à esquerda 
(este é o ÚNICO caso em que a 
ultrapassagem poderá ser feita 
pela direita). 
CUIDADOS ANTES DA 
ULTRAPASSAGEM 
CERTIFICAR-SE DE QUE 
→ Nenhum condutor que venha atrás haja 
começado uma manobra para ultrapassá-lo; 
→ Que quem o precede na mesma faixa de 
trânsito não haja indicado o propósito de 
ultrapassar um terceiro; 
→ A faixa de trânsito que vai tomar esteja livre 
numa extensão suficiente para que sua 
manobra não ponha em perigo ou obstrua o 
trânsito que venha em sentido contrário. 
→ Indicar com antecedência a 
manobra pretendida, acionando 
a luz indicadora de direção do 
veículo ou por meio de gesto 
convencional de braço; 
→ Afastar-se do usuário ou usuários 
aos quais ultrapassa, de tal forma 
que deixe livre uma distância 
lateral de segurança; 
→ Retomar, após a efetivação da 
manobra, a faixa de trânsito de 
origem, acionando a luz 
indicadora de direção do veículo 
ou fazendo gesto convencional de 
braço, adotando os cuidados 
necessários para não pôr em 
perigo ou obstruir o trânsito dos 
veículos que ultrapassou. 
CUIDADOS AO EFETUAR 
A ULTRAPASSAGEM 
A ULTRAPASASGEM É 
PROIBIDA 
→ Vias com duplo sentido de 
direção e pista única; 
→ Trechos em curvas e em aclives 
sem visibilidade suficiente; 
→ Nas passagens de nível, nas 
pontes e viadutos; e 
→ Nas travessias de pedestres; 
* EXCETO quando houver sinalização 
permitindo a ultrapassagem. 
→ Nas interseções e suas 
proximidades. 
** Sem exceções. 
 
Ao perceber que outro veículo tem o propósito de ultrapassá-lo, o condutor deve: 
→ Se estiver circulando pela faixa da esquerda, deslocar-se para a faixa da direita; 
→ Se estiver circulando pelas demais faixas, manter-se nela, sempre sem acelerar a 
marcha. 
Os veículos mais lentos em fila DEVERÃO manter distância suficiente entre si para 
permitir que veículos que os ultrapassem possam se intercalar na fila com segurança. 
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CONVERSÃO E RETORNO 
MANOBRA DE CONVERSÃO À ESQUERDA E RETORNO: 
REGRA: Nos locais apropriados. 
EXCEÇÃO: Nas vias onde não existirem locais adequados, MAS forem 
providas de acostamento, o condutor deverá aguardar neste, à direita, 
para cruzar a pista com segurança. 
 
 
CONVERSÕES 
→ Ao sair da via pelo lado direito, aproximar-se o 
máximo possível do bordo direito da pista e 
executar sua manobra no menor espaço possível; 
→ Ao sair da via pelo lado esquerdo, aproximar-se 
o máximo possível de seu eixo ou da linha divisória 
da pista, quando houver, caso se trate de uma 
pista com circulação nos dois sentidos, ou do 
bordo esquerdo, tratando-se de uma pista de um 
só sentido. 
**Durante a manobra de mudança de direção, o 
condutor deverá ceder passagem aos pedestres e 
ciclistas e aos veículos que transitem em sentido 
contrário pela pista da via da qual vai sair. 
CUIDADOS 
ANTES DE EXECUTAR UMA 
MANOBRA O CONDUTOR DEVERÁ: 
→ Certificar-se de que pode 
executá-la sem perigo para os 
demais usuários da via; 
→ Indicar seu propósito de forma 
clara e com a devida 
antecedência; e 
→ Dar PREFERÊNCIA aos veículos e 
pedestres que por ela estejam 
transitando. 
 
 
 
DEVERÁ ser feita nos ¹ locais para isto determinados por 
sinalização, ou, em ² outros locais que ofereçam condições 
de segurança e fluidez. 
 
 
BUZINA 
É PROIBIDO O USO DA BUZINA, EM QUALQUER CASO, ENTRE 22H E 6H. 
FORA DESSE HORÁRIO, SÓ PODERÁ SER USADA, EM TOQUE BREVE, EM 
DOIS CASOS: 
→ Para fazer as advertências necessárias a fim de evitar acidentes; 
→ Fora das áreas urbanas, quando for conveniente advertir a um 
condutor que se tem o propósito de ultrapassá-lo. 
 
 
NORMAS GERAIS 
MANOBRAS E BUZINA 
RETORNO EM VIAS URBANAS 
NOVIDADE LEI 14.071 
É LIVRE o movimento de conversão 
à direita diante de sinal vermelho 
do semáforo onde houver 
sinalização indicativa que permita 
essa conversão. 
 
 
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LUZ DE FREIO 
USO DE LUZES 
DEFINIÇÕES 
Facho de luz do veículo destinada 
a ILUMINAR A VIA DIANTE DO 
VEÍCULO, sem ocasionar 
ofuscamento ou incômodo 
injustificáveis aos condutores e 
outros usuários da via que venham 
em sentido contrário. 
LUZ BAIXA PISCA-ALERTA 
Luz intermitente do veículo, utilizada 
em caráter de advertência, 
destinada a indicar aos demais 
usuários da via que o veículo está 
imobilizado ou em situação de 
emergência. 
LUZ ALTA 
Facho de luz do veículo 
destinado a ILUMINAR A VIA 
ATÉ UMA GRANDE DISTÂNCIA 
do veículo. 
LUZDE POSIÇÃO 
Ou lanterna, destinada a 
indicar a presença e a largura 
do veículo. 
 
LUZ DE NEBLINA 
Luz do veículo destinada a 
aumentar a iluminação da 
via em caso de neblina, 
chuva forte ou nuvens de pó. 
Luz do veículo destinada a 
indicar aos demais usuários da 
via, que se encontram atrás do 
veículo, que o condutor está 
aplicando o freio de serviço. 
LUZ INDICADORA 
DE DIREÇÃO 
Ou pisca-pisca, é a luz do veículo 
destinada a indicar aos demais usuários 
da via que o condutor tem o propósito 
de mudar de direção para a direita ou 
para a esquerda. 
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NORMAS GERAIS 
USO DE LUZES 
O condutor manterá acesos os faróis 
do VEÍCULO, utilizando LUZ BAIXA: 
→ À NOITE (SEMPRE); 
→ DURANTE O DIA, em túneis e sob 
chuva, neblina ou cerração. 
ATENÇÃO! Não está escrito “sob 
forte chuva” apenas “sob chuva”. 
→ Quando for veículo de transporte 
coletivo de passageiros e estiver 
em faixas ou pistas a eles 
destinadas (dia ou noite); e 
→ MOTOCICLETAS, MOTONETAS e 
CICLOMOTORES, em qualquer caso, 
durante o dia e a noite. 
LUZ BAIXA 
ALTERAÇÃO 
IMPORTANTE! 
Os veículos que POSSUEM as luzes de 
rodagem diurna, seja onde estiverem 
durante o dia, não precisarão acionar 
a luz baixa! Mas se o veículo NÃO 
POSSUIR LUZES DE RODAGEM diurna, 
ele deverá manter acesos os FARÓIS 
nas RODOVIAS DE PISTA SIMPLES 
situadas fora dos perímetros urbanos, 
mesmo durante o dia. 
LUZ ALTA 
DEVERÁ SER USADA em VIAS NÃO ILUMINADAS. 
EXCETO ao cruzar com outro veículo ou ao segui-lo. 
** Fazer uso do facho de luz alta dos faróis em vias 
providas de iluminação pública é INFRAÇÃO LEVE! 
** Transitar com o farol de luz alta de forma a perturbar 
a visão de outro condutor é INFRAÇÃO GRAVE! 
PISCA ALERTA 
SÓ PODERÁ SER USADO EM 2 CASOS: 
1. Em imobilizações ou situações de 
emergência; ou 
2. Quando a regulamentação da via 
assim o determinar. 
JOGO DE LUZ 
A troca de luz baixa e alta, de forma 
intermitente e por curto período de tempo, 
com o objetivo de ADVERTIR outros 
motoristas, só poderá ser utilizada para: 
1. Indicar a intenção de ultrapassar; ou 
2. Para indicar a existência de risco à 
segurança para os veículos que circulam 
no sentido contrário. 
LUZ DE PLACA 
O condutor manterá acesa 
durante a NOITE, quando em 
circulação. 
LUZ DE POSIÇÃO 
Deverá ser mantida acesa quando o 
veículo estiver parado para fins de 
EMBARQUE OU DESEMBARQUE de 
passageiros e CARGA OU DESCARGA 
de mercadorias. 
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NORMAS GERAIS 
IMOBILIZAÇÃO 
DE VEÍCULO 
Sempre que for necessária a 
imobilização temporária de um 
veículo no leito viário, em situação 
de emergência, deverá ser 
providenciada a IMEDIATA 
sinalização de advertência. 
 
ANIMAIS NA PISTA 
→ Os veículos de tração animal serão conduzidos pela 
direita da pista, junto à guia da calçada ou 
acostamento, sempre que não houver faixa especial a 
eles destinada; 
→ Os animais isolados ou em grupos só podem circular nas 
vias quando conduzidos por um guia, quando em grupos 
muito grandes, deverão ser divididos em grupos de 
tamanho moderado e em todo caso, deverão ser 
mantidos juntos ao bordo da pista. 
 
CONDOMÍNIOS 
Nas vias internas pertencentes a 
condomínios constituídos por unidades 
autônomas, a SINALIZAÇÃO de 
regulamentação da via será 
implantada e mantida às EXPENSAS 
DO CONDOMÍNIO, após aprovação 
dos projetos pelo órgão ou entidade 
com circunscrição sobre a via. 
 
USUÁRIOS 
Os USUÁRIOS das vias terrestres devem abster-se: 
→ Todo ato que possa constituir perigo ou obstáculo para o 
trânsito de veículos, de pessoas ou de animais, ou ainda causar 
danos a propriedades públicas ou privadas; 
→ De obstruir o trânsito ou torná-lo perigoso, atirando, 
depositando ou abandonando na via objetos ou substâncias, 
ou nela criando qualquer outro obstáculo. 
 
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NORMAS GERAIS 
MOTOCICLETAS, MOTONETAS 
E CICLOMOTORES 
DOS CONDUTORES 
SÓ PODERÃO CIRCULAR NAS VIAS: 
→ Utilizando capacete de 
segurança, com viseira ou 
óculos protetores; 
→ Segurando o guidom com as 
duas mãos; 
→ Usando vestuário de proteção, 
de acordo com as 
especificações do CONTRAN. 
DOS PASSAGEIROS 
SÓ PODERÃO SER TRANSPORTADOS: 
→ Utilizando capacete de segurança; 
→ Em carro lateral acoplado aos veículos ou 
em assento suplementar atrás do condutor; 
→ Usando vestuário de proteção, de acordo 
com as especificações do CONTRAN. 
** Só são permitidas 2 pessoas 
nesses tipos de veículos. 
DOS CICLOMOTORES 
→ Devem ser conduzidos NOS ACOSTAMENTOS OU EM FAIXAS PRÓPRIAS 
a eles destinadas. 
** Na ausência destas, deverão ser conduzidos pela direita da pista de rolamento, 
preferencialmente no centro da faixa mais à direita ou no bordo direito. 
** Quando a faixa da direita for destinada ao uso exclusivo de outro tipo de veículo, 
os ciclomotores deverão circular pela faixa adjacente à da direita. 
→ É PROIBIDA sua circulação em VIAS DE TRÂNSITO RÁPIDO e sobre 
as calçadas das vias urbanas. 
DEFINIÇÕES 
IMPORTANTES 
MOTOCICLETA: Veículo automotor de 
duas rodas, com ou sem side-car, 
dirigido por condutor em posição 
montada. 
MOTONETA: Veículo automotor de 
duas rodas, dirigido por condutor em 
posição sentada. 
CICLOMOTOR: Veículo de duas ou três 
rodas, provido de um motor de 
combustão interna, cuja cilindrada não 
exceda a 50cm³ e cuja velocidade 
máxima de fabricação não exceda a 
50Km/h. 
[ NÃO CONFUNDA! ] 
CICLO: Veículo de pelo menos duas 
rodas a propulsão humana. 
As motocicletas, motonetas e 
ciclomotores DEVERÃO 
utilizar-se de FAROL DE LUZ 
BAIXA durante o DIA e à 
NOITE. 
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NORMAS GERAIS 
MOTORISTAS PROFISSIONAIS 
 
A QUEM 
SE APLICA? 
→ Motoristas profissionais de 
transporte RODOVIÁRIO 
coletivo de PASSAGEIROS; 
→ Motoristas profissionais de 
transporte rodoviário de 
CARGAS. 
É VEDADO 
AOS MOTORISTAS DE VEÍCULOS DE 
TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGA 
Serão observados 30 minutos para 
descanso DENTRO de cada 6 horas. 
É FACULTATIVO o fracionamento desse 
tempo desde que não ultrapasse 5 horas e 
meia contínuas na condução. 
AOS MOTORISTAS DE VEÍCULOS DE 
TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PASSAGEIROS 
Serão observados 30 minutos para 
descanso A CADA 4 horas na condução, 
sendo facultado o seu fracionamento e o do 
tempo de direção. 
Aos motoristas profissionais de 
transporte rodoviário de CARGA e de 
PASSAGEIROS: Dirigir por mais de 5 
horas e meia ininterruptas. 
EXCEÇÃO: situações excepcionais, 
devidamente justificadas, desde que 
não comprometa a segurança. 
TEMPO DE DESCANSO 
O MOTORISTA PROFISSIONAL (GERAL) 
É OBRIGADO, dentro do período de 24h, a 
observar o MÍNIMO de 11 horas de descanso, 
que podem ser fracionadas, usufruídas no veículo 
e coincidir com os intervalos mencionados acima, 
observadas no primeiro período 8h 
ininterruptas de descanso. 
O CONTROLE DO TEMPO SERÁ FEITO POR MEIO DE: 
→ Tacógrafo; 
→ Diário de bordo; 
→ Papeleta; ou 
→ Ficha de trabalho externo. 
 
CONTROLE E REGISTRO 
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NORMAS GERAIS 
PEDESTRES 
CIRCULAÇÃO 
NAS VIAS URBANAS: Será em PASSEIOS ou PASSAGENS APROPRIADAS. 
Na ausência destes: A circulação de pedestres será na PISTA DE 
ROLAMENTO, COM PRIORIDADEsobre os veículos, pelos bordos da pista 
(qualquer sentido), em fila única, EXCETO em locais proibidos. 
NAS VIAS RURAIS: Nos ACOSTAMENTOS. 
Na ausência destes: A circulação de pedestres será pelo bordo, com 
prioridade, em fila única, EM SENTIDO CONTRÁRIO ao descolamento do 
veículo, exceto se proibido. 
TRAVESSIA 
SE HOUVER FAIXA DE PEDESTRE: A travessia será 
obrigatoriamente por ela sempre que estas 
existirem a uma distância de até 50m do pedestre. 
SE NÃO HOUVER FAIXA DE PEDESTRE: A travessia 
deverá ser feita em sentido perpendicular ao 
eixo da via. 
PRIORIDADE DE 
PASSAGEM 
Os PEDESTRES que estiverem atravessando 
a via sobre as FAIXAS delimitadas para esse 
fim terão PRIORIDADE DE PASSAGEM. 
 
EXCEÇÃO: Nos locais com sinalização 
semafórica deverão ser respeitadas as 
disposições do CTB. 
R E S U M I N D O 
Os pedestres atravessando a via sobre faixas 
terão PRIORIDADE de passagem, EXCETO nos 
locais com sinalização semafórica. Neste caso o 
pedestre terá PREFERÊNCIA de passagem 
quando não tiverem concluído a travessia mesmo 
nos casos de mudança de semáforo que libere 
a passagem de veículos. 
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NORMAS GERAIS 
CRIANÇAS 
ONDE DEVEM SER TRANSPORTADAS? 
Crianças com IDADE INFERIOR A 10 ANOS que não tenham 
atingido 1,45 m de altura devem ser transportadas nos bancos 
traseiros, em DISPOSITIVO DE RETENÇÃO adequado para cada 
IDADE, PESO e ALTURA, salvo exceções relacionadas a tipos 
específicos de veículos regulamentadas pelo Contran. 
NOVIDADE DA LEI 14.071 DE 2020 
OBSERVE: São DOIS REQUISITOS que devem ser atendidos 
para que a criança precise ser transportada no banco de 
trás no dispositivo de retenção adequado: ¹ Ter menos de 
10 anos e ² ser menor que 1,45m de altura. Se tiver menos 
de 10 anos, mas tiver mais que 1,45 m de altura, poderá ser 
transportada no banco dianteiro. 
Além disso, o dispositivo de retenção deverá ser adequado 
não só quanto a IDADE, mas também, PESO e ALTURA. 
O Contran disciplinará o uso 
excepcional de dispositivos de 
retenção no banco dianteiro do 
veículo e as especificações 
técnicas dos dispositivos de 
retenção. 
A RESOLUÇÃO CONTRAN Nº 277 DE 
2008 dispõe sobre o transporte de 
menores de 10 anos e a utilização do 
dispositivo de retenção para o 
transporte de crianças em veículos. Esta 
resolução, até a data de produção 
deste material, entra em conflito com a 
novidade trazida pela Lei 14.071 já que 
determina o tipo de dispositivo de 
retenção levando em consideração 
apenas a idade da criança. 
SEGUE ABAIXO A REGRA TRAZIDA PELA RESOLUÇÃO 277, 
SE ATENTE PARA POSSÍVEIS ALTERAÇÕES!!!! 
Até 1 ano de idade – bebê conforto ou conversível; 
Maior de 1 ano e menor ou igual a 4 anos de idade – cadeirinha; 
Maior de 4 e inferior ou igual a 7 anos e meio – assento de elevação; 
Maior de 7 anos e meio e menor ou igual a 10 anos de idade – 
cinto de segurança. 
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ATENÇÃO! CICLISTA DESMONTADO = PEDESTRE 
BICICLETAS X PEDESTRES 
PODE, MAS É EXCEÇÃO! Será permitida a circulação de bicicletas nos 
passeios desde que autorizado e devidamente sinalizado pelo órgão ou 
entidade com circunscrição sobre a via. 
 
 BICILETA NA CALÇADA, PODE? 
A circulação de BICILETAS, quando nas vias URBANAS OU RURAIS, e em caso de 
não existir ciclovia, ciclofaixa ou acostamento, será nos bordos da pista de 
rolamento, NO MESMO SENTIDO de circulação. 
As bicicletas terão PREFERÊNCIA sobre os veículos. 
ATENÇÃO, só há uma hipótese em que poderão circular no SENTIDO CONTRÁRIO: 
mediante autorização da autoridade e desde que dotado o trecho de ciclofaixa. 
 
A circulação de PEDESTRES, nas VIAS RURAIS onde não houver acostamento será pelo 
bordo da pista e EM SENTIDO CONTRÁRIO. 
Nas VIAS URBANAS desprovidas de passeios será pelo bordo da pista, em QUALQUER 
SENTIDO. 
Os pedestres terão PRIORIDADE sobre os veículos. 
 
BICICLETAS 
PEDESTRES 
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SINALIZAÇÃO 
O QUE É? 
CONJUNTO DE SINAIS de 
trânsito e dispositivos de 
segurança colocados na via 
pública com o objetivo de 
garantir sua utilização 
adequada e segura. 
É destinada a condutores e 
pedestres. 
Será colocada ao longo da via 
SEMPRE QUE NECESSÁRIO. 
Deve ser instalada de forma que 
seja VISÍVEL e LEGÍVEL durante 
o dia e a noite. 
O CONTRAN é o órgão 
responsável por APROVAR, 
COMPLEMENTAR ou ALTERAR os 
dispositivos de sinalização. 
** No caso das vias internas 
pertencentes aos condomínios 
constituídos por unidades 
autônomas e das áreas de 
estacionamento de 
estabelecimentos privados de 
uso coletivo, a responsabilidade 
pela instalação passa a ser do 
PROPRIETÁRIO. 
CLASSIFICAÇÃO 
→ VERTICAIS; 
→ HORIZONTAIS; 
→ DISPOSITIVOS DE 
SINALIZAÇÃO AUXILIAR; 
→ LUMINOSOS; E 
→ GESTOS DO AGENTE DE 
TRÂNSITO E DO CONDUTOR. 
ORDEM DE PREVALÊNCIA 
1. As ordens do AGENTE DE TRÂNSITO sobre 
as normas de circulação e outros sinais; 
2. As indicações do SEMÁFORO sobre os 
demais sinais; 
3. As indicações dos sinais sobre as demais 
normas de trânsito. 
REGRAS GERAIS 
O CONTRAN poderá autorizar, em 
caráter EXPERIMENTAL e por 
período prefixado, a utilização de 
SINALIZAÇÃO NÃO PREVISTA NO 
CTB. 
Nenhuma via pavimentada poderá 
ser entregue enquanto não estiver 
devidamente sinalizada. 
A AFIXAÇÃO DE PUBLICIDADE ou 
de quaisquer legendas ou símbolos 
ao longo das vias condiciona-se à 
PRÉVIA APROVAÇÃO. 
O órgão de trânsito com 
circunscrição sobre a via poderá 
retirar/determinar a imediata 
retirada de qualquer elemento que 
prejudique a visibilidade da 
sinalização viária e a segurança 
do trânsito, com ônus para quem o 
tenha colocado. 
Não serão aplicadas as SANÇÕES 
previstas no CTB por inobservância 
à sinalização quando esta for 
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VEÍCULOS 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
As CARACTERÍSTICAS dos veículos, 
suas ESPECIFICAÇÕES básicas, 
configuração e condições essenciais 
para registro, licenciamento e 
circulação serão estabelecidas pelo 
CONTRAN, em função de suas 
aplicações. 
Nenhum proprietário ou 
responsável poderá, SEM PRÉVIA 
AUTORIZAÇÃO da autoridade 
competente, fazer ou ordenar que 
sejam feitas no veículo 
MODIFICAÇÕES de suas 
características de fábrica. 
Os veículos e motores novos ou 
usados que sofrerem alterações 
são OBRIGADOS a atender aos 
mesmos limites e exigências de 
emissão de poluentes e ruído 
previstos pelos órgãos ambientais 
competentes e pelo CONTRAN. 
Somente poderá transitar pelas 
vias terrestres o veículo cujo 
PESO e DIMENSÕES atenderem 
aos limites estabelecidos pelo 
CONTRAN. 
 O EXCESSO DE PESO SERÁ 
AFERIDO POR: 
→ Equipamento de pesagem; ou 
→ Pela verificação de 
documento fiscal. 
Quando a aferição de peso for feita 
através de equipamento, SERÁ TOLERADO 
UM PERCENTUAL sobre os limites de peso 
bruto total e peso bruto transmitido por 
eixo. 
Os equipamentos fixos ou móveis 
utilizados na PESAGEM de veículos serão 
aferidos de acordo com a metodologia e 
na periodicidade estabelecidas pelo 
CONTRAN, ouvido o órgão ou entidade de 
metrologia legal. 
Ao veículo que não se enquadre nos limites de peso e dimensões estabelecidos 
pelo CONTRAN, poderá ser concedida, pela autoridade com circunscrição sobre 
a via, AUTORIZAÇÃO ESPECIAL de trânsito, COM PRAZO CERTO, válida para 
CADA VIAGEM OU PERÍODO. 
AUTORIZAÇÃO ESPECIAL CARACTERÍSTICAS 
→ A AUTORIZAÇÃO seráconcedida MEDIANTE REQUERIMENTO que especificará 
as características do veículo ou combinação de veículos e de carga, o 
percurso, a data e o horário do deslocamento inicial. 
→ A autorização não exime o beneficiário da responsabilidade por eventuais 
danos que o veículo ou a combinação de veículos causar à via ou a terceiros. 
PESO E DIMENSÕES 
MODIFICAÇÕES 
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VEÍCULOS 
CLASSIFICAÇÃO QUANTO A TRAÇÃO 
AUTOMOTOR 
É todo veículo a motor de 
PROPULSÃO (gasolina, diesel, álcool, 
elétrico...) que circule por seus 
PRÓPRIOS MEIOS e que serve 
normalmente para o transporte viário 
de pessoas e coisas, ou para a 
tração viária de veículos utilizados 
para o transporte de pessoas e 
coisas. 
! O termo compreende os veículos 
conectados a uma linha elétrica e que 
NÃO circulam sobre trilhos (ônibus elétrico). 
ELÉTRICO 
É um tipo de veículo que se desloca 
por meios próprios, utiliza propulsão 
por meio de motores elétricos e que 
transita SOBRE TRILHOS. 
! Uma característica importante aqui 
é que CIRCULAM SOBRE TRILHOS, ou 
seja, veículo automotor elétrico não 
está nesta categoria. 
 
DE PROPULSÃO HUMANA 
É aquele veículo desprovido de motor e que 
precisa da FORÇA HUMANA para entrar em 
movimento. 
Pode ser para transporte de passageiros (ex.: 
bicicleta, patinete) ou para transporte de carga 
(ex.: maca, carro de mão). 
DE TRAÇÃO 
ANIMAL 
É aquele veículo desprovido 
de motor e que precisa da 
FORÇA DE UM ANIMAL para 
entrar em movimento. 
Pode ser para transporte 
pessoas ou carga. 
 
! Os veículos de propulsão 
humana e animal devem ser 
REGISTRADOS e LICENCIADOS. 
! A autorização para sua 
condução é de 
responsabilidade do órgão 
EXECUTIVO de trânsito do 
MUNICÍPIO. 
REBOQUE OU SEMI-
REBOQUE 
REBOQUE é o veículo destinado a ser ENGATADO 
ATRÁS de um veículo automotor. 
SEMI-REBOQUE é o veículo de um ou mais eixos 
que se apoia na sua unidade tratora ou É A ELA 
LIGADO POR MEIO DE ARTICULAÇÃO. 
Ambos não se deslocam por meios próprios e estão 
sujeitos ao registro e licenciamento. 
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ESPECIAL 
VEÍCULOS 
CLASSIFICAÇÃO QUANTO A ESPÉCIE 
DE PASSAGEIROS 
É o veículo destinado ao 
transporte de PESSOAS e suas 
bagagens. São eles: 
→ Bicicleta; 
→ Ciclomotor; 
→ Motoneta; 
→ Motocicleta; 
→ Triciclo; 
→ Quadriciclo; 
→ Automóvel; 
→ Micro-ônibus; 
→ Ônibus; 
→ Bonde; 
→ Reboque ou 
semirreboque; 
→ Charrete. 
 
DE CARGA 
É o veículo destinado ao 
transporte de CARGA, podendo 
transportar dois passageiros, 
exclusive o condutor. 
→ Motoneta; 
→ Motocicleta; 
→ Triciclo; 
→ Quadriciclo; 
→ Caminhonete; 
→ Caminhão; 
→ Reboque ou Semirreboque; 
→ Carroça; 
→ Carro-de-mão. 
 
DE TRAÇÃO 
É o veículo TRACIONA outro 
veículo ou aqueles que operam 
maquinário agrícola. 
→ Caminhão-trator; 
→ Trator de rodas; 
→ Trator de esteiras; 
→ Trator misto. 
 
DE COMPETIÇÃO 
É o veículo desenvolvido com o 
objetivo único de participar de 
COMPETIÇÕES ou aquele 
modificado para esta finalidade 
e que tenha sido registrado 
como tal. 
 
É o veículo construído com características 
específicas e que por isso não se encaixam 
em nenhuma das outras espécies. Exemplo: 
→ Veículos de Resgate; 
→ Trailer; 
→ Trio Elétrico. 
MISTO 
É o veículo automotor destinado ao 
transporte simultâneo de CARGA e 
PASSAGEIRO. Exemplo: camioneta e utilitário. 
 
DE COLEÇÃO 
Veículo fabricado há mais de 30 anos, 
original ou modificado, que possui valor 
histórico próprio. 
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VEÍCULOS 
CLASSIFICAÇÃO QUANTO A CATEGORIA 
OFICIAL 
É o automóvel que serve ao 
Chefe de Estado durante suas 
viagens ou somente no 
cotidiano. 
DE REPRESENTAÇÃO DIPLOMÁTICA, 
DE REPARTIÇÕES CONSULARES DE CARREIRA OU 
ORGANISMOS INTERNACIONAIS ACREDITADOS 
JUNTO AO GOVERNO BRASILEIRO 
É o veículo de corpo consular, órgãos 
internacionais e embaixadas, com as iniciais do 
representante aparecendo na tarjeta da placa. 
PARTICULAR 
É o veículo que somente 
transporta carga própria. 
DE ALUGUEL 
É o veículo autorizado a 
fazer transporte remunerado 
de carga ou de passageiros. 
DE APRENDIZAGEM 
É o veículo utilizado nas aulas práticas 
de direção veicular pelos Centros de 
Formação de Condutores. 
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PARA OS VEÍCULOS: 
→ Cinto de segurança; 
→ Encosto de cabeça; 
→ Dispositivo destinado ao controle 
de emissão de gases poluentes e 
de ruído (escapamento); 
→ Air bag frontal para o condutor e 
o passageiro do banco dianteiro; 
→ Luzes de rodagem diurna; 
PARA OS VEÍCULOS DE ESCOLARES, OS 
DE TRANSPORTE DE PASSAGEIROS COM 
MAIS DE 10 LUGARES E OS DE CARGA 
COM PBT SUPERIOR A 4.536Kg: 
→ Registrador instantâneo inalterável 
de velocidade e tempo 
(Tacógrafo). 
SEGURANÇA 
VEICULAR 
NAS ÁREAS 
ENVIDRAÇADAS 
Estabelecerá as condições para os fabricantes, importadores, 
montadores e encarroçadores emitirem o CERTIFICADO DE 
SEGURANÇA, indispensáveis ao cadastramento no RENAVAM. 
Estabelecerá a forma e a periodicidade para a realização da 
inspeção veicular que irá avaliar quanto: 
1. Condições de segurança; 
2. Emissão de gases poluentes; e 
3. Emissão de ruídos. 
REGRAS GERAIS 
O VEÍCULO SÓ PODERÁ TRANSITAR 
PELA VIA QUANDO ATENDIDOS OS 
REQUISITOS E CONDIÇÕES DE 
SEGURANÇA. 
Onde não houver linha regular de 
ônibus, a autoridade com 
circunscrição sobre a via poderá 
autorizar, A TÍTULO PRECÁRIO, o 
transporte de passageiros em 
veículo de carga ou misto, desde 
que obedecidas as condições de 
segurança estabelecidas no CTB e 
pela RESOLUÇÃO CONTRAN 
508/2014. 
A RESOLUÇÃO 14/1998 disciplina o 
uso dos equipamentos obrigatórios 
dos veículos e determinará suas 
especificações. 
O transporte de CARGA em veículos 
destinados ao transporte de 
passageiros só pode ser 
realizado de acordo 
com a RESOLUÇÃO 
CONTRAN 26/1998. 
 
EQUIPAMENTOS 
OBRIGATÓRIOS 
É VEDADO: 
→ O uso de cortinas, persianas fechadas ou 
similares nos VEÍCULOS EM MOVIMENTO, 
salvo nos que possuam espelhos retrovisores 
em ambos os lados; e 
→ Aposição de inscrições, películas refletivas 
ou não, painéis decorativos ou pinturas, 
quando comprometer a segurança. 
→ 
CONTRAN 
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IDENTIFICAÇÃO 
DOS VEÍCULOS 
IDENTIFICAÇÃO 
INTERNA 
→ Será realizada pelo FABRICANTE ou 
MONTADOR; 
→ Identifica o veículo, seu 
fabricante, suas características e 
o ano de fabricação (que não 
poderá ser alterado); 
→ Deve ser obrigatoriamente por 
caracteres gravados no chassi ou 
no monobloco, reproduzidos em 
outras partes, conforme dispuser o 
CONTRAN; 
→ REGRAVAÇÕES dependerão de 
prévia autorização da 
autoridade executiva de trânsito. 
IDENTIFICAÇÃO EXTERNA 
→ Será realizada por meio de PLACAS DIANTEIRA e TRASEIRA; 
→ A placa traseira será LACRADA NA ESTRUTURA DO VEÍCULO; 
→ Especificações e modelos das placas serão estabelecidos pelo CONTRAN; 
→ Os caracteres das placas serão individualizados para cada veículo e o 
acompanharão até a baixa do registro, sendo vedado seu reaproveitamento; 
→ Os veículos de 2 ou 3 rodas são DISPENSADOS da placa dianteira; 
→ Os veículos de uso bélico não se sujeitam às disposições de identificação externa. 
Novas Placas de Identificação 
Veicular (PIV) ou placas padrão 
Mercosulestabelecidas pela 
RESOLUÇÃO Nº 780/2019. 
PLACA DE IDENTIFICAÇÃO COM TARA, 
LOTAÇÃO, PBT E PBTC OU CMT 
Os veículos de transporte de CARGA e veículos de transporte 
coletivo de PASSAGEIROS deverão conter, em local facilmente 
visível, a inscrição indicativa de: 
→ Tara; 
→ Peso Bruto Total (PBT); 
→ Peso Bruto Total Combinado (PBTC) ou Capacidade 
máxima de tração (CMT); e 
→ Lotação. 
 
As placas que possuírem 
tecnologia que permita a 
identificação do veículo ao qual 
estão atreladas são dispensadas 
da utilização do lacre!! 
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As placas com as cores verde e amarela da 
Bandeira Nacional serão usadas somente pelos 
VEÍCULOS DE REPRESENTAÇÃO PESSOAL para: 
→ Presidente e Vice-Presidente da República; 
→ Presidentes do Senado Federal e da Câmara 
dos Deputados, 
→ Presidente e Ministros do STF; 
→ Ministros de Estado; 
→ Advogado-Geral da União; e 
→ Procurador-Geral da República. 
IDENTIFICAÇÃO 
DOS VEÍCULOS 
Os VEÍCULOS DE REPRESENTAÇÃO terão seus modelos 
estabelecidos pelo CONTRAN em sua RESOLUÇÃO Nº 32/1998 
para: 
→ Presidentes dos Tribunais Federais; 
→ Governadores; 
→ Prefeitos; 
→ Secretários Estaduais e Municipais; 
→ Presidentes das Assembleias Legislativas e das Câmaras 
Municipais; 
→ Presidentes dos Tribunais Estaduais e do DF; 
→ Chefes do Ministério Público; e 
→ Oficiais Generais das Forças Armadas. 
Os veículos de propriedade da União, dos Estados e do Distrito 
Federal, devidamente registrados e licenciados, somente 
quando estritamente usados em serviço reservado de caráter 
policial, poderão usar PLACAS PARTICULARES, obedecidos os 
critérios e limites estabelecidos pela legislação que 
regulamenta o uso de veículo oficial. 
Essas placas terão fundo preto 
e caracteres cinza metálico. 
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REGISTRO DE 
VEÍCULOS 
REGISTRO 
→ OBRIGATÓRIO para todo veículo 
automotor, elétrico, articulado, 
reboque ou semirreboque; 
(Não se aplica ao veículo de uso bélico) 
→ Será realizado perante o 
DETRAN no município de 
domicílio ou residência de seu 
proprietário; 
→ O registro e o licenciamento dos 
veículos de propulsão humana e 
dos veículos de tração animal 
obedecerão à regulamentação 
estabelecida em legislação 
municipal do domicílio ou 
residência de seus proprietários. 
 
 
O Certificado de Registro do Veículo (CRV) será expedido após o registro 
do veículo após mediante a apresentação ao DETRAN dos seguintes 
documentos: 
→ Nota fiscal fornecida pelo fabricante ou revendedor; 
→ Documento fornecido pelo Ministério das Relações Exteriores, QUANDO se 
tratar de veículo importado por membro de missões diplomáticas, de 
repartições consulares de carreira, de representações de organismos 
internacionais e de seus integrantes. 
 
 
Será OBRIGATÓRIA a expedição de NOVO CRV quando: 
→ For transferida a propriedade (em até 30 dias); 
→ O proprietário mudar o Município de domicílio ou residência (em até 30 dias); 
→ For alterada qualquer característica do veículo (imediatamente); 
→ Houver mudança de categoria (imediatamente). 
 
NÃO é de PORTE OBRIGATÓRIO. 
Poderá ser expedido em meio 
físico e/ou digital, à escolha do 
proprietário. 
CRV 
NOVO CRV R E G I S T R O 
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REGISTRO DE 
VEÍCULOS 
→ O PROPRIETÁRIO de veículo 
irrecuperável, ou destinado à 
desmontagem, DEVERÁ requerer a 
baixa do registro, no prazo e 
forma estabelecidos pelo Contran. 
→ A obrigação de requerer a baixa 
é da companhia seguradora ou 
do adquirente do veículo 
destinado à desmontagem, 
quando estes sucederem ao 
proprietário. 
→ É VEDADA A REMONTAGEM DO 
VEÍCULO sobre o mesmo chassi de 
forma a manter o registro anterior. 
→ O órgão executivo de trânsito 
competente só efetuará a baixa 
do registro após prévia consulta 
ao cadastro do RENAVAM. 
→ Efetuada a baixa do registro, 
deverá ser esta comunicada, de 
imediato ao RENAVAM. 
NOVO CRV 
→ CRV anterior; 
→ CLA; 
→ Comprovante de transferência de 
propriedade, quando for o caso; 
→ Certificado de Segurança Veicular 
e de emissão de poluentes e ruído, 
quando houver adaptação ou 
alteração de características do 
veículo; 
→ Comprovante de procedência e 
justificativa da propriedade; 
→ Autorização do Ministério das 
Relações Exteriores, no caso de 
veículo da categoria de missões 
diplomáticas; 
→ Certidão negativa de roubo ou 
furto de veículo, expedida no 
Município do registro; 
→ Comprovante de quitação de 
débitos; 
→ Comprovante de aprovação de 
inspeção veicular e de poluentes e 
ruído. 
 
DÉBITOS 
Enquanto houver débitos fiscais e 
de multas de trânsito e ambientais, 
vinculadas ao veículo, 
independentemente da 
responsabilidade pelas infrações 
cometidas, NÃO será expedido 
NOVO CERTIFICADO. 
 
de Registro de Veículo 
TRATORES 
O registro dos tratores e demais aparelhos 
automotores destinados a puxar ou a arrastar 
maquinaria agrícola ou a executar trabalhos 
agrícolas será efetuado, sem ônus, pelo 
Ministério da Agricultura, Pecuária e 
Abastecimento, diretamente ou mediante 
convênio. 
VEÍCULO 
IRRECUPERÁVEL 
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LICENCIAMENTO 
DE VEÍCULOS 
LICENCIAMENTO 
→ Será OBRIGATÓRIO para todo veículo 
automotor, elétrico, articulado, reboque 
ou semirreboque, para transitar na via 
(exceto veículo bélico); 
→ Deverá ser realizado ANUALMENTE pelo 
DETRAN, onde estiver registrado o 
veículo; 
→ Será expedido ao veículo licenciado o 
Certificado de Licenciamento Anual 
vinculado ao Certificado de Registro; 
→ O CLA será em meio físico e/ou digital; 
→ O PRIMEIRO licenciamento será feito 
simultaneamente ao registro; 
→ Requer a comprovação da aprovação 
do veículo nas inspeções de segurança 
veicular e de controle de emissões de 
gases poluentes e de ruído; 
→ As informações referentes às campanhas 
de chamamento de consumidores para 
substituição ou reparo de veículos não 
atendidas no prazo de 1 ano, 
deverão constar no CLA e após isso o 
veículo somente será licenciado 
mediante comprovação do atendimento 
às campanhas de chamamento. 
 
 
VEÍCULOS NOVOS 
Os VEÍCULOS NOVOS ANTES do REGISTRO e do LICENCIAMENTO, terão 
sua circulação regulada pelo CONTRAN na RESOLUÇÃO Nº 04/1998. 
Será permitida a circulação de veículos novos antes do registro e 
licenciamento apenas durante o trajeto entre a fábrica e o Município de 
destino mediante a AUTORIZAÇÃO ESPECIAL. 
Tal regra se aplica igualmente aos veículos importados, durante o trajeto 
entre a alfândega ou entreposto alfandegário e o Município de destino. 
 
 
 
No caso de fabricação 
artesanal, modificação ou, 
ainda, quando ocorrer 
substituição de equipamento 
de segurança, será exigido, 
para licenciamento e 
registro, CERTIFICADO DE 
SEGURANÇA. 
O Contran especificará as bicicletas 
motorizadas e equiparados não 
sujeitos ao registro, ao licenciamento 
e ao emplacamento para circulação 
nas vias. NOVIDADE DA LEI Nº 14.071. 
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A licença será obtida mediante o 
Certificado de Licenciamento Anual 
que será de PORTE 
OBRIGATÓRIO, exceto se no 
momento da fiscalização, for 
possível ter acesso ao devido 
sistema informatizado para verificar 
se o veículo está licenciado. 
Os veículosde ALUGUEL, destinados ao transporte individual ou 
coletivo de passageiros de linhas regulares ou empregados em 
qualquer serviço remunerado, para REGISTRO, LICENCIAMENTO e 
respectivo EMPLACAMENTO de característica comercial, deverão 
estar devidamente autorizados pelo poder público concedente. 
LICENCIAMENTO 
DE VEÍCULOS 
PORTE 
TRANSFERÊNCIA 
No caso de transferência de propriedade, o prazo para o NOVO 
PROPRIETÁRIO adotar as providências necessárias à efetivação da expedição 
do novo CRV é de 30 dias. 
Expirado esse prazo sem que o antigo proprietário tenha tomado as 
providências necessárias, o antigo proprietário deverá encaminhar ao órgão 
executivo de trânsito do Estado ou do DF, no prazo de 60 dias, cópia 
autenticada do comprovante de transferência de propriedade, devidamente 
assinado e datado, sob pena de ter que se responsabilizar solidariamente pelas 
penalidades impostas e suas reincidências até a data da comunicação. 
Os aparelhos automotores destinados a PUXAR 
OU A ARRASTAR MAQUINARIA de qualquer 
natureza ou a executar trabalhos de construção 
ou de pavimentação são sujeitos ao registro na 
repartição competente, se transitarem em via 
pública, DISPENSADOS O LICENCIAMENTO e o 
emplacamento. 
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ESCOLARES E 
MOTO-FRETE 
ESCOLAR 
Os veículos especialmente destinados 
à CONDUÇÃO COLETIVA DE 
ESCOLARES SOMENTE poderão 
circular nas vias com AUTORIZAÇÃO 
emitida pelo órgão ou entidade 
executivos de trânsito dos Estados e 
do Distrito Federal. 
Exigências para emissão da 
autorização: 
→ Registro como veículo de 
passageiros; 
→ Inspeção semestral; 
→ Pintura de faixa horizontal na cor 
amarela, com 40cm de largura, à 
meia altura, em toda a extensão 
das partes laterais e traseira da 
carroçaria, com o dístico 
ESCOLAR, em preto, sendo que, 
em caso de veículo de carroçaria 
pintada na cor amarela, as cores 
aqui indicadas devem ser 
invertidas; 
→ Tacógrafo; 
→ Cinto de segurança; e 
→ Outros (RESOLUÇÕES CONTRAN). 
REQUISITOS PARA OS CONDUTORES: 
→ Idade superior a 21 anos; 
→ CNH categoria D; 
→ Não ter cometido mais de uma infração 
GRAVÍSSIMA nos últimos 12 meses; e 
→ Aprovação em curso especializado. 
MOTO-FRETE 
Poderá ser realizado por 
MOTOCICLETAS e MOTONETAS 
mediante AUTORIZAÇÃO pelos 
DETRAN’s. 
Exigências para emissão da 
autorização: 
→ Registro na categoria aluguel; 
→ Instalação de protetor de 
motor mata-cachorro, fixado 
no chassi do veículo; 
→ Instalação de aparador de 
linha antena corta-pipas; e 
→ Inspeção semestral. 
REGRA GERAL: É PROIBIDO o transporte de 
combustíveis, produtos inflamáveis ou tóxicos 
e de galões nos veículos de moto-frete. 
EXCEÇÃO: Gás de cozinha e de galões 
contendo água mineral, DESDE QUE com o 
auxílio de SIDE-CAR. 
ATENÇÃO! 
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→ Ser penalmente imputável; 
→ Saber ler e escrever; 
→ Possuir Carteira de Identidade ou equivalente; 
→ Possuir CPF. 
HABILITAÇÃO 
REQUISITOS 
CATEGORIAS 
Categoria E - condutor de combinação de veículos em que a unidade tratora se enquadre 
nas categorias B, C ou D e cuja unidade acoplada, reboque, semirreboque, trailer ou 
articulada tenha 6.000 kg ou mais de PBT, ou cuja lotação EXCEDA a 8 lugares. 
Categoria A - condutor de veículo motorizado de 2 ou 3 rodas, com ou sem carro lateral; 
 
Categoria B - condutor de veículo motorizado, não abrangido pela categoria A, cujo PBT não exceda 
a 3.500Kg e cuja lotação NÃO exceda a 8 lugares, excluído o do motorista; 
 
Categoria C - condutor de veículo motorizado utilizado em transporte de carga, cujo PBT exceda 
3.500Kg; 
Categoria D - condutor de veículo motorizado utilizado no transporte de passageiros, cuja 
lotação EXCEDA 8 lugares, excluído o do motorista; 
 
A autorização para conduzir veículos de 
propulsão humana e de tração animal ficará 
a cargo dos MUNICÍPIOS. 
O processo de habilitação, as normas relativas à 
aprendizagem para conduzir veículos automotores e 
elétricos e à autorização para conduzir ciclomotores 
serão regulamentados pelo CONTRAN. 
As categorias de habilitação são 
PROGRESSIVAS de B a E, podendo o 
condutor de categoria superior dirigir 
um veículo de categoria inferior. Camila de Jesus Morais
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HABILITAÇÃO 
PRAZOS DE MUDANÇA 
A 
B 
C 
D 
E 
MÍN. 1 ANO DE CATEGORIA B + NENHUMA 
INFRAÇÃO GRAVE OU GRAVÍSSIMA, OU SER 
REINCIDENTE EM MÉDIA NOS ÚLTIMOS 12 MESES. 
NÃO HÁ REQUISITO DE TEMPO, não será 
mudança de categoria, mas sim, adição. 
MÍN. 2 ANOS DE CATEGORIA B + NÃO 
TER COMETIDO MAIS DE UMA 
INFRAÇÃO GRAVÍSSIMA NOS ÚLTIMOS 
12 MESES. 
MÍN. 1 ANO DE CATEGORIA C + NÃO 
TER COMETIDO MAIS DE UMA 
INFRAÇÃO GRAVÍSSIMA NOS ÚLTIMOS 
12 MESES. 
 
MÍN 1 ANO DE CATEGORIA C + NÃO TER 
COMETIDO MAIS DE UMA INFRAÇÃO 
GRAVÍSSIMA NOS ÚLTIMOS 12 MESES. 
NÃO HÁ REQUISITO DE TEMPO. 
Para habilitar-se nas categorias D ou E, ou para 
conduzir veículo de transporte coletivo de 
passageiros, de escolares, de emergência ou de 
produto perigoso, o candidato deverá, em 
qualquer caso, ser maior de 21 anos e ser 
aprovado em curso especializado e em 
treinamento de prática veicular. 
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HABILITAÇÃO 
REQUISITOS PARA 
CONDUÇÃO DE AMBULÂNCIA 
→ Ser maior de 21 anos; 
→ Estar habilitado na categoria correspondente; 
→ Não ter cometido mais de uma infração gravíssima nos últimos 
12 meses; 
→ Ser aprovado em curso especializado e em curso de treinamento 
de prática veicular em situação de risco; 
→ Comprovar treinamento especializado e reciclagem em cursos 
específicos a cada 5 anos. 
 
EXAMES EXIGIDOS PARA HABILITAÇÃO (NESSA ORDEM) 
1. Aptidão física e mental; 
2. Exame escrito, sobre legislação de trânsito; 
3. Noções de primeiros socorros, conforme regulamentação do CONTRAN; 
4. Direção veicular, realizado na via pública, em veículo da categoria para a qual estiver habilitando-se. 
 
A formação de condutores deverá incluir, 
OBRIGATORIAMENTE, curso de direção defensiva e de 
conceitos básicos de proteção ao meio ambiente 
relacionados com o trânsito. 
Ao candidato aprovado será conferida Permissão para 
Dirigir (PPD), com validade de um ano. 
A CNH será conferida ao condutor no término de 
1 ano, desde que não tenha cometido nenhuma 
infração de natureza grave ou gravíssima ou 
seja reincidente em infração média. 
Não obtenção = deve reiniciar todo o 
processo de habilitação. 
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EXAME DE APTIDÃO FÍSICA E MENTAL 
→ Deve ser realizado no local de residência ou domicílio do examinado; 
→ Será preliminar e renovável com a seguinte periodicidade: 
1. A cada 10 anos - condutores com idade < 50 anos; 
2. A cada 5 anos - condutores com idade ≥ 50 anos e < a 70 anos; 
3. A cada 3 anos – condutores ≥ 70 anos. 
→ O exame incluirá avaliação psicológica preliminar e complementar sempre que 
a ele se submeter o condutor que exerce atividade remunerada ao veículo. 
→ Os prazos citados poderão ser diminuídos sempre que houver indícios de 
deficiência física ou mental, ou de progressividade de doença que possa 
diminuir a capacidade para conduzir o veículo. 
O condutor que exerce ATIVIDADE 
REMUNERADA ao veículo terá essa 
informação incluída na sua CNH. 
Os exames de habilitação, exceto os de 
direção veicular,poderão ser 
aplicados por entidades públicas ou 
privadas credenciadas. 
A CNH, expedida em meio físico e/ou 
digital, à escolha do condutor, em 
modelo único, conterá fotografia, 
identificação e nº do CPF do condutor. 
 
→ Deverão comprovar RESULTADO NEGATIVO EM EXAME TOXICOLÓGICO para a obtenção e a renovação da CNH; 
→ O exame de que trata este artigo buscará aferir o consumo de substâncias psicoativas que, comprovadamente, 
comprometam a capacidade de direção e deverá ter janela de detecção mínima de 90 dias; 
→ Além disso, caso tenha menos de 70 anos, o condutor deverá ser submetido a novo exame a cada 2 anos e 6 
meses; 
→ É garantido o direito de contraprova e de recurso administrativo, SEM EFEITO SUSPENSIVO, no caso de resultado 
positivo; 
→ O resultado positivo no exame acarretará a SUSPENSÃO do direito de dirigir pelo período de 3 meses. 
 
CONDUTORES DA CATEGORIA C, D e E 
Órgãos executivos dos 
Estados/DF enviarão por meio 
eletrônico aviso de 
VENCIMENTO da CNH com 30 
dias de antecedência. HABILITAÇÃO 
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INFRAÇÕES 
O QUE É 
Constitui infração de trânsito a 
inobservância de qualquer 
preceito do CTB ou da legislação 
complementar, e o infrator sujeita-
se às PENALIDADES e às MEDIDAS 
ADMINISTRATIVAS. 
 
CLASSIFICAÇÃO 
LEVE – 3 PONTOS – R$88,38 
MÉDIA – 4 PONTOS – R$130,16 
GRAVE – 5 PONTOS – R$195,23 
GRAVÍSSIMA – 7 PONTOS – R$293,47 
Fatores multiplicadores: x2, x3, x5, x10, x20, x60 
São casos de MULTA AGRAVADA. 
Só ocorre nas infrações gravíssimas. 
 
1. Advertência por escrito; 
2. Multa; 
3. Suspensão do Direito de Dirigir; 
4. Cassação da CNH; 
5. Cassação da PPD; 
6. Frequência obrigatória em curso 
de reciclagem. 
PENALIDADES 
Serão APLICADAS CUMULATIVAMENTE 
quando o infrator cometer duas ou mais 
infrações. 
MEDIDAS ADMINISTRATIVAS 
1. Retenção do veículo; 
2. Remoção do veículo; 
3. Recolhimento da CNH e da PPD; 
4. Recolhimento do Certificado de 
Registro; 
5. Recolhimento do Certificado de 
Licenciamento Anual; 
6. Realização de teste de dosagem de 
alcoolemia ou substância entorpecente; 
7. Recolhimento de animais soltos nas 
vias; 
8. Realização de exames de aptidão 
física, mental, de legislação, de prática 
de primeiros socorros e de direção 
veicular; 
9. Transbordo de excesso de carga. 
Começou com R ou T, é 
medida administrativa! 
ATENÇÃO! O Contran não 
pode criar infrações por meio 
de suas resoluções!!! 
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PENALIDADES 
APLICAÇÃO 
A aplicação da penalidade NÃO 
EXCLUI as punições originárias de 
ilícitos penais decorrentes de crimes 
de trânsito; 
SERÃO COMUNICADAS aos órgãos 
ou entidades executivos de trânsito 
responsáveis pelo licenciamento do 
veículo e habilitação do condutor. 
 
A QUEM SERÃO APLICÁVEIS? 
Serão impostas ao CONDUTOR, ao PROPRIETÁRIO do veículo, ao 
EMBARCADOR e ao TRANSPORTADOR, salvo os casos de 
descumprimento de obrigações e deveres impostos a pessoas físicas 
ou jurídicas expressamente mencionados no CTB. 
O proprietário PODERÁ indicar ao órgão executivo de trânsito o 
PRINCIPAL CONDUTOR do veículo, o qual, após aceitar a indicação, 
terá seu nome inscrito em campo próprio do cadastro do veículo no 
Renavam. 
Quando não for imediata a identificação do infrator, o principal 
condutor ou o proprietário do veículo terá o prazo de 30 dias, 
contado da notificação, para apresentá-lo, na forma em que dispuser 
o Contran, e, transcorrido o prazo, se não o fizer, será considerado 
responsável pela infração o principal condutor ou, em sua ausência, o 
proprietário do veículo. 
O PRINCIPAL CONDUTOR 
Será EXCLUÍDO do Renavam sempre que: 
• Houver TRANSFERÊNCIA DE 
PROPRIEDADE de veículo; 
• Mediante REQUERIMENTO próprio ou 
do proprietário do veículo; ou 
• A partir da INDICAÇÃO DE OUTRO 
principal condutor. 
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Nos casos de transporte de carga com EXCESSO DE PESO: 
• O EMBARCADOR será responsável quando for simultaneamente: o único remetente da 
carga + o peso declarado na nota fiscal, fatura ou manifesto for inferior àquele aferido, 
nos eixos ou no PBT. 
• O TRANSPORTADOR será o responsável quando a carga exceder o peso nos eixos 
ou, quando proveniente de mais de um embarcador, ultrapassar o PBT. 
• O TRANSPORTADOR e o EMBARCADOR são SOLIDARIAMENTE responsáveis, se o 
peso declarado na nota fiscal, fatura ou manifesto for superior ao limite legal do PBT. 
 
PENALIDADES 
PROPRIETÁRIOS 
E CONDUTORES 
As penalidades serão impostas 
concomitantemente aos proprietários 
e condutores de veículos, toda vez 
que houver responsabilidade solidária 
em infração dos preceitos que 
lhes couber observar, respondendo 
cada um de per si pela falta em comum 
que lhes for atribuída. 
CONDUTOR 
Ao condutor caberá a 
responsabilidade pelas infrações 
decorrentes de ATOS PRATICADOS 
NA DIREÇÃO do veículo, EXCETO, 
aqueles ¹praticados por passageiros 
usuários do serviço de transporte 
rodoviário de passageiros em 
viagens de longa distância 
transitando em rodovias com a 
utilização de ônibus, ²aqueles 
puníveis de forma específica com 
suspensão e ³aqueles previstos nos 
art. 221, nos incisos VII e XXI do art. 
230 e nos arts. 232, 233, 233-A, 240 
e 241do CTB. 
PROPRIETÁRIO 
Ao PROPRIETÁRIO caberá sempre a 
responsabilidade pela infração referente à 
prévia REGULARIZAÇÃO e 
PREENCHIMENTO DAS FORMALIDADES e 
condições exigidas para o trânsito do 
veículo na via terrestre, conservação e 
inalterabilidade de suas características, 
componentes, agregados, habilitação 
legal e compatível de seus condutores, 
quando esta for exigida, e outras 
disposições que deva observar. 
EMBARCADOR/TRANSPORTADOR 
³ Conduzir veículo: com placa em 
desacordo, com placa ilegível ou sem 
visibilidade, sem documentos de porte 
obrigatório, sem efetuar o novo registro 
no prazo de 30 dias, sem dar baixa em 
registro de veículo irrecuperável, sem 
atualizar cadastro de registro do 
veículo ou do condutor ou com veículo 
carga sem placa de TARA. 
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PENALIDADE DE 
SUSPENSÃO 
 Sempre que o infrator atingir, no período de 12 meses: 
a) 20 pontos, caso constem 2 ou + infrações gravíssimas; 
b) 30 pontos, caso conste 1 infração gravíssima; ou 
c) 40 pontos, caso não conste nenhuma infração gravíssima. 
Nesses casos a suspensão será aplicada com prazos: 
6 meses a 1 ano e, se reincidente dentro de 12 meses, 
8 meses a 2 anos. 
 
A imposição da penalidade de 
suspensão ELIMINA a quantidade de 
pontos computados para fins de 
nova contagem. 
A CNH será DEVOLVIDA a seu titular 
IMEDIATAMENTE após cumprida a 
penalidade e o curso de reciclagem. 
1º CASO: 
Por TRANSGRESSÃO às normas 
estabelecidas CUJAS INFRAÇÕES 
PREVEEM, DE FORMA ESPECÍFICA, a 
penalidade de suspensão. 
Nesse caso a suspensão será aplicada com 
prazos de: 2 a 8 meses, se o prazo não 
estiver descrito no dispositivo infracional, e, 
se reincidente em 12 meses, 8 a 18 meses. 
2º CASO: 
NO CASO DO CONDUTOR QUE EXERCE ATIVIDADE REMUNERADA a penalidade de 
SUSPENSÃO do direito de dirigir de que o 1º CASO, será imposta quando o infrator atingir 
o limite de 40 pontos, independentemente da natureza das infrações cometidas, 
FACULTADO a ele participar de curso PREVENTIVO de reciclagem sempre que, no 
período de 12 meses, atingir 30 pontos, conforme regulamentação do Contran. Ao finalizaro curso, terá eliminados os pontos, mas ficará impedido de fazer nova opção no período de 
12 meses. 
ATENÇÃO PARA A EXCEÇÃO! 
CUIDADO! Essa é a suspensão 
ADMINISTRATIVA aplicada às 
infrações de trânsito. 
É diferente da suspensão 
penal que é aplicada aos 
crimes de trânsito! 
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CASSAÇÃO 
CURSO DE RECICLAGEM 
 MULTA 
ADVERTÊNCIA 
POR ESCRITO 
Serão IMPOSTAS e ARRECADADAS pelo órgão ou entidade de 
trânsito com circunscrição sobre a via onde haja ocorrido a 
infração; 
Quando a infração for cometida com veículo licenciado no 
exterior, a multa deverá ser paga antes de sua saída do País. 
 
OUTRAS 
PENALIDADES 
A cassação da CNH e da PPD ocorrerá: 
→ Quando, suspenso o direito de dirigir, 
o infrator conduzir qualquer veículo; 
→ No caso de reincidência, no prazo 
de 12 meses, das infrações previstas 
no inciso III do art. 162 e nos arts. 
163, 164, 165, 173, 174 e 175; ou 
 
 
 
 
→ Quando condenado judicialmente 
por delito de trânsito, observado o 
disposto no art. 160. 
Decorrido 2 anos da cassação o infrator 
PODERÁ requerer sua habilitação submetendo-
se a TODOS os exames necessários à 
habilitação. 
 
DEVERÁ ser imposta à infração de 
natureza LEVE ou MÉDIA, passível de ser 
punida com multa caso o infrator não 
tenha cometido nenhuma outra infração 
nos últimos 12 meses. 
Será aplicado quando o condutor: 
→ Quando SUSPENSO o direito de dirigir; 
→ Quando se envolver em ACIDENTE GRAVE para o qual 
haja contribuído, independentemente de processo 
judicial; 
→ A qualquer tempo se constatado que o 
condutor está colocando em RISCO A SEGURANÇA do 
trânsito. 
A suspensão e a cassação 
serão aplicadas por decisão 
fundamentada da 
autoridade de trânsito 
competente, em PROCESSO 
ADMINISTRATIVO, 
assegurado a ampla defesa. 
Dirigir, permitir ou entregar a condução a pessoa 
sem CNH, com CNH cassada ou suspensa, de 
categoria diferente ou vencida a mais de 30 dias; 
dirigir sem lentes corretoras ou sob influência de 
álcool, disputar corrida, promover competição ou 
demonstrar/exibir manobra perigosa. Camila de Jesus Morais
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RNPC 
Registro Nacional Positivo de condutores 
O QUE É? 
O RNPC é o Registro Nacional Positivo de 
Condutores em que serão cadastrados os 
condutores que não tenham cometido infração de 
trânsito sujeita a pontuação nos últimos 12 meses. 
O cadastro positivo vai possibilitar que estados e 
municípios concedam BENEFÍCIOS fiscais e tarifários 
aos condutores cadastrados. 
COMO FUNCIONA? 
→ O RNPC será administrado pelo órgão máximo executivo 
de trânsito da União. 
→ Deverá ser ATUALIZADO MENSALMENTE. 
→ A consulta ao RNPC é garantida a todos os cidadãos. 
→ A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios 
PODERÃO utilizar o RNPC para conceder benefícios fiscais 
ou tarifários aos condutores cadastrados. 
ATENÇÃO!! NOVIDADE 
INCLUÍDA PELA LEI Nº 
14.071 DE 2020. 
PROCEDIMENTOS 
→ A ABERTURA de cadastro requer AUTORIZAÇÃO PRÉVIA E EXPRESSA do potencial cadastrado. 
→ Feito o cadastro, a anotação de informação no RNPC independe de autorização e de comunicação ao 
cadastrado. 
→ A EXCLUSÃO do RNPC dar-se-á: 
I - por SOLICITAÇÃO do cadastrado; 
II - quando for atribuída ao cadastrado PONTUAÇÃO por infração; 
III - quando o cadastrado tiver o direito de dirigir SUSPENSO; 
IV - quando a CNH do cadastrado estiver cassada ou com validade VENCIDA há mais de 
30 dias; ou 
V - quando o cadastrado estiver cumprindo PENA PRIVATIVA DE LIBERDADE. 
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MEDIDAS ADM. 
RETENÇÃO DO VEÍCULO 
RECOLHIMENTO DO CLA 
 
ASPECTOS GERAIS 
A ordem, o consentimento, a 
fiscalização, as medidas 
administrativas e coercitivas terão por 
OBJETIVO PRIORITÁRIO a proteção à 
vida e à incolumidade física da 
pessoa. 
As medidas administrativas não elidem 
a aplicação das penalidades 
impostas por infrações estabelecidas 
no CTB, possuindo caráter 
COMPLEMENTAR a estas. 
No caso de documentos em meio 
digital, as medidas adm. de 
RECOLHIMENTO da CNH, PPD, CRV ou 
CLA, artigo serão realizadas por meio 
de registro no Renach ou Renavam, 
conforme o caso, na forma 
estabelecida pelo Contran. 
→ Ocorrerá quando a irregularidade puder ser sanada no local da infração; 
→ O veículo será liberado tão logo seja regularizada a situação; 
→ Se não for possível sanar a falha no local da infração, o veículo, desde que 
ofereça condições de segurança para circulação, deverá ser liberado e 
entregue a condutor regularmente habilitado, mediante recolhimento do CLA, 
contra apresentação de recibo, assinalando-se ao condutor prazo razoável, 
não superior a 30 dias, para regularização; 
→ O CLA será devolvido tão logo o veículo seja apresentado regularizado; 
→ Não se apresentando condutor habilitado no local da infração ou não sendo 
seguro a continuação da viagem, o veículo será removido a depósito. 
RECOLHIMENTO DA CNH E PPD 
Dar-se-á MEDIANTE RECIBO, além dos casos previstos no CTB, quando houver 
suspeita de sua inautenticidade ou adulteração. 
RECOLHIMENTO 
DO CRV 
Ocorrerá quando: 
Houver suspeita de inautenticidade ou 
adulteração; 
Se, alienado o veículo, não for transferida 
sua propriedade no prazo de 30 dias. 
Ocorrerá quando: 
Houver suspeita de inautenticidade ou adulteração; 
Se o prazo de licenciamento estiver vencido; 
No caso de retenção do veículo, se a irregularidade 
não puder ser sanada no local. 
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MEDIDAS ADM. 
REMOÇÃO DO VEÍCULO TRANSBORDO 
→ A restituição do veículo removido SÓ OCORRERÁ mediante PRÉVIO 
PAGAMENTO de multas, taxas e despesas com remoção e estada, 
além e outros encargos previstos na legislação específica; 
→ A liberação do veículo removido é condicionada ao reparo de 
qualquer componente ou equipamento obrigatório que não esteja em 
perfeito estado de funcionamento; 
→ Os serviços de remoção, depósito e guarda de veículo poderão ser 
realizados por órgão público, diretamente, ou por particular 
contratado, sendo o proprietário do veículo o responsável pelo 
pagamento dos custos desses serviços; 
→ Caso o proprietário ou o condutor não esteja presente no momento 
da remoção do veículo, a autoridade de trânsito, no prazo de 10 
dias deverá expedir ao proprietário a notificação; 
→ A notificação devolvida por desatualização do endereço do 
proprietário do veículo ou por recusa desse de recebê-la será 
CONSIDERADA RECEBIDA para todos os efeitos; 
→ O pagamento das despesas de remoção e estada será 
correspondente ao período integral, contado em dias, em que 
efetivamente o veículo permanecer em depósito, limitado ao prazo de 
6 meses; 
→ No caso de o proprietário do veículo objeto de o recolhimento 
comprovar que o recolhimento foi indevido, é da responsabilidade 
do ente público a devolução das 
quantias pagas; 
→ O veículo removido a qualquer título e não reclamado 
dentro de 60 dias será avaliado e levado a LEILÃO. 
NÃO caberá remoção nos casos 
em que a irregularidade for 
sanada no local da infração. 
→ O transbordo da carga com peso 
excedente é CONDIÇÃO para que 
o veículo possa prosseguir viagem e 
será efetuado às expensas do 
proprietário do veículo, sem prejuízo 
da multa aplicável. 
→ Não sendo possível desde logo 
atender à ordem de transbordo, o 
veículo SERÁ RECOLHIDO ao 
depósito, sendo liberado após 
sanada a irregularidade e pagas as 
despesas de remoção e estada.Camila de Jesus Morais
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MEDIDAS ADM. 
TESTE DE ALCOOLEMIA 
RECOLHIMENTO 
DE ANIMAIS 
REALIZAÇÃO DE EXAMES 
→ Qualquer concentração de álcool por litro de sangue ou 
por litro de ar alveolar sujeita o condutor às penalidades 
previstas no art. 165. 
→ O Contran disciplina as margens de tolerância na sua 
RESOLUÇÃO Nº 432. 
→ A infração de EMBRIAGUEZ AO VOLANTE (art. 165), 
também poderá ser caracterizada mediante imagem, 
vídeo, constatação de sinais que indiquem, na do 
Contran, alteração da capacidade psicomotora ou 
produção de quaisquer outras provas em direito 
admitidas. 
O condutor de veículo automotor envolvido em acidente de 
trânsito ou que for alvo de fiscalização de trânsito poderá ser 
submetido a teste, exame clínico, perícia ou outro procedimento 
que, por meios técnicos ou científicos, na forma disciplinada pelo 
Contran, permita certificar influência de álcool ou outra substância 
psicoativa que determine dependência. 
Os animais que se encontrem SOLTOS NAS 
VIAS e na faixa de domínio das vias de 
circulação serão recolhidos, restituindo-os 
aos seus proprietários, após o pagamento 
de multas e encargos devidos. 
Os animais recolhidos a qualquer título e 
não reclamados por seu proprietário dentro 
do prazo de 60 dias, contado da data de 
recolhimento, será avaliado e levado a 
leilão. 
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Artigo 278-A: Incluído pela Lei 13.804/2019 
O condutor que se utilize de veículo para a prática do crime de: 
RECEPTAÇÃO DESCAMINHO CONTRABANDO 
E seja condenado por um desses crimes em decisão 
judicial transitada em julgado, terá: 
DOCUMENTO DE HABILITAÇÃO CASSADO. 
SERÁ PROIBIDO DE OBTER HABILITAÇÃO PARA DIRIGIR PELO 
PERÍODO DE 5 ANOS. 
No caso do condutor preso em FLAGRANTE na prática desses crimes poderá o juiz, em qualquer fase da 
investigação ou da ação penal, em caso de necessidade para a garantia da ordem pública, como medida 
cautelar, de ofício, ou a requerimento do Ministério Público ou ainda mediante representação da autoridade 
policial, decretar, em decisão motivada, a suspensão a proibição. 
O condutor condenado poderá requerer a REABILITAÇÃO, 
submetendo-se a TODOS os exames necessários à habilitação. 
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INFRAÇÕES LEVES - TODAS POSSUEM MULTA - 
Art. 169. Dirigir sem atenção ou sem os cuidados 
indispensáveis à segurança. 
Art. 179. Fazer ou deixar que se faça REPARO EM 
VEÍCULO NA VIA PÚBLICA, salvo nos casos de impedimento 
absoluto de sua remoção e em que o veículo esteja 
devidamente sinalizado: 
II - nas demais vias (que não sejam rodovias e vias de 
trânsito rápido). 
Art. 181. ESTACIONAR o veículo: 
II - afastado da guia da calçada de 50cm a 1 metro 
(+remoção). 
VII - nos acostamentos, salvo motivo de força maior 
(+remoção). 
Art. 182. PARAR o veículo: 
II - afastado da guia da calçada de 50cm a 1 metro. 
IV - em desacordo com as posições estabelecidas no 
CTB. 
VI - no passeio ou sobre faixa destinada a pedestres, nas 
ilhas, refúgios, canteiros centrais e divisores de pista de 
rolamento e marcas de canalização. 
 
Art. 184. Transitar com o veículo: 
I - na faixa ou pista da direita, regulamentada como de 
circulação exclusiva para determinado tipo de veículo, 
exceto para acesso a imóveis lindeiros ou conversões à 
direita. 
Art. 205. Ultrapassar veículo em movimento que integre 
cortejo, préstito, desfile e formações militares, salvo com 
autorização da autoridade de trânsito ou de seus agentes. 
Art. 224. Fazer uso do facho de luz alta dos faróis em vias 
providas de iluminação pública. 
Art. 227. Usar BUZINA: 
I - em situação que não a de simples toque breve como 
advertência ao pedestre ou a condutores 
de outros veículos; 
II - prolongada e sucessivamente a qualquer pretexto; 
III - entre as vinte e duas e as seis horas; 
IV - em locais e horários proibidos pela sinalização; 
V - em desacordo com os padrões e frequências 
estabelecidas pelo CONTRAN. 
 
 
 
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INFRAÇÕES LEVES - TODAS POSSUEM MULTA - 
Art. 232. Conduzir veículo sem os documentos de porte 
obrigatório referidos no CTB (+retenção). 
Art. 241. Deixar de atualizar o cadastro de registro do 
veículo ou de habilitação do condutor. 
Art. 254. É proibido ao PEDESTRE: 
I - permanecer ou andar nas pistas de rolamento, exceto 
para cruzá-las onde for permitido; 
II - cruzar pistas de rolamento nos viadutos, pontes, ou 
túneis, salvo onde exista permissão; 
III - atravessar a via dentro das áreas de cruzamento, 
salvo quando houver sinalização para esse fim; 
IV - utilizar-se da via em agrupamentos capazes de 
perturbar o trânsito, ou para a prática de qualquer 
folguedo, esporte, desfiles e similares, salvo em casos 
especiais e com a devida licença; 
V - andar fora da faixa própria, passarela, passagem 
aérea ou subterrânea; 
VI - desobedecer à sinalização de trânsito específica; 
OBS.: O valor da multa para o PEDESTRE será limitado em 
50% do valor da multa Leve → R$ 44,19 
 
 
 
 
 BIZU DAS INFRAÇÕES LEVES. 
→ Só tem a penalidade de retenção no caso do 
art. 232; 
→ Só tem 2 casos de remoção previstos no art. 
181. 
→ Todas as infrações envolvendo o uso de 
BUZINA são infrações LEVES! 
→ Todas as infrações de PEDESTRES são infrações 
LEVES! 
 
 
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INFRAÇÕES MÉDIAS - TODAS POSSUEM MULTA - 
Art. 171. Usar o veículo para arremessar, sobre os 
pedestres ou veículos, água ou detritos. 
Art. 172. Atirar do veículo ou abandonar na via objetos 
ou substâncias. 
Art. 178. Deixar o condutor, envolvido em acidente sem 
vítima, de adotar providências para remover o veículo do 
local, quando necessária tal medida para assegurar a 
segurança e a fluidez do trânsito. 
Art. 180. Ter seu veículo imobilizado na via por FALTA DE 
COMBUSTÍVEL (+remoção). 
Art. 181. Estacionar o veículo: 
I - nas esquinas e a menos de cinco metros do bordo do 
alinhamento da via transversal (+remoção). 
IV - em desacordo com as posições estabelecidas no CTB 
(+remoção). 
VI - junto ou sobre hidrantes de incêndio, registro de água 
ou tampas de poços de visita de galerias subterrâneas, 
desde que devidamente identificados, conforme 
especificação do CONTRAN (+remoção). 
IX - onde houver guia de calçada (meio-fio) rebaixada 
destinada à entrada ou saída de veículos (+remoção). 
 
 
X - impedindo a movimentação de outro veículo (+remoção). 
XIII - onde houver sinalização horizontal delimitadora de 
ponto de embarque ou desembarque de passageiros de 
transporte coletivo ou, na inexistência desta sinalização, no 
intervalo compreendido entre dez metros antes e depois do 
marco do ponto (+remoção). 
XV - na contramão de direção. 
XVIII - em locais e horários proibidos especificamente pela 
sinalização (placa - Proibido Estacionar) (+remoção). 
Art. 182. Parar o veículo: 
I - nas esquinas e a menos de cinco metros do bordo do 
alinhamento da via transversal. 
III - afastado da guia da calçada a mais de um metro. 
VII - na área de cruzamento de vias, prejudicando a 
circulação de veículos e pedestres. 
VIII - nos viadutos, pontes e túneis. 
IX - na contramão de direção. 
X - em local e horário proibidos especificamente pela 
sinalização (placa - Proibido Parar). 
 
 
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INFRAÇÕES MÉDIAS - TODAS POSSUEM MULTA - 
Art. 183. PARAR o veículo sobre a FAIXA DE PEDESTRES 
na mudança de sinal luminoso. 
Art. 185. Quando o veículo estiver em movimento, deixar 
de conservá-lo: 
I - na faixa a ele destinada pela sinalização de 
regulamentação, exceto em situações de emergência; 
II - nas faixas da direita, os veículos lentos e de maior 
porte. 
Art. 187. Transitar em locais e horários não permitidos 
pela regulamentação estabelecida pela autoridade 
competente. 
Art. 188. Transitar ao lado de outro veículo, 
interrompendo ou perturbando o trânsito. 
Art. 197. Deixar de deslocar, com antecedência, o 
veículo para a faixa mais à esquerda ou mais à direita, 
dentro da respectiva mão de direção, quando for 
manobrar para um desses lados. 
Art. 198. Deixar de dar passagem pela esquerda, 
quando solicitado. 
Art. 199. ULTRAPASSAR PELA DIREITA, salvo quando o 
veículo da frente estiver colocado na faixa apropriada 
 
e der sinal de que vai entrar à esquerda. 
Art. 201. Deixar de guardar a distância lateral de 1,5 
metros ao passar ou ultrapassar bicicleta. 
Art. 216. Entrar ou sair de áreas lindeiras sem estar 
adequadamente posicionado para ingresso na via e sem as 
precauções com a segurança de pedestres e de outros 
veículos. 
Art. 217. Entrar ou sair de fila de veículos estacionados sem 
dar preferência de passagem a pedestres e a outros 
veículos. 
Art. 218. Transitar em velocidade superior à máxima 
permitida para o local, medida por instrumento ou 
equipamento hábil, em rodovias, vias de trânsito rápido, vias 
arteriais e demais vias: 
I - quando a velocidade for superior à máxima em até 20%. 
Art. 219. Transitar com o veículo em velocidade inferior à 
metade da velocidade máxima estabelecida para a via, 
retardando ou obstruindo o trânsito, a menos que as 
condições de tráfego e meteorológicas não o permitam, 
salvo se estiver na faixa da direita. 
 
 
 
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INFRAÇÕES MÉDIAS - TODAS POSSUEM MULTA - 
Art. 221. Portar no veículo PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO EM 
DESACORDO com as especificações e modelos 
estabelecidos pelo CONTRAN (+retenção). 
PU.: Incide na mesma penalidade aquele que 
confecciona, distribui ou coloca, em veículo próprio ou 
de terceiros, placas de identificação não autorizadas 
pela regulamentação. 
Art. 222. Deixar de manter ligado, nas situações de 
atendimento de emergência, o sistema de iluminação 
vermelha intermitente dos veículos de polícia, de socorro 
de incêndio e salvamento, de fiscalização de trânsito e 
das ambulâncias, ainda que parados. 
Art. 226. Deixar de retirar todo e qualquer objeto que 
tenha sido utilizado para sinalização temporária da via. 
Art. 229. Usar indevidamente no veículo aparelho de 
alarme ou que produza sons e ruído que perturbem o 
sossego público, em desacordo com normas fixadas 
pelo CONTRAN (+remoção). 
Art. 230. Conduzir o veículo: 
XXI - de carga, com falta de inscrição da tara e 
demais inscrições previstas no CTB; 
 
 
XXII - com defeito no sistema de iluminação, de sinalização 
ou com lâmpadas queimadas; 
XXIII - em desacordo com as condições estabelecidas no 
art. 67-C, relativamente ao tempo de permanência do 
condutor ao volante e aos intervalos para descanso, 
quando se tratar de veículo de transporte de carga ou 
coletivo de passageiros (+retenção). 
**Art. 67-C. É vedado ao motorista profissional dirigir por mais de 
5h30 veículos de transporte rodoviário coletivo de passageiros 
ou de transporte rodoviário de cargas. 
Art. 231. Transitar com o veículo: 
V - com excesso de peso, admitido percentual de tolerância 
quando aferido por equipamento, na forma a ser 
estabelecida pelo CONTRAN. (+retenção). 
Multa + acréscimo a cada 200Kg de excesso. 
IX – desligado ou desengrenado, em declive (+retenção). 
X - excedendo a capacidade máxima de tração: 
Infração - de média a gravíssima, a depender da relação 
entre o excesso de peso apurado e a capacidade máxima 
de tração, a ser regulamentada pelo CONTRAN 
(+retenção). 
 
 
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INFRAÇÕES MÉDIAS - TODAS POSSUEM MULTA - 
Art. 233. Deixar de efetuar o registro de veículo no prazo 
de 30 dias, junto ao órgão executivo de trânsito, ocorridas 
as hipóteses previstas no art. 123 (+remoção). 
Art. 236. Rebocar outro veículo com cabo flexível ou corda, 
salvo em casos de emergência. 
Art. 244. Conduzir motocicleta, motoneta ou ciclomotor: 
X - com a utilização de capacete de segurança sem viseira 
ou óculos de proteção ou com viseira ou óculos de 
proteção em desacordo com a regulamentação do Contran 
(+retenção). 
XI - transportando passageiro com o capacete de 
segurança utilizado na forma prevista no inciso X do caput 
deste artigo (+retenção). 
§2º Aplica-se o artigo acima aos ciclomotores que: 
transitar em vias de trânsito rápido ou rodovias, salvo 
onde houver acostamento ou faixas. 
Art. 247. Deixar de conduzir pelo bordo da pista de 
rolamento, em fila única, os veículos de tração ou propulsão 
humana e os de tração animal, sempre que não houver 
acostamento ou faixa a eles destinados. 
 
 
 
Art. 249. Deixar de manter acesas, à noite, as luzes de 
posição, quando o veículo estiver parado, para fins de 
embarque ou desembarque de passageiros e carga ou 
descarga de mercadorias. 
Art. 250. Quando o veículo estiver em movimento: 
I - deixar de manter acesa a LUZ BAIXA: 
a) durante a noite; 
b) de dia, em túneis e sob chuva, neblina ou cerração; 
c) de dia, no caso de veículos de transporte coletivo de 
passageiros em circulação em faixas ou pistas a eles 
destinadas; 
d) de dia, no caso de motocicletas, motonetas e 
ciclomotores; 
e) de dia, em rodovias de pista simples situadas fora dos 
perímetros urbanos, no caso de veículos desprovidos de 
luzes de rodagem diurna; 
III - deixar de manter a placa traseira iluminada, à noite. 
Art. 251. Utilizar as luzes do veículo: 
I - o pisca-alerta, exceto em imobilizações ou situações de 
emergência; 
 
 
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INFRAÇÕES MÉDIAS - TODAS POSSUEM MULTA - 
II - baixa e alta de forma intermitente, exceto nas seguintes 
situações: 
a) a curtos intervalos, quando for conveniente advertir a 
outro condutor que se tem o propósito de ultrapassá-lo; 
b) em imobilizações ou situação de emergência, como 
advertência, utilizando pisca-alerta; 
c) quando a sinalização de regulamentação da via 
determinar o uso do pisca-alerta. 
Art. 252. Dirigir o veículo: 
I - com o braço do lado de fora; 
II - transportando pessoas, animais ou volume à sua 
esquerda ou entre os braços e pernas; 
III - com incapacidade física ou mental temporária que 
comprometa a segurança do trânsito; 
IV - usando calçado que não se firme nos pés ou que 
comprometa a utilização dos pedais; 
V - com apenas uma das mãos, exceto quando deva fazer 
sinais regulamentares de braço, mudar a marcha do veículo, 
ou acionar equipamentos e acessórios do veículo; 
 
 
 
VI - utilizando-se de fones nos ouvidos conectados a 
aparelhagem sonora ou de telefone celular; 
VII - realizando a cobrança de tarifa com o veículo em 
movimento. 
PU.:. A hipótese prevista no inciso V caracterizar-se-á 
como infração gravíssima no caso de o condutor estar 
segurando ou MANUSEANDO TELEFONE CELULAR. 
Art. 255. Conduzir bicicleta em passeios onde não seja 
permitida a circulação desta, ou de forma agressiva, em 
desacordocom o disposto no parágrafo único do art. 
59 (+remoção da bicicleta). 
 
 
 
 
 
 
 
 
 BIZU DAS INFRAÇÕES MÉDIAS. 
As infrações médias são infrações ANATÔMICAS, 
quando aparecer “dirigir veículo” ligado aos termos 
cabeça, mão, braço, pés, pernas, mente, ouvidos, 
GERALMENTE se trata de infração média, EXCEÇÃO 
IMPORTANTE, manusear o telefone celular com o 
veículo em movimento: GRAVÍSSIMA. 
 
 
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INFRAÇÕES GRAVES - TODAS POSSUEM MULTA - 
Art. 167. Deixar o condutor ou passageiro de usar o cinto 
de segurança, conforme previsto no art. 65 (+retenção). 
Art. 177. Deixar o condutor de prestar socorro à vítima de 
acidente de trânsito quando solicitado pela autoridade e 
seus agentes. 
Art. 179. Fazer ou deixar que se faça reparo em veículo na 
via pública, salvo nos casos de impedimento absoluto de 
sua remoção e em que o veículo esteja devidamente 
sinalizado: 
I - em pista de rolamento de rodovias e vias de trânsito 
rápido (+remoção). 
Art. 181. Estacionar o veículo: 
III - afastado da guia da calçada a mais de um metro 
(+remoção). 
VIII - no passeio ou sobre faixa destinada a pedestre, sobre 
ciclovia ou ciclofaixa, bem como nas ilhas, refúgios, ao lado 
ou sobre canteiros centrais, divisores de pista de rolamento, 
marcas de canalização, gramados ou jardim público 
(+remoção). 
XI - ao lado de outro veículo em fila dupla (+remoção). 
 
 
XII - na área de cruzamento de vias, prejudicando a 
circulação de veículos e pedestres (+remoção). 
XIV - nos viadutos, pontes e túneis (+remoção). 
XVI - em aclive ou declive, não estando devidamente 
freado e sem calço de segurança, quando se tratar de 
veículo com PBT superior a 3.500Kg (+remoção). 
XVII - em desacordo com as condições regulamentadas 
especificamente pela sinalização (placa - Estacionamento 
Regulamentado) (+remoção). 
XIX - em locais e horários de estacionamento e parada 
proibidos pela sinalização (placa - Proibido Parar e 
Estacionar) (+remoção). 
Art. 182. Parar o veículo: 
V - na pista de rolamento das estradas, das rodovias, das 
vias de trânsito rápido e das demais vias dotadas de 
acostamento. 
XI - sobre ciclovia ou ciclofaixa. 
 
 
 
 
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INFRAÇÕES GRAVES - TODAS POSSUEM MULTA - 
Art. 184. Transitar com o veículo: 
II - na faixa ou pista da esquerda regulamentada como 
de circulação exclusiva para determinado tipo de veículo. 
Art. 186. Transitar pela contramão de direção em: 
I - vias com duplo sentido de circulação**, exceto para 
ultrapassar outro veículo e apenas pelo tempo necessário, 
respeitada a preferência do veículo que transitar em 
sentido contrário. 
**Se for sentido único será infração gravíssima.** 
Art. 190. Seguir VEÍCULO EM SERVIÇO DE URGÊNCIA, 
estando este com prioridade de passagem devidamente 
identificada por dispositivos regulamentares de alarme 
sonoro e iluminação vermelha intermitentes. 
Art. 192. Deixar de guardar DISTÂNCIA DE SEGURANÇA 
lateral e frontal entre o seu veículo e os demais, bem como 
em relação ao bordo da pista, considerando-se, no 
momento, a velocidade, as condições climáticas do local 
da circulação e do veículo. 
Art. 194. TRANSITAR EM MARCHA À RÉ, salvo na distância 
necessária a pequenas manobras e de forma a não 
causar riscos à segurança. 
 
 
Art. 195. Desobedecer às ordens emanadas da autoridade 
competente de trânsito ou de seus agentes. 
Art. 196. Deixar de indicar com antecedência, mediante 
gesto regulamentar de braço ou luz indicadora de direção 
do veículo, o início da marcha, a realização da manobra 
de parar o veículo, a mudança de direção ou de faixa de 
circulação. 
Art. 204. Deixar de parar o veículo no acostamento à 
direita, para aguardar a oportunidade de cruzar a pista 
ou entrar à esquerda, onde não houver local apropriado 
para operação de retorno. 
Art. 207. Executar operação de conversão à direita ou à 
esquerda em locais proibidos pela sinalização. 
Art. 209. Transpor, sem autorização, bloqueio viário com ou 
sem sinalização ou dispositivos auxiliares, deixar de 
adentrar às áreas destinadas à pesagem de veículos ou 
evadir-se para não efetuar o pagamento do pedágio. 
Art. 211. Ultrapassar veículos em fila, parados em razão 
de sinal luminoso, cancela, bloqueio viário parcial ou 
qualquer outro obstáculo, com exceção dos 
veículos não motorizados. 
 
 
 
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INFRAÇÕES GRAVES - TODAS POSSUEM MULTA - 
Art. 213. Deixar de parar o veículo sempre que a 
respectiva marcha for interceptada: 
II - por agrupamento de veículos, como cortejos, 
formações militares e outros. 
Art. 214. Deixar de dar preferência de passagem a 
pedestre e a veículo não motorizado: 
IV - quando houver iniciado a travessia mesmo que não 
haja sinalização a ele destinada; 
V - que esteja atravessando a via transversal para onde 
se dirige o veículo. 
Art. 215. Deixar de dar PREFERÊNCIA de passagem: 
I - em interseção não sinalizada: 
a) a veículo que estiver circulando por rodovia ou 
rotatória; 
b) a veículo que vier da direita; 
II - nas interseções com sinalização de regulamentação 
de Dê a Preferência. 
Art. 218. Transitar em velocidade superior à máxima 
permitida para o local, medida por instrumento ou 
equipamento hábil, em rodovias, vias de trânsito rápido, 
vias arteriais e demais vias: 
 
II - quando a velocidade for superior à máxima em mais de 
20% até 50%. 
Art. 220. Deixar de reduzir a velocidade do 
veículo de forma compatível com a segurança do trânsito: 
II - nos locais onde o trânsito esteja sendo controlado pelo 
agente da autoridade de trânsito, mediante sinais sonoros 
ou gestos; 
III - ao aproximar-se da guia da calçada ou acostamento; 
IV - ao aproximar-se de ou passar por interseção não 
sinalizada; 
V - nas vias rurais cuja faixa de domínio não esteja 
cercada; 
VI - nos trechos em curva de pequeno raio; 
VII - ao aproximar-se de locais sinalizados com 
advertência de obras ou trabalhadores na pista; 
VIII - sob chuva, neblina, cerração ou ventos fortes; 
IX - quando houver má visibilidade; 
X - quando o pavimento se apresentar escorregadio, 
defeituoso ou avariado; 
 
 
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INFRAÇÕES GRAVES - TODAS POSSUEM MULTA - 
XI - à aproximação de animais na pista; 
XII - em declive; 
Art. 223. Transitar com o farol desregulado ou com o facho 
de luz alta de forma a perturbar a visão de outro condutor. 
Art. 225. Deixar de sinalizar a via, de forma a prevenir os 
demais condutores e, à noite, não manter acesas as luzes 
externas ou omitir-se quanto a providências necessárias 
para tornar visível o local, quando: 
I - tiver de remover o veículo da pista de rolamento ou 
permanecer no acostamento; 
II - a carga for derramada sobre a via e não puder ser 
retirada imediatamente. 
Art. 228. Usar no veículo equipamento com som em volume 
ou frequência que não sejam autorizados pelo CONTRAN 
(+retenção). 
Art. 230. Conduzir o veículo: 
VII - com a cor ou característica alterada; 
VIII - sem ter sido submetido à inspeção de 
segurança veicular, quando obrigatória; 
IX - sem equipamento obrigatório ou estando este 
ineficiente ou inoperante; 
 
X - com equipamento obrigatório em desacordo com o 
estabelecido pelo CONTRAN; 
XI - com descarga livre ou silenciador de motor de 
explosão defeituoso, deficiente ou inoperante; 
XII - com equipamento ou acessório proibido;XIII - com o equipamento do sistema de iluminação e de 
sinalização alterados; 
XIV - com registrador instantâneo inalterável de 
velocidade e tempo viciado ou defeituoso, quando 
houver exigência desse aparelho; 
XV - com inscrições, adesivos, legendas e símbolos de 
caráter publicitário afixados ou pintados no para-brisa e 
em toda a extensão da parte traseira do veículo, 
excetuadas as hipóteses previstas no CTB. 
XVI - com vidros total ou parcialmente cobertos por 
películas refletivas ou não, painéis decorativos ou 
pinturas; 
XVII - com cortinas ou persianas fechadas, não 
autorizadas pela legislação; 
 
 
 
 
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INFRAÇÕES GRAVES - TODAS POSSUEM MULTA - 
XVIII - em mau estado de conservação, comprometendo 
a segurança, ou reprovado na avaliação de inspeção de 
segurança e de emissão de poluentes e ruído, prevista no 
art. 104; 
XIX - sem acionar o limpador de para-brisa sob chuva. 
(+ retenção em todos os casos acima do art. 230). 
Art. 231. Transitar com o veículo: 
III - produzindo fumaça, gases ou partículas em níveis 
superiores aos fixados pelo CONTRAN (+ retenção). 
IV - com suas dimensões ou de sua carga superiores aos 
limites estabelecidos legalmente ou pela sinalização, sem 
autorização (+ retenção). 
VI - em desacordo com a autorização especial, expedida 
pela autoridade competente para transitar com 
dimensões excedentes, ou quando a mesma estiver 
vencida (+remoção). 
Art. 235. Conduzir pessoas, animais ou carga nas partes 
externas do veículo, salvo nos casos devidamente 
autorizados (+ retenção). 
 
Art. 237. Transitar com o veículo em desacordo com as 
especificações, e com falta de inscrição e simbologia 
necessárias à sua identificação, quando exigidas pela 
legislação (+ retenção). 
Art. 240. Deixar o responsável de promover a baixa do 
registro de veículo irrecuperável ou definitivamente 
desmontado (+ recolhimento do CRV e do CLA). 
Art. 243. Deixar a empresa seguradora de comunicar ao 
órgão executivo de trânsito competente a ocorrência de 
perda total do veículo e de lhe devolver as respectivas 
placas e documentos (+ recolhimento das placas e do 
documento). 
Art. 244. Conduzir motocicleta, motoneta ou ciclomotor: 
VI - rebocando outro veículo; 
VII - sem segurar o guidom com ambas as mãos, salvo 
eventualmente para indicação de manobras; 
VIII - transportando carga incompatível com suas 
especificações ou em desacordo com o previsto no § 2º do 
art. 139-A do CTB. 
 
 
 
 
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INFRAÇÕES GRAVES - TODAS POSSUEM MULTA - 
IX - efetuando transporte remunerado de mercadorias 
em desacordo com o previsto no art. 139-A do CTB ou 
com as normas que regem a atividade profissional dos 
mototaxistas. 
Art. 245. Utilizar a via para depósito de mercadorias, 
materiais ou equipamentos, sem autorização do órgão 
ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via 
(+ remoção da mercadoria/material independente se 
sobre pessoa física ou jurídica). 
Art. 248. Transportar em veículo destinado ao transporte 
de passageiros carga excedente em desacordo com o 
estabelecido no art. 109 (+ retenção). 
 
O inciso XI do artigo 182 é NOVIDADE incluída pela Lei 
Nº14.071. A partir dessa alteração, PARAR o veículo sobre 
ciclovia ou ciclofaixa é INFRAÇÃO GRAVE! 
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INFRAÇÕES GRAVÍSSIMAS - T O D A S P O S S U E M M U L T A - 
Art. 162. Dirigir veículo: 
I - sem possuir CNH, PPD ou Autorização para Conduzir 
Ciclomotor (multa x3) (+ retenção). 
II - com CNH, PPD ou Autorização para Conduzir 
Ciclomotor cassada ou com suspensão do direito de 
dirigir (multa x3) (+ recolhimento do doc. De 
habilitação) (+retenção). 
III - com CNH ou PPD de categoria diferente da do 
veículo que esteja conduzindo (multa x2) (+retenção). 
V - com validade da CNH vencida há mais de 30 dias 
(+ recolhimento da CNH) (+retenção). 
VI - sem usar lentes corretoras de visão, aparelho auxiliar 
de audição, de prótese física ou as adaptações do 
veículo impostas por ocasião da concessão ou da 
renovação da licença para conduzir (+retenção). 
Art. 163. Entregar a direção do veículo a pessoa nas 
condições previstas no art. 162. (será aplicada a mesma 
medida administrativa do inciso III do art. 162) 
Art. 165. Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer 
outra substância psicoativa que determine dependência. 
 
(multa x10) (+suspensão do direito de dirigir por 12 
meses) (+ recolhimento do doc. De habilitação) 
(+retenção). 
PU.: Aplica-se em dobro (x20) a multa prevista no caput 
em caso de reincidência no período de até 12 meses. 
Art. 165-A. Recusar-se a ser submetido a teste, exame 
clínico, perícia ou outro procedimento que permita certificar 
influência de álcool ou outra substância psicoativa, na 
forma estabelecida pelo art. 277 (multa x10) 
(+ recolhimento do doc. De habilitação) (+ retenção). 
PU.: Aplica-se em dobro (x20) a multa prevista no caput 
em caso de reincidência no período de até 12 meses. 
Art. 165-B. Conduzir veículo para o qual seja exigida 
habilitação nas categorias C, D ou E sem realizar o exame 
toxicológico previsto no § 2º do art. 148-A do CTB, após 
30 dias do vencimento do prazo estabelecido (multa x5) 
(+ suspensão do direito de dirigir por 3 meses). 
PU.: Incorre na mesma penalidade o condutor que exerce 
atividade remunerada e não comprova a realização de 
exame toxicológico por ocasião da renovação do 
documento de habilitação nas categorias C, D ou E. 
 
 
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INFRAÇÕES GRAVÍSSIMAS - T O D A S P O S S U E M M U L T A - 
Art. 168. Transportar crianças em veículo automotor sem 
observância das normas de segurança especiais 
estabelecidas no CTB (+ retenção). 
Art. 170. Dirigir ameaçando os pedestres que estejam 
atravessando a via pública, ou os demais veículos: 
(multa + suspensão) (+ retenção). 
Art. 173. Disputar corrida (multa x10) (+ suspensão) 
(+ recolhimento do doc. De habilitação) (+ remoção). 
PU.: Aplica-se em dobro (x20) a multa prevista no caput 
em caso de reincidência no período de até 12 meses 
Art. 174. Promover, na via, competição, eventos 
organizados, exibição e demonstração de perícia em 
manobra de veículo, ou deles participar, como condutor, 
sem permissão da autoridade de trânsito com 
circunscrição sobre a via (multa x10) 
(+ suspensão) (+ recolhimento do doc. De habilitação) 
(+ remoção). 
PU.: Aplica-se em dobro (x20) a multa prevista no caput 
em caso de reincidência no período de até 12 meses. 
 
 
 
Art. 175. Utilizar-se de veículo para demonstrar ou exibir 
manobra perigosa, mediante arrancada brusca, 
derrapagem ou frenagem com deslizamento ou 
arrastamento de pneus (multa x10) (+ suspensão) (+ 
recolhimento do doc. De habilitação) (+ remoção). 
PU.: Aplica-se em dobro (x20) a multa prevista no caput 
em caso de reincidência no período de até 12 meses. 
Art. 176. Deixar o condutor envolvido em acidente com 
vítima: 
I - de prestar ou providenciar socorro à vítima, podendo 
fazê-lo; 
II - de adotar providências, podendo fazê-lo, no sentido 
de evitar perigo para o trânsito no local; 
III - de preservar o local, de forma a facilitar os trabalhos 
da polícia e da perícia; 
IV - de adotar providências para remover o veículo do 
local, quando determinadas por policial ou agente da 
autoridade de trânsito; 
V - de identificar-se ao policiale de lhe prestar 
informações necessárias à confecção do boletim de 
ocorrência. 
 
 
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INFRAÇÕES GRAVÍSSIMAS - T O D A S P O S S U E M M U L T A - 
(multa x5) (+ suspensão) (+ recolhimento do doc. De 
habilitação). 
Art. 181. Estacionar o veículo: 
V - na pista de rolamento das estradas, das rodovias, das 
vias de trânsito rápido e das vias dotadas de 
acostamento (+ remoção). 
XX - nas vagas reservadas às pessoas com deficiência 
ou idosos, sem credencial que comprove tal condição 
(+remoção). 
Art. 184. Transitar com o veículo: 
III - na faixa ou via de trânsito exclusivo, regulamentada 
com circulação destinada aos veículos de transporte 
público coletivo de passageiros, salvo casos de força 
maior e com autorização do poder público competente 
(+ remoção). 
Art. 186. Transitar pela contramão de direção em: 
II - vias com sinalização de regulamentação de sentido 
único de circulação. 
 
 
 
 
Art. 189. Deixar de dar passagem aos veículos precedidos 
de batedores, de socorro de incêndio e salvamento, de 
polícia, de operação e fiscalização de trânsito e às 
ambulâncias, quando em serviço de urgência e 
devidamente identificados por dispositivos 
regulamentados de alarme sonoro e iluminação vermelha 
intermitentes. 
Art. 191. Forçar passagem entre veículos que, transitando 
em sentidos opostos, estejam na iminência de passar um 
pelo outro ao realizar operação de ultrapassagem 
(multa x10) (+ suspensão). 
PU.: Aplica-se em dobro (x20) a multa prevista no caput 
em caso de reincidência no período de até 12 meses. 
Art. 193. Transitar com o veículo em calçadas, passeios, 
passarelas, ciclovias, ciclofaixas, ilhas, refúgios, 
ajardinamentos, canteiros centrais e divisores de pista de 
rolamento, acostamentos, marcas de canalização, 
gramados e jardins públicos (multa x3). 
Art. 200. ULTRAPASSAR pela direita veículo de transporte 
coletivo ou de escolares, parado para embarque ou 
desembarque de passageiros, salvo quando houver 
refúgio de segurança para o pedestre. 
 
 
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INFRAÇÕES GRAVÍSSIMAS - T O D A S P O S S U E M M U L T A - 
Art. 202. ULTRAPASSAR outro veículo: 
I - pelo acostamento (multa x5); 
II - em interseções e passagens de nível (multa x5). 
Art. 203. ULTRAPASSAR pela contramão outro veículo: 
I - nas curvas, aclives e declives, sem visibilidade suficiente 
(multa x5); 
II - nas faixas de pedestre (multa x5); 
III - nas pontes, viadutos ou túneis (multa x5); 
IV - parado em fila junto a sinais luminosos, porteiras, 
cancelas, cruzamentos ou qualquer outro 
impedimento à livre circulação (multa x5); 
V - onde houver marcação viária longitudinal de divisão de 
fluxos opostos do tipo linha dupla contínua ou simples 
contínua amarela (multa x5). 
PU.: Aplica-se em dobro (x10) a multa prevista no caput em 
caso de reincidência no período de até 12 meses. 
Art. 206. Executar operação de retorno: 
I - em locais proibidos pela sinalização; 
II - nas curvas, aclives, declives, pontes, viadutos e túneis; 
 
 
III - passando por cima de calçada, passeio, ilhas, 
ajardinamento ou canteiros de divisões de pista de 
rolamento, refúgios e faixas de pedestres e nas de veículos 
não motorizados; 
IV - nas interseções, entrando na contramão de direção 
da via transversal; 
V - com prejuízo da livre circulação ou da segurança, 
ainda que em locais permitidos: 
Art. 208. AVANÇAR O SINAL vermelho do semáforo ou o 
de parada obrigatória, exceto onde houver sinalização 
que permita a livre conversão à direita prevista no art. 
44-A do CTB. 
Art. 210. Transpor, sem autorização, bloqueio viário 
policial (+suspensão) (+remoção) (+ recolhimento do 
doc. De habilitação). 
Art. 212. Deixar de parar o veículo antes de transpor 
LINHA FÉRREA. 
Art. 213. Deixar de parar o veículo sempre que a 
respectiva marcha for interceptada: 
I - por agrupamento de pessoas, como préstitos, 
passeatas, desfiles e outros. 
 
 
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Art. 214. Deixar de dar preferência de passagem a 
pedestre e a veículo não motorizado: 
I - que se encontre na faixa a ele destinada; 
II - que não haja concluído a travessia mesmo que ocorra 
sinal verde para o veículo; 
III - portadores de deficiência física, crianças, idosos e 
gestantes. 
Art. 218. Transitar em velocidade superior à máxima 
permitida para o local, medida por instrumento ou 
equipamento hábil, em rodovias, vias de trânsito rápido, 
vias arteriais e demais vias: 
III - quando a velocidade for superior à máxima em mais de 
50 (multa x3) (+ suspensão). 
Art. 220. Deixar de reduzir a velocidade do veículo de 
forma compatível com a segurança do trânsito: 
I - quando se aproximar de passeatas, aglomerações, 
cortejos, préstitos e desfiles; 
XIII - ao ultrapassar ciclista; 
XIV - nas proximidades de escolas, hospitais, estações de 
embarque e desembarque de passageiros ou onde haja 
intensa movimentação de pedestres. 
 
Art. 230. CONDUZIR o veículo: 
I - com o lacre, a inscrição do chassi, o selo, a placa ou 
qualquer outro elemento de identificação do veículo 
violado ou falsificado; 
II - transportando passageiros em compartimento de 
carga, salvo por motivo de força maior, com permissão da 
autoridade competente e na forma estabelecida pelo 
CONTRAN; 
III - com dispositivo antirradar; 
IV - sem qualquer uma das placas de identificação; 
V - que não esteja registrado e devidamente licenciado; 
VI - com qualquer uma das placas de identificação sem 
condições de legibilidade e visibilidade. 
(+remoção em todos os casos acima do art. 230) 
XX - sem portar a autorização para condução de 
escolares, na forma estabelecida no art.136 (multa x5) 
(+remoção). 
Art. 231. Transitar com o veículo: 
I - danificando a via, suas instalações e 
equipamentos (+ retenção); 
 
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INFRAÇÕES GRAVÍSSIMAS - T O D A S P O S S U E M M U L T A - 
II - derramando, lançando ou arrastando sobre a via: 
a) carga que esteja transportando (+ retenção); 
b) combustível ou lubrificante que esteja utilizando 
(+ retenção); 
c) qualquer objeto que possa acarretar risco de acidente 
(+ retenção). 
VIII - efetuando transporte remunerado de pessoas ou 
bens, quando não for licenciado para esse fim, salvo casos 
de força maior ou com permissão da autoridade 
competente (+remoção). 
X - excedendo a capacidade máxima de tração: 
Infração - de média a gravíssima, a depender da relação 
entre o excesso de peso apurado e a capacidade máxima 
de tração, a ser regulamentada pelo CONTRAN. 
Art. 234. Falsificar ou adulterar documento de habilitação 
e de identificação do veículo (+remoção). 
Art. 238. Recusar-se a entregar à autoridade de trânsito 
ou a seus agentes, mediante recibo, os documentos de 
habilitação, de registro, de licenciamento de veículo e 
outros exigidos por lei, para averiguação de sua 
 
autenticidade (+remoção). 
Art. 239. Retirar do local veículo legalmente retido para 
regularização, sem permissão da autoridade competente ou 
de seus agentes (+remoção). 
Art. 242. Fazer falsa declaração de domicílio para fins de 
registro, licenciamento ou habilitação. 
Art. 244. Conduzir motocicleta, motoneta ou ciclomotor: 
I - sem usar capacete de segurança ou vestuário de acordo 
com as normas e as especificações aprovadas pelo 
Contran;II - transportando passageiro sem o capacete de 
segurança, na forma estabelecida no inciso anterior, ou fora 
do assento suplementar colocado atrás do condutor ou em 
carro lateral; 
III - fazendo malabarismo ou equilibrando-se apenas em 
uma roda; 
V - transportando criança menor de 10 anos de idade 
ou que não tenha, nas circunstâncias, condições de cuidar 
da própria segurança (+suspensão em todos os casos 
acima do art.244) 
(+ recolhimento do doc. De habilitação) 
(+ retenção). 
 
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INFRAÇÕES GRAVÍSSIMAS - T O D A S P O S S U E M M U L T A - 
Art. 246. Deixar de sinalizar qualquer obstáculo à livre 
circulação, à segurança de veículo e pedestres, tanto no 
leito da via terrestre como na calçada, ou obstaculizar a 
via indevidamente (multa ATÉ x5). 
Art. 252. Dirigir o veículo: 
V - com apenas uma das mãos, exceto quando deva fazer 
sinais regulamentares de braço, mudar a marcha do 
veículo, ou acionar equipamentos e acessórios do veículo 
no caso de o condutor estar segurando ou 
manuseando telefone celular. 
Art. 253. Bloquear a via com veículo (+remoção). 
Art. 253-A. Usar qualquer veículo para, deliberadamente, 
interromper, restringir ou perturbar a circulação na via sem 
autorização do órgão ou entidade de trânsito com 
circunscrição sobre ela (multa x20) (+suspensão por 12 
meses) (+remoção). 
Aplica-se a multa agravada em 60 vezes aos 
organizadores da conduta prevista no caput. 
Aplica-se em dobro a multa em caso de reincidência 
no período de 12 meses. 
 
 
As penalidades são aplicáveis a pessoas físicas ou 
jurídicas que incorram na infração, devendo a autoridade 
com circunscrição sobre a via restabelecer de imediato, se 
possível, as condições de normalidade para a circulação 
na via. 
 Antes, deixar de reduzir a velocidade do veículo de forma 
compatível com a segurança do trânsito ao ultrapassar ciclista 
era GRAVE, com a nova lei, passou a ser GRAVÍSSIMA. 
A infração do art. 165-B não existia antes da Lei Nº14.071, é 
NOVIDADE! 
As infrações de conduzir veículo sem portar autorização para 
conduções de escolares (art. 180. XX), assim como as infrações 
de transitar com o veículo com lotação excedente (art. 231. VII) 
ou efetuando transporte remunerado de pessoas ou bens sem 
estar licenciando para este fim (art. 231. VIII), FORAM INCLUÍDAS 
PELA LEI Nº 13.855 de 2019, ou seja, também são alterações 
recentes, boas candidatas para as próximas provas. 
Antes da Lei Nº 14.071, era infração GRAVÍSSIMA transportar 
crianças menores de 7 anos em motocicleta, motoneta e 
ciclomotor, com a nova lei, essa idade passa a ser de 10 anos. 
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BIZU DAS INFRAÇÕES 
PARAR – MÉDIA 
ESTACIONAR - GRAVE 
PARAR o veículo na área de cruzamento de vias, 
prejudicando a circulação de veículos e pedestres: MÉDIA. 
ESTACIONAR o veículo na área de cruzamento de vias, 
prejudicando a circulação de veículos e pedestres: GRAVE. 
PARAR o veículo nos viadutos, pontes e túneis: MÉDIA. 
ESTACIONAR o veículo: nos viadutos, pontes e túneis: GRAVE. 
Só existem duas infrações GRAVÍSSIMAS 
relacionadas ao ESTACIONAMENTO: 
Art. 181. Estacionar o veículo: 
Na pista de rolamento das estradas, das rodovias, das vias de trânsito 
rápido e das vias dotadas de acostamento. 
Nas vagas reservadas às pessoas com deficiência ou idosos, sem 
credencial que comprove tal condição. 
NOS DOIS CASOS CABERÁ: MULTA + REMOÇÃO 
OPERAÇÃO DE RETORNO ILEGAL: 
Art. 206. Executar operação de retorno: 
I - em locais proibidos pela sinalização; 
II - nas curvas, aclives, declives, pontes, viadutos e túneis; 
III - passando por cima de calçada, passeio, ilhas, ajardinamento 
ou canteiros de divisões de pista de rolamento, refúgios e faixas 
de pedestres e nas de veículos não motorizados; 
IV - nas interseções, entrando na contramão de direção 
da via transversal; 
V - com prejuízo da livre circulação ou da segurança, ainda 
que em locais permitidos. 
ESTACIONAR 
Art. 204. Deixar de parar o veículo no acostamento à 
direita, para aguardar a oportunidade de cruzar a pista 
ou entrar à esquerda, onde não houver local apropriado 
para operação de retorno. 
(AQUI O RETORNO É INCORRETO, NÃO ILEGAL!) 
INFRAÇÃO 
GRAVE 
INFRAÇÃO 
MÉDIA 
INFRAÇÃO 
GRAVE 
(Art. 181. XVII) (Art. 181. XVIII) (Art. 181. XIX) 
PARAR O VEÍCULO NESSE 
CASO SERÁ INFRAÇÃO MÉDIA!! 
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BIZU DAS INFRAÇÕES 
ESTACIONAR X TRANSITAR 
PARAR o veículo no passeio ou sobre faixa destinada a pedestres, nas 
ilhas, refúgios, canteiros centrais e divisores de pista de rolamento e 
marcas de canalização: LEVE (multa). 
ESTACIONAR o veículo no passeio ou sobre faixa destinada a pedestre, 
sobre ciclovia ou ciclofaixa, bem como nas ilhas, refúgios, ao lado ou 
sobre canteiros centrais, divisores de pista de rolamento, marcas de 
canalização, gramados ou jardim público: GRAVE (multa + remoção). 
TRANSITAR com o veículo em calçadas, passeios, passarelas, ciclovias, 
ciclofaixas, ilhas, refúgios, ajardinamentos, canteiros centrais e divisores 
de pista de rolamento, acostamentos, marcas de canalização, 
gramados e jardins públicos: GRAVÍSSIMA (multa x3). 
ULTRAPASSAR 
Art. 203. Ultrapassar pela contramão outro 
veículo: 
I - nas curvas, aclives e declives, sem visibilidade 
suficiente; 
II - nas faixas de pedestre; 
III - nas pontes, viadutos ou túneis; 
IV - parado em fila junto a sinais luminosos, porteiras, 
cancelas, cruzamentos ou qualquer outro impedimento 
à livre circulação; 
V - onde houver marcação viária longitudinal de 
divisão de fluxos opostos do tipo linha dupla contínua 
ou simples contínua amarela: 
INFRAÇÃO GRAVÍSSIMA 
Ultrapassar veículos em fila, parados em razão de sinal 
luminoso, cancela, bloqueio viário parcial ou qualquer 
outro obstáculo, com exceção dos veículos não 
motorizados: 
INFRAÇÃO GRAVE 
 
ESTACIONAR X PARAR X TRANSITAR 
Art. 181. ESTACIONAR o veículo na contramão de direção: Infração média. 
Art. 182. PARAR o veículo na contramão de direção: Infração média. 
Art. 186. TRANSITAR pela contramão de direção em: 
I - vias com duplo sentido de circulação, exceto para ultrapassar outro 
veículo e apenas pelo tempo necessário, respeitada a preferência do veículo 
que transitar em sentido contrário: Infração grave; 
II - vias com sinalização de regulamentação de sentido único de circulação: 
Infração gravíssima. 
 
Deixar de guardar a DISTÂNCIA LATERAL DE 1,5m ao 
passar ou ultrapassar bicicleta É INFRAÇÃO MÉDIA. 
Deixar de REDUZIR A VELOCIDADE do veículo de 
forma compatível com a segurança ao ultrapassar 
ciclista É INFRAÇÃO GRAVÍSSIMA. 
BICICLETAS 
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ARTIGO 
TEMPO DE 
SUSPENSÃO 
TEMPO DE SUSP. 
NA REINCIDÊNCIA 
Art. 165. 12 meses Cassação 
Art. 165-A 12 meses 8 a 18 meses 
Art. 165-B 3 meses 
- 
Art. 170. 2 a 8 meses 8 a 18 meses 
Art. 173. 2 a 8 meses Cassação 
Art. 174. 2 a 8 meses Cassação 
Art. 175. 2 a 8 meses Cassação 
Art. 176. I 2 a 8 meses 8 a 18 meses 
Art. 176. II 2 a 8 meses 8 a 18 meses 
Art. 176. III 2 a 8 meses 8 a 18 meses 
ARTIGO 
TEMPO DE 
SUSPENSÃO 
TEMPO DE SUSP. 
NA REINCIDÊNCIA 
Art. 176. IV 2 a 8 meses 8 a 18 meses 
Art. 176. V 2 a 8 meses 8 a 18 meses 
Art. 191. 2 a 8 meses 8 a 18 meses 
Art. 210. 2 a 8 meses 8 a 18 meses 
Art. 218. III 2 a 8 meses 8 a 18 meses 
Art. 244. I 2 a 8 meses 8 a 18 meses 
Art. 244. II 2 a 8 meses 8a 18 meses 
Art. 244. III 2 a 8 meses 8 a 18 meses 
Art. 244. V 2 a 8 meses 8 a 18 meses 
Art. 253-A. 12 meses 
8 a 18 meses 
INFRAÇÕES AUTOSSUSPENSIVAS 
 
LEMBRA? A CASSAÇÃO do 
documento de habilitação 
dar-se-á no caso de 
reincidência, no prazo de 
doze meses, das infrações 
previstas no inciso III do art. 
162 e nos arts. 163, 164, 
165, 173, 174 e 175. 
Os artigos aos quais não são previstos a cassação no caso de 
reincidência seguem a regra geral: reincidência em 12 meses = 
suspensão de 8 a 18 meses. Porém, no caso dos art. 165-A e 
253-A não é firmado entendimento se na reincidência será 
aplicada nova suspensão de 8 a 18 meses ou 12 a 18 meses. 
IMPORTANTES 
PARA A PROVA! 
SÃO TODAS INFRAÇÕES 
GRAVÍSSIMAS! 
Vimos na pág. 51 que no 
caso de condutores com 
menos de 70 o resultado 
negativo em exame 
toxicológico deve ser 
comprovado a cada 2 anos e 
6 meses, ou seja, não tem 
como ser reincidente neste 
artigo dentro de 12 meses. 
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DO PROCESSO ADM. 
AUTO DE INFRAÇÃO 
Será lavrado quando correr infração prevista 
na legislação de trânsito e nele constará: 
I - tipificação da infração; 
II - local, data e hora do cometimento da infração; 
III - caracteres da placa de identificação do 
veículo, sua marca e espécie, e outros elementos 
julgados necessários à sua identificação; 
IV - o prontuário do condutor, sempre que possível; 
V - identificação do órgão ou entidade e da 
autoridade ou agente autuador ou equipamento 
que comprovar a infração; 
VI - assinatura do infrator, sempre que possível, 
valendo esta como notificação do cometimento da 
infração. 
A infração deverá ser comprovada por: 
→ Declaração da autoridade ou do agente da 
autoridade de trânsito; 
→ Aparelho eletrônico ou por equipamento 
audiovisual; 
→ Reações químicas ou qualquer outro meio 
tecnologicamente disponível. 
 
Na notificação e no auto de infração, quando este valer 
como notificação, deverá constar o prazo para 
apresentação da DEFESA PRÉVIA que NÃO será inferior a 
30 dias, contado da data da expedição. 
Em caso de a defesa prévia não ser deferida ou não ser 
apresentada no prazo, será aplicada a penalidade e 
expedida notificação, no prazo máximo de 180 dias por 
remessa postal ou por qualquer outro meio tecnológico hábil. 
Em caso de apresentação da defesa prévia em tempo hábil, 
o prazo previsto passará a ser de 360 dias. 
 
DA NOTIFICAÇÃO 
A notificação devolvida por desatualização do endereço do 
proprietário do veículo será CONSIDERADA VÁLIDA para 
todos os efeitos. 
No caso de autuação por meio eletrônico, o proprietário ou 
o condutor autuado será considerado notificado 30 dias 
após a inclusão da informação no sistema eletrônico 
e do envio da respectiva mensagem. 
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DO PROCESSO ADM. 
DO JULGAMENTO 
A autoridade de trânsito, na esfera da competência 
estabelecida no CTB e dentro de sua circunscrição, julgará a 
consistência do auto de infração e aplicará a penalidade 
cabível. 
O auto de infração será arquivado e seu registro julgado 
insubsistente: 
→ Se considerado inconsistente ou irregular; 
→ Se, no prazo máximo de 30 dias, não for expedida a 
notificação da autuação. 
DA MULTA 
→ O PAGAMENTO da multa poderá ser efetuado 
até a data do vencimento expressa na 
notificação, por 80% do seu valor; 
→ Caso o infrator opte pelo sistema de 
notificação eletrônica, e opte por não 
apresentar defesa prévia nem recurso, 
reconhecendo o cometimento da infração, 
poderá efetuar o pagamento da multa por 60% 
do seu valor, em qualquer fase do processo, até 
o vencimento da multa; 
→ Encerrada a instância adm., a multa não paga 
até o vencimento será acrescida de juros. 
DO RECURSO 
→ O recurso será interposto perante a autoridade que impôs a 
penalidade, está terá 10 dias, se o entender intempestivo, assinalará 
e dará encaminhamento à JARI, que deverá julgá-lo em até 30 
dias; 
→ O recurso não terá efeito suspensivo; 
→ Se por motivo de força maior, o recurso não for julgado dentro do 
prazo previsto, a autoridade poderá conceder-lhe efeito 
suspensivo; 
→ O recurso poderá ser interposto sem o recolhimento de valor; 
→ Se o infrator pagar a multa que for, em data posterior, julgada como 
improcedente, o valor lhe será devolvido. 
Das decisões da JARI cabe recurso a ser interposto, no 
prazo de 30 dias contado da publicação ou da 
notificação da decisão. 
O novo recurso será apreciado no prazo de 30 dias. 
Implica o encerramento da instância adm. de 
julgamento de infrações: 
1. Julgamentos dos recursos em 1º e 2º 
instância; 
2. Não interposição de recurso no prazo; e 
3. Pagamento da multa com reconhecimento. 
 
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SE SUBMETEM À QUAL LEI? 
→ Os crimes de trânsito de submetem apenas de forma 
subsidiária às normas gerais do Código Penal e do 
Código de Processo Penal, ou seja, só irão se submeter 
a estes quando o CTB não dispuser de modo diverso 
sobre determinado fato. 
→ Ainda, no que couber, será aplicada a Lei nº 9.099, de 
1995. 
MULTA ADMINISTRATIVA 
INFRAÇÃO X CRIME 
→ Na INFRAÇÃO DE TRÂNSITO não há que se falar em 
valoração da “punição” aplicada pelo agente de trânsito. 
Não há valoração dos elementos subjetivos, se houve dolo 
ou culpa, só analisa se o infrator está ou não em situação 
proibida. 
→ Nos CRIMES DE TRÂNSITO, a autoridade judiciária SEMPRE 
valora os elementos subjetivos avaliando se houve dolo o 
culpa e aplica a pena correspondente. 
→ É a multa aplicada pela autoridade de trânsito; 
→ Possui natureza NÃO tributária e a receita arrecadada 
com as multas adm. serão aplicadas EXCLUSIVAMENTE 
em Sinalização, Engenharia de tráfego e de campo, 
Policiamento, Educação de trânsito e Fiscalização 
(DICA: SEPEF); 
→ 5% desse valor é destinado ao FUNSET; 
→ Outros 5% desse valor, será depositado mensalmente, 
na conta de fundo de âmbito nacional destinado a 
segurança e educação no trânsito. 
→ É uma pena pecuniária; 
→ É a imposição ao condenado de pagar 
ao fundo penitenciário certa quantia de 
dinheiro; 
→ A pena de multa pode ser aplicada 
cumulativamente com a pena restritiva de 
liberdade. 
MULTA PENAL 
MULTA REPARATÓRIA 
→ É o pagamento de quantia calculada com base no PREJUÍZO 
MATERIAL mediante depósito judicial em favor da vítima ou 
seus sucessores; 
→ É uma multa indenizatória; 
→ É uma antecipação de um ressarcimento imposta 
pelo juiz após a reclamação da vítima; 
→ Não poderá ser superior ao prejuízo mostrado. 
CRIMES DE TRÂNSITO 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
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CRIMES DE TRÂNSITO 
DISPOSIÇÕES GERAIS 
→ Aplica-se às infrações de trânsito; 
→ Será de 6 meses a 1 ano ou 8 meses a 2 anos (se 
reincidente) no caso de atingir 20 pontos na CNH; 
→ Será de 2 a 8 meses ou 8 a 18 meses (se 
reincidente), nas infrações que preveem a suspensão 
sem prazo fixo. 
→ Aplica-se a crimes de trânsito; 
→ Pode ser imposta isolada ou cumulativamente, mas não 
poderá ser imposta como pena principal; 
→ Terá duração de 2 meses a 5 anos; 
Transitada em julgado, o réu deverá entregar a PPD 
ou a CNH à autoridade judiciária em 48 horas. 
A suspensão não se iniciará enquanto o sentenciado 
estiver preso. 
→ Se o réu for reincidente em crime de trânsito previsto 
no CTB, o juiz APLICARÁ a suspensão sem prejuízo das 
demais penas; (não é PODERÁ, mas sim, APLICARÁ) 
→ Em qualquer fase da investigaçãoou da ação penal, 
havendo necessidade para a garantia da ordem 
pública, poderá o juiz, como medida cautelar, de 
ofício, ou a requerimento do MP ou ainda mediante 
representação da autoridade policial, decretar, em 
decisão motivada, a suspensão ou a proibição; 
→ Da decisão que decretar a suspensão ou medida 
cautelar, ou da que indeferir requerimento do MP, 
caberá recurso em sentido estrito SEM efeito 
suspensivo. 
SUSPENSÃO OU 
PROIBIÇÃO PENAL 
SUSPENSÃO 
ADMINISTRATIVA 
CONDIÇÕES PARA VOLTAR A DIRIGIR 
→ NA SUSPENSÃO ADM.: Cumprido o prazo de suspensão, 
deve-se fazer o curso de reciclagem para voltar a 
conduzir. 
→ NA SUSPENSÃO PENAL: Cumprido o prazo da 
suspensão, é necessário refazer os exames exigidos 
para a 1ª habilitação mantendo-se o registro e fazer 
o curso de reciclagem para voltar a conduzir. 
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QUALIFICADORA X AGRAVANTE X AUMENTATIVA 
QUALIFICADORA 
→ É quando a lei traz uma figura mais gravosa, com penas próprias, altera as penas mínima e máxima do tipo 
trazendo novas elementares. 
→ É caracterizado por ser um tipo derivado autônomo ou independente. 
→ Assim, sua análise será na 1ª fase da dosimetria da pena, na pena base. 
→ Existem apenas 3 tipos qualificados no CTB: 
Art. 302. §3º - Homicídio culposo qualificado; 
Art. 303. §2º - Lesão Corporal culposa qualificada; e 
Art. 308. §1º e §2º - Crime de racha qualificado pelo resultado de lesão corporal grave e morte 
respectivamente. 
AGRAVANTE 
→ São circunstâncias que devem ser levadas em consideração na 2ª fase da dosimetria da pena, após a fixação 
da pena base e da consideração das atenuantes. 
→ A lei traz uma situação mais gravosa, no entanto, não diz em quanto a pena deve ser aumentada, ficando a 
cargo do juiz decidir o quantum. 
→ O CTB traz um rol de circunstâncias agravantes e estas se aplicam a TODOS OS CRIMES DE TRÂNSITO. 
→ Causas de aumento de pena, ou majorantes, é quando a lei traz uma figura mais gravosa e já determina em 
quanto a pena será aumentada, aplicando uma fração à sanção estabelecida pelo tipo penal. 
→ Não estabelece um novo tipo penal como é o caso das qualificadoras. 
→ A sua análise é feita na 3ª fase da dosimetria da pena. 
→ O CTB traz um rol de situações majorantes que aumentam a pena de 1/3 a 1/2, mas são aplicáveis a 
apenas 2 crimes: art. 302 (homicídio culposo) e art. 303 (lesão corporal culposa). 
AUMENTATIVAS 
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NÃO CONFUNDA !!! 
CIRCUNSTÂNCIAS 
AUMENTATIVAS NO CTB 
CIRCUNSTÂNCIAS 
AGRAVANTES NO CTB 
→ Não possuir PPD ou CNH; 
→ Praticá-lo em faixa de pedestres ou na calçada; 
→ Deixar de prestar socorro à vítima, quando possível 
fazê-lo sem risco pessoal; 
→ No exercício de sua profissão ou atividade, estiver 
conduzindo veículo de transporte de passageiros. 
 
→ Com dano potencial para duas ou mais pessoas ou 
com grande risco de grave dano patrimonial a terceiros; 
→ Utilizando o veículo sem placas, com placas falsas ou 
adulteradas; 
→ Sem possuir PPD ou CNH; 
→ Com PPD ou CNH de categoria diferente da do veículo; 
→ Quando a sua profissão ou atividade exigir cuidados 
especiais com o transporte de passageiros ou de 
carga; 
→ Utilizando veículo em que tenham sido adulterados 
equipamentos ou características que afetem a sua 
segurança ou o seu funcionamento de acordo com os 
limites de velocidade prescritos nas especificações do 
fabricante; 
→ Sobre faixa de trânsito temporária ou permanentemente 
destinada a pedestres. 
Atenção! 
No caso dos arts. 302 e 303, se uma conduta for ao 
mesmo tempo aumentativa e agravante, PREVALECE 
APENAS A AUMENTATIVA. 
Exemplo: no caso de o condutor incidir no crime do art. 
302 sem possuir PPD ou CNH, prevalece a aumentativa. 
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NATUREZA JURÍDICA 
DOS CRIMES DE TRÂNSITO 
CRIMES DE DANO 
→ São os crimes em que a conduta praticada 
RESULTOU algum tipo de DANO, uma lesão efetiva 
ao bem jurídico tutelado. 
→ Apenas os crimes CULPOSOS do CTB são de dano, 
são os crimes dos artigos 302 e 303, 
respectivamente, crime de homicídio culposo e lesão 
corporal culposa. 
RESUMO GRÁFICO 
CRIMES DE TRÂNSITO 
CRIMES DE DANO CRIMES DE PERIGO 
PERIGO CONCRETO PERIGO ABSTRATO 
CRIMES DE PERIGO 
São aqueles que SE CONSUMAM 
COM O SIMPLES PERIGO DE DANO 
ao bem jurídico tutelado. 
São aqueles em que a situação de risco DEVE ser PROVADA. 
Trazem em seu CAPUT expressões como “gerando perigo de dano” 
ou “gerando risco”. 
Ex: Arts. 308, 309 e 311 do CTB. 
CRIMES DE PERIGO CONCRETO 
CRIMES DE PERIGO ABSTRATO 
São aqueles de MERA CONDUTA. 
A situação de perigo NÃO precisa ser provada pois o PERIGO JÁ É 
PRESUMIDO pela norma jurídica. 
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ART. 302. 
HOMICÍDIO CULPOSO 
→ Praticar homicídio culposo na direção de veículo 
automotor; 
→ Detenção, de 2 a 4 anos + suspensão ou proibição 
de se obter a PPD ou CNH; 
→ Se for praticado de forma dolosa – responde pelo crime 
no Código Penal; 
→ É crime de dano. 
 
 
HOMICÍDIO CULPOSO QUALIFICADO 
§3º Se o agente conduz veículo automotor sob a 
influência de álcool ou de qualquer outra substância 
psicoativa que determine dependência: 
Reclusão de 5 a 8 anos + suspensão ou proibição 
de se obter a PPD ou CNH. 
→ Praticar lesão corporal culposa na direção de veículo 
automotor; 
→ Detenção, de 6 meses a 2 anos + suspensão ou proibição 
de se obter a PPD ou CNH; 
→ É crime de dano. 
 
LESÃO CORPORAL CULPOSA QUALIFICADA 
§2º Se o agente conduz o veículo com capacidade 
psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de 
outra substância psicoativa que determine dependência, e se do 
crime resultar lesão corporal de natureza GRAVE ou 
GRAVÍSSIMA: 
Reclusão de 2 a 5 anos, sem prejuízo das demais penas 
previstas neste artigo. 
ART. 303. 
LESÃO CORPORAL CULPOSA 
NO HOMICÍDIO CULPOSO E NA LESÃO CORPORAL CULPOSA, A PENA É AUMENTADA DE 1/3 À1/2 SE O AGENTE: 
→ Não possuir PPD ou CNH; 
→ Praticá-lo em faixa de pedestres ou na calçada; 
→ Deixar de prestar socorro, quando possível fazê-lo sem risco pessoal, à vítima exercício de sua 
profissão do acidente; 
→ No exercício de sua profissão ou atividade, estiver conduzindo veículo de transporte de passageiros. 
 
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AUMENTATIVAS 
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CRIMES DE TRÂNSITO 
ART. 304. 
OMISSÃO DE SOCORRO 
→ Deixar o condutor do veículo, na ocasião do acidente, de 
prestar imediato socorro à vítima, ou, não podendo fazê-
lo diretamente, por justa causa, deixar de solicitar auxílio 
da autoridade pública. 
→ Detenção, de 6 meses a 1 ano ou multa, se o fato não 
constituir elemento de crime mais grave. 
→ Incide nas penas previstas neste artigo o condutor do 
veículo, ainda que a sua omissão seja suprida por 
terceiros ou que se trate de vítima com morte instantânea ou 
com ferimentos leves. 
ART. 305. 
AFASTAR-SE DO LOCAL DO ACIDENTE 
→ Afastar-se o CONDUTOR do veículo do local do acidente, para fugir à 
responsabilidade penal ou civil que lhe possa ser atribuída. 
→ Detenção, de 6 meses a 1 ano ou multa. 
→ ATENÇÃO! É possível ocorrer o crime de do art. 305 sem que ocorra o crime de omissão 
de socorro, por exemplo, deixa a vítima em um hospital sem se identificar e foge. 
ART. 307. 
VIOLAÇÃO ÀSUSPENSÃO 
→ Violar a suspensão ou a proibição de se obter a 
permissão ou a habilitação para dirigir veículo 
automotor imposta com fundamento no CTB. 
→ Detenção, de 6 meses a 1 ano + multa, com nova 
imposição adicional de idêntico prazo de suspensão 
ou de proibição. 
→ Nas mesmas penas incorre o condenado que deixa de 
entregar à autoridade judiciária, no prazo de 48 
horas, a PPD ou CNH. 
Obs.: Não entregar a PPD ou CNH em 48h é novo crime de trânsito! 
→ Este dispositivo pune a desobediência judicial. Camila de Jesus Morais
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CRIMES DE TRÂNSITO 
ART. 306. 
EMBRIAGUEZ AO VOLANTE 
→ Conduzir veículo automotor com capacidade psicomotora 
alterada em razão da influência de álcool ou de outra 
substância psicoativa que determine dependência. 
→ Detenção, de 6 meses a 3 anos + multa + suspensão ou 
proibição de se obter a PPD ou CNH. 
→ TRINCA DE PENAS: detenção + multa + suspensão/proibição. 
Apenas 2 crimes do CTB possuem a trinca de penas: art. 306 e 
art. 308. 
→ Concentração igual ou superior a 6 decigramas 
de álcool por litro de sangue ou igual ou superior 
a 0,3 miligrama de álcool por litro de ar alveolar; 
ou 
→ Sinais que indiquem, na forma disciplinada pelo 
Contran, alteração da capacidade psicomotora. 
A CONDUTA DO CRIME DE EMBRIAGUEZ AO 
VOLANTE SERÁ CONSTATADA POR: 
ATENÇÃO! 
DE ACORDO COM A RESOLUÇÃO Nº 432: 
NO EXAME DE SANGUE 
→ Qualquer concentração: INFRAÇÃO 
→ ≥ 6 dg/l sangue: CRIME 
NO BAFÔMETRO 
→ Até 0,049 mg/l ar alveolar: NADA 
→ De 0,05 a 0,33 mg/l ar alveolar: INFRAÇÃO 
→ ≥ 0,34 mg/l ar alveolar: CRIME Observado o direito à contraprova, a verificação 
do disposto neste artigo poderá ser obtida mediante: 
→ Teste de alcoolemia ou toxicológico; 
→ Exame clínico; 
→ Perícia; 
→ Vídeo; 
→ prova testemunhal; ou 
→ outros meios de prova em direito admitidos. 
. U 
O CTB traz como crime uma concentração igual ou superior a 0,3mg/l. Na 
resolução nº 432, o valor é de 0,34mg/l pois a resolução considera este como 
sendo a Medição Realizada pelo aparelho ao qual ainda deve ser 
descontado o erro máximo admissível. Ex.: quando o valor medido pelo 
bafômetro é 0,34mg/l o erro máx. admissível a ser descontado é de 0,04; 
resultando em um valor considerado de 0,3mg/l. Os cálculos para desconto 
deste erro você verá ao estudar a Resolução Nº 432. 
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CRIMES DE TRÂNSITO 
ART. 308. CRIME DE RACHA 
→ Participar, NA DIREÇÃO DE VEÍCULO AUTOMOTOR, em via 
pública, de corrida, disputa ou competição automobilística ou 
ainda de exibição ou demonstração de perícia em manobra de 
veículo automotor, não autorizada pela autoridade 
competente, GERANDO SITUAÇÃO DE RISCO à 
incolumidade pública ou privada. 
→ Detenção, de 6 meses a 3 anos + multa + suspensão ou 
proibição de se obter a PPD ou CNH. 
→ TRINCA DE PENAS: detenção + multa + suspensão/proibição 
Apenas 2 crimes do CTB possuem a trinca de penas: art. 306 e 
art. 308. 
→ ATENÇÃO!!! 
É necessário que ocorra em via pública, se for em via particular, 
não há crime. 
Deve gerar situação de risco, veremos mais adiante que quando 
há essa exigência, diz-se que o crime é CRIME DE PERIGO 
CONCRETO pois é necessário comprovar a situação de perigo 
para que o crime seja caracterizado. 
 
CRIME DE RACHA QUALIFICADO 
PELO RESULTADO DE LESÃO GRAVE 
§1º Se da prática do crime previsto no caput resultar 
lesão corporal de natureza GRAVE, e as circunstâncias 
demonstrarem que o agente não quis o resultado nem 
assumiu o risco de produzi-lo: 
Reclusão de 3 a 6 anos sem prejuízo das outras penas 
previstas neste artigo. 
PELO RESULTADO DE MORTE 
§2º Se da prática do crime previsto no caput RESULTAR 
MORTE, e as circunstâncias demonstrarem que o agente 
não quis o resultado nem assumiu o risco de produzi-lo: 
Reclusão de 5 a 10 anos sem prejuízo das outras 
penas previstas neste artigo. 
 
 
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CRIMES DE TRÂNSITO 
ART. 309. 
DIRIGIR SEM PPD OU CNH 
→ Dirigir veículo automotor, em via pública, sem a 
devida Permissão para Dirigir ou Habilitação ou, 
ainda, se cassado o direito de dirigir, GERANDO 
PERIGO DE DANO. 
→ Detenção, de 6 meses a 1 ano ou multa. 
→ Crime de perigo concreto. 
→ Atenção: observe que é necessário que o condutor 
deve estar dirigir gerando perigo de dano, ou seja, 
se ele conduz o veículo de maneira normal, não há 
crime, haverá apenas mera infração de trânsito. 
ART. 310. 
CRIME DE PERMITIR/CONFIAR 
→ Permitir, confiar ou entregar a DIREÇÃO de veículo 
automotor a pessoa não habilitada, com habilitação 
cassada ou com o direito de dirigir suspenso, ou, 
ainda, a quem, por seu estado de saúde, física ou 
mental, ou por embriaguez, não esteja em condições 
de conduzi-lo com segurança. 
→ Detenção, de 6 meses a 1 ano ou multa. 
→ Só se pune na forma dolosa. 
ART. 311. 
VELOCIDADE INCOMPATÍVEL 
→ Trafegar em velocidade incompatível com a segurança nas 
proximidades de ESCOLAS, HOSPITAIS, ESTAÇÕES DE EMBARQUE 
E DESEMBARQUE de passageiros, LOGRADOUROS estreitos, ou 
onde haja grande movimentação ou concentração de pessoas, 
GERANDO PERIGO DE DANO. 
→ Detenção, de 6 meses a 1 ano ou multa. 
→ Crime de perigo concreto. 
→ Não é necessário que esteja com excesso de velocidade, basta 
que esta seja incompatível com a segurança do local. 
→ Inovar artificiosamente, em caso de ACIDENTE 
AUTOMOBILÍSTICO COM VÍTIMA, na pendência do respectivo 
procedimento policial preparatório, inquérito policial ou 
processo penal, o estado de lugar, de coisa ou de pessoa, a 
fim de induzir a erro o agente policial, o perito, ou juiz. 
→ Detenção, de 6 meses a 1 ano ou multa. 
→ Aplica-se ainda que não iniciados o procedimento 
preparatório, o inquérito ou o processo aos quais 
se refere. 
ART. 312. CRIME DE INOVAR 
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CRIMES DE TRÂNSITO - ART. 291. 
OBSERVE: A Lei de Juizados Especiais se aplica aos crimes de menor potencial ofensivo, ou seja, aqueles crimes cujo a pena máxima não 
seja superior a 2 anos. É o caso do crime de lesão corporal culposa do art. 303 do CTB. A Composição Civil de Danos é a proposta feita 
pelo suposto autor do fato a vítima para reparar os prejuízos causados pela infração. Se a vítima aceitar e o juiz homologar o acordo, isso 
implicará em renúncia e teria o condão de extinguir a punibilidade. Já a Transação Penal, consiste em acordo firmado entre MP e acusado 
para antecipar a aplicação de pena (multa ou restrição de direitos) e o processo ser arquivado. O réu não admite culpa e continua 
primário e sem antecedentes criminais. Não há condenação. 
§1º Aplica-se aos crimes de trânsito de LESÃO CORPORAL CULPOSA o disposto nos arts. 74, 76 e 88 da Lei no 9.099, ou seja, 
aplica-se os três institutos despenalizadores da Lei dos Juizados Especiais Criminais: 
→ Composição Civil de Danos (art. 74); 
→ Transação Penal (art. 76); e 
→ Ação Penal Pública Condicionada à Representação (art.88). 
 
ATENÇÃO!!! Além desses casos, na lesão corporal culposa qualificada ou na lesão corporal com incidência de agravante, a pena máxima 
passa a ser MAIOR QUE 2 ANOS, neste caso, de qualquer forma, ficará afastada a condição de menor potencial ofensivo, ou seja, não será mais 
aplicável os benefícios da transação penal e da composição civil de danos. Se apenas majorada, continua sendo condicionada à representação, 
se qualificada perde este benefício também. 
2. Participando,em via pública, de corrida, disputa ou competição automobilística, de exibição ou 
demonstração de perícia em manobra de veículo automotor, não autorizada pela autoridade 
competente; 
3. Transitando em velocidade superior à máxima permitida para a via em 50 km/h. 
1. Sob influência de álcool ou qualquer outra substância psicoativa que determine dependência; 
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BIZU ALVOFEDERAL 
DOS CRIMES DE TRÂNSITO 
O CTB TRAS 11 CRIMES 
→ Apenas 2 são crimes de dano: arts. 302 e 
303. 
→ Apenas 3 são crimes de perigo concreto: 
arts. 308, 309 e 311. 
TRINCA DE PENAS 
Só 2 crimes possuem a trinca de penas: 
→ Embriaguez ao volante (art. 306); e 
→ Crime de Racha (art. 308). 
PENA DE RECLUSÃO 
Só está prevista nos crimes QUALIFICADOS: 
→ Homicídio culposo qualificado (art. 302. §3º); 
→ Lesão culposa qualificada (art. 303. §2º); 
→ Racha qualificado por morte ou lesão culposos 
(art. 308. §1º e §2º). 
Excetuados os crimes de homicídio, lesão, embriaguez e 
racha (crimes mais graves do CTB): 
→ TODOS os demais possuem pena de DETENÇÃO de 6 
meses a 1 ano. 
→ Destes crimes com detenção, TODOS são de DETENÇÃO 
ou MULTA, exceto o crime de violação de suspensão 
(art.307) que é de DETENÇÃO + MULTA. 
ANÁLISE DAS PENAS 
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AINDA SOBRE OS 
CRIMES DE TRÂNSITO 
Para os crimes de trânsito, nas situações em que o juiz 
aplicar a substituição de pena privativa de 
liberdade por pena restritiva de direitos, esta deverá 
ser de PRESTAÇÃO DE SERVIÇO à comunidade; ou a 
entidades públicas, em uma das seguintes atividades: 
→ Trabalho, aos fins de semana, em EQUIPES DE 
RESGATE dos corpos de bombeiros e em outras 
unidades móveis especializadas no atendimento a 
vítimas de trânsito; 
→ Trabalho em UNIDADES DE PRONTO-SOCORRO DE 
HOSPITAIS da rede pública que recebem vítimas de 
acidente de trânsito e politraumatizados; 
→ Trabalho em CLÍNICAS ou instituições especializadas 
na RECUPERAÇÃO DE ACIDENTADOS de trânsito; 
→ Outras atividades relacionadas ao resgate, 
atendimento e recuperação de vítimas de acidentes 
de trânsito. 
Aos crimes de homicídio culposo qualificado e 
lesão corporal qualificada NÃO se aplica o 
disposto no inciso I do caput do art. 44 do 
Código Penal. 
**Art. 44. Do CP - As penas restritivas de direitos são 
autônomas e substituem as privativas de liberdade, 
quando: 
I – aplicada pena privativa de liberdade não superior a 
quatro anos e o crime não for cometido com violência ou 
grave ameaça à pessoa ou, qualquer que seja a pena 
aplicada, se o crime for culposo. 
APLICAÇÃO DAS PENAS 
NOVIDADE 
 Lei nº 14.071, de 2020 
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ALGUNS CONCEITOS 
IMPORTANTES 
Parte da via diferenciada da pista de 
rolamento destinada à parada ou 
estacionamento de veículos, em caso 
de emergência, e à circulação de 
pedestres e bicicletas, quando não 
houver local apropriado para esse fim. 
ÁREA DE ESPERA 
Área delimitada por 2 linhas de 
retenção, destinada exclusivamente à 
espera de motocicletas, motonetas e 
ciclomotores, junto à aproximação 
semafórica, imediatamente à frente da 
linha de retenção dos demais 
veículos. 
ACOSTAMENTO 
CALÇADA 
Parte da via, normalmente segregada 
e em nível diferente, não destinada à 
circulação de veículos, reservada ao 
trânsito de pedestres e, quando 
possível, à implantação de mobiliário 
urbano, sinalização, vegetação e 
outros fins. 
CAMINHONETE 
Veículo destinado ao 
transporte de carga com peso 
bruto total de até três 3.500 
quilogramas. 
CAMINHONETA 
Veículo misto destinado ao 
transporte de passageiros e 
carga no mesmo compartimento. 
CICLOMOTOR 
Veículo de 2 ou 3 rodas, provido 
de motor de combustão interna, 
cuja cilindrada não exceda a 50 
cm3, equivalente a 3,05 pol3, ou 
de motor de propulsão elétrica 
com potência máxima de 4 kW e 
cuja velocidade máxima de 
fabricação não exceda a 50 
Km/h. 
CICLOVIA 
Pista própria destinada à circulação de ciclos, 
separada fisicamente do tráfego. 
 
comum. 
MOTOCICLETA 
Veículo automotor de 2 rodas, com ou sem 
sidecar, dirigido por condutor em posição 
montada. 
comum. 
MOTONETA 
Veículo automotor de 2 rodas, dirigido por 
condutor em posição sentada. 
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VEÍCULO DE CARGA 
ALGUNS CONCEITOS 
IMPORTANTES 
Movimento de passagem à frente de 
outro veículo que se desloca no mesmo 
sentido, em menor velocidade, mas em 
faixas distintas da via. 
PASSAGEM POR 
OUTRO VEÍCULO ULTRAPASSAGEM 
Movimento de passar à frente de outro 
veículo que se desloca no mesmo sentido, 
em menor velocidade e na mesma faixa 
de tráfego, necessitando sair e retornar à 
faixa de origem. 
TRANSPOSIÇÃO + PASSAGEM + TRANSPOSIÇÃO 
RETORNO 
Movimento de inversão total de 
sentido da direção original de 
veículos. 
CONVERSÃO 
Movimento em ângulo, à 
esquerda ou à direita, de 
mudança da direção original do 
veículo. 
Veículo destinado ao transporte de carga, 
podendo transportar dois passageiros, 
exclusive o condutor. 
VEÍCULO DE PASSAGEIROS 
Veículo destinado ao transporte de PESSOAS 
e suas bagagens. VEÍCULO DE 
COLEÇÃO 
Veículo fabricado há mais de 
30 anos, original ou 
modificado, que possui valor 
histórico próprio. 
TRANSPOSIÇÃO 
DE FAIXAS 
Passagem deum veículo de 
uma faixa demarcada para 
outra. 
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BÔNUS 
ALTERAÇÕES BOAS DE PROVAS 
PRF 
Com a nova lei, a PRF aplica 3 tipos 
de penalidades: 
1. Advertência por escrito; 
2. Multa; 
3. Suspensão do direito de dirigir, 
quando prevista de forma 
específica na infração. 
SUSPENSÃO ADMINISTRATIVA 
1. Sempre que o infrator atingir 20 
pontos em 12 meses; ou 
2. Por transgressão às normas 
cujas infrações preveem de 
forma específica a penalidade 
de suspensão. 
 
1. Sempre que o infrator atingir no período de 12 meses: 
20 pontos - caso constem 2 ou + gravíssimas; 
30 pontos – caso conste 1 gravíssima; 
40 pontos – caso não conste nenhuma gravíssima. 
2. Por transgressão às normas cujas infrações preveem 
de forma específica a penalidade de suspensão. 
 
OUTRA NOVIDADE! 
Antes, as mesmas regras se 
aplicavam aos condutores que 
exercem ATIVIDADE REMUNERADA 
ao veículo, com a nova lei, a 
penalidade de suspensão adm. 
será imposta a estes profissionais 
quando eles atingirem 40 
pontos, INDEPENDENTE da 
natureza das infrações! 
 
RNPC 
A nova lei trouxe a criação do RNPC – Registro Nacional Positivo de 
Condutores que tem a finalidade de cadastrar os condutores que não 
cometeram infrações nos últimos 12 meses. A União, os Estados, o DF e os 
Municípios PODERÃO utilizar o RNPC para conceder BENEFÍCIOS fiscais 
ou tarifários a estes “bons condutores”. 
RENOVAÇÃO DA CNH 
O prazo era de 5 anos 
para condutores de 
até 65 anos e 3 anos 
para condutores acima 
de 65 anos. 
Com a nova lei, o prazo passa a ser 
de 10 anos para condutores com 
menos de 50 anos, 5 anos para 
condutores com idade igual ou 
maior a 50 e inferior a 70 anos e 
prazo de 3 anos para condutores 
com 70 anos ou mais. 
Camila de Jesus Morais
camiladjmorais@gmail.com
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BÔNUS 
ALTERAÇÕES BOAS DE PROVAS 
NOVIDADE ! 
As propostas de normasregulamentares feitas pelo CONTRAN 
(resoluções) serão submetidas a 
PRÉVIA CONSULTA PÚBLICA, por meio 
da rede mundial de computadores, 
pelo período mínimo de 30 dias, 
antes do exame da matéria pelo 
Contran. 
Não havia essa exigência antes! 
 
PENALIDADE DE SUSPENSÃO ADM. 
Os DETRANs podem aplicar a PENALIDADE DE SUSPENSÃO do direito de dirigir quando ¹o 
condutor atingir os limites de pontos estabelecidos pelo CTB e ²quando a infração previr a 
penalidade de suspensão do direito de dirigir de forma específica e a autuação tiver sido 
efetuada pelo próprio órgão executivo estadual de trânsito. 
ATENÇÃO, houve uma ”democratização” na aplicação da penalidade de suspensão do direito 
de dirigir com a nova lei, mas apenas os DETRANs podem aplica-la no caso de o condutor 
atingir os pontos previstos no CTB. 
Os demais órgãos, PRF, órgãos e entidades executivos rodoviários, órgãos e entidades 
executivos de trânsito dos Municípios só poderão aplicar a penalidade de suspensão, 
¹QUANDO ESTA ESTIVER PREVISTA DE FORMA ESPECÍFICA PARA A INFRAÇÃO COMETIDA, 
devendo comunicar a aplicação da penalidade ao DENATRAN. 
PEGADINHA BOA DE PROVA 
Com relação aos veículos destinados a socorro de incêndio e 
salvamento, os de polícia, os de fiscalização e operação de 
trânsito e as ambulâncias: 
- Quando os dispositivos de alarme sonoro E iluminação 
intermitente estiverem acionados, todos os CONDUTORES 
deverão deixar livre a passagem. 
- Ao ouvir o alarme sonoro OU avistarem a luz intermitente os 
PEDESTRES deverão aguardar no passeio. 
CRIANÇAS 
Antes o CTB previa que crianças com idade inferior a 10 anos 
deveriam ser transportadas nos bancos traseiros, salvo 
exceções regulamentadas pelo CONTRAN. Com a nova lei, 
crianças com idade inferior a 10 anos e (+) que não tenham 
atingido 1,45m de altura, devem ser transportadas no banco 
traseiro em dispositivo de retenção adequado, salvo exceções 
regulamentadas pela CONTRAN. Observe, com isso, se a 
criança tiver menos de 10 anos, mas já possuir mais que 1,45m 
de altura, poderá ser transportada no banco da frente. 
Camila de Jesus Morais
camiladjmorais@gmail.com
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resguardada a propriedade intelectual do criador. 
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Neste caso, estarei sempre à disposição para atender ao contato de vocês e responder a qualquer dúvida, reclamação 
ou sugestão. Em caso de qualquer atualização quanto a estes aspectos, o MATERIAL COMPLETO será reenviado para 
todos que já o tenham adquirido. 
 E-mail: alvofederal@gmail.com 
Por fim, gostaria de agradecer imensamente a você que confiou e adquiriu este material. A ideia de fazê-
lo surgiu de uma vontade de ter um material completo, atualizado e esquematizado, algo que não estava 
encontrando para adquirir. 
Desejo que você obtenha sucesso nos seus estudos e que seus objetivos sejam alcançados. 
Com carinho, Larissa Guimarães, vulgo @alvofederal. 
Créditos da arte da capa: @vnc_designer 
Camila de Jesus Morais
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