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As poesias explicavam o surgimento do mundo através de interpretações míticas. A passagem do pensamento cosmogônico para o pensamento cosmológico não se deu através de um salto, nem substitui por completo o anterior. Foi um processo lento e gradativo em que uma série de fatores, como o nascimento da cidade-estado, a invenção da escrita, das leis escritas, a invenção da moeda, contribuíram para que, assim como o poder e a organização da vida social, os mitos também fossem questionados.
Cosmologia, significa:
a. A cosmologia é o estudo da origem e da composição do Universo. Os filósofos pré-socráticos são considerados cosmólogos por buscarem a origem racional do Universo.
b. A cosmologia é o que explica a origem dos deuses.
c. A cosmologia é o mesmo que astrologia, em que se busca uma explicação não racional para o universo.
d. Cosmologia é o estudo da filosofia a partir da astrologia.
e. Cosmologia significa a busca de uma unificação do pensamento grego, assim como do poder político.

Os aedos (poetas-cantores) são cultores da memória. Eles possuem a força da palavra e revelam a vida e a origem dos seres e do mundo. As concepções míticas são mantidas vivas pela tradição oral. Porém, com a invenção da escrita:
Essas concepções passam a ser registradas.
a. Essas concepções passam a ser registradas.
b. Foi mantida exclusivamente a tradição oral.
c. Essas interpretações míticas da história se perderam.
d. Prevaleceu a visão filosófica, em detrimento do registro da mitologia por escrito, principalmente no período Homérico.
e. Deixa-se de registrar a mitologia, para dar vazão à história tal qual ela ocorreu.

Os Diálogos de Platão, seguindo uma ordem cronológica, costumam ser classificados em três grupos ou mesmo quatro.
Assinale a alternativa incorreta quanto ao que diz respeito aos Diálogos de Platão:
a. Os primeiros são chamados de “Diálogos da juventude” ou “Diálogos socráticos”.
b. Quando Platão retorna da sua viagem à Sicília (388 a.C.) e funda a Academia em Atenas (387 a.C.) identifica-se, nos seus escritos, um afastamento em relação ao pensamento de Sócrates e uma centralização no desenvolvimento da teoria das ideias. Temos aí os “Diálogos da fase intermediária”.
c. Posteriormente temos os “Diálogos da maturidade”, em que Platão faz uma revisão e uma reformulação da sua teoria das ideias ou das formas.
d. Cabe dizer que não há um consenso sobre a classificação dos diálogos e que entre os estudiosos de Platão há controvérsias sobre a ordem cronológica.
e. Há um consenso sobre a classificação dos diálogos, não havendo controvérsias sobre sua ordem cronológica.

Nasceu em Atenas, no distrito de Alopécia, era filho da parteira Fenareta com o escultor Sofronisco. Viveu no século V a.C., no chamado “Século de Ouro”, século do apogeu político, cultural, econômico e militar de Atenas. Foi casado com Xantipa e há relatos de que teve outra esposa, chamada Mirto, no período em que a poligamia foi permitida e incentivada para equilibrar a população. Teve três filhos, provavelmente dois com Xantipa, Lamprocles e Menexeno e outro com Mirto, chamado Sofronisco (BENOIT, 2006, p. 23). Herdou do pai a profissão de escultor à qual parece ter se dedicado por algum tempo, antes de abraçar a missão suscitada pela revelação do oráculo de Delfos. A famosa frase “Só sei que nada sei” explica a essência do pensador, que ao ser apontado como o homem mais sábio do mundo, dizia que o que o diferenciava de outros sábios é que tinha noção da sua ignorância.
A biografia acima refere-se a:
a. Sócrates (470-399 a.C.)
b. Tales de Mileto (624-558 a.C.).
c. Anaximandro (610-546 a.C.).
d. Pitágoras (582-497 a.C.).
e. Parmênides (510-445 a.C.).

No nosso dia a dia frequentemente utilizamos a expressão “é lógico” ou “isso é lógico”. Por exemplo: “É lógico que meu time será campeão esse ano”. “É lógico que gosto de pizza”, “É lógico que vou assistir aula de filosofia hoje”. Nesses casos, a expressão “é lógico” é utilizada no sentido de algo que parece ser evidente, em que não há nenhuma dúvida.
A lógica formal foi desenvolvida por:
a. Heráclito.
b. Aristóteles.
c. Platão.
d. Sócrates.
e. Epicuro.

Imaginemos uma caverna subterrânea onde, desde a infância, geração após geração, seres humanos estão aprisionados. Suas pernas e seus pescoços estão algemados de tal modo que são forçados a permanecer sempre no mesmo lugar e a olhar apenas para frente, não podendo girar a cabeça nem para trás nem para os lados. A entrada da caverna permite que alguma luz exterior ali penetre, de modo que se possa, na semiobscuridade, enxergar o que se passa no interior.
Esse trecho foi retirado da obra:
a. Apologia de Sócrates.
b. Alegoria ou Mito da Caverna, de Platão, recontado por Marilena Chauí.
c. Fedro, de Platão.
d. Poética, de Aristóteles.
e. Sofista, Platão.

Considere as afirmacoes abaixo: I – Para Platão, o mundo sensível é o nosso mundo material, é o mundo das aparências, que é múltiplo, mutável – regido pela doxa (opinião). Já o mundo das ideias é idêntico e permanente, regido pela episteme (conhecimento). Dessa forma, é necessário sair do mundo das aparências e ascender até o mundo verdadeiro das ideias. II – Para Platão, é necessário lembrar-se das verdades contempladas, mas esquecidas. III – Para Platão, não há verdades, não há mundo sensível, só o real, sem aparências.
Somente a I e a II estão corretas.
a. Somente a I e a III estão corretas.
b. Somente a I e a II estão corretas.
c. Somente a III está correta.
d. Somente a II está correta.
e. Todas estão corretas.

Aristóteles concebe o conhecimento como um processo linear e cumulativo, que tem início com as impressões sensíveis e pode desenvolver-se até o conhecimento abstrato mais geral.
O conhecimento tem início:
a. Com a experiência insensível, e esta, unida à verdade, produz um conhecimento de experiência, ou seja, um conhecimento do tipo “saber pensar”.
b. Com a experiência abstrata, e esta, unida à palavra, produz um conhecimento de dedução, ou seja, um conhecimento do tipo “saber fazer”.
c. Com a experiência sensível, e esta, unida à memória, produz um conhecimento de experiência, ou seja, um conhecimento do tipo “saber fazer”.
d. Com o estudo teórico, e este, unida à palavra, produz um conhecimento de experiência, ou seja, um conhecimento do tipo “saber fazer”.
e. Com a leitura da palavra, e esta, unida à memória, produz um conhecimento teórico, ou seja, um conhecimento do tipo “validado pela ciência”.

Os aedos (poetas-cantores) são cultores da memória. Eles possuem a força da palavra e revelam a vida e a origem dos seres e do mundo. As concepções míticas são mantidas vivas pela tradição oral. Porém, com a invenção da escrita:
Resposta
a. Essas concepções passam a ser registradas.
b. Foi mantida exclusivamente a tradição oral.
c. Essas interpretações míticas da história se perderam.
d. Prevaleceu a visão filosófica, em detrimento do registro da mitologia por escrito, principalmente no período Homérico.
e. Deixa-se de registrar a mitologia, para dar vazão à história tal qual ela ocorreu.

Considere as afirmacoes abaixo: I – Para Platão, o mundo sensível é o nosso mundo material, é o mundo das aparências, que é múltiplo, mutável – regido pela doxa (opinião). Já o mundo das ideias é idêntico e permanente, regido pela episteme (conhecimento). Dessa forma, é necessário sair do mundo das aparências e ascender até o mundo verdadeiro das ideias. II – Para Platão, é necessário lembrar-se das verdades contempladas, mas esquecidas. III – Para Platão, não há verdades, não há mundo sensível, só o real, sem aparências.
Resposta:
a. Somente a I e a III estão corretas.
b. Somente a I e a II estão corretas.
c. Somente a III está correta.
d. Somente a II está correta.
e. Todas estão corretas.

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Questões resolvidas

As poesias explicavam o surgimento do mundo através de interpretações míticas. A passagem do pensamento cosmogônico para o pensamento cosmológico não se deu através de um salto, nem substitui por completo o anterior. Foi um processo lento e gradativo em que uma série de fatores, como o nascimento da cidade-estado, a invenção da escrita, das leis escritas, a invenção da moeda, contribuíram para que, assim como o poder e a organização da vida social, os mitos também fossem questionados.
Cosmologia, significa:
a. A cosmologia é o estudo da origem e da composição do Universo. Os filósofos pré-socráticos são considerados cosmólogos por buscarem a origem racional do Universo.
b. A cosmologia é o que explica a origem dos deuses.
c. A cosmologia é o mesmo que astrologia, em que se busca uma explicação não racional para o universo.
d. Cosmologia é o estudo da filosofia a partir da astrologia.
e. Cosmologia significa a busca de uma unificação do pensamento grego, assim como do poder político.

Os aedos (poetas-cantores) são cultores da memória. Eles possuem a força da palavra e revelam a vida e a origem dos seres e do mundo. As concepções míticas são mantidas vivas pela tradição oral. Porém, com a invenção da escrita:
Essas concepções passam a ser registradas.
a. Essas concepções passam a ser registradas.
b. Foi mantida exclusivamente a tradição oral.
c. Essas interpretações míticas da história se perderam.
d. Prevaleceu a visão filosófica, em detrimento do registro da mitologia por escrito, principalmente no período Homérico.
e. Deixa-se de registrar a mitologia, para dar vazão à história tal qual ela ocorreu.

Os Diálogos de Platão, seguindo uma ordem cronológica, costumam ser classificados em três grupos ou mesmo quatro.
Assinale a alternativa incorreta quanto ao que diz respeito aos Diálogos de Platão:
a. Os primeiros são chamados de “Diálogos da juventude” ou “Diálogos socráticos”.
b. Quando Platão retorna da sua viagem à Sicília (388 a.C.) e funda a Academia em Atenas (387 a.C.) identifica-se, nos seus escritos, um afastamento em relação ao pensamento de Sócrates e uma centralização no desenvolvimento da teoria das ideias. Temos aí os “Diálogos da fase intermediária”.
c. Posteriormente temos os “Diálogos da maturidade”, em que Platão faz uma revisão e uma reformulação da sua teoria das ideias ou das formas.
d. Cabe dizer que não há um consenso sobre a classificação dos diálogos e que entre os estudiosos de Platão há controvérsias sobre a ordem cronológica.
e. Há um consenso sobre a classificação dos diálogos, não havendo controvérsias sobre sua ordem cronológica.

Nasceu em Atenas, no distrito de Alopécia, era filho da parteira Fenareta com o escultor Sofronisco. Viveu no século V a.C., no chamado “Século de Ouro”, século do apogeu político, cultural, econômico e militar de Atenas. Foi casado com Xantipa e há relatos de que teve outra esposa, chamada Mirto, no período em que a poligamia foi permitida e incentivada para equilibrar a população. Teve três filhos, provavelmente dois com Xantipa, Lamprocles e Menexeno e outro com Mirto, chamado Sofronisco (BENOIT, 2006, p. 23). Herdou do pai a profissão de escultor à qual parece ter se dedicado por algum tempo, antes de abraçar a missão suscitada pela revelação do oráculo de Delfos. A famosa frase “Só sei que nada sei” explica a essência do pensador, que ao ser apontado como o homem mais sábio do mundo, dizia que o que o diferenciava de outros sábios é que tinha noção da sua ignorância.
A biografia acima refere-se a:
a. Sócrates (470-399 a.C.)
b. Tales de Mileto (624-558 a.C.).
c. Anaximandro (610-546 a.C.).
d. Pitágoras (582-497 a.C.).
e. Parmênides (510-445 a.C.).

No nosso dia a dia frequentemente utilizamos a expressão “é lógico” ou “isso é lógico”. Por exemplo: “É lógico que meu time será campeão esse ano”. “É lógico que gosto de pizza”, “É lógico que vou assistir aula de filosofia hoje”. Nesses casos, a expressão “é lógico” é utilizada no sentido de algo que parece ser evidente, em que não há nenhuma dúvida.
A lógica formal foi desenvolvida por:
a. Heráclito.
b. Aristóteles.
c. Platão.
d. Sócrates.
e. Epicuro.

Imaginemos uma caverna subterrânea onde, desde a infância, geração após geração, seres humanos estão aprisionados. Suas pernas e seus pescoços estão algemados de tal modo que são forçados a permanecer sempre no mesmo lugar e a olhar apenas para frente, não podendo girar a cabeça nem para trás nem para os lados. A entrada da caverna permite que alguma luz exterior ali penetre, de modo que se possa, na semiobscuridade, enxergar o que se passa no interior.
Esse trecho foi retirado da obra:
a. Apologia de Sócrates.
b. Alegoria ou Mito da Caverna, de Platão, recontado por Marilena Chauí.
c. Fedro, de Platão.
d. Poética, de Aristóteles.
e. Sofista, Platão.

Considere as afirmacoes abaixo: I – Para Platão, o mundo sensível é o nosso mundo material, é o mundo das aparências, que é múltiplo, mutável – regido pela doxa (opinião). Já o mundo das ideias é idêntico e permanente, regido pela episteme (conhecimento). Dessa forma, é necessário sair do mundo das aparências e ascender até o mundo verdadeiro das ideias. II – Para Platão, é necessário lembrar-se das verdades contempladas, mas esquecidas. III – Para Platão, não há verdades, não há mundo sensível, só o real, sem aparências.
Somente a I e a II estão corretas.
a. Somente a I e a III estão corretas.
b. Somente a I e a II estão corretas.
c. Somente a III está correta.
d. Somente a II está correta.
e. Todas estão corretas.

Aristóteles concebe o conhecimento como um processo linear e cumulativo, que tem início com as impressões sensíveis e pode desenvolver-se até o conhecimento abstrato mais geral.
O conhecimento tem início:
a. Com a experiência insensível, e esta, unida à verdade, produz um conhecimento de experiência, ou seja, um conhecimento do tipo “saber pensar”.
b. Com a experiência abstrata, e esta, unida à palavra, produz um conhecimento de dedução, ou seja, um conhecimento do tipo “saber fazer”.
c. Com a experiência sensível, e esta, unida à memória, produz um conhecimento de experiência, ou seja, um conhecimento do tipo “saber fazer”.
d. Com o estudo teórico, e este, unida à palavra, produz um conhecimento de experiência, ou seja, um conhecimento do tipo “saber fazer”.
e. Com a leitura da palavra, e esta, unida à memória, produz um conhecimento teórico, ou seja, um conhecimento do tipo “validado pela ciência”.

Os aedos (poetas-cantores) são cultores da memória. Eles possuem a força da palavra e revelam a vida e a origem dos seres e do mundo. As concepções míticas são mantidas vivas pela tradição oral. Porém, com a invenção da escrita:
Resposta
a. Essas concepções passam a ser registradas.
b. Foi mantida exclusivamente a tradição oral.
c. Essas interpretações míticas da história se perderam.
d. Prevaleceu a visão filosófica, em detrimento do registro da mitologia por escrito, principalmente no período Homérico.
e. Deixa-se de registrar a mitologia, para dar vazão à história tal qual ela ocorreu.

Considere as afirmacoes abaixo: I – Para Platão, o mundo sensível é o nosso mundo material, é o mundo das aparências, que é múltiplo, mutável – regido pela doxa (opinião). Já o mundo das ideias é idêntico e permanente, regido pela episteme (conhecimento). Dessa forma, é necessário sair do mundo das aparências e ascender até o mundo verdadeiro das ideias. II – Para Platão, é necessário lembrar-se das verdades contempladas, mas esquecidas. III – Para Platão, não há verdades, não há mundo sensível, só o real, sem aparências.
Resposta:
a. Somente a I e a III estão corretas.
b. Somente a I e a II estão corretas.
c. Somente a III está correta.
d. Somente a II está correta.
e. Todas estão corretas.

Prévia do material em texto

Usuário josiane.silva158 @aluno.unip.br
Curso FUNDAMENTOS DE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO
Teste QUESTIONÁRIO UNIDADE II
Iniciado 05/10/22 12:57
Enviado 05/10/22 13:40
Status Completada
Resultado da
tentativa
2,4 em 3 pontos
Tempo
decorrido
43 minutos
Resultados
exibidos
Todas as respostas, Respostas enviadas, Respostas corretas,
Comentários, Perguntas respondidas incorretamente
●
Pergunta 1
● 0 em 0,3 pontos
●
Conforme foi exposto, o pensamento filosófico é filho da pólis. O ponto de
partida para a filosofia grega foram as poesias cosmogônicas.
Assinale a alternativa que define o conceito de Pólis:
Resposta
Seleciona
da:
a.
Era o modelo da democracia ateniense.
Respostas: a.
Era o modelo da democracia ateniense.
b.
Era o modelo das antigas cidades gregas, desde
o período arcaico até o período clássico,
vindo a perder importância a partir do domínio
romano. Devido às suas características, o
termo pode ser usado como sinônimo de
cidade-estado.
c.
Representada pelo Monte Olimpo, a partir de uma
grande unificação de poder, que tinha como
fonte os deuses.
d.
Era o modelo das cidades fenícias, que não foi
seguido pelos gregos.
e.
Pólis significa Politeísmo, a crença em vários
deuses.
●
● Pergunta 2
● 0,3 em 0,3 pontos
●
As poesias explicavam o surgimento do mundo através de interpretações
míticas. A passagem do pensamento cosmogônico para o
pensamento cosmológico não se deu através de um salto, nem
substitui por completo o anterior. Foi um processo lento e gradativo
em que uma série de fatores, como o nascimento da cidade-estado, a
invenção da escrita, das leis escritas, a invenção da moeda,
contribuíram para que, assim como o poder e a organização da vida
social, os mitos também fossem questionados. Cosmologia, significa:
Resposta
Seleciona
da:
a.
A cosmologia é o estudo da origem e da
composição do Universo. Os filósofos
pré-socráticos são considerados cosmólogos
por buscarem a origem racional do Universo.
Respostas: a.
A cosmologia é o estudo da origem e da
composição do Universo. Os filósofos
pré-socráticos são considerados cosmólogos
por buscarem a origem racional do Universo.
b.
A cosmologia é o que explica a origem dos
deuses.
c.
A cosmologia é o mesmo que astrologia, em que
se busca uma explicação não racional para o
universo.
d.
Cosmologia é o estudo da filosofia a partir da
astrologia.
e.
Cosmologia significa a busca de uma unificação
do pensamento grego, assim como do poder
político.
Comentário da
resposta:
Resposta: A
Comentário: A alternativa A conceitua
corretamente a palavra Cosmologia,
relacionada à origem do universo, do
Cosmos.
●
● Pergunta 3
● 0,3 em 0,3 pontos
●
Os aedos (poetas-cantores) são cultores da memória. Eles possuem a
força da palavra e revelam a vida e a origem dos seres e do mundo.
As concepções míticas são mantidas vivas pela tradição oral. Porém,
com a invenção da escrita:
Resposta
Selecionad
a:
a.
Essas concepções passam a ser registradas.
Respostas: a.
Essas concepções passam a ser registradas.
b.
Foi mantida exclusivamente a tradição oral.
c.
Essas interpretações míticas da história se
perderam.
d.
Prevaleceu a visão filosófica, em detrimento do
registro da mitologia por escrito,
principalmente no período Homérico.
e.
Deixa-se de registrar a mitologia, para dar
vazão à história tal qual ela ocorreu.
Comentário da
resposta:
Resposta: A
Comentário: A advento da escrita leva ao
registro dos acontecimentos, superando a
fase da oralidade.
●
● Pergunta 4
● 0 em 0,3 pontos
●
Os Diálogos de Platão, seguindo uma ordem cronológica, costumam ser
classificados em três grupos ou mesmo quatro. Assinale a alternativa
incorreta quanto ao que diz respeito aos Diálogos de Platão:
Resposta
Seleciona
da:
b.
Quando Platão retorna da sua viagem à Sicília
(388 a.C.) e funda a Academia em Atenas
(387 a.C.) identifica-se, nos seus escritos, um
afastamento em relação ao pensamento de
Sócrates e uma centralização no
desenvolvimento da teoria das ideias. Temos
aí os “Diálogos da fase intermediária”.
Respostas: a.
Os primeiros são chamados de “Diálogos da
juventude” ou “Diálogos socráticos”.
b.
Quando Platão retorna da sua viagem à Sicília
(388 a.C.) e funda a Academia em Atenas
(387 a.C.) identifica-se, nos seus escritos, um
afastamento em relação ao pensamento de
Sócrates e uma centralização no
desenvolvimento da teoria das ideias. Temos
aí os “Diálogos da fase intermediária”.
c.
Posteriormente temos os “Diálogos da
maturidade”, em que Platão faz uma revisão e
uma reformulação da sua teoria das ideias ou
das formas.
d.
Cabe dizer que não há um consenso sobre a
classificação dos diálogos e que entre os
estudiosos de Platão há controvérsias sobre a
ordem cronológica.
e.
Há um consenso sobre a classificação dos
diálogos, não havendo controvérsias sobre
sua ordem cronológica.
●
● Pergunta 5
● 0,3 em 0,3 pontos
●
Nasceu em Atenas, no distrito de Alopécia, era filho da parteira Fenareta
com o escultor Sofronisco. Viveu no século V a.C., no chamado
“Século de Ouro”, século do apogeu político, cultural, econômico e
militar de Atenas. Foi casado com Xantipa e há relatos de que teve
outra esposa, chamada Mirto, no período em que a poligamia foi
permitida e incentivada para equilibrar a população. Teve três filhos,
provavelmente dois com Xantipa, Lamprocles e Menexeno e outro
com Mirto, chamado Sofronisco (BENOIT, 2006, p. 23). Herdou do pai
a profissão de escultor à qual parece ter se dedicado por algum
tempo, antes de abraçar a missão suscitada pela revelação do
oráculo de Delfos. A famosa frase “Só sei que nada sei” explica a
essência do pensador, que ao ser apontado como o homem mais
sábio do mundo, dizia que o que o diferenciava de outros sábios é
que tinha noção da sua ignorância.
A biografia acima refere-se a:
Resposta Selecionada: a.
Sócrates (470-399 a.C.)
Respostas: a.
Sócrates (470-399 a.C.)
b.
Tales de Mileto (624-558 a.C.).
c.
Anaximandro (610-546 a.C.).
d.
Pitágoras (582-497 a.C.).
e.
Parmênides (510-445 a.C.).
Comentário da
resposta:
Resposta: A
Comentário: É de Sócrates a famosa frase
“Só sei que nada sei”.
●
● Pergunta 6
● 0,3 em 0,3 pontos
●
No nosso dia a dia frequentemente utilizamos a expressão “é lógico” ou
“isso é lógico”. Por exemplo: “É lógico que meu time será campeão
esse ano”. “É lógico que gosto de pizza”, “É lógico que vou assistir
aula de filosofia hoje”. Nesses casos, a expressão “é lógico” é
utilizada no sentido de algo que parece ser evidente, em que não há
nenhuma dúvida. A lógica formal foi desenvolvida por:
Resposta Selecionada: b.
Aristóteles.
Respostas: a.
Heráclito.
b.
Aristóteles.
c.
Platão.
d.
Sócrates.
e.
Epicuro.
Comentário da
resposta:
Resposta: B
Comentário: A lógica formal foi desenvolvida
por Aristóteles no século IV a.C. e tem
como objetivo analisar as formas do
correto pensar.
●
● Pergunta 7
● 0,3 em 0,3 pontos
●
Observe os exemplos abaixo:
Todo homem é mortal.
Sócrates é homem.
Logo, Sócrates é mortal.
Tratam-se de exemplos do argumento:
Resposta Selecionada: a.
Dedutivo.
Respostas: a.
Dedutivo.
b.
Indutivo.
c.
Argumentativo de autoridade.
d.
Enumeração.
e.
Exemplificação.
Comentário da
resposta:
Resposta: A
Comentário: A frase é um exemplo de
argumento dedutivo.
●
● Pergunta 8
● 0,3 em 0,3 pontos
●
Imaginemos uma caverna subterrânea onde, desde a infância, geração
após geração, seres humanos estão aprisionados. Suas pernas e
seus pescoços estão algemados de tal modo que são forçados a
permanecer sempre no mesmo lugar e a olhar apenas para frente,
não podendo girar a cabeça nem para trás nem para os lados. A
entrada da caverna permite que alguma luz exterior ali penetre, de
modo que se possa, na semiobscuridade, enxergar o que se passa no
interior.
Esse trecho foi retirado da obra:
Resposta
Selecionada:
b.
Alegoria ou Mito da Caverna, de Platão,
recontado por Marilena Chauí.
Respostas: a.
Apologia de Sócrates.
b.
Alegoria ou Mito da Caverna, de Platão,
recontado por Marilena Chauí.
c.
Fedro, de Platão.
d.Poética, de Aristóteles.
e.
Sofista, Platão.
Comentário
da
respost
a:
Resposta: B
Comentário: Em A República, a caverna é uma
alegoria ao modo como os homens
permanecem antes da filosofia, tal como sua
subida ao mundo superior. O homem comum,
prisioneiro de hábitos, preconceitos,
costumes e práticas que adquiriu desde a
infância, é um homem que está na caverna, e
só consegue enxergar as coisas de maneira
parcial, limitada, incompleta e distorcida,
como “sombras”. Na caverna, só veriam as
sombras, ou seja, estariam presos nas
correntes da ignorância, não entendendo o
mundo em que vivem.
●
● Pergunta 9
● 0,3 em 0,3 pontos
●
Considere as afirmações abaixo:
I – Para Platão, o mundo sensível é o nosso mundo material, é o mundo
das aparências, que é múltiplo, mutável – regido pela doxa (opinião).
Já o mundo das ideias é idêntico e permanente, regido pela episteme
(conhecimento). Dessa forma, é necessário sair do mundo das
aparências e ascender até o mundo verdadeiro das ideias.
II – Para Platão, é necessário lembrar-se das verdades contempladas,
mas esquecidas.
III – Para Platão, não há verdades, não há mundo sensível, só o real, sem
aparências.
Resposta Selecionada: b.
Somente a I e a II estão corretas.
Respostas: a.
Somente a I e a III estão corretas.
b.
Somente a I e a II estão corretas.
c.
Somente a III está correta.
d.
Somente a II está correta.
e.
Todas estão corretas.
Comentário da
resposta:
Resposta: B
Comentário: Platão trabalha com o conceito de
verdade, há verdades contempladas, mas
muitas vezes esquecidas.
●
● Pergunta 10
● 0,3 em 0,3 pontos
●
Aristóteles concebe o conhecimento como um processo linear e
cumulativo, que tem início com as impressões sensíveis e pode
desenvolver-se até o conhecimento abstrato mais geral. O
conhecimento tem início:
Resposta
Selecionad
a:
c.
Com a experiência sensível, e esta, unida à
memória, produz um conhecimento de
experiência, ou seja, um conhecimento do
tipo “saber fazer”.
Respostas: a.
Com a experiência insensível, e esta, unida à
verdade, produz um conhecimento de
experiência, ou seja, um conhecimento do
tipo “saber pensar”.
b.
Com a experiência abstrata, e esta, unida à
palavra, produz um conhecimento de
dedução, ou seja, um conhecimento do tipo
“saber fazer”.
c.
Com a experiência sensível, e esta, unida à
memória, produz um conhecimento de
experiência, ou seja, um conhecimento do
tipo “saber fazer”.
d.
Com o estudo teórico, e este, unida à palavra,
produz um conhecimento de experiência, ou
seja, um conhecimento do tipo “saber fazer”.
e.
Com a leitura da palavra, e esta, unida à
memória, produz um conhecimento teórico,
ou seja, um conhecimento do tipo “validado
pela ciência”.
Comentário
da
respost
a:
Resposta: C
Comentário: Aristóteles foi um severo crítico de
Platão. O ponto central de sua contestação
consiste na rejeição do dualismo – mundo
sensível e mundo inteligível – representado
pela teoria das ideias. Para Aristóteles, todo
conhecimento principia com os sentidos ou as
sensações (aisthesis), de maneira que não há
“nada no intelecto que não estivesse antes
nos sentidos”, a sensação, portanto, não é o
engano ou a mentira, como dizia Platão.
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Quarta-feira, 5 de Outubro de 2022 13h41min01s GMT-03:00