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UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR
10
Sistema de Ensino Presencial Conectado
BACHARELADO EM SERVIÇO SOCIAL
lilian nara lima castelo branco
	ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO I
CARACTERIZAÇÃO SÓCIO INSTITUCIONAL DO CENTO DE REFERÊNCIA E ASSISTÊNCIA SOCIAL - CRAS
Esperantina-PI
2021
LILIAN NARA LIMA CASTELO BRANCO
ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO I
Caracterização Sócio-Institucional
Trabalho apresentado ao Curso de Serviço Social da Universidade Pitágoras Unopar, para a disciplina de Estágio Curricular Obrigatório I.
Esperantina-PI
2021
SUMÁRIO
1 – Contextualização Histórica da Instituição	04
1.1 Identificação da Instituição: 	04
1.2 Estrutura Organizacional: 	04
2 – Objetivo Institucional: 	06
2.1 Natureza dos programas e projetos: 	06
2.2 Política Social: 	06
2.3 Recursos Financeiros: 	07
3 – Âmbito Institucional: 	08
3.1 Caracterização da população: 	08
3.2 Processo decisório: 	08
3.3 Relação demanda/cobertura do atendimento: 	08
3.4 Serviço Social na instituição: 	09
3.5 Cotidiano do exercício profissional: 	09
3.6 Relação profissional de trabalho com os demais atores institucionais: 10
3.7 Dimensão ético-política: 	10
4 – Referências: 	12
1 – CONTEXTUALIZAÇÃO HISTÓRICA DA INSTITUIÇÃO
1.1 Identificação da Instituição
O Centro de Referência da Assistência Social - CRAS - é uma unidade pública estatal localizada em locais que possuem uma maior probabilidade de vulnerabilidade e de risco social. É destinado ao atendimento sócioassistencial de famílias, sendo assim também conhecido como a “Casa da Família”. Atua com famílias e indivíduos em seu contexto comunitário, visando à orientação e o fortalecimento sócio familiar.
O Centro de Referencia de Assistência Social CRAS II foi fundado no ano de 2010, na administração do então prefeito Edisio Alves Maia. O mesmo fica localizado na Rua Nazaré Spindola S/Nº - no centro do município de Matias Olímpio-PI. 
O Centro de Referencia de Assistência Social (CRAS) começou com atendimento ao publico com vulnerabilidade e baixa renda, oferecendo programas e políticas públicas, como: Serviço de convivência e fortalecimento de vinculo – SCFV, atendimento psicossocial, cursos oferecidos profissionalizante aos beneficiários do programa do bolsa família. Atualmente o Centro de Referencia de Assistência Social – CRAS atende todo o município de Matias Olímpio.
1.2 Estrutura Organizacional
Atualmente a instituição é gerenciada pela Secretaria de Assistência Social, Erdenia Scoot Sobreira Lima. O CRAS tem como propósito oferecer um atendimento de excelência à comunidade respeitando os princípios da assistência social. Os atendimentos oferecidos pelo Centro de referencia e assistência social CRAS são: atendimento ao publico com vulnerabilidade e baixa renda, oferecendo programas e políticas públicas como: Serviço de convivência e fortalecimento de vinculo – SCFV, atendimento psicossocial e cursos profissionalizantes oferecidos aos beneficiários 
Atualmente o mesmo possui uma equipe formada por secretaria e sub secretaria de assistência social, duas coordenadoras, uma psicóloga, uma assistente social, três orientadores sociais, uma recepcionista, uma auxiliar administrativa, quatro vigias , uma zeladora, uma merendeira, Técnico em enfermagem, auxiliar de enfermagem, Serviços gerais, Agente administrativo e motorista.
2 - OBJETIVO INSTITUCIONAL
2.1 Natureza dos programas e projetos
O CRAS - Centro de Referência de Assistência Social - tem como objetivo prevenir a ocorrência de situações de vulnerabilidade e riscos sociais nos territórios, por meio de desenvolvimento de potencialidades e aquisições, do fortalecimento de vínculos familiares e comunitários, e da ampliação do acesso aos direitos de cidadania.
O CRAS diferencia-se das demais unidades de assistência social pois desempenha as funções de gestão da proteção básica no seu território e oferta o Programa de Atenção Integral à Família - PAIF. É função do CRAS junto com sua equipe articular a rede socioassistencial de proteção social básica referenciada ao CRAS, promover a articulação intersetorial e a busca ativa, todas realizadas no território de abrangência do CRAS.
2.2 Política Social
O principal serviço do CRAS é o Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF), desenvolvido principalmente em grupos, busca a participação da família para promover orientações e prevenir situações de vulnerabilidade ou violência.
O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos busca reunir as pessoas, nas suas respectivas faixas etárias, crianças e adolescentes ou idosos, para o desenvolvimento de ações em grupos visando a prevenção a situações de vulnerabilidade e violência, constituem-se em espaços de convivência e fortalecimento de vínculos com a comunidade; Serviço no domicilio para pessoas com deficiência ou idosos que não tenham condições de buscar pelos serviços no CRAS ou na sua comunidade; garante acesso aos Direitos através de encaminhamentos e orientações durante os atendimentos; no caso de famílias em acompanhamento, realiza plano de acompanhamento familiar: planejamento conjunto entre a(s) família(s) e profissionais (psicólogo e assistente social) do CRAS para que a família supere suas dificuldades e alcance seus objetivos.
2.3 Recursos Financeiros
O CRAS desde sua implantação é mantido com recursos do Bloco de Proteção Social Básica e da Prefeitura Municipal de Matias Olímpio-PI. 
3 - ÂMBITO INSTITUCIONAL
3.1 Caracterização da população
O público atendido nesta unidade são beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), famílias do Bolsa Família, Pessoas com Deficiência e sujeitos que encontram-se em situação de risco pessoal e social. Uma população em situação de vulnerabilidade social, decorrente da pobreza, exclusão social, privação ou ausência de renda, pouco ou nenhum acesso aos serviços públicos, cujo os vínculos familiares e comunitários encontram-se fragilizados. 
Tem no presente momento em sua maioria famílias que vivem em situação de pobreza extrema, famílias que em decorrência da pobreza estão mais vulneráveis aos riscos sociais, que privados de renda e de acesso aos serviços públicos encontram-se com vínculos afetivos frágeis. As atividades realizadas no CRAS objetivam contribuir para a efetivação da Política Nacional de Assistência Social no município. 
De acordo com o público atendido na instituição, também podemos destacar mulheres vítimas de violência na faixa etária de 40 a 45 anos de idade, homens dependentes químicos na faixa etária de 20 a 28 anos e idosos com direitos violados da faixa de 60 a 80 anos.
3.2 Processo decisório
O processo decisório no CRAS caracteriza-se como uma decisão de grupos, as decisões são tomadas em conjunto, Assistente Social, Psicólogo e família. Dependendo da situação apresentada, a família e/ou usuário é encaminhada para o CREAS, ou algum outro órgão especifico.
3.3 Relação demanda/cobertura do atendimento
O CRAS de Matias Olímpio realiza mensalmente uma média de 250 atendimentos com crianças, adolescentes e idosos, usuários do Bolsa Família, pessoas com deficiência, em situação de pobreza e extrema pobreza e beneficiários do BPC – Benefício de Prestação continuada.
3.4 Serviço Social na instituição
A assistência social no Brasil surgiu historicamente baseada na caridade, filantropia e na solidariedade religiosa. No País, até a década de 1930, não existia ainda uma compreensão da pobreza enquanto problemática de cunho social, e quando esta surgia para a sociedade, era tratada como policial e problematizada por esse viés. Somente a partir do século XIX, o conceito de assistência social passou a ter uma conotação diferente, devido mudanças ocorridas no âmbito da proteção social capitalista, que foram determinadas por transformação estruturais e políticas. Esta mudança ocorreu no Brasil quase meio século depois, por influência da Constituição Federal de 1988.
A deliberação para a implantação do Serviço Único de Assistência Social- SUAS, surgiu na IV conferência Nacional da Assistência Social, realizada em 2003. O SUAS possui um modelo de gestão descentralizado e participativo, constitui-se na regulação e organização em todo o território nacional das ações socioassistenciais, serviços, programas, projetos e benefícios. O SUAS divide-se em Serviço de Proteção Social Básica e Proteção Social Especial.
A partir desse contexto, o assistente social passou a atuar nos centros de Referência em Assistência Social – CRAS, para mediar e proporcionar mecanismos de mudanças pelos usuários para que possam ser incluídos em uma sociedade marcada pelos fatores internos e externos da exclusão social. A partir de então o assistente social passou a desenvolver dentro da instituição um trabalho de escuta qualificada e compreensão da situação vivenciada pelas famílias, indivíduos, considerando contexto de vida particular de cada um e de novas possibilidades de relacionamento, com superação das situações adversas vivenciadas, a perspectiva do trabalho em rede para a atenção integral e o acesso de direitos.
3.5 Cotidiano do exercício profissional
São realizadas visitas domiciliares que acontece sempre que necessário, visando acompanhar e conhecer melhor a realidade social do usuário para identificar fatores que possam interferir ou ter mesmo interromper o tratamento bem como proporcionar uma melhoria na qualidade de vida do usuário . quando for necessário.
3.6 Relação profissional de trabalho com os demais atores institucionais
Interação favorável com os funcionários secretarias, coordenadoras, psicóloga, assistente social e outros, mantendo-se sem conflitos e sempre respeitado o espaço do outro. Ao surgir problemas, a assistente social é sempre solicitada e prontamente desempenha categoricamente o papel de mediador, bem como participa e acompanha o processo de resolução dos problemas.
3.7 Dimensão ético-política
 A atuação profissional do assistente social deve sempre esta pautada em princípios éticos, apesar dos inúmeros obstáculos enfrentados pelo profissional, para uma postura ética em sua pratica.
Dimensão ética está relacionada ao comportamento profissional, quando as normas pré-estabelecidos pelo código de ética da profissão que a partir das lutas exercidas pelos setores historicamente dominados, requerem da profissional uma atuação que tem como valor ético central a preservação e relacionamento da liberdade, defesa intransigente dos direitos humano e recusa do arbítrio e autoritarismo aplicação e consolidação da cidadania, defesa da democracia, primar sempre pela equidade e justiça social, lutar pela eliminação de qual quer forma de preconceitos, garantir o pluralismo, atreveis do respeito às correntes profissional democrática existente e suas expressões teóricas, e compromisso com o constante aprimoramento intelectual, posicionalmente em favor da equidade e justiça social, universalidade de acesso aos bens e serviços relativo aos programas e políticas sócias bem como sua gestão democrática.
No Centro de Referencia e Assistência social CRAS o profissional de serviço social tem sua pratica comprometida com o projeto ético político da profissão, onde o mesmo atua de forma ética, valorizando o bem estar da população e viabilizando, organizando e orientando sobre os direitos dos pacientes, assim como comprometimento com a qualidade e humanização no serviço da instituição.
REFERÊNCIAS
BRASIL. Código de ética do/ a assistente social. Lei 8.662/93 de regulamentação da profissão. 9 ed. rev. e atual. Brasília: Conselho Federal de serviço social, (2011).
BRASIL. Constituição Federal do Brasil, 1998.
BRASIL. Lei Orgânica da Assistência Social. Lei nº 8.742, de 07 de dezembro de 1993. Brasília: Ministério de Previdência e Assistência Social.
BRASIL. Orientações Técnicas: Centro de Referência de Assistência Social – CRAS. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. 1 ed. Brasília: MDS, 2009.
BRASIL. Política Nacional de Assistência Social (PNAS). Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à fome. Secretaria Nacional de Assistência Social, novembro de 2004.
BRASIL – Conselho Nacional de Assistência Social. Norma Operacional Básica do Sistema Único de Assistência Social. Resolução nº 130, de 15 de julho de 2005. Brasília, 2005.
SPOSATI, Aldaíza. Especificidade e intersetorialidade da política de assistência Social. Serviço Social e Sociedade 77. Cortez Editora. São Paulo. Março, 2004.
PIAUÍ. Plano de Ação do Centro de Assistência Social do município de Esperantina, 2011.

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