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Disc.: ORGANIZAÇÃO ESTATAL
Aluno(a): PATRICIA PEIXOTO PESSANHA
ABREU
Matríc.: 201802381457
Acertos: 0,3 de 0,5
segunda-feira, 7 de novembro de
2022 (Finaliz.)
1
Questão
Acerto: 0,1 / 0,1
A respeito do controle de constitucionalidade preventivo no direito brasileiro, é correto
afirmar que:
As comissões parlamentares têm competência para exercer esse tipo de controle ao
examinar os projetos de lei a elas submetidos.
É exercido pelo Legislativo ao sustar os atos normativos do Poder Executivo que
exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa.
É praticado, por exemplo, quando o Senado suspende a execução, no todo ou em
parte, de lei declarada inconstitucional por decisão definitiva do Supremo Tribunal
Federal.
O veto presidencial, que é uma forma de controle preventivo de constitucionalidade, é
sujeito à apreciação e anulação pelo Poder Judiciário.
Não cabe ao Poder Judiciário exercer esse tipo de controle, Poder este que tem
competência apenas para exercer o controle repressivo.
Respondido em 07/11/2022 17:17:12
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2
Questão
Acerto: 0,1 / 0,1
Acerca do controle concentrado de constitucionalidade, assinale a alternativa correta.
Cabe ação direita de inconstitucionalidade por omissão de lei ou ato normativo federal
que contrarie a constituição.
Cabe ação declaratória de constitucionalidade de lei ou ato normativo federal ou
estadual.
Não cabe arguição de descumprimento de preceito fundamental contra lei municipal.
Não cabe ação direta de inconstitucionalidade contra lei ou ato normativo federal
anterior à promulgação da Constituição Federal de 1988.
Cabe ação direta de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo federal, estadual ou
municipal.
Respondido em 07/11/2022 17:17:35
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3
Questão
Acerto: 0,1 / 0,1
O Poder Judiciário brasileiro atua em dois modelos de controle de constitucionalidade: o
modelo concentrado (também conhecido como reservado) e o modelo difuso (também
chamado de aberto ou incidental). Haverá controle de constitucionalidade concentrado
quando o Supremo Tribunal Federal julgar as seguintes ações, exceto:
Ação Direta de Inconstitucionalidade Interventiva (ADI
interventiva).
Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC).
Mandado de Segurança.
Ação Direta de Inconstitucionalidade Genérica (ADI).
Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental
(ADPF).
Respondido em 07/11/2022 17:18:00
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4
Questão
Acerto: 0,0 / 0,1
A Constituição, ao inaugurar a seção pertinente ao MP, já começa trazendo algumas de suas
importantes funções. A respeito das funções constitucionais do MP, deve ser dito:
Caso não haja integrante da carreira para exercer as funções ministeriais, é possível
que terceiro estranho seja investido da função, o que é extremamente útil em
comarcas do interior e de difícil acesso.
Apenas a Constituição pode arrolar funções do MP, sendo vedada a normas
infraconstitucionais elencar atribuições outras.
O PGR tem legitimidade para deflagrar processo de fiscalização abstrata de
constitucionalidade junto ao STF, sinal da missão ministerial de defesa da ordem
jurídica e do regime democrático.
Não cabe ao MP, na seara da tutela coletiva, praticar atos de investigação por meio
de inquérito policial, para fins de alimentação de elementos sobre a ocorrência de
improbidade administrativa e sua respectiva autoria.
O STF já decidiu que não cabe ao MP promover investigação própria, posto não ter
sido acolhida a teoria dos poderes implícitos.
Respondido em 07/11/2022 17:18:14
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5
Questão
Acerto: 0,0 / 0,1
A existência de uma engenharia constitucional na qual o poder não fique concentrado nas
mãos de um só agente mostrou-se historicamente importante. No entanto, ainda com um
desenho de separação de funções, não existe uma certeza de que aqueles que estão
investidos em seus cargos respeitarão os demais. Quando os olhos se voltam ao Poder
Judiciário, a situação pode ser mais delicada por conta da falta de domínio da força ou das
finanças. Sobre esse contexto, é possível realçar que:
A Constituição de 1988 reclama a um só tempo independência e harmonia entre os
ramos de poder. Disso, porém, não se deve extrair qualquer normatividade.
A manipulação da competência jurisdicional, o impeachment de Ministros do STF por
razões não disciplinares e a recusa na implementação de decisões judiciais, tudo
para forçar o alinhamento da jurisprudência às preferências políticas de uma
maioria, podem ser vistos como investidas ilegítimas sobre o Poder Judiciário.
Não se deve entender como ínsito ao Estado Democrático de Direito que os Poderes
Legislativo, Executivo e Judiciário compreendam uma temática constitucional com
visões distintas. Isso porque apenas aqueles dois primeiros são investidos pela
vontade do povo.
Investidas ilegítimas sobre o Poder Judiciário devem ser compreendidas como algo
normal e não servem de fundamento para fixação de garantias à Magistratura.
O processo de nomeação de Ministros tem previsão constitucional e sempre importa
em fragilização do Poder Judiciário.
Respondido em 07/11/2022 17:18:26
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