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Taliane Aranha
ISOLAMENTO DO CAMPO OPERATÓRIO
· Mecanismo utilizado para isolar o dente em que será trabalhado, conjunto de procedimentos para fazer com que a parte que será tratada seja isolada do restante da cavidade (língua, lábio, saliva, sangue, gengiva)
	Relativo: algodão nas áreas de desembocadura de saliva, para minimizar o contato com o tratamento (rolete de algodão e gases)
	Absoluto: com lençol de borracha, reduz significativamente o contato com microorganismos, além de impedir totalmente a passagem de saliva e permitir que os adesivos se fixem da maneira correta na estrutura dentária (os monômeros presentes no adesivo são hidrofóbicos). É extremamente negligenciado, pois os profissionais perdem tempo para fazer. Maior chance de falha adesiva e lesões secundárias
	Objetivo: manter o campo seco (devido a utilização dos materiais adesivos e resinosos no tratamento)
		 Manter o campo limpo (se o material restaurador cair no lençol, ou vazar sangue, amalgama, o que for –> deve-se limpar o lençol de borracha antes de continuar o procedimento) se o campo estiver sujo, a adesão será menor e a longevidade da restauração vai cair
		 Com adequado acesso (afastou língua, lábio, bochecha, deixando a visão mais nítida e direta no problema)
	Tipos de isolamento: 
		RELATIVO: para tratamento mais simples e fáceis de serem realizados, dentes anteriores, procedimentos mais rapidos
1- Exame clinico (é um exame geral, precisa ver língua, lábio, bochecha, precisa ter uma visão geral da boca)
2- Restaurações provisórias: passa com uma bolinha de algodão clorexidina, e em seguida coloca o provisório
3- Clareamento de consultório: coloca um afastador labial e uma barreira gengival (topdam – resina fluida) e pode fazer só com o relativo
4- Procedimento de curta duração: aplicação tópica de flúor
5- Restauração de facetas diretas: restaurações anteriores em geral, pode-se fazer com o relativo para ter como referência os dentes adjacentes
6- Restaurações cervicais: coloca o fio retrator no sulco gengival
7- Quando isolamento absoluto não for possível de ser realizado: pacientes alérgicos ao látex; paciente com dificuldade respiratória
MATERIAIS:
1- Jogo clinico
2- Sugador
3- Gaze (pode colocar em cima da língua do paciente)
4- Rolete de algodão (nas saídas dos ductos de saliva)
5- Afastadores labiais (sempre usar)
6- Fios retratores (para absorção do liquido que sai do sulco gengival), função é absorver esse liquido e evitar contaminação da cavidade que vai ser restaurada
ABSOLUTO: a principal diferença é o uso do lençol de borracha
	
	VANTAGENS:
1- Controle da contaminação e umidade (porque os materiais adesivos são hidrofóbicos)
2- Visibilidade e acesso (tira língua, lábio, saliva, gengiva)
3- Proteger o paciente (ingestão de materiais)
4- Proteger o profissional (barreira contra microrganismos)
5- Ganho de tempo clinico
INDICAÇÕES:
1- Remoção de tecido cariado (diminui a contaminação caso tenha exposição de polpa)
2- Remoção de restaurações insatisfatórias
3- Procedimento que envolvam amalgama (devido ao mercúrio e perigo de contaminação)
4- Procedimentos adesivos
5- Necessidade de afastamento gengival
6- Pacientes com necessidades especiais
LIMITAÇÕES:
1- Pacientes com dificuldade respiratória
2- Dentes com erupção incompleta (grampo não fica estável e o isolamento absoluto não consegue ficar no local)
3- Alergia ao látex
MATERIAIS:
1- Lençol de borracha (várias cores, espessuras e tamanhos)
2- Arco de Young (mantem o lençol em posição, metálico ou plástico. Abertura sempre voltado para o nariz do paciente. Sempre por cima do lençol)
3- Perfurador (M com grampo, M, PM e C, IS, II)
4- Grampos: 26 e de 200 a 205 – molares; 206 a 209 – pré molares; 210 a 212 – anteriores; W8A – semierupcionados
Partes dos grampos: ASA (projeção lateral do grampo, importante para determinar a técnica de isolamento que será utilizada
			ALÇA (projeção que fica para a distal do dente. Tem função de impedir que o lençol de borracha saia do dente)
			GARRAS (permite que o grampo fique preso no dente)
5- Pinça porta grampo
6- Lubrificante (KY ou anestésico tópico)
7- Caneta (para marcar o lençol de borracha nos furos necessários)
8- Fio dental (antes de isolar, testa os pontos de contato. Se tiver cortando passa uma tira de lixa para deixar a superfície lisa e poder isolar sem rasgar o lençol de borracha), além disso ajuda a fazer a invaginação do lençol de borracha e adaptar melhor ele na porção gengival)
9- Tira de lixa
10- Colher de dentina ou espátula n1 de inserção
11- Tesoura (no final do procedimento para remover o lençol)
TÉCNICAS DE ISOLAMENTO ABSOLUTO:
1- Técnica de stibbs: grampo sem asa, depois borracha com o arco
2- Técnica de ingraham: lençol de borracha com grampo sem asa, depois leva o arco (molares superiores)
3- Técnica de rayn: borracha e arco, depois o grampo (com ou sem asa)
4- Técnica de parulla: técnica do conjunto. Grampo, arco e lençol tudo junto (grampo com asa)

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