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pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:U3VuLCAxMiBTZXAgMjAyMSAxNTo0OTowMyAtMDMwMA== Prefeitura do Município de Guaíra – 105 – 106 - Professor de Desenvolvimento Infantil 2 LÍNGUA PORTUGUESA Atenção: As questões de números 1 e 2 referem-se ao texto que segue. “O primeiro nome de uma mulher que aparece na nossa História oficial, excetuando-se o das rainhas, que já nascem com o direito de menção histórica, foi o da escrava forra Chica da Silva, a amante do contratador nas minas de ouro; a mulher que conseguiu tomar para si o poder de um homem, encantando-o através do afeto e do sexo. E quem são as outras mulheres? A marquesa de Santos, cortesã, que por amor a um homem se tornou poderosa. Também há mártires, como Joana Angélica, morta a golpes de baioneta, uma versão nacional de Joana d’Arc; ou heroínas, como Inez de Souza, que ajudou o marido governador a expulsar os invasores franceses, e Anita Garibaldi, que abandonou o lar para seguir seu amante revolucionário catorze anos mais velho, Giuseppe, e que fugiu de uma prisão e atravessou a nado um rio agarrada à crina do cavalo para reencontrar seu amor em Vacaria. Parece-nos que, por amor a Giuseppe, Anita abraçou um ideal. A brava patriota Maria Quitéria tinha seus próprios ideais, mas teve de se vestir de homem para assentar praça na artilharia e lutar na guerra da Independência. Formou uma companhia feminina e no final foi condecorada como cavaleiro do imperador. A princesa Isabel talvez seja a única mulher em nossa História que aparece à frente de alguma marcante — embora contestada – transformação social. Estas mulheres formam os paradigmas femininos da História e fazem lembrar as lendárias guerreiras amazonas, que precisavam queimar o seio direito para poder atirar com arco e flecha. Por outro lado, mulheres brilharam como fachos luminosos em todas as obras de todos os poetas desde o início dos tempos; e no Brasil, na nossa história literária, encontramos a mulher desde o nosso primeiro poeta Gregório de Mattos até Drummond, em todas as obras, oscilando entre a bondade angelical e a perversidade demoníaca. Marília de Dirceu, Helena, Capitu, Ceci, Tieta, Gabriela, a metade mulher Diadorim, a Moreninha, a enigmática comedora de baratas GH, as revolucionárias Ana Palindrômica e Maria Moura. Mas isso é mulher de ficção. ‘Na realidade, como assinala o professor Tevelyan, ela era trancafiada, surrada e atirada pelo quarto’(Virgínia Woolf). Ou na cozinha.” (MIRANDA, Ana. “Ser Mulher”. In: VEJA — 25 anos. Reflexões para o futuro. São Paulo: Abril p.130 – 132) 1. No texto fica implícita uma comparação entre as mulheres que participaram da História oficial e as de ficção. Diadorim pode ser relacionada a que personagem histórica? (A) Princesa Isabel. (B) Joana d’Arc. (C) Inez de Souza. (D) Anita Garibaldi. (E) Maria Quitéria. 2. “Estas mulheres formam os paradigmas femininos da História e fazem lembrar as lendárias guerreiras amazonas, que precisavam queimar o seio direito para poder atirar com arco e flecha.” Sobre esse trecho, pode-se afirmar que: (A) as mulheres históricas não podem ser comparadas às amazonas. (B) as amazonas não chegam aos pés das heroínas brasileiras. (C) as amazonas só podem ser comparadas às mulheres de ficção, já que são lendárias. (D) as heroínas brasileiras e as lendárias amazonas sujeitaram-se a sacrifícios para mostrarem os seus valores. (E) não há nenhuma relação entre as amazonas, as mulheres históricas e as de ficção. 3. “Também há mártires como Joana Angélica, morta a golpes de baioneta...” Sobre o uso ou não do acento de crase: (A) Não ocorre acento indicatório de crase antes de nomes femininos (B) Deveria ocorrer acento indicatório de crase nos adjuntos adverbiais de instrumento (C) Não ocorre acento indicatório de crase antes de adjuntos adverbiais de modo (D) Não ocorre acento indicatório de crase antes de nomes masculinos (E) Não ocorre acento indicatório de crase antes de palavras femininas no plural 4. Leia as orações abaixo. I. A noiva estava explêndida. II. Nada mais prazeroso que reencontrar velhos amigos. III. Quando ele ficava zangado, nada o detia. IV. O céu todo relampiou. V. Todos o taxavam de mentiroso. Quanto à ortografia, pode-se afirmar que: (A) Todas as orações estão corretas (B) Todas as orações estão incorretas (C) Somente uma oração está correta (D) Somente duas orações estão corretas (E) Somente três orações estão corretas 5. Leia as orações e responda: I – Os políticos são favoráveis pela reeleição. II – Os produtos químicos são nocivos à natureza. III – Os seus atos são passíveis por punição. Quanto às regras de regência nominal: (A) somente a oração II está correta (B) todas as orações estão corretas (C) as orações I e III estão corretas (D) as orações I e II estão corretas (E) as orações II e III estão corretas www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:U3VuLCAxMiBTZXAgMjAyMSAxNTo0OTowMyAtMDMwMA== Prefeitura do Município de Guaíra – 105 – 106 - Professor de Desenvolvimento Infantil 3 6. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas: I. Nunca ___________ perfume tão agradável. II. Ainda tenho que ___________ papéis. III. ___________ vida decente. IV. Não ___________ que faremos amanhã. V. Há anos não ___________ partida tão importante. (A) aspirei a um / visar alguns / Aspiramos a uma / esqueça de / assisto uma (B) aspirei um / visar alguns / Aspiramos a uma / esqueça / assisto a uma (C) aspirei por um / visar a alguns / Aspiramos por uma / esqueça-se / assisto uma (D) aspirei um / visar àlguns / Aspiramos uma / se esqueça de / assisto uma (E) aspirei a um / visar a alguns / Aspiramos a uma / se esqueça / assisto a uma 7. Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas: I. Nenhum segredo pode haver entre __________ e _________. II. O livro é para ___________ ler? III. Não há nada pendente entre ___________ e ___________. IV. Não parta sem ___________. V. Ele pediu para ___________que o ajudasse. (A) mim – ti / eu / mim – ele / mim / mim (B) eu – tu / eu / mim – nós / eu / eu (C) eu – ti / mim / mim – ele / eu / mim (D) mim – tu / mim / eu – ele / mim / mim (E) mim – tu / eu / eu – ele / eu / eu 8. “ – Vossa Excelência, por obséquio, queira falar mais alto, que não ouvi bem – e apontava, agoniado, um dos deputados mais próximos.” (Fernando Sabino) No trecho acima, o pronome de tratamento Vossa Excelência foi empregado para fazer referência a um deputado. Para fazer referência a um cardeal, a um príncipe e a um juiz de direito, seria correto empregar, respectivamente, os seguintes pronomes pessoais de tratamento: (A) Vossa Eminência, Vossa Alteza e Vossa Meritíssima (B) Vossa Reverendíssima, Vossa Majestade e Vossa Eminência (C) Vossa Santidade, Vossa Alteza e Vossa Magnificência (D) Vossa Santidade, Vossa Majestade e Vossa Senhoria (E) Vossa Reverendíssima, Vossa Alteza e Vossa Meritíssima 9. Assinale a alternativa que obedece às normas de concordância verbal: (A) Faz dez anos que o grupo se encontrou pela última vez. (B) Haveriam diversas formas de resolver o problema. (C) Existia regras difíceis de engolir. (D) Não faziam dez meses que eu havia comprado o carro. (E) Existe muitas coisas estranhas entre o céu e a terra. 10. “João , o professor da turma , faleceu ontem.” “João , o professor da turma faleceu ontem.” Sobre a pontuação das orações, podemos afirmar que: (A) as duas orações têm o mesmo significado. (B) somente a segunda oração está pontuada corretamente. (C) as duas formas de pontuação estão incorretas. (D) a ausência da segunda vírgula, na segunda oração, acarretou mudança de função sintática da palavra “João”. (E) há mudança de sentido, pois o verbo “faleceu” nunca podeficar isolado por vírgula. 11. Assinale a alternativa cujo sinônimo esteja em desacordo com o real significado da palavra destacada nas frases: (A) O céu, no campo, tem mais estrelas. (astros luminosos) (B) Confie em Deus, sua estrela vai brilhar. (sorte) (C) Carlos começou sua carreira fazendo pontas em comerciais. (papéis de pouco destaque) (D) Angelina Jolie é uma estrela do cinema norte- americano. (pessoa escandalosa) (E) Já melhorou, está apenas com uma ponta de febre, poderá ir à escola. (um pouco) 12. Assinale a alternativa que corresponde ao antônimo das palavras destacadas no período abaixo: Durante a festa em comemoração ao seu aniversário, a jovem demonstrava sua descontração. Um sorriso largo que alegrava todos os presentes. (A) velha/ mau-humor/ grande (B) idosa/ paz/ imenso (C) adolescente/ alegria/ franco (D) anciã/ constrangimento/ recatado (E) senhora/ nervosismo/ feliz www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:U3VuLCAxMiBTZXAgMjAyMSAxNTo0OTowMyAtMDMwMA== Prefeitura do Município de Guaíra – 105 – 106 - Professor de Desenvolvimento Infantil 4 13. Assinale a alternativa em que os verbos destacados estão empregados corretamente, respeitando as regras da norma culta. (A) Quando ele compor uma poesia sobre o amor, terá encontrado a paz. (compor) (B) Caso você reavesse suas jóias, deveria colocá-las num cofre de banco. (reaver) (C) Mesmo que alguém tivesse intervisto, a situação continuaria calamitosa. (intervir) (D) Se Marcos tivesse se dedicado mais aos treinos, tinha melhorado seu desempenho. (ter) (E) Estejamos acertando ou não com relação à educação de nossos filhos, o importante é termos a certeza de que dedicamos a eles todo o amor. (estar) 14. Assinale a alternativa incorreta quanto à classificação da relação estabelecida pela conjunção destacada nas frases abaixo: (A) Como combinamos anteriormente, o trabalho deverá ser entregue até o dia 15. (conformidade) (B) Ela desliza no palco como um pássaro. (explicação) (C) À medida que o tempo passa, a saudade aumenta. (proporcionalidade) (D) Estava tão chateada que, de repente, começou a chorar. (conseqüência) (E) Saiu correndo porque estava atrasada para a reunião. (causa) 15. Assinale a alternativa cuja regra de acentuação não corresponde a nenhuma das palavras abaixo: hortência/ máquina/ parabéns/ pés/ juízo (A) A palavra é acentuada porque é uma paroxítona terminada em ditongo crescente. (B) A palavra é acentuada por conter i tônico em hiato com a vogal anterior. (C) A palavra é acentuada porque é uma paroxítona terminada em em(s). (D) A palavra é acentuada porque é uma proparoxítona. (E) A palavra é acentuada porque é um monossílabo tônico. CONHECIMENTOS GERAIS 16. Assinale a alternativa correta em relação às medalhas conquistadas pelo Brasil na super Final da Copa do Mundo de Ginástica, que aconteceu nos dias 16 e 17 de dezembro de 2006 no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. (A) Daiane do Santos - Medalha de prata no solo. (B) Diego Hypólito – Medalha de bronze no solo. (C) Diego Hypólito – Medalha de ouro na trave. (D) Daniele Hypólito – Medalha de ouro na trave. (E) Laís de Souza – Medalha de bronze no solo. 17. “O nome dele é Craig, Daniel Craig.” É o sexto James Bond, espião inglês e protagonista da famosa cinessérie e que também atende pelo codinome 007. Estreou sexta-feira (15/12/2006) nos cinemas de todo o país, com o filme: (A) 007 – O espião no Golfo Pérsico. (B) 007 – Contra Goldfinger. (C) 007 – Cassino Royale. (D) 007 – Transcontinental. (E) 007 – O espião que me amava. 18. O município foi oficialmente fundado em 18 de maio de 1929 e recebeu o nome de Guaíra, que na língua tupi significa: (A) Grande volume de água. (B) Pequeno acidente geográfico. (C) Águas calmas. (D) Águas correntes. (E) Águas barrentas. 19. (17/12/2006 – todas as mídias) – Um time brasileiro é campeão do mundo em Yokohama no Japão, vencendo o temível time do Barcelona de Ronaldinho Gaúcho por um a zero. O campeão é o (A) Grêmio de Porto Alegre. (B) Internacional de Porto Alegre. (C) Grêmio de Belo Horizonte. (D) São Paulo da capital paulista. (E) Santos da Baixada Santista. 20. (14/12/2006 – todas as mídias) Com o polêmico aumento dos salários dos deputados federais (concedido por eles mesmos), as Assembléias Legislativas Estaduais, também aumentarão os salários dos seus deputados, um verdadeiro efeito cascata, isto porque, conforme prevê a Constituição Federal, estes deputados recebem a porcentagem, sobre o salário daqueles, de (A) 60%. (B) 65%. (C) 70% (D) 75% (E) 80%. www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:U3VuLCAxMiBTZXAgMjAyMSAxNTo0OTowMyAtMDMwMA== Prefeitura do Município de Guaíra – 105 – 106 - Professor de Desenvolvimento Infantil 5 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 21. A partir da promulgação da Constituição de 1988, do Estatuto do Menor e do Adolescente em 1990 e da Lei de Diretrizes da Educação Nacional em 1996, das Diretrizes Curriculares Nacionais em 1999, do Plano Nacional de Educação em 2001 e, ainda, das legislações educacionais em nível estadual e municipal, mudanças vêm sendo introduzidas nas áreas administrativa e pedagógica de creches e pré-escolas. As novas proposições legais enfatizam, dentre vários aspectos: I. A integração das instituições que atendem de 0 a 6 anos aos sistemas educacionais; II. A implementação de projetos pedagógicos que consideram a criança pequena na sua totalidade; III. A articulação com as famílias e a comunidade local; IV. A formação específica dos profissionais; V. A integração cuidar/educar nas atividades locais; VI. A escolarização da criança pequena, impondo às pré-escolas e creches o modelo da escola de ensino fundamental; VII. Acessibilidade universal e obrigatória à educação infantil, tanto nas áreas urbanas quanto nas rurais. São corretos apenas os itens: (A) I, II, III, IV, VI (B) I; II; III; VII (C) I, II, III, IV, V (D) VII, VI, V, IV (E) I, II, III, VII 22. A Lei de Diretrizes e Bases nº 9394/96 em seu artigo 1º apresenta os conceitos de educação e ensino. Nesta conformidade, os conceitos de educação e ensino diferem quanto à sua amplitude e abrangência, a saber: (A) O conceito de educação envolve todas as influências que o indivíduo recebe em sua vida, e o conceito de ensino é mais restrito atendo-se à educação escolar. Todo o ensino é educação, mas nem toda educação é ensino. (B) Os conceitos de educação e de ensino são coincidentes e envolvem a educação formal, desenvolvida nas escolas, e a educação não formal desenvolvida em outras instituições e circunstâncias diversas da vida em sociedade. (C) Toda educação é ensino pois é sempre uma atividade intencional, sistemática, seqüencial e orientada por fins e objetivos previamente estabelecidos. (D) A adoção abrangente da educação, englobando a plenitude da vida cultural, reforça o necessário isolamento da escola em relação ao mundo exterior. (E) O conceito de educação envolve os ensinamentos que o indivíduo recebe em sua escola, e o conceito de ensino é mais amplo atendo-se à educação pela vida. 23. Toda a legislação pós 1988 e 1996 aponta o grande projeto democrático de construir uma escola aberta, inclusiva, com qualidade e com aprendizagens significativas. No entanto, a realidade aponta formas insidiosas de exclusão social, em especial (A) o analfabetismo, o semi-analfabetismo, a evasão e o fracasso escolar, a elevada porcentagem de crianças analfabetas com escolarização (analfabetas funcionais). (B) a gestão democrática das escolas públicas. (C) a integração da escola com a comunidade escolar e educativa. (D) o baixo nível da escola pública, associado a um forte processo seletivo. (E) a teoria expressa nos parâmetros curriculares e amplamente vivenciada nas salas de aula.24. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA)–Lei nº 8.069/90, uma lei decorrente do Art. 227 da Constituição Federal, parte da concepção da criança como sujeito de direitos e de deveres. O ECA prevê, no Art.112, várias medidas que podem ser aplicadas pela autoridade competente uma vez verificada a prática de ato infracional, que não se confunde com a indisciplina escolar. Em qualquer circunstância, quer seja em relação ao ato infracional como ao ato indisciplinar. A escola deve ter presente, o seu caráter (A) autoritário e punitivo e não apenas educativo e pedagógico. (B) educativo e pedagógico e não o autoritário e punitivo. (C) de instituição que encaminha ao Conselho Tutelar e ao Juízo da Infância da Juventude, e sem função pedagógica. (D) decisório e soberano, tendo competência para suspender direitos, estabelecendo a expulsão da criança. (E) pedagógico punitivo, podendo estabelecer os limites através de medidas sócio-educativas sem a freqüência em sala de aula. 25. A legislação educacional estabelece como uma das competências e obrigações do professor “zelar pela aprendizagem dos alunos”. Uma das necessárias atitudes de “zelo pela aprendizagem” é a realização, pelo professor, da sondagem sobre o que o aluno já sabe e o que o aluno não sabe, e precisa aprender. Precisa fazer um diagnóstico sobre o que os alunos sabem para decidir o quê e como ensiná-los, o que deve ser feito, verificando (A) a matéria ensinada pelo professor do ano anterior. (B) os ensinamentos informais, como os da pré-escola, para os alunos do 1º ano. (C) os acertos e erros em uma prova de textos sobre certo conteúdo, elaborada para verificar a habilidade de leitura, interpretação e compreensão de textos. (D) o percurso de aprendizagem de cada um dos alunos, por meio de entrevistas individuais, provas abertas e problematizadoras de conteúdos programáticos. (E) o projeto educacional da escola e os planos de ensino aos professores dos anos anteriores. www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:U3VuLCAxMiBTZXAgMjAyMSAxNTo0OTowMyAtMDMwMA== Prefeitura do Município de Guaíra – 105 – 106 - Professor de Desenvolvimento Infantil 6 26. Os novos marcos da educação infantil pós LDB (Lei nº 9394/96) como parte inicial da educação básica, implica (A) definir as creches como um equipamento que deve desempenhar funções educacionais e assistenciais. (B) nas novas perspectivas do assistir ou do educar, visando a Educação Infantil como compensação/prevenção de carências. (C) no fortalecimento dos movimentos sociais organizados em torno dos direitos e dos “professores” leigos tão presentes na educação infantil do Brasil. (D) na concepção que encara as creches como um mal necessário, um recurso a recorrer em caso de extrema necessidade, ocupando assim o lugar da “falta da família”, reafirmando a idéia que à família cabe o cuidado e a socialização dos pequenos. (E) nas novas concepções de espaço físico, novas organizações dos tempos e das rotinas, novas relações entre educador e criança e em nova relação creche-família. 27. As instituições de Educação Infantil devem se caracterizar como ambientes que possibilitem à criança ampliar suas experiências e a se desenvolver em todas as dimensões humanas: afetiva, motora, cognitiva, social, imaginativa, lúdica, estética, criativa, expressiva e lingüística. Isto pressupõe uma escola voltada para (A) a preparação para a alfabetização. (B) a vivência de contextos de aprendizagens, de trocas de significações a partir de linguagens diversas. (C) desenvolver atividades dirigidas usando papel, tinta e lápis. (D) possibilitar a ocupação uniforme dos espaços da instituição. (E) desenvolver práticas improvisadas, sem intencionalidade, visando garantir a espontaneidade da criança. 28. O espaço das unidades educacionais não se resume apenas à sua metragem, insolação, topografia, mas precisa tornar-se um ambiente. É tarefa fundamental de todo educador: (A) garantir a segurança, exigindo um espaço muito branco e organizado, onde os materiais para as crianças não possam estar em pontos de fácil acesso. (B) transformar cada cantinho em ambientes para a vivência individual, garantindo o direito da criança à privacidade. (C) organizar os espaços e os materiais como se a sala de aula fosse uma loja de shopping, visando a estética de todo os espaço. (D) impedir a visibilidade do espaço exterior da escola, o contato com os elementos da natureza, e nunca dar publicidade às produções infantis. (E) transformar os espaços em ambientes, devendo ser continuamente planejados e reorganizados. 29. A escola e a organização dos materiais também são objetos de planejamento das instituições de educação infantil. Objetos e materiais existentes no ambiente servem de recurso para a criança explorar, interagir. Em relação aos materiais, deverão ser organizados (A) em estantes inacessíveis, e somente o professor os torna visíveis às crianças na hora apropriada. (B) para garantir o acesso a objetos de difícil manuseio, visando à exploração e a investigação infantil. (C) nas salas de atividades, não sendo necessárias mesas, cadeiras, pratos e talheres no refeitório. (D) no ambiente, garantindo a acessibilidade, visando auxiliar a construção da autonomia da criança. (E) para garantir a visibilidade, mas acessibilidade não, principalmente em relação aos CD`s de músicas. 30. É fundamental planejar e organizar o tempo de vivência pelas crianças na instituição de educação infantil. Neste planejamento, o educador deve (A) prever as longas esperas de crianças e bebês em filas, nos berços e, sobretudo, nos momentos de entrada e saída diárias. (B) buscar o equilíbrio entre tempo de envolver-se em atividades por conta própria, construir algo em conjunto, dedicar-se a atividades mais espontâneas, e envolver-se em situações dirigidas. (C) humanizar as filas que são incorporadas nas práticas cotidianas como uma forma eficiente e de controle que organizam o deslocamento das crianças. (D) buscar ensinar às crianças a necessidade de esperar para fazer uso do banheiro, para ter as fraldas trocadas, para iniciar as refeições, (E) perceber que ocorrem episódios de mordidas e brigas entre as crianças, sendo, portanto, necessário estabelecer e refletir sobre o tempo do castigo. 31. Brincar é uma atividade essencialmente humana, principal modo de expressão da infância. O brincar é a ferramenta, por excelência, para a criança aprender a (A) gastar suas energias. (B) viver e criar cultura; brincando a criança se humaniza e se constitui como sujeito histórico e social. (C) relaxar. (D) vivenciar uma recreação com regras inventadas e dirigidas pelos adultos. (E) obedecer a normas, regras e limites, sobretudo a partir dos jogos com regras estabelecidas pelos adultos. www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:U3VuLCAxMiBTZXAgMjAyMSAxNTo0OTowMyAtMDMwMA== Prefeitura do Município de Guaíra – 105 – 106 - Professor de Desenvolvimento Infantil 7 32. Brincar, como a principal linguagem da infância, compreende práticas que envolvem (A) atividades para preencher o tempo de espera e evitar brigas e mordidas. (B) a noção de prêmios, no caso de bom comportamento: “se vocês fizerem tudo direitinho, irão para o parque para brincar”. (C) jogos, brinquedos e brincadeiras que garantam o direito às crianças de se comunicarem e interagirem. (D) horas marcadas na linha do tempo da instituição, sobretudo àqueles minutos destinados ao parque. (E) brinquedos industrializados, pois hoje as crianças não constroem engenhocas, nem brinquedos de sucatas. 33. Os materiais, disponíveis para a brincadeira, (A) devem ser bastante diversificados e flexíveis: brinquedos (convencionais, industrializados, artesanais) e materiais não estruturados (papelão, tecidos,materiais re-aproveitáveis). (B) não devem incluir fantasias e adereços pois possibilitam às crianças viverem papéis do sexo oposto ao seu. (C) não devem contar com a presença de objetos portadores de texto, pois não é a hora de estudar e aprender. (D) devem estar em sala especial, a brinquedoteca, não devem estar presentes nos diversos espaços da instituição (salas de aula, galpão, refeitórios, banheiros). (E) devem ser bastante diversificados e flexíveis, brinquedos convencionais, industrializados, artesanais, mas não devem ser materiais estruturados, como papelão, tecidos, caixas, etc. 34. Maria, 5 anos de idade, vai de casa para a escola vendo diversas informações escritas, como as placas de trânsito, outdoors, nomes de lojas, cartazes de ofertas, números de casas, ela quer entender o que se esconde atrás deste misterioso código. A instituição de educação infantil deve assegurar (A) um alcance homogêneo e simultâneo por parte das crianças, apropriando-se da leitura e da escrita. (B) a infância, não possibilitando um contato da criança com a leitura e a escrita, pois levam à escolarização precoce. (C) apenas as práticas discursivas orais, priorizando sempre a realização das rodas de conversas, de leituras orais e silenciosas. (D) o direito da criança de manter contato com a escrita, mas esse contato não deve ocorrer pela criação de contextos didáticos artificiais. (E) o direito da criança de manter contato com a escrita, e esse contato deve ocorrer pela criação de contextos didáticos artificiais. 35. Falar, ler, ouvir e contar histórias são modos muito especiais de cuidar (A) das capacidades lingüísticas e cognitivas e de argumentação das crianças. (B) das linguagens, de modo isolado e preferencialmente disciplinar. É a hora de aprender a língua materna. (C) do processo de decodificação, possibilitando a associação do código às pessoas, imagens e sons. (D) da oralidade das crianças com necessidades educacionais especiais, tais como as surdas. (E) da imaginação, da inteligência, dos afetos, das relações e das memórias das crianças. 36. O trabalho com as linguagens plásticas exige a organização, por parte do professor, de (A) momentos de desenho, pintura, modelagem, que não sejam apenas organizados e dirigidos pelos adultos. (B) locais de acesso a produções artísticas em situações e momentos planejados, não os disponibilizando nos diferentes momentos do dia. (C) rodas de apreciação das grandes obras de arte da humanidade, desde os povos pré-históricos. (D) momentos de desenho, pintura, modelagem que sejam organizados e dirigidos pelos adultos. (E) materiais caros e especializados, que serão manuseados pelos adultos junto às crianças que olham e observam. 37. Não são Orientações Didáticas dos Parâmetros Curriculares Nacionais para os professores: (A) Fazer uma sondagem-diagnóstica prévia do conhecimento do aluno. (B) Leitura diária de textos pelo professor aos alunos, contextualizando cada um dos textos e dos autores. (C) A leitura em voz alta por parte dos estudantes é também realizada por encenações de situações que foram lidas. (D) Não utilizar cartilhas, ensinar a escrever em letra de forma. (E) Ensinar os alunos a identificarem as letras a partir dos seus nomes, depois soletrarem as sílabas, em seguida as palavras, depois sentenças curtas e finalmente histórias. www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:U3VuLCAxMiBTZXAgMjAyMSAxNTo0OTowMyAtMDMwMA== Prefeitura do Município de Guaíra – 105 – 106 - Professor de Desenvolvimento Infantil 8 38. Lino Macedo, em seu livro “Ensaios Pedagógicos – como construir uma escola para todos”, reflete sobre o cotidiano da sala de aula considerando questões que dizem respeito ao Espaço, Tempo, Objetos e Relacionamentos. O autor considera que hoje, num mundo universalizado e globalizado, os relacionamentos tornaram-se, mais do que nunca, uma questão fundamental, e que na escola as relações entre as crianças e a comunidade escolar envolvem: (A) o “saber ser e conviver”, pois diz respeito a valores, normas e atitudes. (B) o “saber dizer” que se relaciona à aprendizagem de conceitos e informações. (C) o “saber fazer” que tem a ver com a questão dos procedimentos. (D) a fragmentação e o divórcio entre os objetivos e as finalidades da instituição escolar. (E) a necessária dissociação das questões intelectuais ou conceituais das questões sociais e afetivas. 39. Telma Weiz, uma das colaboradoras dos Parâmetros Curriculares Nacionais, reflete sobre a criança e o seu processo de alfabetização e considera que: (A) A teoria construtivista não pode ter método, pois a criança vai aprender a ler e a escrever só pelo convívio com textos. O ambiente alfabetizador é suficiente. (B) Escrever é registrar coisas significativas e não sons. É registrar aquilo a que as palavras se referem e não o som das palavras, pois o nosso alfabeto é fonético. (C) A criança antes de construir a hipótese silábica, não compreende que a escrita representa a fala, o som das palavras e não o objeto a que o nome se refere. (D) Basta à criança conviver com muito material escrito, ter letramento que se alfabetiza, podendo o professor deixar que o processo ocorra de maneira aleatória e esparsa. (E) Se a criança não está aprendendo a ler e a escrever, é necessário voltar ao método silábico e alfabetizar na cartilha. 40. Após diversos resultados negativos nas avaliações externas sobre a competência leitora e escritora das nossas crianças, passamos a nos perguntar: por que as crianças não têm se alfabetizado, mesmo freqüentando a escola? O que fazer? Assinale a alternativa que aponta causas desse fracasso e medidas para reverter o quadro numa perspectiva diferente da dos PCNs , respectivamente: (A) -O sistema de ciclo, a adoção do sistema de progressão continuada e a adoção de métodos inadequados de alfabetização. -Ampliação do Ensino Fundamental para 9 anos, a adoção do método fônico. (B) -O desconhecimento dos usos e das funções da língua escrita, a teoria do letramento, o entendimento da alfabetização como codificação e decodificação. -A redução do Ensino Fundamental para 6 anos e a ampliação do Ensino Médio para 5 anos. (C) -A adoção de métodos de base fônica, a organização em torno da exploração sistemática e as relações entre “letra” e “som”, alfabetização que relaciona o sistema fonológico do português e seu sistema ortográfico. -A manutenção do ensino fundamental em oito anos e a adoção do método fônico que já foi utilizado no passado. (D) -O desenvolvimento da consciência fonológica, a análise da relação entre “letras” ou “grafemas” e “sons” ou fonemas da língua. -A ênfase no desenvolvimento da fluência da oratória na leitura e a adoção do método fônico. (E) -Os professores que são despreparados e não conseguem perceber as dificuldades dos alunos, os sistemas de ensino do Brasil que prioriza as questões trabalhistas em detrimento das pedagógicas, o método silábico que está baseado numa gradual e sistemática exploração entre grafemas e fonemas. -A retomada da visão interacionista que rejeita uma ordem hierárquica de habilidades e adoção do método misto. www.pciconcursos.com.br pcimarkpci MDAwMDowMDAwOjAwMDA6MDAwMDowMDAwOmZmZmY6MzZlOTpjMjU5:U3VuLCAxMiBTZXAgMjAyMSAxNTo0ODo1OSAtMDMwMA== Fechar CETRO CONCURSOS - Solução em Concursos Públicos Gabarito das provas - Processo Seletivo - Edital N° 03/2006 Prefeitura do Município de Guaíra - SP 106 - Professor de Desenvolvimento Infantil - 20 hs 01 - E 11 - D 21 - C 31 - B 02 - D 12 - D 22 - A 32 - C 03 - D 13 - E 23 - A 33 - A 04 - C 14 - B 24 - B 34 - D 05 - A 15 - C 25 - D 35 - E 06 - B 16 - E 26 - E 36 - A 07 - A 17 - C 27 - B 37 - E 08 - A 18 - D 28 - E 38 - A 09 - A 19 - B 29 - D 39 - C 10 - D 20 - D 30 - B 40 - A | Pagina inicial | Sobre a Cetro | NossosClientes | Serviços | Concursos em andamento | Nosso compromisso | Saiba mais | Dicas ao candidato | Fale conosco | © Copyright 2006 CETRO - Todos os direitos reservados A Cetro Serviços Concursos Treinamento O Instituto Fale Conosco wwww.pciconcursos.com.br