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Produção de hortaliças orgânicas para autoconsumo e comercialização Esmael Henrique Bublitz São Martinho, Santa Cruz do Sul, novembro de 2022 Introdução Diagnóstico do município; Diagnóstico da comunidade; Diagnóstico da propriedade; Análise FOFA da propriedade Planejamento estratégico da propriedade Alternativas de produções e criações da propriedade Objetivos Metas Estudo de mercado consumidor Técnicas e tecnologias Viabilidade técnica e socioambiental Estudo de mercado fornecedor Análise financeira Conlusão Dados do Município: Nome: Santa Cruz do Sul Emancipação: 31/03/1877 Área: 733,898 km² Municípios vizinhos: Vera Cruz, Rio Pardo, Sinimbu, Venâncio Aires e Passo do Sobrado Habitantes: 118.374 habitantes População Rural: 13.184 habitantes População Urbana: 105.190 habitantes Produções Agropecuárias: Tabaco: 4.471 ha Milho: 4.335 ha Soja: 3.386 ha Criações: Bovinos: 22.326 Caprinos: 368 Equinos: 779 Galináceos: 149.000 Ovinos: 1.211 Suínos: 13.201 FONTE: IBGE, 2010, 2017 Dados da comunidade São Martinho - Kelzenberg População: 139 pessoas Famílias: 42 Pessoas do gênero Masculino: 71 pessoas Pessoas do Gênero Feminino: 68 pessoas Número de pessoas da comunidade conforme faixa etária Infraestrutura disponível na comunidade; Meio agroecológico da comunidade: Relevo: Diversificado; Água: Rede hídrica, poços, arroios e açudes; Vegetação: Mata Atlântica; Solo: neossolo. Produções; Criações. Crianças - 0 a 12 anos Adolescentes - 12 a 18 anos Jovens - 18 a 29 anos Adultos - 29 a 60 anos Idosos - acima de 60 anos 13 12 10 63 41 Comunidade São Martinho - Kelzenberg Fonte: Google Earth Análise FOFA da comunidade Internos Externos Fortalezas Rede Hídrica; APP’s; Declividade diversificada; Comércio local; Educação – Ensino Fundamental; Recolhimento de lixo seco; Transporte público; Produção de alimentos; Locais de lazer; Biodiversidade e preservação da mata nativa; Autossuficiência no abastecimento de lenha; Agroindústria de conservas de vegetais; Infraestrutura (Igreja, Ginásio, asfalto, Serraria, Oficina e Borracharia); Bovinocultura para corte e tração animal; Associação de agricultores rurais; Grupo de idosos; Grupo de mulheres da Emater; Práticas conservacionistas na comunidade; Preservação das nascentes; Recolhimento das embalagens de agrotóxicos; Atuação de agentes de saúde comunitários; Oportunidades Diversificação das produções para contribuir na renda das famílias; Produção orgânica; Melhoramento das estradas de acesso; Melhoramento da energia elétrica; Captação de água com cisternas; Implantação de esterqueiras nas propriedades; Fraquezas Má condições das estradas; Educação – Ensino Médio; Instabilidade na energia elétrica; Falta de luz pública; Disponibilidade de mão de obra; Dependência econômica do tabaco; Falta de segurança; Utilização de adubos sintéticos e agrotóxicos nas produções; Mal aproveitamento dos dejetos dos animais. Ameaças Falta de água; Êxodo rural; Dependência externa de insumos (preços incontroláveis); Envelhecimento da população campo. Dados da propriedade Bublitz: Proprietários: Valdir e Geni Bublitz Localização: Santa Cruz do Sul Comunidade: São Martinho – Kelzenberg Distância da sede: 36 km da sede do município Tamanho da propriedade: 49,9 ha Criações existentes: Bovinos, suínos, caprinos, equinos e aves; Diagnóstico da propriedade: Produções existentes: Tabaco; Milho; Alimento para o autoconsumo da família. Diagnóstico da propriedade Fonte: Elaborado pelo autor Uso atual da UPF: Diagnóstico da propriedade DISTRIBUIÇÕES DAS ÁREAS DA UPF: [NOME DA CATEGORIA] [PORCENTAGEM] 18,87 ha [NOME DA CATEGORIA] [PORCENTAGEM] 35,64 ha [NOME DA CATEGORIA] [PORCENTAGEM] 0,39 ha Áreal agricultável Mata nativa e APP`s Eucalipto Benfeitorias 13.87 35.64 0 0.39 Relações Ecogeográficas da propriedade Água 2 arroios; 3 nascentes. Média de consumo diário: 750 litros Solo Classificação: neossolo rigolítico eutrófico; Saturação de bases: 85% 47% de argila; Práticas conservacionistas; Vegetação: 71% da propriedade é mata nativa 20% da área é APP Relevo: Diversificado Local mais baixo: 263 metros de altitude; Local mais alto: 404 metros de altitude; 500 metros de distância; Lavouras com 30, 24 e 4% de declividade Meio Agroecológico Análise FOFA da propriedade Internos Externos Fortalezas Recursos hídricos; Vasta área de mata nativa; Solo fértil; Relevo diversificado; Disponibilidade de tração mecanizada e diversos implementos para cultivar diversas culturas; Produção diversificada de alimentos para o consumo da família; Acesso à Internet; Energia Elétrica; Oportunidades Diversificação em relação as produções; Produção de alimentos para comercialização; Criação de animais para contribuir na renda da família; Investir na apicultura; Fraquezas Falta de mão-de-obra; Situação atual das construções; Falta de mata exótica; Pouca área agricultável; Custo de energia elétrica elevado; Ameaças Clima (Secas, grande período de chuvas); Estradas em más condições e difícil acesso à propriedade; Dependência da renda do tabaco; Falta de água; Custo de produção elevado; Não conseguir quitas as dívidas caso alguma safra acabe não produzindo e não retornando um lucro esperado. Planejamento estratégico da propriedade Objetivos em curto prazo (2022-2024) Aplicar calcário em todas as lavouras da propriedade; Melhoramento das pastagens da propriedade; Realizar a prática de poda na vegetação ao redor da residência; Diversificar os cultivos existentes na UPF através da Fruticultura e Horticultura; Construir açudes e reservatórios para utilizar água nas irrigações; Aumentar a proteção da nascente da propriedade através de vegetação; Realizar curvas de nível nas lavouras da propriedade. Objetivos em médio prazo (2024 – 2027) Adquirir placas solares para a produção de energia solar; Realizar reformas na infraestrutura das benfeitorias da propriedade; Investir na apicultura; Quitar as principais dívidas, investimentos da família. Objetivos em longo prazo (2027 em diante) Construir uma nova residência; Diminuir produção do tabaco na propriedade. Alternativas de produções e criações na propriedade Apicultura; Produção de hortaliças orgânicas para autoconsumo e comercialização. Justificativa Diversificação; Proximidade com as agroindústrias; Gosto e identificação com o tema; Objetivo Geral Produzir hortaliças de raiz, inflorescência e vagem para autoconsumo e comercialização. Objetivos específicos Desenvolver um sistema produtor de biomassa para a produção de hortaliças; Potencializar e escalonar a produção do rabanete, beterraba, cenoura, couve-flor e feijão-vagem; Fornecer para as agroindústrias de conservas locais hortaliças de raiz e inflorescência e vagem; Estabelecer pareceria com grupos e agricultores produtores de alimentos na comunidade; Realizar práticas de manejo e conservação de solo na área de produção para potencializar a produção orgânica. Metas Inserir um sistema “produtor de biomassa” na área de 1520m² para a produção de hortaliças (até julho de 2023); Implantar quebra-ventos com a cana-de-açúcar e o margaridão na área de produção de 1520 m² (até 2023); Estabelecer a demanda mensal das 2 agroindústrias locais (a partir de 2023); Utilizar os dejetos dos animais da propriedade para a produção 191 litros/mês de biofertilizante (a partir de 2023); Produzir 286 kg de beterraba, 242 kg de cenoura, 242 unidades de Couve-flor, 136 kg de feijão-vagem e 148 kg de rabanete por mês; Comercializar o excedente dos alimentos produzidos para diversificar a renda da família (a partir de 2023); Realizar a cobertura de solo em 200 m2 com consórcio entre milheto e crotalária-juncea anualmente. (a partir de 2023); Buscar a certificação orgânica para a produção de alimentos (a partir de 2024); Associar-se a Coopersanta, em feiras do município e formar/participar de um grupo de produtores para a comercialização dos alimentos (a partir de 2024); Estudo de mercado consumidor Alimentos Produção 15% da demanda mensal (Coopersanta) Produçãomensal (Família) Produção 50% da demanda mensal (Conservas 10) Produção 35% da demanda mensal (Di Rose) Total Beterraba 120 kg 24 kg 100 kg 42 kg 286 kg Cenoura 150 kg 7 kg 50 kg 21 kg 243 kg Couve-flor 150 unidades 8 unidades 60 unidades 25 unidades 243 unidades Feijão Vagem 60 kg 5 kg 50 kg 21 kg 136 kg Rabanete ... 6 kg 100 kg 42 kg 148 kg Técnicas e Tecnologias Escolha e descrição do local: Interpretação da análise de solo e recomendação para calagem Amostra Valor Interpretação pH em água 5,6 Médio Saturação por bases (CTCpH 7,0) 80,6 Alto Saturação por alumínio (CTCefetiva) 13,6 Médio Argila 34% Classe 3 Matéria orgânica 2 Baixo CTC pH 7,0 16,9 Alto Fósforo 3,3 Muito baixo Potássio 221 Muito alto Cálcio 9,6 Alto Magnésio 3,4 Alto Enxofre 12,3 Alto Cobre 7,6 Alto Zinco 15,8 Alto Boro 0,51 Alto Objetivo: atingir pH 6,0 Quantidade de calcário com PRNT 70%: 1,562 t/ha Em 1520 m²: 237,424 kg Adubação de base Cama de aviário 5-6 lotes; Será curtido por aproximadamente 90 dias A quantidade a ser inserida no solo será a partir da necessidade de nitrogênio e fósforo das plantas, considerando a atual situação do solo; 5 dias antes de inserir a adubação no solo, será realizado a aplicação de Microrganismos eficientes com concentração de 10%. 4.452,1 kg por ano. Cultura Quantidade de esterco por ha Quantidade de esterco por m² Rabanete 6,78 Toneladas 0,67 Kg Beterraba 9,6 Toneladas 0,96 Kg Cenoura 9,6 Toneladas 0,96 Kg Couve-flor 19 Toneladas 1,9 Kg Feijão-vagem 4,2 Toneladas 0,42 kg Cultura Área ocupada durante o ano (m²) Necessidade de cama de aviário por m² (kg) Quantidade de adubação por cultura durante o ano (kg) Rabanete ... 0,67 ... Beterraba 219,52 0,96 210,7392 Cenoura 232 0,96 222,72 Couve-flor 928 1,9 1763,2 Feijão-vagem 70 0,42 29,4 Total 1449,52 2226,0592 Cobertura de solo e adubação verde Fonte: https://diarural.com.br/ Fonte: www.sementerara.com.br Espécies de verão, sendo semeadas no período onde não será cultivadas determinadas hortaliças; Área anual: 200 m²; Objetivo do consórcio: Proteger o solo, manter a umidade, diminuir os processos erosivos de solo, melhorar as condições físicas, químicas e biológicas do solo e fixação de nitrogênio atmosférico no solo; 20 kg de semente por ha; 0,4 kg de crotalária e 0,4 kg de milheto na área. Crotalária- júncea (Crotalaria juncea) Milheto (Pennisetum glaucum) Práticas conservacionistas de solo 25 Práticas conservacionistas de solo Curvas de nível: Função: das curvas de níveis é de reduzir a área contínua por onde ha escoamento das águas das chuvas e com isso, diminuir a velocidade e intensidade de escoamento da água superficial, fazendo com que não se perca solo e nem nutrientes que nele estão. Sistema de piquetiamento: 2 curvas no decorrer da área com distância de 24 metros (considerando que o local possui 4% de declividade); Curvas formadas com a arado de tração animal. Práticas conservacionistas de solo Consórcio: Consórcio entre rabanete e couve-flor; Alternativa para o controle biológico de pragas; Melhor aproveitamento do espaço e adubação; Adubação de base será através da necessidade nutricional da couve-flor. Práticas conservacionistas de solo Rotação de cultura: Diminuição de incidência de doenças no solo; Aproveitamento dos nutrientes disponíveis no solo. Croqui da área de implantação do projeto Canteiros de produção de biomassa Objetivo: Fornecer matéria orgânica, que ao longo do desenvolvimento das plantas que irão compor esse sistema e com manejos corretos, terá uma diminuição de insumos externos (biofertilizante, esterco e composto), tornando uma área autossustentável. Benefícios: fixação de carbono, produção de solo, diminuição da temperatura, produção de água (regulação do ciclo da água). Fonte: elaborado pelo autor. 30 Canteiros de produção de biomassa Área ocupada: 165 m² Será necessário 146 mudas de eucalipto, 220 mudas de Kurumi e 36 mudas de banana prata. Adubação de base: Afim de cálculos levei em consideração a necessidade nutricional do fósforo (eucalipto), sendo necessário a aplicação de 85,8 kg de cama de aviário 5-6 lotes na área. Escalonamento de produção Escalonamento de produção Alimento un Espaçamento Produção por entrega Escalonamento Coeficiente de produção Necessidade de mudas ou sementes Ciclo da cultura Necessidade da área (m²) Beterraba kg 0,20 x 0,10 143 kg 15 dias 0,8 686 mudas 80 dias 13,72 Cenoura kg 0,20 x 0,05 121 kg 15 dias 0,8 1.161 sementes ou 2 g de sementes 80-120 dias 11,6 Couve-flor un 0,5 x 0,8 121 un 15 dias 0,8 145 mudas 100 dias 58 Vagem kg 0,50 x 0,25 68 kg 15 dias 0,8 40 sementes ou 8 gramas de sementes 80 dias 5 Rabanete kg 0,20 x 0,05 74 kg 15 dias 0,8 5.860 sementes ou 35,5 g de sementes 30 dias 58,6 Total 146,92 Tratos culturais Controle das plantas espontâneas; Amontoa da beterraba e couve-flor; Raleio da cenoura (quando as plantas atingirem 5 cm de altura, deixando o espaçamento de 5 cm entre plantas. Adubação de cobertura Cultura Dias de ciclo da planta que será aplicado Concentrações das aplicações (respectivamente) Quantidade de biofertilizante (litros) Beterraba 15, 30 e 50 dias 10, 20 e 30% 658,5 Couve-flor 30, 50 e 70 dias 10, 20 e 30% 278,4 Cenoura 15, 30 e 50 dias 10, 15 e 20% 638 Rabanete 15 dias 10% 703,2 Feijão-vagem 24, 45 e 65 dias 10, 20 e 30% 24 Total 2302,1 Produção: 191 litros por mês; Receita: 63 kg de esterco bovino crú; 191 litros de água; 7,5 kg de açúcar (3,75 kg a cada 15 dias); 7,5 litros de leite (3,75 litros a cada 15 dias); 1 recipiente de 300 litros. Pragas e doenças Principais pragas: Pulgão (Couve-flor) Lagarta militar (Cenoura) Lagarta-rosca (Beterraba) Lagarta das folhas (Rabanete) Cigarrinha-verde (Feijão-vagem) Métodos de controle: Solução de fumo, álcool e sabão Preparo do solo, incorporação dos restos culturais Calda de fumo Macerado de urtigas e Macerado de samambaia Controle biológico e utilização de armadilhas Principais doenças: Oídio (Couve-flor) Queima da cercospora (Cenoura) Tombamento (Beterraba) Hérnia das crucíferas (Rabanete) Ferrugem do feijoeiro (Feijão-vagem) Métodos de controle: Eliminação dos restos culturais, rotação de culturas Uso de cultivar resistente, exemplos: Brasília, Evitar plantio em solos contaminados e rotação de culturas Rotação de culturas com plantas não susceptíveis Aplicação de 10% de concentração de calda sulfocálcica e 10% de leite crú. Colheita e pós colheita Entrar em contato com os mercados consumidores; Colheita será realizada quando seu ciclo estiver completo; Colheita nas horas mais frescas do dia; Colher e entregar mais de uma cultura por entrega; Lavagem dos alimentos será na residência com água da propriedade; Os alimentos serão pesados na propriedade; Entregas realizadas pela família. Legislação Buscar a certificação orgânica; Parceria com agricultores da comunidade. Cronograma de implantação Cronograma de implantação 2023 Ação Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Compra de calcário X Calagem X Adubação de base X X Preparo do solo X Implantação dos canteiros de biomassa X Implantação do quebra-vento X Produção de biofertilizante X X X X X X X X X X X Transplante da beterraba X X X X X X X X Transplante da couve-flor X X X X X X X X Semeadura da cenoura X X X X X X X X X X Semeadura do rabanete X X X X X X X X X X Semeadura do Feijão-vagem X X X X X Semeadura dos adubos verdes de verão X Raleio da cenoura X X X X X X X X X Amontoa da Couve-flor X X X X X X X X Manejo de plantas espontâneas X X X X X X X X X 2024 Manejos nos canteiros de produção de biomassa X X X X X X Produção de biofertilizante X X X X X X X X X X X X Transplante da beterraba X X X X X XX X X Transplante da couve-flor X X X X X X X X X Semeadura da cenoura X X X X X X X X X X X X Semeadura do rabanete X X X X X X X X X X X X Semeadura do Feijão-vagem X X X X X X X Semeadura dos adubos verdes de verão X Raleio da cenoura X X X X X X X X X X X X Amontoa da Couve-flor X X X X X X X X X X X X Manejo de plantas espontâneas X X X X X X X X X X X X Viabilidade técnica Conhecimento adquirido aos 3 anos de formação; Experimentos realizados na área experimental; Estudos realizados durante as pesquisas do projeto; Saber e experiência da família; Produção orgânica com práticas agroecológicas; Variedades das culturas adaptadas a realidade da propriedade. Viabilidade socioambiental Cuidado, relação e interação com a sociedade e o ambiente; Diminuição da utilização de insumos sintéticos no solo (adubação orgânica e canteiros produtores de biomassa); Práticas conservacionistas (calagem, adubação verde, cobertura de solo, curvas de nível, quebra-ventos, rotação de culturas) Participação da família; Parceria com colegas; Estudo do mercado fornecedor Produto Unidade Quantidade Valor unitário Valor total Cama de aviário 5-6 lotes (Ferlau) Tonelada 3,36 200 R$672,00 Mudas de beterraba (Saori Kern) Muda 16.464 R$0,15 R$2.469,60 Mudas de Couve-flor (Saori Kern) Muda 3.480 R$0,15 R$522,00 Semente Rabanete Gigante Siculo (ISLA) Grama 852 R$0,50 R$426,00 Semente Cenoura Nantes (ISLA) Grama 32 R$0,42 R$13,44 Semente Cenoura Brasília (ISLA) Grama 16 R$0,23 R$3,68 Semente Feijão-vagem (ISLA) Grama 192 R$0,12 R$23,04 Calcário (UNICAL) kg 240 R$0,20 R$48,00 Semente de crotalária- júncea (Kist & Heemann) Kg 0,4 R$15,00 R$6,00 Semente Milheto (AFUBRA) Kg 0,4 R$4,00 R$1,60 Mudas de eucalipto Dunni (Cleon Weis) Muda 172 R$0,38 R$65,36 Grão verde (Cleon Weis) kg 65 R$10,00 R$650,00 Total R$4.900,72 Fluxo de caixa global do projeto Entradas Ano 1 (2023) Ano 2 (2024) Ano 3 (2025) Beterraba R$3.161,09 R$3.456,00 R$3.456,00 Couve-flor R$14.755,20 R$16.536,00 R$16.536,00 Cenoura R$4.547,20 R$5.448,80 R$5.448,80 Rabanete R$15.529,00 R$18.550,00 R$18.550,00 Feijão-vagem R$812,50 R$1.137,50 R$1.137,50 Total de entrada R$38.804,99 R$45.128,30 R$45.128,30 Saídas Custo de produção da beterraba R$2.063,69 R$2.257,71 R$2.257,71 Custo de produção de Couve-flor R$5.345,28 R$5.990,16 R$5.990,16 Custo de produção cenoura R$454,03 R$543,00 R$543,00 Custo de produção do Rabanete R$2.149,50 R$2.567,00 R$2.567,00 Custo de produção feijão-vagem R$628,50 R$879,00 R$879,00 Custos diversos da produção (tabela 42) R$1.448,62 R$1.448,62 R$1.448,62 Total de saídas R$12.089,62 R$13.685,49 R$13.685,49 Saldo de fluxo mensal R$2.226,28 R$2.620,23 R$2.620,23 Saldo do fluxo de caixa anual R$26.715,37 R$31.442,81 R$31.442,81 Projeção da área para a produção de tabaco 2432 pés de tabaco na área; Espaçamento: 125 x 50 cm; Custo de produção por planta: R$0,83; Custo de produção na área: R$2.018,56; Produção de 24@; Diferença de R$23.342,97. Receita Bruta: R$5.390,96 Produção - 2.432 pés – anual Baixa (8@/1000 pés) Média (10@/1000 pés planta/m²) Alta (12@/1000 pés) 19 24 29 Preço/unidade (R$) Mínimo 189 R$3.676,05 R$4.592,70 R$5.515,02 Médio 221,85 R$4.314,98 R$5.390,96 R$6.473,58 Máximo 239,7 R$4.662,17 R$5.824,71 R$6.994,45 Custo de produção R$2.018,56 R$ Produção baixa Produção média Produção alta Preço mínimo R$1.657,49 R$2.574,14 R$3.496,46 Preço médio R$2.296,42 R$3.372,40 R$4.455,02 Preço máximo R$2.643,61 R$3.806,15 R$4.975,89 Receita líquida do projeto Risco de atividade Conclusão Diversificação da renda da propriedade; Construção de saberes através dos diagnósticos realizados e do projeto; Sucessão na propriedade. Referências Bibliográficas ALENCAR, Jose Adalberto et al. Pragas do feijão. Petrolina: Empresa Brasileira de pesquisa agroecuária - Embrapa Centro de Pesquisa Agropecuária do Trópico semi-árido - CPATSA, 1996. 3-5 p. ARANTES, Marcelo. HISTÓRIA E BENEFÍCIOS DA BETERRABA. web artigos, 2011. 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