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Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Análise dos Fumos da Combustão Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Tipos de Combustão Dependendo das quantidades relativas combustível e comburente alimentadas no processo, podem ocorrer três tipos de combustão: Incompletas: quando a quantidade de oxigênio alimentada é menor que quantidade estequiometricamente necessária, para oxidar totalmente todas as frações do combustível. Teoricamente Completas (ou estequiométricas): quando a alimentação de oxigênio é feita com a quantidade estequiometricamente necessária, para oxidar totalmente todas as frações do combustível. Completas: quando se alimenta uma quantidade de oxigênio maior que a quantidade estequiométrica necessária para oxidar totalmente todas as frações do combustível. Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Tipos de Combustão A composição dos fumos varia de acordo com o tipo de combustão, nos permitindo ter uma indicação da combustão obtida. Nas combustões incompletas aparece nos fumos grandes quantidades de frações sem queimar, como o CO (e hidrocarbonetos em algumas situações). Não há presença de oxigênio. Nas combustões teoricamente completas verifica-se a presença de pequena quantidade de CO nos fumos, e quantidade desprezível (ou nula) de oxigênio. Em combustões completas haverá a presença de oxigênio nos fumos, em maior ou menor quantidade (dependendo do combustível queimado e do excesso empregado) e quantidade desprezível (ou nula) de CO. Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Razões do Uso de Excesso de Comburente em Processos de Combustão a) Contato combustível – comburente: À medida que se aumenta a quantidade de moléculas de oxigênio, aumenta a probabilidade de choque com as moléculas do combustível (ou com suas partículas finamente divididas). b) Deslocamento do equilíbrio químico das reações: As reações de combustão ocorrem em fase gasosa, e são reações de equilíbrio químico (reversíveis). C(grafite) + O2(g) CO2(g) Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Razões do Uso de Excesso de Comburente em Processos de Combustão Para que se obtenha um rendimento máximo do processo, a quantidade de excesso deve ser limitada ao valor que propicie ganho do calor. A quantidade adequada do excesso a ser aplicado depende do tipo de combustível, da construção da instalação e das condições de operação. Levando-se em conta somente o estado físico do combustível, o excesso recomendado varia conforme segue: Combustíveis gasosos : 5 a 30% de ar em excesso; Combustíveis líquidos : 20 a 40% de ar em excesso; Combustíveis sólidos : 30 a 100% de ar em excesso. Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Controle da Combustão O controle tem como objetivo, verificar se uma combustão está sendo efetuada com a porcentagem correta de ar em excesso, de acordo com o combustível queimado e demais condições do processo. Os fumos são analisados no aparelho de ORSAT, obtendo-se as porcentagens volumétricas de CO2, O2, CO e N2 em base seca (isenta do vapor de água). Aparelho de Orsat Fonte: RBR Vidros Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Relatório 1 – Capa com NOME, RA, TURMA, NOME DO EXPERIMENTO. 2 – Objetivo: Análise dos fumos da combustão do gás encanado. 3 – Introdução Teórica: Pesquisar entre três e cinco parágrafos sobre a análise de fumos da combustão. 4 – Materiais Utilizados: Aparelho de Orsat, solução indicadora, solução de hidróxido de potássio, solução de pirogalato de potássio, solução de cloreto cuproso amoniacal, funil, mangueira, bico de Bunsen, gás encanado. Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Relatório5 – Procedimentos: Aparelho de Orsat Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Relatório a) Preparo das pipetas de absorção: Devem-se elevar as soluções absorventes até uma marca de referência no capilar. Para isso opera-se do seguinte modo: Eleva-se o frasco nivelador até que a solução contida no mesmo atinja a marca de 100 ml do eudiômetro, deixando-se aberta a torneira que a comunica com o exterior. A seguir fecha-se essa torneira e abre-se a que a põe em contato com uma das pipetas de absorção. Abaixando-se cuidadosamente o frasco nivelador e controlando o movimento dos níveis líquidos por pressão com os dedos sobre o tubo de borracha que liga o frasco nivelador com a bureta eudiométrica, faz-se com que a solução se eleve até o traço de referência. Fecha-se em seguida a torneira. Faz-se o mesmo com as demais pipetas. Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Relatório Solução Indicadora Hidróxido de Potássio Pirogalato de Potássio Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Relatório Cloreto Cuproso Amoniacal Bureta Eudiométrica Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Relatório Aparelho Orsat Laboratório UNIP Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Relatório b) Tomada de amostra de fumos: Eleva-se o frasco nivelador até a solução nele contida atingir a parte superior do eudiômetro, colocando a torneira de três posições na posição de comunicação com o exterior. Fecha-se então esta torneira. A seguir liga-se a canalização ou o recipiente que contém o gás a ser examinado. A torneira de três posições deve estar na posição de abertura para tomada de amostra e fechamento para o exterior. Abaixa-se o frasco nivelador até que a solução do mesmo atinja a marcação zero do eudiômetro. Repete-se 3 a 4 vezes essa operação, para eliminar todo o ar do aparelho, deixando-o cheio apenas com os fumos a analisar. Na última tomada deve-se nivelar o frasco nivelador com o nível da solução dentro do eudiômetro no ponto zero do eudiômetro, a fim de se ter a pressão atmosférica também internamente no aparelho. Após o nivelamento na marca zero do eudiômetro, fecha-se a torneira de três posições, mantendo a amostra de fumos dentro do aparelho. Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Relatório c) Absorção de gases: 1 – Hidróxido de Pótássio = CO2 2 – Pirogalato de Potássio = O2 3 – Cloreto Cuproso Amoniacal = CO As soluções devem ser usadas nessa ordem rigorosa, pois, o pirogalato de potássio sendo fortemente alcalino pode absorver também o CO2 alem do O2, e o cloreto cuproso amoniacal, pode absorver o O2 alem do CO. Abre-se a torneira que comunica o eudiômetro com a pipeta de absorção. Elevando-se o frasco nivelador faz-se com que a mistura entre em contato com a solução absorvente. Abaixa-se o frasco nivelador e a mistura gasosa retorna ao eudiômetro. Repete-se a operação até obter leitura de volume constante. Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Relatório c) Absorção de gases (continuação): Em geral a passagem na solução de hidróxido de potássio deve se repetir por 3 a 4 vezes, a passagem no pirogalato de potássio de 10 a 12 vezes. A leitura do volume absorvido do componente da mistura (CO2, O2 ou CO) é efetuada igualando os níveis de solução no frasco nivelador e na bureta eudiométrica (a fim de igualar as pressões interna e externa ao aparelho) e lendo diretamente na escala do eudiômetro o volume absorvido em ml (que corresponde à % volumétrica). Deve-se notar que o volume lido após passagem pela solução de hidróxido de potássio é volume de CO2, o volume lido após passagem pelo pirogalato de potássio corresponde ao volume de CO2 + O2. O volume lido após passagem pelo cloreto cuproso amoniacal corresponde ao volume de CO2 + O2 + CO. Por diferenças sucessivas obtém-se os volumes de CO2, de O2 e de CO. O restante do volume é considerado como sendo gás nitrogênio. Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Relatório Observações: 1 – As soluções absorventes nunca deverão ultrapassar o traço de referência das pipetas, o que implicaria em desmontagem do aparelhopara limpeza. Daí, a necessidade de cuidadoso manejo do frasco nivelador. 2 – A análise de Orsat dá resultados em “base seca”, isto é, fumos isentos de vapor de água. 3 - Considerando o volume de 100 ml de fumos analisados, obtém-se a composição dos fumos em percentual volumétrico, ou seja, %CO2, %O2, %CO e %N2. Considerando tratar- se de uma mistura gasosa mantida a pressão e temperatura constante, essa porcentagem volumétrica é numericamente igual à porcentagem molar. Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Relatório 6 – Resultados e Conclusões Resultados da análise CO2 = O2 = CO = N2 = Cálculo do percentual de ar em excesso 7 – Referências Bibliográficas CO2 O2 CO N2 C CO2 O2 CO N2 Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Exemplo de Cálculo Os fumos provenientes da queima de um hidrocarboneto líquido, analisados no Aparelho de Orsat, seguindo os mesmos procedimentos usados no laboratório, deram os dados abaixo, em volume de fumos secos lidos no eudiômetro, após absorção total de cada um dos componentes gasosos dos fumos: Volume lido no eudiômetro após a absorção total pela solução de hidróxido de potássio: 92 mL Volume lido no eudiômetro após a absorção total pela solução de pirogalato de potássio: 86 mL Volume lido no eudiômetro após a absorção total pela solução de cloreto cuproso amoniacal: 80 mL a) Determinar a porcentagem de ar em excesso utilizada na combustão; b) O valor encontrado é adequado ao estado físico do combustível? c) Qual a faixa adequada? d) Está havendo perda de calor? Em caso positivo, que tipo? e) Como deve ser alterado o fluxo de ar para melhorar a eficiência do processo? Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Exemplo de Cálculo Em termos de absorção de gases, sabemos: 1 – Hidróxido de Pótássio absorve CO2 2 – Pirogalato de Potássio absorve O2 3 – Cloreto Cuproso Amoniacal absorve CO SABEMOS QUE O EUDIÔMETRO TEM CAPACIDADE MÁXIMA DE 100 mL. SENDO ASSIM, O VOLUME LIDO PODE SER TRABALHADO EM mL, MOL OU PERCENTUAL. Sendo assim: CO2 = 100 – 92 = 8% O2 = 92 – 86 = 6% CO = 86 – 80 = 6% N2 = 100 – (8 + 6 + 6) = 80% Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Exemplo de Cálculo Após a determinação dos percentuais dos elementos que compõem os fumos da combustão, precisaremos saber, por intermédio de cálculos estequiométricos, a quantidade dos reagentes que originaram os fumos analisados. Para isso, utilizamos uma TABELA AUXILIAR. CO2 O2 CO N2 C CO2 O2 CO N2 ∑ PRODUTOS → ← REAGENTES Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Exemplo de Cálculo Preenchimento da tabela: 1 - Inicialmente coloca-se na diagonal principal da tabela, os resultados da análise; 2 - Com o auxílio das reações de formação dos componentes dos fumos, obtém-se as quantidades de entrada dos reagentes; CO2 O2 CO N2 C CO2 O2 CO N2 ∑ C + O2 CO2 8mol 8 mol 8mol C + 0,5 O2 CO 6mol 3 mol 6mol 3 – Por fim, somamos todas as quantidade de reagentes e produtos encontrados, na última linha da tabela 8 6 6 80 88 3 6 8 17 6 80 14 Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Exemplo de Cálculo Oxigênio(Ar) REAL: Quantidade total de oxigênio aplicada no processo. O cálculo do número de mols de oxigênio REAL é feito com base na proporção de oxigênio e nitrogênio (N2 = 79%; O2 = 21%) existente no ar, com base na quantidade de nitrogênio encontrada nos fumos. 79 mol N2 - 21 mol O2 80 mol N2 - nO2 REAL O2 REAL = (21/79) x 80 = 21,3 mol Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Exemplo de Cálculo Oxigênio(Ar) TEÓRICO: Quantidade ESTEQUIOMÉTRICA de oxigênio necessária para oxidar totalmente todas as frações de combustível. QUANDO SE CALCULA O OXIGÊNIO TEÓRICO, DEVE-SE IMPOR QUEIMA COMPLETA (OXIDAÇÃO TOTAL) DE TODAS AS FRAÇÕES DO COMBUSTÍVEL!!! OU SEJA, NÃO DEVEMOS CONSIDERAR A FORMAÇÃO DE MONÓXIDO DE CARBONO (CO). Como estamos trabalhando com um hidrocarboneto, será necessário determinar as quantidades necessárias para a total oxidação do hidrogênio e do carbono que compõem o combustível em questão. Sendo assim: C + O2 CO2 14mol 14mol (soma da tabela) O2 TEÓRICO p/ C = 14 mol Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Exemplo de Cálculo A quantidade de oxigênio para a queima do hidrogênio é a que “desaparece” na análise. É a diferença entre o numero de mols de oxigênio alimentado no processo (n O2 REAL) e o número de mols que aparece na tabela. Assim: O2 TEÓRICO P/H2 = O2 REAL - O2 TABELA O2 TEÓRICO P/H2 = 21,3 – 17 = 4,3 mol O2 TEÓRICO = 14 + 4,3 = 18,3 mol CO2 O2 CO N2 C CO2 8 8 8 O2 6 CO 3 6 6 N2 80 ∑ 8 17 6 80 14 Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Exemplo de Cálculo Oxigênio(Ar) EM EXCESSO: Quantidade adicional de oxigênio além da teórica, aplicada para garantir a combustão completa. O2 EXCESSO = O2 REAL - O2 TEÓRICO O2 EXCESSO = 21,3 - 18,3 = 3 mol Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Exemplo de Cálculo Após o cálculo das quantidade de oxigênio real (21,3 mol), teórico (18,3 mol) e em excesso (3 mol), é chegada a hora de calcular o percentual de ar em excesso utilizado na combustão. A primeiro momento, tudo o que deve ser feito para responder o ITEM A é a conversão das quantidades de oxigênio encontradas até então, para ar. Pois o exercício nos pede a quantidade de AR EM EXCESSO. Nesse caso, a conversão não é necessária pelo fato de o oxigênio SER UMA PARTE DO AR. Dessa forma: LETRA A CONCLUÍDA!!!! Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Exemplo de Cálculo b) O valor encontrado é adequado ao estado físico do combustível? Não é adequado. De acordo com o enunciado o combustível é liquido. Foi visto que: Combustíveis gasosos : 5 a 30% de ar em excesso; Combustíveis líquidos : 20 a 40% de ar em excesso; Combustíveis sólidos : 30 a 100% de ar em excesso. c) Qual a faixa adequada? Conforme acima, 20 a 40% Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Exemplo de Cálculo d) Está havendo perda de calor? Em caso positivo, que tipo? A presença de monóxido de carbono (CO) nos fumos (combustível sem queimar) acarreta a perda de calor latente. Caso tivesse sido encontrado um valor acima do máximo recomendado (40 % neste caso) estaria ocorrendo perda de calor sensível. e) Como deve ser alterado o fluxo de ar para melhorar a eficiência do processo? Deve ser promovido o aumento da alimentação de ar, até que a presença de CO nos fumos se torne desprezível, respeitando-se o limite de máximo de 40%. Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Exercício Os fumos provenientes da queima de um hidrocarboneto gasoso, analisados no Aparelho de Orsat, seguindo os mesmos procedimentos usados no laboratório, deram os dados abaixo, em volume de fumos secos lidos no eudiômetro, após absorção total de cada um dos componentes gasosos dos fumos: CO2 = 12%; O2 = 6%; CO = 4%. a) Determinar a porcentagem de ar em excesso utilizada na combustão; b) O valor encontrado é adequado ao estado físico do combustível? c) Qual a faixa adequada? d) Está havendo perda de calor? Em caso positivo, que tipo? e) Como deve ser alterado o fluxo de ar para melhorar a eficiência do processo? Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Exercício REAGENTES CO2 O2 CO N2 C P R O D U TO S CO2 12,0 12,0 12,0 O2 6,0 CO 2,0 4,0 4,0 N2 78,0 ∑ 12,0 20,0 4,0 78,0 16,0 N2 = 100 – (12 + 6 + 4) = 78% 79 mol N2 - 21 mol O2 78 mol N2 - nO2 REAL O2 REAL = (21/79) x 78 = 20,73 mol C + O2 → CO2 12,0 mol 12,0 mol 12,0 mol C + 0,5 O2 → CO 4,0 mol 2,0 mol 4,0 mol O2teórico = 16,0 + 0,73 = 16,73 mol C + O2 → CO2 16,0 mol 16,0 mol O2 p/H2 = O2real - O2tabela O2 p/H2 = 20,73 - 20,0 = 0,73 mol Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Exercício %Ar exc = %O2exc = O2exc x 100 O2teorico %Ar exc = %O2exc = 4,00 x 100 16,73 %Ar exc = %O2exc= 23,9% O2excesso = O2real - O2teorico O2teórico = 20,73 - 16,73 = 4,00 mol Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Exercício b) O valor encontrado é adequado ao estado físico do combustível? É adequado. De acordo com o enunciado o combustível é gasoso. Foi visto que: Combustíveis gasosos : 5 a 30% de ar em excesso; Combustíveis líquidos : 20 a 40% de ar em excesso; Combustíveis sólidos : 30 a 100% de ar em excesso. c) Qual a faixa adequada? Conforme acima, 5 a 30% Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Exercício d) Está havendo perda de calor? Em caso positivo, que tipo? A presença de monóxido de carbono (CO) nos fumos (combustível sem queimar) acarreta a perda de calor latente. Caso tivesse sido encontrado um valor acima do máximo recomendado (30 % neste caso) estaria ocorrendo perda de calor sensível. e) Como deve ser alterado o fluxo de ar para melhorar a eficiência do processo? Deve ser promovido o aumento da alimentação de ar, até que a presença de CO nos fumos se torne desprezível, respeitando-se o limite de máximo de 30%. Profº Luiz Ghelmandi Netto Complementos de Química Aplicada Fim