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Layout e Desenho de Móveis para Quartos e Salas

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PROJETO DE 
INTERIORES 
RESIDENCIAIS 
Marilia Pereira de 
Ardovino
Layout e desenho de móveis 
para quartos e salas
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
 � Definir os passos para a criação de um layout.
 � Demonstrar a representação de desenhos de móveis.
 � Construir um layout.
Introdução
Os espaços internos são os ambientes físicos que correspondem às ne-
cessidades básicas de abrigo e proteção. Eles são o palco das atividades 
diárias. Além disso, afetam o olhar, o humor e a personalidade dos usuários. 
A arquitetura de interiores inclui o planejamento, o layout e o projeto de 
espaços edificados. O seu objetivo é o aprimoramento funcional, estético 
e do impacto psicológico desses locais (CHING, 2013).
Um projeto de interiores é composto por diversos elementos e dese-
nhos necessários para a concepção do espaço e para a comunicação entre 
arquiteto e cliente. Um de seus elementos fundamentais é o layout, que 
consiste em uma planta baixa mobiliada e detalhada com informações 
e especificações do projeto.
Neste capítulo, você vai conhecer o conceito de layout para arquite-
tura de interiores, bem como os passos para a sua criação. Também vai 
verificar como os móveis são representados em uma planta baixa e ver 
exemplos de construção de um layout.
Criação de um layout
Um dos elementos do projeto de interiores é o layout do mobiliário em planta 
baixa. O termo layout vem do inglês e literalmente significa “[...] qualquer 
esboço ou projeto gráfico de um trabalho” (MICHAELIS, 2018, documento 
on-line). Em português, a grafia pode ser “leiaute”. 
Para Galvão (2016, p. 8), o layout em arquitetura de interiores é:
Um arranjo físico, disposição de peças (mobiliário, equipamentos, postos de 
trabalho, etc.) em planta baixa, visando ao melhor funcionamento possível do 
espaço a ser trabalhado, proporcionando segurança, conforto e produtividade 
das pessoas que vão utilizar esse espaço.
A criação do layout se dá na etapa do projeto de interiores chamada estudo 
preliminar. É nessa etapa que surgem os desenhos das primeiras possibili-
dades e intenções da proposta projetual. O estudo preliminar ocorre depois 
da fase de entrevista, levantamento e coleta de dados do local do projeto e da 
definição do programa (INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL, 2018).
O programa de necessidades é uma listagem dos requisitos projetuais. 
Ele é elaborado como uma:
Resposta às intenções do cliente; a seguir, [...] é aprimorado de modo a forne-
cer informações detalhadas sobre as exigências do projeto, incluindo, entre 
outros fatores, o levantamento de campo, as exigências de acomodação, as 
exigências de leiaute interno, e instalações e equipamentos especializados 
(FARRELLY, 2013, p. 170).
Ao fazer um layout para quartos e salas, o arquiteto ou designer de interio-
res precisa observar e analisar o espaço a ser projetado. Esse espaço oferece 
pistas de como pode ser melhor aproveitado. Seus acessos definem um fluxo 
que divide a área em certas zonas. Assim, já evidenciam uma setorização do 
ambiente estudado (CHING, 2013). De acordo com Galvão (2016, p. 9), “O 
desafio é grande quando a necessidade de espaço é maior do que a disponi-
bilidade, situação muito comum atualmente, onde os espaços são cada vez 
menores e as necessidades cada vez maiores”.
Para realizar um bom layout, o profissional deve considerar o usuário que 
vai utilizar o ambiente, suas necessidades e medidas. Também precisa levar em 
conta os móveis e equipamentos que vão ser usados no espaço, a ergonomia, 
a setorização e o fluxo das atividades realizadas no local (GALVÃO, 2016). 
Assim, “O arquiteto de interiores busca um ajuste adequado entre as deman-
das das atividades e a natureza da arquitetura dos espaços que as abrigam” 
(CHING, 2013, p. 63).
Layout e desenho de móveis para quartos e salas2
Os espaços estudados neste capítulo, quartos e salas, pertencem às zonas 
residenciais denominadas, respectivamente, íntima e social. A área social é 
destinada à socialização e deve ter uma atmosfera que propicie a convivência 
entre as pessoas. Fazem parte dessa área os seguintes espaços: hall de entrada, 
lavabo, sala de estar, sala de jantar, churrasqueira, entre outros. A área íntima 
de uma residência deve proporcionar conforto e privacidade aos usuários. 
Desse modo, não deve ter ligação direta com a área social. Fazem parte dessa 
área os seguintes espaços: dormitórios de casal, solteiro, bebê ou hóspede, 
banheiro e estar íntimo (GALVÃO, 2016).
Para Ching (2013, p. 66), no momento do estudo do layout, é preciso analisar 
os espaços e as atividades realizadas neles. Assim, pode-se
[...] Relacionar as características espaciais de cada atividade às características 
dos espaços disponíveis. O layout faz a seleção e disposição de acessórios, 
móveis e acabamentos, dentro do espaço disponível, respondendo tanto a 
critérios funcionais como estéticos.
A disposição dos elementos no layout depende das circulações. Elas devem 
ocorrer facilmente de dentro para fora da edificação e de um ambiente para o 
outro. Os móveis devem ser arranjados conforme as atividades que acontecerão 
no espaço. Por exemplo: assistir televisão, ouvir música, conversar e estudar. 
Tais atividades não devem ser interrompidas pelo trânsito de pessoas. A 
circulação é marcada pelos fluxos, que são as possibilidades de caminho que 
propiciam o melhor aproveitamento do espaço. Quanto mais simples e intuitivo 
for o fluxo, melhor é o aproveitamento (GALVÃO, 2016). Para compreender 
melhor, observe a Figura 1, a seguir.
Figura 1. Circulações possíveis e acessibilidade das zonas de um espaço em planta baixa, 
em um estudo de layout.
Fonte: Ching (2013, p. 64).
3Layout e desenho de móveis para quartos e salas
Para Galvão (2016, p. 22), as circulações dentro de um espaço podem ser 
naturais ou forçadas: “A circulação natural é aquela que flui sem problemas, 
sem desvios, e a forçada é aquela na qual desviamos do caminho natural por 
motivos funcionais ou estéticos”. Na Figura 2, você pode ver exemplos de 
circulação natural e forçada.
Figura 2. Exemplos de circulação natural (direita) e forçada (esquerda).
Fonte: Galvão (2016, p. 22).
O layout é basicamente uma planta baixa com representação mais deta-
lhada dos móveis, suas cotas e especificações. Ele auxilia a definir as áreas 
de circulação de acordo com a posição dos equipamentos e móveis. Além 
disso, indica maiores informações relacionadas a detalhes e acabamentos. As 
informações necessárias em um layout são: 
 � escala — normalmente 1:50 ou 1:100, mas pode variar dependendo da 
dimensão do projeto;
 � hierarquia de linhas;
 � medidas das aberturas dos vãos (portas, janelas, etc.);
 � medida dos móveis; 
 � nomenclatura dos móveis, caso necessário; 
 � cotas horizontais das aberturas, passagens, corredores e móveis, além 
das cotas totais; 
 � orientação (norte magnético ou verdadeiro).
Na Figura 3, a seguir, você pode ver layouts de salas de jantar e quartos. 
Note que os layouts respeitam distâncias, fluxos e circulações. Além disso, 
eles demonstram a distribuição de mobiliários e equipamentos.
Layout e desenho de móveis para quartos e salas4
Figura 3. Layouts de salas de jantar e quartos.
Fonte: Henry Dreyfuss Associates (2005, p. 59).
Com base no que você viu até aqui, pode concluir que os passos para a 
criação de um layout são:
 � representar o espaço em planta baixa com todos os seus elementos fixos;
 � estabelecer as circulações e os fluxos;
 � fazer as distribuições de mobiliário possíveis;
 � definir e indicar detalhes e materiais de acabamento.
5Layout e desenho de móveis para quartos e salas
A ergonomia (ou fatores humanos) é uma disciplina científica que estuda as inte-
rações entre os seres humanos e outros elementos ou sistemas. Ela também está 
relacionada à aplicação de teorias, princípios, dados e métodos a projetos a fim de 
otimizar o bem-estar humano e o desempenho global do sistema. Os ergonomistas 
contribuempara o planejamento, o projeto e a avaliação de tarefas, postos de trabalho, 
produtos, ambientes e sistemas. A ideia é tornar esses elementos compatíveis com 
as necessidades, habilidades e limitações das pessoas (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE 
ERGONOMIA, 2018).
Representação de desenhos de móveis em um 
layout
O layout é, de modo simplificado, um desenho que demonstra a distribuição 
do mobiliário e demais informações em planta baixa. A planta baixa consiste 
em um corte horizontal de uma edificação, representando a projeção 
ortográfica do que fica abaixo dessa linha de corte. Esses desenhos mostram 
a configuração das paredes e pilares, a forma e as dimensões dos ambientes, 
das aberturas e das conexões entre os espaços e entre o interior e o exterior 
da edificação. 
Normalmente, o plano de corte é feito a 1,20 m do chão, atravessa as paredes, 
estruturas e aberturas e pode-se ver o piso, as bancadas e o mobiliário fixo. 
Usa-se uma seta de norte para indicar a orientação de uma planta baixa. A 
convenção é orientá-la com o norte para cima. As plantas baixas costumam 
ser desenhadas nas escalas 1:100 ou 1:50. A arquitetura de interiores às vezes 
utiliza escalas maiores, que são úteis para o estudo e a representação de 
espaços que requerem mais detalhes. Afinal, uma escala maior permite incluir 
informações sobre acabamentos, móveis e acessórios. Assim, quanto maior 
for a escala, mais detalhes deverão ser incluídos (CHING, 2017).
Como um layout de interiores consiste em uma planta baixa mobiliada 
e mais detalhada, a representação dos móveis se dá por meio de uma vista 
ortográfica superior, como você pode ver nas Figuras 4 e 5. 
Layout e desenho de móveis para quartos e salas6
Figura 4. Representação de assentos em um layout, com figura humana.
Fonte: Ching (2017, p. 191).
Figura 5. Representação de sofás, poltronas, mesas com cadeiras e camas em um layout.
Fonte: Ching (2017, p. 192).
7Layout e desenho de móveis para quartos e salas
Muitos programas de geração de maquetes eletrônicas e CAD incluem 
bibliotecas ou gabaritos de peças de mobiliários pré-projetados. Eles podem 
ser facilmente copiados, redimensionados e posicionados diretamente no 
desenho, como mostra a Figura 6 (CHING, 2017, p. 192).
Figura 6. Exemplos de mobiliário para salas e quartos em planta baixa em uma biblioteca 
de desenhos arquitetônicos disponíveis para download.
Fonte: Bari (2017, documento on-line).
No Quadro 1, a seguir, você pode ver as dimensões mais usuais de mobi-
liários para quartos e salas. No quadro, estão listadas as medidas dos móveis 
mais usados nesse tipo de espaço, os assentos e as camas.
Layout e desenho de móveis para quartos e salas8
Fonte: Adaptado de Galvão (2018).
Assentos
Tipo Largura Profundidade Altura
Poltrona 0,80 a 
0,95 m
1 a 1,15 m Encosto: > 0,45 m
Assento: 0,35 a 0,43 m
Sofá
(2 lugares)
1,50 a 
1,70 m
1 a 1,15 m Encosto: > 0,45 m
Assento: 0,35 a 0,43 m
Sofá
(3 lugares)
2,10 a 
2,30 m
1 a 1,15 m Encosto: > 0,45 m
Assento: 0,35 a 0,43 m
Espaço de circulação entre poltronas e sofás: 1 pessoa > 0,60 | 2 pessoas > 1,20
Design universal > 1,50
Camas
Tipo Largura Comprimento Altura
Twin (solteiro) 0,90 m 1,88 m 45 cm a 
55 cm
Twin XL 1,00 m 2,03 m 45 cm a 
55 cm
Full (casal) 1,38 m 1,88 m 45 cm a 
55 cm
Full XL 1,38 m 2,03 m 45 cm a 
55 cm
Queen size 1,58 m 1,98 m 45 cm a 
55 cm
Cal king 1,86 m 2,03 m 45 cm a 
55 cm
King size 1,93 m 2,03 m 45 cm a 
55 cm
King split 2,00 m 2,03 m 45 cm a 
55 cm
Tabela com os tamanhos “oficiais” utilizados nos Estados Unidos 
(onde se criaram os nomes que são utilizados amplamente). 
Medidas convertidas para o padrão industrial brasileiro.
Quadro 1. Medidas de assentos e camas para salas e dormitórios.
9Layout e desenho de móveis para quartos e salas
A planta humanizada é aquela que vem com a representação dos móveis e revestimen-
tos de piso desenhados e coloridos. Se for uma planta de casa, pode também conter 
o jardim desenhado. É uma planta feita para o leigo entender com mais facilidade. 
Ela é diferente da planta técnica, que é composta basicamente por linhas. As plantas 
baixas humanizadas são mais comerciais. São usadas pelos arquitetos e empresas para 
explicar melhor o projeto para os clientes (ARQUIDICAS, 2017).
Exemplo de construção de layout
Nesta seção, você vai ver como propor e construir um layout a partir do 
que aprendeu até aqui. Como você viu, o estudo do layout acontece durante 
o estudo preliminar e após a coleta de dados e a definição do programa de 
necessidades. Por meio do estudo de vários autores, como Ching (2013; 
2017) e Galvão (2018a), se concluiu que os passos para construir o layout 
são:
1. desenhar a planta baixa com paredes, portas, janelas e demais elementos 
fixos;
2. definir os fluxos e circulações no espaço;
3. distribuir o mobiliário e equipamentos, considerando os critérios de 
funcionalidade, estética e testando alternativas;
4. definir e indicar detalhes e materiais de acabamento.
Você pode observar o procedimento de construção de layout na Figura 7. 
Grimley e Love (2017), a partir da planta baixa de um espaço de estar, geram 
quatro alternativas de distribuição de mobiliário, considerando o estudo das 
circulações e definindo eixos compositivos. Para eles, “[...] uma sala de estar 
típica funciona bem quando é organizada de acordo com diversos princípios 
alternativos” (GRIMLEY; LOVE, 2017, p. 100).
Layout e desenho de móveis para quartos e salas10
Figura 7. Quatro propostas de layout para um espaço de sala de estar.
Fonte: Grimley e Love (2017, p. 100).
A primeira proposta é de uma sala simétrica. Usando um eixo central, os 
móveis são distribuídos simetricamente em relação à lareira. A circulação e 
os elementos construtivos ficam fixos em todas as propostas; só o mobiliário 
demonstra as possibilidades de variação. Na alternativa com eixo duplo, a 
composição é simétrica em relação aos eixos longitudinal e transversal. A sala 
com simetria local deixa a composição mais livre e faz o espaço parecer mais 
amplo. Na última proposta, a sala assimétrica deixa o espaço mais informal e 
possibilita a organização em dois ambientes distintos. Observe que o layout 
é construído a partir da planta baixa e seus elementos de arquitetura, como 
portas, janelas e lareira. A circulação entre as portas é respeitada em todas as 
propostas. Varia apenas a distribuição e a escolha de mobiliário.
No link a seguir, você encontra uma biblioteca gratuita de desenhos arquitetônicos 
em DWG disponíveis para download.
https://goo.gl/yrqWba
11Layout e desenho de móveis para quartos e salas
Os layouts dos espaços internos de quartos e salas também devem prever 
o uso por pessoas com deficiência. No Brasil, a norma que regulamenta a 
acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos é a 
NBR 9.050, de 2015. Ao propor um layout, você deve levar em consideração 
os espaços e verificar se há dimensionamentos suficientes para manobras 
e giros de cadeiras de rodas, assim como para abrigar as alturas do 
mobiliário. Observe as Figuras 8 e 9, a seguir, para verificar a importância 
da acessibilidade.
Figura 8. Áreas de manobras para cadeira de rodas.
Fonte: NBR 9.050 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2015, p. 25).
Layout e desenho de móveis para quartos e salas12
Figura 9. Layout de dormitório para pessoas com deficiência.
Fonte: Henry Dreyfuss Associates (2005, p. 46).
Ao longo deste capítulo, você estudou o conceito, a definição e a importân-
cia do layout na arquitetura de interiores. Viu também seus benefícios para a 
maior funcionalidade dos espaços, assim como as representações de mobiliário 
para quartos e salas em planta baixa. Além disso, verificou os passos para a 
montagem de um layout de sala, assim como a demonstração desses passos 
na construção de um exemplo.
13Layout e desenho de móveis para quartos e salas
Na Figura 10, a seguir, você pode ver um exemplo do layout de uma sala de estar grafi-
cado à mão. O desenho mostra a plantabaixa, os elementos construtivos, o mobiliário, 
as dimensões, os acessórios (cortina, tapete, objetos, vegetação), a representação do 
piso e as especificações de acabamento e de móveis.
Figura 10. Layout (graficado à mão) de sala de estar.
Fonte: Galvão (2018b, documento on-line).
Layout e desenho de móveis para quartos e salas14
1. Um dos elementos mais importantes 
do projeto de interiores é o layout 
do mobiliário. Para a arquitetura de 
interiores, layout é, basicamente:
a) uma vista frontal mais detalhada 
que demonstra o arranjo físico e 
as informações de acabamentos, 
visando à funcionalidade 
e à estética do espaço.
b) uma planta baixa mobiliada 
e mais detalhada que 
demonstra o arranjo físico e as 
informações de acabamentos, 
visando à funcionalidade 
e à estética do espaço.
c) uma perspectiva mais detalhada 
que demonstra o arranjo físico e 
as informações de acabamentos, 
visando à funcionalidade 
e à estética do espaço.
d) um corte vertical mais detalhado 
que demonstra o arranjo físico e 
as informações de acabamentos, 
visando à funcionalidade 
e à estética do espaço.
e) um corte vertical mais 
detalhado que demonstra o 
arranjo físico, mas não faz parte 
do projeto de interiores.
2. A disposição dos elementos no 
layout depende das circulações 
que devem ocorrer no espaço. 
A circulação, por sua vez, é 
marcada pelos fluxos. Assinale 
a alternativa que apresenta a 
definição correta de fluxos.
a) Fluxos são as possibilidades de 
caminho que propiciam o melhor 
aproveitamento do espaço.
b) Fluxos interferem no layout 
de interiores, apesar de não se 
relacionarem com o melhor 
aproveitamento do espaço.
c) Fluxos são as possibilidades 
de caminho, mas não 
propiciam o melhor 
aproveitamento do espaço.
d) Fluxos fazem parte do 
estudo de layout e não se 
relacionam com o melhor 
aproveitamento do espaço.
e) Fluxos são as possibilidades 
de caminho, mas não 
propiciam o melhor 
aproveitamento do espaço. 
3. O layout é um importante 
elemento no estudo de um 
projeto de interiores. Assinale a 
alternativa que lista os passos 
para a construção do layout.
a) Representar o espaço em corte 
com todos os seus elementos 
fixos, definir as circulações e 
os fluxos, fazer as possíveis 
distribuições de mobiliário, 
definir e indicar detalhes e 
materiais de acabamento.
b) Representar o espaço em 
planta baixa com todos os 
seus elementos fixos, ignorar 
as circulações e os fluxos, fazer 
as possíveis distribuições de 
mobiliário, definir e indicar detalhes 
e materiais de acabamento.
c) Representar o espaço em 
perspectiva com todos 
os seus elementos fixos, 
definir as circulações e os 
fluxos, fazer as possíveis 
distribuições de mobiliário, 
definir e indicar detalhes e 
materiais de acabamento.
15Layout e desenho de móveis para quartos e salas
d) Representar o espaço em 
planta baixa com todos 
os seus elementos fixos, 
definir as circulações e os 
fluxos, fazer as possíveis 
distribuições de mobiliário, 
definir e indicar detalhes e 
materiais de acabamento.
e) Representar o espaço em 
perspectiva com todos 
os seus elementos fixos, 
ignorar as circulações e os 
fluxos, fazer as possíveis 
distribuições de mobiliário, 
definir e indicar detalhes e 
materiais de acabamento.
4. Os layouts dos espaços internos 
de quartos e salas também devem 
prever o uso por pessoas com 
deficiência. No Brasil, a norma que 
regulamenta a acessibilidade a 
edificações, mobiliário, espaços 
e equipamentos urbanos é a:
a) NBR 9.050.
b) NBR 10.068.
c) NBR 10.126.
d) NBR 8.403.
e) NBR 10.067.
5. A disposição dos elementos no 
layout depende das circulações que 
devem ocorrer no espaço e que 
podem ser naturais ou forçadas. 
A circulação natural é aquela que 
flui sem problemas, sem desvios. 
Assinale a alternativa que define 
corretamente a circulação forçada.
a) A circulação forçada é 
aquela na qual não há desvio 
do caminho natural.
b) A circulação forçada é 
aquela em que há desvio do 
caminho natural por motivos 
funcionais ou estéticos.
c) A circulação forçada é aquela 
em que há desvio do caminho 
natural sem nenhum motivo.
d) A disposição dos elementos 
no layout não depende 
das circulações.
e) A circulação forçada tem 
o mesmo significado da 
circulação natural.
ARQUIDICAS. Planta baixa: o guia completo. 2017. Disponível em: <https://www.
arquidicas.com.br/planta-baixa>. Acesso em: 30 out. 2018.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ERGONOMIA. O que é ergonomia. 2018. Disponível em: 
<http://www.abergo.org.br/internas.php?pg=o_que_e_ergonomia>. Acesso em: 30 
out. 2018.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9050 Regulamenta a 
acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de 
Janeiro: ABNT, 2015. Disponível em: <http://www.ufpb.br/cia/contents/manuais/abnt-
nbr9050-edicao-2015.pdf>. Acesso em: 30 out. 2018.
Layout e desenho de móveis para quartos e salas16
BARI, O. Biblioteca de desenhos arquitetônicos em DWG disponíveis para download. 
Archdaily, 1 jun. 2017. Disponível em: <https://www.archdaily.com.br/br/872666/
biblioteca-de-desenhos-arquitetonicos-em-dwg-disponiveis-para-download>. Acesso 
em: 30 out. 2018.
CHING, F. D. K. Representação gráfica em arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2017.
CHING, F. D. K. Arquitetura de interiores ilustrada. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013.
FARRELLY, F. Fundamentos de arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2013.
GALVÃO, A. Ergonomia aplicada a espaços interiores: salas. UFPR, 13 abr. 2018a. Disponível 
em: <http://www.exatas.ufpr.br/portal/degraf_arabella/wp-content/uploads/
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GALVÃO, A. Desenho de mobiliário. 2018b. Disponível em: <http://www.exatas.ufpr.
br/portal/degraf_arabella/ceg220-desenho-de-mobiliario>. Acesso em: 30 out. 2018.
GALVÃO, A. Ergonomia: espaço interpessoal — proxêmica, layout, setorização e fluxos. 
UFPR, 2016. Disponível em: <http://www.exatas.ufpr.br/portal/degraf_arabella/wp-
content/uploads/sites/28/2016/03/Prox%C3%AAmica-e-setoriza%C3%A7%C3%A3o.
pdf>. Acesso em: 30 out. 2018.
GRIMLEY, C.; LOVE, M. Cor, espaço e estilo: todos os detalhes que os designers de interiores 
precisam saber, mas que nunca conseguem encontrar. Barcelona: Gustavo Gilli, 2017.
HENRY DREYFUSS ASSOCIATES. As medidas do homem e da mulher: fatores humanos 
em design. Porto Alegre: Bookman, 2005.
INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL. Roteiro para desenvolvimento do projeto de 
arquitetura da edificação. 2018. Disponível em: <http://www.iab.org.br/sites/default/
files/documentos/roteiro-arquitetonico.pdf>. Acesso em: 30 out. 2018.
MICHAELIS. Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa. Disponível em: <http://michaelis.
uol.com.br>. Acesso em: 30 out. 2018.
Leituras recomendadas
GALVÃO, A. Ergonomia aplicada a espaços interiores: dormitórios. UFPR, 2016. Disponível 
em: <http://www.exatas.ufpr.br/portal/degraf_arabella/wp-content/uploads/
sites/28/2016/03/Quarto.pdf>. Acesso em: 30 out. 2018.
KARLEN, M. Planejamento de espaços internos. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010.
17Layout e desenho de móveis para quartos e salas
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