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PROJETO DE INTERIORES RESIDENCIAIS Marilia Pereira de Ardovino Layout e desenho de móveis para quartos e salas Objetivos de aprendizagem Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados: � Definir os passos para a criação de um layout. � Demonstrar a representação de desenhos de móveis. � Construir um layout. Introdução Os espaços internos são os ambientes físicos que correspondem às ne- cessidades básicas de abrigo e proteção. Eles são o palco das atividades diárias. Além disso, afetam o olhar, o humor e a personalidade dos usuários. A arquitetura de interiores inclui o planejamento, o layout e o projeto de espaços edificados. O seu objetivo é o aprimoramento funcional, estético e do impacto psicológico desses locais (CHING, 2013). Um projeto de interiores é composto por diversos elementos e dese- nhos necessários para a concepção do espaço e para a comunicação entre arquiteto e cliente. Um de seus elementos fundamentais é o layout, que consiste em uma planta baixa mobiliada e detalhada com informações e especificações do projeto. Neste capítulo, você vai conhecer o conceito de layout para arquite- tura de interiores, bem como os passos para a sua criação. Também vai verificar como os móveis são representados em uma planta baixa e ver exemplos de construção de um layout. Criação de um layout Um dos elementos do projeto de interiores é o layout do mobiliário em planta baixa. O termo layout vem do inglês e literalmente significa “[...] qualquer esboço ou projeto gráfico de um trabalho” (MICHAELIS, 2018, documento on-line). Em português, a grafia pode ser “leiaute”. Para Galvão (2016, p. 8), o layout em arquitetura de interiores é: Um arranjo físico, disposição de peças (mobiliário, equipamentos, postos de trabalho, etc.) em planta baixa, visando ao melhor funcionamento possível do espaço a ser trabalhado, proporcionando segurança, conforto e produtividade das pessoas que vão utilizar esse espaço. A criação do layout se dá na etapa do projeto de interiores chamada estudo preliminar. É nessa etapa que surgem os desenhos das primeiras possibili- dades e intenções da proposta projetual. O estudo preliminar ocorre depois da fase de entrevista, levantamento e coleta de dados do local do projeto e da definição do programa (INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL, 2018). O programa de necessidades é uma listagem dos requisitos projetuais. Ele é elaborado como uma: Resposta às intenções do cliente; a seguir, [...] é aprimorado de modo a forne- cer informações detalhadas sobre as exigências do projeto, incluindo, entre outros fatores, o levantamento de campo, as exigências de acomodação, as exigências de leiaute interno, e instalações e equipamentos especializados (FARRELLY, 2013, p. 170). Ao fazer um layout para quartos e salas, o arquiteto ou designer de interio- res precisa observar e analisar o espaço a ser projetado. Esse espaço oferece pistas de como pode ser melhor aproveitado. Seus acessos definem um fluxo que divide a área em certas zonas. Assim, já evidenciam uma setorização do ambiente estudado (CHING, 2013). De acordo com Galvão (2016, p. 9), “O desafio é grande quando a necessidade de espaço é maior do que a disponi- bilidade, situação muito comum atualmente, onde os espaços são cada vez menores e as necessidades cada vez maiores”. Para realizar um bom layout, o profissional deve considerar o usuário que vai utilizar o ambiente, suas necessidades e medidas. Também precisa levar em conta os móveis e equipamentos que vão ser usados no espaço, a ergonomia, a setorização e o fluxo das atividades realizadas no local (GALVÃO, 2016). Assim, “O arquiteto de interiores busca um ajuste adequado entre as deman- das das atividades e a natureza da arquitetura dos espaços que as abrigam” (CHING, 2013, p. 63). Layout e desenho de móveis para quartos e salas2 Os espaços estudados neste capítulo, quartos e salas, pertencem às zonas residenciais denominadas, respectivamente, íntima e social. A área social é destinada à socialização e deve ter uma atmosfera que propicie a convivência entre as pessoas. Fazem parte dessa área os seguintes espaços: hall de entrada, lavabo, sala de estar, sala de jantar, churrasqueira, entre outros. A área íntima de uma residência deve proporcionar conforto e privacidade aos usuários. Desse modo, não deve ter ligação direta com a área social. Fazem parte dessa área os seguintes espaços: dormitórios de casal, solteiro, bebê ou hóspede, banheiro e estar íntimo (GALVÃO, 2016). Para Ching (2013, p. 66), no momento do estudo do layout, é preciso analisar os espaços e as atividades realizadas neles. Assim, pode-se [...] Relacionar as características espaciais de cada atividade às características dos espaços disponíveis. O layout faz a seleção e disposição de acessórios, móveis e acabamentos, dentro do espaço disponível, respondendo tanto a critérios funcionais como estéticos. A disposição dos elementos no layout depende das circulações. Elas devem ocorrer facilmente de dentro para fora da edificação e de um ambiente para o outro. Os móveis devem ser arranjados conforme as atividades que acontecerão no espaço. Por exemplo: assistir televisão, ouvir música, conversar e estudar. Tais atividades não devem ser interrompidas pelo trânsito de pessoas. A circulação é marcada pelos fluxos, que são as possibilidades de caminho que propiciam o melhor aproveitamento do espaço. Quanto mais simples e intuitivo for o fluxo, melhor é o aproveitamento (GALVÃO, 2016). Para compreender melhor, observe a Figura 1, a seguir. Figura 1. Circulações possíveis e acessibilidade das zonas de um espaço em planta baixa, em um estudo de layout. Fonte: Ching (2013, p. 64). 3Layout e desenho de móveis para quartos e salas Para Galvão (2016, p. 22), as circulações dentro de um espaço podem ser naturais ou forçadas: “A circulação natural é aquela que flui sem problemas, sem desvios, e a forçada é aquela na qual desviamos do caminho natural por motivos funcionais ou estéticos”. Na Figura 2, você pode ver exemplos de circulação natural e forçada. Figura 2. Exemplos de circulação natural (direita) e forçada (esquerda). Fonte: Galvão (2016, p. 22). O layout é basicamente uma planta baixa com representação mais deta- lhada dos móveis, suas cotas e especificações. Ele auxilia a definir as áreas de circulação de acordo com a posição dos equipamentos e móveis. Além disso, indica maiores informações relacionadas a detalhes e acabamentos. As informações necessárias em um layout são: � escala — normalmente 1:50 ou 1:100, mas pode variar dependendo da dimensão do projeto; � hierarquia de linhas; � medidas das aberturas dos vãos (portas, janelas, etc.); � medida dos móveis; � nomenclatura dos móveis, caso necessário; � cotas horizontais das aberturas, passagens, corredores e móveis, além das cotas totais; � orientação (norte magnético ou verdadeiro). Na Figura 3, a seguir, você pode ver layouts de salas de jantar e quartos. Note que os layouts respeitam distâncias, fluxos e circulações. Além disso, eles demonstram a distribuição de mobiliários e equipamentos. Layout e desenho de móveis para quartos e salas4 Figura 3. Layouts de salas de jantar e quartos. Fonte: Henry Dreyfuss Associates (2005, p. 59). Com base no que você viu até aqui, pode concluir que os passos para a criação de um layout são: � representar o espaço em planta baixa com todos os seus elementos fixos; � estabelecer as circulações e os fluxos; � fazer as distribuições de mobiliário possíveis; � definir e indicar detalhes e materiais de acabamento. 5Layout e desenho de móveis para quartos e salas A ergonomia (ou fatores humanos) é uma disciplina científica que estuda as inte- rações entre os seres humanos e outros elementos ou sistemas. Ela também está relacionada à aplicação de teorias, princípios, dados e métodos a projetos a fim de otimizar o bem-estar humano e o desempenho global do sistema. Os ergonomistas contribuempara o planejamento, o projeto e a avaliação de tarefas, postos de trabalho, produtos, ambientes e sistemas. A ideia é tornar esses elementos compatíveis com as necessidades, habilidades e limitações das pessoas (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ERGONOMIA, 2018). Representação de desenhos de móveis em um layout O layout é, de modo simplificado, um desenho que demonstra a distribuição do mobiliário e demais informações em planta baixa. A planta baixa consiste em um corte horizontal de uma edificação, representando a projeção ortográfica do que fica abaixo dessa linha de corte. Esses desenhos mostram a configuração das paredes e pilares, a forma e as dimensões dos ambientes, das aberturas e das conexões entre os espaços e entre o interior e o exterior da edificação. Normalmente, o plano de corte é feito a 1,20 m do chão, atravessa as paredes, estruturas e aberturas e pode-se ver o piso, as bancadas e o mobiliário fixo. Usa-se uma seta de norte para indicar a orientação de uma planta baixa. A convenção é orientá-la com o norte para cima. As plantas baixas costumam ser desenhadas nas escalas 1:100 ou 1:50. A arquitetura de interiores às vezes utiliza escalas maiores, que são úteis para o estudo e a representação de espaços que requerem mais detalhes. Afinal, uma escala maior permite incluir informações sobre acabamentos, móveis e acessórios. Assim, quanto maior for a escala, mais detalhes deverão ser incluídos (CHING, 2017). Como um layout de interiores consiste em uma planta baixa mobiliada e mais detalhada, a representação dos móveis se dá por meio de uma vista ortográfica superior, como você pode ver nas Figuras 4 e 5. Layout e desenho de móveis para quartos e salas6 Figura 4. Representação de assentos em um layout, com figura humana. Fonte: Ching (2017, p. 191). Figura 5. Representação de sofás, poltronas, mesas com cadeiras e camas em um layout. Fonte: Ching (2017, p. 192). 7Layout e desenho de móveis para quartos e salas Muitos programas de geração de maquetes eletrônicas e CAD incluem bibliotecas ou gabaritos de peças de mobiliários pré-projetados. Eles podem ser facilmente copiados, redimensionados e posicionados diretamente no desenho, como mostra a Figura 6 (CHING, 2017, p. 192). Figura 6. Exemplos de mobiliário para salas e quartos em planta baixa em uma biblioteca de desenhos arquitetônicos disponíveis para download. Fonte: Bari (2017, documento on-line). No Quadro 1, a seguir, você pode ver as dimensões mais usuais de mobi- liários para quartos e salas. No quadro, estão listadas as medidas dos móveis mais usados nesse tipo de espaço, os assentos e as camas. Layout e desenho de móveis para quartos e salas8 Fonte: Adaptado de Galvão (2018). Assentos Tipo Largura Profundidade Altura Poltrona 0,80 a 0,95 m 1 a 1,15 m Encosto: > 0,45 m Assento: 0,35 a 0,43 m Sofá (2 lugares) 1,50 a 1,70 m 1 a 1,15 m Encosto: > 0,45 m Assento: 0,35 a 0,43 m Sofá (3 lugares) 2,10 a 2,30 m 1 a 1,15 m Encosto: > 0,45 m Assento: 0,35 a 0,43 m Espaço de circulação entre poltronas e sofás: 1 pessoa > 0,60 | 2 pessoas > 1,20 Design universal > 1,50 Camas Tipo Largura Comprimento Altura Twin (solteiro) 0,90 m 1,88 m 45 cm a 55 cm Twin XL 1,00 m 2,03 m 45 cm a 55 cm Full (casal) 1,38 m 1,88 m 45 cm a 55 cm Full XL 1,38 m 2,03 m 45 cm a 55 cm Queen size 1,58 m 1,98 m 45 cm a 55 cm Cal king 1,86 m 2,03 m 45 cm a 55 cm King size 1,93 m 2,03 m 45 cm a 55 cm King split 2,00 m 2,03 m 45 cm a 55 cm Tabela com os tamanhos “oficiais” utilizados nos Estados Unidos (onde se criaram os nomes que são utilizados amplamente). Medidas convertidas para o padrão industrial brasileiro. Quadro 1. Medidas de assentos e camas para salas e dormitórios. 9Layout e desenho de móveis para quartos e salas A planta humanizada é aquela que vem com a representação dos móveis e revestimen- tos de piso desenhados e coloridos. Se for uma planta de casa, pode também conter o jardim desenhado. É uma planta feita para o leigo entender com mais facilidade. Ela é diferente da planta técnica, que é composta basicamente por linhas. As plantas baixas humanizadas são mais comerciais. São usadas pelos arquitetos e empresas para explicar melhor o projeto para os clientes (ARQUIDICAS, 2017). Exemplo de construção de layout Nesta seção, você vai ver como propor e construir um layout a partir do que aprendeu até aqui. Como você viu, o estudo do layout acontece durante o estudo preliminar e após a coleta de dados e a definição do programa de necessidades. Por meio do estudo de vários autores, como Ching (2013; 2017) e Galvão (2018a), se concluiu que os passos para construir o layout são: 1. desenhar a planta baixa com paredes, portas, janelas e demais elementos fixos; 2. definir os fluxos e circulações no espaço; 3. distribuir o mobiliário e equipamentos, considerando os critérios de funcionalidade, estética e testando alternativas; 4. definir e indicar detalhes e materiais de acabamento. Você pode observar o procedimento de construção de layout na Figura 7. Grimley e Love (2017), a partir da planta baixa de um espaço de estar, geram quatro alternativas de distribuição de mobiliário, considerando o estudo das circulações e definindo eixos compositivos. Para eles, “[...] uma sala de estar típica funciona bem quando é organizada de acordo com diversos princípios alternativos” (GRIMLEY; LOVE, 2017, p. 100). Layout e desenho de móveis para quartos e salas10 Figura 7. Quatro propostas de layout para um espaço de sala de estar. Fonte: Grimley e Love (2017, p. 100). A primeira proposta é de uma sala simétrica. Usando um eixo central, os móveis são distribuídos simetricamente em relação à lareira. A circulação e os elementos construtivos ficam fixos em todas as propostas; só o mobiliário demonstra as possibilidades de variação. Na alternativa com eixo duplo, a composição é simétrica em relação aos eixos longitudinal e transversal. A sala com simetria local deixa a composição mais livre e faz o espaço parecer mais amplo. Na última proposta, a sala assimétrica deixa o espaço mais informal e possibilita a organização em dois ambientes distintos. Observe que o layout é construído a partir da planta baixa e seus elementos de arquitetura, como portas, janelas e lareira. A circulação entre as portas é respeitada em todas as propostas. Varia apenas a distribuição e a escolha de mobiliário. No link a seguir, você encontra uma biblioteca gratuita de desenhos arquitetônicos em DWG disponíveis para download. https://goo.gl/yrqWba 11Layout e desenho de móveis para quartos e salas Os layouts dos espaços internos de quartos e salas também devem prever o uso por pessoas com deficiência. No Brasil, a norma que regulamenta a acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos é a NBR 9.050, de 2015. Ao propor um layout, você deve levar em consideração os espaços e verificar se há dimensionamentos suficientes para manobras e giros de cadeiras de rodas, assim como para abrigar as alturas do mobiliário. Observe as Figuras 8 e 9, a seguir, para verificar a importância da acessibilidade. Figura 8. Áreas de manobras para cadeira de rodas. Fonte: NBR 9.050 (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2015, p. 25). Layout e desenho de móveis para quartos e salas12 Figura 9. Layout de dormitório para pessoas com deficiência. Fonte: Henry Dreyfuss Associates (2005, p. 46). Ao longo deste capítulo, você estudou o conceito, a definição e a importân- cia do layout na arquitetura de interiores. Viu também seus benefícios para a maior funcionalidade dos espaços, assim como as representações de mobiliário para quartos e salas em planta baixa. Além disso, verificou os passos para a montagem de um layout de sala, assim como a demonstração desses passos na construção de um exemplo. 13Layout e desenho de móveis para quartos e salas Na Figura 10, a seguir, você pode ver um exemplo do layout de uma sala de estar grafi- cado à mão. O desenho mostra a plantabaixa, os elementos construtivos, o mobiliário, as dimensões, os acessórios (cortina, tapete, objetos, vegetação), a representação do piso e as especificações de acabamento e de móveis. Figura 10. Layout (graficado à mão) de sala de estar. Fonte: Galvão (2018b, documento on-line). Layout e desenho de móveis para quartos e salas14 1. Um dos elementos mais importantes do projeto de interiores é o layout do mobiliário. Para a arquitetura de interiores, layout é, basicamente: a) uma vista frontal mais detalhada que demonstra o arranjo físico e as informações de acabamentos, visando à funcionalidade e à estética do espaço. b) uma planta baixa mobiliada e mais detalhada que demonstra o arranjo físico e as informações de acabamentos, visando à funcionalidade e à estética do espaço. c) uma perspectiva mais detalhada que demonstra o arranjo físico e as informações de acabamentos, visando à funcionalidade e à estética do espaço. d) um corte vertical mais detalhado que demonstra o arranjo físico e as informações de acabamentos, visando à funcionalidade e à estética do espaço. e) um corte vertical mais detalhado que demonstra o arranjo físico, mas não faz parte do projeto de interiores. 2. A disposição dos elementos no layout depende das circulações que devem ocorrer no espaço. A circulação, por sua vez, é marcada pelos fluxos. Assinale a alternativa que apresenta a definição correta de fluxos. a) Fluxos são as possibilidades de caminho que propiciam o melhor aproveitamento do espaço. b) Fluxos interferem no layout de interiores, apesar de não se relacionarem com o melhor aproveitamento do espaço. c) Fluxos são as possibilidades de caminho, mas não propiciam o melhor aproveitamento do espaço. d) Fluxos fazem parte do estudo de layout e não se relacionam com o melhor aproveitamento do espaço. e) Fluxos são as possibilidades de caminho, mas não propiciam o melhor aproveitamento do espaço. 3. O layout é um importante elemento no estudo de um projeto de interiores. Assinale a alternativa que lista os passos para a construção do layout. a) Representar o espaço em corte com todos os seus elementos fixos, definir as circulações e os fluxos, fazer as possíveis distribuições de mobiliário, definir e indicar detalhes e materiais de acabamento. b) Representar o espaço em planta baixa com todos os seus elementos fixos, ignorar as circulações e os fluxos, fazer as possíveis distribuições de mobiliário, definir e indicar detalhes e materiais de acabamento. c) Representar o espaço em perspectiva com todos os seus elementos fixos, definir as circulações e os fluxos, fazer as possíveis distribuições de mobiliário, definir e indicar detalhes e materiais de acabamento. 15Layout e desenho de móveis para quartos e salas d) Representar o espaço em planta baixa com todos os seus elementos fixos, definir as circulações e os fluxos, fazer as possíveis distribuições de mobiliário, definir e indicar detalhes e materiais de acabamento. e) Representar o espaço em perspectiva com todos os seus elementos fixos, ignorar as circulações e os fluxos, fazer as possíveis distribuições de mobiliário, definir e indicar detalhes e materiais de acabamento. 4. Os layouts dos espaços internos de quartos e salas também devem prever o uso por pessoas com deficiência. No Brasil, a norma que regulamenta a acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos é a: a) NBR 9.050. b) NBR 10.068. c) NBR 10.126. d) NBR 8.403. e) NBR 10.067. 5. A disposição dos elementos no layout depende das circulações que devem ocorrer no espaço e que podem ser naturais ou forçadas. A circulação natural é aquela que flui sem problemas, sem desvios. Assinale a alternativa que define corretamente a circulação forçada. a) A circulação forçada é aquela na qual não há desvio do caminho natural. b) A circulação forçada é aquela em que há desvio do caminho natural por motivos funcionais ou estéticos. c) A circulação forçada é aquela em que há desvio do caminho natural sem nenhum motivo. d) A disposição dos elementos no layout não depende das circulações. e) A circulação forçada tem o mesmo significado da circulação natural. ARQUIDICAS. Planta baixa: o guia completo. 2017. Disponível em: <https://www. arquidicas.com.br/planta-baixa>. Acesso em: 30 out. 2018. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ERGONOMIA. O que é ergonomia. 2018. Disponível em: <http://www.abergo.org.br/internas.php?pg=o_que_e_ergonomia>. Acesso em: 30 out. 2018. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 9050 Regulamenta a acessibilidade a edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Rio de Janeiro: ABNT, 2015. Disponível em: <http://www.ufpb.br/cia/contents/manuais/abnt- nbr9050-edicao-2015.pdf>. Acesso em: 30 out. 2018. Layout e desenho de móveis para quartos e salas16 BARI, O. Biblioteca de desenhos arquitetônicos em DWG disponíveis para download. Archdaily, 1 jun. 2017. Disponível em: <https://www.archdaily.com.br/br/872666/ biblioteca-de-desenhos-arquitetonicos-em-dwg-disponiveis-para-download>. Acesso em: 30 out. 2018. CHING, F. D. K. Representação gráfica em arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2017. CHING, F. D. K. Arquitetura de interiores ilustrada. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2013. FARRELLY, F. Fundamentos de arquitetura. Porto Alegre: Bookman, 2013. GALVÃO, A. Ergonomia aplicada a espaços interiores: salas. UFPR, 13 abr. 2018a. Disponível em: <http://www.exatas.ufpr.br/portal/degraf_arabella/wp-content/uploads/ sites/28/2016/03/Sala-2.pdf>. Acesso em: 30 out. 2018. GALVÃO, A. Desenho de mobiliário. 2018b. Disponível em: <http://www.exatas.ufpr. br/portal/degraf_arabella/ceg220-desenho-de-mobiliario>. Acesso em: 30 out. 2018. GALVÃO, A. Ergonomia: espaço interpessoal — proxêmica, layout, setorização e fluxos. UFPR, 2016. Disponível em: <http://www.exatas.ufpr.br/portal/degraf_arabella/wp- content/uploads/sites/28/2016/03/Prox%C3%AAmica-e-setoriza%C3%A7%C3%A3o. pdf>. Acesso em: 30 out. 2018. GRIMLEY, C.; LOVE, M. Cor, espaço e estilo: todos os detalhes que os designers de interiores precisam saber, mas que nunca conseguem encontrar. Barcelona: Gustavo Gilli, 2017. HENRY DREYFUSS ASSOCIATES. As medidas do homem e da mulher: fatores humanos em design. Porto Alegre: Bookman, 2005. INSTITUTO DE ARQUITETOS DO BRASIL. Roteiro para desenvolvimento do projeto de arquitetura da edificação. 2018. Disponível em: <http://www.iab.org.br/sites/default/ files/documentos/roteiro-arquitetonico.pdf>. Acesso em: 30 out. 2018. MICHAELIS. Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa. Disponível em: <http://michaelis. uol.com.br>. Acesso em: 30 out. 2018. Leituras recomendadas GALVÃO, A. Ergonomia aplicada a espaços interiores: dormitórios. UFPR, 2016. Disponível em: <http://www.exatas.ufpr.br/portal/degraf_arabella/wp-content/uploads/ sites/28/2016/03/Quarto.pdf>. Acesso em: 30 out. 2018. KARLEN, M. Planejamento de espaços internos. 3. ed. Porto Alegre: Bookman, 2010. 17Layout e desenho de móveis para quartos e salas Conteúdo: