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Seminários Temáticos em Educação - 26133539

Análise da linguagem da cena em O Auto da Compadecida: trabalho acadêmico que descreve adaptação do grupo ACEFE 'Foi o Que Eu Disse' (RS), elementos cenográficos, iluminação, figurino sertanejo, trilha, sanfona, sotaque, musicalização, revezes cênicos, público infantil e comédia.

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Alice Silva

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Seminários Temáticos em Educação
	Nome do aluno (a): Alice Oliveira da Silva
	RGM: 26133539
	Curso: Pedagogia Semestre: 5
	Tipo de Linguagem: Linguagem da Cena
	Trabalho analisado: https://www.youtube.com/watch?v=G-TjHxXUWVE&t=98s
	Tutor (a): Daiana Silva
  Análise da Obra O auto da compadecida /unidade 1
 A linguagem da cena é a forma de rir, chorar, se emocionar e fazer critica sociais e de a se aproximar do público e levar a cultura de uma região, cidade, país com uma linguagem adequada ao que se propõe, considerandos elementos que incluem cenografia, iluminação, figurino, trilha sonora e a interpretação dos atores, a força desse tipo de obra consegue tornar um espetáculo inesquecível ou com muitas críticas negativas e pouco compreendido no caso de uma linguagem fraca.
 A obra “Auto da Compadecida” do autor Ariano Suassuna escrita em 1955, que já foi reproduzida no cinema, é baseada nos elementos da cultura popular brasileira, se passa no sertão nordestino com a literatura de cordel, na peça do g grupo de Teatro da ‘ACEFE Foi o Que Eu Disse’ do Rio Grande do Sul desde 2013, a peça vem sendo premiada em Festivais de Teatro e é muito bem trabalhada.
 Sendo ela de classificação livre, no vídeo se vê que tem crianças assistindo e se divertindo muito, o interessante é que Chicô, João Grilo, o padre e outros personagens são interpretados por atrizes, e algumas partes da história são cantadas com melodias conhecidas somente com mudanças na letra para adaptar para uma espécie de musical que deixa o espetáculo muito leve.
 As roupas são típicas do sertão bem simples, a luz dá tom bem de teatro mesmo, o cenário tem poucos elementos como baús usados durante as cenas, eles tocam sanfona o que é muito típico do nordeste, as falas com sotaque que trazem muito forte essa cultura, contando as malandragens da dupla, da vida difícil bem cantada e engraçada.
 É o “Auto da compadecida’ de uma forma nunca imaginada, com trocas de cenas muito interessantes e dinâmicas, a comédia aflorada, uma proximidade do palco com as pessoas, as crianças rindo e interagindo em resposta aos acontecimentos, é como se elas estivessem e fizessem parte da obra.
 Essa porta aberta para a criatividade de transformar em parte musical, que dá vontade de cantar e dançar junto, que mostra por que a peça em questão fez tanto sucesso, uma leitura incrível, que mostra como o teatro pode surpreender e trazer novos olhares para o que achávamos conhecer.
Referências 
DIANA, Daniela. Linguagem Teatral. Toda Matéria, [s.d.]. Disponível em: https://www.todamateria.com.br/linguagem-teatral/. Acesso em: 29 mar. 2023