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Toda empresa que visa o crescimento do seu negócio em termos de lucratividade e expansão, precisa pensar sobre investimentos, porém, para se obter sucesso e colher resultados positivos em relação ao tipo de investimento a ser adotado pela empresa, é necessário que o estudo e análise dos dados coletados sejam minuciosos e bem planejados contemplando o cenário de início do investimento versus o final do mesmo, como também os recursos a serem empregados em todo o processo. 
Como exposto no enunciado da Atividade 1 (Finanças a longo prazo), as decisões de investimento podem acarretar diversas movimentações financeiras. Segue abaixo as três opções de movimentação financeira escolhidas para minha dissertação.
1. Receitas Operacionais
Em linhas gerais as receitas operacionais é o valor montante adquirido ou recebido pelas vendas de mercadorias/produtos ou prestação de serviços realizados. As formas de recebimento desses valores podem ocorrer por meio de: Duplicatas, vendas à vista, descontos cauções. Etc.
Um fator importante a saber sobre Receitas Operacionais, é como identificar se a receita é operacional ou não. O valor gerado atribuído diretamente as atividades principais na produção de bem ou serviço ofertados pela empresa é classificado como Receita Operacional, já valores fora desta característica, são considerados como Receitas Não operacionais.
2. Vendas de ativos
A venda de ativos trate-se de recolocar no mercado bens como: Veículos, máquinas, estoque, imóveis etc. Enfim o que caracteriza um ativo possível de venda é sua capacidade de ser convertido em dinheiro para a empresa.
Toda venda de um ativo, precisa antes ser avaliado os impactos internos na empresa referente a essa operação. Por exemplo, se um maquinário vendido irá afetar a produção de um produto de grande giro de vendas, gerando impacto negativo na correlação entre a demanda e a oferta do produto, por fim trazendo redução na receita.
3. Custo de oportunidade de recursos internos
Basicamente o custo de oportunidade é configurado por se lançar mão de um recurso que gere uma renda fixa X, e aplicar ou investir esse recurso em outro investimento ou ação que possa trazer como resultado uma rentabilidade maior. Esta escolha sobre a locação do recurso visando sua rentabilidade é acompanhada de riscos que podem ser classificados como alto, médio e baixo.
Muitas vezes o recurso investido ou realocado pode gerar prejuízo ao invés de lucro, por isso mensurar os riscos é uma boa forma de avaliar se vale ou não apena aplicar o recurso já certo em outro inserto. Além do levantamento dos riscos é importante considerar a taxa de rentabilidade das opções dos custos de oportunidade em comparação com a rentabilidade do recurso atual alocado.

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