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Instituído pela Lei 9.503/1997, passou a vigorar 
em 1998, completando neste ano 20 anos.
São 20 capítulos
Possui 341 artigos, porém destes 17 foram 
vetados e 2 revogados, restando em vigor 322 
artigos.
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I – Disposições preliminares – Este 
capítulo é o primeiro e composto por quatro 
artigos, que definem o que é trânsito e 
onde a legislação se aplica (vias de 
qualquer tipo liberadas para o tráfego de 
veículos), bem como atribuições das 
instituições responsáveis e sobre a 
aplicação da lei sobre condutores, 
passageiros e pedestres.C
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I – Disposições preliminares:
Conceito de Trânsito: a utilização das vias 
por pessoas, veículos e animais, isolados ou 
em grupos, conduzidos ou não, para fins de 
circulação, parada, estacionamento e 
operação de carga ou descarga.
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I – Disposições preliminares:
Conceito de Via: São vias terrestres 
urbanas e rurais as ruas, as avenidas, os 
logradouros, os caminhos, as passagens, 
as estradas e as rodovias, que terão seu 
uso regulamentado pelo órgão ou entidade 
com circunscrição sobre elas, de acordo 
com as peculiaridades locais e as 
circunstâncias especiais.C
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São consideradas vias terrestres as praias 
abertas à circulação pública e as vias internas 
pertencentes aos condomínios constituídos por 
unidades autônomas e as vias e áreas de 
estacionamento de estabelecimentos 
privados de uso coletivo.
(ALTERAÇÃO DE ACORDO COM A LEI 
BRASILEIRA DE INCLUSÃO DA PESSOA COM 
DEFICIÊNCIA - LEI 13 146/15).
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II – Do sistema nacional de trânsito –
Este tem duas seções, sendo a primeira 
explicando o que é o Sistema Nacional de 
Trânsito, enquanto o segundo se refere à 
competência dos órgãos e instituições 
relacionadas com o SNT, vai do Art. 5º até 
o 25º e tem diversos artigos vetados.
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Compõem o Sistema Nacional de Trânsito os 
seguintes órgãos e entidades:
I - o Conselho Nacional de Trânsito - CONTRAN, 
coordenador do Sistema e órgão máximo 
normativo e consultivo;
II - os Conselhos Estaduais de Trânsito -
CETRAN e o Conselho de Trânsito do Distrito 
Federal - CONTRANDIFE, órgãos normativos, 
consultivos e coordenadores;
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III - os órgãos e entidades executivos de trânsito 
(U – E – M);
IV - os órgãos e entidades executivos rodoviários 
(U – E – M);
V - a Polícia Rodoviária Federal;
VI - as Polícias Militares dos Estados e do Distrito 
Federal; e
VII - as Juntas Administrativas de Recursos de 
Infrações - JARI.
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II – Do sistema nacional de trânsito
Competência da PM: (art. 23)
7 Incisos: 6 vetados e o único em vigor:
“III – executar a fiscalização de trânsito, quando e 
conforme convênio firmado, como agente do 
órgão ou entidade executivos de trânsito ou 
executivos rodoviários, concomitantemente com 
os demais agentes credenciados.”
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III – Das normas gerais de circulação e 
conduta – O terceiro capítulo trata das normas 
de conduta para motoristas, indicando como 
proceder em todos os casos descritos no CTB. 
Este também define como são caracterizadas as 
vias de acordo com a velocidade máxima 
permitida, por exemplo, assim como os limites 
legais vigentes no país. Vai do Art. 26º até o 67º.
Mais importante capítulo do CTB, pois normatiza 
e define os procedimentos e parâmetros a serem 
adotados no trânsito.
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III-A – Da condução de veículos por 
motoristas profissionais – Com apenas o artigo 
67º, esse capítulo aplica-se aos motoristas 
profissionais de transporte rodoviário coletivo de 
passageiros e de transporte rodoviário de cargas, 
incluindo ainda as leis 13.103/2015, atribuída aos 
dois casos.
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III – Das normas gerais de circulação e 
conduta
III - quando veículos, transitando por fluxos que 
se cruzem, se aproximarem de local não 
sinalizado, terá preferência de passagem:
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a) no caso de apenas um fluxo ser proveniente 
de rodovia, aquele que estiver circulando por ela;
b) no caso de rotatória, aquele que estiver 
circulando por ela;
c) nos demais casos, o que vier pela direita do 
condutor;
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Não Confunda:
PREFERENCIA (ART. 29 INC III) 
PRIORIDADE (ART. 29 INC VI) 
PREVALÊNCIA (Art. 89) 
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IV - quando uma pista de rolamento comportar 
várias faixas de circulação no mesmo sentido, 
são as da direita destinadas ao deslocamento 
dos veículos mais lentos e de maior porte, 
quando não houver faixa especial a eles 
destinada, e as da esquerda, destinadas à 
ultrapassagem e ao deslocamento dos veículos 
de maior velocidade;
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VI - os veículos precedidos de batedores terão 
prioridade de passagem, respeitadas as demais 
normas de circulação;
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VII - os veículos destinados a socorro de incêndio 
e salvamento, os de polícia, os de fiscalização e 
operação de trânsito e as ambulâncias, (os de 
salvamento difuso Res. 268/08, art.1º, §3º e os 
de transporte de presos Res. 629/16) além de 
prioridade de trânsito, gozam de livre circulação, 
estacionamento e parada, quando em serviço de 
urgência e devidamente identificados por 
dispositivos regulamentares de alarme sonoro e 
iluminação vermelha intermitente.C
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A Prioridade que trata o Art. 29, VII é absoluta?
- O uso de dispositivos de alarme sonoro e de 
iluminação vermelha intermitente só poderá 
ocorrer quando da efetiva prestação de 
serviço de urgência;
- A prioridade de passagem na via e no 
cruzamento deverá se dar com velocidade 
reduzida e com os devidos cuidados de 
segurança, obedecidas as demais normas 
deste Código;C
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VIII - os veículos prestadores de serviços de 
utilidade pública, quando em atendimento na via, 
gozam de livre parada e estacionamento no local 
da prestação de serviço, desde que devidamente 
sinalizados, devendo estar identificados na forma 
estabelecida pelo CONTRAN; 
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Resolução nº 268/08 do CONTRAN:
I - à manutenção e reparo de redes de energia 
elétrica, de água e esgotos, de gás combustível 
canalizado e de comunicações;
II - conservação, manutenção e sinalização 
viária, quando a serviço de órgão executivo de 
trânsito ou executivo rodoviário;
III - destinados ao socorro mecânico de 
emergência nas vias abertas à circulação 
pública;C
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IV - destinados ao transporte de valores;
V - destinados ao serviço de escolta, quando 
registrados em órgão rodoviário para tal 
finalidade;
VI - recolhimento de lixo a serviço da 
Administração Pública;
VII - à manutenção e restabelecimento dos 
sistemas das linhas e estações metro 
ferroviárias.” (Res. 614/2016)
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A ultrapassagem de outro veículo em movimento 
deverá ser feita pela esquerda, obedecida a 
sinalização regulamentar e as demais normas 
estabelecidas neste Código, exceto quando o 
veículo a ser ultrapassado estiver sinalizando o 
propósito de entrar à esquerda;
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Anexo I do CTB:
Ultrapassagem é o “movimento de passar à 
frente de outro veículo que se deslocano mesmo 
sentido, em menor velocidade e na mesma faixa 
de tráfego, necessitando sair e retornar à faixa de 
origem.” 
Passagem é o “movimento de passagem à frente 
de outro veículo que se desloca no mesmo 
sentido, em menor velocidade, mas em faixas 
distintas da via.” C
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Antes de ultrapassar, verificar:
a) nenhum condutor que venha atrás haja 
começado uma manobra para ultrapassá-lo; 
b) quem o precede na mesma faixa de trânsito 
não haja indicado o propósito de ultrapassar um 
terceiro; 
c) a faixa de trânsito que vai tomar esteja livre 
numa extensão suficiente para que sua manobra 
não ponha em perigo ou obstrua o trânsito que 
venha em sentido contrário;
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Ao ultrapassar deverá:
a) indicar com antecedência a manobra 
pretendida;
b) deixar livre uma distância lateral de 
segurança; 
c) retomar, após a efetivação da manobra, a faixa 
de trânsito de origem, adotando os cuidados 
necessários para não pôr em perigo ou obstruir o 
trânsito dos veículos que ultrapassou; 
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Antes de iniciar qualquer manobra que implique 
um deslocamento lateral, o condutor deverá 
indicar seu propósito de forma clara e com a 
devida antecedência, por meio da luz indicadora 
de direção de seu veículo, ou fazendo gesto 
convencional de braço. 
Entende-se por deslocamento lateral a 
transposição de faixas, movimentos de 
conversão à direita, à esquerda e retornos. 
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CONVERSÃO - movimento em ângulo, à 
esquerda ou à direita, de mudança da 
direção original do veículo.
RETORNO - movimento de inversão total 
de sentido da direção original de veículos.
TRANSPOSIÇÃO DE FAIXAS - passagem 
de um veículo de uma faixa demarcada 
para outra.
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E a polêmica dos faróis?
“o condutor manterá acesos os faróis do veículo, 
utilizando luz baixa, durante a noite e durante o 
dia nos túneis providos de iluminação pública e 
nas rodovias;” (Redação dada pela Lei nº 
13.290, de 2016)
Para os fins exigidos pela Lei podem ser 
utilizados os faróis de rodagem diurna (DRL -
daytime running light), conforme Ofício Circular nº 
007/2016/SEI/CGIJF/DENATRAN/SE.C
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http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13290.htm#art1
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Quando proibido o estacionamento na via, a 
parada deverá restringir-se ao tempo 
indispensável para embarque ou desembarque 
de passageiros, desde que não interrompa ou 
perturbe o fluxo de veículos ou a locomoção de 
pedestres.
A operação de carga ou descarga será 
regulamentada pelo órgão ou entidade com 
circunscrição sobre a via e é considerada 
estacionamento.C
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Parada é a “imobilização do veículo com a 
finalidade e pelo tempo estritamente 
necessário pra efetuar embarque ou 
desembarque de passageiros.” 
Estacionamento é a “imobilização de veículos 
por tempo superior ao necessário para 
embarque ou desembarque de passageiros”.
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As vias abertas à circulação, utilização, 
classificam-se em:
I - vias urbanas:
a) via de trânsito rápido;
b) via arterial;
c) via coletora;
d) via local.
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VIA DE TRÂNSITO RÁPIDO - aquela 
caracterizada por acessos especiais com trânsito 
livre, sem interseções em nível, sem 
acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem 
travessia de pedestres em nível.
VIA ARTERIAL - aquela caracterizada por 
interseções em nível, geralmente controlada por 
semáforo, com acessibilidade aos lotes lindeiros
e às vias secundárias e locais, possibilitando o 
trânsito entre as regiões da cidade.C
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VIA COLETORA - aquela destinada a coletar e 
distribuir o trânsito que tenha necessidade de 
entrar ou sair das vias de trânsito rápido ou 
arteriais, possibilitando o trânsito dentro das 
regiões da cidade.
VIA LOCAL - aquela caracterizada por 
interseções em nível não semaforizadas, 
destinada apenas ao acesso local ou a áreas 
restritas.
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II - vias rurais:
a) rodovias;
b) estradas.
RODOVIA - via rural pavimentada.
ESTRADA - via rural não pavimentada.
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As crianças com idade inferior a dez anos devem 
ser transportadas nos bancos traseiros, salvo 
exceções regulamentadas pelo CONTRAN.
Resolução 277/08 
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Quando o menor de 10 anos poderá ser 
transportado no banco dianteiro?
a) O veículo possuir exclusivamente este banco;
b) A quantidade de crianças com esta idade 
exceder a lotação do banco traseiro; 
c) O veículo for dotado originalmente de cintos de 
segurança subabdominais (dois pontos) nos 
bancos traseiros.
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As regras para transporte de menores de 10
anos não se aplicam a que tipos de veículos?
- transporte coletivo;
- aluguel;
- transporte autônomo de passageiro (táxi);
- veículos escolares;
- demais veículos com PBT superior a 3.500 kg.
*PBT = Peso Bruto Total 
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IV – Dos pedestres e condutores de 
veículos não motorizados – Aqui, 
pedestres e ciclistas são incluídos nas 
regras de trânsito, com orientações sobre 
como proceder na travessia de faixas ou na 
circulação com bicicletas, por exemplo. 
Possui três artigos que vão de 68º ao 71º.
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V – Do cidadão – Dá a qualquer cidadão 
brasileiro o direito de requer melhorias nas 
normas e infraestrutura viária, enquanto os 
órgãos responsáveis têm o direito de 
analisar os pleitos apresentados. São 
apenas dois artigos.
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VI – Da educação para o trânsito – Do 
Art. 74º ao 79º, este capítulo trata da 
educação no trânsito propriamente dita e 
das responsabilidades os órgãos sobre as 
campanhas educativas no âmbito nacional 
e sua aplicação, incluindo o envolvimento 
de outros ministérios na elaboração de tais 
campanhas, que visam orientar e 
conscientizar motoristas e pedestres.C
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VII – Da sinalização de trânsito – Neste, o CTB 
defini as regras para sinalização viária, seja por 
placas, faixas no solo e outras formas de 
informação ao condutor. São 11 artigos com 
referência sobre o tema, do 80º ao 90º. 
Classificam-se em:
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I - verticais;
II - horizontais;
III - dispositivos de sinalização auxiliar;
IV - luminosos;
V - sonoros;
VI - gestos do agente de trânsito e do 
condutor.
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A sinalização terá a seguinte ordem de 
prevalência:
I - as ordens do agente de trânsito sobre as 
normas de circulação e outros sinais;
II - as indicações do semáforo sobre os 
demais sinais;
III - as indicações dos sinais sobre as 
demais normas de trânsito.C
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Prevalência: característica do que 
prevalece; superioridade, supremacia.
Preferencia: ação de preferir, de 
escolher um entre outros.
Prioridade: possibilidade legal de 
passar à frente dos outros; premência, 
primazia.
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Não serão aplicadas as sanções previstasneste 
Código por inobservância à sinalização quando 
esta for insuficiente ou incorreta.
Manual Brasileiro de Sinalização de Trânsito
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VIII – Da engenharia de tráfego, da operação, 
da fiscalização e do policiamento ostensivo –
Aplica-se à responsabilidade por parte de 
companhias de engenharia de tráfego, 
policiamento militar e outras instituições ou 
órgãos envolvidos diretamente com a fiscalização 
sobre o trânsito, em parte outorgadas pelo 
Contran. São 5 artigos.
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IX – Dos veículos – É dividido em três seções, 
sendo a primeira com descrição das categorias 
de veículos, seu tipo de tração e sua função, 
enquanto a segunda fala da segurança que tais 
veículos precisam ter e a terceira da identificação 
dos veículos, incluindo o que se deve fazer em 
caso de baixa da documentação, emplacamento, 
registro, entre outros. Vai do Art. 96 ao 117.
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Os veículos classificam-se em:
I – Quanto à Tração.
II – Quanto à Espécie.
III – Quanto à Categoria.
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I - Quanto à Tração:
a) Automotor.
b) Elétrico.
c) Propulsão Humana.
d) Tração Animal.
e) Reboque ou 
Semirreboque.
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Reboque - Veículo destinado a ser engatado 
atrás de um veículo automotor.
Semirreboque - Veículo de um ou mais eixos 
que se apóia na sua unidade tratora ou é a ela 
ligado por meio de articulação. 
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II – Quanto à Espécie:
a) de Passageiros:
1 - bicicleta;
2 - ciclomotor;
3 - motoneta;
4 - motocicleta;
5 - triciclo;
6 - quadriciclo;C
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o 7 - automóvel;
8 - microônibus;
9 - ônibus;
10 - bonde;
11 - reboque ou semirreboque;
12 - charrete;
b) de carga:
1 - motoneta;
2 - motocicleta;
3 - triciclo;
4 - quadriciclo;
5 - caminhonete;
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6 - caminhão;
7 - reboque ou semirreboque;
8 - carroça;
9 - carro-de-mão;
c) misto: d) de competição;
1 - camioneta;
2 - utilitário;
3 - outros;
e) de tração:
1 - caminhão-trator;
2 - tratores;
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f) especiais:
1 - ambulâncias;
2 - caminhões de bombeiro;
3 - carro funerário;
4 - dolly;
5 - motor casa
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g) de Coleção.
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III - Quanto a Categoria:
a) Oficial.
b) de Representação Diplomática.
c) Particular.
d) de Aluguel.
e) de Aprendizagem. 
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RESOLUÇÃO DO CONTRAN nº 231/2007
* Cores das placas conforme a Categoria:
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Art. 330 CTB Placa Experiência
Art. 115 § 2º Placas de Representação
X – Dos veículos em circulação internacional 
– Com dois artigos (118º e 119º), esta parte 
aplica-se aos veículos estrangeiros em solo 
brasileiro, sendo que os mesmos passam a estar 
sob as regras do CTB e sua entrada ou saída é 
de registro no Renavam.
XI – Do registro de veículos – Orienta sobre o 
registro obrigatório de todo veículo em circulação 
no país e como isso deve ser feito em todos os 
pontos que a lei exige. São os artigos 120 a 129-
A.
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Certificado de Registro de Veículo
Quando é obrigatória a expedição de novo 
Certificado de Registro de Veículo (CRV)?
I - for transferida a propriedade;
II - o proprietário mudar o Município de domicílio 
ou residência;
III - for alterada qualquer característica do 
veículo;
IV - houver mudança de categoria.
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XII – Do licenciamento – Como proceder para 
efetuar o licenciamento obrigatório, sua vigência, 
entre outros. É composto pelos artigos do 130º 
ao 135º.
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Todo veículo para transitar na via, deverá ser 
licenciado anualmente pelo órgão executivo de 
trânsito do Estado, ou do Distrito Federal, onde 
estiver registrado o veículo.
Os veículos novos não estão sujeitos ao 
licenciamento e terão sua circulação regulada 
pelo CONTRAN durante o trajeto entre a fábrica 
e o Município de destino.
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Resolução nº 04/1998 do CONTRAN
Será exigida a Nota Fiscal para veículos novos 
antes do registro e licenciamento:
- nos quinze dias consecutivos à data do 
carimbo de saída do veículo, constante da 
nota fiscal ou correspondente;
- No caso dos Estados da Região Norte do país, 
o prazo será de 30 dias consecutivos.
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Calendários de Licenciamento - Resolução nº 110/2000
Quando o veículo se encontrar fora da unidade da 
federação em que estiver registrado, deverá ser adotado 
os prazos estabelecidos nesta Resolução.
Algarismo final da 
placa
Prazo final para renovação
1 e 2 Até setembro
3, 4 e 5 Até outubro
6, 7 e 8 Até novembro
9 e 0 Até dezembro
Calendário de Licenciamento em SC
Placa final 1 - até 31 de Março
Placa final 2 - até 30 de Abril
Placa final 3 - até 31 de Maio
Placa final 4 - até 30 de Junho
Placa final 5 - até 31 de Julho
Placa final 6 - até 31 de Agosto
Placa final 7 - até 30 de Setembro
Placa final 8 - até 31 de Outubro
Placa final 9 - até 30 de Novembro
Placa final 0 - até 15 de Dezembro
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O porte do CLA será dispensado quando, no 
momento da fiscalização, for possível ter acesso 
ao devido sistema informatizado para verificar se 
o veículo está licenciado.
(Acrescido pela Lei nº 13.281, de 2016)
Res. 720/2017 - Institui o Certificado de Registro 
e Licenciamento de Veículo Eletrônico (CRLVe). 
Deverá ser implantado até 31/12/2018.
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XIII – Da condução de escolares – Aqui, o CTB 
orienta sobre as exigências dos veículos 
destinados ao transporte escolar e também sobre 
a formação e habilitação dos condutores 
profissionais nesse caso. (do Art. 136 ao 139)
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Os veículos de escolares somente poderão 
circular nas vias com autorização emitida pelo 
órgão ou entidade executivos de trânsito 
exigindo-se, para tanto:
I - registro como passageiros; 
II - inspeção semestral de segurança; 
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III - pintura horizontal na cor amarela, com o 
dístico ESCOLAR; 
IV - tacógrafo; 
V - sinalização especial; 
VI - cintos de segurança em número igual à 
lotação; VII - outros do CONTRAN.
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Quais são os requisitos para condutor de veículo 
Escolar?
- ter idade superior a vinte e um anos;
- ser habilitado na categoria D;
- não ter cometido nenhuma infração grave ou 
gravíssima, ou ser reincidente em infrações 
médias durante os doze últimos meses;
- ser aprovado em curso especializado, nos 
termos da regulamentação do CONTRAN.C
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MOTOTAXI e MOTOFRETE
XIII-A – Da condução de moto-frete – Este 
capítulo foi incluído depois da consolidação do 
transporte remunerado por moto, que ganhou 
muita força no país, especialmente no interior 
do Brasil. Por isso, de acordo com a Lei 
12.009/2009, aplica-se aos veículos de duas 
rodas usados nesse serviço e o que eles 
podem ou não transportar. Dois artigos 139-A e 
139-BC
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MOTOTAXI e MOTOFRETE
É proibido o transporte de combustíveis, produtos 
inflamáveis ou tóxicos e de galões nos veículos 
de que trata este artigo, com exceção do gás de 
cozinha e de galões contendoágua mineral, 
desde que com o auxílio e side-car, nos termos 
de regulamentação do Contran. Resolução nº 
356/ 2010 do CONTRAN
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XIV – Da habilitação – Com 20 artigos, esse 
capítulo trata do direito do cidadão de obter a 
Carteira Nacional de Habilitação mediante os 
meios legais que são necessários para a 
certificação, bem como as categorias para cada 
tipo de veículo, sobre o curso de formação, aulas 
práticas e teóricas, entre outras. Também fala de 
como proceder para realização de cursos por 
causa de infrações.
Quais os requisitos para a habilitação ?
I - ser penalmente imputável;
II - saber ler e escrever;
III - possuir Carteira de Identidade. *CPF
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Carteira Nacional de Habilitação (CNH):
1 - Validade igual ao do exame de saúde; 
(Exame toxicológico...);
2 - Válida apenas no original;
3 -Tem fé pública e equivalerá a documento de 
identidade em todo o território nacional. (Art. 159 
do CTB);
4 - Regulamentada pela Res. 168/04, CONTRAN.
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Resolução CONTRAN 684/2017 e 727/2017 
(até 01/07/2018)
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Res. 718/17:Regulamenta as especificações, a 
produção e a expedição da CNH, a partir de 
01/01/2019 no padrão da Convenção de Viena 
sobre Trânsito Viário de 1968.
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Categoria A - Todos os veículos automotores e 
elétricos, de duas ou três rodas, com ou sem 
carro lateral.
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XV – Das infrações – Este é o maior capítulo do 
Código de Trânsito (CTB) e vai do Art. 161º ao 255º. 
Ele trata basicamente do que não se deve fazer no 
trânsito e suas consequências ao condutor. 
Constitui infração de trânsito a inobservância de 
qualquer preceito do CTB (Código de Trânsito 
Brasileiro), da legislação complementar ou das 
Resoluções do Contran, sendo o infrator sujeito às 
penalidades e medidas administrativas indicadas em 
cada artigo, sem prejuízo das punições previstas no 
Capítulo XIX (Crimes de Trânsito).
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As infrações classificam-se, de acordo com 
sua gravidade, em quatro categorias, 
computados, ainda, os seguintes números 
de pontos:
I - infração de natureza gravíssima, 7 
pontos;
II - infração de natureza grave, 5 pontos;
III - infração de natureza média, 4 pontos;
IV - infração de natureza leve, 3 pontos.
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XVI – Das penalidades – Nesta parte, é citado 
como são aplicadas as penalidades descritas no 
Capítulo XV, das infrações. Assim, o texto diz 
que elas podem ser advertência por escrito, 
multa ou cassação do direito de dirigir, curso de 
reciclagem, comunicação e identificação do 
condutor infrator, valores das multas de acordo 
com sua gravidade, entre outros. As penalidades 
estão previstas nos Art. 256 a 268.
Penalidades: 
Autoridade de trânsito:
I - advertência por escrito;
II - multa;
III - suspensão do direito de dirigir;
IV - (Revogado pela Lei nº 13.281, de 2016)
V - cassação da CNH;
VI - cassação da PPD;
VII - freqüência obrigatória em curso de 
reciclagem.
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http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2016/Lei/L13281.htm#art6
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XVII – Das medidas administrativas – Entre os 
artigos 269º e 279º, são determinados como 
serão realizadas retenção ou remoção do 
veículo, retenção de documentação do veículo e 
condutor, bem como a realização de exames 
toxicológicos. Direitos e deveres dos condutores 
infratores também são descritos nesse capítulo.
Medidas Administrativas:
A autoridade de trânsito ou seus agentes
- Retenção do veículo;
- Remoção do veículo;
- Recolhimento da CNH;
- Recolhimento da PPD;
- Recolhimento do CRV;
- Recolhimento do CLA;
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- Transbordo de carga;
- Realização de teste de dosagem de 
alcoolemia ou perícia de substância 
entorpecente ou que determine dependência 
física ou psíquica;
- Recolhimento de animais que se encontrem 
soltos nas vias;
- Realização de exames de aptidão física, 
mental, de legislação, de prática de primeiros 
socorros e de direção veicular.
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XVIII – Do processo administrativo – Neste 
ponto, fala-se na seção I sobre as características 
da infração cometida (local, hora, data, etc.) e as 
informações constantes no auto de infração, 
assim como também em relação ao equipamento 
que o agente de trânsito precisa descrever ao 
registrar uma infração, seja por instrumento 
audiovisual ou eletrônico, por exemplo. Na seção 
II sobre o Julgamento das autuações e 
penalidades. Vai do Art. 280 ao 290.C
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XIX- Dos crimes de trânsito – Neste capítulo 
estão incluídas normas gerais do Código Penal e 
do Código de Processo Penal, incluindo a Lei 
9.099/1995. A partir do Art. 291º, fala sobre os 
crimes que podem ser cometidos pelos 
motoristas sob a ótica jurídica, especialmente 
quando envolve ingestão de álcool e depois a 
condução de veículo automotor. Tem duas 
seções, com a segunda falando de crimes em 
espécie, tais como não prestar socorro ou dirigir 
sem CNH, por exemplo.
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XX – Das disposições finais e transitórias –
Fala sobre os prazos das resoluções do Contran 
e sobre a destinação dos valores das multas, 
entre outros. Vai do Art. 313º ao 341º.
Art. 320: A receita arrecadada com a cobrança 
das multas de trânsito será aplicada, 
exclusivamente, em sinalização, engenharia de 
tráfego, de campo, policiamento, fiscalização e 
educação de trânsito.
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Art. 328: O veículo apreendido ou 
removido a qualquer título e não reclamado 
por seu proprietário dentro do prazo de 
sessenta dias, contado da data de 
recolhimento, será avaliado e levado a 
leilão, a ser realizado preferencialmente 
por meio eletrônico.
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Muito Obrigado!
Mauro Palma Rezende
E-mail: rezende.mauro@hotmail.com
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