Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Projeto de 
Paisagismo Residencial
Responsável pelo Conteúdo:
Prof.ª M.ª Ana Cristina Gentile Ferreira 
Revisão Textual:
Prof.ª Esp. Kelciane da Rocha Campos
Guia Prático de Paisagismo
Guia Prático de Paisagismo
 
 
• Elaborar Guia de Paisagismo com as principais informações para desenvolver projetos e es-
colher, por exemplo, tipo de vegetação, espécie, porte (largura e altura), clima, com todas as 
informações necessárias para um bom desenvolvimento do projeto de paisagismo.
OBJETIVO DE APRENDIZADO 
• Introdução;
• Montando o Guia;
• Elementos de Composição;
• Elementos Arquitetônicos.
UNIDADE Guia Prático de Paisagismo
Introdução
A correta utilização da vegetação em paisagismo requer um profundo 
conhecimento das espécies vegetais, através de suas características, que 
de um modo geral podem ser agrupadas em dois conjuntos. O primeiro 
tem a ver com o aspecto visual da planta, forma, tamanho, estrutura, 
densidade e disposição da folhagem, textura e cores do conjunto e de 
suas partes vegetais. São aspectos que dizem mais respeito à arquitetura 
da planta tomada como objeto, ou ainda relacionados à forma como o 
vegetal ocupa e se desenvolve no espaço. (SALVIATÍ, s/d.)
O registro de diferentes espécies vem sendo elaborado e desenvolvido por profis-
sionais durante toda a história. No caso de vegetações, a área de botânica desenvolveu 
grande parte do acervo. Em forma de desenhos, há o registro de diferentes formatos, 
portes, sementes, folhas e outros detalhes, e alguns desses registros incluíram cores em 
suas publicações. Na link a seguir, podemos observar uma imagem publicada em 1894, 
com alguns exemplos desses registros, que permitiram um histórico das espécies exis-
tentes na natureza.
Ilustração botânica – folhas, flores, frutas. Enciclopédia Popular, 1894. 
Disponível em: https://bit.ly/2OS6O6d
Na próximo link, podemos observar a aplicação de cores em algumas espécies de 
flores; na publicação, cada imagem recebe um número e a legenda no rodapé da página 
traz o nome da espécie.
The Book of Practical Botany in Word and Image, 1886, disponível em: https://bit.ly/3s30B5U
A Morfologia Vegetal é o ramo da botânica que estuda as formas e es-
truturas das plantas, isto é, estuda as partes das plantas. Onde a par-
te vegetativa sustenta a vida da planta e é composta por raiz, caule e 
 folhas. A parte reprodutiva promove a reprodução sexuada da planta e 
é composta por flores, frutos e sementes. (Os desafios da escola pública 
paranaense na perspectiva do professor PDE. Produções Didático-Peda-
gógicas, 2013, p. 4)
Apesar de todo mapeamento das morfologias vegetais ser desenvolvido pela área de 
botânica, é essencial que o paisagista tenha conhecimento mínimo no entendimento 
técnico das espécies, para obter a melhor escolha para seu projeto. A imagem a seguir 
mostra uma representação esquemática das principais partes de uma planta de flores.
8
9
Figura 1 – Representação esquemática de estruturas 
encontradas em uma planta com fl ores
Fonte: Wikimedia Commons 
Você poderá ter acesso a informações e imagens bastante interessantes relacionadas a tipos 
de flores, frutos, folhas e outros. Organizado em dois volumes (Livro 1: Morfologia da raiz de 
plantas com semente e Livro 2: Morfologia do caule de plantas com sementes), a Coleção 
Botânica foi elaborada pelo Departamento de Ciências Biológicas da Escola Superior de Agri-
cultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo. Disponível em: https://bit.ly/2QlR77T
No caso dos projetos de paisagismo, iremos elaborar um Guia Prático de Paisagismo, 
importante para auxiliar na definição da vegetação, considerando suas características e 
demais elementos compositivos do projeto. O primeiro item a ser pesquisado deve ser 
a espécie da vegetação, seu porte – altura e raio na vida adulta, formato e densidade da 
copa, existência ou não de flores e cores, características essenciais para se iniciar o pro-
jeto, lembrando que na unidade anterior (Representação Gráfica) vimos alguns exemplos 
de portes e formatos de vegetações.
P ara a utilização da vegetação sugerida, o paisagista deverá considerar uma análise 
do terreno e seus aspectos quanto ao tipo de solo, presença de águas superficiais, esco-
amentos de águas pluviais (drenagem), topografia, presença de corpos d´água subterrâ-
neos, clima e orientação solar, entre outros.
Definidos os elementos vivos (vegetação), outras características do local a ser desen-
volvido o projeto devem ser analisadas com atenção, como, por exemplo, controle de 
luz, iluminação artificial, sombreamento, umidificação do ar e barreiras de ventos.
O Guia Prático de Paisagismo, além de funcionar como uma biblioteca, composta por 
material de consulta importante para desenvolver um projeto, servirá para elaborar o 
 Memorial Descritivo, essencial na execução dos projetos de paisagismo. As especificações 
9
UNIDADE Guia Prático de Paisagismo
do memorial poderão apresentar variações, dependendo do local a ser desenvolvido o 
projeto – por exemplo, Paisagismo Residencial, Paisagismo de Praças, Paisagismo de 
Parques Urbanos e outros, mas em todos os casos, deve conter informações técnicas 
necessárias para a implementação do projeto.
O Memorial Descritivo de um projeto de Paisagismo deverá descrever os proce-
dimentos a serem seguidos para a Execução e deverá conter a estrutura vegetal nos 
locais indicados. Além disso, deve apresentar no desenho técnico as especificações das 
espécies, com seu nome científico e popular, seu porte, quantificação, além de outros 
elementos compositivos definidos no Memorial. Questões relacionadas ao plantio, culti-
vo e manutenção também deverão constar no documento.
A partir dessas definições e do entendimento quanto à importância do conhecimento 
dos dados básicos para elaboração de um Memorial, veremos quais as principais infor-
mações que devemos registrar e organizar em um Guia Prático de Paisagismo.
Importante!
A elaboração de um Guia Prático de Paisagismo deverá servir para uma primeira con-
sulta e este deve ser atualizado constantemente. Novas espécies, novas técnicas, novos 
materiais, novas tendências, enfim, seu guia deve se manter atual e dinâmico.
Montando o Guia
Os tipos vegetais utilizados na linguagem corrente, árvores, arbustos, 
trepadeiras, ervas, têm muito a ver com o primeiro conjunto de caracte-
rísticas, relativas à arquitetura da planta. Já os aspectos que se referem 
ao vegetal como um componente vivo da natureza não estão de modo 
muito particular relacionados aos tipos acima mencionados. Embora 
alguns tipos vegetais, como, por exemplo, as trepadeiras, possam ser 
encontrados de preferência em matas ou florestas, que são forma-
ções características de climas úmidos, outros, como, por exemplo, as 
herbáceas, e entre estas particularmente as gramíneas, são plantas ubí-
quas, ou seja, que podem ser encontradas nos mais diversos ambientes 
e climas, com espécies peculiarmente adaptadas a viver nas condições 
mais adversas. (SALVIATÍ, s/d.)
É possível encontrar diferentes formatos de guias, que dependerão da organização 
de cada profissional; portanto, durante sua vida profissional, você deverá encontrar a 
melhor maneira de organizar sua biblioteca de elementos paisagísticos. Seguem alguns 
itens necessários para uma boa elaboração do Guia Prático de Paisagismo, são informa-
ções essenciais para a manutenção do jardim.
• Espécie;
• Categoria;
• Clima;
10
11
• Origem;
• Porte;
• Luminosidade;
• Ciclo de vida;
• Principais características/Resumo.
Além dos dados técnicos para a implantação da vegetação no projeto, devemos tam-
bém incluir na biblioteca do Guia os Elementos de Composição, como pisos, mobiliário, 
luminárias, elementos arquitetônicos, entre outros.
Espécie
Para os dados das espécies, normalmente para animais e plantas, encontramos dois 
tipos de identificação, os nomes comuns (ou populares) e os nomes científicos. Também 
será possível obter informações quanto à família pertencenteda espécie e outros dados 
complementares.
Os nomes populares (comuns) são usados em um determinado lugar e podem variar 
de acordo com a região ou o país, enquanto os nomes científicos são exclusivos e usados 
pela comunidade científica para identificar de forma precisa e universal as espécies.
Importante!
Considerando a diversidade regional no Brasil, os nomes populares podem sofrer gran-
des variações de um lugar para outro; por conta disso, incluir o nome científico permi-
tirá identificar a espécie independentemente da região. Por exemplo, Tecoma stans é 
o nome científico do ipê-de-jardim, amarelinho, guarã-guarã, ipê-amarelo-de-jardim, 
ipê-mirim, ipezinho-de-jardim ou sinos-amarelos.
Figura 2 – Tecoma stans : ipê-de-jardim, amarelinho, guarã-guarã,
ipê-amarelo-de-jardim, ipê-mirim, ipezinho-de-jardim ou sinos-amarelos
Fonte: Wikimedia Commons
11
UNIDADE Guia Prático de Paisagismo
A nomenclatura latina para nomes científicos segue algumas regras essenciais. Além 
disso, por serem escritos em latim, não estão sujeitos às reformas ortográficas. Algumas 
regras básicas a que você deve ficar atento(a) para a escrita dos nomes científicos são:
• devem ser escritos em itálico;
• a primeira palavra representa o gênero;
• a segunda palavra representa a espécie;
• a primeira palavra é escrita com a inicial maiúscula;
• todas as outras letras do nome são minúsculas;
• o nome científico é válido para ambos os sexos.
Na página da Ecocâmara – Grupo de Trabalho responsável pela implantação e supervisão 
do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos da Câmara dos Deputados, criado em 2003, 
é possível ler um resumo de como são definidos os nomes das plantas. Acesse o link para 
explorar o tema: https://bit.ly/3bZiqNG
Na tabela a seguir, podemos observar, a partir do trabalho “Caracterização da vege-
tação e espécies para recuperação de mata ciliar, Ijuí, Rio Grande do Sul”, os nomes 
científicos e comuns e a família a que a vegetação pesquisada pertence.
Figura 3 – Exemplo de Tabela de Espécies no trabalho “Caracterização 
da vegetação e espécies para recuperação de mata ciliar, Ijuí, RS”
Fonte: AVILA, 2011
Categoria
Dividir os elementos em Categorias tem como principal objetivo facilitar o agrupa-
mento ordenado do que podemos usar no projeto de Paisagismo. A sugestão para orga-
nização do Guia Prático é dividir a vegetação em árvores, arbustos, palmeiras, flores, 
orquídeas, bromélias, suculentas, carnívoras, folhagens, gramados, forrações, aquáticas, 
hortaliças, trepadeiras e ervas daninhas.
12
13
Para os demais elementos de composição, a divisão pode ser feita em: mobiliário, 
pisos, luminárias para jardins e outras. Nas categorias sugeridas, podemos ainda encon-
trar subcategorias, com informações ainda mais precisas e detalhadas.
As imagens a seguir trazem sugestões de sites onde você poderá pesquisar diversas 
espécies de vegetação, organizadas por categorias e subcategorias. A figura a seguir foi 
retirada do site Jardineiro.Net e mostra a divisão de categorias sugerida na Unidade.
Figura 4 – Exemplos de categorias de vegetação
Fonte: Reprodução
Você encontrará muitas espécies classificadas a partir de categorias. Para cada categoria, 
você terá diversas opções de espécies e para cada uma delas, uma pequena ficha técnica. 
Disponível em: https://bit.ly/3lu4e2e
Outro exemplo de classificação, com material online disponível para consultar, é a 
Apostila do Curso Municipal de Jardinagem, do Departamento de Educação Ambiental 
e Cultura de Paz – Umapaz, da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente, da 
Prefeitura de São Paulo.
13
UNIDADE Guia Prático de Paisagismo
A organização das categorias está dividida em árvores, floríferas, forrações, fruticultura, ar-
bustos e trepadeiras, gramados, orquídeas, hortas e plantas para ambientes internos. Seus 
volumes estão disponíveis no link: https://bit.ly/30W5FNF
Clima
“As características da vegetação variam de lugar para lugar e dependem de diversos 
fatores, como localização, clima e altitude. Por ser um país de proporções continentais, 
o Brasil apresenta uma enorme biodiversidade” (MINHOTO, 2018).
De maneira geral, podemos dividir o clima em: Equatorial, Tropical, Subtropical, 
Temperado, Mediterrâneo, Desértico, Semiárido e Polar. As diferenças climáticas serão 
responsáveis por definir formatos, folhagem, cores, texturas, enfim, o clima é um dos 
elementos que farão as espécies terem suas características físicas.
Tipos de climas, disponível em: https://bit.ly/3tvj2QW
No Brasil, podemos dividir em: Clima equatorial, com a floresta amazônica; Clima 
tropical úmido ou litorâneo, com a Mata Atlântica e mangues; Clima tropical, com cer-
rado e pantanal; e Clima subtropical, com florestas e campos. Para cada um dos climas, 
as características das vegetações são diferentes.
Conheça uma pouco mais as diferenças das espécies distribuídas pelo Brasil através dos 
links: https://bit.ly/3s39HzC e https://bit.ly/3txP7Yv
A tabela a seguir traz sugestões, elaboradas pela paisagista Heloiza Rodrigues, de plan-
tas a serem utilizadas no Estado do Paraná, considerando os diferentes climas do Estado.
14
15
Figura 5 – Exemplos de categorias de vegetação
Fonte: Reprodução
Origem
Segundo o dicionário, entendemos como origem o ponto de partida, o início de uma 
ação ou de algo cujo desenvolvimento continua num tempo ou espaço. O lugar em que 
uma pessoa nasce: de origem italiana; de origem paulistana. Ascendência; os antepas-
sados ou a geração que antecede uma pessoa ou família: envergonha-se de sua origem.
Origem: [Por Extensão] Fonte; local onde nasce um rio. [Figurado] Causa; aquilo que causa 
ou caracteriza um comportamento, ação, o nascimento de algo: o divórcio é a origem da 
minha felicidade. Disponível em: https://bit.ly/3tCygUg 
15
UNIDADE Guia Prático de Paisagismo
O mesmo acontecerá com a vegetação, a origem será seu ponto de início. Lembrando 
que o Clima deverá ser respeitado para que a vegetação possa se desenvolver em outro 
local. Por exemplo, uma espécie de Clima Polar não sobreviverá em um Clima Tropical, 
afinal as características obtidas pelo clima não permitirão que a vegetação se desenvolva.
Por exemplo, no livro “Tratado das plantas medicinais: mineiras, nativas e cultivadas”, 
a autora Telma Grandi traz uma catalogação de plantas medicinais e informações técni-
cas importantes, inclusive a origem de algumas espécies. No exemplo a seguir, podemos 
ver o nome científico e os nomes populares, família, origem e informações específicas 
para seu uso medicinal.
Figura 6 – Exemplo de espécie a partir do porte
Fonte: GRANDI, 2014, p. 1110-1111
Porte
Na Unidade anterior, foram descritas as principais características da vegetação a partir 
de seu porte. No Guia Prático, tal informação deverá ser mais detalhada, colocando-se não 
apenas a média do porte e sim a dimensão da espécie escolhida de maneira específica.
Na Cartilha de Arborização Urbana, da Prefeitura Municipal de João Pessoa, a publi-
cação sugere algumas espécies a partir do porte. Veja a figura a seguir.
16
17
Figura 7 – Exemplo de espécies a partir do porte
Fonte: Prefeitura Municipal de João Pessoa – Secretaria de Meio Ambiente, 2011, p. 7
São muitos os trabalhos públicos e livros que organizam espécies, por tipo de cli-
ma, localização, uso, enfim, são selecionadas de acordo com o objetivo da publicação, 
mas em todos a informação de porte está presente, assim como nomes, família e 
outras informações.
O exemplo a seguir foi retirado do “Guia de identificação de espécies-chave para a 
restauração florestal na região de Alto Teles Pires, Mato Grosso”, dos autores Eduardo 
Malta Campos Filho e Paolo Sartorelli, traz as informações de porte descritas. O guia 
possui glossário de 200 espécies. Na figura a seguir, as informações da Carne de Vaca 
(Clethra scabra Pers).
17
UNIDADE Guia Prático de Paisagismo
Figura 8 – Exemplo de descrição de porte da espécie
Fonte: Adaptada de CAMPOS FILHO; SARTORELLI, 2015, p. 202-203Acesse o documento através do link e explore as principais espécies encontradas na região 
pesquisada, disponível em: https://bit.ly/38XEI0b
18
19
Luminosidade
 Por Luminosidade entende-se o quanto a vegetação deve receber ou não de ilumina-
ção natural, se a incidência do sol deve ser direta ou indireta. Para cada tipo de clima e 
espécie, encontraremos dados técnicos específicos. Na citação a seguir, podemos ver a 
classificação de Luminosidade para as vegetações existentes nas Florestas.
Q uanto à luminosidade, as árvores podem ser classificadas como toleran-
tes ou intolerantes. Em Silvicultura, denominam-se tolerantes as árvores 
que na fase inicial do crescimento adaptam-se melhor às condições de 
luminosidade reduzida e que na fase adulta necessitam atingir a plena 
luz para o seu completo desenvolvimento. Denominam-se intolerantes as 
essências florestais que necessitam de alta intensidade luminosa em todas 
as fases de crescimento. Estas espécies crescem inicialmente apenas nas 
clareiras das florestas ou nas áreas desmatadas, enquanto que as espécies 
tolerantes à sombra predominam nos estágios mais avançados da suces-
são vegetal ou na floresta clímax. (POGGIANI, 1989 )
Outra maneira de dividir a Luminosidade necessária à vegetação pode ser: S ol Pleno, 
Meia-sombra e Sombra. As plantas enquadradas no Sol Pleno são consideradas aquelas 
que necessitam de no mínimo 7 horas por dia de sol direto. Nesses casos, quanto mais sol 
direto e por mais tempo, melhor. São alguns exemplos: as forrações, pomares e hortas.
Para vegetações que necessitam de ambientes de pouca luz, ou ainda sem incidência 
direta de sol, a presença excessiva do sol pode resultar em patologias. As Samambaias 
são o exemplo mais conhecido.
No caso de vegetações de meia-sombra, 3 horas de sol por dia são suficientes para o de-
senvolvimento saudável das plantas; no restante do tempo a presença de luz indireta é acon-
selhável. Plantas herbáceas e algumas suculentas desenvolvem-se bem em meia-sombra.
As vegetações que necessitam de ambientes de pouca luz, ou ainda sem incidência 
direta de sol, são consideradas plantas de sombra. Quando tais plantas recebem inci-
dência de sol de forma direta, podem desenvolver patologias, como fungos ou doenças. 
As Samambaias são o exemplo mais conhecido de plantas de sombra.
A matéria “Verde, saborosa e no próprio apê: horta em casa exige cuidados com luz, 
sol, água e adubação” traz exemplos simples e práticos de pequenas hortas residenciais, 
mas dá grande destaque à luminosidade necessária para algumas espécies.
19
UNIDADE Guia Prático de Paisagismo
Figura 9 – Exemplos de espécies e luminosidade necessária
Fonte: Adaptada de DUMONT, 2019
Ciclo de vida
Em relação ao ciclo de vida, as classificações mais comuns são: plantas anuais, bia-
nuais e perenes.
As plantas anuais são aquelas que completam o seu ciclo de vida em um 
ano, precisando, após isso, serem replantadas com todo o preparo de 
terreno adequado. Esse tipo de planta ornamental é semeado em deter-
minadas épocas e uma vez terminada a floração devem ser arrancadas, 
pois não terão maior duração. Já o segundo grupo, as plantas bianuais, 
tem seu ciclo de vida completado em dois anos, tendo que passar pelo 
mesmo processo de preparação. E, finalmente, as plantas perenes têm 
seu ciclo de vida perene, indefinido e, uma vez plantadas, só precisam 
de tratos culturais esporádicos de poda, de rega e de adubação. (LIRA 
FILHO et al., 2002)
20
21
A s plantas perenes são bastante escolhidas nos projetos de paisagismo, consideran-
do-se que podem florescer mais de uma vez no ano; são espécies que podem passar 
todo o seu ciclo de vida em flor. Se bem cuidada, seu ciclo vegetativo pode se repetir 
durante vários anos.
As anuais e bianuais são mais indicadas para pequenos espaços, jardineiras ou vasos 
e suas cores produzidas pelas plantas anuais podem criar diferentes efeitos, mudando o 
cenário do jardim durante o ano.
As anuais possuem um único ciclo vegetativo em um período de 1 ano. Planta que 
forma raiz, folhas e flores, solta sementes e morre em doze meses ou menos do que isso. 
Possuem apenas um ciclo de vida.
A planta bienal é cultivada em um ano e floresce no ano seguinte. Demora um ano 
inteiro para crescer e se desenvolver e depois mais um ano para florescer, soltar semen-
tes e então morrer.
A figura a seguir mostra as informações do Ciclo de Vida de algumas espécies (bia-
nual, anual e perene) e outras informações relevantes para a escolha da vegetação no 
projeto e execução.
Figura 10 – Exemplos de espécies com destaque no Ciclo de Vida
Fonte: Adaptada de GRANDI, 2014, p. 1029, 1101 e 1139
Principais características/Resumo
Para as Principais características e/ou Resumo, você deverá colocar todas as infor-
mações que encontrar da espécie pesquisada. Esse tipo de registro irá auxiliar na sele-
ção de maneira mais coerente ao projeto. Por exemplo, um tipo de folha que permite 
maior volume pode ser sua opção, e você poderá encontrar tal informação no resumo, 
ou ainda algumas espécies de pássaro que serão atraídas pela planta, enfim, informa-
ções que detalham ainda mais seu conhecimento.
A figura a seguir traz exemplo de uma ficha com os principais itens descritos nesta 
Unidade e que devem auxiliar na elaboração do Guia; em seguida, as principais caracte-
rísticas com um resumo da espécie. A vegetação escolhida é a Palmeira-imperial.
21
UNIDADE Guia Prático de Paisagismo
Figura 11 – Palmeira-imperial (Roystonea oleracea)
Fonte: Wikimedia Commons
Nome Científico: Roystonea oleracea.
Sinonímia: Areca oleracea, Oreodoxa oleracea, Kentia oleracea, Gorgasia oleracea, 
Euterpe caribaea, Gorgasia maxima, Oreodoxa caribaea, Roystonea caribae, Oreodoxa 
regia, Roystonea venezuelana.
Nomes Populares: Palmeira-imperial, Palmeira-real.
Família: Arecaceae.
Categoria: Árvores, Palmeiras.
Clima: Equatorial, Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical, Tropical.
Origem: América Central, América do Norte, América do Sul, Antilhas, Colômbia, 
Trindade e Tobago, Venezuela.
Altura: acima de 12 metros.
Luminosidade: Sol Pleno.
Ciclo de Vida: Perene.
Resumo: A palmeira-imperial é uma espécie de palmeira monoica, solitária e im-
ponente, muito robusta e de grande porte, que alcança entre 30 e 40 metros de 
altura. As folhas têm de 3 a 5 metros de comprimento e são pinadas, com folíolos 
arqueados e inseridos no mesmo plano, diferindo, assim, da palmeira-real-de-cuba 
(Roystonea regia), que apresenta folhas mais plumosas. Seu estipe (tronco) é de 
cor cinza claro, liso, uniformemente cilíndrico, apenas um pouco mais engrossado 
na base e com diâmetro entre 40 e 60 centímetros. A coroa é arredondada, com 
aproximadamente vinte folhas dispostas de forma ereta ou horizontalmente, o que 
permite visualizar o palmito recoberto pelas bainhas a distância, sendo esta mais 
uma das características que a diferencia da palmeira-real-de-cuba. Nesta última, as 
22
23
folhas mais velhas pendem sobre o palmito, dificultando a visualização do mesmo. 
A inflorescência surge na base do palmito, na primavera, em cachos longos, de até 
1,5 m de comprimento, com flores masculinas e femininas, de cor branca. Os frutos 
são drupas oblongas, de cor roxa a preta quando maduros. Eles se formam no verão 
e são atrativos para diversas aves silvestres, em especial psitacídeos, como papa-
gaios, araras e caturritas.
Um símbolo da aristocracia na história do Brasil, a primeira palmeira desta espécie 
foi plantada pelo então príncipe regente Dom João VI, em 1809. Todas as palmeiras-
-imperiais cultivadas no país descendem desta primeira palmeira, que foi denomi-
nada Palma Mater e acabou fulminada por um raio em 1972. Assim, esta espécie re-
cebeu aqui o nome popular de “imperial” e esteve ligada à monarquia e aristocracia, 
popularizando-se mais tarde. Devido ao porte majestoso, a palmeira-imperial é ideal 
para acompanhar grandes construções, avenidas, amplos parques, alamedas centrais, 
prédios públicos e residências de grande porte, principalmenteem duplas, grupos ou 
fileiras. Plantada isolada ou em jardins pequenos ela facilmente fica desproporcional.
Fonte: Adaptado de https://bit.ly/2PcVEck
A presença de fotos e figuras nas fichas elaboradas no Guia Prático de Paisagismo 
poderá ser um instrumento importante para auxiliar o profissional na escolha da espécie 
e dos elementos compositivos, permitirá tirar partido de característica de cores, textura 
e formatos que conseguimos observar nas imagens. Além disso, será um grande aliado 
na apresentação do projeto para o contratante, que conseguirá visualizar melhor as 
 escolhas realizadas pelo profissional.
Figura 12 – Exemplo de Ficha para Guia Prático de
Paisagismo com destaque para imagem e resumo
Fonte: Adaptada de Getty Images e TRINDADE, 2020
Você poderá também organizar seu guia por tipo de uso da vegetação. As figuras a 
seguir são exemplos de como podem ser elaborados Guias Práticos de Paisagismo para 
vegetações em diferentes ambientes, especificamente para Ambientes Internos.
23
UNIDADE Guia Prático de Paisagismo
Figura 13 – Exemplo de Guia de Vegetação para Ambientes Internos
Fonte: Reprodução
• Palmeira Ráfis: Fica bem em todo tipo de iluminação. É importante regá-la com 
frequência sem encharcar seu substrato. Nome científico: Rhapis excelsa;
• Palmeira Camaedórea: Gosta de ambientes úmidos e longe da luz direta do sol. 
A rega tem que ser frequente, para manter a terra sempre úmida. Nome científico: 
Chamaedorea elegans;
• Jade: A Jade demora para florescer, mas vale a pena esperar. É muito fácil de cui-
dar: se dá bem em qualquer solo que não fique muito úmido e deve receber luz direta 
do sol pelo menos durante uma parte do dia. Nome científico: Crassula ovata;
• Licuala: A licuala não deve ficar exposta à luz direta do sol, mas precisa estar em 
ambiente iluminado com luz indireta. Borrife água em suas folhas. Nome científico: 
Licuala grandis;
• Babosa de pau: Deve ser cultivada sem luz direta do sol e não é resistente ao frio, 
por ser uma planta tropical. As regas devem ser feitas sempre que o solo estiver 
secando. Nome científico: Philodendron martianum;
• Singônio: Deve ser cultivado à meia-sombra e regado com frequência para manter 
a terra úmida. Nome científico: Syngonium angustatum;
• Begônia: O cultivo deve ser feito em substrato bem fértil, em ambientes protegidos 
da luz do sol, da friagem e do vento. A rega deve ser feita sem molhar as folhas. 
Nome científico: Begonia elatior;
24
25
• Minicactos: Ao contrário dos cactos grandes, eles não devem ser expostos à luz 
direta do sol e ficam melhor em ambientes internos bem iluminados. Para saber 
quando regar, verifique se a terra está seca – em geral as regas são semanais. Nome 
científico: Mamillaria SP;
• Antúrio: É essencial que fique à meia-sombra, sem receber diretamente a luz do 
sol. Entretanto, também não pode ficar em ambientes escuros. Nome científico: 
Anthurium andreanum;
• Palmeira areca: Pode crescer exposta diretamente ao sol, mas suas folhas ficam 
mais vistosas quando é cultivada à meia-sombra. Deve ser regada regularmente e não 
deve ficar em ambientes com ar-condicionado. Nome científico: Dypsis lutescens;
• Filodendro Cascata: O Filodendro cascata em vasos costuma ficar bem em qual-
quer ambiente. Deve ser mantido longe da luz direta do sol, mas o ambiente deve 
ser iluminado. Deve ser regado quando a camada superficial da terra estiver seca. 
Nome científico: Philodendron cascata;
• Bromélia: O sol direto queima suas folhas, por isso deve receber apenas claridade 
indireta. É plantada em substrato para epífitas. Deve ser regada a cada dois dias, 
limpando-se o seu centro para evitar proliferação de mosquitos. Nome científico: 
Guzmania ligulata;
• Lírios da paz: Esta é uma das poucas plantas que florescem na sombra. Se seu 
jardim é sombreado, mas com bastante claridade, abuse desta espécie. O sol direto 
queima suas folhas! Mantenha-a sempre adubada e seu solo úmido. Nome científico: 
Spathiphyllum wallisi;
• Pleomele: É muito usada em ambientes internos, mas deve-se prestar atenção se 
ela está se adaptando à baixa luminosidade. Caso ela comece a perder folhas, é 
melhor colocá-la em ambiente mais claro, mas não necessariamente diretamente ao 
sol. Nome científico: Dracaena reflexa;
• Pau d’água: É resistente ao ar condicionado e não precisa ficar diretamente exposta 
ao sol. Deve ser regada quando a superfície da terra estiver seca. Nome científico: 
Dracaena fragrans;
• Lança de São Jorge: Por ser uma planta muito resistente, pode ser usada nas mais 
variadas composições, desde jardins de pedras a vasos para ambientes internos. 
Deve ser regada a cada 15 dias, sem molhar as folhas, e mantida à meia-sombra. 
Nome científico: Sansevieria cylindrica;
• Rosa de pedra: Deve ser regada apenas uma vez por semana, pois a umidade 
pode apodrecer suas raízes. Não tolera muito sol. Nome científico: Echeveria SP;
• Zamioculca: A Zamioculca continua bonita mesmo quando não recebe os cuida-
dos adequados. Precisa ser regada somente uma vez por semana e fica bem tanto 
em ambientes com luz, quanto sem luz – mas é bom evitar sol direto, que pode 
queimar suas folhas. Nome científico: Zamioculcas zamiifolia;
• Jiboia: Uma das poucas trepadeiras para ambientes internos, a Jiboia cresce apoiada 
a substratos, como xaxins ou outras plantas. Esta planta tem as folhas coloridas, mas 
se ficar somente na sombra, suas folhas serão pequenas e verdes. A rega deve ser feita 
com frequência, para manter o substrato úmido. Nome científico: Remnum pinnatum;
25
UNIDADE Guia Prático de Paisagismo
• Violeta: É importante garantir que seja exposta somente à luz indireta. Regar uma 
ou duas vezes por semana também é fundamental, sem molhar as folhas e flores. 
Nome científico: Saintpaulia ionantha.
Fonte: Adaptado de https://bit.ly/2OSaNj8
Elementos de Composição
Como Elementos de Composição não vivos, temos mobiliários, pisos, iluminação, 
tipos de tecido, enfim, elementos que completam o projeto de Paisagismo. Nesses casos, 
as informações técnicas estão disponíveis em sites de fornecedores e lojas especializa-
das, como, por exemplo, mobiliários para áreas externas; tais informações serão capa-
zes de mostrar como o uso do elemento pode ser adequado ao projeto.
Segue aqui uma sugestão de informações que você deverá coletar para tipos de pisos, 
por exemplo:
• Especificações técnicas (Ficha Técnica);
• Altura;
• Largura;
• Profundidade;
• Material;
• Resumo.
A ficha a seguir é um exemplo de como os sites e páginas de fornecedores e lojas dispo-
nibilizam todas as informações necessárias para o profissional escolher o elemento, conside-
rando os dados técnicos mais apropriados para o projeto, seu material e uso do elemento.
Figura 14 – Exemplo de piso para jardim
Fonte: Divulgação
26
27
Na figura a seguir, temos diferentes tipos de pisos de acordo com características 
técnicas. Os exemplos foram elaborados para execução do projeto de urbanização e 
paisagismo referente a FURNAS, prédio da GRN.O, em Adrianópolis-RJ.
Figura 15 – Exemplos de tipos de pisos de acordo com características técnicas
Fonte: Adaptada de USFB, 2016, p. 4 -5
O mesmo deve ser feito em relação ao mobiliário. O tipo de material escolhido deve 
ser resistente a sol e chuva, principalmente se colocado em áreas externas. Caso tenha 
tapeçaria, também deverá ser adequado às questões de clima e manutenção do material. 
No momento da escolha, o profissional já deverá ter definido o local de uso do mobiliário.
27
UNIDADE Guia Prático de Paisagismo
Figura 16 – Exemplo de banco para jardim
Fonte: Divulgação
Entre em sites de Mobiliários para Jardins e encontre diferentes opções de materiais e vege-
tações que podem ser usados no Projeto de Paisagismo. Não se esqueça de anotar a data da 
pesquisa, caso você registre o valor de venda do produto, e mantenha os dados atualizados.
Elementos Arquitetônicos
Elementos Arquitetônicos podem estar presentes no Paisagismo, completando a 
composição do projetoe muitas vezes definindo no projeto a distribuição das funções 
e dos ambientes. Presença de varandas, pergolados, gazebos, caramanchões, redários, 
quiosque, fontes, esculturas e outros permitem tornar o ambiente mais acolhedor e mui-
tas vezes mais funcional.
Por isso, a inclusão de tais itens no Guia Prático também deve ser considerada. 
Ter opções de Elementos Arquitetônicos permite que o profissional do Paisagismo traga 
ao projeto opções interessantes e soluções adequadas ao uso do espaço construído.
28
29
Figura 17 – Exemplo de pergolado de madeira
Fonte: Divulgação
Iluminação
Na unidade de título “Representação Gráfica”, vimos a importância da luz artificial 
no projeto de paisagismo. Atualmente, são inúmeros os modelos, tanto de luminárias 
como de tipos de lâmpadas. A atividade que será exercida no espaço e o estilo do jardim 
projetado deverão nortear a escolha das luminárias e lâmpadas; portanto, incluir o maior 
número possível de modelos disponíveis no mercado e manter as informações atualiza-
das também devem ser uma prioridade do profissional.
29
UNIDADE Guia Prático de Paisagismo
Figura 18 – Exemplo de luminária para jardim, espeto 
para jardim LED 3W, luz amarela, IP65, Inspire
Fonte: Divulgação
Enfim, criar um Guia Prático de Paisagismo irá subsidiar o estudante e o profissional 
com uma série de opções e informações técnicas de vegetações e elementos compositivos, 
que poderão ser sugeridos e escolhidos para planejar o espaço, implantar, escolher plan-
tas, mobiliários, luminárias, pisos, enfim, estimular ainda mais o projeto de Paisagismo 
em diferentes locais, de uma varanda, uma área comum, até mesmo de Parque Público.
Importante!
No Paisagismo Urbano, temos uma grande variedade de guias e manuais disponíveis, 
que auxiliam no paisagismo das cidades. Assim como o Guia Prático de Paisagismo ela-
borado aqui, para o Paisagismo Residencial, podem ser aproveitados em projetos corpo-
rativos, institucionais e mesmo no paisagismo de interiores; os materiais para o Paisa-
gismo Urbano trarão especificações diretas ao projeto e execução das espécies urbanas, 
aplicadas a espaços públicos e coletivos.
Portanto, a partir das sugestões de formatos de fichas, busque informações técnicas, 
soluções e tendências de mercado e mantenha-se atualizado(a), isso permitirá desenvol-
ver um projeto adequado e de qualidade.
Para finalizar, a imagem a seguir traz uma sugestão de base para preenchimento dos 
principais dados a serem pesquisados dos elementos vivos (vegetação) no paisagismo. 
30
31
Monte um arquivo digital, na extensão que esteja acostumado(a) a utilizar e complete 
os dados. Use mais de uma fonte de pesquisa, atualize as informações quando necessá-
rio, inclua imagem e registre as informações que achar importantes, dessa forma você 
 poderá padronizar e facilitar sua consulta.
Guia de Paisagismo Aplicado à Arquitetura
Nome popular:
Inserir Imagem
Nome cientí�co:
Categoria:
Clima:
Origem
Porte:
Luminosidade:
Ciclo de Vida:
Resumo:
Fontes:
Figura 19 – Sugestão de fi cha para Guia Prático de Paisagismo 
31
UNIDADE Guia Prático de Paisagismo
Material Complementar
Indicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade:
 Vídeos
Jardim com plantas que exigem pouca água (sol forte)
https://youtu.be/9MJZxyElihg
7 plantas esculturais para seu jardim
https://youtu.be/09Y6BxwGxeM
Canal – Vida no Jardim
https://bit.ly/38VKkrX
 Leitura
Como projetar: um guia rápido do projeto de paisagismo
https://bit.ly/3tCA5R6
Paisagismo dentro de casa: 56 ideias para jardins em espaços pequenos
https://bit.ly/30VoeS3
6 vídeos de jardinagem para você assistir no final de semana
https://bit.ly/2P2XcFz
Dicionário de Jardinagem
https://bit.ly/3vRqd8e
Top 10 livros de paisagismo para dar um UP na sua carreira!
https://bit.ly/38ZwZ1E
Catálogo – Clarão Iluminação
https://bit.ly/3lvxe9S
32
33
Referências
ÁVILA, Â. L. de; ARAÚJO, M. M.; LONGHI, S. J.; GASPARIN, E. Caracterização da 
vegetação e espécies para recuperação de mata ciliar, Ijuí, RS. Ciência Florestal, Santa 
Maria, v. 21, n. 2, p. 251-260, abr.-jun., 2011.
BRAGA, M. A. (coord). Curso municipal de recursos paisagísticos. Escola Munici-
pal de Jardinagem/UMAPAZ – Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura 
de Paz, Departamento de Educação Ambiental da Secretaria Municipal do Verde e do 
Meio Ambiente (SVMA). Prefeitura Municipal de São Paulo. Edição 2012. Disponível 
em: <https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/recursos_
paisagisticos_1431454341.pdf>. Acesso em: 14/09/2018.
CAMPOS FILHO, E. M. Guia de identificação de espécies-chave para a restauração 
florestal na região de Alto Teles Pires, Mato Grosso. The Nature Conservancy, 2015, 
248 p. il.: 19,5 x 27 cm. Disponível em: <https://www.nature.org/media/brasil/guia-
-mt.pdf>. Acesso em: 13/09/2020.
DUMONT, P. S. Verde, saborosa e no próprio apê: horta em casa exige cuidados com luz, 
sol, água e adubação. Disponível em: <https://hoje.vc/2gacr>. Acesso em: 16/03/2021.
GOVERNO DO ESTADO DO PARANÁ. SECRETARIA DA EDUCAÇÃO. Os desafios 
da escola pública paranaense na perspectiva do professor PDE: produções didático-peda-
gógicas. 2013. Cadernos PDE, volume 2. Versão on-line. ISBN 978-85-8015-075-9. Dis-
ponível em: <http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/cadernospde/pdebusca/pro-
ducoes_pde/2013/2013_fafiuv_bio_pdp_lauro_maron.pdf>. Acesso em: 10/09/2020.
GRANDI, T. S. M. Tratado das plantas medicinais: mineiras, nativas e cultivadas. 
1ª ed. Recurso eletrônico. Belo Horizonte: Adaequatio Estúdio, 2014. 1204 p. il.
LIRA FILHO, A. de; PAIVA, H. N. de; GONÇALVES, W. Paisagismo: elementos de 
composição e estética. Coleção Jardinagem Paisagismo. Série Planejamento Paisagis-
mo, volume 2. Viçosa, MG: Aprenda Fácil, 2002 (194p.: il.).
POGGIANI, F. Estrutura, funcionamento e classificação das florestas: implicações 
ecológicas das florestas plantadas. Departamento de Ciências Florestais – Universidade 
de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz. Piracicaba, 1989.
Prefeitura Municipal de São Paulo. Manual de arborização urbana. da Secretaria 
Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA). Abril de 2015. Disponível em: 
<https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/meio_ambiente/MAR-
BOURB.pdf>. Acesso em: 11/09/2018.
SALVIATÍ, E. J. Tipos vegetais aplicados ao paisagismo. Disponível em: <https://
www.revistas.usp.br/paam/article/view/133781/129652>. Acesso em: 18/03/2021.
UFSB. Gabinete Projetos de Engenharia e Arquitetura LTDA. Disponível em: <http://
ufsb.edu.br/wp-content/uploads/2017/06/RDC_012017/ANEXO_II/04%20-%20
INFRA%20ESTRUTURA%20N%C3%9ACLEO%20PEDAG%C3%93GICO/PROJE-
TO%20PAISAGISMO%202017%2001%2013/6098-PAI-0001-MDES-R02.PDF>. Acesso 
em: 16/03/2021.
33
UNIDADE Guia Prático de Paisagismo
Sites Visitados
INHOTO, L. Tipos de vegetação do Brasil. Estudo Prático. Novembro de 2018. Dis-
ponível em: <https://www.estudopratico.com.br/tipos-de-vegetacao-do-brasil/>. Acesso 
em: 13/09/2020.
TRINDADE, S. A Torênia. Disponível em: <www.jardinagemepaisagismo.com/a-tore-
nia.html>. Acesso em: 16/03/2021.
34