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Fluidoterapia M.V. ESP ALEX MARTINS 2 fLUIDOTERAIA 3 Objetivo principal 4 ADOTAR MEDIDAS TERAPEUTICAS ADEQUADAS PARA CADA SITUAÇÃO TIPO DE SOLUÇÃO RITMO DE ADMINISTRAÇÃO FISIPATOLOGIA DO DESIQUILÍBRIO DISTRIBUIÇÕES CORPORAIS Corrigir os desiquilíbrios hidroeletrolíticos e ácidos básicos em equinos enfermos Distribuição dos fluidos • Água e eletrólitos: Funções vitais • 60 - 70% PV adultos • 80% PV neonatos • LIC: 66% • LEC: 34% • Intravascular • Extravascular • Intersticial • Peritônio, • Gastro • Bile • Saliva lagrimas • sêmem Diferenças na distribuição: • Patologias • Idade • Peso • Etc TERAPIA HÍDRICA • Quando? • Restauração da volemia • Hidratação de tecidos/ estimulação de orgãos • Correção de desequilíbros hídricos e ácido-básicos • Adm. Substâncias nutritivas • Adm. De medicações É NECESSÁRIO PROGRAMAÇÃO... 1 OBJETIVOS DA FLUIDO 2 AVALIAR DESIDRATAÇÃO 3 TIPO DE FLUIDO 4 EQUIPAMENTO 5 VIA DE ADMINISTRAÇÃ O 6 VELOCIDADE E TAXA DE INFUSÃO 7 VOLUME TOTAL/ TEMPO? 8 QUANDO PARAR... TERAPIA HÍDRICA • Determinação da necessidade de reposição • IDEAL • Dados de anamnese • Impressindível • Furosemida na cólica • Exame físico • Exames laboratoriais SITUAÇÃO DE CAMPO→ Laboratório Mecanismos fisiológicos de cada patologia TERAPIA HÍDRICA • Quando? • Condições clínicas Grau de desidratação 10 DISCRETA MODERADA SEVERA • EXAMES LABORATORIAIS: • VCM (Volume corpuscular médio) • PPT (proteína plasmática total) • Densidade urinária (> 1.035) • Verificar antes de iniciar a fluidoterapia • Verificar se há perdas destes componentes Contração esplênica X anemia Potros e bezerros: variável AVALIAÇÃO DE DESIDRATAÇÃO VOLUME GLOBULAR PPT DIMINUIDA PPT ELEVADA PPT NORMAL ELEVADO Perda de Proteína • Diarreia? • Verminose? Hemoconcentra ção • Desidratação ? • Contração esplênica ? • Hipoproteinemi a mascarada pela Desidratação? VOLUME GLOBULAR PPT DIMINUIDA PPT ELEVADA PPT NORMAL DIMINUIDO Perda de Proteína • Diarreia? • Verminose? • Pós Fluidoterapia • Grau de anemia mascarado pela Desidratação? • Aumento de qual proteína????? SINAIS CLÍNICOS DA DESIDRATAÇÃO • ↑FC • ↑TPC • ↑ Turgor • Ressecamento de mucosas e alterações na mucosa • ↓ temperatura • ↓ produção de urina Variam de acordo com o grau de desidrataçã o Abaixo de 5% não são notadas Cavalo adulto: sem sinais com até 20 litros de perda ETAPAS DA FLUIDOTERAPIA MANUTENÇÃO REIDRATAÇÃO REANIMAÇÃO 50 - 100 ml/kg - 65ml/kg- Vias de administração 16 Vias de administração • Parenteral • Enteral 17 Vias de administração • Retal 18 Qual fluido empregar 19 CRISTALO IDES X COLOIDES 20 Cristaloides 1. Solução salina isotônica (NaCl 0,9%, fisiológica) 2. Solução salina hipertônica (NaCl 7,5%) 3. Solução salina hipotônica (NaCl 0,45%) 4. Solução de Ringer Simples 5. Solução de Ringer Lactato de Sódio 6. Solução Plasma- Lyte (acetato de sódio) 7. Soluções glicosadas •Dextrose 5% (hipotônica) •Solução hipertônica de glicose (glicose 50%) COMPOSIÇÃO DOS FLUIDOS CRISTALÓIDES 0 50 100 150 200 250 300 Solução NaCl 0,9% Ringer com Lactato Glicose 5% em RL Glicose 5% em água de injeção Glicose Potássio Cloro Sódio Cálcio COMPOSIÇÃO DOS FLUIDOS CRISTALÓIDES CRISTALOIDES •RINGER COM LACTATO • Parecida com plasma • Empregado de forma inicial e emergencial • Laboratório para direcionar? • Perdas de fluidos e eletrólitos acompanhadas de acidose moderada – Alterações hepáticas – Acidose metabólica severa (pH< 7,1) – ↓ circulação portal Caráter alcalinizante MELHOR EXPANSOR VOLÊMICO, DENTRE TODOS OS CRISTALÓIDES CRISTALOIDES •CLORETO DE SÓDIO 0,9% • Empregada em situações de hipercalemia, hiponatremia, hipocloremia, alcalose metabólica • Indicações: • uroperitônio potros (hipercalemia: outros fluidos ricos em KCl) • desidratação pós-exercício com perda eletrolítica pelo suor (enduro) • 40 L • Sódio e cloreto: perda intensa: alcalose metabólica transitória (mobilização excessiva de bicarbonato) • Cálcio e magnésio • Vômitos constantes (pequenos animais) • GUIADO PELA HEMOGASOMETRIA E AVALIAÇÃO ELETROLÍTICA • PODE INDUZIR ACIDOSE HIPERCLORÊMICA CRISTALOIDES • GLICOSE 5% • ↓ das reservas energéticas • Desequilíbrios hídricos e não eletrolíticos (anorexia) • Potros, bezerros, filhotes e Diabéticos descompensados: suporte energético CRISTALOIDES • BICARBONATO • Acidose metabólica severa (pH<7,2) ou déficit de base 10 mEq/L • Menor gravidade: RL • Sempre hemogasometria! • Alcalose metabólica!!!! Solução hipertônica 28 Solução ideal 29 Apresentar soluções prolongadas e benéficas Estar associada a benefícios alcançados rapidamente Ser necessária em pequenos volumes Não ter complicações associadas Ser pouco dispendiosa CRISTALOIDES •SOLUÇÃO HIPERTÔNICA • EMERGÊNCIA •CHOQUE Hipovolêmicos, hemorrágicos, sépticos • Líq. Intracelular para o plasma • Seguida de FLUIDOTERAPIA INTENSA – isotônica (até 2 h) • efeito por 90-180 min Queimaduras CRISTALOIDES •SOLUÇÃO HIPERTÔNICA CHOQUE!!!!! Indicações • Cuidado neonatal • Insuficiência circulatória • Ruptura de bexiga • Doença intestinal inflamatória • Salmonelose – hipersecreção de eletrólitos • Hemorragia incontrolável 32 Contraindicações • Exaustão e perda eletrólitos por suor • Caliurese – nociva para animais com depleção de potássio • Estados hiperosmóticos • Intoxicação por sal • Privação hídrica • Prostração pelo calor • Insuficiência renal • Resultar em piora da hiperosmolaridade 33 Aplicação prática • 4 – 6 ml/kg EM 15 MINUTOS • Fluido isotônica dentro de 1 a 2 horas (15 – 20 litros) • Decorrência de diurese • REAÇÕES ADVERSAS • Homólise local e ataxia transitória leve 34 Coloides Sintéticos X naturais • Voluven x Plasma • ↑$ • Efeitos colaterais • Potros/ bezerros: imunoglobulinas • PT↓ 4g/dL: perdas contínuas • Hemodiluição por cristaloides • CONTRA-INDICAÇÕES: CHOQUE SÉPTICO, DOENÇA RENAL EQUIPAMENTOS E MATERIAL NECESSÁRIO Fluidoterapia enteral • Recupera e mantém a hidratação • Equilíbrios eletrolítico e ácido-básicos, • Promove a diurese, • Aumenta a secreção pulmonar, • Estimula a motilidade intestinal • Aumenta a hidratação do conteúdo intestinal. 37