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GUIA DA TEOLOGIA - 7 DOUTRINAS BÍBLICAS 
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TEOLOGIA FÁCIL 
7 Doutrinas Bíblicas Para 
Você Aprender Hoje! 
 
 
 
GUIA DE ESTUDOS 
LIÇÕES RÁPIDAS 
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PORQUE ESTE LIVRO É IMPORTANTE? 
 
Este livro integra o Programa de Desenvolvimento Teológico do Instituto de 
Teologia Logos e nosso objetivo é mostrar a você que estudar a Bíblia 
tendo em vista seu desenvolvimento bíblico, teológico e ministerial é 
possível, desde que você tenha acesso ao conhecimento sistemático, 
objetivo e claro. 
 
Este livro vai lhe mostrar que aprender mais da Bíblia e desenvolver seu 
conhecimento teológico e ministerial é uma tarefa que continuará por 
toda a sua vida, mas que ao encontrar um conteúdo de fácil 
compreensão, como o que estamos lhe oferecendo aqui, você pode 
tornar-se uma referência em sua área de estudos e de atuação: seja 
teólogo, líder, pastor, missionário, palestrante, escritor, professor de 
Educação Cristã ou Ensino Religioso. 
 
Quanto mais conhecimento, mais desenvolvimento. Quanto melhor for a 
informação, mais rápido você vai adquirir as condições necessárias para 
atingir seus objetivos. 
 
E é para mostrar essa possibilidade (e os caminhos), que elaboramos este 
livro e estamos disponibilizando a você. 
 
Motive-se. Acredite! 
 
Do seu amigo, 
Prof. Netanias dos Santos, Th.D. 
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O QUE É A BÍBLIA? 
A 
 palavra Bíblia vem do latim e grego e significa livro; um nome 
apropriado, já que a Bíblia é o Livro para todas as pessoas, de 
todos os tempos. É um livro sem igual, único em sua categoria. 
 
É um Livro Sagrado composto de 66 livros e incluem... 
 
 Livros da Lei, tais como Levítico e Deuteronômio; 
 Livros Históricos, tais como Esdras e Atos; 
 Livros Poéticos, tais como Salmos e Eclesiastes; 
 Livros de Profecia, tais como Isaías e Apocalipse; 
 Livros Biográficos, tais como Mateus e João; e 
 Cartas ou Epístolas (cartas formais), tais como Tito e Hebreus. 
 
CAPÍTULO 
01 
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QUEM ESCREVEU A BÍBLIA? 
 
Cerca de 40 autores humanos diferentes escreveram a Bíblia. Ela foi 
escrita durante um período de 1600 anos. Os autores foram reis, 
pescadores, sacerdotes, oficiais do governo, fazendeiros, pastores e 
médicos. De toda essa diversidade surge uma unidade incrível, com temas 
em comum por todo o seu percurso. 
 
A unidade da Bíblia deve-se ao fato de que, essencialmente, tem um 
Autor: Deus. A Bíblia é “inspirada por Deus” (2 Timóteo 3:16). Os autores 
humanos escreveram exatamente o que Deus queriam que escrevessem, 
e o resultado foi a perfeita e santa Palavra de Deus (Salmos 12:6; 2 Pedro 
1:21). 
 
COMO A BÍBLIA SE DIVIDE? 
 
A Bíblia é dividida em duas partes principais: O Antigo Testamento e o 
Novo Testamento. Em resumo, o Antigo Testamento é a história de uma 
nação, e o Novo Testamento é a história de um Homem. A nação foi a 
forma que Deus usou para trazer o Homem ao mundo. 
 
O Antigo Testamento descreve a fundação e preservação da nação 
de Israel. Deus prometeu usar Israel para abençoar o mundo inteiro 
(Gênesis 12:2-3). Uma vez que Israel tinha sido estabelecida como nação, 
Deus fez surgir uma família daquela nação através da qual a benção iria 
vir: a família de Davi (Salmos 89:3-4). Então, da família de Davi foi 
prometido um Homem que traria a benção prometida (Isaías 11:1-10). 
 
O Novo Testamento detalha a vinda desse Homem prometido. Seu 
nome era Jesus, e Ele cumpriu as promessas do Antigo Testamento por 
viver uma vida perfeita, morrer para tornar-se o Salvador e ressuscitar dos 
mortos. 
 
QUEM É O PERSONAGEM PRINCIPAL? 
 
Jesus é o personagem principal da Bíblia – o livro inteiro é sobre Ele. O 
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Antigo Testamento prediz Sua vinda e prepara o palco para Sua entrada 
ao mundo. O Novo Testamento descreve Sua vinda e Seu trabalho para 
trazer salvação a nosso mundo pecaminoso. 
 
Jesus é mais do que uma figura histórica; na verdade, Ele é mais do 
que um homem. Ele é Deus em carne, e Sua vinda foi o evento mais 
importante da história do mundo. Deus Se tornou homem para nos dar um 
retrato claro e compreensível de quem Ele é. 
 
Como é Deus? Ele é como Jesus; Jesus é Deus na forma humana 
(João 1:14; 14:9). 
 
COMO PODEMOS RESUMIR A NARRATIVA BÍBLICA? 
 
 DEUS criou o homem e o colocou no Jardim do Éden. 
 O homem pecou e deixou de ser aquilo para o que Deus o tinha 
destinado. Foi então que Deus pôs em andamento o plano para 
a salvação do homem e o fez chamando Abraão para que 
fundasse uma nação, mediante a qual o plano seria executado. 
 A nação não andou nos caminhos do Senhor e foram 
escravizados no Egito. Após 400 anos, sob a direção de Moisés, o 
povo foi tirado do Egito de volta à terra prometida de Canaã. A 
nação se tornou um grande e poderoso reino. 
 O reino foi dividido no fim do reinado de Salomão: Israel, ao 
norte, 10 tribos, levada cativa pela Assíria em 721 a.C., e Judá, ao 
sul, 2 tribos, levada cativa pela Babilônia no ano 600 a.C. 
 Encerra-se o Antigo Testamento. 400 anos mais tarde, cumpre-se 
a promessa do aparecimento de Jesus, o Messias, a esperança 
da humanidade, mediante Quem o homem seria redimido e 
nascido de novo. Para realizar e consumar Sua obra salvadora, 
Jesus Cristo MORREU pelo pecado humano, ressuscitou e ordenou 
que os discípulos saíssem pelo mundo contando a história de Sua 
vida e Seu poder redentor. 
 Assim, obedecendo à ordem (a “grande comissão”), partiram os 
discípulos por toda parte, em todas as direções, levando as BOAS 
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NOVAS, alcançando o mundo civilizado conhecido da época. 
Assim, com o lançamento da obra da redenção humana, 
encerra-se o Novo Testamento. 
 É importante entendermos que a Escatologia Bíblica é, também, 
parte do processo salvífico da humanidade, pois nela será 
revelado todo o poder de Deus ao homem, bem como parte da 
condenação que o homem sofrerá ainda em vida, devido ao sua 
rebelião contra Deus. É um tempo dedescortinamento da 
verdadeira identidade do Diabo para que os ímpios vejam quem 
eles seguiam. E a manifestação e instauração do reino de Cristo, 
dando aos homens mais uma oportunidade de conscientizar-se 
da perfeita e agradável vontade de Deus para todos. 
 
COMO A BÍBLIA FOI INSPIRADA? 
 
A própria Bíblia clama ser a Palavra de Deus. O termo inspiração é o 
termo teológico tirado da Bíblia que expressa a verdade que a Bíblia é a 
Palavra de Deus. 
 
Talvez a melhor definição de inspiração seja a de L. Gaussen: 
 
“ Aquele inexplicável poder que o Espírito divino estendeu antigamente aos autores das Sagradas Escrituras, para que fossem dirigidos mesmo no emprego das palavras que usaram, e para preservá-los de qualquer engano ou omissão”. 
 
Para entendermos a inspiração, devemos olhar para dois versículos 
clássicos das Escrituras, a seguir: 
 
“Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para 
redargüir, para corrigir, para instruir em justiça.” (2 Timóteo 3:16) 
 
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A palavra inspiração é theopneutos, que significa theo (Deus) e 
pneutos (assoprar). A palavra hebraica é nehemiah e é usada somente 
uma vez no Antigo Testamento (Jó 32:8). O versículo está dizendo que 
Deus assoprou nos escritores da Bíblia que escreveram assim as próprias 
Palavras de Deus. O adjetivo empregado nesta passagem significa 
“insuflado por Deus” (cf. Gênesis 2:7). 
 
A palavra Escritura vem do Grego graphe, que siginifica escrita, 
grafia, palavra. Deus assoprou palavras! Podemos dizer então que tudo o 
que foi escrito (as Escrituras) foi dado pelo sopro de Deus. Portanto, o que 
Deus soprou foram palavras (graphe). Cada palavra, cada letra é 
importante para Deus. 
 
É importante entendermos que a Bíblia é inspirada; e não os escritores. 
Se fosse o contrário, tudo aquilo que eles escrevessem, de uma forma 
geral, seria Bíblia... 
 
A próxima passagem é: 
 
“Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, 
mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo.” (2 
Pedro 1:21) 
 
Literalmente, o que o versículo está dizendo é que a inspiração é o 
processo pelo qual o Espírito Santo moveu (ou dirigiu) os escritores das 
Escrituras para que o que eles escrevessem não fossem palavras deles, 
mas a própria Palavra de Deus. Deus nos está dizendo que Ele é o Autor 
da Bíblia, e não o homem. 
 
Os escritores da Bíblia são chamados “homens impelidos (ou, 
carregados) pelo Espírito Santo” (2 Pedro 1:20-21 cf. Apocalipse 19:9; 22:6; 
2 Samuel 23:2). Eles foram “movidos, tomados, levados”. A palavra 
inspirados no versículo acima é a mesma palavra grega que foi usada em 
Atos 27:15 (“o barco foi ‘levado’”). 
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Inspiração é o poder estendido pelo Espírito Santo, mas não sabemos 
exatamente como esse poder operou. É limitado aos escritores das 
Escrituras Sagradas. Isto EXCLUI todos os outros livros chamados sacros por 
não serem inspirados; também nega autoridade final a todas as igrejas, 
concílios eclesiásticos, credos e clérigos. 
 
Finalmente, é muito importante saber! 
A inspiração não exclui a diversidade de expressão sobre o mesmo 
assunto (Mateus 16:16; Marcos 8:29; Lucas 9:20). Até os 10 mandamentos 
têm expressões diferentes, pois o Autor é Deus, e Ele pode Se exprimir de 
formas diferentes sobre o mesmo assunto! (Êxodo 20:8-11; Deuteronômio 
5:12-15). 
O mais próximo que conseguimos chegar da inspiração é chamando-
a de orientação. Isto é, o Espírito Santo supervisionou a seleção dos 
materiais a serem usados e das palavras a serem empregadas por escrito. 
Finalmente, Ele preservou os autores de todos os erros e omissões. Temos 
na Bíblia, portanto, a Palavra de Deus verbalmente inspirada. 
 
 
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D 
iferentemente da pergunta “Deus Existe?”, bem poucas 
pessoas perguntam se Jesus Cristo existiu ou não. A grande 
maioria, incluindo até mesmos boa parte dos ateus, aceita que 
Jesus foi um homem que andou na terra, em Israel, há quase 
2000 anos. 
 
O debate começa quando se analisa o assunto da completa 
identidade de Jesus. Quase todas as grandes religiões ensinam que Jesus 
foi um profeta, um bom mestre ou um homem piedoso. O problema é que 
a Bíblia nos diz que Jesus foi infinitamente mais do que um profeta, bom 
mestre ou homem piedoso. 
 
C. S. Lewis, em seu livro Mero Cristianismo, escreve o seguinte: 
 
 
QUEM É JESUS? 
CAPÍTULO 
02 
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“ Tento aqui impedir que alguém diga a grande tolice que sempre dizem sobre Ele [Jesus Cristo]: ‘Estou pronto a aceitar Jesus como um grande mestre em moral, mas não aceito sua afirmação em ser Deus.’ Isto é exatamente a única coisa que 
não devemos dizer. Um homem que foi simplesmente homem, dizendo o 
tipo de coisa que Jesus disse, não seria um grande mestre em moral. 
Poderia ser um lunático, no mesmo nível de um que afirma ser um ovo 
pochê, ou mais, poderia ser o próprio Demônio dos Infernos. Você decide. 
Ou este homem foi, e é, o Filho de Deus, ou é então um louco, ou coisa 
pior... Você pode achar que ele é tolo, pode cuspir nele ou matá-lo como 
um demônio; ou você pode cair a seus pés e chamá-lo Senhor e Deus. 
Mas não vamos vir com aquela bobagem de que ele foi um grande 
mestre aqui na terra. Ele não nos deixou esta opção em aberto. Ele não 
teve esta intenção.” 
 
ENTÃO, QUEM É JESUS, SEGUNDO A BÍBLIA? 
 
Primeiramente, vamos examinar as palavras de Jesus em João 10:30: 
 
“Eu e o Pai somos um.” 
 
Em um primeiro momento, pode não parecer uma afirmação em ser 
Deus. Entretanto, veja a reação dos judeus perante Sua afirmação: “Os 
judeus responderam, dizendo-lhe: Não te apedrejamos por alguma obra 
boa, mas pela blasfêmia; porque, sendo tu homem, te fazes Deus a ti 
mesmo” (João 10:33). Os judeus compreenderam o que Jesus havia dito 
como uma afirmação em ser Deus. 
 
Nos versículos seguintes, Jesus jamais corrige os judeus dizendo: “Não 
afirmei ser Deus”. Isto indica que Jesus realmente estava dizendo que era 
Deus ao declarar: "Eu e o Pai somos um” (João 10:30). 
 
Outro exemplo é João 8:58, onde Jesus declarou: 
 
“Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que 
Abraão existisse, eu sou.” 
 
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Mais uma vez, em resposta, os judeus tomaram pedras para atirar em 
Jesus (João 8:59). Ao anunciar Sua identidade como “Eu sou”, Jesus fez 
uma aplicação direta do nome de Deus no Antigo Testamento (Êxodo 
3:14). Por que os judeus, mais uma vez, se levantariam para apedrejar 
Jesus se Ele não tivesse dito algo que creram ser uma blasfêmia, ou seja, 
uma auto-afirmação em ser Deus? 
 
João 1:1 diz que “o Verbo era Deus”. 
João 1:14 diz que “o Verbo se fez carne”. 
 
Isto mostra claramente que Jesus é Deus em carne. 
Tomé, o discípulo, declarou a Jesus: “Senhor meu, e Deus meu!” (João 
20:28). Jesus não o corrige. 
 
O Apóstolo Paulo O descreve como: “...grande Deus e nosso Senhor 
Jesus Cristo” (Tito 2:13). 
 
O Apóstolo Pedro diz o mesmo: “...nosso Deus e Salvador Jesus 
Cristo” (II Pedro 1:1). 
 
Deus o Pai também é testemunha da completa identidade de Jesus: 
“Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos; 
Cetro de eqüidade é o cetro do teu reino” (Hebreus 1:8). 
 
No Antigo Testamento, as profecias a respeito deCristo anunciam sua 
divindade: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o 
principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: 
Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da 
Paz” (Isaías 9:6). 
 
Então, como argumentou C.S. Lewis, crer que Jesus foi um bom mestre 
não é opção. Jesus claramente e inegavelmente se auto-afirma Deus. Se 
Ele não é Deus, então mente; conseqüentemente não pode ser profeta, 
bom mestre ou homem piedoso. 
 
Quem somos nós para mergulharmos em discussões com a Palavra de 
Deus no tocante ao que Jesus disse ou não disse? Como pode um 
“estudioso” que está 2000 anos afastado de Jesus ter a percepção do que 
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Jesus disse ou não, melhor do que aqueles que com o próprio Jesus 
viveram, serviram e aprenderam (João 14:26)? 
 
Por que se faz tão importante a questão sobre a identidade 
verdadeira de Jesus? Por que importa se Jesus é ou não Deus? 
 
O motivo mais importante para que Jesus seja Deus é que se Ele não é 
Deus, Sua morte não teria sido suficiente para pagar a pena pelos 
pecados do mundo inteiro (I João 2:2). Somente Deus poderia pagar 
tamanho preço (Romanos 5:8; II Coríntios 5:21). 
 
Jesus tinha que ser homem para que pudesse morrer. A Salvação está 
disponível somente através da fé em Jesus Cristo! Mas, a natureza divina 
de Jesus é o motivo pelo qual Ele é o único caminho para salvação. A 
divindade de Jesus é o porquê de ter proclamado: “Eu sou o caminho, e a 
verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6). 
 
JESUS ERA O CRISTO? QUAIS OS REQUISITOS? 
 
O primeiro requisito para Jesus de Nazaré ser cristificado foi o fato de 
ele não ser um homem do tipo que toda a raça humana é. Ele foi o único 
homem 100% humano, enquanto o restante dos seres humanos são 
apenas semi-humanos. Por isso mesmo, enquanto Se manifestou em carne 
aos homens, Ele preferia Se auto-intitular O Filho do Homem. Nosso Senhor 
não se denominou como filho de homem, mas sim Filho do homem, o que 
significa ser ele filho de uma geração 100% hominal. Ele foi gerado de 
modo diferente do restante da humanidade. 
 
O título Filho do Homem aplicado à pessoa de Cristo, lembra sua 
humanidade (João 1.14). 
 
Esta expressão ocorre 79 vezes nos Evangelhos e 22 vezes no 
Apocalipse. Em Ezequiel, a frase é empregada por Deus 91 vezes. 
 
Segundo o Dr. Allmen, no Vocabulário Bíblico citado por Tasker a 
expressão Filho do Homem (Jo 3.13) havia se tornado uma figura 
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messiânica mais corrente. Esse é o motivo porque um exame dos textos 
evangélicos nos leva a compreender que ao designar-se Filho do Homem 
o Senhor Jesus escolheu esse título, pois não o comprometia com o 
nacionalismo judaico e pelas esperanças bélicas. 
 
Tasker, Professor Emérito de Exegese do Novo Testamento na 
Universidade de Londres, em sua obra Mateus - Introdução e Comentário, 
defende a idéia de que Cristo apartou para si o título Filho do Homem, 
porque o termo expressava melhor do que qualquer outro vocábulo os 
dois lados da sua natureza. Por um lado, chamava a atenção para as 
limitações e sofrimentos a que ele estava por necessidade sujeito durante 
a sua existência terrena; por outro lado, também sugeria a sua 
transcendência, que se veria em toda a sua glória quando os homens 
vissem o Filho do Homem vindo para juízo nas nuvens do céu e 
reivindicando os seus direitos de propriedade sobre todos os reinos de 
acordo com o vaticínio do profeta Daniel (Daniel 7.13,14). 
 
 
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DEUS CRIOU O MAL? 
 
CAPÍTULO 
03 
C 
omo pode existir o mal, se Deus é onipotente e totalmente 
bom? 
 
Esta pergunta, juntamente com a questão a respeito da 
origem do mal, é o fantasma que assombra todas as tentativas de se 
compreender o pecado. Mas, antes de continuarmos, façamos uma 
distinção entre algumas formas do mal. 
 
 O Mal Moral (ou, Pecado) é a iniqüidade cometida por criaturas 
dotadas de vontade. 
 O Mal Natural é a desordem e decadência do Universo 
(calamidades naturais, algumas doenças etc.). Está ligado à 
maldição que Deus pronunciou contra a terra (Gênesis 3.17,18). 
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 O Mal Metafísico é aquele involuntário, resultante da finitude das 
criaturas (insuficiência mental e física, etc.). 
A Bíblia afirma a perfeição moral de Deus (Salmos 100.5) e o seu poder 
(Mateus 19.26). Foi Ele só quem criou (Gênesis 1.1,2) e tudo quanto Ele 
criou era bom (Gênesis 1). 
 
Ele não criou o mal, a que odeia (Salmos 7.11). Ele não tenta, nem é 
tentado (Tiago 1.13). Apesar disso, dois textos bíblicos que parecem 
contradizer esse fato devem ser considerados. 
 
Isaías 45.7 diz que Deus cria o mal. Mas a palavra hebraica ra' (mal) 
também possui um sentido que nada tem que ver com a moralidade 
(Gênesis 47.9) ou apresenta-se como antônimo de paz (Amós 6.3). Pode 
significar também desventura, calamidade, desgraça, palavras que neste 
contexto são boas traduções. 
 
Resumindo! 
Deus traz o julgamento moral, mas não o mal imoral. 
 
O fato de Deus endurecer ou cegar as pessoas também levanta 
dúvidas, e pode dar argumentos em favor de Deus ter criado o mal, afinal, 
ele também está criando condições para este mal sobressair. 
 
Porém, em todos os contextos quando a Bíblia afirma que Deus 
endureceu pessoas, tratar-se de uma entrega passiva em que Deus 
simplesmente deixa as pessoas viverem conforme desejam (Romanos 1.18
-28) ou uma imposição ativa de endurecimento a pessoas que já 
assumiram um compromisso irrevogável com o mal (Êxodo 1.8-15,21; 2 
Tessalonicenses 2.9,12). 
 
Observe o exemplo de Faraó (Êx 1.8-15,21). Ele não foi criado com o 
propósito de ser endurecido (o que pode sugerir uma leitura superficial de 
Romanos 9.17: “... te levantei”). 
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O verbo hebraico 'amad e seu equivalente na Septuaginta (LXX), 
diatereõ (Êxodo 9.16), referem-se a posição ou categoria (e não à 
criação), fato este que está dentro do alcance semântico de exegeirõ 
(Romanos 9.17). 
 
Faraó já mereceu o castigo divino quando rejeitou a petição de 
Moisés pela primeira vez (Êxodo 5.2). Deus, porém, o preservou, para ser 
glorificado através do rei egípcio. Inicialmente, Deus apenas predisse o 
endurecimento do coração de Faraó (Êxodo 4.21, hebraico 'achazzeq, 
“tornarei forte”; Êxodo 7-3; hebraico 'aqsheh, “tornarei pesado”, ou seja, 
difícil de ser movido). 
 
Esse sistema está explícito em outros casos ou é compatível com eles 
e com a santa justiça de Deus (Romanos 1.18). Por isso Deus pode acelerar 
a pecaminosidade deliberada, visando seus próprios propósitos (Salmos 
105.25), mas os pecadores continuam arcando com a responsabilidade 
(Romanos 1.20). 
 
Deus não criou o mal, porém realmente criou tudo que existe. Assim, o 
mal não pode ter uma existência independente. O mal é a ausência ou a 
perversão do bem. Este fato pode ser ilustrado pelo sal de cozinha, que é 
um composto (ou mistura compacta) de duas matérias químicas: o sódio 
e o cloreto. Estes dois elementos, em separado, são altamente mortíferos. 
O sódio irrompe em chamas ao entrar em contato com a água, e o cloro 
é um veneno fatal. Assim como a alteração na composição do sal, a 
criação perfeita de Deus é mortífera quando o pecado lhe estraga o 
equilíbrio. 
 
Das quedasde Satanás e de Adão surge todo o mal. Por isso, o mal 
natural provém do mal moral. Todas as doenças provêm, em última 
análise, do mal, mas nem sempre de algum pecado do enfermo (João 9.1
-3). 
 
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Por Deus ter a capacidade de impedir o mal (isolando a árvore do 
fruto do conhecimento do bem e do mal, por exemplo) e não o ter feito, 
e, por saber o que aconteceria, parece que Ele permitiu que o mal 
surgisse (o que é muito diferente de causá-lo). 
 
E essa permissão implica no surgimento de um bem maior. Eis algumas 
sugestões: 
 
 Que a humanidade amadureceria através do sofrimento 
(Hebreus 5.7-9); 
 Que as pessoas poderiam amar a Deus livre e sinceramente, uma 
vez que tamanho amor só pode existir onde houver a 
possibilidade do ódio e do pecado; 
 Que as maneiras como Deus se expressa seriam impossíveis de 
outra forma (tais como seu ódio ao mal, Romanos 9.22; e seu 
amor gracioso aos pecadores, Efésios 2.7). Todos esses pontos de 
vista têm sua validade. 
 
QUAL É A ESSÊNCIA DO PECADO? 
 
Descrever o pecado é uma tarefa difícil. Talvez a dificuldade 
provenha da sua natureza parasitária, posto que não tem existência em 
separado, mas é condicionado por aquilo a que se agarra. Mesmo assim, 
delineia-se nas Escrituras uma imagem da existência derivada do pecado. 
 
Há muitas sugestões a respeito da essência do pecado: a 
incredulidade, o orgulho, o egoísmo, a rebelião, a corrupção moral, a luta 
entre a carne e o espírito, a idolatria e combinações entre todos esses 
itens. 
 
Embora todas essas idéias sejam informativas, nenhuma delas 
caracteriza a totalidade dos pecados nem explica adequadamente o 
pecado como natureza. 
 
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De modo mais significativo, todas estas idéias definem o pecado em 
termos de pecadores, que são muitos, variados e imperfeitos. O melhor 
conceito é o que define o pecado como algo cometido contra Deus. 
Somente Ele é uno, consistente e absoluto, e a qualidade perversa e 
iníqua do pecado é revelada contra o pano de fundo de sua santidade. 
 
Talvez a melhor definição do pecado seja a encontrada em 1 João 
3.4: “O pecado é iniqüidade”. 
 
Seja o que mais o pecado for, ele é, no seu âmago, uma violação da 
lei de Deus. E, já que toda a injustiça é pecado” (1Jo 5.17), então qualquer 
forma de injustiça quebra a lei de Deus. 
 
Além disso, a transgressão provoca a separação entre a pessoa e o 
Deus. Logo, essa definição do pecado é bíblica. 
 
A verdadeira natureza do pecado só pode ser observada quando em 
contraste com Deus, e não pela comparação dos seus efeitos entre os 
seres humanos. 
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QUAL A CAUSA 
DA NOSSA SALVAÇÃO? 
 
CAPÍTULO 
04 
A 
 salvação começa com Deus, e isso, “antes da fundação do 
mundo” (Efésios 1:3,4; Apocalipse 13:8). Deus é o Alfa e o 
Ômega, o princípio e o fim. Deus é a primeira causa de tudo. 
Por quê? “Ó Pai, porque assim te aprouve.” (Lucas 10:21). 
 
Entendendo a situação deplorável do homem (Romanos 3:10-18) 
podemos entender que a fé em Cristo é “obra de Deus” (João 6:29). É 
necessário lembrar-nos que o assunto deste estudo é a salvação e não a 
condenação. 
 
Os condenados pela justiça santa de Deus só podem culpar a sua 
própria cegueira espiritual e amor pelo pecado. Nunca podem 
responsabilizar a Deus pela condenação (Eclesiastes 7:29). 
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Os salvos, de outra maneira, somente têm Deus para louvar pela 
salvação (2 Tessalonicenses 2:13). 
 
DEUS NOS SALVA PELA SUA VONTADE 
 
A vontade de Deus é a expressão do prazer de Deus. A vontade de 
Deus não pode ser diferente da Sua natureza, portanto, ela é soberana, 
santa, poderosa e imutável. 
 
É a Sua vontade que motiva as Suas ações. Efésios 1:11 declara que 
Deus “faz todas as coisas, segundo o conselho da sua vontade”. Tudo o 
que é envolvido no assunto da salvação é “segundo a Sua 
vontade” (Tiago 1:18). 
 
É lógico que a vontade de Deus é uma causa da salvação, pois a 
vontade de Deus é uma parte essencial da sua natureza expressando-a e 
sendo tudo que Deus é. 
 
Muito além de a Sua vontade ser um tormento, é confortadora. Deus 
fazendo as Suas obras conforme o bom prazer da Sua vontade, conforta o 
santo na sua tribulação. O servo Jó confiou na vontade de Deus na sua 
tristeza e foi confortado (Jó 23:13). 
 
A mesma vontade que nos salva é aquela que garanta-nos o 
aperfeiçoamento da salvação até o memento que estamos na presença 
do Salvador no céu (João 6:39,40). Tal conhecimento da vontade de Deus 
traz paz ao salvo. 
 
Mesmo que incluamos a vontade de Deus como parte da causa da 
salvação devemos frisar que a vontade de Deus não é a própria 
condenação ou a salvação; mas uma parte íntegra de ambas. 
 
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DEUS NOS SALVA PORQUE É SOBERANO 
 
Quando falamos da soberania de Deus entendemos a qualidade de 
Deus desejar e fazer o que lhe apraz. É o exercício da Sua supremacia ou 
a expressão da sua santa independência. 
 
A soberania de Deus deve ser considerada como parte da causa da 
salvação juntamente com a sua vontade. É o Seu poder soberano que 
determina que a Sua vontade seja realizada (Isaías 46:10,11, “O meu 
conselho será firme, e farei toda a minha vontade”). 
 
Deus é soberano na salvação pois Ele não é obrigado a salvar 
qualquer das suas criaturas rebeldes. A Sua soberania na salvação é 
entendida pelo texto de Romanos 9:18, que diz: “Logo, pois, compadece-
se de quem quer, e endurece a quem quer.” 
 
Deus, pelo soberania, faz o Teu povo chegar a Si (Salmos 65:4) e isso, 
voluntariamente (Salmos 110:3). 
 
“ Deus não é somente soberano, mas também é amor. Soberania isolada pode ser fria e dura. Amor isolado pode ser fraco. Deus não é frio e duro nem fraco. Ele é tanto Todo-Poderoso quanto cheio de amor. A soberania de Deus assegura que tudo que aconteça a 
nós é para Sua glória e o amor de Deus assegura que tudo que aconteça 
a nós é para o nosso bem.” (Maggie Chandler, Leaves, Worms, Butterflies 
and TULIPS). 
 
A soberania de Deus, em relação a causa da salvação, é um assunto 
que vai além do entendimento do homem. A soberania de Deus pode ser 
considerada uma parte daquele que é encoberto e que pertence 
somente ao SENHOR. Porem, aquela parte da soberania de Deus que é 
revelada pela Palavra de Deus, é para nós e deve ser abordada 
(Deuteronômio 29:29). 
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CAPÍTULO 
05 
COMO ENTENDER 
A ESCATOLOGIA? 
A 
 maioria das diferentes escolas de interpretação pode ser 
entendida na forma em que seu método explica o tempo. 
 
 
 Os Preteristas afirmam que a maior parte do Apocalipse tem sua 
principal referência no passado. 
 Os Futuristas declaram que a maior parte do livro ainda deverá 
ter cumprimento futuro. 
 Os Historicistas estão seguros de que o livro foi cumprido 
parcialmente no passado, está ainda tendo cumprimento no 
presente, e somente se cumprirá plenamente no futuro. 
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 A Escola Idealista rejeita todas essas três escolas. O idealista diz 
que essas três escolas são por demais específicasao interpretar 
os símbolos proféticos. O idealista busca um método de 
interpretação mais espiritual, filosófico ou poético. 
 
ESCOLA IDEALISTA 
 
A Escola Idealista de interpretação julga que o livro de Apocalipse é 
um desdobrar de princípios em figuras. O propósito do livro de Apocalipse 
não é falar de eventos específicos a virem. É somente para ensinar 
verdades espirituais que podem ser aplicadas a todas as situações (ou 
serem delas derivadas). 
 
Contudo, é difícil ver um propósito no livro de Apocalipse se for 
somente um retrato detalhado de princípios encontrados noutras partes. 
Se tais princípios já foram ensinados claramente alhures, por que agora se 
apresentam em forma tão misteriosa? 
 
Erdman indaga: 
 
“ os princípios não se tornam até mais impressionantes quando incorporados em eventos que o autor viu, e em eventos ainda mais momentosos que nas visões proféticas ele contemplou no horizonte de uma era mais luminosa que deveria ainda 
raiar?” (Charles R. Erdman, Revelation). 
 
ESCOLA PRETERISTA 
 
O Preterismo é a metodologia mais popular para o exame do 
Apocalipse entre os eruditos críticos. Essa escola é também conhecida 
como a contemporânea-histórica. 
 
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Os adeptos desta escola entendem que as principais profecias do 
livro do Apocalipse cumpriram-se na destruição de Jerusalém (em 70 AD) 
e na queda do Império Romano. 
 
A força do Preterismo é que se baseia em considerável montante de 
verdade. O livro de Apocalipse de João deve ter feito sentido para os seus 
primeiros leitores, seus contemporâneos. Que pastor escreveria uma carta 
para o seu rebanho que não tivesse imediato significado para essas 
ovelhas? 
 
A ESCOLA FUTURISTA 
 
O Futurismo situa-se no outro extremo da interpretação, com relação 
ao Preterismo. 
 
O Futurismo acredita que o livro de Apocalipse, com a possível 
exceção dos três primeiros capítulos, aplica-se totalmente ao futuro. O 
Futurismo aponta à tribulação final da igreja e é, portanto especialmente 
dirigido aos crentes nos primeiros últimos anos da história, mas não 
podemos negar o valor presente das promessas e princípios achados na 
profecia, para os primeiros cristãos. 
 
Diz Todd sobre o Apocalipse: 
 
“ Não devemos, destarte, procurar o cumprimento de suas predições nem nas primeiras perseguições e heresias da igreja nem na longa série de séculos desde a primeira pregação do Evangelho até agora, mas nos eventos que devem imediatamente 
preceder, acompanhar e seguir-se ao Segundo Advento de nosso Senhor 
e Salvador.” (J. H. Todd, Six Discourses on the Apocalypse). 
 
Os Futuristas tendem a ser Literalistas. Seguem a regra de que "todas 
as declarações proféticas devem ser interpretadas literalmente a menos 
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que a evidência contextual, ou o bom senso, tornem esse procedimento 
impossível". A maioria dos expositores (outros que não são futuristas) dizem 
que essa regra devia ser revertida ao interpretar o Apocalipse. 
 
A ESCOLA HISTÓRICA 
 
O Historicismo é o método de interpretação da profecia que declara 
que o livro do Apocalipse é um histórico profético da igreja e do mundo, 
desde o tempo de João até o segundo advento de Cristo. As predições 
dadas no livro do Apocalipse não são somente movimentos gerais na 
história, declara o Historicismo. Mesmo eventos específicos são preditos. 
Isso inclui a identificação de datas reais do calendário. 
 
Hoje, somente um pequeno número de eruditos protestantes são 
conhecidos como historicistas. 
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CAPÍTULO 
06 
COMO INTERPRETAR 
A BÍBLIA? 
A 
 Bíblia é um livro Espiritual que deve ser interpretado através da 
iluminação do Espírito Santo. 
 
Mas, ao mesmo tempo a Bíblia é um livro, e a única correta 
interpretação é aquela que concorda com sua gramática, ou seja, com o 
que está escrito. 
 
Por esta razão é importante que nós estejamos familiarizados com as 
regras ou princípios da interpretação. A ciência da Hermenêutica é o 
estudo desses princípios. 
 
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Hermenêutica é um assunto sério. A nossa interpretação da Bíblia irá 
determinar nossas crenças e essas crenças determinarão como pensamos 
e agimos. 
 
A BÍBLIA É A AUTORIDADE ABSOLUTE 
 
É impossível interpretar a Bíblia corretamente sem a convicção de que 
toda a Bíblia é a Palavra de Deus. Nós não temos o direito de rejeitar 
certas partes da Bíblia porque elas se opõem às nossas tradições, opiniões, 
ou estilos de vida. 
 
O ESPÍRITO SANTO É O MELHOR PROFESSOR DA BÍBLIA 
 
O Senhor Jesus disse que enviaria o Espírito Santo para guiar a Igreja 
em toda a verdade (João 14:26; 16:13) e sem Sua iluminação é impossível 
entender a Bíblia (I Coríntios 2:14). Isso não significa que em “nome do 
Espírito Santo” temos o direito de desviar do que está escrito na Palavra ou 
acrescentar algo a ela. Nossos sentimentos e emoções têm pouco valor 
na formulação de uma fé bíblica. 
 
Apenas o que está escrito na Bíblia pode ser afirmado como doutrina. 
 
Também, devemos observar que a afirmação é que o Espírito Santo é 
o MELHOR e não o ÚNICO professor da Bíblia, afinal, existem muitos 
corações que não ouvem a voz do Espírito Santo, apenas de homens que 
possam estar (ou não) orientados pelo Espírito Santo. 
 
É notório, claro, que muitos cristãos, teólogos e estudiosos da Bíblia, se 
propuseram (e ainda se propõem) a compreender a Bíblia com 
profundidade, e dos tais o Espírito Santo, não tira o mérito de, também, 
ensinar; afinal, para essa tarefa foi distribuído (no âmbito da igreja - e para 
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seu próprio crescimento, amadurecimento e fortalecimento) o dom de 
Mestre. 
A PRÓPRIA BÍBLIA É O SEU MELHOR COMENTÁRIO 
 
Quando nós não podemos entender a interpretação de uma parte 
da Bíblia ou queremos alargar nossa compreensão dela, nós devemos 
buscar explicações em outras referências Bíblicas. 
 
Não queremos, com esta afirmação, colocar em descrédito ou 
desvantagem os excelentes Comentários Bíblicos que temos à nossa 
disposição; mas, queremos afirmar que, à medida que o cristão coloca 
qualquer Comentário Bíblico acima da própria Bíblia, ou coloca-o como 
“moleta”, substituindo quase completamente o manuseio da Bíblia 
Sagrada na compreensão da sua mensagem, isso é bastante prejudicial à 
perfeição da sua vida cristã. 
 
A BÍBLIA NÃO SE CONTRADIZ 
 
Portanto, sempre deve haver harmonia em nossas interpretações de 
textos diferentes. Se nossa interpretação de um texto contradiz a 
interpretação de outro, então estamos errados. 
 
Para evitar a grande maioria das contradições “criadas” pelo 
estudante da Bíblia, vale a máxima de que a interpretação simples é 
normalmente a melhor. A Bíblia não foi escrita para teólogos ou místicos, 
mas para o homem comum. Apesar de haver alegorias, metáforas e 
símbolos na Bíblia, devemos buscar a mais simples interpretação. 
 
TEXTOS MAIS DIFÍCEIS DEVEM SER INTERPRETADOS À LUZ 
DOS TEXTOS MAIS FÁCEIS 
 
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Aqueles textos que a interpretação não é muito clara devem ser 
interpretados à luz dos textos que podem ser entendidos mais claramente. 
O consenso geral entre teólogos é quesempre haverão textos mais 
simples que lançam luz sobre textos mais complexos. A nossa tarefa é 
buscá-los com diligência, pois este processo da busca por si só é benéfica 
ao estudante da Palavra de Deus. 
 
A GRAMÁTICA DETERMINA A INTERPRETAÇÃO 
 
O texto ou verso que estamos estudando tem somente uma 
interpretação correta e é aquela na qual está de acordo com a 
gramática (o que está escrito). Mesmo se o texto tem várias aplicações, 
ele tem apenas uma interpretação correta e é aquela que está de acordo 
com o que está escrito. 
 
Santo Agostinho já dizia que a Bíblia diz exatamente o que ela quer 
dizer; ou seja, não é prudente acrescentar sentidos ao texto, mesmo 
quando estes sentidos forem aparentemente interessantes. 
 
A interpretação não deve ir além da revelação das Escrituras. O que 
a Bíblia não explica nós devemos aceitar como um mistério. Se formos 
além “do que está escrito” corremos perigo de formar falsa doutrina. 
 
O CONTEXTO É IMPORTANTE 
 
A Bíblia é como um quebra-cabeça no qual é impossível interpretar 
somente uma peça sem um entendimento geral de todas as outras. Cada 
palavra deve ser interpretada no contexto da frase, cada frase no 
contexto do parágrafo, cada parágrafo no contexto do livro e cada livro 
no contexto da Bíblia inteira. 
 
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Outro fator importante é que Deus escolheu palavras para nos 
comunicar Sua palavra. Portanto é importante determinar o significado 
real (gramatical, sintático) de cada palavra. 
O AT DEVE SER INTERPRETADO À LUZ DO NT 
 
Para o Cristão, o Novo Testamento determina a aplicação do Antigo 
Testamento em sua vida. Um bom exemplo é a doutrina do Espírito Santo. 
No Antigo Testamento, Ele poderia ser retirado dos crentes (Salmos 51:11), 
mas no Novo, ele permanece eternamente com ele (João 14:16-17). 
 
O OBJETIVO DA INTERPRETAÇÃO É A EXEGESE 
 
A palavra Exegese vem do verbo grego exegeisthai (ex, fora; 
hegeisthai, conduzir ou guiar). 
 
Quando interpretamos as Escrituras devemos extrair o verdadeiro 
sentido do texto e a todo custo devemos evitar ler textos a qual eu acho 
que ele pode significar. 
 
Devemos evitar interpretar a Bíblia de acordo com nossas próprias 
presunções ou ideias preconcebidas. Nossas presunções são como óculos 
coloridos que destorcem nossa visão das Escrituras. Devemos nos esforçar 
para retirar nossos óculos e ver o texto como ele é. Esse é o maior trabalho 
do estudante da Bíblia. 
 
Além do mais, nossa interpretação pessoal deve ser comparada com 
a da Igreja. Nos últimos 2000 anos, teólogos dedicados, pastores e outros 
Cristãos estudaram as Escrituras. Devemos comparar nossas descobertas 
com a deles. Se nossa interpretação não é encontrada entre os 
dedicados Cristãos da história, possivelmente estamos errados. Não 
deveria haver “novas descobertas” na doutrina Cristã. Judas refere à fé 
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Cristã com aquele que foi “de uma vez por todas” entregue aos santos 
(Judas 1:3). 
 
Porém, devemos ter cuidado para não internalizar a máxima de que 
a tradição possui autoridade igual ou superior ao das Escrituras. 
A Declaração de Cambridge já nos alerta sobre esta atitude: 
 
“ Reafirmamos a Escritura inerrante como fonte única de revelação divina escrita, única para constranger a consciência. A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado, e é o padrão pelo qual todo comportamento cristão 
deve ser avaliado. Negamos que qualquer credo, concílio ou indivíduo 
possa constranger a consciência de um crente, que o Espírito Santo fale 
independentemente de, ou contrariando, o que está exposto na Bíblia, ou 
que a experiência pessoal possa ser veículo de revelação.” 
 
É verdade que Deus deu à Igreja mestres fiéis as Escrituras e que 
devemos nos atentar aos seus ensinos. Contudo, em último quesito, todo 
ensino deve ser fundamentado sobre as Escrituras e não sobre a 
autoridade de qualquer pessoa. E da mesma forma, somente as Escrituras 
devem ser usadas para convencer o crente das doutrinas bíblicas e não 
“fulano disse”. 
 
 
 
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A ESCOLHA DE TODOS 
OS CRISTÃOS 
 
CAPÍTULO 
07 
“ O fim de toda aprendizagem é conhecer Deus, e, mediante esse conhecimento, amá-lo e ser como Ele é!” (John Milton, Teólogo Inglês). 
"A sabedoria é a coisa principal; adquire pois a sabedoria, emprega 
tudo o que possuis na aquisição de entendimento." (Salomão, Provérbios 
4:7). 
 
"A aprendizagem e o desenvolvimento se influenciam 
reciprocamente. Quanto mais aprendizado, mais 
desenvolvimento." (Vigotsky, Filósofo e Pedagogo). 
 
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"Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem 
de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da 
verdade." (Apóstolo Paulo, 2 Timóteo 2:15). 
 
O fim último da vida humana, especialmente do cristão, é aprender e 
conhecer melhor sobre si mesmo (especialmente, sua condição) e sobre o 
seu Criador (especialmente, Deus e sua obra na criação). 
 
Para isso, a Bíblia nos proporciona o mais completo, profundo, 
metódico, claro e maravilhoso relato do próprio Deus, acerca da sua 
criação e de como pode restaurá-la à sua comunhão. 
 
Porém, muitas vezes, o entendimento destas verdades não é algo 
simples de se obter, haja visto, o próprio sábio Salomão, explicitar ser 
necessário investir “tudo”, para que esse entendimento e sabedoria possa 
ser adquirido; alcançado. 
 
Embora tenhamos ao nosso dispor homens (digo, pastores e mestres) 
que nos colocam à par das verdades revelas de Deus ao homem; e mais: 
nos explicam e aplicam a mensagem da Palavra de Deus, de modo a 
vivermos uma vida digna... 
 
... o próprio Deus (através da Bíblia) nos constrange a buscarmos, por 
nós, mesmos o entendimento que Ele coloca à nossa disposição; ou seja, 
tudo o que o homem está habilitado e capacitado para estudar, 
interpretar e entender sobre Deus, Ele mesmo nos disponibilizou nas 
páginas da Bíblia. 
 
Outro fator importante neste conhecimento sobre Deus, é o que Paulo 
diz em Romanos 1:18-20: 
 
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“ Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça. Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde 
a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se 
entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para 
que eles fiquem inescusáveis." 
 
Mas, como identificar essas verdades biológicas, sociais, naturais, 
cosmológicas e metafísicas, explícitas e implícitas, sobre Deus, sem 
qualquer orientação acerca dos fundamentos e métodos para 
chegarmos às conclusões delineadas por Ele mesmo? 
 
E mesmo que cheguemos à algumas destas verdades por esforço 
próprio, como teremos firmeza em expressá-las como sendo a verdade 
sobre Deus - sem um padrão para compará-las e validá-las? 
 
Por tudo isso, o grandioso desejo de Deus é que o conheçamos, para 
que possamos compreendê-lo com muito mais perfeição e profundidade. 
 
Veja o que diz o Apóstolo Paulo aos Efésios 1:17-18. 
 
“Para que o Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê em 
seu conhecimento o espírito de sabedoria e de revelação; tendo 
iluminados os olhos do vosso entendimento,para que saibais qual seja a 
esperança da sua vocação, e quais as riquezas da glória da sua herança 
nos santos; e qual a sobreexcelente grandeza do seu poder sobre nós, os 
que cremos, segundo a operação da força do seu poder.” 
 
É por esta razão principal, que colocamos à sua disposição, o mais 
completo pacote de cursos Teológicos, que tem como objetivo levar você 
a conhecer a Palavra de Deus com muito mais profundidade, 
mergulhando nas grandiosas revelações divinas. 
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O estudo teológico nada mais é do que a sua disposição, como 
cristão, de buscar compreender a Palavra de Deus de modo claro, 
objetivo e sistemático; proporcionando a você crescimento espiritual e 
capacidade de instruir outros nas mesmas verdades. 
 
Veja que foi exatamente isso que Paulo instruiu Timóteo a fazer: 
 
 Aprender e meditar nas Sagradas Letras, ou seja, extrair o 
entendimento completo disponível na Palavra de Deus, de modo 
a estar irrepreensível e frutífero na obra (1 Timóteo 4:11-16); 
 Ensinar outras pessoas na igreja, para que esse entendimento 
esteja disponível a todos; cada um contribuindo com a expansão 
destas verdades divinas (2 Timóteo 2:2). 
 
Mas, para isso, precisa haver um preparo, de tal forma que você seja 
irrepreensível na fala, no trato e no ensino. 
 
A sua autoridade bíblica é condicionada pelo seu conhecimento 
bíblico. 
 
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líder ou professor na Escola Dominical. Você não precisa ter 
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privados, quando os mesmos permitirem “cursos livres” como 
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