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PÓS-MODERNISMO
FORMALISTA E CONTEXTUALISTA
SIMONE M. MENDES
Me. em Arquitetura e Urbanismo e Design Team Disney Building em Orlando, Flórida, 
por Arata Isozaki & Associates (1991)
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PÓS-MODERNISMO
CORRENTES AGRUPADAS DE ACORDO COM A POSTURA EM RELAÇÃO AO MODERNISMO
PÓS-MODERNISMO
ULTRA-MODERNISMO 
OU TARDO-
MODERNISMO
NEOMODERNISMO
• TENDENCIAS QUE NEGAM A ARQUITETURA MODERNA
• HISTORICISTA (RESGATE ATRAVÉS DO ORNAMENTO SIMBÓLICO)
• FORMALISTAS OU CONTEXTUALISTAS
• PROJETA-SE PARA O FUTURO
• CONTINUIDADE DO PENSAMENTO MODERNO
• ADAPTAÇÃO ÀS NOVAS PERSPECTIVAS
• MANTENDO RELAÇÃO COM A TECNOLOGIA, FUNCIONALIDADE E UNIVERSALISMO
• TECNICISTAS E BRUTALISTAS
• DISCUTE A NOVA MODERNIDADE, RETOMANDO RELAÇÃO COM O PRESENTE
• INCORPORA QUESTÕES COMO IDENTIDADE CULTURAL, PRESENÇA HISTÓRICA, 
REFLEXÃO ECOLÓGICA E TECNOLOGIA AVANÇADA
• MINIMALISTAS DESCONSTRUTIVISTAS
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• CORRENTES FORMALISTA E CONTEXTUALISTA: EXPERIÊNCIAS QUE MANTÉM DIFERENÇAS ENTRE SI
• REVITALIZAÇÃO DA ARQUITETURA COMO ARTE, ASSUMINDO A POSIÇÃO DE REABILITAR A HISTÓRIA
• CONTEÚDO HISTÓRICO DA ARQUITETURA COMO FORMA DE COMUNICAÇÃO – SUPERFÍCIES VERTICAIS E 
ORNAMENTAÇÃO SIMBOLICA
• OBRAS PROVOCATIVAS E EMOCIONAIS, COM ROMPIMENTO DOS PADRÕES EM VIGOR.
• ROMPIMENTO COM A “UNIVERSALIDADE” – DIVERSIDADE DE APROXIMAÇÃO - TRATAMENTO DOS PROBLEMAS 
LOCAIS 
• ARGUMENTO PÓS-MODERNO: EMPENHO EM CRIAR LUGARES AO INVÉS DE ESPAÇOS – UTILIZAÇÃO DE 
DIFERENTES MATERIAIS E FORMAS EM DIFERENTES LUGARES
FORMALISMO CONTEXTUALISMO 
PÓS-MODERNISMO
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1- FORMALISMO
• Tipicamente americano capitalista-consumista
• Acentuava a FORMA sobre o CONTEÚDO (valorização do invólucro)
• Propagavam a desconfiança para com o funcionalismo, porém utilizavam suas 
soluções com uso ‘amaneirado’
COMPOSIÇÃO modular (do moderno) como suporte para invenções decorativas 
(referencias ao passado)
• Ornamento: elemento formal que cria beleza e modifica espaços
• Metáforas, sinais e emblemas
PÓS-MODERNISMO
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1- FORMALISMO
MARCOS DE DIFUSÃO 
DAS IDEIAS 
FORMALISTAS
Complexidade e contradição em arquitetura (1966) Robert Venturi – apontava o 
valor estético da ambiguidade e da provocação
Aprendendo com Las Vegas (1972) Robert Venturi / Denise Scott-Brown / Steven 
Izenour – defendia arquitetura complexa e contraditória
Exposição “The architecture of the École des Beaux-Arts” (1975) – MoMA NY – org. 
Arthur Drexler – resgatou a beleza e o poder de atração das convenções 
arquitetônicas (fachada principal, eixos de simetria)
A linguagem da arquitetura pós-moderna (1977) Charles Jenks – constatava o fim da 
arquitetura moderna 
O impacto causado pelo projeto do edifício AT&T (1978) – atual Sony Building de 
Philip Johnson – coroamento Chipendale, base com arco e colunata sem justificativa 
funcional.
PÓS-MODERNISMO
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PRINCIPAIS FUNDAMENTOS
1. FACHADISMO OU USO DE 
EFEITOS CENOGRÁFICOS
Uso de elementos como arcos, colunas, frontões, cúpulas e galerias
Com mudanças de materiais, acentuado artificialismo e colorismo
Associados a formas modernas e aos signos da sociedade consumista
1- FORMALISMO
Sedutora, efêmera, criação de cenários
PÓS-MODERNISMO
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PRINCIPAIS FUNDAMENTOS
2. ANTIFUNCIONALISMO
Atitude liberal com a relação FORMA-FUNÇÃO
Livre escolha das formas usando a criatividade – redundância, 
contradição de formas, incoerência de junção
Função ampliada para as necessidades físicas, psíquicas e culturais 
do indivíduo
1- FORMALISMOPÓS-MODERNISMO
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PRINCIPAIS FUNDAMENTOS
3. ORNAMENTALISMO
Hedonismo (culto ao prazer e beleza)
Decorativismo explícito: reaproveita elementos 
ornamentais de outros estilos e inspiração na 
arquitetura não-oficial (popular, comercial, kitsch)
Recriação de códigos formais existentes do passado, 
transformando os princípios de ordenação (simetria, 
ritmo, equilíbrio) e configuração espacial (uso de 
ornatos e ênfase da fachada principal)
Uso de grafismos - fascinação pelo do tratamento 
gráfico e policromia
1- FORMALISMOPÓS-MODERNISMO
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PRINCIPAIS FUNDAMENTOS
4. VANGUARDISMO
Ironia e provocação
Ênfase na representação (desenho) do que da 
obra: arquitetura como mercadoria e 
valorização do arquiteto
Crença na beleza, originalidade e importância 
de suas criações artísticas
Elitista: Público-alvo capitalista-consumista 
com parâmetros de conforte e qualidade do 
ambiente construído
SOCIEDADE DE CONSUMO: ÁVIDA POR NOVIDADES, LOGO CANSOU
A PARTIR DE 1970: MAIOR PREOCUPAÇÃO COM O CONTEXTO, EVITANDO 
EMPRÉSTIMOS FORMAIS OU CITAÇÕES GRATUITAS DE OUTRO TEMPO E LUGAR
1- FORMALISMOPÓS-MODERNISMO
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1- FORMALISMO 
principais fundamentos
PÓS-MODERNISMO
A) Fachadismo – preocupação com o aspecto 
visual da obra, efeitos cenográficos
B) Antifuncionalismo – rejeição da estética 
funcionalista e da ideia de função utilitária.
C) Ornamentalismo ou Hedonismo – culto ao 
prazer e beleza
D) Vanguardismo – ênfase na criação e na 
valorização do “impressionante” trabalho do 
arquiteto – público-alvo da elite consumista
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PRINCIPAIS NOMES
PÓS-MODERNISMO 1- FORMALISMO
ROBERT A. M. STERN 
(1939-)
PHILIP JOHNSON
(1906-2005)
ROBERT VENTURI (1925-2018) 
E DENISE SCOTT-BROWN
CHARLES W. MOORE 
(1925-1993)
MICHAEL GRAVES 
(1934-2015)
CHARLES JENKS 
(1939-2019)
STANLEY TIGERMAN 
(1930-)
JAMES F. STIRLING 
(1928-1992)
PAOLO PORTOGHESI 
(1931-)
RICHARD BOFILL
(1939-)
HANS HOLLEIN
(1934-2014)
JAMES WINES 
(1932-) 
ALISON SKY 
(1949-)
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CHARLES JENCKS 
(1939-2019)
ARQUITETO, PAISAGISTA, HISTORIADOR E CRÍTICO DE ARQUITETURA AMERICANO
PROJETOU MÓVEIS, ESCULTURAS E EDIFÍCIOS
“A LINGUAGEM DA ARQUITETURA PÓS-MODERNA” (1977) - REFERENCIAS À MEMÓRIA 
COLETIVA E À INFLUENCIA DO USUÁRIO SOBRE O PRODUTO ARQUITETÔNICO
“Arquitetura é uma profissão melhor do que 
médicos, advogados, banqueiros, contadores 
e todas as outras opções”
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Casa de Charles 
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Londres. Fotografia: 
Richard Bryant / 
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Casa de Charles Jencks em Holland Park, 
Londres. Fotografia: Richard Bryant / Arcaid Pictures
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O interior da casa de Charles Jencks em Holland Park, 
Londres. Fotografia: Richard Bryant / Arcaid Pictures
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2003 Jardim da Especulação Cósmica Escócia
uma série de vinte áreas projetadas em torno de várias 
metáforas, como o jardim do DNA, Quark Walk, terraço 
Fractal e Ponte Cometa
Plantas agradáveis aos olhos e comestíveis
Realce da paisagem usando materiais artificiais
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• ARQUITETO, HISTORIADOR E CRÍTICO DE ARQUITETURA ITALIANO
• ESPECIALISTA EM ARQUITETURA BARROCA (BORROMINI)
• REITOR DA FAC. DE ARQUITETURA NA UNIVERSIDADE POLITÉCNICA DE 
MILÃO (1968-78) E PRESIDENTE DA SEÇÃO DE ARQUITETURA 
DA BIENAL DE VENEZA (1979-1992)
• “DEPOIS DA ARQUITETURA MODERNA” (1984) – DEFENDE MAIOR 
REFLEXÃO HISTÓRICA E CONSCIENCIA AMBIENTAL.
• DEFENDE O USO DE TECNOLOGIAS LOCAIS PARA OBTER NOVAS 
FORMAS, RECORRENDO À HISTÓRIA COMO FONTE DE INSPIRAÇÃO
• EM SUAS OBRAS, BUSCA SIGNIFICADOS EXTRAVAGANTES E 
ORNAMENTOS NÃO-CONVENCIONAIS – TEATRALIZAÇÃO, USO DE 
CURVAS BARROCAS E FORMAS RÚSTICAS
PAOLO PORTOGHESI
PAOLO PORTOGHESI 
(1931-)
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GRANDE MESQUITA DE ROMA (1976)
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CASA BALDI - ROMA (1969)
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TEATRO DE CATANZARO (2002)
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TEATRO DE CATANZARO (2002)
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IGREJA DE SANTA MARIA DA PAZ EM 
TERNI (1996)
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PÓS-MODERNISMO
• Não se considerava substituto do FORMALISMO, mas a superação de seus problemas
• Contrária à universalização da arquitetura – a favor da manutenção da cultura local
• Valorização da identidade e cultura do lugar - Diálogo arquitetônico com o ambiente 
- recuperação da presença histórica e valorização da TRADIÇÃO – projetar dentro 
dos gostos da comunidade
• DESPERTAR de uma nova sensibilidade: recuperação da tradição do lugar + rejeição 
do reducionismo formal do modernismo + rejeição aos exageros cenográficos dos 
formalistas.
2- CONTEXTUALISMO
CULTURAL
FÍSICO
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MARCOS DE DIFUSÃO 
DAS IDEIAS 
FORMALISTAS
A arquitetura da cidade (1966) Aldo Rossi
- A forma da cidade não é apenas decorrente da função, mas reflexo de 
condicionantes locais e culturais 
- Estudos morfológicos das cidades e da tipologia arquitetônica: exploração da 
aparente contradição entre a geometria rigorosa (classicista) x entorno cultural
Collage city (1984) Collin Rowe – dualidades da cidade: regular x irregular / formal x 
informal / centro x periferia 
O significado da cidade (1975) Carlo Aymonino – defende compreender as 
transformações urbanas através dos tempos como testemunhas físicas de 
condicionantes socio-históricos para entender o significado da cidade e promover 
uma atuação conscienciosa.
CULTURAL
FÍSICO
PÓS-MODERNISMO 2- CONTEXTUALISMO
CULTURAL
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PRINCIPAIS FUNDAMENTOS
USO DE FORMAS ARQUÉTIPAS, 
PROPÕE RELEITURA 
PROVOCATIVA E ESTIMULANTE 
DA PAISAGEM E AO MESMO 
TEMPO PROCURA IMPOR 
ELEMENTOS E TEORIAS 
INVARIÁVEIS
Resgate da dimensão cultural e histórica da cidade, incentivado 
por programas de renovação urbana e habitação social na Itália 
em 1960
Leitura original e provocativa de monumentos, baseada na 
transformação volumétrica dos espaços interiores e na utilização 
autônoma de estruturas formais
Contaminação e distorção das formas a partir do contato com o 
entorno, buscando harmonizar-se com ele – “a cidade produz a 
arquitetura e não o inverso”
Reintegração da imagem urbana através da continuidade visual-
espacial, relações de figura e fundo e criação de espaços que 
permitam a afirmação da identidade cultural, convivência cívica e 
conscientização política
PÓS-MODERNISMO 2- CONTEXTUALISMO CULTURAL
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PRINCIPAIS NOMES
LOUIS KAHN
(1906-1974)
ALDO ROSSI
(1931-1997)
GIORGIO GRASSI
(1935-)
ROB KRIER (1938-) E 
LEON KRIER (1946-)
MARIO BOTTA 
(1943-)
RAFAEL MONEO 
(1937-)
OSWALD MATHIAS 
UNGERS(1926-2007)
CESAR PELLI 
(1926-2019)
ARATA ISOZAKI 
(1931-)
ANTOINE PREDOCK 
(1936-)
HELMUT JAHN 
(1940-)
PÓS-MODERNISMO 2- CONTEXTUALISMO CULTURAL
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PRINCIPAIS FUNDAMENTOS
CONSIDERADO COMO UMA ESPÉCIE 
DE REGIONALISMO, BUSCA 
RESGATAR VALORES OCULTOS PELA 
PRÁTICA MODERNA. LIGA-SE A 
TENDENCIAS NACIONALISTAS QUE 
FAZEM PESQUISA DE TÉCNICAS DE 
CONSTRUÇÃO ALTERNATIVAS 
VISANDO A DEMOCRATIZAÇÃO DA 
ARQUITETURA
Valorização da experiencia - tátil e visual, do níveis de luz, 
sensações de calor e umidade, aromas e sons 
Ênfase nas questões do conforto ambiental, equilíbrio 
ecológico, técnicas regionais de construção e materiais 
naturais
Combinação frequente com os novos materiais industriais
Emprego de elementos referenciais (dispositivos espaciais, 
texturas e cores, símbolos culturais) e utilização da mão-de-
obra local
PÓS-MODERNISMO 2- CONTEXTUALISMO CULTURAL
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PRINCIPAIS NOMES
PÓS-MODERNISMO 2- CONTEXTUALISMO FÍSICO
HASSAN FATHY
(1899-1989)
LUIS BARRAGÁN
(1902-1988)
SVERRE FEHN
(1924-2009)
LUCIEN KROLL
(1927-)
ALVARO SIZA VIEIRA
(1933-)
JEREMY DIXON
(1939-)
GRUPO MBM
JOSEP M. MARTORELL + ORIOL BOHIGAS + DAVID MACKAY
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REFERENCIAIS BIBLIOGRÁFICOS
• TIETZ, Jürgen. HISTÓRIA DA ARQUITETURA CONTEMPORÂNEA. 
• WESTON, Richard. EDIFICAÇÕES DE SÉCULO XX. Porto Alegre: Bookman, 2011.
• PORTOGHESI, Paolo. DEPOIS DA ARQUITETURA MODERNA. São Paulo: Martins Fontes, 1982.
• CASTELNOU, Antonio. ARQUITETURA CONTEMPORÂNEA. UFPR
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FIM

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