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DOR EM OMBRO E MEMBRO SUPERIOR Ajuda no diagnóstico--> circunstâncias que desencadeiam Pioram Ou aliviam Tipos de dor em MS--> Mecânico--> Dor piora com movimento ou posturas prolongadas Melhora com o repouso Ombro e terço proximal do membro superior--> 1. Síndrome do impacto 2. Síndrome do manguito rotador 3. Bursites 4. Tendinite bicipita 5. Osteoartrite de articulações do complexo do ombro 6. radiculopatia cervical 7. síndrome do desfiladeiro torácico 8. mononeuropatia do nervo supraescapular Terço médio do membro superior--> 1. Epicondilites lateral ou medial 2. alterações degenerativas das articulações radioulnar e/ou umeroulnar 3. lesão do ligamento colateral ulnar 4. bursite de olécrano 5. radiculopatia cervical Terço distal do membro superior (incluindo mão e punho)--> 1. Rizartrose 2. tendinopatia de De Quervain 3. tendinopatias do punho 4. dedo em gatilho 5. radiculopatia cervical 6. mononeuropatia dos nervos ulnar, radial ou mediano Mecânico ventilatório-dependente--> 1. Embolia pulmonar 2. irritação diafragmática (abscesso subfrênico) 3. Pneumonia 4. pleurites Inflamatório--> Dor que piora à imobilização prolongada Melhora a atividade Piora a noite em dores articulares ou ósseas Polimialgia reumática artrites inflamatórias e tendinite calcárea (fase de reabsorção) capsulite adesiva (primeiros meses) bursite de olécrano (séptica ou secundária à atividade de doença reumatológica de base) Viscerais--> Cólica--> Dor aumento e diminui ciclicamente distúrbio das vias biliares (cólica biliar Aos esforços--> Dor ocorre sempre ao mesmo nível de esforço Síndrome anginosa “Em crescimento”--> Oclusão arterial aguda síndromes anginosas tromboembolismo pulmonar em progressão Em Thunderclap Dor súbita e forte intensidade infarto agudo do miocárdio, pneumotórax, tromboembolismo pulmonar maciço Dor no ombro e terço proximal Articulações ombro--> glenoumeral Acromioclavicular Esternoclavicular Escapulotorácica 3 primeiras passíveis de luxação ou processo degenerativo articulação escapulotorácica (cintura escapular)--> mais propensa a alterações musculares Lesões, encurtamento de musculatura, atrofia, contração com pontos de gatilhos Músculos da cintura escapular--> Do manguito rotador--> Infraespinal redondo menor Supraespinal Subescapula Estabilizadores trapézio e levantador da escápula tb são afetados Outros músculos braço--> escaleno médio --> associado a síndromes compressivas do plexo braquial e dor miofascial que pode mimetizar a dor anginosa peitoral maior-->associado a uma dor que mimetiza o trajeto da dor do infarto do miocárdio bíceps braquial -->associado a dores referidas no ombro e no braço deltoide --> associado a dores mal-localizadas na região do ombro Nervos acometidos por neuropatias--> raízes cervicais de C4 e C5 nervo supraescapular regiões do trajeto cervical do plexo braquial SINAIS DE ALARME serrátil anterior e romboides provocam dor ventilatório-dependente também IDENTIFICAÇÃO DE SINAIS DE NEUROPATIA--> Dor em queimação, choque, frio doloroso ou parestesias Se tiver esses sintomas fazer exame neurológico completo dores neuropáticas de ritmo mecânico serão neuropatias compressivas Dores inespecíficas geralmente são miofascial queixas dolorosas predominam de forma mais localizada em torno do ombro--> Tendões Bursas Ligamentos estruturas intra-articulares Região anterior do ombro--> tendinite da cabeça longa do bíceps, lesão labral e osteoartrite do ombro dor fraca, dor em dormência e que atinjam braço, antebraço e mão--> Uma das formas de apresentação de lesões de manguito rotador capsulite adesiva osteoartrite do ombro lesão do manguito rotador --> dor ao elevar o braço ou associada a trabalho que exige elevação frequente do membro superior acima da cabeça- E Dor noturna ao dormir sobre o ombro afetado EXAME FÍSICO EXAME NEUROLÓGICO--> Avaliação de sensibilidade seguindo dermátomos de raízes cervicais e torácicas altas (C4-T2) reflexos tendinosos bicipital (C5), tricipital (C6) e estilorradial (C7)--> exacerbados sugere síndrome de neurônio motor superior (mielopatia cervical compressiva) hiporreflexia e/ou presença de fasciculação--> neuronio motor inferior (radiculopatias por ex) Teste de Spurling positivo--> radiculopatia teste de força muscular avaliação de trofismo muscular e presença de fasciculações EXAME MIOFACIAL--> presença de bandas musculares tensas sensibilidade dolorosa à palpação das bandas tensas reprodução da dor do paciente à palpação de uma região específica do músculo (PG) MANOBRAS PARA SÍNDROME DO IMPACTO OU SÍNDROME DO MANGUITO ROTADOR--> Neer Hawkins-Kennedy teste de Apley--> se há alteração (encurtamento) nos movimentos de rotação externa e rotação interna do ombro Os testes do supraespinal (Jobe), do infraespinal e do subescapular (belly press) auxiliam a testar se há reprodução da dor do paciente e/ou redução de força ao exercer resistência contra os movimentos que esses músculos exercem teste de Jobe positivo significa tendinopatia do supraespinal Principais causas de dor no terço proximal do membro superior DORES NEUROPÁTICAS Radiculopatia cervical--> mais comuns clínica na forma de cervicobraquialgia Raizes C5, C6 e C7 + acometidas--> sintomas de dor na região do antebraço e da mão C4 e C5 também cursam com sintomas de dor neuropática no território do ombro choque elétrico, dor no pescoço e déficits sensoriais, motores ou reflexos são, em geral, suficientes para o diagnóstico clínico de radiculopatia cervical Situação para solicitar exame de imagem--> 4/6 semanas tratamento n melhora déficit neurológico progressivo; presença de sinais de alarme Síndrome do desfiladeiro toracico--> compressão de estruturas neurais do plexo braquial e/ou vasos localizados entre a primeira costela e a clavícula (desfiladeiro torácico) Afeta regiao ombro, cervical, regiao medialdo antebraço Manobra de Adson Diagnóstico clínico Bom prognóstico (p. ex., analgésicos sintomáticos de resgate de exacerbação de sintomas, e antidepressivos tricíclicos ou anticonvulsivantes para sintomas persistentes de dor neuropática) e não farmacológicas de suporte (medidas posturais, fisioterapia e desativação de PGs de escalenos e peitoral menor NEUROPATIA DO NERVO SUPRAESCAPULAR--> dor de característica neuropática na região posterolateral do ombro, podendo ser irradiada para o pescoço ou para a região lateral do braço história de trauma penetrante, cirurgia prévia do ombro e atividade repetitiva m fraqueza muscular durante movimentos do ombro. atrofia de músculos do manguito rotador fisioterapia e analgesia DORES DE ORIGEM MIOFASCIAL DA CINTURA ESCAPULAR A disfunção miofascial dos músculos trapézio (superior, médio e inferior) e levantador da escápula é causa frequente de dor na região cervical posterior, na cintura escapular e na região posterior do ombro Dor no ombro--> + comum ser por trapézio superior (58%) e infraespinal Infraespinal--> principais músculos acometidos por PG O agulhamento seco de músculos do quadrante superior do corpo pode diminuir a dor de etiologia miofascial no curto prazo romboides e o serrátil anterior, são responsáveis por padrões de discinesia escapular e consequente posicionamento disfuncional da escápula Se agulhamento ou método para PG n derem certo--> cinesioterapia desses músculos, preferencialmente orientados por um fisioterapeuta que oriente a intervenção DORES DE ORIGEM MIOFASCIAL DE OUTRAS REGIÕES DO MEMBRO SUPERIOR Deltoide latíssimo do dorso--> região posterior do ombro. A palpação desse músculo geralmente é feita utilizando-se a técnica em pinça bíceps braquial--> padrão de dor e sensação referida para a região anterior do ombro diagnóstico diferencial da própria tendinite da cabeça longa do bíceps CAUSAS DE DOR BEM-LOCALIZADA EM TORNO DO OMBRO Síndrome do impacto--> irritação mecânica de estruturas abaixo do acrômio e acima da cabeça do úmero Dor anterolateral do ombro que piora ou é desencadeada pela elevação do membro superior acima da altura do ombro Suspeita diagnóstico quando: Estágios--> 1--> bursiteaguda (por compressão excessiva subacromial), movimentos excessivos e repetitivos do ombro Autoresolutiva repouso, analgésicos de resgate e medidas não farmacológicas de tratamento CONTINUAR SÍNDROME DO MANGUITO ROTADOR Dor agravada por atividades do membro acima da cabeça e que piora à noite Exames de imagem são pouco úteis alterações dinâmicas da musculatura do manguito rotador e outros músculos periescapulares, o que gera alteração da estabilidade da cabeça do úmero na glenoide, podendo comprimir os tendões do manguito rotador Ou disfunções intrínsecas são decorrentes de lesões parciais ou completas, traumáticas ou degenerativas, que acometem os tendões do manguito rotador Em caso de falha terapêutica, a radiografia de ombro é o exame de escolha para documentar possíveis alterações degenerativas os exames de US e RM devem ser solicitados criteriosamente e embasados em uma hipótese clínica específica. O encaminhamento para avaliação cirúrgica é realizado quando os pacientes mantêm sintomas após 6 meses de tratamento conservador, se há uma lesão traumática com ruptura extensa e perda funcional em pacientes jovens, se há persistência de dor e redução funcional em pacientes idosos com ruptura completa de tendões do manguito e em pacientes que realizaram pelo menos 4 meses de tratamento conservador BURSITES estruturas compostas por tecido sinovial; localizadas em zonas de maior tensão mecânica entre pele e osso, entre tendões/ligamentos e osso bursas subacromial, subescapular e do olécrano são as mais acometidas Ritmo inflamatório e ritmo mecânico As bursites do ombro geralmente são secundárias à síndrome do impacto subacromial alivia com repouso e redução de movimentos repetidos acima da altura do ombro Gelo local, analgésicos ou AINEs por curto período são utilizados para controle da dor aguda6 injeções de corticoides intrabursais--> inconclusivo bursites crônicas de ritmo inflamatório--> aspiração de alívio TENDINITE BICIPITAL região anterior do ombro e que é agravada ao realizar atividades com o membro superior acima da cabeça, ou carregando cargas pesadas com o cotovelo em flexão cabeça curta (com origem no processo coracoide) e a cabeça longa (com origem no tubérculo supraglenoidal e labrum superior) dores de origem miofascial do músculo bíceps braquial também podem ser confundidas e coocorrer com a tendinite bicipital não farmacológicas, como gelo e fisioterapia Analgesico e aine n tem comprovação No caso de persistência ou agravamento dos sintomas dolorosos, a injeção local de corticoide na bainha do tendão bicipital é uma das opções terapêuticas LESÕES LABRAIS DO OMBRO CAPSULITE ADESIVA ARTRITES DE ARTICULAÇÃO DO COMPLEXO DO OMBRO artrite acromioclavicular X artrite glenoumeral artrite acromioclavicular--> dor na região superior do ombro Exacerbada por adução do ombro Pode ter trauma prévio Dor a palpação local teste de coalizão Manobras podem reproduzir dor acromio--> teste de O’Brien Diagnóstico clínico Se evolução cronica--> tratamento a radiografia de ombro pode revelar sinais de osteoartrite da articulação, como redução do espaço acromioclavicular e esclerose marginal manejo é conservador e consiste no controle de exacerbações de dor com gelo local e AINEs tratamento com fisioterapia pode melhorar tanto a dor quanto a funcionalidade Refratário ao conservador---> cirúrgico osteoartrite glenoumeral --> idade > 50 anos queixa de dor difusa localizada na região do ombro há mais de 6 meses com características de ritmo mecânico progridem gradualmente para dor aos mínimos esforços associada à limitação da amplitude de movimento do ombro sobrecarga e à obesidade, ou secundária a traumas, infecções ou doenças autoimunes crepitação articular associada à dor durante a mobilização passiva do ombro hipotrofia da musculatura do deltoide e do manguito rotador Diagnóstico confirmado pela radiografia do ombro--> redução do espaço da articulação glenoumeral Osteófitos esclerose subcondral TRATAMENTO--> Fisioterapia AINE melhor que analgesico artroplastia total da articulação se tratamento conservador não melhorar TENDINITE CALCARIA dor agonizante localizada na região do ombro características de ritmo inflamatório Mesmo em repouso curso e a duração da doença não são previsíveis Cronica x aguda autoresolutiva deposição de sais de cálcio em tendões do manguito rotador, principalmente do supraespinal fase da calcificação é assintomática fase dolorosa ocorre quando se inicia a fase da reabsorção do cálcio Normalmente bom prognostico, regeneração tendao em anos TRATAMENTO--> fisioterapia e uso de analgésicos/AINES REFRATÁRIO---> CIRURGIAOMBRO OMBRO DOLOROSO RELACIONADO A HEMIPLEGIA história de acidente vascular cerebral (AVC) evoluem com ombro doloroso a partir das primeiras 2 semanas pós-AVC subluxação glenoumeral, capsulite adesiva e alterações relacionadas à espasticidade uso de órteses específicas Fisioterapia TRAUMAS luxação glenoumeral luxação acromioclavicular fraturas do terço proximal do úmero fraturas de clavícula lesão de plexo braquial ruptura da cabeça longa do bíceps DOR NOS TERÇOS MÉDIO E DISTAL DO MEMBRO SUPERIOR Sinais de alarme mecanico x não mecanico fraturas de baixo impacto de rádio distal em pacientes com idade > 50 anos fratura de escafoide--> Se não tratar, chance de evoluir para pseudoartrose e consequente osteoartrite secundária do punho sensibilidade à palpação óssea da região da tabaqueira anatômica RX para diagnóstico Encaminhar se--> Se faz rx e não aparece alteração, mas a suspeita continua--> imobilização do punho e outras imagens, de preferência o estudo por RM Se não tratado/diagnostica--> dor crônica em punho devido à osteoartrite pós-traumática do punho DIFERENCIAÇÃO DE RITMOS MECÂNICOS COM E SEM CARACTERÍSTICAS DE DOR NEUROPÁTICA REGIÃO LATERAL DO COTOVELO E ANTEBRAÇO--> radiculopatia cervical--> dor que irradia para o membro superior associado à perda de sensibilidade e/ou fraqueza muscular Sem padrão ouro para diagnóstico teste de Spurling e suas variações compressão do nervo radial--> túnel radial O nervo radial origina-se do fascículo posterior do plexo braquial para inervar os músculos tríceps braquial, extensores do carpo e extensores dos dedos e do polegar compressão intermitente do nervo radial através do túnel radial produz a síndrome do túnel radial Por trauma, inflamação, degeneração sensibilidade localizada sobre o nervo radial 5 cm distalmente ao epicôndilo lateral, o local da dor é ligeiramente distal ao da epicondilite lateral Tratamento--> modificações de atividades e uso de órtese limitar a extensão prolongada do cotovelo com pronação do antebraço e extensão do punho O tratamento cirúrgico pode ser cogitado após um período de 3 a 12 meses de abordagem conservadora Epicondilite lateral--> Para as dores de ritmo mecânico sem características neuropáticas “cotovelo de tenista”, afeta o tendão extensor comum no epicôndilo lateral. devido à supinação e à extensão repetitiva do punho Diagnóstico clínico dor na face lateral do cotovelo com referência para o antebraço teste de Cozen A força de preensão palmar do lado afetado pode estar diminuída devido à dor modificação de atividades, AINEs, fisioterapia e órteses curso autolimitado de 12 a 18 meses Tratamento em n resolve em 12 meses--> cirurgia artrite reumatoide Osteoartrite primária do cotovelo artrite pós-traumática REGIÃO MEDIAL DO ANTEBRAÇO--> 1. Radiculopatia cervical de níveis mais baixos, como C7, C8 e T1 2. SÍNDROME DO DESFILADEIRO TORÁCICO A compressão do nervo ulnar no cotovelo (síndrome do túnel ulnar)--> parestesia no 4º e no 5º dedos e perda de força de preensão A compressão do nervo ulnar no cotovelo pode ser por hipertrofia ou fibrose do retináculo ou músculos próximos, alterações artríticas ou pós-traumáticas, tumores posicionamento (uso de órtese noturna mantendo o cotovelo flexionado em aproximadamente 45 graus por até 6 semanas Fisioterapia tratamento cirúrgico é indicado quando há associação de fraqueza motora pronunciada e nenhuma resposta ao tratamento conservador.Sinal de Froment 3. EPICONDILITE MEDIAL--> dor manifesta-se ligeiramente anterior e distal ao epicôndilo medial exacerbada com atividades que envolvam pronação ativa do antebraço e flexão do punho, (torcer pano) Estado avançado--> dor ao aperto de mao Diagnóstico clínico baseado nos achados de dor ou sensibilidade no epicôndilo medial ou próximo a ele Conservador bstenha de atividades que exacerbem os sintomas AINEs para ajudar a reduzir a dor e a inflamação tratamentos adicionais--> injeções de corticoides e fisioterapia 4/6 meses sem resposta--> cirúrgico! dor durante todo o arco de movimento, limitação na amplitude de movimento associado à dor localizada ou instabilidade articular podem sugerir--> etiologia reumática REGIÃO POSTERIOR DO COTOVELO--> BURSITE DO OLÉCRANO--> por trauma direto ou por período prolongado de pressão sobre a bursa Cronificar devido a doenças sistêmicas, como gota e artrite reumatoide Tratamento--> modificação de atividade, gelo, compressão e AINEs aspiração com agulha, a infiltração de corticoide ou a bursectomia A presença de sinais flogísticos pode apontar para a ocorrência de infecção secundária Bursite septica REGIÃO RADIAL DO PUNHO E POLEGAR--> DOR NEUROPÁTICA NESSA REGIÃO É A CHAMADA SÍNDROME DE WARTENBERG--> Lesão ou compressão do nervo sensitivo radial ao nível do antebraço distal ARTRITES--> Osteoartrite Artrite reumatoide Artrite pós-traumática descartar um quadro de artrite, deve-se palpar e avaliar a sensibilidade nas articulações trapézio-metacarpal e escafoide-trapéziotrapezoidal rizartrose--> Artrite da articulação trapézio-metacarpal 50 a 70 anos de idade, que se apresenta com dor no aspecto radial do punho ou no polegar, de início insidioso, com duração variando de vários meses a vários anos. A dor é atenuada com repouso e analgésicos. modificações de atividade, um curso de 2 a 3 semanas de AINEs tópicos e orais, ortose SÍNDROME DE DE QUERVAIN--> tenossinovite estenosante Forças de cisalhamento e microtraumas repetitivos realizam atividades que exigem preensão com desvio ulnar do punho ou mesmo que exijam uso repetitivo do polegar dor insidiosa na região radial e dorsal do punho, com sensação reportada de crepitação e discreto edema local Diagnóstico clínico estresse do primeiro compartimento extensor teste WHAT Exames de imagem só são necessários quando for preciso descartar outras condições, como as associadas a trauma ou artrites. TRATAMENTO--> Modificação de atividades, ergonomia e exercícios de autotratamento. AINEs e injeção de corticoides A órtese COM FALANGE DISTAL E POLEGAR LIVRES Fisioterapia A indicação cirúrgica é uma opção de tratamento em pacientes com sintomas moderados a graves por um período > 2 meses REGIÃO ULNAR DO PUNHO possíveis origens de dor neuropática nessa região é a síndrome do canal de Guyon principais de artrites que podem envolver o punho: artrite por depósito de pirofosfato de cálcio, pós-traumáticas e artrites por doença autoimune MAO 1. dor radicular 2. Artrite 3. síndrome do túnel do carpo, dedo em gatilho e contratura de Dupuytren SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO--> nervo mediano é comprimido dentro do canal do carpo origem multifatorial Associação com diabetes, hipotireoidismo, artrite reumatoide, obesidade e gestação, além de fatores mecânicos óbvios, como deformidades artríticas parestesias, dormência ou dor em queimação no 1º, no 2º e no 3º dedos e na metade lateral do 4º dedo. dor que irradia até o antebraço ou mesmo até o ombro Dor pode ser difusa na mao td e piores à noite, e os pacientes costumam referir espontaneamente alívio ao sacudir as mãos pode haver acometimento da musculatura inervada pelo nervo mediano, em forma de atrofia da eminência tenar e fraqueza muscular Teste Phalen e Tinel recomenda-se basear o diagnóstico clínico em achados característicos no exame físico de punho e mão, especialmente o exame neurológico, incluindo testes sensoriais e provocativos em conjunto Teste eletrofisiológico principalmente se o paciente estiver considerando a opção cirúrgica estudos de condução nervosa são considerados o padrão-ouro para a confirmação diagnóstica US só se eletrofisiologico sem alteração A modificação de atividades, com a orientação de restringir a extensão e a flexão máximas do punho, reduzir atividades de trabalho pesado e evitar movimentos repetitivos ortetização e corticoides órtese antebraquiopalmar deve ser usada por 4 a 12 semanas, apenas à noite, ou à noite e durante o dia Interromper tratamento quando livre dos sintomas injeção local de corticoides--> metilprednisolona ou triancinolona, com ou sem anestésico local, em um máximo de 3 aplicações com intervalos de 2 a 3 meses1 O uso de corticoide oral por 10 a 30 dias é uma alternativa, e pode trazer melhora de sintomas em 2 a 8 semanas Fisioterapia descompressão cirúrgica--> compressão grave do nervo mediano, caracterizada por perda sensorial ou motora permanente DEDO EM GATILHO--> discrepância de tamanho entre o tendão e a polia ou bainha através da qual o tendão passa Essa condição pode ocorrer porque a bainha ou polia torna-se estreita, ou devido ao aumento do tamanho do tendão secundário à degeneração ou à tendinose uso excessivo até alguma doença inflamatória, como artrite reumatoide ou gota, dor na região da polia acometida, nódulo palpável no tendão afetado, travamento e estalido ou contratura fixa em flexão no dedo afetado Os AINEs podem ser úteis por um curto período para alívio da dor A injeção de corticoide guiada por referência anatômica simples é o tratamento de primeira linha . epouso relativo do dedo por um período de 3 dias, evitar preensão palmar intensa nas próximas 3 semanas (a ortetização do dedo em extensão por esse mesmo período pode auxiliar nesse processo), realizar nova infiltração em 3 meses caso não haja melhora completa e realizar no máximo 3 infiltrações em 1 ano.1 CONTRATURA DE DUPUYTREN--> fibroproliferativa benigna progressiva da fáscia palmar caracterizada por nódulos e cordões palmares contraturas em flexão dos dedos (mais comumente de 4º e 5º dígitos) etilismo, tabagismo, trauma vibracional e trabalho pesado nódulos subcutâneos na face palmar da mão que tracionam a pele sobrejacente à medida que progridem conduta expectante