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1. A partir da leitura do caso, pesquise um tratado internacional de proteção às crianças e adolescentes que tenha sido firmado. E destaque: - Nome do tratado e local em que foi realizado; - Dois ou três artigos/itens do tratado que tenha considerado importantes; - Por fim, articule um dos artigos/itens que você destacou com a realidade da região na qual você vive, comentando se é respeitado ou não e registre dois ou três desafios sociais para que seja efetivamente cumprido. (valor 30) 2. Agora pensando no contexto especificamente brasileiro, pesquise por um projeto de lei da câmara estadual da região na qual você vive, que seja voltado à causa do combate à violência contra crianças e adolescentes e pontue: - O nome do Projeto; -Por quem foi proposto; - Com suas palavras comente a principal pauta do projeto e a articule com os benefícios que traria para a sua região caso fosse aplicado nela. (valor 30)Obs: Caso não encontre um projeto de lei pode citar um projeto desenvolvido por alguma iniciativa não governamental em nível Estadual. 3. Pensando em sua realidade local, agora, pesquise um projeto de lei que tenha sido proposto na câmara municipal da sua região e elenque: - O nome do Projeto; -Por quem foi proposto; - E, por fim, tendo em vista o aspecto educativo e a sua futura formação, cite uma estratégia e um local para aplicar a estratégia criada por você (escolas, ongs, clínicas) que pode ser eficiente para combater a violência com crianças e adolescentes em sua região. (valor 35) ASSEMBLEIA GERAL DA ONU. (1948). "Declaração Universal dos Direitos Humanos" (217 [III] A). Paris. Disponível em : < https://www.ohchr.org/EN/UDHR/Pages/Language.aspx?LangID=por> Acesso em 02 de outubro de 2021. BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. 4. ed. São Paulo: Saraiva, 1990. Disponível em: < http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm> Acesso em 15 de setembro de 2021. BRASIL. Decreto-Lei 2.848, de 07 de dezembro de 1940. Código Penal. Diário Oficial da União, Rio de Janeiro, 31 dez. BRASIL. Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990. Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente e dá outras providências. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília, DF, 16 jul. 1990. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8069.htm Acesso em 20 de setembro de 2021. Cultura de paz: da reflexão à ação; balanço da Década Internacional da Promoção da Cultura de Paz e Não Violência em Benefício das Crianças do Mundo. Brasília: UNESCO; São Paulo: Associação Palas Athena, 2010.256. Disponível em: http://comitepaz.org.br/index.php/cultura-de-paz-da-reflexao-a-acao/ Acesso em 28 de setembro de 2021. OBJETIVOS DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL. Disponível em: https://odsbrasil.gov.br/home/agenda Acesso em: 25 de setembro de 2021. A EDUCAÇÃO QUE PROTEGE CONTRA A VIOLÊNCIA. Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF). Disponível em: < https://www.unicef.org/brazil/media/4091/file/Educacao_que_protege_contra_a_violenci a.pdf Acesso em 05 de outubro de 2021. TRATADOS INTERNACIONAIS DE PROTEÇÃO INFANTO-JUVENIL. 2013. Disponível em:< https://ambitojuridico.com.br/edicoes/revista-117/tratadosinternacionais-de-protecao-infanto-juvenil/amp/> Acesso em 07 de outubro de 2021. < https://ambitojuridico.com.br/edicoes/revista-117/tratadosinternacionais-de-protecao-infanto-juvenil/amp/> ambitojuridico.com.br/edicoes/revista-117/tratados-internacionais-de-protecao-infanto-juvenil/#:~:text=Em%20seu%20artigo%2024%2C%20dispõe,por%20parte%20de%20sua%20família%2C UNICEF O Fundo das Nações Unidas para Infância (UNICEF) foi criado em 1946, após o término da Segunda Guerra Mundial e consequente devastação em escala global, por decisão unânime da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas. Justamente em razão do período de sua criação, os primeiro programas da UNICEF foram direcionados à prestação de assistência em caráter emergencial a crianças no período pós-guerra no continente Europeu, no Oriente Médio e na China. A princípio, o UNICEF foi constituído tão somente para auxiliar na reconstrução dos países europeus e, quando isso ocorreu, alguns entenderam que a missão estava completa. Entretanto, nações menos favorecidas se manifestaram pela sua manutenção, alegando que as Nações Unidas não poderiam ignorar as crianças ameaçadas pela fome, doenças e miséria em outros países. DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA A Declaração dos Direitos da Criança, aprovada pela extinta Liga das Nações, hoje Organização das Nações Unidas, a Assembléia Geral da ONU, em novembro de 1959, consiste em dez princípios, os quais garantem: 1º Princípio – Todas as crianças são credoras destes direitos, sem distinção de raça, cor, sexo, língua, religião, condição social ou nacionalidade, quer sua ou de sua família. 2º Princípio – A criança tem o direito de ser compreendida e protegida, e devem ter oportunidades para seu desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, de forma sadia e normal e em condições de liberdade e dignidade. As leis devem levar em conta os melhores interesses da criança. 6 A criança tem direito ao amor e à compreensão, e deve crescer, sempre que possível, sob a proteção dos pais, num ambiente de afeto e de segurança moral e material para desenvolver a sua personalidade. A sociedade e as autoridades públicas devem propiciar cuidados especiais às crianças sem família e àquelas que carecem de meios adequados de subsistência. É desejável a prestação de ajuda oficial e de outra natureza em prol da manutenção dos filhos de famílias numerosas. Resposta 2 https://anacampagnolo.com.br/noticia/publico-infanto-juvenil-de-sc-recebe-projeto-de-lei resposta1 pacto de são jose costa rica A Convenção Americana de Direitos Humanos, popularmente conhecida como Pacto de São José da Costa Rica é um tratado celebrado pelos integrantes da Organização de Estados Americanos (OEA), adotada e aberta à assinatura durante a Conferência Especializada Interamericana sobre Direitos Humanos, em San José da Costa Rica, em 22 de novembro de 1969 e tendo entrado em vigor a 18 de julho de 1978, com a ratificação do décimo primeiro instrumento, de iniciativa de Granada. O documento tem um total de 81 artigos, incluindo as disposições transitórias, e tem como objetivo estabelecer os direitos fundamentais da pessoa humana, como o direito à vida, à liberdade, à dignidade, à integridade pessoal e moral, à educação, entre outros similares. A convenção proíbe ainda a escravidão e a servidão humana, trata das garantias judiciais, da liberdade de consciência e religião, de pensamento e expressão, bem como da liberdade de associação e da proteção a família. O objetivo da constituição deste tratado internacional é a busca da consolidação entre os países americanos de um regime de liberdade pessoal e de justiça social, fundado no respeito aos direitos humanos essenciais, independentemente do país onde a pessoa viva ou tenha nascido. O pacto tem influência marcante da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que compreende o ideal do ser humano livre, isento do temor e da miséria e sob condições que lhe permitam gozar dos seus direitos econômicos, sociais e culturais, bem como dos seus direitos civis e políticos. Um dos principais legados do Pacto de São José é sem dúvida a criação do sistema Comissão Interamericana de Direitos Humanos/Corte Interamericana de Direitos Humanos, destinada a avaliar casos de violação dos direitos humanos ocorridos em países que integram a Organização dos Estados Americanos (OEA), que reconheçam sua competência. Quando ocorre um abuso referente à matéria de Direitos Humanos em qualquer um dos países, e o governo deste permaneça inerte, é dada a oportunidade ao ofendido de fazer sua denúncia à comissão, que levará o caso à corte, para que seja julgado. O documento só seria ratificado pelo Brasil em 25 de setembro de 1992, sendo que esta passou a ter validade no ordenamento interno a partirdo Decreto 678 de 6 de novembro de 1992. Com a promulgação da Emenda Constitucional número 45 de 2004 (que trata da reforma do Judiciário), os tratados cujo teor trate de questões de direitos humanos passaram a vigorar de imediato e a ser equiparados às normas constitucionais, devendo ser aprovados por um quorum de três quintos dos votos na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, em dois turnos em cada casa. Artigo 1º - Obrigação de respeitar os direitos 1. Os Estados-partes nesta Convenção comprometem-se a respeitar os direitos e liberdades nela reconhecidos e a garantir seu livre e pleno exercício a toda pessoa que esteja sujeita à sua jurisdição, sem discriminação alguma, por motivo de raça, cor, sexo, idioma, religião, opiniões políticas ou de qualquer outra natureza, origem nacional ou social, posição econômica, nascimento ou qualquer outra condição social. 2. Para efeitos desta Convenção, pessoa é todo ser humano. Artigo 19 - Direitos da criança Toda criança terá direito às medidas de proteção que a sua condição de menor requer, por parte da sua família, da sociedade e do Estado. Artigo 13 - Liberdade de pensamento e de expressão 4. A lei pode submeter os espetáculos públicos a censura prévia, com o objetivo exclusivo de regular o acesso a eles, para proteção moral da infância e da adolescência, sem prejuízo do disposto no inciso 2.