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23 - VITALIDADE FETAL CARDIOTOCOGRAFIA

Material sobre cardiotocografia (vitalidade fetal): descreve registro de 20 minutos e indicação em gestação de alto risco; apresenta parâmetros (FC 110–160 bpm, variabilidade, acelerações, desacelerações), DIP 1–3, padrões intraparto tipo 1/2/3 e condutas básicas (decúbito, suspender ocitocina, O2, parto).

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Prévia do material em texto

Vitalidade Fetal: Cardiotocografia
● Introdução:
Cada quadrado - 1 minuto / 1 cm
○ Traçado registrado da atividade cardíaca fetal
○ Tempo: 20 minutos
○ Indicações:
■ gestação de alto risco
○ Alta sensibilidade
○ Baixa especificidade (muito falso positivo)
● Respostas fisiológicas fetais:
○ SNA:
● IMPORTANTE:
○ Cardiotocografia:
■ Parâmetros:
● frequência cardíaca (normal: 110 - 160)
● variabilidade
● acelerações transitórias
● desacelerações
● Frequência cardíaca fetal:
○ 110 - 160 bpm
○ Alterações:
■ taquicardia fetal
■ bradicardia fetal
● Taquicardia fetal:
○ corioamnionite: “infecção ovular”
○ febre materna
○ tireotoxicose
○ uso de beta-miméticos
○ evento hipóxico inicial
● Bradicardia fetal:
○ Hipóxia fetal
○ Uso de medicações
● Acelerações transitórias:
○ Aumento de 15 batimentos em 15 segundos
○ Associado a movimentação fetal
○ normal: pelo menos 2 acelerações transitórias
Em casos de ausencia de alterações transitórias podemos pensar em hipóxia
ou até mesmo, pelo feto esta dormindo e não está se movimentando. Para
diferenciar devemos fazer estímulos sonoros para acordar o feto.
● Pegadinha:
○ IG < 32 semanas
■ aumenta 10 bpm e sustenta 10 segundos
● Variabilidade: “variação da linha de base”
○ Linha de base: 6 - 25 batimentos
○ Alternância simpático / parassimpático
● Variabilidade diminuída:
○ hipóxia fetal
○ prematuridade
○ sono
○ LEMBRAR: estímulo vibroacústico.
● Variabilidade ausente: “significa hipóxia”
○ Lisa ou silente:
● Variabilidade aumentada:
○ Movimentação fetal intensa
Desacelerações intra-parto - DI P
● DIP 1:
○ Desacelerações precoces
○ Compressão do polo cefálico: quando o LA está diminuído, o útero comprime
o feto de forma direta. Ou seja, quando o útero se contrai o BCF cai.
2 LINHA: atividade uterina
1 LINHA: BCF
DIP 1 → observamos que quando tem o pico de atividade uterina, temos a
desaceleração do BCF. Nesses casos, não fazemos NADA, pois é fisiológico.
● DIP 2 (Tardias):
○ Feto com baixa reserva de O2:
A desacelaração é após o pico de contração uterina, por isso que
desaceleração TARDIA.
○ Hipóxia fetal aguda
○ Típico de insuficiência placentária
● DIP 3:
○ Desacelerações variáveis → ocorre devido a compressão do cordão umbilical
(funículo)
○ Hipóxia fetal
● Descomplicando:
→ típico padrão de feto anemico.
● Memorize:
P - precoce
T - tardia
V - variável, não tem nada a ver com a contração
● Padrões da CTG intraparto:
○ Quais sinais sugerem hipóxia fetal aguda?
■ variabilidade ausente
■ DIP 2
■ DIP 3
■ bradicardia fetal persistente
■ padrão sinusoidal
● IMPORTANTE:
○ Padrões da CTG intraparto:
■ padrão tipo 1 (“normalidade”): BCF 110 - 160; ausência de
desacelerações ou DIP 1; boa variabilidade.
■ padrão tipo 2: padrão indeterminado
■ padrão tipo 3 (“achado que sugere hipóxia aguda”): ausência de
variabilidade; bradicardia fetal ou DIP 2 ou 3.
● variabilidade ausente e DIP 2, DIP 3 ou bradicardia
● padrão sinusoidal
○ Conduta:
■ Tipo 1 - expectante
■ Tipo 2 - identificar a causa, mudança de decúbito, descontinuar
ocitocina, O2 cateter nasal e manter o registro da CTG
■ Tipo 3 - identificar a causa, mudança de decúbito, descontinuar
ocitocina, O2 cateter nasal
● parto via mais rápida
● Qual o padrão?

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