Prévia do material em texto
ASPECTOS FÍSICOS E MORFOLÓGICOS DO EJACULADO AVALIAÇÃO DE ASPECTOS FÍSICOS DO SÊMEN VOLUME VARIA DE ACORDO COM: - Técnica de coleta; - Espécie; - Raça; - Manejo; - Alimentação. - Sangue no ejaculado > por ter pH diferente, pode dar problema. - Cão ejacula em 3 frações > primeira é descartada, segunda é mais concentrada, terceira tem volume elevado. ASPECTOS GERAIS: COR, CHEIRO ETC. COR: - Esbranquiçado; - Branco; - Marfim; - Amarelado ou amarelo citrino; - Esverdeado > contaminação, bactérias no sêmen; - Sanguinolento. - Ruminantes > esbranquiçado, branco, marfim (principalmente em carneiros – branco denso por conta da concentração), amarelado ou amarelo citrino (bovinos). ASPECTO: - Cremoso ou marmóreo; - Leitoso; - Opaco ou opalescente > muito diluído, ou animal muito jovem (concentração espermática menor); - Aquoso > muito claro, oligospermia (fisiológica ou patológica). - Associações empíricas com concentração-temerário! Touro: 1. Cremoso - mais de 1 milhão de Sptz/mL; 2. Leitoso - 500 mil a 1 milhão de Sptz/mL; 3. Opaco - 200 mil a 500 mil Sptz/mL; 4. Aquoso - < 200 mil Sptz/mL. Ovinos: 1. Cremoso espesso - 2,5 milhões Sptz/mL; 2. Cremoso - 2,0 milhões Sptz/mL; 3. Cremoso fino - 1,0 milhão Sptz/mL; 4. Acinzentado - 100 mil Sptz/mL; 5. Aquoso - < 50 mil Sptz/mL. TURBILHONAMENTO - Motilidade de massa é resultado da associação entre concentração e motilidade; - Microscopia óptica comum objetiva com aumento de 4 a 10x; → Se ocular for de 10x = aumento de 100x. - Uma gota sobre lâmina; - Preferência: lâmina aquecida a 37°C. 0 Ausência de turbilhão + Movimento lento, ondas rasas com áreas densas ocasionais ++ Movimento moderado, ondas ainda rasas, início de aparecimento de aglomerações de sptz +++ Movimento ativo, ondas nítidas e aglomerações ou turbilhões com aparecimento de algumas áreas escuras a negras ++++ Movimento ativo e forte, ondas pronunciadas +++++ Movimento ativo e intenso, ondas com contracorrente e formação de áreas negras densas MOTILIDADE - Microscopia + avaliação subjetiva; - Porcentagem de espermatozoides móveis; - Uma gota de sêmen entre uma lâmina (pré-aquecida a 37°C) e uma lamínula; - Microscopia óptica comum > aumento de 100 ou 400x; - 200x ocular de 5x e objetiva de 40x. Fotomicrografia. AVALIAÇÃO COMPUTADORIZADA – CASA: - Microscópio trinocular de contraste de fase; - Platina aquecedora; - Computador de alta velocidade; - Câmera preto e branco; - Software próprio para análises; - Monitor de vídeo. - Contagem, percentual e concentração (milhões/mL) do total de espermatozoides, os móveis e os progressivos; - VAP Média, VSL, VCL, ALH, BCF, STR, LIN, elongação e área; - Distribuição dos espermatozoides em: rápidos, médios, lentos ou estáticos. SPERM CLASS ANALYSER – SCA: - Motilidade e concentração, contraste de fase negativo. Varrão x salmão. VIGOR - Motilidade progressiva individual; - Intensidade de deslocamento retilíneo da célula no campo do microscópio; - Escala de 0 a 5; - Realizada junto com a motilidade. VIVOS – MORTOS: - Uma gota de sêmen + 2 gotas de corante eosina-nigrosina, eosina pura associada ao citrato de sódio ou fast-green; - Ler em objetiva de 40, sob imersão; - Célula viva > não se cora. PREPARAÇÃO DA AMOSTRA PARA ENVIO AO LABORATÓRIO Meios de conservação: - Solução formol-salina a 10%; - Solução de DMPBS a 4% de formol; - Gluteraldeido. CONCENTRAÇÃO ESPERMÁTICA 1. Determinação pelo aspecto do ejaculado; 2. Câmara de newbauer ou hematimétrica; 3. Fotocolorimetria ou espectrofotômetro. - Câmara de Newbauer ou Hematimétrica: → Diluição prévia de volume conhecido de sêmen em meio de conservação previamente conhecido; → 1mL --------- 20 µL - 1/50; → 2mL --------- 20 µL - 1/100; → 4mL --------- 20 µL - 1/200; → 8mL --------- 20 µL - 1/400. - Preencher a câmara e deixar em repouso por 5 minutos. - Conta cabeças de espermatozoides, e não caudas; - Faz média da contagem; - Se na contagem houver diferenças dos dois lados superior a 10%, faz tudo de novo. - Microscopia de luz sob aumento de 100x ou 400x; - Contagem de cinco quadrados em cada lado da câmara; - Se houver diferença entre os dois lados da câmara > 10%, faz-se nova preparação da câmara e recontagem; - Somente cabeças espermáticas são contadas. 1 200 × 1 5 × 1 10.000 = 1 10.000.000 1 200 = 0,02 𝑚𝑙 𝑑𝑒 𝑠ê𝑚𝑒𝑛 4 𝑚𝑙 𝑑𝑒 𝑠𝑜𝑙𝑢çã𝑜 𝑓𝑜𝑟𝑚𝑜𝑙−𝑠𝑎𝑙𝑖𝑛𝑎 1 5 = 25 quadrados em sêmen fresco contam-se cinco em diagonal > equivale a 1/5 da câmara. Se contar os 25 quadrados, equivalerá a um inteiro (25/25). 1 10.000 = Volume da câmara considerando a área de 25 As = 1mm² com altura de 0,1mm > Volume = 0,1mm³ = 0,0001 cm³ = 1/10.000ml. 1 10.000.000 = Contagem da câmara x 10 x 106 Contagem 20 = 20 x 10 x 106 = 200 x 106 sptz/mL - Cada sptz contado na câmara equivale a 10 milhões de sptz/ml, mas isto é feito em sêmen cujas características estão dentro de um padrão normal (numa determinada faixa de concentração); - Em sêmen de baixa concentração usa-se contar os 25 quadrados para diminuir o erro. - Então a fórmula fica: 1 200 × 1 10.000 = 1 2.000.000 - Cada espermatozoide equivalerá a 2 milhões/mL; - Concentração/mL → Contagem = 20 x 2 x 106 = 40 x 106 sptz/mL; - Volume do ejaculado= 10 ml; - Concentração total = concentração/mL x volume do ejaculado = 40 x 106 x 10mL= 400 x 106 sptz totais. - Dependendo da diluição (1/100, 1/200 etc.), concentração fica diferente; - Necessário muita precisão quando se trabalha com sêmen congelado. ESPÉCIE VOLUME CONCENTRAÇÃO/ML JOVEM/ADULTO (X 10 6/ML) DILUIÇÃO Suínos 150-200 200-300 1/100 ou 1/200 Equinos 60-100 150-300 1/50 ou 1/100 Cães 2,5-3,0 200-800 (2ª fração) 1/50 ou 1/100 Bovino 5-9 800-2.000 1/100 ou 1/200 Caprinos e ovinos 0,8-1,0 2.000-3.000 1/100 ou 1/200 Galo 0,2-0,5 3.000-7.000 1/100 e 1/400 MORFOLOGIA ESPERMÁTICA - Não existe exame andrológico sem análise de morfologia espermática > a não ser que haja obstruções ou outras razões que justifiquem não coletar a amostra; - Permite interpretação mais precisa do quadro clínico do animal; - Testículo pode estar menor/anormal, mas na morfologia as suspeitas podem ser infundadas > necessidade de coletar; - Confirma a origem de algumas alterações patológicas que podem acontecer no testículo, epidídimo ou glândulas acessórias > permite identificar efeitos e consequências deletérias que não tem a ver com a reprodução. - Análise morfológica de reprodutores a campo é mais eficaz do que a análise clínica inicial; - Ao olhar a célula espermática, é necessário conhecer o padrão da espécie em que irá trabalhar. - Cabeça > somente núcleo (sem citoplasma); - Peça intermediária = microtúbulos envoltos em mitocôndrias > única fonte de energia que a célula espermática tem para realizar o movimento > pode ser mais longa ou curta conforme as espécies; - Cauda > permite o movimento, auxiliando no transporte > pode ser extremamente longa em algumas espécies (em felinos, por exemplos). - Características mudam conforme as espécies; - Cauda muito longa tem alta probabilidade de causar contornos em curva; - Demanda de fertilização depende da espécie > animais monogâmicos tem nível de exigência diferente de animais que fazem diferentes montas em várias fêmeas; - Classificações de patologias: → Defeitos primários > origem testicular; → Defeitos secundários > origem epididimária; → Defeitos terciários. - Uma estrutura morfológica constante em determinada espécie pode não ter impacto na fertilidade, se a espécie mantém a fertilidade natural dela. CÉLULA ESPERMÁTICA ACROSSOMO: - Algumas espécies possuem ou não crista no acrossomo; - Pode ter descolamento, rugosidade, perda de material.PEÇA INTERMEDIÁRIA: - Mamíferos: composta por 9 pares de microtúbulos interligados por estruturas de proteína + 2 pares de microtúbulos centrais; - Envolto por um grupo de mitocondrias; - Deslizamento entre os microtúbulos > fazem o movimento da cauda; - Microtúbulos se afilam no final > 1 par de microtúbulos central, com os outros unidos entre si; - Ruptura dessas estruturas levam a perda total ou irregularidade do movimento. CABEÇA DO ESPERMATOZOIDE: - Linha equatorial = onde se insere o acrossomo > forma crista apical (densa em ovinos, ausente em bovinos); - Material genético do macho na parte de dentro > se possui alterações, podem refletir em características de alterações morfológicas (anormalidades estruturais importantes). AVALIAÇÃO DA MORFOLOGIA ESPERMÁTICA POR LÂMINA CORADA: - Algumas patologias não são visualizadas direito > necessário ter multifuncionalidade para entender se há comprometimento/é artefato ou não. 1. Após coleta de sêmen > preparação de esfregaços: - Preferente > lâminas aquecidas; - Lâmina posicionada em ângulo de 45 graus; - Puxar o sêmen. 2. Métodos de coloração: - Corante de Williams (fucsina – eosina); - Cerovsky = Vermelho – congo; - Karras. 3. Microscopia de campo claro: - Aumento de 1000-2000 vezes sob imersão. - Contar 200 células > não conta todos os defeitos > geralmente conta os de forma e de tamanho. Defeitos contados - cabeça: - Subdesenvolvido; - Cabeça isolada patológica > não conta cabeça isoladas normais; - Estreito na base; - Piriforme > associado à condição de perda de material genético; - Pequena anormal; - Contorno anormal > achatadas, dobradas, com perda de material; - Formas teratológicas > duplicidade de cabeça, peça ou caudas. Defeitos menores – menor impacto: - Cabeça delgada > célula se afila, comparada as outras; - CGLP (cabeça do espermatozoide Curta, Gigante, Larga ou Pequena normal); Defeitos de inserção da peça intermediária na cabeça: - Abaxial > peça intermediária inserida lateralmente (normal em equinos) - Retroaxial > peça intermediária retorna/passa sobre a cabeça; - Oblíquo. Estrutura piriforme (maior e afila inteira, como uma pêra) x cauda enrolada (dag defect). Normal x cauda fortemente dobrada e caudas grandes. PREPARAÇÃO ÚMIDA: - Material preparado em campo: turvar ligeiramente > 1 mL de formol salina a 10% (formol puro diluido 100 mL de formol para 900 mL de solução salina) ou solução de gluteraldeído, ligeira/aquecidas > - Solução deve manter um pH próximo do ejaculado (6,8 - 7,2) > se está muito ácido ou básico, pode dar problemas de cauda e edema de acrossomo > osmolaridade da solução estará inadequada; - Osmolaridade adequada = 3; - Excesso de material > muitos sobrenadantes; - Preparação: uma gota entre lâmina e lamínula; - Microscopia de contraste de fase ou interferência; - Aumento de 1000 a 1250xx; - Contar entre 200 a 400 células. Defeitos contados: - Acrossomo: → Edema (defeito terciário, pode acontecer pelo meio de concentração com osmolaridade inadequada ou pelo projeto de congelamento inadequado); → Rugoso; → Knobbed (perda de material); → Vesiculoso; → Destacamento do acrossomo (defeito terciário, decorrente do processo de congelamento). - GCP (Gota Citoplasmática Proximal) > citoplasma aderido na peça intermediária, que normalmente sai no trânsito espermático > quando não sai e fica proximal, é considerada uma alteração de grande impacto na fertilidade, reflete alteração bioquímica epididimária, ou pode ser uma alteração no testículo (degeneração testicular, por exemplo) > considerada um defeito maior; - Pouch formation (diadema ou colar de pérolas) > problema de condensação do DNA, começa a formar halos; - Peça intermediária saca-rolha (corckscrew) > mitocôndrias com falhas e irregularidades; - Pseudogota > resíduo de citoplasma preso lateralmente na cauda (defeito de cauda); - Outros defeitos de Peça Intermediária> PI fraturada, Stump, PI disfribilada (centríolos se separam), PI desnuda; - Dag defect > defeito de peça intermediária ou de cauda? - CFD/CFE (Cauda Fortemente Dobrada e Cauda Fortemente Enrolada); - Acrossoma desprendido; - GCD (Gota Citoplasmática Distal) > resíduo de citoplasma preso em toda PI/cauda; - CDS/CES (Cauda Dobrada Simples e Causa Enrolada Simples) > defeito menor > pode ter gota anexa; - Cabeça isolada normal > quando não há peça nenhuma (defeito simples). A = cabeça normal com gota distal; B = knobbed. C = knobbed; D = Dag defect. DEFEITOS DE CABEÇA: Normal. Knobbed e suas variações. Piriforme, estreito na base e variação (piriforme). ACROSSOMA: Defeito maior/primário: Acrossoma ausente, knobbed, acrossoma vesiculoso, acrossoma rugoso. A = knobbed, edema de acrossomo; B = knobbed com peça intermediária oblíqua. Knobbed. Delgado: Célula gigante x célula normal. Piriforme/delgado de base: Piriforme x estreito na base. Pouch formation (diadema ou colar de pérolas). DEFEITOS DE CAUDA: Dobrada com gota, dobrada simples, fortemente dobrada. Dobrada dupla, fortemente enrolada, enrolada porção terminal. Encurvada (choque osmótico), enrolada na cabeça, fortemente enrolada. Cauda enrolada simples x cauda fortemente enrolada. DEFEITOS NA PEÇA INTERMEDIÁRIA: Edema e desnuda x dag defect. Dupla implantação de PI/Knobbed x PI fraturada. LOCALOZAÇÃO DAS MORFOLOGIAS ESPERMÁTICAS CABEÇA: - Acrossoma; - Cabeça piriforme, delgada, CGLP; - Isolada normal/anormal; - Pouch formation, crateras, diademas; - Contorno anormal; - Cabeças duplas (formas teratológicas); - Inserção abaxial. CAUDA - PI: - Colo irregular; - Dobrada (com ou sem gota); - Enrolada; - Parcial ou totalmente desnuda; - Corkscrew (saca-rolha); - Espessada ou edemaciada; - Irregular. CAUDA - PEÇA PRINCIPAL: - CDS/CFD; - CFE. OUTRAS ASSOCIADAS À CAUDA: - Pseudogotas; - GCP/GCD; - Abaxial/Retroaxial; - Duplas (formas teratológicas); - Cauda enrolada na cabeça. DEFEITOS PRIMÁRIOS E SECUNDÁRIOS PRIMÁRIOS (ORIGEM TESTICULAR - ESPERMATOGÊNESE): - Cabeça piriforme, delgada, CGLP; - Isolada normal; - CFE; - Formas duplas (formas teratológicas); - Inserção abaxial; - Defeitos de PI. SECUNDÁRIOS (ORIGEM EXTRA-GONADAL-EPIDIDIMÁRIA): - Isolada normal; - GCP; - GCD; - CDS; - Acrossoma desprendido; TERCIÁRIOS (ADQUIRIDOS POR MANIPULAÇÃO): - PI e caudas enrugadas; - PI em curva; - Destacamento de acrossomo. ALGUNS DEFEITOS PODEM SER PRIMÁRIOS E SECUNDÁRIOS: - Ex.: GCP > pode ser originada no testículo – decorrente de uma má formação da célula espermática (impede deslizamento) > originada de uma disfunção epididimária; - Cabeça isolada > primária pois se origina de um defeito da inserção da PI no colo > secundária devido a uma função epididimária anormal. DEFEITOS MAIORES E MENORES - Relaciona se defeitos maiores com a infertilidade e menores como aqueles que não tem sido diretamente associado a infertilidade; - Alguns defeitos menores são estruturais e podem tornar a fertilização impossível; - Não deve utilizar as mesmas comparações para animais de espécies diferentes. DEFEITOS MAIORES (BLOM, 1973): - Acrossoma; - Estreito na base; - Cabeça isolada patológica; - Subdesenvolvido; - Piriforme; - Cauda dobrada com gota; - Cauda enrolada na cabeça; - CFD/CFE; - Coloração anormal; - Contorno anormal; - Pequeno anormal; - Pouch formation; - Peça intermediária em saca-rolha (corckscrew); - Outros defeitos de PI – dag defect; - Pseudogota; - Formas teratológicas; - GCP. DEFEITOS MENORES (BLOM, 1973): - Cabeça delgada; - CGLP (cabeça curta, gigante, larga ou pequena, normal); - Abaxial, retroaxial ou oblíquo; - Acrossoma desprendido; - GCD; - CDS/CES (inclusive com gota anexa); - Cabeça isolada normal. DEFEITOS COMPENSÁVEIS X NÃO COMPENSÁVEISCOMPENSÁVEIS: - Ao aumentar a concentração espermática, diminui o impacto na fertilidade. - Espermatozoides anormais, que não são transportados ao oviduto; - Ou espermatozoides que são transportados, mas que não são capazes de penetrar a zona pelúcida; - Há aumento da possibilidade de fertilização com aumento da concentração espermática > nível de interpretação deve ser muito cuidadoso. NÃO COMPENSÁVEIS: - Não possui grande impacto na concentração > fertilidade é mantida; - Apesar dos defeitos, chegam até o oviduto, competem e podem fertilizar. - Ex.: Pouch formation: espermatozoides anormais que são transportados ao oviduto, são capazes de penetrar a zona pelúcida, desencadear a reação acrossomal e não podem ser compensados por aumento da concentração espermática. QUESTÕES 1. Para enviar ao laboratório amostra de sêmen para análise de morfologia espermática de um carneiro, a diluição correta é: a) 10 microlitros de solução de DMBS a 4% de formol em 1mL de sêmen. b) 1mL de ejaculado em 1mL de solução de DMBS a 4% de formol. c) Pipetar gotas de sêmen até a solução conservante turvar. d) Ponha 1 gota de sêmen em uma gota de solução conservante sobre a lâmina identificada e realize um esfregaço. e) 20 microlitros de solução de DMBS a 4% de formol em 4 ou 8mL de sêmen. 2. A diluição de 20 microlitros do ejaculado em 4mL de solução conservante corresponde a que proporção de diluição? R: 3. O testículo de um touro com 6cm de largura e 12 cm de comprimento, seria considerado: R: 4. Os testículos de um carneiro apresentam largura = 8cm e comprimento = 10cm. Qual a forma dos testículos? R: 5. Um garanhão apresentou uma lesão de coluna e não consegue mais realizar a ereção. Qual alternativa de coleta de sêmen seria viável? R: 6. Calcule a concentração espermática/ml e a total: Cão: Lava Jato; Raça: Rotweiller Volume do ejaculado = 1,5mL Motilidade = 50%; vigor = 3; turbilhonamento = 2 Diluição da amostra para contagem espermática: 1/50 Contagem de toda a câmara de Neubauer: - Lado superior da câmara: 120 espermatozoides; - Lado inferior da câmara: 116 espermatozoides. R: 7. Calcule a concentração espermática/ml e a concentração total deste touro: Touro: Urapuru; Raça: Nelore; Idade: 6 anos Volume do ejaculado= 7,5mL Motilidade = 50%; vigor = 3; turbilhonamento = 2 Diluição da amostra para contagem espermática: 1/100 Contagem de 1/5 da câmara de Neubauer: - Lado superior da câmara: 220 espermatozoides; - Lado inferior da câmara: 216 espermatozoides. Avalie a preparação e corrija se necessário. R: