Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Segundo Jeffrey Young, PhD 
 
 
Psicóloga Ms. Eliana Melcher Martins 
 
Mestrado pela Unifesp 
Doutoranda pelo Depto. de Neurociências e Neurologia da Unifesp 
Especialista em Medicina Comportamental e 
Formação em Terapia Cognitivo-Comportamental no Beck Institute na 
 Philadelphia - EUA 
Psicóloga Clínica 
*
*Professor do Depto. de Psiquiatria da Columbia 
University 
*Fundador do Centro de Terapia Cognitiva de 
Nova York e Connecticut. 
*Fundador do Instituto de Terapia do Esquema, 
em Nova York 
*Diversos trabalhos com Aaron Beck e outros 
pesquisadores da Terapia Cognitiva 
 
Livros 
 Terapia do Esquema – Guia 
de Técnicas Cognitivo-
Comportamentais 
inovadoras, Artmed – 2008, 
368 pags. 
 
 
 Terapia Cognitiva para 
Transtornos da 
Personalidade: Uma 
abordagem focada no 
Esquema, Artmed – 2003, 
88 pags. 
 Tem sua história relativamente ligada aos 
teóricos Piaget e Bartlett, primeiros a definir 
e descrever um esquema como: 
 
“Estruturas que integram e atribuem 
significados aos eventos”. 
 
 
Beck & Freeman (1993) 
 
 
Esquema é uma estrutura cognitiva que filtra, 
codifica e avalia os estímulos ao qual o 
organismo é submetido. 
 
 Young (2003) propõe alguns constructos para 
tratamento de pacientes com transtorno de 
personalidade, que seriam muito difíceis de 
tratar por meio do modelo cognitivo 
tradicional. 
 
 Propõe uma expansão do modelo cognitivo 
proposto por Beck. 
 
 
 
 Expansão da Terapia Cognitiva para 
 Transtornos de Personalidade 
 
 As cognições e comportamentos são mais rígidos nos 
transtornos de personalidade 
 
 A lacuna entre a mudança cognitiva e emotiva é muito 
maior nos transtornos de personalidade 
 
 Os relacionamentos íntimos são mais centrais aos 
problemas de pacientes com transtornos de 
personalidade 
 
 Muitos pacientes com transtornos de personalidade 
não obedecem às técnicas da TCC tradicional (por 
exemplo, RPD, tarefas de casa) 
 Maior ênfase no relacionamento terapêutico 
 
 Maior ênfase no afeto (por ex.: imagens mentais, 
roleplaying) e nos estados de humor 
 
 Maior discussão das origens na infância e nos processos 
durante o desenvolvimento 
 
 Maior ênfase nos estilos de enfrentamento de toda a vida 
(e.g.evitação e compensação) 
 
 Maior ênfase nos temas centrais entrincheirados 
(i.e.,esquemas) 
 
 Teoria que integra e unifica 
 
 Elaborada para tratar uma série de dificuldades 
 emocionais arraigadas, em indivíduos e casais 
 
 Com origens significativas no desenvolvimento durante a 
 infância e adolescência 
 
Combina modelos 
 cognitivos-comportamentais 
 de apego 
 Gestalt 
 psicodinâmicos 
 e focados na emoção 
 Exploração das origens na infância 
 
 Foco na Relação Terapêutica 
 
 Reparação Parental Limitada 
 
 Confrontação Empática 
 
 Enfatiza o insight e o processamento do trauma 
 
 Transferência e Contratransferência 
 
 Estrutura da personalidade 
 
 Posição ativa do terapeuta X neutralidade do psicanalista 
 
 Não se baseia em pulsões sexuais e agressivas instintivas 
 
 Baseia-se nas necessidades emocionais fundamentais 
 
 Na coerência cognitiva 
 
 Mecanismos de defesa X estilos de enfrentamento 
 
 Terapeuta mais passivo X integrador ( Técnicas de imagens 
e dramatizações – tarefa de casa ) 
 Os seres humanos (e outros animais) tem um instinto de 
vínculo que visa estabelecer um relacionamento com a mãe 
(ou cuidador). 
 
 O desenvolvimento emocional infantil avança do apego à 
autonomia e à individuação (Bowlby, 1969, 1973, 1980). 
 
 Se a mãe reconhece as necessidades de proteção do bebê, ao 
mesmo tempo em que respeita sua necessidade de 
independência, a criança desenvolverá um modelo interno de 
self como meritório e competente. Caso contrário, a criança 
pode desenvolver um self de sem valor ou incompetente. 
 
 Young incorporou a ideia da mãe como base segura à noção de 
reparação parental limitada. 
 
 
 
 
 
 
 Apego Evitador 
 
 evita a mãe 
 chorar não adianta 
 não pede socorro 
 Fica aflita e disfarça 
 Finge que não sofre 
 Reprime suas necessidades emocionais 
 Mães pouco sensíveis 
 não tem certeza se a mãe está ou não 
 Pais viajam muito 
 
 
Apego Ansioso Ambivalente 
 
 bebês dependentes 
 ansiosos 
 agarram-se mais 
 choram muito c/separação 
 bravas com a volta da mãe 
 amor e raiva 
mistura quero e ignoro 
 
 
Apego Seguro 
 
 Amigáveis com a mãe 
 Exploram o ambiente estranho 
 Aliviam-se com a reunião 
 Na volta deixam-se consolar 
 
 Aplicou a teoria do apego à psicoterapia. 
 Pacientes apresentam vínculo inseguro e 
desorganizado. 
 A tendência do paciente é mostrar esse vínculo 
inadequado na relação terapêutica 
 
 Objetivo da terapia: reavaliar os modelos internos 
inadequados para se relacionar com figuras de 
apego. 
 
 Entendendo a origem desta relação, o terapeuta 
coloca-se como base segura no trabalho 
psicoterápico 
 Cognitivo-analítica de Ryle 
 Aspectos educativos e ativos da cognitiva e 
relações objetais – ênfase na intelectual 
 
 Terapia focada na emoção de Leslie Greenberg – 
reconhecer, expressar, verbalizar emoções e 
acessar recursos internos (Técnica da Cadeira Vazia 
e outras de regulação emocional) 
 
 Tratamento de dificuldades emocionais 
arraigadas – Transtornos de Personalidade 
 
 Amplia a Terapia Cognitivo-Comportamental 
 
 
 TCC eficaz para transtornos do antigo eixo 1 do DSM IV 
 20 sessões: redução dos sintomas 
 formação de habilidades 
 solução de problemas atuais 
 Pesquisas – índices altos de recidivas 
 
 Problemas com a TCC: 
 
 Pacientes não se livram dos sintomas ao término da terapia 
 
 Resolvem os problemas clínicos ou psiquiátricos e tem 
 como foco os problemas mais profundos ou de personalidade. 
 
 TCC sem 1 problema específico como alvo 
 Problemas vagos e difusos. Não há desencadeadores claros: 
 Problemas mais complexos e sem um foco específico 
 Dificuldades nos relacionamentos em geral 
 
EXEMPLOS 
• Paciente com Agorafobia: 
• Livra-se dos sintomas do transtorno (respiração e 
exposição gradual) 
• mas pode recidivar se não for tratado seu esquema de 
dependência e vulnerabilidade 
 
• Paciente com TOC 
• Pode livrar-se dos sintomas do transtorno, mas pode 
precisar tratar um esquema de defectividade, pois com 
a doença afastou-se do mundo 
 Pacientes não acessam pensamentos e emoções, parece 
 não terem contato com eles 
 
 Desenvolvem evitação cognitiva e afetiva 
 
 Bloqueiam pensamentos e imagens perturbadoras 
 
 Evitam as próprias memórias e seus sentimentos negativos 
 
 Evitam olhar fundo dentro de si mesmos 
 
 Evitam o avanço 
 
 
 
 Evitação aprendida reforço redução de sentimentos 
 negativos 
Mudança de Comportamento através: 
 
 Prática da análise empírica 
 
 Discurso lógico 
 
 Experimentação 
 
 Exposição Gradual 
 
 Repetição 
 
 
 Os pacientes com problemas mais difíceis sabotam 
 essas iniciativas 
Difíceis de mudar 
 
 Inflexíveis/Rígidos 
 
 Problemas são parte de sua identidade 
 
 Problemas egossintônicos 
 
 Agressivos em relação à mudança 
 Não costuma ser trabalhada na TCC como foco principal 
 
 Dificuldade destes pacientes em fazer vínculo desde cedo 
 
 Não confiam no terapeuta (borderline, dependente) para uma 
relação segura 
 
 Narcisista, paranoide, esquizoide ou obsessivo-compulsivo são 
desconectados ou hostis 
 
 Problemas-alvo prontamente discerníveis 
 
 Estes pacientes apresentam problemas difusos: 
 relacionamento ansioso, 
 não conseguem atingir o potencial desejadono trabalho, 
 sensação de a vida ser um vazio 
Enfatiza aspectos característicos de personalidade e 
 não só os sintomas 
 
Eficaz nos tratamentos de: 
 
 depressão ou ansiedade crônicas 
 transtornos alimentares 
 problemas difíceis de casal 
 dificuldades de relacionamentos íntimos 
satisfatórios 
 
 Ajuda criminosos 
 
 Evita recaídas entre usuários de álcool e drogas 
 Por Jeffrey Young 
 (11’ 14”) 
 
Terapia Focada no 
Esquema 
http://www.faborit.com/destacados/
Conjunto de características psicológicas que 
determinam os padrões de pensar, sentir e agir. 
 
 “Jeitão de ser”... Ou “Conjunto das características 
marcantes de uma pessoa“. 
http://www.mdemariaatelie.com.br/2013/04/segunda-especial-mais-bela-do-que-eu.html
Componente inato Temperamento (base biológica 
instintiva e geneticamente determinada): características 
afetivas e volitivas como o humor, extroversão, afetividade 
e impulsividade. 
 
Componente adquirido Caráter: inclui valores éticos e 
morais e conteúdos incorporados durante o 
desenvolvimento do indivíduo. 
Porém, é difícil precisar o quanto de 
DNA e o quanto de ambiente 
existem na formação e manutenção 
da personalidade. 
 
http://astrologiadadepressao.com/2013/12/15/as-loucurinhas-de-cada-signo/
Situações ativadoras ou desencadeantes 
Crenças e 
Pensamentos 
Emoções e 
Comportamentos 
Esquemas Iniciais ou Remotos 
Adaptativos Desadaptativos 
Fatores Genéticos e Hereditários/Temperamento 
Experiências Infantís Ambiente 
 É considerado o componente biológico da personalidade. 
 Possui um substrato biológico e hereditário. 
 É suscetível à influencia dos fatores ambientais. 
 
 
 Segundo Eisenbergetal (2000), as principais características 
são: 
 Manifestação durante a infância; 
 Relativa estabilidade ao longo do tempo; 
 Presença de substrato biológico evidenciável e hereditário; 
 Suscetibilidade à influência de fatores ambientais. 
 
 Evitação de dano: 
 
Natureza esquiva, passiva e tímida devido à 
inibição de comportamentos frente à 
possibilidade de frustração ou ameaça. 
 Corresponde ao indivíduo pessimista, passivo, 
medroso e tímido. 
 
 Por outro lado, cauteloso e planejador. 
 
 OBS.: Pode ser adicto por medo. 
 Depressão, Transtorno do humor de Ansiedade. 
 
Natureza impulsiva, curiosa e impaciente 
frente à possibilidade de satisfação. 
 Corresponde à impulsividade, irritabilidade, 
exploração e extravagâncias. 
 
 Em contrapartida, favorece a inovação, 
entusiasmo e recompensa. 
 
OBS.: Bipolar, Borderline (grupo B), TDH 
 
Natureza sentimental, voltada ao apego e 
empatia. 
 Indivíduo afetivo, sentimental, caloroso e 
aberto. 
 
 Por outro lado, inseguro, suscetível e 
submisso. “bonzinho” 
 
 OBS.: Risco de adicção para criar coragem. 
 Esquiva / Dependente, suscetível ao bullyng. Indivíduo que 
lhe falta possibilidades, recursos a serem desenvolvidos. 
 
Natureza determinada e perfeccionista, 
capaz de persistir em tarefas de longa 
duração e representar obstáculos como 
desafios. 
 Indivíduo assíduo, determinado, entusiástico, 
e perfeccionista. 
 
 Em contrapartida rígido e inadaptado. 
 
 OBS.: Pode ser adicto para aumentar a performance = 
anfetaminas 
 Transtorno do humor, Anti-social, TOC, TAG, Esquizotípicos. 
 
1 – Constituído por fatores transmitidos 
geneticamente e também pelos que se desenvolveram 
durante a vida intrauterina. 
2 – Experiências infantis que adquirem relevante 
importância pela idade em que ocorrem e são 
decisivas na formação da personalidade. 
3 – Fatores atuais ou desencadeantes produzem a 
sintomatologia, ou seja, ativam efeitos ou sintomas. 
 
 Um ESQUEMA ou um conjunto deles é o produto final 
de uma complicada série de fatores e situações que 
aparecem HOJE, mas que na realidade se originaram em 
outro tempo e em outro lugar. 
 
 Padrão imposto à realidade ou à experiência 
 
 Ajuda o indivíduo a explicar essa experiência 
 
 Media a percepção e guia suas respostas 
 
 A Psicologia Cognitiva define-o como plano cognitivo 
 abstrato – interpreta e soluciona problemas 
 
 Necessidade de coerência cognitiva = manter a visão estável 
 de si e do mundo, mesmo que seja imprecisa e distorcida 
 
 Beck – princípio organizativo amplo para se entender a 
 própria experiência 
 
 
 Adaptativo 
 Desadaptativo 
 Formado na infância ou posteriormente 
 
 Esquemas nocivos podem estar no centro da 
formação de um transtorno de personalidade, 
problemas caracterológicos mais leves ou os do 
antigo eixo 1 do DSM IV 
 
 Há esquemas remotos e posteriores 
 Segurança 
 “Base Estável”, Previsibilidade 
 Amor, Carinho e Atenção 
 Aceitação e Elogio 
 Empatia 
 Limites Realistas 
 Validação de Sentimentos, Necessidades 
 
 
 Os esquemas iniciais desadaptativos se 
desenvolvem quando necessidades centrais e 
específicas não são atendidas na infância 
 
 - (Questionário de Estilos Parentais - IPY) 
 Ajudar os pacientes a terem suas 
necessidades centrais atendidas 
 
De uma maneira adaptativa 
 
 Através da mudança de 
 esquemas desadaptativos 
 estilos de enfrentamento 
modos 
 Um tema ou padrão amplo e difuso 
 
 Compreende memórias, emoções e cognições 
 
 Quanto a si mesmo e aos relacionamentos com os 
outros 
 
 Desenvolvido durante a infância ou adolescência, e 
elaborado durante toda a vida da pessoa 
 
 Disfuncional em um grau significativo 
Domínios de Esquemas Associados 
• DESCONEXÃO E REJEIÇÃO 
 
• AUTONOMIA E DESEMPENHO PREJUDICADOS 
 
• LIMITES PREJUDICADOS 
 
• ORIENTAÇÃO PARA O OUTRO 
 
• SUPERVIGILÂNCIA E INIBIÇÃO 
• Questionário dos Esquemas (QEY) 
DESCONEXÃO E REJEIÇÃO 
 
Abandono/Instabilidade 
 
Desconfiança e Abuso 
 
Privação Emocional 
 
Defectividade/Vergonha 
 
Isolamento social/Alienação 
AUTONOMIA E DESEMPENHO 
PREJUDICADOS 
 
Dependência/Incompetência 
 
Vulnerabilidade 
 
Emaranhamento/Self Subdesenvolvido 
 
Fracasso 
*
Merecimento/Grandiosidade 
 
Auto-Controle/Autodisciplina 
insuficientes 
 
*ORIENTAÇÃO PARA O OUTRO 
Subjugação 
 
Auto-sacrifício 
 
Busca de aprovação/Reconhecimento 
 
SUPERVIGILÂNCIA E INIBIÇÃO 
 
Negativismo/Pessimismo 
 
Inibição emocional 
 
Padrões inflexíveis/Crítica 
exagerada 
 
Caráter punitivo 
 
Desconexão e Rejeição 
• Neste grupo há a expectativa de que as necessidades de 
segurança, estabilidade, carinho, empatia, compartilhamento 
de sentimentos, aceitação e respeito não serão atendidas de 
uma maneira previsível. 
 
• A família de origem é normalmente desligada, fria, 
rejeitadora, refreadora, solitária, explosiva, imprevisível ou 
abusiva. 
Desconexão e Rejeição 
• Abandono/Instabilidade (AB) 
 
• Desconfiança/Abuso (DA) 
 
• Privação Emocional: Carinho, Empatia,Proteção 
• (PE) 
 
• Defectividade/Vergonha(DV) 
 
• Isolamento Social/Alienação (IS) 
 
Abandono/Instabilidade (AB) 
 • Instabilidade ou falta de confiabilidade percebida 
daqueles disponíveis para apoio e conexão. 
 
• As pessoas significativas não serão capazes de continuar 
a dar apoio emocional, conexão, força ou proteção 
prática por estarem emocionalmente instáveis e 
imprevisíveis (por ex. ataques de raiva). 
 
• As pessoas significativas não são confiáveis ou estão 
presentes de forma errática, pois morrerão a qualquer 
momento ou porque abandonarão o paciente em favor 
de alguém melhor. 
 
 
 
Desconfiança/Abuso (DA) 
 • A expectativa de que outros vão magoar, abusar, 
humilhar, enganar, mentir, manipular ou tirar vantagem. 
 
• Normalmente envolve a percepção de que o dano é 
intencional ou resultante de negligência injustificadae 
extrema. 
 
• Pode incluir a noção de que a pessoa sempre acaba 
sendo enganada pelos outros ou a ideia de que a “corda 
sempre arrebenta do lado mais fraco”. 
 
 
 
Privação Emocional: 
Carinho, Empatia, Proteção 
(PE) 
 • Expectativa de que o desejo da pessoa de receber um grau 
normal de apoio emocional não será adequadamente 
atendido pelos outros. 
As 3 principais formas de privação são: 
 
• Privação de carinho: ausência de atenção, afeição, carinho ou 
companheirismo. 
 
• Privação de empatia: ausência de compreensão, escuta, auto-
revelação ou compartilhamento mútuo de sentimentos por 
parte dos outros. 
 
• Privação de proteção: ausência de força, direcionamento ou 
orientação por parte dos outros. 
 
 
Defectividade/Vergonha(DV) 
 • O sentimento de que a pessoa é defectiva (defeituosa, 
inadequada), má, indesejada, inferior ou sem validade em 
aspectos importantes ou de que, se exposta, não seria digna 
do amor das pessoas significativas. 
 
• Pode envolver hipersensibilidade à crítica, rejeição e acusação; 
constrangimento, comparações e insegurança quando está 
perto dos outros ou um sentimento de vergonha pelos 
defeitos percebidos de si mesmo. 
 
• Esses defeitos podem ser privados (por ex. egoísmo, impulsos 
raivosos, desejos sexuais inaceitáveis) ou públicos (por ex. 
aparência física indesejável, inabilidade social). 
 
 
Isolamento Social/Alienação (IS) 
 
 
 
O sentimento de que a pessoa está isolada 
do resto do mundo, é diferente das outras 
pessoas e/ou não faz parte de nenhum 
grupo ou comunidade. 
 
AUTONOMIA E DESEMPENHO 
PREJUDICADOS 
 Neste grupo há a expectativa sobre si mesmo 
e o ambiente que interferem em sua 
capacidade percebida de se separar, 
sobreviver, funcionar de modo independente 
ou ter bom desempenho. 
 
 A família de origem normalmente é 
emaranhada, mina a confiança da criança, é 
superprotetora ou falha em dar reforço à 
criança para ter desempenho competente fora 
da família. 
AUTONOMIA E DESEMPENHO 
PREJUDICADOS 
 Dependência/Incompetência (DI) 
 
 Vulnerabilidade a Danos e Doenças (VD) 
 
 Emaranhamento/Self Subdesenvolvido (EM) 
 
 Fracasso (FR) 
DEPENDÊNCIA/INCOMPETÊNCIA (DI) 
 
 Crença de que a pessoa é incapaz de lidar com as 
responsabilidades do dia a dia de maneira 
competente sem considerável ajuda dos outros 
 
 (por ex. cuidar de si mesmo, resolver problemas 
diários, ter discernimento, se envolver em novas 
tarefas, tomar boas decisões). 
 
 Muitas vezes se apresenta como desamparo. 
 
 
VULNERABILIDADE A DANOS E DOENÇAS (VD) 
 
 Medo exagerado de que uma catástrofe iminente se 
abaterá a qualquer momento e que a pessoa não será 
capaz de evitá-la. 
 
 Os temores estão concentrados em um ou mais dos 
seguintes: 
 a) Catástrofes Médicas (por ex. colapso cardíaco, 
AIDS); 
 
 b) Catástrofes emocionais (por ex. enlouquecer); 
 
 c) Catátrofes Externas (por ex. o elevador 
despencar, ser vítima de criminosos, o avião cair, 
terremotos) 
 
 
 
 
 
 
 
 
EMARANHAMENTO/SELF SUBDESENVOLVIDO 
(EM) 
 
 Envolvimento emocional e proximidade excessivos com uma ou 
mais pessoas significativas (geralmente os pais), às custas da 
individuação total ou desenvolvimento social normal. 
 
 Muitas vezes envolve a crença de que pelo menos um dos 
indivíduos emaranhados não é capaz de sobreviver ou ser feliz 
sem o constante apoio do outro. 
 
 Também pode incluir sentimentos de ser sufocado pelos outros ou 
fundido com eles ou identidade individual insuficiente. 
 
 Frequentemente experenciado como um sentimento de vazio e de 
ser desajeitado, não ter direção ou, em casos extremos, o 
questionamento da própria existência. 
 
 
FRACASSO (FR) 
 
 A crença de que a pessoa fracassou, vai 
inevitavelmente fracassar ou de ser 
fundamentalmente inadequada em relação aos 
seus pares, em áreas de conquista (na escola, 
carreira, esportes, etc.). 
 
 Muitas vezes envolve crenças de que a pessoa é 
burra, inábil, sem talento, de ter menor status e 
menos sucesso do que os outros, etc. 
 
 
Limites Prejudicados 
• Neste grupo há a deficiência em limites internos, responsabilidade 
com os outros ou orientação para metas de longo prazo. 
 
• Leva à dificuldade de respeitar os direitos dos outros, cooperar com 
os outros, assumir compromissos ou estabelecer e satisfazer metas 
pessoais não realistas. 
 
• A família de origem normalmente caracteriza-se pela permissividade, 
excesso de indulgência, falta de direcionamento ou um sentimento de 
superioridade, ao invés de confrontação, disciplina e limites 
apropriados em relação a assumir responsabilidades, cooperar de 
maneira recíproca e estabelecer metas. 
 
• Em alguns casos, a criança pode não ter sido pressionada para 
tolerar níveis normais de desconforto ou não ter 
 recebido supervisão, direcionamento ou orientação adequados. 
Limites Prejudicados 
• Merecimento/Grandiosidade (ME) 
 
• Autocontrole/Autodisciplina Insuficientes (ACI) 
 
Merecimento/Grandiosidade (ME) 
 
• A crença de que a pessoa é superior a outras pessoas; merece ter 
direitos e privilégios especiais ou de não estar obrigada a seguir 
regras de reciprocidade que orientam a interação social normal. 
 
• Muitas vezes envolve a insistência em fazer tudo o que quer, não 
importando o que seja realista, o que os outros considerem razoável 
ou o custo para os outros ou um enfoque exagerado na superioridade 
(por ex. estar entre os bem sucedidos, famosos, ricos) a fim de 
conquistar poder ou controle (não tanto por atenção ou aprovação). 
 
• Às vezes inclui excesso de competitividade ou dominação em 
relação aos outros: afirmar o próprio poder, impor o próprio ponto de 
vista ou controlar o comportamento dos outros em conformidade com 
os próprios desejos, sem empatia ou preocupação com as 
necessidades ou sentimentos dos outros. 
 
 
Autocontrole/Autodisciplina Insuficientes 
(ACI) 
 • Dificuldade ou recusa de exercer autocontrole e 
tolerância à frustração suficientes para alcançar as metas 
pessoais ou de restringir a expressão excessiva das 
emoções e impulsos. 
 
• Em sua forma mais branda, o paciente apresenta ênfase 
exagerada na evitação do desconforto: evitando dor, 
conflito, confronto, responsabilidade ou extenuação, às 
custas da realização, comprometimento ou integridade 
pessoal. 
 
 
Orientação para o outro 
 Neste grupo há um enfoque excessivo nos 
 desejos, sentimentos e respostas dos outros, 
 às custas das próprias necessidades, a fim de obter amor e 
 aprovação, manter o sentimento de conexão ou evitar 
 retaliação. 
 
 Normalmente envolve supressão e falta de consciência da própria 
raiva e das inclinações naturais. 
 
 A família de origem normalmente baseia-se na aceitação 
condicional: crianças devem suprir aspectos importantes de si 
mesmas a fim de obter amor, atenção e aprovação. 
 
 Em muitas dessas famílias, as necessidades emocionais e desejos – ou 
aceitação e status social – dos pais são mais valorizados do que as 
necessidades e sentimentos singulares de cada criança. 
Orientação para o outro 
 Subjugação (SB) 
 
 Auto-Sacrifício (AS) 
 
 Busca de Aprovação/de Reconhecimento (BA) 
 
Subjugação (SB) 
 
 Rendição excessiva do controle aos outros porque a pessoa se 
sente coagida – normalmente para evitar a raiva, retaliação 
ou abandono. 
 
As duas formas principais de subjugação são: 
 Subjugação das Necessidades: supressão das preferências, 
decisões e desejos da pessoa 
 Subjugação das Emoções: supressão da expressão emocional, 
principalmente a raiva. 
 
 
Subjugação (SB) 
 
 Normalmente envolve a percepção de que os próprios desejos, opiniões e 
sentimentos não são válidos ou importantes para os outros. 
 
 Frequentemente apresenta-se como complacência excessiva, combinada 
com a hipersensibilidadea sentir-se encurralado. 
 
 Em geral leva a um aumento da raiva, manifestada através de sintomas 
desadaptativos (por ex. comportamento passivo-agressivo, explosões 
descontroladas de raiva, sintomas psicossomáticos, retirada da afeição, 
“fingimento de doenças”, abuso de substâncias. 
 
 
 
Auto-Sacrifício (AS) 
 
 Enfoque excessivo na satisfação voluntária das necessidades dos outros em 
situações do dia a dia, às custas da própria gratificação. 
 
 As razões mais comuns são: evitar causar dor aos outros, evitar a culpa por 
sentir-se egoísta ou manter a conexão com outros percebidos como 
carentes. 
 
 Geralmente decorre de uma sensibilidade aguda à dor dos outros. 
 
 Às vezes leva a um sentimento de que as próprias necessidades não estão 
sendo adequadamente satisfeitas e ao ressentimento em relação àqueles 
que estão sendo cuidados (Sobrepõe – se ao conceito de co-dependência). 
 
 
 
Busca de Aprovação/de 
Reconhecimento (BA) 
 
 Ênfase excessiva em obter aprovação, reconhecimento ou atenção das 
outras pessoas ou em se adaptar, às custas do desenvolvimento de um 
senso seguro e verdadeiro do self. 
 
 O senso de estima da pessoa depende primordialmente das reações dos 
outros em vez de depender de suas próprias inclinações naturais. 
 
 Às vezes inclui uma ênfase excessiva no status, na aparência, aceitação 
social, dinheiro ou conquista, como meios de obter aprovação, admiração 
ou atenção (não tanto pelo poder ou controle). 
 
 Frequentemente resulta em decisões importantes da vida que não são 
autênticas ou satisfatórias ou na hipersensibilidade à rejeição. 
 
SUPERVIGILÂNCIA E INIBIÇÃO 
 Neste grupo há ênfase excessiva na supressão dos 
sentimentos, impulsos e escolhas espontâneas da 
pessoa ou na obediência a regras e expectativas 
internalizadas rígidas quanto ao desempenho e 
comportamento ético – geralmente às custas da 
felicidade, auto-expressão, relaxamento, 
relacionamentos íntimos ou saúde. 
 
 A família de origem normalmente é severa, exigente 
e, às vezes, punitiva: desempenho, dever, 
perfeccionismo, obediência às regras, esconder 
emoções e evitar erros predominam sobre o prazer, a 
alegria e o relaxamento. 
 
 Normalmente existe uma propensão ao pessimismo e 
à preocupação – de que as coisas poderiam 
desmoronar se a pessoa não conseguir ser vigilante e 
cuidadosa o tempo todo. 
SUPERVIGILÂNCIA E INIBIÇÃO 
 Negativismo/Pessimismo (NP) 
 
 Inibição Emocional (IE) 
 
 Padrões Inflexíveis/Crítica Exagerada (PI) 
 
 Caráter Punitivo (CP) 
NEGATIVISMO/PESSIMISMO (NP) 
 
 Um enfoque amplo e permanente nos aspectos negativos da vida (dor, 
morte, perda, decepção, conflito, culpa, ressentimento, problemas não 
resolvidos, possíveis erros, traição, coisas que poderiam dar errado, etc.) 
ao mesmo tempo minimizando ou negligenciando os aspectos positivos ou 
otimistas. 
 
 Normalmente inclui uma expectativa exagerada – em uma ampla gama de 
situações profissionais, financeiras ou interpessoais – de que as coisas vão 
acabar dando errado ou de que aspectos da vida da pessoa que parecem 
estar indo bem vão acabar desmoronando. 
 
 Normalmente envolve um medo incomum de cometer erros que poderiam 
levar a: colapso financeiro, perda, humilhação ou se ver encurralado em 
uma situação ruim. 
 
 Como os possíveis resultados negativos são exagerados, esses pacientes 
frequentemente se caracterizam por preocupação, vigilância, queixa ou 
indecisão crônicas. 
 
INIBIÇÃO EMOCIONAL (IE) 
 
 A inibição emocional da ação, sentimento ou 
comunicação espontâneos – normalmente para 
evitar a desaprovação pelos outros, os 
sentimentos de vergonha ou perder o controle dos 
próprios impulsos. 
 
 
INIBIÇÃO EMOCIONAL (IE) 
 
As áreas mais comuns de inibição envolvem: 
 
 a) inibição da raiva e agressão; 
 
 b) inibição dos impulsos positivos (por ex. alegria, 
afeição, excitação sexual, brincadeiras); 
 
 c) dificuldade de expressar vulnerabilidades ou de 
comunicar livremente os próprios sentimentos, 
necessidades, etc. ou 
 
 d) ênfase excessiva na racionalidade ao mesmo 
tempo desconsiderando as emoções. 
 
 
 
 
PADRÕES INFLEXÍVEIS/CRÍTICA EXAGERADA 
(PI) 
 
 A crença subjacente de que a pessoa deve lutar 
para satisfazer padrões internalizados muito 
elevados de comportamento e desempenho, 
normalmente para evitar críticas. 
 
 Normalmente resulta em sentimentos de pressão 
ou dificuldade de desacelerar e na crítica 
exagerada em relação a si mesmo e aos outros. 
 
 Deve envolver prejuízo significativo do prazer, 
relaxamento, saúde, autoestima, senso de 
realização ou relacionamentos satisfatórios. 
PADRÕES INFLEXÍVEIS/CRÍTICA EXAGERADA (PI) 
 
Os padrões inflexíveis normalmente se apresentam 
como: 
 
 a) Perfeccionismo, atenção extrema aos 
detalhes ou subestimação do bom desempenho da 
pessoa em relação à norma 
 
 b) Regras rígidas e “deveres” em muitas áreas 
da vida, incluindo preceitos morais, éticos, 
culturais ou religiosos elevados a um nível 
irrealista ou 
 
 c) Preocupação com tempo e eficiência, de 
modo que mais possa ser realizado. 
 
 
CARÁTER PUNITIVO (CP) 
 
 A crença de que as pessoas devem ser 
severamente punidas por cometer erros. 
 
 Envolve a tendência a ter raiva e ser intolerante, 
punitivo e impaciente com tais pessoas (incluindo 
ela mesma) que não satisfazem as expectativas 
ou padrões pessoais. 
 
 Normalmente inclui dificuldade de perdoar erros 
próprios ou alheios, por uma relutância em levar 
em conta circunstâncias extenuantes, em admitir 
a imperfeição humana ou em se solidarizar com 
os sentimentos. 
 
 
Origens dos Esquemas 
 
• Experiências negativas na infância e adolescência 
 
• Temperamento Inato 
 
• Influências culturais (etnia, situação socioeconômica, religião, 
etc.) 
Aquisição dos Esquemas 
• Frustração tóxica de necessidades 
 
• Maus tratos: traumatização, vitimização, duras críticas, intimidação 
 
• “Tudo muito fácil” 
 
• Internalização ou identificação seletiva com as pessoas significativas 
ESTILOS DE ENFRENTAMENTO E 
RESPOSTAS 
As maneiras como nos adaptamos aos ambientes 
angustiantes 
 
• Respostas de Rendição (desistir) 
 
• Respostas de Evitação (fugir) – YRAI-I 
 
• Respostas de Compensação (reagir de formas 
disfuncionais) – YCI- I 
RESPOSTAS DE ENFRENTAMENTO 
 
 
• Resignação aos esquemas 
 
• Aceitação que o esquema é verdadeiro 
 
• Sentem diretamente o sofrimento emocional e agem de 
maneira a confirmá-lo 
 
• Repetem os padrões evocados pelo esquema. Quando 
adultos continuam a reviver as experiências de infância que 
eles evocam. 
 
• Ex. em termos comportamentais escolhem parceiros como o 
pai ou a mãe agressivo o fez no passado. Costumam 
relacionar-se de forma passiva e complacente, perpetuando 
o esquema 
 
 
RESPOSTAS DE ENFRENTAMENTO 
 
 - Compensação 
 
Agem como se o oposto do esquema fosse verdadeiro. 
Tendem a agir de forma diferente do que agiam quando crianças: 
 
• Agressão, Hostilidade 
• Auto Confiança Excessiva 
• Manipulação/Rebeldia 
• Exigência 
• Perfeccionismo 
• Controle Excessivo 
• Busca de Reconhecimento/Status 
- 
• Na superfície mostram-se auto confiantes e seguros, mas no 
íntimo, sentem a pressão do esquema ameaçando uma 
erupção. 
RESPOSTAS DE ENFRENTAMENTO 
 
 
• Evitação 
 
Abuso de substâncias 
Afastamento, Desligamento Psicológico 
Isolamento Social 
Fazer sexo promiscuo 
Buscar Estimulação 
Tornar-se workaholic 
Limpam Compulsivamente 
Evitam Relacionamentos Íntimos 
Evitam desafios profissionais 
Evitam a terapia 
Não fazem tarefa de casa 
 
Operações dos Esquemas 
 
 
 Perpetuação do Esquema 
 
 Cura do Esquema 
 
 
Filme da Pam (45’)

Mais conteúdos dessa disciplina