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Moldagem 
 - “A moldagem é definida como um conjunto de procedimentos clínicos utilizados para a reprodução negativa dos 
preparos dentários e das regiões adjacentes por meio de materiais e técnicas adequadas”; 
- É através das moldagens que se obtém o modelo de trabalho; 
- Para que serve as moldagens? 
 Nos procedimentos de prótese, serve para reproduzir uma copia fiel dos preparos dentários e das regiões 
adjacentes; 
 Para avaliar o paralelismo entre os preparos; 
 E para avaliar as principais características dos preparos. 
- A moldagem ideal depende de alguns fatores, tais como: 
1. Extensão do preparo dentro do sulco gengival: pois o preparo subgengival deve respeitar a saúde 
periodontal, pois a presença de inflamação com sangramento impede a obtenção de uma boa moldagem, 
além disso, os materiais de moldagem podem apresentar alterações em suas propriedades na presença de 
umidade; 
2. Nítidez do término cervical: ele deve apresentar-se liso, polido e bem definido; 
3. Boa qualidade dos materiais de moldagem e dos gessos: possibilitam a obtenção de modelos mais fiéis; 
4. Coroas provisórias bem adaptadas e contornos corretos. 
 
 MATERIAIS DE MOLDAGEM: 
- Os materiais disponíveis para moldagem são: 
 Hidrocoloides reversíveis= ágar (não são mais usados em odontologia, hoje se faz o uso dos 
hidrocoloides Ireversíveis, o alginato); 
 Polissulfetos; 
 Siliconas de condensação 
 Siliconas de adição; 
 Poliésteres. 
 
 Propriedades e características dos 
materiais de moldagem: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 Classificação dos materiais de moldagem: 
 
 MECANISMOS DE PRESA: 
- reversíveis- sofrem mudanças por meio de reações térmicas (ex: 
godiva, ágar): são materiais que mudam o seu estado físico de 
acordo com as mudanças de temperatura; 
- irreversíveis- sofrem mudanças por meio de reações químicas (ex: 
alginato, elastômero): são materiais que mudam seu estado físico 
por meio de reações químicas e essas reações impedem que esse 
material volte ao seu estado inicial. 
 
 PROPRIEDADES MECÂNICAS- propriedades relacionadas a elasticidade 
do material: 
- Anelásticos (ex: godiva): são materiais rígidos e resistentes após a 
presa, por isso, são mais indicados para moldagem de áreas não 
retentivas, como espaços edêntulos. Em regiões retentivas, devido a sua 
rigidez, podem fraturar ou distorcer o molde; 
- Elásticos (ex: alginato, ágar e o elastômero): são mais flexíveis, por isso 
são mais indicadas para moldagem de áreas retentivas. São capazes de 
reproduzir de modo preciso tanto os tecidos moles quanto os duros da 
boca. 
- Os materiais elásticos podem ainda ser classificados em: 
 
 ELASTÔMEROS: 
- são materiais que fazem parte do grupo de polímeros borrachoidese e que fazem ligações cruzadas; 
- todos os materiais desse grupo podem reproduzir de forma precisa todas as estruturas orais; 
- são fornecidos na forma de duas pastas: pasta base (leve ou pesado) + pasta catalizadora; 
- Os materiais elastômericos existentes são: 
 
1. Silicone de condensação 
- o material pesado pode ser manipulado com luvas látex 
 
 
 
 
 
 
 
 
2. Silicone de adição 
- o material pesado não pode ser manipulado com luvas látex 
 
 
3. Mercaptanas (polisulfetos):são utilizados para moldagem de troquéis e são os unicos 
disponibilizados nas três formas: mat. Pesado, médio e leve 
4. poliésteres. 
 HIDROCOLOIDES: 
- São matérias de moldagem onde o solvente é a água e o soluto é o pó, que quando misturados, formam 
um gel; 
- São eles que passam pela transformação sol-gel (o material toma presa de um estado fluido para um 
estado sólido); 
- São hidrofílicos 
- São exemplos de hidrocoloides: 
1. Alginato (hidrocoloide irreversível): muito utilizado pelos profissionais, pois é fácil de manipulação, 
são mais confortáveis para o pacientes, baixo custo e não exige o uso de equipamentos sofisticados. 
2. Ágar ( hidrocoloide reversível): não mais utilizado. 
- TEMPO DE TRABALHO: corresponde ao tempo de manipulação do material até a inserção da moldeira nos dentes 
preparados. O esfriamento do material e da placa de vidro aumenta o tempo de trabalho. 
 
 MÉTODOS DE RETRAÇÃO GENGIVAL: 
- Os métodos de retração gengival são utilizados para expor a região cervical do dente, permitindo a reprodução 
detalhada de todas as áreas do dente preparado; 
- O afastamento gengival pode ser realizado por meios: 
 Mecânicos: 
- O afastamento gengival é feito com o uso de casquetes de resina ou fio de algodão sem substâncias (o fio é 
posicionado entre a gengiva e o dente preparado) 
- O uso de fios podem trazer riscos de trauma na gengiva, ausência de hemostasia e possui riscos de contaminação 
do sulco. 
 Químicos: 
- Os meios químicos fazem uso de cloreto de zinco de 2 a 40%, alúmen, ou até ácido sulfúrico diluído; 
- Essas substâncias também podem causar traumas ao tecido gengival, como proliferação e descamação epitelial, 
hiperemia, necrose do epitélio sulcular e recessão gengival; 
 Mecânico- químicos: 
- Fazem o uso de FIOS RETRATORES; 
- Os fios retratores são fios de algodão impregnados com SUSTÂNCIA VASOCONSTRITORA para promover o 
afastamento gengival, controlar a umidade e sangramento no sulco gengival; 
 
- As substâncias químicas utilizadas nos fios são: 
 Epinefrina: 
- a concentração desse vasoconstritor vai variar de 0,2 a 1 mg; 
- a concentração máxima recomendada para cada sessão em pacientes saldáveis é de 0,2 mg/polegada. Em 
pacientes cardiopatas recomenda-se 0,04 mg; 
- Quantidades excessivas de epinefrina nos fios retratores podem resultar na SÍNDROME DA EPINEFRINA, 
principalmente quando usada em tecido gengival ulcerado. Os sintomas são: taquicardia, aumento da 
pressão arterial, nervosismos e dor de cabeça. 
- O tempo de permanência do fio retrator com epinefrina não deve ultrapassar 8 minutos. 
 Adstringentes: 
- apresentam algumas vantagens em relação aos fios com epinefrina: 
I. Podem ser usados em tecidos ulcerados; 
II. São mais hemostáticos; 
III. Não causam distúrbios em pacientes com problemas sistêmicos; 
- Contudo, podem deixar resíduos presos quando removidos e não afastam a gengiva tão bem quanto os fios 
com epinefrina; 
- São eles: 
 Sulfato de alumínio: não deve ser utilizado com as siliconas de adição, pois possuem enxofre, então 
pode gerar uma alteração na reação de polimerização desse material de moldagem; 
 Cloreto de alumínio; 
 Sulfato férrico: não deve ser utilizado com as siliconas de adição. 
 
 Cirúrgicos: podem causar sequelas como necrose óssea e recessão gengival. 
- OS MÉTODOS DE RETRAÇÃO GENGIVAL SÓ DEVEM SER UTILIZADOS EM PREPAROS SUBGENGIVAIS. 
“A técnica do casquete é atraumática, simples, barata, segura, confiável e indolor e por esses motivos deveria ser 
a técnica de moldagem mais usada pelos profissionais da odontologia (RIBEIRO et al., 2005). Esse tipo de 
moldagem é um método mecânico de afastamento gengival que não causa trauma ao periodonto de proteção”. 
 
 
 
 
 TÉCNICAS DE MOLDAGEM: 
- A moldagem pode ser feita com fio retrator ou sem fio retrator- com casquetes individuais; 
 Com fio retrator: deve-se introduzir o fio no sulco gengival e remove-lo após o tempo indicado pelo 
fabricante, em seguida deve-se injetar o material no sulco; 
 Com dois fios retratores: deve-se remover um fio ao realizar a moldagem e o outro permanece 
 Sem fio retrator 
- São três técnicas mais utilizadas: 
 Reembasamento (ou dupla impressão); 
- Faz o uso das siliconas de condensação ou de adição. 
- Essa técnica consiste em realizar duas moldagens. A primeira se faz com o material pesado e a segunda moldagem 
com o material leve; 
- Então primeiro se manipula as pastas base pesada e catalizadora, posiciona na moldeira e depois introduz na boca 
para realizar a primeira moldagem (antes da moldagem, o campo operatório deverá estar limpo e seco); 
- Feito a primeira moldagem, na região do dente preparado,no molde, devemos realizar um leve alivio para realizar 
a segunda moldagem. Para isso, podemos utilizar pontas diamantadas; 
- Os fios retratores são posicionados. Podem ser utilizados dois ou um, depende da necessidade; 
- Em seguida, as pastas base leve e catalizadora são manipuladas e carregadas na seringa. Após carregar a seringa, o 
resto do material leve deverá ser colocado sobre toda a extensão do primeiro molde. Em seguida, remove o fio 
retrator e injeta o material no sulco gengival e em todo o dente preparado e depois leva-se a moldeira novamente 
em boca. 
 
Vídeo sobre a técnica: https://www.youtube.com/watch?v=txzPjxvcTSg 
 Dupla mistura (ou de único tempo): 
- Essa técnica é assim denominada porque os materiais pesados e leves são manipulados e usados ao mesmo tempo; 
- Os fios retratores são posicionados. Podem ser utilizados dois ou um, depende da necessidade; 
 
https://www.youtube.com/watch?v=txzPjxvcTSg
- As pastas base e catalizadora pesadas são manipuladas e então levadas para a moldera. Em seguida as pastas base 
e catalizadora leves são manipuladas, colocadas em uma seringa e em seguida aplica-se uma fina camada desse 
material leve sobre o material pesado já colocado na moldeira; 
 
- Em seguida, remove o fio retrator, injeta-se o material leve em todo o sulco gengival e envolvendo todo o dente 
preparado. Logo em seguida, posiciona a moldeira e aguarda o tempo de polimerização do material; 
 
 Técnica com casquetes individuais: 
- Técnica de moldagem sem fio retrator; 
- Utiliza um método mecânico de afastamento gengival e baseia-se no uso de casquetes de resina acrílica; 
- O primeiro passo é a OBTENÇÃO DOS CASQUETES: 
- Para a confecção dos casquetes é necessário realizar uma moldagem parcial ou total com alginato (moldagem esta 
utilizada para avaliar o paralelismo dos dentes pilares e das características dos preparos), e em seguida, esse molde 
deverá ser vazado com gesso e assim, o casquete será confeccionado sobre um modelo de gesso; 
- A partir desse modelo, preparam-se os casquetes individuais de resina, que envolve os seguintes passos: 
 Delimita-se com um grafite uma linha continua entre a junção do término cervical e as paredes axiais, em 
volta dos dentes preparados; 
 
 
 A partir dessa linha, todo o dente é recoberto com cera em uma espessura de 0,5 mm; 
 
 
 O termino cervical preparado e a cera devem ser isoladas com vaselina sólida e em seguida recobertas com 
resina acrílica ativada quimicamente, deixando maior espessura no sentido vestíbulo-lingual. Após a 
polimerização da resina, os excessos são desgastados, dando ao casquete uma forma mais arredonda ou 
facetada; 
 
- Os casquetes também podem ser obtidos por meio das coroas provisórias 
- Possui como vantagens a obtenção dos casquetes sem a necessidade de um modelo de gesso, como mencionado 
acima. Por meio desta técnica, os casquetes serão uma copia das coroas provisórias; 
- Os casquetes obtidos por meio das coroas provisórias são confeccionados seguindo tais passos: 
 Remoção da coroa provisória do paciente, limpeza da superfície interna e do cimento provisório; 
 Coloca-se alginato em um pote dappen e em seguida, as coroas são preenchidas com alginato e introduzidas 
no recipiente, deixando as faces incisais ou oclusais visíveis; 
 Após a presa do alginato, a coroa provisória deverá ser removida e o molde é preenchido com resina, 
deixando um ligeiro excesso em altura para facilitar seu manuseio; 
 
 
 
 Ocorrida à polimerização da resina, as replicas das coroas provisórias estão prontas e devem ser removidas 
do molde de alginato. Em seguida, procede-se com a remoção dos excessos e acabamento, e depois deve-se 
realizar o alivio interno do casquete, com brocas esféricas, mas sem desgastar as margens; 
 
- Vídeo sobre essa técnica: https://www.youtube.com/watch?v=GKO-lk5m7ho 
 
 
 
- Segundo passo é o REEMBASAMENTO DOS CASQUETES: 
- O afastamento mecânico da gengiva é conseguindo pelo reembasamento com resina das margens dos preparos, 
que deve seguir os seguintes passos: 
 Primeiro os dentes preparados devem ser isolados com vaselina solida; 
 Em seguida a resina (pode ser a duralay ou outra semelhante, mas de cor vermelha) é levada sobre todo o 
término cervical com um pincel fino ou espátula de inserção; 
 
 
 Após a resina perder seu brilho superficial, o casquete poderá ser posicionado lentamente no dente. A 
pressão exercida sobre o casquete contra a resina mais fluida vai promover um afastamento mecânico da 
gengiva; 
 
 
 Com uma espátula de inserção n°2 pressiona-se o excesso de resina no interior do sulco 
 
 
 
 
https://www.youtube.com/watch?v=GKO-lk5m7ho
 Remove-se o casquete e analisa a nitidez de toda a margem do preparo e a existência de um pequeno 
excesso além da margem, que é chamado de “saia” e esse será o responsável pelo o afastamento do tecido 
gengival 
 
 Em seguida, as margens externas do casquete (saia) e as internas (termino cervical) são delimitadas com um 
grafite. Após isso, podem-se remover os excessos localizados além dessas linhas; 
 
 
 
 Após a eliminação dos excessos, verifica-se a adaptação do casquete com uma sonda exploradora; 
 
 
 
- O terceiro passo é a MOLDAGEM: 
- A moldagem com casquetes individuais tem como vantagem a garantia de uma boa moldagem e a economia, visto 
que a quantidade de material necessário para preencher o casquete é muito pequena; 
- Para a moldagem devem-se seguir os seguintes passos: 
 Aplicar uma fina camada de adesivo em toda a superfície interna e externa do casquete, assim estabelece 
uma solida união entre o casquete e o material de moldagem, evitando o deslocamento do material; 
 
 
 A região que vai ser moldada deve ser isolada com rolos de algodão; 
 As pastas base e catalizadora são manipuladas e então com o auxilio da espátula de inserção n°2 preencher 
os casquetes, evitando a inclusão de bolhas; 
 
 
 Em seguida, o casquete poderá ser posicionado lentamente sobre o dente preparado; 
 Quando o processo de polimerização do material tiver iniciado, devem-se umedecer os dedos com saliva e 
pressionar suavemente todo o excesso de material de moldagem contra o tecido gengival, para promover 
sua regularização e torno do casquete; 
 
- Depois de prontos os moldes em casquetes, é preciso realizar o vazamento com gesso tipo IV 
 
 
 
 
 
 
 
 DESINFECÇÃO DO MOLDE 
1. Lavar o molde em água corrente para a limpeza previa do sangue e da saliva e remover o excesso de água 
2. Coloca-lo com desinfetante em uma cuba de vidro ou de plástico com tampa 
3. Deixar o molde imerso na solução por 10 minutos 
4. Lavar o molde com água corrente 
5. Secar o molde; 
- tipos de desinfetantes: 
 Glutaraldeído 2%: 
- indicado para desinfecção de molde de polissulfeto e silicone 
 Hipoclorito de sódio a 0,5 % ou 1% 
- indicado para molde de alginato, polissulfeto, poliéter, hidrocoloíde reversível e godiva 
 
Modelo de Trabalho 
- O modelo de trabalho é a replica dos dentes preparados e dos tecidos vizinhos, sobre o qual serão executados os 
trabalhos laboratoriais 
- É obtido a partir da moldagem seguida do vazamento do molde, com gesso tipo IV ou III 
- Deve facilitar o técnico de laboratório o acesso à área cervical do preparo, para que possa ser possível a execução 
correta dos procedimentos laboratoriais, como os de recorte de troqueis, enceramento, etc ; 
- o modelo de trabalho pode ser troquelizado, ou seja, podemos realizar a separação dos dentes no modelo de 
arcada, transformando-o em vários troqueis que podem ser encaixados novamente; 
- os troqueis individuais permitem a verificação da adaptação cervical, adaptação dos contornos axiais, e os 
relacionamentos oclusais 
- os troqueis devem apresentar as seguintes características: 
 Ser feito com material duro, resistente e estável; 
 Permitir a reprodução precisa do preparo; 
 Ser facilmente removido ereinserido no modelo 
 Permitir que as margens do preparo sejam recortadas 
 Permitir que as margens do preparo sejam demarcadas com 
grafite 
- existem varias técnicas para a obtenção dos troqueis: 
1. Obtenção dos troqueis com pinos metálicos: 
- colocação dos alfinetes: primeiro colocam-se dois 
alfinetes, que devem atravessar o material de moldagem da 
face vestibular para a lingual, para então permitir a 
adaptação do pino na região. Deve-se ter um espaç de 3 mm 
de um alfinete para o outro; 
- colocação de pinos para troquel: o pino metalico deverá ser posicionado 
entre os alfinetes e fixado com cera pegajoa ou cola de cianoacrilato. A 
extremidade retentora do pino deve permancer cerca de 2 mm da margem 
do preparo. Nos casos que o molde apresentar varios dentes preparados, 
devemos pocisionar os pinos mantendo uma relação de paralelismo entre 
eles; 
 
 
 
- vazamento com gesso especia: gesso tipo IV 
 
 
 
- vazamento com gesso pedra: é importante que as extremidades dos pinos metálicos não sejam cobertas 
pelo gesso, para facilitar a remoção dos troquéi 
 
 
2. Com moldeiras para troquelização: 
- emprega-se uma moldeira especial com retenções internas que serão copiadas pelo gesso; 
- vazar o molde com gesso especial 
- recortar o modelo em forma de ferradura, para que tenha o mesmo formato da moldeira especial; 
- criam-se retenções na base do modelo; 
- coloca-se o gesso especial dentro da moldeira até o nível dos braços de travamento; 
- posiciona o modelo sobre o gesso vazado na moldeira; 
- após a presa do gesso, remove-se os braços de travamento e em seguida inverte-se a base da moldeira e 
faz-se pressão no seu centro para expulsar o modelo de gesso; 
- os troqueis são serrados e individualizados 
3. Com o sistema pindex: 
- remover o palato ou a língua do modelo de gesso; 
- posiciona a coroa que será troquelizada na direção do feixe de luz do aparelho de troquelização, pressiona 
o modelo contra a base do aparelho e em seguida a broca realizará a perfuração; 
- a perfuração realizada são vario furos, que devem ser limpos com jatos de ar e em seguida são fixados 
pinos nos orifícios com cola a base de cianocrilato; 
- em uma matriz pré- fabricada de plástico coloca-se o modelo e faz-se o vazamento da segunda camada de 
gesso. O gesso deve cobrir toda a base do modelo; 
- após a presa do gesso, o modelo é removido e faz-se a individualização dos troqueis com disco ou serra 
 
 
 
 
 
 Exposição das margens: consiste em realizar um desgaste com uma fresa maxicut ou broca esférica grande nº 8, 
o máximo da camada de gesso que está em volta do término do preparo. Após esse desgaste, deve-se expor as 
margens do preparo, desgastando o gesso com fresa ou cinzel reto. Delimitar a margem do reparo com grafite 
ou cera colorida

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