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COLUNA VERTEBRAL - Dois quintos da altura total do corpo, sendo formada por uma série de ossos chamados de vértebras. - Circunda e protege o Sistema Nervoso. - Haste flexível e resistente com elementos que podem curvar se mover para frente, para trás, para os lados, ... Formação: - 26 vértebras: ▪ 7 cervicais, 12 torácicas, 5 lombares, 1 sacro (5 sacrais fundidas) e 1 cóccix (4 coccígeas fundidas). CURVATURAS NORMAIS DA COLUNA VERTEBRAL: - São 4 pequenas curvaturas: lombar e cervical (convexas) e torácica e sacral (côncavas). - Aumentam o equilíbrio e ajudam a manter a posição ortostática, proteger, ... Curvaturas primárias: - Torácica e sacral. - Formadas durante o desenvolvimento embrionário, a partir do terceiro mês de desenvolvimento. Curvaturas secundárias: - Cervical e lombar. - Formadas após o nascimento. DISCOS INTERVERTEBRAIS: - Vão da C2 ao sacro, absorvendo impactos e permitindo movimentos. - Anel fibroso: Anel fibroso externo, de fibrocartilagem. - Núcleo pulposo: Substância mucoide interna. ▪ Converte-se em fibrocartilagem com o tempo, devido à desidratação. ▪ Perde água no decorrer do dia devido à compressão, enquanto em seu fim, com a menor pressão sobre a coluna, o núcleo pulposo se reidrata. - São avasculares e recebem vasos sanguíneos de corpos vertebrais. PARTES DA VÉRTEBRA COMUM: - Corpo, arco vertebral e diversos processos. Corpo vertebral: - Maior massa volumosa anterior do osso, criando o eixo colunar e de sustentação do esqueleto. - Discos intervertebrais cartilágenos: Entre corpos vertebrais adjacentes. - Faces superior e inferior: Enrugadas para impedir a perda de água pelos discos intervertebrais. Arco vertebral: - Posteriormente a partir do corpo vertebral, envolvendo a medula espinal. - Projeções ósseas que servem para a fixação de músculos. - Pedículos: Base do arco vertebral, unidos ao corpo vertebral e se projetam posteriormente. - Lâminas: Parte posterior do arco vertebral, unidas aos pedículos. - Forame vertebral: Entre o arco vertebral e o corpo vertebral, contendo ▪ Contém medula espinal e meninges. - Canal vertebral: Formado pelos forames vertebrais de todas as vertebras.. - Incisuras vertebrais: endentações superior e inferior dos pedículos. - Forame intervertebral: Passagem de 1 nervo espinal. Processos: - São 7, formados a partir do arco vertebral. - Processos transversos: Na junção da lâmina com o pedículo. Estendidos posterolateralmente de cada lado. - Processo espinhoso: Posteriormente a partir das lâminas. - Processos articulares superiores: São 2 e se articulam com os processos articulares inferiores da vértebra. ▪ Próximos à junção do pedículo com a lâmina. ▪ Superfícies articulares cobertas com cartilagem hialina. REGIÕES DA COLUNA VERTEBRAL Alterações com a idade: - Há redução da massa óssea e de sua densidade. - Faces articulares perdem sua cartilagem hialina. - O canal vertebral se estreita com a formação dos osteófitos - projeções ósseas em torno dos discos intervertebrais. Vértebras cervicais: - Mais variáveis das vertebras. - Coluna delicada de ossos que varia em amplitude e mobilidade. - Possuem corpos vertebrais menores que os das vertebras torácicas, mas arcos vertebrais maiores. Características superficiais: - Contato entre os processos articulares superior e inferior no plano transverso. 1. Forames vertebrais: Maiores da coluna vertebral, para alojar a intumescência cervical. 2. Forame transversário: Existente nos 2 processos transversos cervicais, com a artéria vertebral, sua veia acompanhante e as fibras nervosas. a. Processos espinhos de C2 a C6 são bífidos (pontas com pequenas projeções). 3. Atlas (C1): Anel ósseo com arcos anterior e posterior e grandes massas laterais. Sem corpo vertebral e nem processo espinhoso. a. Faces articulares superiores côncavas e articuladas com os côndilos occipitais do occipital. b. Forames articulares inferiores, articulados com os superiores da segunda vértebra cervical. 4. Áxis (C II): Sem corpo vertebral, possuindo o dente do áxis no lugar (projeta-se superiormente pela parte anterior do forame vertebral do Atlas para formar um pivô de apoio a ele e à cabeça - rotação). 5. C III a C VI: Padrão estrutural da vértebra cervical comum. 6. Vértebra proeminente (C VII): Possui um processo espinhoso grande e não bífido. Vértebras torácicas: - Maiores e mais resistentes que as cervicais. Aumentam de tamanho quanto mais caudalmente. - Processos espinhosos de T 1 a T X: Longos e planos lateralmente. O superior se sobrepõe ao da vertebra inferior. - Processos espinhosos de T XI e T XII: Menores, mais largos e direcionados mais posteriormente. - Fóveas costais: Faces articulares para as costelas, situadas lateralmente. ▪ Cada uma articulada a uma vértebra. ▪ De T I a T VIII existem fóveas costais superiores e inferiores entre as vértebras que se articulam com os dos corpos vertebrais adjacentes. ▪ T IX possui uma fóvea superior de cada lado do corpo vertebral. ▪ TX a T XII possuem fóveas laterais para as costelas X a XII. - Superfície articular superior orientada posteriormente e a inferior, anteriormente. ▪ Inclinação para frente e para trás. Vértebras lombares: - Maiores e mais resistentes da coluna vertebral decorrente do aumento do peso corporal suportado em direção à extremidade inferior. - Tamanho grande pela ausência de forames transversários e de fóveas articulares costais. Características superficiais: - Projeções curtas e espessas. - Processos articulares superiores: Direcionados medialmente. - Processos articulares inferiores: Direcionados lateralmente. ▪ Os processos articulares têm contato no plano sagital (aquele paralelo ao medial). ▪ Inclinações anterior e posterior. - Processos transversos: Projeções laterais achatadas mais altas e largas. - Processos espinhosos: Forma quadrilátera, espessos e largos. Projetados horizontalmente para trás. Sacro: - Formado pela união das 5 vértebras sacrais. - É uma base resistente ao cíngulo do membro inferior. - Fica na parte posterior da cavidade pélvica, com faces laterais que se fundem a ossos do quadril. Características superficiais: - Face anterior: côncava e voltada para a cavidade pélvica. ▪ Linhas transversas: São 4 cristas, resultantes da união dos ossos do sacro. ▪ Forames sacrais anteriores: São 4 pares e ficam nas extremidades das linhas transversas. ▪ Asa do sacro: Processos costiformes fundidos das vértebras sacrais superiores. - Face posterior: convexa. ▪ Crista sacral mediana: Fusão dos processos espinhosos das vertebras. ▪ Crista sacral lateral: Fusão dos processos transversos das vértebras sacrais. ▪ Forames sacrais posteriores: Conectados ao canal sacral (continuação do canal vertebral). ▪ Corno sacral: Processo articular inferior da quinta vértebra sacral ao cóccix. - Ápice: Parte inferior estreita. - Base: Parte superior larga., de margem anterior chamada promontório da base do sacro. - Faces laterais: ▪ Face auricular: Articulada com o ílio de cada osso do quadril. ▪ Tuberosidade sacral: Depressões para a fixação de ligamentos. ▪ Processos articulares superiores: Se articulam com a quinta vertebra lombar. Cóccix: - Extremidade terminal da coluna vertebral, um vestígio curto de vértebras caudais mais longas. - Co I: similar ao plano vertebral. Características superficiais: - Cornos coccígeos longos: Face dorsal. ▪ Conectados por ligamentos aos cornos do sacro - Processos transversos: Articulados superiormente com o ápice do sacro.