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MOMENTO REVIEW – APRENDIZAGEM DO TEMPO E DO ESPAÇO - Março 2020 PROFESSOR! O QUE VAI CAIR NA PROVA?!!! Dados de identificação do acadêmico: Aluna: Thaís da Rocha Duffeck Tavares Disciplina: Aprendizagem do Tempo e do Espaço Curso: Pedagogia - 5ª Fase Agora que você já sabe quais os conteúdos (tópicos) que “cairão na prova”, localize nas Unidades de Aprendizagem onde esses assuntos foram trabalhados e escreva um resumo de cada tópico: Reúna-se com um ou mais colegas e façam um trabalho em equipe. O exercício de escrever para memorizar é fundamental para seu sucesso na avaliação individual. Esse é um quadro que sugerimos para organizar seu resumo. O critério de avaliação será: - Qualidade do texto escrito, sem erros ortográficos; - Apresentou resumo de TODOS os tópicos; Conteúdo da prova Tópicos Resumo Noção de tempo e ensino de História Para alguns historiadores o tempo é um conceito que permite uma visão ampla da história, pois mostra as várias facetas dos acontecimentos. Assim, entendem que ao ensinar História o professor deveria trabalhar este conceito sabendo que o mesmo pode ser influenciado por situações marcantes do próprio tempo em que o aluno está vivendo, e por todas as evidências disponíveis em determinados tempos. “O processo de investigação histórica envolve a compreensão de conceitos do tempo: a mensuração do tempo, continuidade e mudanças, as causas e efeitos de eventos e de mudanças ao longo do tempo, semelhanças e diferenças entre períodos”. Segunda fase da Escola dos Annales: Fernand Braudel e a História Socioestrutural A Escola de Annales propunha a argumentação das diferenças de tempo nos acontecimentos históricos, as quais podem ser classificadas como conjuntural ou estrutural. Nesse sentido, uma das principais características dessa abordagem foi considerar a história não mais como uma sequência linear de fatos, mas a partir de uma estrutura sistêmica, em que se pode utilizar-se de diversas fontes historiográficas, como a arqueologia, por exemplo, assim como foram incorporadas outras ciências que podem contribuir na análise histórica da humanidade, como as demais Ciências Sociais e, principalmente, a Sociologia. Cinema e música Memória e fontes documentais orais, escritas, iconográficas e digitais A música, por exemplo, é capaz de provocar as nossas emoções e pode se tornar um fator determinante para ganhar um vínculo afetivo com nossos alunos. Ao darmos atenção aos seus interesses e gostos musicais, passamos a ideia de que estamos abertos a conhecer e dialogar com esse estudante. O uso de filmes em sala de aula é muito comum. É possível desenvolver atividades como a produção de pequenos curtas ou a análise de um filme. Podemos, a partir do conteúdo que será trabalhado, escolher um filme que tenha algum assunto como tema principal. Há um vasto acervo de filmes disponíveis em locadoras e na Internet. Se referindo a diversos produtos culturais que estão presentes em nosso dia a dia, como imagens, músicas, obras literárias, programas de televisão, filmes, desenhos animados/animações, programas de rádio, elementos da cultura material, patrimônio cultural (material e imaterial), Internet (sites, blogs, redes de relacionamento, etc.), jogos eletrônicos, entre outros. Tais linguagens são recursos didáticos, meios de mobilizar e construir novos saberes. Hoje em dia, praticamente toda criança e adolescente gosta de assistir a filmes, dançar, ou cantar músicas que expressem o seu jeito de ser, viver ou pensar. As canções são, muitas vezes, o único refúgio dos problemas e a possibilidade de se livrar das más ações, como a violência doméstica, o envolvimento com drogas ou práticas de vandalismos e afins. O uso de novas linguagens é, sem dúvida, um instrumento fundamental para que isso se concretize em sala de Aula. História do tempo presente A história do tempo presente é um campo dos estudos históricos voltado à análise das rupturas e permanências do passado no presente. Este campo encontrou, no início do século XX, seus primeiros. movimentos de institucionalização em países como a Alemanha e a França, após a Segunda Guerra Mundial Plano de Aula O plano de aula está diretamente relacionado ao plano de ensino, mas acontece diariamente. O plano de aula, devemos ter em mente que ele é um instrumento que traz as atividades e procedimentos que se pretende realizar numa determinada aula, pensando no que se espera alcançar como objetivos junto aos alunos. Trata-se de um detalhamento do plano da escola. Nele o professor deve definir aspectos como tema, objetivos, etapas previstas, metodologia, avaliação e as referências bibliográficas. O plano de aula é um detalhamento do plano de ensino. A preparação de aulas é uma tarefa indispensável e, assim, como o plano de ensino, deve resultar num documento escrito que servirás não só para orientar as ações do professor como também para possibilitar constantes revisões e aprimoramentos Tempo, lugar e sujeitos históricos Conceitos como tempo podem ser introduzidos a partir das divisões dos dias da semana, das horas em que o aluno executa esta ou aquela tarefa, das festas religiosas ou civis que ocorrem em sua comunidade. O conceito de espaço pode ser trabalhado a partir do próprio espaço ocupado pelo aluno em sala de aula (seu corpo, sua mochila, sua carteira escolar, etc.), na sequência remetendo ao espaço ocupado e vivido da sala de aula, da escola, da casa, do bairro, etc. o ensino de história deve capacitar o aluno para observar, questionar e interpretar o mundo à sua volta partindo de elementos do presente e relacionando-os ao passado. O estudante deve desenvolver competências necessárias para compreender processos e fenômenos sociais, políticos e culturais. A ideia é que ele atue de forma responsável, ética e autônoma com relação aos processos e fenômenos culturais, sociais e políticos, reconhecendo diversidades, respeitando as diferenças sociais e culturais e o ambiente Propostas curriculares: contexto histórico, fundamentos e orientações para o ensino de História A Base recomenda partir de uma definição básica da história (para o aluno) como uma disciplina que estuda a ação do homem ao longo do tempo sobre o espaço e em dado contexto. E também como uma disciplina que estuda a relação do homem com a natureza e com os outros homens ao longo do tempo e em diferentes espaços. Livro didático: leitura, análise e uso O livro didático e o ensino da História Os livros e materiais didáticos contribuem na mediação entre ensino e aprendizagem, assim como na entre aluno e professor. Os livros didáticos surgiram como meio de padronizar conteúdos relevantes para alcançarmos as exigências básicas de ensino. O objetivo do livro didático de História para os anos iniciais do ensino fundamental deve ser apresentar conceitos históricos que tornem o aluno mais crítico, mostrando registros. iconográficos variados que ajudem na significação visual. Aos professores, caberá a análise e escolha dos livros didáticos aprovados pelo MEC, portanto esse material didático já vem pré-selecionado para as escolas. Avaliação diagnóstica, formativa e somativa A somativa tem o objetivo de quantificar para obter resultados finais e a diagnóstica e formativa tem caráter qualitativo, relacionadas a qualidade do processo. Inclusão escolar Características de um bom planejamento/plano de ensino Necessidade e importância do planejamento de ensino Planejamento educacional e planejamento de ensino Existem três modalidades de planejamento que estão diretamente relacionados entre si: o plano da escola, o plano de ensino e o plano de aula. O plano da escola é, ao mesmo tempo, pedagógico e administrativo. O plano de ensino é aquele que compreende todo o processo de ensino-aprendizagem durante o ano todo.É o plano de ensino repartido em ações diárias. O plano de ensino, também chamado de programa da disciplina, deve conter os dados de identificação da disciplina, sua ementa, seus objetivos, seu conteúdo programático, sua metodologia, sua avaliação e referências bibliográficas básicas e complementares da disciplina. É o plano de ensino que irá orientar o trabalho docente e facilitar o desenvolvimento da disciplina pelos alunos. Para a elaboração de um plano, algumas perguntas são fundamentais. Por exemplo, o que você quer que seu aluno aprenda? A partir disso, o docente deve se pautar pelo perfil e também pelas concepções do projeto pedagógico da escola. É importante destacar que o plano é um tipo de planejamento que busca a previsão mais global das atividades e, claro, que pode sofrer mudanças ao longo do período letivo. O planejamento escolar é uma tarefa docente que inclui tanto a previsão das atividades didáticas em termos da sua organização e coordenação em face dos objetivos propostos, quanto a sua revisão e adequação no decorrer do processo de ensino. O planejamento é um meio para se programar as ações docentes, mas é também um momento de pesquisa e reflexão intimamente ligado à avaliação (LIBÂNEO, 1994, p. 221). Uma questão é fundamental para que se alcance os objetivos propostos para cada atividade: o planejamento escolar. Ele é muito importante dentro do processo educativo, porque é nele que as metas são articuladas às estratégias e ambas são ajustadas às possibilidades reais. Deve ser uma atividade de reflexão sobre nossas opções e ações. É uma atividade que vai além do preenchimento de formulários para controle pedagógico da escola. Deve ser uma ação consciente baseada nos conteúdos. Interdisciplinaridade No ensino fundamental, as ciências humanas dividem-se em duas disciplinas: história e geografia. Elas dialogam entre si, trabalhando a interdisciplinaridade e a transversalidade de temas com diferentes áreas. Tanto a transversalidade quanto a interdisciplinaridade foram contempladas pela BNCC. Na área das ciências humanas, em especial na história, a presença da transversalidade e as relações interdisciplinares são uma constante, visto que tudo tem história e que a história perpassa tudo e todos. O espaço geográfico é aquele que foi modificado pelo homem ao longo da história. Que contém um passado histórico e foi transformado pela organização social, técnica e econômica daqueles que habitaram ou habitam os diferentes lugares (“o espaço geográfico é o palco das realizações humanas”). Os novos significados do espaço geográfico Geografia como ciência e disciplina escolar A geografia tem por objeto o estudo da terra como ‘habitat’ do homem. Infelizmente não é sob este ponto de vista que é estudado entre nós este ramo cientifico. Nas escolas do Brasil e de outros países de nosso continente, a geografia é o estudo de uma das modalidades da imaginação humana, isto é, da sua faculdade de atribuir nomes, de chrismar áreas geográficas. As montanhas, os rios, as regiões naturais não são estudados em si, mas apenas como merecedores de um esforço de nossa fantasia. No âmbito da geografia, novas abordagens teórico- metodológicas passaram a compor os debates da ciência de referência, assim como no âmbito da disciplina escolar muitas transformações foram evidenciadas. Papel da História no currículo escolar Considerando a sua importância para a construção da identidade e da cidadania, além do desenvolvimento da criticidade. Essa disciplina tem a função de resgatar e analisar os aspectos culturais de um determinado povo ou região, objetivando o entendimento do processo de desenvolvimento, considerando que a história analisa o passado, para a compreensão do presente. Aprender e ensinar História no Ensino Fundamental No ensino da história, a ideia é partir das experiências vividas pelas crianças em seu cotidiano e relacioná-las com a história. Valoriza-se tanto a história do educando, de sua família e da comunidade quanto a história mais ampla, em seu aspecto de disciplina escolar e conteúdo. O educador deve relacionar fatos O ensino de história nos anos iniciais do ensino fundamental no contexto da BNCC 3 do presente com diferentes eventos do passado e compará-los. A seguir, você pode ver as competências específicas de história para o ensino fundamental Construção da noção de tempo A construção da noção de tempo passa por três momentos, o tempo sensório-motor, o tempo intuitivo e o tempo operatório, além de apresentarem duas operações que são a ordem dos acontecimentos e a duração destes. Identidades, memória e patrimônio cultural A memória é um elemento importante para compreendermos a construção e reconstrução das identidades dos grupos sociais. Entretanto, não podemos desconsiderar a relação do patrimônio cultural com identidade e memória social. A BNCC privilegia como objetivo principal para os anos iniciais do ensino fundamental a atenção e o amparo educacional para a construção do sujeito. No que diz respeito à área de ciências humanas, em especial ao Os PCNs e o estudo de História nas séries iniciais domínio da história, a construção do sujeito deve começar a partir do reconhecimento do “eu”, do “outro” e do “nós”. A construção do sujeito é edificada a partir da relação entre os objetivos e os conteúdos previstos para o ensino de história pela BNCC. O ensino de história nos anos iniciais do ensino fundamental objetiva capacitar o aluno para observar, questionar e interpretar o mundo à sua volta partindo de elementos do presente e relacionando-os ao passado. A criança e as relações espaciais A noção espacial completa seu desenvolvimento e permite que haja representações mentais de dimensões não comprováveis recorrendo aos órgãos dos sentidos. Ela consegue entender os conceitos astronômicos, como, por exemplo, as distâncias entre planetas ou estrelas. Na primeira infância, é preciso trabalhar o “espaço vivido” através da experiência direta. É importante permitir que a criança explore os espaços físicos nos quais se encontra. Isso supõe deixá-la engatinhar, sentar-se no chão e se deslocar se arrastando. É preciso proporcionar às crianças brincadeiras que estimulem os conceitos de: direita-esquerda, em frente, atrás, antes-depois, acima-abaixo, para dentro-para fora, perto-longe e começo-fim Alfabetização cartográfica Alfabetizar cartograficamente o aluno é um dos objetivos dos anos iniciais do ensino fundamental e, para tanto, é necessário desenvolver noções de lateralidade, orientação, localização, referências espaciais. Para além da leitura de mapas e de representações gráficas, a escola deve estimular as crianças a produzirem suas próprias representações do espaço. O conjunto de códigos utilizados, como escala, projeção cartográfica, legenda, etc., é denominado linguagem cartográfica, e a aquisição e decodificação desses códigos são chamadas de alfabetização cartográfica. https://soumamae.com.br/fase-de-engatinhar-do-bebe/