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TERAPIA OCUPACIONAL NO CONTEXTO ESCOLA Prof (a). Esp. GRASIELLE REGASSINI TERAPIA OCUPACIONAL NO ENSINO EDUCACIONAL 2 ❑ A Terapia Ocupacional vem cada vez mais ganhando seu espaço e compôs distintos de atuação, frente às necessidades diversas que mostra a real importância desse campo de atuação. Percebemos que, nos últimos anos, a necessidade de mudança na formação de profissionais vem sendo solicitada, mudanças essas conforme as necessidades que veremos no decorrer do conteúdo. 3 ❑ Uma dessas mudanças está na formação destes profissionais, que devem romper com modelos de ensino amplamente tradicional e dispor de informações e competências em maior quantia possível, para assim, formar profissionais capacitados para lidar com as demandas advindas da necessidade social e lidar com a realidade de crianças e adolescentes, uma dessas demandas está ligada ao contexto escolar (BARBA et al., 2012). 4 Assim complementando tanto o campo educacional quanto de saúde ocupacional, e assim, beneficiando o público alvo. GERONTOLOGIA AMBIENTE HOSPITALAR NEUROLOGIA AMBIENTE ESCOLAR SAÚDE MENTAL Sabemos que um dos principais objetivos da terapia ocupacional está ligada a intervenções em diversas ocupações humanas, podendo assim desempenhar seus serviços e ambientes distintos como: 5 Atualmente, o terapeuta ocupacional tem sido destaque justamente em ambiente de ensino regular, no campo da educação inclusiva, ainda atendendo as necessidades especiais de cada indivíduo com específica deficiência, porém junto aos demais alunos e oferecendo suporte a estes. Suporte no qual é ofertado tanto aos alunos, quanto aos demais profissionais e professores com suas ações de consultoria colaborativa à instituição. 6 O terapeuta ocupacional ainda tem papel importante frente a introdução de tecnologia, sendo ela assistida, junto a comunicação alternativa, a possibilidade de colaborar para maior autonomia do aluno, manejos e possibilidades de relações sociais. Ainda, tendo autonomia, para encaminhar o menor ao ambiente de saúde para uma determinada avaliação ou reabilitação junto a escola, possibilitando assim uma melhor qualidade de vida e ensino. TERAPIA OCUPACIONAL DA EDUCAÇÃO INFANTIL DE 0 A 2 ANOS 7 ❑A educação infantil por muitos anos, vem sendo difundida como ambiente em que recebiam o menor, porém a responsabilidade de tarefas era somente de familiares, visto que, a escola não tinha papel relevante na formação, sendo assim ao longo da história foram sendo construídos novos caminhos e significados. ❑Por meio das reivindicações de operários, as primeiras creches surgiram por volta do século XX, no ambiente industrial, além destas as creches filantrópicas surgiram por volta da década de 50, sendo elas responsáveis por higienização, segurança do menor e alimentação (CARRASCO, 2005). 8 As diversas percepções, e este novo mundo de sensações constrói aos poucos a noção de ser o ambiente em que se está inserido. É de extrema importância a estimulação precoce, tanto cognitiva, quanto a motora. Muitas crianças que chegam ao ensino infantil não foram ou poucas vezes receberam a possibilidade de explorar o ambiente em que vivem (SOUTO; GOMES; FOLHA, 2018). Além dos estímulos sensoriais, devemos assim pensar no ambiente físico, local de receptividade, mobília conforme as idades, elaboração de conteúdo e a realização de diferentes atividades. É necessário ainda que, o terapeuta entenda basicamente sobre desenvolvimento infantil. 9 A partir daí podemos ver qual o papel do terapeuta ocupacional frente às necessidades e deveres com relação aos alunos inseridos neste contexto escolar. As possibilidades de aplicabilidade do terapeuta neste local refletem qual a necessidade de o mesmo estar inserido nas escolas de educação infantil. Quando falamos em desenvolvimento e intervenções, precisamos salientar que é de extrema necessidade a atuação que todo e qualquer profissional de educação infantil saiba e perceba o desenvolvimento dos seus alunos. Por isso, quando citamos a faixa etária de até 2 anos, uma gama de descobertas será demonstrada e devemos assim estarmos preparados para saber identificarmos junto a família qualquer eventualidade ou necessidade de demais avaliações (CARRASCO, 2005). 10 Lembre-se, toda e qualquer criança precisa e deve manter-se como tal, e para isso o ambiente é fundamental, além das instruções de um adulto que o possibilite de conhecer o mundo a sua volta, deve, naturalmente, conduzir as melhores sensações. Por outro lado, os educadores devem manter boas relações em rotinas pré- estabelecidas, fazendo com que a criança mesmo no início da infância já entenda e respeita regras e deveres, como compensação o ambiente agradável e de harmonia que será ofertado. 11 ❑ATHAYDE, Eduardo Augusto Rodrigues de. TERAPIA OCUPACIONAL NO CONTEXTO ESCOLAR: CONHECIMENTOS DE PROFISSIONAIS INSERIDOS NAS ESCOLAS PÚBLICAS. Universidade Federal Da Paraíba, Orientação: Berla Moreira de Moraes. Monografia (Graduação Terapia Ocupacional) - UFPB/CCS. João Pessoa-Pb. 2020. ❑BARBA, Patrícia Carla de Souza Della.; SILVA, Roseli Ferreira.; JOAQUIM, Regina Helena Vitale Torkomian.; BRITO, Cristiane Miryam Drumond. Formação inovadora em Terapia Ocupacional. COMUNICAÇÃO SAÚDE EDUCAÇÃO. São Carlos, SP, v. 16, n.42, p.829-42, jul./set. 2012. ❑CARRASCO, Bianca Gonçalves de. Retrato de uma creche: possibilidades de atuação da terapia ocupacional na educação infantil (0-2 anos). Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar, v.13, n.2. 2005. ❑GRADIM, Luma Carolina Câmara.; FINARDE, Tamara Neves.; CARRIJO, Débora Couto de Melo. Práticas em Terapia Ocupacional. Práticas em Terapia Ocupacional. Editora: Manole Ltda. 2020. ❑PAULA, Ana Flávia Marostegan de; BALEOTTI, Luciana Ramos. Inclusão Escolar Do Aluno Com Deficiência Física: Contribuições Da Terapia Ocupacional. Cadernos de Terapia Ocupacional da UFSCar, São Carlos, v. 19, n.1, p. 53-69. 2011. ❑SILVA, Adrielli Lethicia Gordiano da; PEDRO, Ketilin Mayra. As contribuições da terapia ocupacional no processo de inclusão escolar: um olhar para as crianças com transtorno do espectro autista. Editora: Científica, 2018. Disponível em: https://scholar.google.pt/scholar?hl=pt- BR&as_sdt=0%2C5&q=As+contribui%C3%A7%C3%B5es+da+terapia++ocupacional+no+processo+de+inclus%C3%A3o++e scolar%3A+um+olhar+para+as+crian%C3%A7as++com+transtorno+do+espectro+autista&btnG=. Acesso em: 28 set. 2022. ❑SOUTO, Maely Sacramento de.; GOMES, Ewerlin Bruna Neves.; FOLHA, Débora Ribeiro da Silva Campos. Educação Especial e Terapia Ocupacional: Análise de Interfaces a partir da Produção de Conhecimento. Rev. Bras. Ed. Esp., Marília, v.24, n.4, p.583-600, 2018. REFERÊNCIAS https://scholar.google.pt/scholar?hl=pt-BR&as_sdt=0,5&q=As+contribui%C3%A7%C3%B5es+da+terapia++ocupacional+no+processo+de+inclus%C3%A3o++escolar:+um+olhar+para+as+crian%C3%A7as++com+transtorno+do+espectro+autista&btnG= https://scholar.google.pt/scholar?hl=pt-BR&as_sdt=0,5&q=As+contribui%C3%A7%C3%B5es+da+terapia++ocupacional+no+processo+de+inclus%C3%A3o++escolar:+um+olhar+para+as+crian%C3%A7as++com+transtorno+do+espectro+autista&btnG= https://scholar.google.pt/scholar?hl=pt-BR&as_sdt=0,5&q=As+contribui%C3%A7%C3%B5es+da+terapia++ocupacional+no+processo+de+inclus%C3%A3o++escolar:+um+olhar+para+as+crian%C3%A7as++com+transtorno+do+espectro+autista&btnG= https://scholar.google.pt/scholar?hl=pt-BR&as_sdt=0,5&q=As+contribui%C3%A7%C3%B5es+da+terapia++ocupacional+no+processo+de+inclus%C3%A3o++escolar:+um+olhar+para+as+crian%C3%A7as++com+transtorno+do+espectro+autista&btnG= 12 Obrigado(a)! Prof (a). Esp. Sandra Léa Mesquita