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Atividade Avaliativa - Mecânica dos Solos

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Questões resolvidas

1) Como obras de solos podem sofrer influência baseado nos fatores apontados neste organograma? Como estão divididos estes fatores e como cada fator pode (ou não) influenciar nos demais fatores?


Reformulando a pergunta: como a morfologia do solo influencia na utilização do mesmo em obras? Como está dividida essa classificação morfológica e quais suas influências entre si?


A morfologia do solo significa o estudo e a descrição da sua aparência no meio ambiente natural, segundo as características visíveis a olho nu, ou perceptíveis com o tato. Os principais atributos do solo observados na descrição morfológica são: cor, textura, estrutura, consistência e porosidade.


Cor - É de fácil identificação e possibilita fazer inferências a respeito do conteúdo de matéria orgânica, tipos de óxidos de ferro, processos de formação, dentre outros. Para que se tenha um padrão de identificação de cor do solo, utiliza-se a Carta de Cores de Munsell (Munsell Color Charts), que considera as variações da cor em escalas de três componentes: matiz, valor e croma. A cor do solo reflete, na maioria dos solos tropicais, basicamente, a composição de cores de minerais de ferro e o conteúdo de matéria orgânica presente no solo. A determinação das cores dos horizontes superficiais do solo em áreas alteradas, poe exemplo, em comparação com as cores do solo do ambiente natural, permite uma rápida verificação da recuperação dos teores de matéria orgânica; problemas de deficiência de drenagem (ambientes encharcados) e inferências sobre a intensidade de parte da atividade biológica no solo.


Textura – a textura tem grande influência no comportamento físico-hídrico e químico do solo, e por isso, sua avaliação é de grande importância para o uso e manejo dos solos utilizados para a agricultura. É expressa pela proporção dos componentes granulométricos da fase mineral do solo, areia, silte e argila. No Brasil, a classificação de tamanho de partículas utilizada segue o padrão disposto a seguir (Embrapa, 1979) - obs: deve ser observada em campo, na descrição morfológica, mas seu valor definitivo é dado pela análise granulométrica, realizada em laboratório: - Argila (< 0,002 mm) - Silte (0,002 - 0,05 mm) - Areia fina (0,05 - 0,2 mm) - Areia grossa (0,2 - 2 mm) As frações mais grosseiras do que a fração areia são: - Cascalho (2 - 20 mm) - Calhau (20 - 200 mm) - Matacão (> 200 mm) A textura é um atributo observável com o tato, e refere-se à proporção relativa das frações areia, silte e argila (conforme estudamos na unidade 2, “Composição do Solo”) em um solo, de acordo com os grupamentos texturais descritos na tabela abaixo. Para determinar a textura, de modo simples, deve-se molhar uma amostra de solo e esfregar com força entre o polegar e o indicador.


Em sala de aula é importante fazer uma analogia entre a estrutura do solo e a estrutura de uma casa.

- Consistência seca - avalia o grau de resistência à quebra ou esboroamento do torrão. É classificada em solta, macia, ligeiramente dura, dura, muito dura, extremamente dura.


- Consistência úmida - é dada pela friabilidade do torrão ligeiramente úmido. É classificada em solta, muito friável, friável, firme, muito firme, extremamente firme.


- Consistência molhada - é observada em amostras molhadas, amassadas e homogeneizadas nas mãos. Avalia-se a plasticidade (capacidade do material em ser moldado), em três tipos: não plástica, ligeiramente plástica e muito plástica e; a pegajosidade (capacidade de aderência), em três tipos: não pegajosa, ligeiramente pegajosa e muito pegajosa.


A consistência é um atributo morfológico do solo observado com o auxílio do tato, sendo expressa pela dureza, friabilidade, pegajosidade e plasticidade do solo.


A expressão da consistência quando o solo está seco é a dureza, que é a resistência à ruptura dos torrões. Para determinar a dureza, se pega um torrão de solo seco, a fim de tentar quebrá-lo com os dedos, ou, se não for possível, com as mãos. Uma amostra de um solo extremamente duro não pode ser quebrada mesmo utilizando ambas as mãos. Em um solo extremamente duro, é difícil a penetração das raízes das plantas, o preparo do solo para o cultivo pelo produtor rural, a escavação de poços ou fundações de casas.


A pegajosidade refere-se à aderência do solo às mãos ou a outros objetos, quando molhado, conforme verificamos nas imagens a seguir, onde podemos observar um solo não pegajoso e outro ligeiramente pegajoso. Esse é um atributo muito importante, pois um solo muito pegajoso é difícil de ser trabalhado para diversas finalidades, como construção de um aterro por operários em uma obra, ou o cultivo por um produtor rural.


Porosidade - A porosidade é visualizada no perfil de solo e deve ser descrita conforme a quantidade e o tamanho dos poros. - Quantidade: poucos, comuns ou muitos - Tamanho: pequenos, médios grandes ou muito grandes


A porosidade é um atributo morfológico observado pela visão, e pode ser definida como o volume de solo ocupado pela fase líquida e pela fase gasosa do solo. Muitas vezes, o aluno pode imaginar que o solo é um meio maciço, como uma rocha, porém é um meio extremamente poroso. Neste caso, para exemplificar este atributo morfológico pode ser feita uma analogia entre o solo e uma esponja utilizada na cozinha.


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Questões resolvidas

1) Como obras de solos podem sofrer influência baseado nos fatores apontados neste organograma? Como estão divididos estes fatores e como cada fator pode (ou não) influenciar nos demais fatores?


Reformulando a pergunta: como a morfologia do solo influencia na utilização do mesmo em obras? Como está dividida essa classificação morfológica e quais suas influências entre si?


A morfologia do solo significa o estudo e a descrição da sua aparência no meio ambiente natural, segundo as características visíveis a olho nu, ou perceptíveis com o tato. Os principais atributos do solo observados na descrição morfológica são: cor, textura, estrutura, consistência e porosidade.


Cor - É de fácil identificação e possibilita fazer inferências a respeito do conteúdo de matéria orgânica, tipos de óxidos de ferro, processos de formação, dentre outros. Para que se tenha um padrão de identificação de cor do solo, utiliza-se a Carta de Cores de Munsell (Munsell Color Charts), que considera as variações da cor em escalas de três componentes: matiz, valor e croma. A cor do solo reflete, na maioria dos solos tropicais, basicamente, a composição de cores de minerais de ferro e o conteúdo de matéria orgânica presente no solo. A determinação das cores dos horizontes superficiais do solo em áreas alteradas, poe exemplo, em comparação com as cores do solo do ambiente natural, permite uma rápida verificação da recuperação dos teores de matéria orgânica; problemas de deficiência de drenagem (ambientes encharcados) e inferências sobre a intensidade de parte da atividade biológica no solo.


Textura – a textura tem grande influência no comportamento físico-hídrico e químico do solo, e por isso, sua avaliação é de grande importância para o uso e manejo dos solos utilizados para a agricultura. É expressa pela proporção dos componentes granulométricos da fase mineral do solo, areia, silte e argila. No Brasil, a classificação de tamanho de partículas utilizada segue o padrão disposto a seguir (Embrapa, 1979) - obs: deve ser observada em campo, na descrição morfológica, mas seu valor definitivo é dado pela análise granulométrica, realizada em laboratório: - Argila (< 0,002 mm) - Silte (0,002 - 0,05 mm) - Areia fina (0,05 - 0,2 mm) - Areia grossa (0,2 - 2 mm) As frações mais grosseiras do que a fração areia são: - Cascalho (2 - 20 mm) - Calhau (20 - 200 mm) - Matacão (> 200 mm) A textura é um atributo observável com o tato, e refere-se à proporção relativa das frações areia, silte e argila (conforme estudamos na unidade 2, “Composição do Solo”) em um solo, de acordo com os grupamentos texturais descritos na tabela abaixo. Para determinar a textura, de modo simples, deve-se molhar uma amostra de solo e esfregar com força entre o polegar e o indicador.


Em sala de aula é importante fazer uma analogia entre a estrutura do solo e a estrutura de uma casa.

- Consistência seca - avalia o grau de resistência à quebra ou esboroamento do torrão. É classificada em solta, macia, ligeiramente dura, dura, muito dura, extremamente dura.


- Consistência úmida - é dada pela friabilidade do torrão ligeiramente úmido. É classificada em solta, muito friável, friável, firme, muito firme, extremamente firme.


- Consistência molhada - é observada em amostras molhadas, amassadas e homogeneizadas nas mãos. Avalia-se a plasticidade (capacidade do material em ser moldado), em três tipos: não plástica, ligeiramente plástica e muito plástica e; a pegajosidade (capacidade de aderência), em três tipos: não pegajosa, ligeiramente pegajosa e muito pegajosa.


A consistência é um atributo morfológico do solo observado com o auxílio do tato, sendo expressa pela dureza, friabilidade, pegajosidade e plasticidade do solo.


A expressão da consistência quando o solo está seco é a dureza, que é a resistência à ruptura dos torrões. Para determinar a dureza, se pega um torrão de solo seco, a fim de tentar quebrá-lo com os dedos, ou, se não for possível, com as mãos. Uma amostra de um solo extremamente duro não pode ser quebrada mesmo utilizando ambas as mãos. Em um solo extremamente duro, é difícil a penetração das raízes das plantas, o preparo do solo para o cultivo pelo produtor rural, a escavação de poços ou fundações de casas.


A pegajosidade refere-se à aderência do solo às mãos ou a outros objetos, quando molhado, conforme verificamos nas imagens a seguir, onde podemos observar um solo não pegajoso e outro ligeiramente pegajoso. Esse é um atributo muito importante, pois um solo muito pegajoso é difícil de ser trabalhado para diversas finalidades, como construção de um aterro por operários em uma obra, ou o cultivo por um produtor rural.


Porosidade - A porosidade é visualizada no perfil de solo e deve ser descrita conforme a quantidade e o tamanho dos poros. - Quantidade: poucos, comuns ou muitos - Tamanho: pequenos, médios grandes ou muito grandes


A porosidade é um atributo morfológico observado pela visão, e pode ser definida como o volume de solo ocupado pela fase líquida e pela fase gasosa do solo. Muitas vezes, o aluno pode imaginar que o solo é um meio maciço, como uma rocha, porém é um meio extremamente poroso. Neste caso, para exemplificar este atributo morfológico pode ser feita uma analogia entre o solo e uma esponja utilizada na cozinha.


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Disciplina: 
Mecânica dos solos I
	Turma:
NOTURNO 
	
	Professor: Lima
	Data: 15/03/2021
	
	Aluna: JULIA MACEDO PEREIRA
	ATIVIDADE AVALIATIVA
	Bacharel – 5º Período
1) Como obras de solos podem sofrer influência baseado nos fatores apontados neste organograma? Como estão divididos estes fatores e como cada fator pode (ou não) influenciar nos demais fatores?
Reformulando a pergunta: como a morfologia do solo influencia na utilização do mesmo em obras? Como está dividida essa classificação morfológica e quais suas influências entre si?
A morfologia do solo significa o estudo e a descrição da sua aparência no meio ambiente natural, segundo as características visíveis a olho nu, ou perceptíveis com o tato. Os principais atributos do solo observados na descrição morfológica são: cor, textura, estrutura, consistência e porosidade.
· Cor - É de fácil identificação e possibilita fazer inferências a respeito do conteúdo de matéria orgânica, tipos de óxidos de ferro, processos de formação, dentre outros. Para que se tenha um padrão de identificação de cor do solo, utiliza-se a Carta de Cores de Munsell (Munsell Color Charts), que considera as variações da cor em escalas de três componentes: matiz, valor e croma.
A cor do solo reflete, na maioria dos solos tropicais, basicamente, a composição de cores de minerais de ferro e o conteúdo de matéria orgânica presente no solo. A determinação das cores dos horizontes superficiais do solo em áreas alteradas, poe exemplo, em comparação com as cores do solo do ambiente natural, permite uma rápida verificação da recuperação dos teores de matéria orgânica; problemas de deficiência de drenagem (ambientes encharcados) e inferências sobre a intensidade de parte da atividade biológica no solo. 
· Textura – a textura tem grande influência no comportamento físico-hídrico e químico do solo, e por isso, sua avaliação é de grande importância para o uso e manejo dos solos utilizados para a agricultura. É expressa pela proporção dos componentes granulométricos da fase mineral do solo, areia, silte e argila. No Brasil, a classificação de tamanho de partículas utilizada segue o padrão disposto a seguir (Embrapa, 1979) - obs: deve ser observada em campo, na descrição morfológica, mas seu valor definitivo é dado pela análise granulométrica, realizada em laboratório:
- Argila (< 0,002 mm)
- Silte (0,002 - 0,05 mm)
- Areia fina (0,05 - 0,2 mm)
- Areia grossa (0,2 - 2 mm)
As frações mais grosseiras do que a fração areia são:
- Cascalho (2 - 20 mm)
- Calhau (20 - 200 mm)
- Matacão (> 200 mm)
A textura é um atributo observável com o tato, e refere-se à proporção relativa das frações areia, silte e argila (conforme estudamos na unidade 2, “Composição do Solo”) em um solo, de acordo com os grupamentos texturais descritos na tabela abaixo. Para determinar a textura, de modo simples, deve-se molhar uma amostra de solo e esfregar com força entre o polegar e o indicador.
 
· Estrutura - é o arranjo estabelecido pela ligação das partículas primárias do solo entre si por substâncias diversas encontradas no solo, como matéria orgânica, óxidos de ferro e alumínio, carbonatos, sílica, etc.
Este arranjo dá origem aos agregados ou peds, que são unidades estruturais separadas entre si por superfícies de fraqueza. A estrutura tem grande influência no desenvolvimento de plantas no solo, como sistema radicular, armazenamento e disponibilidade de água e nutrientes e resistência à erosão.
A estrutura é caracterizada conforme três aspectos:
- Tipo: laminar, prismática, colunar, blocos angulares, blocos subangulares, granular
- Tamanho: muito pequena, pequena, média, grande muito grande
- Grau de desenvolvimento: solta, fraca, moderada, forte
O conjunto de agregados do solo (popularmente chamado de “torrões do solo”), em seu estado natural, forma a estrutura do solo. Estes agregados possuem tamanhos e formatos variados, e nada mais são que o agrupamento das partículas primárias, ou seja, areia, silte e argila. Em sala de aula é importante fazer uma analogia entre a estrutura do solo e a estrutura de uma casa. 
A casa é construída com diferentes materiais (tijolos, areia, cimento, etc.) que formam uma estrutura e deixam espaços vazios (quartos, sala, cozinha, etc.). No solo, ocorre um processo semelhante, visto que as partículas do solo (areia, silte, argila) formam diferentes tipos de estruturas (granular, blocos, prismática, laminar) A existência da estrutura também permite a existência de espaços (poros do solo), nos quais se encontra a fração líquida do solo (solução do solo) e a fração gasosa do solo (ar do solo), conforme estudamos na unidade 2, “Composição do Solo”. Além disso, quando há estrutura, as partículas individuais (areia, silte, argila) estão “unidas”, dificultando a perda do solo pelo processo da erosão (conforme será estudado na unidade 7, “Conservação do Solo e Água”).
 
· Consistência - a consistência diferencia a adesão e coesão de partículas do solo, que podem variar em função da textura, matéria orgânica e mineralogia e deve ser observada em campo em três condições de umidade:
- Consistência seca - avalia o grau de resistência à quebra ou esboroamento do torrão. É classificada em solta, macia, ligeiramente dura, dura, muito dura, extremamente dura.
- Consistência úmida - é dada pela friabilidade do torrão ligeiramente úmido. É classificada em solta, muito friável, friável, firme, muito firme, extremamente firme.
- Consistência molhada - é observada em amostras molhadas, amassadas e homogeneizadas nas mãos. Avalia-se a plasticidade (capacidade do material em ser moldado), em três tipos: não plástica, ligeiramente plástica e muito plástica e; a pegajosidade (capacidade de aderência), em três tipos: não pegajosa, ligeiramente pegajosa e muito pegajosa.
A consistência é um atributo morfológico do solo observado com o auxílio do tato, sendo expressa pela dureza, friabilidade, pegajosidade e plasticidade do solo. 
A expressão da consistência quando o solo está seco é a dureza, que é a resistência à ruptura dos torrões. Para determinar a dureza, se pega um torrão de solo seco, a fim de tentar quebrá-lo com os dedos, ou, se não for possível, com as mãos. Uma amostra de um solo extremamente duro não pode ser quebrada mesmo utilizando ambas as mãos. Em um solo extremamente duro, é difícil a penetração das raízes das plantas, o preparo do solo para o cultivo pelo produtor rural, a escavação de poços ou fundações de casas. 
A plasticidade é observada quando o material do solo, no estado molhado, ao ser manipulado, pode ser modelado constituindo diferentes formas. A plasticidade do solo é uma propriedade muito utilizada pelos professores de artes, e também é útil ao artesão, que comumente precisa moldar o solo para desenvolver seu trabalho, conforme a imagem a seguir. 
A pegajosidade refere-se à aderência do solo às mãos ou a outros objetos, quando molhado, conforme verificamos nas imagens a seguir, onde podemos observar um solo não pegajoso e outro ligeiramente pegajoso. Esse é um atributo muito importante, pois um solo muito pegajoso é difícil de ser trabalhado para diversas finalidades, como construção de um aterro por operários em uma obra, ou o cultivo por um produtor rural. 
· Porosidade - A porosidade é visualizada no perfil de solo e deve ser descrita conforme a quantidade e o tamanho dos poros.
- Quantidade: poucos, comuns ou muitos
- Tamanho: pequenos, médios grandes ou muito grandes
A porosidade é um atributo morfológico observado pela visão, e pode ser definida como o volume de solo ocupado pela fase líquida e pela fase gasosa do solo. Muitas vezes, o aluno pode imaginar que o solo é um meio maciço, como uma rocha, porém é um meio extremamente poroso. Neste caso, para exemplificar este atributo morfológico pode ser feita uma analogia entre o solo e uma esponja utilizada na cozinha. 
Como tem poros, o solo pode absorver água, assim como ocorre com a esponja. Os maiores poros do solo podem ser visualizados a olho nú, como na imagem a seguir, ou com uma lupa de 10 aumentos facilmenteencontrada em papelarias. A porosidade dos solos é importante para o armazenamento e movimento da solução do solo (fase líquida) e do ar do solo (fase gasosa) - conforme estudamos na unidade 2, “Composição do Solo” -, e para o desenvolvimento das raízes das plantas. 
A compactação dos solos apresenta, como efeito direto, a redução da porosidade, diminuindo a infiltração de água e penetração de oxigênio. Um exemplo típico de compactação são as ruas de terra (urbanas ou rurais), as quais apresentam elevada compactação devido o tráfego de pessoas, veículos ou animais, não permitindo a infiltração da água da chuva e favorecendo o escorrimento da enxurrada e a erosão.
REFERÊNCIAS
IBGE. Coordenação de Recursos Naturais e Estudos Ambientais. Manual técnico de pedologia. 3. ed. Rio de Janeiro, 2015. 430 p. (IBGE. Manuais Técnicos em Geociências, 04). 
LIMA, M. R. Noções de morfologia do solo. In: LIMA, V. C.; LIMA, M. R.; MELO, V. F. (Eds.). O solo no meio ambiente: abordagem para professores do ensino fundamental e médio e alunos do ensino médio. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, Departamento de Solos e Engenharia Agrícola, 2007. p. 17-26. 
LIMA, V. C.; MELO, V. F. Perfil do solo e seus horizontes. In: LIMA, V. C.; LIMA, M. R.; MELO, V. F. (Eds.). O solo no meio ambiente: abordagem para professores do ensino fundamental e médio e alunos do ensino médio. Curitiba: Universidade Federal do Paraná, Departamento de Solos e Engenharia Agrícola, 2007. p. 13-16.

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