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Integrantes do grupo: 
Amanda Mel dos Reis Marques - R.A. 001202006390 
Gabrieli de Carvalho Cardoso - R.A. 001202006987 
Isabelle Lima e Silva - R.A. 001202006949 
Kathelyn Monique dos Reis Moraes - R.A. 001202010350 
Roberta Arthur de Souza Carvalho - R.A. 001201809215 
 
 
 
 
 
FISIOTERAPIA BRAGANÇA 2021 
4° Semestre Matutino 
 
 
 
 
 
Resumo Artigo: Síndrome de burnout e engajamento 
em profissionais de saúde: um estudo transversal 
 
 
A síndrome de burnout é caracterizada pela exaustão psicológica devido ao estresse do 
trabalho, resultando em três fatores multidimensionais intermitentes: exaustão 
emocional, despersonalização e diminuição da realização pessoal. 
Dentre todos locais do hospital, a unidade de terapia intensiva (UTI) tem se destacado 
como um dos mais estressantes, não apenas para o pacientes e seus parentes mas 
também para os profissionais da saúde. 
Dessa forma, o intuito desse estudo é avaliar a frequência da síndrome de burnout em 
profissionais de saúde atuantes na UTI e na USI, e associar esses dados com o 
desempenho no trabalho. 
Foi realizado um levantamento com utilização de um questionário autoaplicável através 
do programa Research Electronic Data Capture (REDCap), o estudo foi realizado na 
UTI e na USI de um hospital privado em São Paulo. 
Os estudos foram realizados com profissionais da terapia intensiva (médicos, 
enfermeiros e fisioterapeutas). A participação foi voluntária e as respostas foram 
mantidas em anônimo. 
Para a coleta dos dados demográficos foram utilizados três instrumentos: O Inventario 
de Burnout Maslach (MBI), a Escala de Depressão Ansiedade e Estresse (DASS-21) e o 
questionário Gallup. 
Entre fevereiro de 2017 e junho de 2017, 206 dos 325 profissionais convidados (63,4%) 
responderam aos questionários. Destes, 55 eram médicos (26,7%), 88 eram 
fisioterapeutas (42,7%) e 63 eram enfermeiros (30,6%). A frequência de burnout grave 
foi de 34,3% (27,9 - 41,4%), e não se identificaram diferenças entre os grupos 
profissionais ou locais de trabalho. A frequência de casos graves ou muito graves de 
depressão, ansiedade ou estresse foi de 12,9%, 11,4% e 10,5%, respectivamente. O 
escore mediano (intervalo interquartil) observado pelo questionário Gallup foi 41 (34 - 
48), e não se observaram diferenças entre os grupos profissionais ou locais de trabalho. 
Houve correlação negativa entre burnout e engajamento com o trabalho (r = -0,148; p = 
0,035). 
Esse estudo comprova a grave e elevada presença da síndrome de burnout entre os 
profissionais da saúde que atuam na unidade de terapia intensiva e na semi-intensiva. 
Além disso, é possível correlacionar o burnout a um engajamento negativo com o 
trabalho.

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