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Miria Silva

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Questões resolvidas

Quanto a crítica interna procura observar a coerência e a coesão do texto do documento. a materialidade do documento, a sua composição física, enquanto a crítica interna procura observar se as informações do documento são verossímeis. o contexto histórico a que o documento se refere e o seu significado para o período, enquanto a crítica interna procura identificar os sujeitos sociais envolvidos. o sítio arqueológico ou o arquivo em que foi encontrado o documento, enquanto a crítica interna procura situar o documento no tempo e no espaço. o contexto socioeconômico de produção do documento, enquanto a crítica interna procura observar quais são os conflitos sociais que o documento apresenta.


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Questões resolvidas

Quanto a crítica interna procura observar a coerência e a coesão do texto do documento. a materialidade do documento, a sua composição física, enquanto a crítica interna procura observar se as informações do documento são verossímeis. o contexto histórico a que o documento se refere e o seu significado para o período, enquanto a crítica interna procura identificar os sujeitos sociais envolvidos. o sítio arqueológico ou o arquivo em que foi encontrado o documento, enquanto a crítica interna procura situar o documento no tempo e no espaço. o contexto socioeconômico de produção do documento, enquanto a crítica interna procura observar quais são os conflitos sociais que o documento apresenta.


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Pincel Atômico - 15/09/2023 20:25:12 1/3
MIRIÃ CONCEIÇÃO
SILVA
Avaliação Online (SALA EAD)
Atividade finalizada em 11/09/2023 22:17:57 (1125964 / 1)
LEGENDA
Resposta correta na questão
# Resposta correta - Questão Anulada
X Resposta selecionada pelo Aluno
Disciplina:
HISTORIOGRAFIA [486434] - Avaliação com 5 questões, com o peso total de 15,00 pontos [capítulos - 1,2,3]
Turma:
Graduação: História - Grupo: SETEMBRO/2022 - HIST/SET22 [69978]
Aluno(a):
91344697 - MIRIÃ CONCEIÇÃO SILVA - Respondeu 4 questões corretas, obtendo um total de 12,00 pontos como nota
[358652_1221
51]
Questão
001
(Pref. Ribe5. (Pref. Ribeirão Preto/SP 2013 – VUNESP) O documento foi definido
tradicionalmente como um texto escrito à disposição do historiador. Fustel de
Coulanges afirmava que “a habilidade do historiador consiste em retirar dos
documentos o que contém e nada acrescentar... A leitura dos documentos de nada
serviria se fosse feita com ideias preconcebidas”. A partir deste pressuposto, dois
procedimentos básicos deveriam ser adotados, denominados, convencionalmente, de
crítica externa e crítica interna.
FUNARI, Pedro Paulo. A Antiguidade Clássica, p. 15. Adaptado
Acerca dos dois procedimentos básicos a que se refere o autor, é correto afirmar que a
crítica externa analisa
 
X
a autoria do documento e, se possível, a biografia do autor, enquanto a crítica interna
procura observar a coerência e a coesão do texto do documento.
a materialidade do documento, a sua composição física, enquanto a crítica interna
procura observar se as informações do documento são verossímeis.
o contexto histórico a que o documento se refere e o seu significado para o período,
enquanto a crítica interna procura identificar os sujeitos sociais envolvidos.
o sítio arqueológico ou o arquivo em que foi encontrado o documento, enquanto a
crítica interna procura situar o documento no tempo e no espaço.
o contexto socioeconômico de produção do documento, enquanto a crítica interna
procura observar quais são os conflitos sociais que o documento apresenta.
[358652_1221
75]
Questão
002
(MONTE HOREBE 2019) Após as inovações teórico-metodológicas vivenciadas pelo
conhecimento histórico desde o surgimento da Escola dos Annales, na primeira
metade do século XX, têm sido divulgados novos conceitos para se pensar a história.
Escolha a alternativa que representa um novo conceito de história, cuja contribuição do
pensador dos Annales, Bloch, esteja explicitada.
A história é a ciência que estuda o passado.
A história é a ciência dos homens no tempo.
A história é a ciência criada para a glorificação dos heróis no mundo.
X
A história é uma ciência em construção que se preocupa essencialmente com os
eventos passados.
A história é a ciência que prova como os fatos verdadeiramente aconteceram
[358652_1221
69]
Questão
003
(MONTE HOREBE 2019) Após a leitura da citação a seguir, extraída da obra Um
Estranho em Goa do escritor angolano José Eduardo Agualusa (2010), assinale a
alternativa que indica maior proximidade da citação com o conceito de tempo histórico
reelaborado para o discurso historiográfico em contraposição ao discurso teórico do
positivismo e pensamento metódico. “Disse-me que dorme pouco, que quase não
dorme, e que, para distrair, passa as noites a desenhar o que vê durante o dia. À noite
reconstrói o dia.”
 
Pincel Atômico - 15/09/2023 20:25:12 2/3
A reconstrução do passado na sua totalidade é a maior meta da historiografia
contemporânea, uma vez que é preciso lembrar do passado como quem lembra de
tudo que viveu ao longo dia, ao chegar à noite.
O tempo histórico será sempre linear e baseado na verdade absoluta de quem observa
os fatos a luz do dia para descrevê-los rapidamente à noite.
O resgate do passado é tarefa urgente para a ciência que se dedica apenas ao estudo
do passado: a ciência da história.
X
O passado não está morto e sempre estará relacionado ao presente. É do presente
que se observa o passado.
O passado está morto e, assim, deverá ser narrado como, de fato, aconteceu como se
o tempo do passado fosse o dia e o tempo do presente, a noite que chega após o dia.
[358653_1147
71]
Questão
004
(ENADE 2014) Ao se problematizar a produção do conhecimento histórico, as
representações do tempo, do passado e da ciência com que operamos, um novo
conceito de temporalidade se tornou possível: não mais o de um tempo definido
aprioristicamente, em que o historiador inscreveria os acontecimentos, como num filme
linear; mas o tempo da experiência, do acontecimento em sua singularidade, o que
torna possível perceber que há diferença na repetição e que trabalhamos com a
multitemporalidade, ao invés de restringirmo-nos a uma temporalidade única.
ROSSI, V.L.S.; ZAMBONI, E. (org.) Quanto tempo o tempo tem! 2a ed. Campinas:
Editora Alínea, 2005 (adaptado)
O conceito de tempo associa-se diretamente à escrita da História, tendo em vista que
os acontecimentos são produzidos em uma determinada temporalidade, a qual
expressa sinais do pensamento, das ações e experiências humanas em uma
determinada época.
Sobre o conceito de tempo, a partir das perspectivas teóricas mais atuais, avalie as
afirmações a seguir:
I – Valoriza-se o tempo plural e em diferentes sintonias, em detrimento do tempo linear
e progressivo, entendido como sentido único.
II – A História se constrói com base na ideia de tempo cumulativo, na qual a curta
duração forma a longa duração.
III – Reconhecem-se múltiplas temporalidades, onde o tempo cronológico coexiste com
o tempo das rupturas e das continuidades.
IV – O tempo deve ser entendido em seu contexto histórico e, nesse sentido, a divisão
cronológica da História é o principal instrumento para explicar as ações humanas.
É correto apenas o que se afirma em
II e IV.
I, III e IV.
X I e III.
I, II e IV.
II e III.
Pincel Atômico - 15/09/2023 20:25:12 3/3
[358654_1147
70]
Questão
005
(ENADE 2014) Destruídos todos os documentos sobre um determinado período, nada
pode ser dito por um historiador. Uma civilização da qual não tivéssemos nenhum
vestígio arqueológico, nenhum texto e nenhuma referência por meio de outros povos,
seria como uma civilização inexistente para o profissional de História? A categoria
documento define uma parte importante de atuação do historiador e a amplitude de
sua busca.
KARNAL, L; TATSCH, F. G. A memória evanescente. In: PINSKI, C. B.; LUCA, T. R. O
historiador e suas fontes. Contexto, 2009, p. 9.
Por trás dos grandes vestígios sensíveis da paisagem, os artefatos, as máquinas, por
trás dos escritos aparentemente mais insípidos e as instituições aparentemente mais
desligadas daqueles que as criaram, são os homens que a história quer capturar.
Quem não conseguir isso será apenas, no máximo, um serviçal da erudição. Já o bom
historiador se parece com o ogro da lenda. Onde fareja carne humana, sabe que ali
está a sua caça.
BLOCH, M. Apologia da História ou o ofício do historiador. São Paulo: Zahar, 1989, p.
54.
Considerando a necessidade dos historiadores se valerem de registros documentais
para produzir conhecimento e, paralelamente, o enorme alargamento de nossa
compreensão atual do que sejam documentos históricos, avalie as seguintes
afirmações:
I – Apesar das transformações pelas quais passou o campo historiográfico ao longo do
século XX, ainda são os documentos oficiais (via de regra emanados das instâncias de
poder) aqueles que permitem as interpretações efetivamente confiáveis.
II – Para a maioria dos historiadores, na atualidade, a compreensão que prevalecia no
século XIX, de que o documento era portador de “verdade dos fatos” não é mais
aceita, porque se entende que as interpretações sobre o passado se fundamentam no
diálogo construído pelos historiadores envolvendo teoria, eventos e documentos.
III – Durante o século XX ocorreu um alargamento em relação aos objetos de interesse
dos historiadores, o que implicou na ampliação do que se pode considerar como fontes
históricas, chegando-se a conceder o estatuto de “fonte” a praticamente tudo que
permita vislumbrar a ação humana.IV – Um documento histórico não se define como importante a partir de uma
determinada visão de época, ou seja, os documentos existem e mantêm seu valor
independentemente do meio social que os conserva.
É correto apenas o que se afirma em
X II e III.
I e IV.
I, III e IV.
I, II e III.
II e IV.

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