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MEU PNEUMO-GUIA
à
@horadapneumo
INSTRUÇÕES PARA IMPRESSÕES
1. Para impressão no tamanho A6 que é o tamanho do
guia que eu faço:
2. Recortara o papel A4 em 4 partes.
3. Depois ir em propriedades de 
De impressão e ajustar.
A6
A4
MEU PNEUMO-GUIA
@horadapneumo
@horadapneumo
“Antes de você se basear por este 
guia prático, NÃO esqueça que 
uma BOA AVALIAÇÃO para o 
seu paciente é de suma 
importância, e que cada paciente 
tem sua particularidade, sendo 
aqui este resumo apenas um 
auxilio para suas práticas. Busque 
MAIS, estude MAIS, dê sempre o 
seu melhor como que você tiver.”
Com amor, Rosi Queiroz.
CONTEÚDO 
•Avaliação neurológica 
➢ Escala de como de Glasgow
➢ Escala de ramsay
➢ Resposta a dor
▪ Padrões dos sinais vitais 
➢ Temperatura
➢ Pressão arterial 
•Inspeção 
•Palpação
•Ausculta pulmonar 
•FC/ FR/ SPO2
•Sinais e sintomas de desconforto respiratório
1. Escala de Borg modificada
2. Sensação de falta de ar
▪Padrões respiratórios
▪Gasometria 
▪Ventilação mecânica 
▪Parâmetros ventilatórios
▪Formulas e cálculos 
▪Distúrbios eletrolíticos 
▪Valores de normalidades hemograma
▪Radiografia de tórax
▪Terapia de expansão pulmonar
▪Padrões ventilatórios inspiratórios
▪EPAP
▪ Inspirometro de incentivo
▪ Hiperinsuflação manual com ambu
▪ Respiração por pressão positiva
▪Terapia de higiene brônquica
➢ Percussão torácica; Tapotagem; Vibração torácica e
➢ Aceleração do fluxo expiratório AFE; Drenagem postural 
▪Referências
AVALIAÇÃO NEUROLÓGICA
ESCALA DE COMA DE GLASGOW COM AVALIAÇÃO PUPILAR
(ATUALIZADA EM 2018)
PARÂMETRO RESPOSTA PONTOS
ABERTURA 
OCULAR
Espontâneo
Ao comando verbal
Pressão de abertura dos olhos
Nenhuma
NT
4
3
2
1
NT
RESPOSTA VERBAL
Orientado e conversando
Desorientado
Palavras
Sons
Nenhuma
NT
5
4
3
2
1
NT
RESPOSTA 
MOTORA
Ao comando
Localiza dor
Flexão Normal
Flexão Anormal
Extensão
Nenhuma
NT
6
5
4
3
2
1
NT
APÓS REALIZAR ECG DEVE ANALISAR A REAÇÃO PUPILAR
AVALIAÇÃO PUPILAR (P)
INEXISTENTE
PARCIAL
COMPLETA
NENHUMA PULIPA REAGE AO ESTIMULO DA LUZ
APENAS UMA PUPILA REAGE AO ESTIMULO DE LUZ
AS DUAS PUPILAS REAGEM AO ESTIMULO DE LUZ
2
1
0
CALCULAR ECG-P: VALOR DA ECG – (SUBTRAIR) O VALOR AVALIAÇÃO P
PUPILAR = VALOR DA ESCALA À PARTIR DA ATUALIZAÇÃO DE 2018
Se uma área não puder ser avaliada, nenhuma pontuação numérica 
será dada àquela região e será considerada “não testável”. 
PONTUAÇÃO MÍNIMA:01 PONTUAÇÃO MÁXIMA:15
Fonte: GCS, 2018. 
ESCALA DE RAMSAY
NIVEL CARACTERISTICAS
1
Ansioso, agitado ou 
inquieto, ou ambos;
2
Tranquilo, cooperativo, 
orientado
3
Responde a comandos 
verbais;
4
Sedado, com resposta 
rápida à leve toque da 
glabela ou estímulo 
sonoro auditivo;
5
Sedado, responde 
lentamente a estímulo 
auditivo alto ou toque da 
glabela ou estimulo 
sonoro auditivo;
5
Sedado, não responde 
aos mesmos estímulos dos 
itens 4 ou 5.
RESPOSTA A DOR
PINÇAMENTO DO 
TRAPÉZIO
INCISURA 
SUPRAORBITÁRIA
LEITO UNGUINAL 
PROCESSO XIFÓIDE ESTERNO
LOCAIS PARA REALIZAR O ESTÍMULO
PADRÕES DOS SINAIS VITAIS -TEMPERATURA
TEMPERATURA- T
VALOR NOMENCLATURA
Abaixo de 35°c Hipotermia 
36,1°c – 37,2°c Normotermia
37,3°c – 37,7°c Febrícula 
37,8°c – 38,9°c Febre 
39°c – 40°c Pirexia 
Acima de 40°c Hiperpirexia 
Padrões de febre:
• Sustentada: persistência da febre
geralmente em torno de 38°c.
• Intermitente: a temperatura volta ao
normal ao menos 1 vez em 24h.
• Remitente: abaixa, mais não volta ao
normal.
• Redicivante: a temperatura vai ente
normais e febris em intervalos de 24h.
PRESSÃO ARTERIAL- PA
PRESSÃO PARA ADULTOS
NOMENCLATURA SISTÓLICA DIASTÓLICA
hipotenso <90mmhg <60mmhg
Normotenso <120mmhg <80mmhg
PAM
Pressão arterial 
média
2XPAD+PAS
3
60 -100mmhg
Hiperte
nsão
Leve 140mmhg 90mmhg
Moderad
o
160mmhg 100mmhg
Grave Acima de 180mmhg acima de 110mmhg
Fatores que afetam a PA: ansiedade, dor, estresse,
cafeína, tabagismo, idade, sexo, posição do corpo,
alcoolismo, exercício físico, febre, substancias psicoativas.
Emergência clinica: PA >150/100 mmhg com cefaleia,
náuseas, vômitos, vertigem, PA>170/100 com ou sem
sintomas.
PA- NORMAL VALOR NOMENCLATURA
Idoso DIS- 40-160 mmhgSIS- 90-100 mmhg NORMOTENSO
Adulto DIS- 90-140 mmhgSIS- 60-90 mmhg NORMOTENSO
Criança DIS- 60-90 mmhgSIS- 30-60 mmhg NORMOTENSO
INSPEÇÃO
INSPEÇÃO ESTÁTICA INSPEÇÃO DIMÂMICA
• Presença de 
cicatrizes
• Tipos de tórax
• Coloração da pele
• Padrão respiratório
• Tosse
• Ritmo
• Edema
• Presença de tiragens
• Uso da musculatura 
acessória
PALPAÇÃO
EXPANSIBILIDADE TORÁCICA/FRÊMITO TÓRACO-VOCAL
TIPOS DE SONS
Maciço 
Aumento da densidade 
pulmonar; ex: 
condensação pulmonar, 
derrame pleural.
Timpânico
Redução da densidade 
pulmonar; ex: 
pneumotórax.
PERCURSÃO
INSPEÇÃO
AUSCULTA PULMONAR
Multisaúde Copyright © 2020. 
RUÍDO CARACTERISTICA SIGNIFICADO
RONCOS
Som grave e 
contínuo
Presença de 
secreções 
SIBILOS
Som agudo que 
pode estar 
presente em 
apenas uma
parte do ciclo 
respiratório,
comumente na fase 
expiratória.
◦ Fase expiratória: 
sugere bronco-
constrição.
◦ Fase inspiratória: 
sugere obstrução
das vias aéreas 
periféricas.
ESTERTORES 
CREPTANTES
Som descontínuo 
semelhante
ao atrito dos fios de 
cabelo.
Sugestivo de líquido 
nas vias aéreas.
ATRITO 
PLEURAL
Som de atrito mais 
comum
durante a 
inspiração.
Atrito das pleuras 
parietal e visceral.
FREQUENCIA CARDÍACA
VALOR NOMENCLATURA
Abaixo de 60 bpm Bradcárdico
60-100bpm Normocárdico
Acima de 100 bpm Taquicárdico
FREQUENCIA RESPIRATÓRIA
VALOR NOMENCLATURA
Abaixo de 14 irpm Bradpneico
14-20 irpm Normopneico 
Acima 20irpm Taquipneico 
SATURAÇÃO PERIFÉRICA DE O2
VALOR NOMENCLATURA
95-100% Normal 
91-94% Hipoxemia leve
86-90% Hipoxemia moderada
Abaixo de 86% Hipoxemia grave
FC/ FR/ SPO2
SINAIS E SINTOMAS DE DESCONFORTO RESPIRATÓRIO
SENSAÇÃO SUBJETIVA DE FALTA DE AR
SINAIS E SINTOMAS DEFINIÇÃO QUANDO OCORRE 
Dispneia de 
esforço
Ocorre durante a 
realização de 
alguma atividade, 
sendo dividida em 
pequena, média e 
grande
Durante 
realização de 
atividade física
Ortopneia
Desconforto quando 
deitado
Comum em pacientes 
com insuficiência 
cardíaca
Dispneia 
paroxística 
noturna
Acorda com 
dispneia, podendo 
estar associada à 
tosse
Insuficiência 
cardíaca a 
esquerda
trepopneia
Dispneia presente 
quando instituído 
decúbito lateral
Principalmente em 
pacientes com 
insuficiência cárdica 
congestiva
PADRÕES RESPIRATÓRIOS
CHEYNE-STOKES: caracterizado por
elevações graduais na frequência e
profundidade, seguida por queda gradual,
ocorrendo períodos de apneia entre os ciclos.
Ocorre devido a variações da tensão de O2 e
CO2 no sangue. Observado em associação
com lesões neurológicas, (TCE, HIC AVE),
insuficiência renal e cardíaca, overdose
(drogas e medicamentos) e a exposição não-
costumeira a grandes altitudes.
KUSSMAUL: padrão laborioso e ofegante, no
qual a frequência e a profundidade estão
aumentadas. Associado a acidose metabólica
acidose diabética e a insuficiência renal.
BIOT: alterna períodos de apneia e
movimentos respiratórios anárquicos. Associado
a meningite e a lesões graves SNC que levem
a pressão intracraniana.
GASOMETRIA PARÂMETROS DE NORMALIDADE
ACIDOSE 7,35- Ph- 7.45 ALCALOSE
HIPOXEMIA 80- PaO2 -100 HIPEROXEMIA
HIPOCAPNIA
COMPONENTE 
RESPIRATÓRIO
35- PaCO2- 45 HIPERCAPNIA
COMPONENTE 
RESPIRATÓRIO
COMPONENTE 
METABÓLICO
22- HCO3- 26 COMPONENTE METABÓLICO
Hipoxemia <95% - SatO2 - >95% Normal 
Perda de bases -2 - BE -+2 Ganho de bases
pH PaCO2 HCO3
Alcalose 
respiratória 
Normal
Acidose 
respiratória
Normal
Alcalose 
metabólica
Normal
Acidose 
metabólica
Normal 
Alteração 
respiratória
Alteração 
metabólica
Bicarbonato aumenta para compensar o aumento do CO2 e diminui
para compensar a redução do CO2. As compensações acontecem
porque um tenta melhorar o outro.
PRA FIXAR NA MEMÓRIA
pH e BIC diminuído - Acidose Metabólica
pH e BIC aumentado – AlcaloseMetabólica
Lembre-se: 
o pH e PaCO2 são INVERSAMENTE proporcionais
Lembre-se: 
o pH e HCO3 são DIRETAMENTE proporcionais
pH aumentado e PaCO2 diminuído
pH diminuído e PaCO2 aumentado
Alcalose respiratória
Acidose respiratória
Compensação imediata: Pulmão aumenta a
frequência respiratória para compensar o
aumento ou diminuição do CO2 no sangue.
Compensação tardia: Controle renal da
excreção de H+ e bicarbonato em 48 horas.
VENTILAÇÃO MECÂNICA
A ventilação mecânica (VM) é um método
de tratamento para pacientes com
insuficiência respiratória aguda ou crônica
agudizada. O fisioterapeuta que trabalha
em unidade terapia intensiva (UTI) deve
ser capaz de ajustar e manejar o ventilador
mecânico, possibilitando sincronismo entre
paciente e ventilador favorecendo assim
melhores resultados, como a redução do
tempo em VM e estadia na UTI.
PRINCIPAIS OBJETIVOS DA VM
•
•
•
•
•
CICLO VENTILATÓRIO
1. Fase inspiratória: fase de enchimento 
pulmonar.
2. Ciclagem: momento de transição da fase 
inspiratória para a expiratória
3. Fase expiratória: fase de desinsulflação 
pulmonar.
4. Disparo: mudança da fase expiratória para 
fase inspiratória. 
O ciclo ventilatório compreende uma séria de
eventos para entrada e saída do volume
ofertado. Ele é composto por quatro eventos
básicos
PARÂMETROS DE SUPORTE VENTILATÓRIO
➢ Fração inspirada de O2 (FIO2): FIO2 
necessária para manter a saturação entre 
92 a 97%.
➢Volume corrente (VC): Usar VC 6-8 ml 
kg/peso predito, Peso Ideal (PI)
▪ (PI (homem) = 50 + 0,91*(h-152,4)
▪ PI (mulher) = 45,5 + 0,91*(h-152,4)
➢ Frequência respiratória (FR) : Regular FR 
inicial entre 12-16 rpm. Reavaliar 
gasometria. (atentar para auto-peep).
➢Volume minuto (VM): VC X FR ajustes no 
VM são responsáveis pelo controle da 
PaCo2.
➢ Fluxo (V): Recomenda-se 40 a 60 L/min.
➢ Tempo inspiratório (Tinsp.) Ajuste em 0,8 a 
1,2 segundos.
➢Pausa inspiratória: Ajuste de 0,3 a 0,5 
segundos.
PARÂMETROS DE SUPORTE VENTILATÓRIO
➢ Relação inspiração: expiração (I:E): Depende do 
VC, FR, Fluxo insp. ou pausa inspiratória. Ajuste da 
r5elação I:E em 1:2 a 1:3.
➢ Sensibilidade (Sens.). Dispara a pressão ou fluxo; 
Ajuste a 0,5 a-2,0 (cmH2O) ou +3,0 a +4,0 
(L/min.)
➢ Pressão positiva expiratória final (PEEP): Ajuste 
de 3 – 5 cmH2O.
➢ Pressão inspiratória (Pinsp.) Programada no modo 
pressão controlada, SMV e PSV. Ajuste da pressão 
de acordo com o VC desejado. (Relação com 
complacência e resistência).
➢ pressão de Pico (PPI): Pressão máxima atingida 
durante a fase inspiratória. Parâmetro de alerta 
tolerância de até 40 cmH2O.
➢ Pressão de Platô (P.platô): Ao final da inspiração 
quando o volume corrente predeterminado é 
atingido. A válvula de fluxo do ventilador fecha-se 
e o fluxo cai a zero. Recomenda-se manter o P.platô
abaixo de 35 cmH2O. 
PARÂMETROS DE SUPORTE VENTILATÓRIO
Modos ventilatórios Modos de controle
Controlado
A/C
SIMV
CPAP
VOLUME CONTROLADO
PRESSÃO CONTROLADA
PRESSÃO DE SUPORTE
PARAMETROS INDICATIVOS DA NECESSIDADE DE VENTILAÇÃO MECÂNICA 
(>=MAIOR; <=MENOR)
FREQUÊNCIA RESPIRATÓRIA > 35 irmp
VOLUME CORRENTE < 5 Ml/Kg
CAPACIDADE VITAL < 50 Ml/Kg
VOLUME-MINUTO > 10 Ml/min
PRESSÃO INSPIRATÓRIA MÁXIMA > -25 cmH2O
PRESSÃO EXPIRATÓRIA MÁXIMA < +25 cmH2O
EZPAÇO MORTO > 60%
PaCO2 > 50 mmHg
PaO2 (FiO2= 0,21) < 50 mmHg
PaO2/FiO2 < 200
MODOS BÁSICOS DE VM
Parâmetros Valores 
VOLUME CORRENTE
6 a 8 ml/kg predito
(SDRA considerar 4 a 6 ml/kg 
predito)
FLUXO INSPIRATÓRIO 40 a 60 l/mim
PAUSA INSPIRATÓRIA 0,2 a 0,4 seg
FREQUENCIA RESPIRATÓRIA 12 a 20 irpm
PEEP 4 a 8 cmH2O
FiO2 21% A 100%
SENSIBILIDADE A FLUXO
SENSIBILIDADE A PRESSÃO
1 A 3 l/mim
-2 cmH2O
Parâmetros Valores 
PRESSÃO INSPIRATÓRIA
7 a 15 cmH2O de pressão 
inspiratória.
TEMPO INSPIRATÓRIO 0.8 A 1.2 seg
FREQUENCIA RESPIRATÓRIA 12 a 20 irpm
PEEP 4 a 8 cmH2O
FiO2 21% A 100%
SENSIBILIDADE A FLUXO
SENSIBILIDADE A PRESSÃO
1 A 3 l/mim
-2 cmH2O
Parâmetros Normal Considerar VM
Frequência respiratória 12-20 >35
Volume corrente (mL/kg) 5-8 <10 a 15
Capacidade Vital (mL/kg) 65-75 <10 a 15
Volume minuto (L/min) 5-6 >10 
Pressão inspiratória máxima 
(cmH2O)
80-120 >-25
Pressão expiratória máxima 
(cmH2O)
80-100 <+25
Espaço morto (0%) 25-40 >60
PaCO2 (mmHg) 35-45 >50
PaO2 (mmHg) (FIO2 = 0,21) >75 <50
P(A-a)O (FIO2 = 1,0) 25-80 >350
PaO2 / FIO2 >300 <150
PARÂMETROS VENTILATÓRIOS
• Frequência respiratória (Fr):
Regular Fr inicial entre 12-16 rpm.
Reavaliar gasometria. (Atentar risco de
auto-peep)
• Volume Minuto (VM): VT x Fr
Ajustes no VM são responsáveis pelo 
controle PaCO2.
• Fluxo (V):
Recomenda-se 40 a 60l/min.
PARÂMETROS VENTILATÓRIOS
• Fração Inspirada de O2 (FiO2):
FiO2 necessária para manter SaO2 entre 
93 a 97%.
• Volume Corrente (VT):
Usar VT 6ml/kg/peso predito
inicialmente.
Homens : 50 + 0,91 x (altura em cm –
152,4)
Mulheres: 45,5 + 0,91 x (altura em cm -
152,4).
Graziella: 168cm :. 45,5+0,91 (168 -152,4)
45,5+0,91 (15,6)
59,696 (peso predito) x 6 = 358,176 ml
Diretrizes Brasileiras de VM, 2013
PARÂMETROS VENTILATÓRIOS
• Tempo inspiratório (Tinsp.): Ajuste em 
0,8 a 1,2 segundos.
• Pausa Inspiratória: Ajuste de 0,3 a 0,5
segundos.
• Relação inspiração:expiração (I:E):
Depende do VT, Fr, Fluxo insp., Tinsp ou 
pausa inspiratória.
Ajuste inicial da relação I:E em 1:2 a 1:3.
•Sensibilidade (Sens.): Disparo a
pressão ou fluxo
•Ajuste -0,5 a -2,0 (cmH2O) ou 
+3,0 a +4,0 (L/min)
PARÂMETROS VENTILATÓRIOS
•Evita o colapso alveolar
•Diminui shunt pulmonar e hipoxemia
•Melhora a troca gasosa alvéolo-capilar
•Melhora oferta de oxigênio para os
tecidos
•Diminui a necessidade de ventilação
com altas FiO2
•Redução do trabalho respiratório.
•Barotrauma (pneumotoráx)
•Fístula broncopleural (aumento)
•Hipertensão intracraniana (HIC)
•Rompimento de bolhas DPOC
•Instabilidade Hemodinâmica…
Efeitos indesejáveis da PEEP:
Efeitos benéficos da PEEP:
PRA NÃO ESQUECER
Ciclagem
Momento de transição, finalizando a fase inspiratória 
iniciando a expiratória.
Disparo
Mudança da faze expiratória para 
inspiratória
Fase expiratória
Momento de desinsuflação pulmonar devido 
a abertura da válvula exalatória.
Fase inspiratória
Momento de insuflação pulmonar devido a 
abertura da válvula inspiratória 
Fluxo inspiratório
Velocidade com que o volume corrente será 
ofertado.
Fração inspirada de 
oxigênio
Porcentagem de oxigênio liberado pelo 
ventilador mecânico 
Frequência respiratória
Velocidade de vezes que o volume corrente 
será entregue ao paciente.
Pausa inspiratória Pausa ofertada ao final da inspiração
Pressão inspiratória
Pressão positiva aplicada no sistema 
respiratório, gerando volume corrente
Pressão positiva ao final da 
expiração - PEEP
Pressão positiva que permanece ao final da 
expiração.
Sensibilidade
Traduz o esforço que o paciente irá realizar 
para realizar uma nova inspiração
Ventilação com pressão de 
suporte
Modo ventilatório que necessita do esforço 
do paciente
Ventilação controlada a 
pressão
Pressão aplicada será constante e o volume 
gerado é variado
Ventilação controlada a 
volume
Volume é constante e pressão é variada
Volume corrente
Quantidade de movimentada durante a 
inspiração e a expiração basais
Volume minuto
Produto do volume corrente pela 
frequência respiratória
COMPLICAÇÕES DA VM
Intubação seletiva;
Auto-extubação;
Extubação precoce;
Obstrução do lúmen;
Traumatismos;
Lesões glóticas;
Lesões traqueais (Estenose e traqueomalácia);
Hemorragia;
Infecção.
RELATIVAS ÀS VIAS AÉREAS ARTIFICIAIS
INDUZIDAS PELO VENTILADOR MECÂNICO
Infecção respiratória;
Barotrauma;
Volutrauma;
Atelectasia;
Biotrauma.
AVALIAÇÃO E INÍCIO DO DESMAME
➢•VOLUME CORRENTE;
➢•FR;
➢•VOLUME MINUTO;
➢•ÍNDICE DE RESPIRAÇÃO 
SUPERFICIAL;
➢•PO2/FIO2;
➢•PRESSÃO DE PICO;
➢•SATURAÇÃO.
COMPLICAÇÕES DA VM
➢Alterações hemodinâmicas
(baroinversão):
•Hipotensão;
•Taquicardia;
➢Alterações renais:
•Redução da filtração glomerular;
•Reduçãodo débito urinário.
➢Hiperventilação alveolar:
•Vasoespasmo;
•Lesão alveolar por fadiga.
➢Hipoventilação alveolar:
•Atelectasia;
•Dessaturação.
➢Desnutrição.
RELATIVAS AO PACIENTE
DESMAME DA VM
O desmame da ventilação mecânica é
definido como o processo de retirada, seja
ela abrupta ou parcial, do paciente do
suporte ventilatório mecânico.
•Evento que motivou a VM;
•Troca gasosa (PO2>60 mmHg, FIO2<0,4, 
PEEP<5-8 CMH2O);
•Avaliação hemodinâmica;
•Esforço respiratório (DRIVE);
•Nível de consciência (sem agitação 
psicomotora);
•Tosse eficaz;
•Equilíbrio acidobásico (PH>7,3);
•Balanço hídrico;
•Eletrólitos séricos;
•Sem intervenção cirúrgica próxima.
PARÂMETROS VENTILATÓRIOS
▪Evite pressão máxima acima de 
40cmH2O;
▪Evite pressão platô acima de 
30cmH2O;
Pra evitar Volutrauma.
▪Evite grandes volumes correntes;
▪Preconize volume de acordo com o 
peso ideal do paciente(PI (homem) = 
50 + 0,91*(h-152,4)
PI (mulher) = 45,5 + 0,91*(h-152,4).
▪Na SARA/SDRA, preconize valores 
mais baixos entre 4 e 6 ml/kg de peso 
de acordo com o PI.
▪NA DPOC entre 5 e 8ml/kg de peso 
de acordo com o PI.
▪Permitir hipercapnia se os valores de 
volumo estiverem além dos indicados 
com estratégia de proteção pulmonar.
Pra Evitar Barotrauma
▪PEEP de 2 cmH2O acima do ponto de 
inflexão. (usa-se a PEEP decremental)
▪PEEP mínima é de 5 cmH2O.
▪A PEEP em algumas situações pode levar a
hiperinsuflação pulmonar. Uma forma de
monitorar se a PEEP está aumentando ou
diminuindo a hiperinsuflação é avaliar o
volume corrente (ventilando em modo
pressão controlada ou assisto controlada).
▪Se, ao aumentar a PEEP, o volume corrente
diminuir, é sinal de hiperinsuflação, e então
vale a pena usar valores mais baixos de
PEEP.
▪Caso ocorra o contrário, ganho de volume
corrente, a PEEP aplicada está conseguindo
contrapor a resistência ao fluxo de ar e
desinsuflar o pulmão.
A PEEP tem função de manter os
alvéolos abertos ao final da
expiração.
PARÂMETROS VENTILATÓRIOS
PEEP ideal
PRESSÃO POSITIVA EXPIRATÓRIA FINAL (PEEP )
Tabela PEEP x FiO2 - PEEP baixa (SDRA leve)
FiO2 0,3 0,4 0,4 0,5 0,5 0,6 0,7 0,7 0,7 0,8 0,9 0,9 1,0
PEEP 5 5 8 8 10 10 10 12 14 14 14 16 18-24
Tabela PEEP x FiO2 - PEEP alta (SDRA moderada-grave)
FiO2 0,3 0,3 0,3 0,3 0,3 0,4 0,4 0,5 0,5 0,5-0,80,8 0,9 1,0
PEEP 5 8 10 12 14 14 16 16 18 20 22 22 22-24
Tabela PEEP x FiO2 - PEEP alta (SDRA moderada-grave)
FiO2 0,3 0,3 0,3 0,4 0,4 0,4 0,4 0,5 0,5 0,6 0,7 0,8 1,0
PEEP 5 8 10 10 12 16 18 18 20 20 20 20-22 22-24
FORMULAS 
PESO PREDITO
SEXO MASCULINO
SEXO FEMENINO
PI (homem) = 50 + 0,91*(h-152,4)
PI (mulher) = 45,5 + 0,91*(h-152,4)
FREQUENCIA RESPIRATÓRIA IDEAL
FRi= PaCO2 (conhecida) x FR (conhecida) 
PaCO2 (desejada)
RELAÇÃO PaO2/FiO2
P/F= PaO2
FiO2
>300= normal / pode refletir efeito shunt nos pulmões – entre 200-
300 de 10 a 20%; 100 a 199: 20 a 40% de shunt e menor que 
100% 40 % de shunt indica SARA.
PaO2 IDEAL
PaO2i= 109-0,43 x idade
A pressão parcial de oxigênio ideal é em torno 
de80mmHg, para garantir uma saturação >95% em 
condições normais
FRAÇÃO INSPIRADA DE OXIGENIO IDEAL
FIO2i= PaO2 (desejada) x FIO2 (conhecida) 
PaO2 (conhecida)
RESISTÊNCIA DAS VIAS AÉREAS
Rva= P.pico - P.platô
Fluxo 
Valor normal: 4 a 8 cmH2/l/s/ manter Rva menor 
que 20cmH2/l/s/ nas doenças obstrutivas
ELASTÂNCIA
E= ∆𝑃
∆V
Valores normais: 5 a 10 a 808 cmH2/L
COMPACÊNCIA ESTÁTICA
Csr= ___VC____
P.platô-PEEP
VALOR NORMAL: 50 A 80 ml/cmH2O; Alta: enfisema; 
baixa: SDRA, Edema pulmonar, distensão abdominal, 
pneumotórax
COMPACÊNCIA DINÂMICA
Cdyn= ___VC____
P.pico-PEEP
VALOR NORMAL: 80 a 100 ml/cmH2O; 
DRIVE PRESSURE
∆𝑷 = P.platô-PEEPtotal
Valor normal: igual ou abaixo 15 cmH2O
PRESSÃO DE PICO
Pressão máxima de vias aéreas 
Manter <45 cmH2O
PRESSÃO DE PLATÔ
Pressão alveolar medida ao final da inspiração, por pausa de 
2 a 3s./ Manter <30cmH2O
CONSTANTE DE TEMPO
Ct= complacência x Rva
1000
RELAÇÃO INS:EX/ Ttot
RELAÇÃO I:E
1:T.Exp/T.Insp.
Ttot (s) = 60
FR
Ttot = TI+TE
ÍNDICE DE OXIGENAÇÃO
IO= ___PaO2____
FIO2
VALOR NORMAL: 50 A 80 ml/cmH2O; Alta: enfisema; baixa: 
SDRA, Edema pulmonar, distensão abdominal, pneumotórax
DISTÚRBIOS ELETROLÍTICOS
Sódio >>> 135 a 145 mEq/l
Hiponatremia Hipernatremia
Confusão mental, 
convulsões, coma.
Irritabilidade, tremores, 
confusão mental, convulsões 
e coma.
Potássio >>> 3,5 a 5,0 mEq/l
Hipotassemia Hiperpotassemia
Fraqueza muscular, 
câimbras, parestesias, 
hiporreflexias e arritmias. 
Fraqueza muscular, 
arreflexia, paralisia e 
arritimias.
Cálcio >>> 8,5 a 10,5 mg/dl
hipocalcemia Hipercalcemia
Espasmos musculares, 
tetania, convulsões, 
lagringoespasmo, arritimias.
Fadiga, fraqueza, cefaleia, 
confusão mental, torpor, 
náuseas, vômitos, 
constipação intestinal, 
poliúria, polidipsia e coma.
DISTÚRBIOS ELETROLÍTICOS
Fósforo >>> 2,5 a 4,5 mEq/l
Hipofosfatemia Hiperfosfatemia
Fraqueza muscular, 
parestesias, insuficiência 
cardíaca, confusão mental, 
convulsões e coma.
Associada a hipocalemia.
Magnésio >>> 1,6 a 2,6 mg/dl
Hipomagnesemia Hipermagnesemia
Arritmias cardíacas, 
tremores, tetania, associa-
se a hipopotassemia e a 
hipocalcemia.
Paralisia flácida, 
hiporreflexia e depressão 
respiratória.
HEMOGRAMA
PLAQUETAS
NORMAL 150.000 A 350.000 mm3
Assim como as demais células plaquetas são formadas na 
medula óssea tem como função de participar da 
coagulação sanguínea. 
SERIE VERMELHA 
Hemácias Hematócrito Hemoglobina 
Homens 4,4 a 5,9 
milhões/mm3
36 a 52 % 13 a 20 g/dl
Mulheres 3,8 a 5,2
milhões/mm3
35ª 47 % 11 a 18 g/dl
Valores menores que os normais podem provocar 
alterações importantes nas trocas gasosas.
SERIE BRANCA
Leucócitos 5,000 a 10,00/mm3
Mielócitos 0 mm3
Neutófilos juvenis 150 a 400/mm3
Neutrófilos segmentados 3,000 a 5.800/mm3
Linfócitos 1.500 a 3.000/mm3
Monócitos 285 a 500/mm3
Eoinófolos 50 a 250/mm3
Basófilos 150ª 1500/mm3
Valores acima dos previstos podem indicar algum 
processo infeccioso.
PLAQUETAS
NORMAL 150.000 A 350.000 mm3
Assim como as demais células plaquetas são formadas na 
medula óssea tem como função de participar da coagulação 
sanguínea. 
HEMOGRAMA
RADIOGRAFIA DE TÓRAX
Radiografia de tórax, comumente chamada de
raioX de tórax é uma imagem semelhante a
uma fotografia do coração e dos pulmões, que
usa uma pequena dose de radiação para criar
uma imagem. Com a radiografia de tórax
avaliasse os pulmões, o tamanho e contorno do
coração, mediastino, pleura, diafragma e os
ossos da caixa torácica (costelas, esterno e
vértebras). Esse é um dos exames médico
mais realizado.
SINTOMAS QUE PODEM REQUERER UM RAIO X DO TÓRAX
➢–Tosse intensa ou 
persistente;
➢ Dor no peito;
➢Lesão no tórax;
➢Tosse com sangue;
➢ Febre;
➢Falta de ar;
➢Quedas.
➢ Problemas em vasos sanguíneos;
➢ Doença cardíaca congênita;
➢ Insuficiência cardíaca congestiva;
➢ Fraturas das costelas;
➢ Defeitos da válvula cardíaca;
➢ Câncer de pulmão;
➢ Disseminação de câncer para os ossos;
➢ Efusão pericárdica (fluidos em torno do 
coração);
➢ Pneumonia;
➢ Edema pulmonar (líquido nos pulmões);
➢ Tuberculose
Os seguintes problemas podem ser diagnosticados por 
um raio X do tórax
TERAPIA DE EXPANSÃO PULMONAR
Exercícios que tem como objetivo a expansão da caixa 
torácica por meio de estímulos manuais ou de 
aparelhos.
✓ Prevenção e recuperação da função pulmonar
✓ Melhora na oxigenação
✓ Ganho de força muscular respiratória
✓ Melhora da mecânica respiratória
OBJETIVOS
PADRÕES VENTILATÓRIOS INSPIRATÓRIOS
O objetivo dessa técnica é a ativação muscular, que
aumenta volumes e capacidades pulmonares
melhorando assim a oxigenação.
É mais indicação em pós operatório de cirurgias 
abdominais e torácicas.
➢ Inspiração profunda; Soluços inspiratórios; 
Inspiração em tempos
A pressão expiratória positiva nas vias aéreas utiliza a
PEEP em expiração espontânea. É uma inspiração
seguida de expiração contra resistência pressórica
linear. Podendo ocorrer a elevação abrupta e
voluntáriadas pressões intratorácica e intra-
abdominal, sendo contraindicado em pacientes
cardíacos.
EPAP
INSPIRÔMETRO DE INCENTIVO
Chamado de espirômetro de incentivo, consiste na
utilização de equipamentos projetados para estimular
inspirações profundas, lentas e sustentadas com
Feedback visual para o paciente, aumentando a CRF,
CV, força muscular e auxílio à
normalização dos padrões ventilatórios.
HIPERINSUFLAÇÃO MANUAL COM AMBU
Técnica através da insuflação manual com manobras
consecutivas de volumes de ar fornecidos através do
AMBU, solicitando ao paciente que mantenha a glote
fechada após cada insuflação, até que os pulmões
estejam insuflados ao máximo possível.
A respiração por pressão positiva intermitente pode
ser utilizada por uma bolsa/ AMBU com presença de
válvula de spring load na válvula exalatória,
conectando ao paciente através de uma máscara
facial sustentada por 5 a 10 min.
RESPIRAÇÃO POR PREÇAO POSITIVA
TERAPIA DE HIGIENE BRÔNQUICA
A terapia de higiene brônquica utiliza-se de técnicas
que visam auxiliar a mobilização e a eliminação de
secreções, melhorando as trocas gasosas e evitando
as complicações de um quadro de pneumopatia
previamente instalado.
Essas técnicas não são utilizadas de maneira isolada,
mas sim associadas não só entre si, como também a
outras modalidades dentro da fisioterapia
respiratória.
INDICAÇÕES
➢ Produção excessiva de secreção;
➢ Insuficiência respiratória aguda e que 
apresentam sinais clínicos de acúmulo de 
secreção (ruídos adventícios, alterações 
gasométricas ou de radiografia torácica);
➢ Em pacientes com atelectasia lobar aguda, na 
presença de anormalidades na relação 
ventilação/perfusão causadas por pneumopatia
unilateral; 
➢ Síndromes ciliares discinésicas;
➢ Bronquite crônica e fibrose cística;
➢ Preventivo em pacientes acamados no período 
de pósoperatório;
➢ Portadores de doenças neuromusculares;
➢ Bronquiectasias.
QUANDO UTILIZAR
✓ Tosse ineficaz;
✓ Produção excessiva de muco;
✓ Diminuição do murmúrio vesicular ou o 
surgimento de roncos ou creptações;
✓ Taquipnéia, padrão respiratório exaustivo;
TERAPIA DE HIGIENE BRÔNQUICA
PERCUSSÃO TORÁCICA
A percussão, durante a expiração, 5 Hz de frequência, 
promovendo ondas de energia cinética, transmitidas 
através das vias respiratórias, deslocam as secreções 
da arvore brônquica e as mobilizam das regiões 
periféricas para as centrais.
✓ Movimentos ritmados e com cadência
✓ Objetivos: mobilizar e deslocar a secreções.
✓ Punho percussão direta X punho percussão indireta
Contra indicações:
✓ Paciente apresentando ruídos sibilares 
exacerbados;
✓ Dispneia, crise asmática;
✓ Edema agudo do pulmão;
✓ Pós cirúrgicos em menos de uma hora de refeição 
fraturas de costelas,
✓ Cardiopatas graves.
TAPOTAGEM
Gera ondas de energia mecânica com a aplicação das
mãos em forma de concha; Aplica sobre a superfície
torácica correspondente ao segmento pulmonar a ser
drenado; Essas ondas são transmitidas aos pulmões,
provocando um deslocamento das secreções nos
brônquios.
O fisioterapeuta deve executar um
movimento de flexoextensão do
punho e quase nenhum movimento
de cotovelo e nenhum movimento de
ombro, percutindo ritmicamente a
parede torácica em um movimento de
onda, utilizando ambas as mãos
alternadamente e em sequência.
TÉCNICA
✓ Pós-operatório 
✓ E em pacientes com lesão pulmonar;
✓ Osteoporose;
✓ Edema agudo de pulmão;
✓ Fraturas de costelas;
✓ Cardiopatias;
✓ Hemoptise;
✓ Metástase pulmonar;
Contra indicações
✓ Não deve ser aplicada diretamente sobre a pele 
✓ usa-se de uma camada de tecido para 
✓ evitar a estimulação sensorial da pele;
✓ Evitar áreas sensíveis (regiões anteriores do tórax; locais de 
traumatismo ou de cirurgia);
✓ Não percutir sobre proeminências ósseas, como as 
vértebras ou a espinha da escápula.
C
U
I
D
A
D
O
S
VIBRAÇÃO TORÁXICA
✓ Tetanização dos músculos do braço e antebraço e 
transmitida pelos punhos e mãos ao tórax do 
paciente;
✓ Movimentos rítmicos, rápidos, com uma intensidade 
em torno de 20 a 25 Hz capaz de causar vibração 
em nível bronquial.
Manobra de redirecionamento de fluxo inspiratório que
consiste em comprimir um hemitórax com a mão, a
intenção de “empurrar o ar” de um pulmão para o outro.
MANOBRA DE FARLEY CAMPOS (FC)
• Pacientes com dreno de tórax;
• Pacientes com atelectasia;
✓ Manobra de higiene brônquica que consiste em
“agarrar” o pulmão com a mão e fazer um movimento
de “puxa e empurra”. Esta manobra pode ser brusca
ou lenta, de acordo com a necessidade do paciente;
INDICAÇÕES
Consiste em deprimir de maneira passiva o gradil costal 
do paciente (mov. crânio caudal) durante o período 
expiratório, com a finalidade de aumentar a ventilação, 
mãos do fisioterapeuta na região paraesternal do paciente 
caso este encontre-se em decúbito dorsal;
Contra indicações:
● Fraturas de costelas;
● Edema agudo de pulmão;
● Pneumotórax espontâneo não controlado;
● Derrame pleural;
● Cardiopatias valvulares;
PRESSÃO EXPIRATÓRIA (SUCUSSÃO TORÁCICA)
ACELERAÇÃO DO FLUXO EXPIRATÓRIO (AFE)
O objetivo principal da manobra é desinsuflar o tórax e
os pulmões, diminuindo o espaço morte e residual e
aumentando o volume de ar corrente. Possibilitando a
maior ventilação pulmonar que por sua vez irá
oxigenar melhor o sangue.
• A pressão expiratória é realizada com as mãos
abertas, dedos aduzidos ao máximo, punhos e
cotovelos fixos e a pressão exercida é quase todo
proveniente do ombro.
• A pressão deve ser continua, devendo, no fim, haver
uma leve vibração para maior relaxamento do tórax
do paciente, proporcionando melhor alavanca para
quem aplica o que torna a manobra mais eficiente.
• Um movimento tóracoabdominal sincronizado, 
gerado pelas mãos do fisioterapeuta sobre o tempo 
expiratório;
• Uma das mãos do fisioterapeuta é colocada sobre o 
tórax e a outra sobre o abdome;
• Com a mão torácica = exerce uma pressão oblíqua 
de cima para baixo e de frente para trás;
• Com a mão abdominal = pressão em sentido oposto 
de baixo para cima e de frente para trás. 
TÉCNICA 
Indicações:
● Sequelas pulmonares pós-cirúrgica;
● Problemas respiratórios de origem neurológica ou 
traumática;
● Sempre que a secreção for um fator agravante;
● Higiene brônquica de crianças sob ventilação 
mecânica.
DRENAGEM POSTURAL
A drenagem postural pode ser considerada uma técnica
respiratória, que tem como objetivo drenar secreção
pulmonar da árvore brônquica. Sua principal
fundamentação é o uso da ação da gravidade.
Promove a mobilização e o deslocamento de secreções
do trato respiratório com o uso da gravidade;
direcionando-as dos segmentos distais para as vias
aéreas centrais para que sejam removidas pela tosse.
Existem controvérsias sobre o tempo de aplicação do
método, mas muitos autores defendem a permanência
por 15 a 30 minutos em cada posição com o limite de
60 minutos no total
● Pós-operatórios imediatos
● Edema pulmonar
● Insuficiência cardíaca congestiva
● Embolia pulmonar
● Hemoptise ativa
● Pressão intracraniana maior que 20mmHg
● Hemorragia ativa com instabilidade hemodinâmica
● Cirurgia medula recente ou lesão medular aguda
● Derrames pleurais volumosos
● Infarto do miocárdio
● Sempre que o paciente referir intolerância à 
posição.
CONTRA INDICAÇÕES
Observações
• Posicionamento do Paciente em desvio de fluxo 
(desvio de fluxo intermitente)
• Orientação de condutas simples como Coluna 
D´água
DRENAGEM POSTURAL
COVID-19
COVID-19
MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS 
O espectro clínico da infecção por
SARS-CoV-2 é muito amplo. No
entanto, os principais sinais e
sintomas relatados são:
➢Febre (≥37,8ºC) 
➢Tosse 
➢Fadiga 
➢Dispneia 
➢Dor de garganta
➢Mal estar e mialgia 
➢Sintomas respiratórios do trato 
superior ( ageusia, anosmia, 
congestão nasal)
➢Sintomas gastrointestinais (mais 
raros) 
CONDIÇÕES E FATORES DE RISCO A SEREM 
CONSIDERADOS 
1. Grávidas em qualquer idade gestacional, puérperas até duas 
semanas após o parto (incluindo as que tiveramaborto ou 
perda fetal). 
2. Adultos ≥ 60 anos. 
3. Crianças < 5 anos (sendo que o maior risco de hospitalização 
é em menores de 2 anos, especialmente as menores de 6 
meses com maior taxa de mortalidade). 
4. População indígena aldeada ou com dificuldade de acesso. 
5. Indivíduos menores de 19 anos de idade em uso prolongado 
de ácido acetilsalicílico (risco de síndrome de Reye). 
6. Indivíduos que apresentem: pneumopatias (incluindo asma). 
7. Pacientes com tuberculose de todas as formas (há evidências 
de maior complicação e possibilidade de reativação). 
8. Cardiovasculopatias (incluindo hipertensão arterial sistêmica 
– à luz dos atuais conhecimentos existentes sobre Covid-19).
9. Nefropatias. 
10. Hepatopatias. 
11. Doenças hematológicas (incluindo anemia falciforme). 
12. Distúrbios metabólicos (incluindo diabetes mellitus). 
13. Transtornos neurológicos e do desenvolvimento que podem 
comprometer a função respiratória ou aumentar o risco de 
aspiração (disfunção cognitiva, lesão medular, epilepsia, 
paralisia cerebral, síndrome de Down, acidente vascular 
encefálico – AVE ou doenças neuromusculares). 
14. Imunossupressão associada a medicamentos (corticoide, 
quimioterápicos, inibidores de TNF-alfa), neoplasias, HIV/aids 
ou outros. 
15. Obesidade (especialmente aqueles com índice de massa 
corporal (IMC) ≥ 40 em adultos). 
COMPLICAÇÕES
As complicações mais comuns são síndrome
respiratória aguda grave (SRAG) definida por
presença de dispneia ou os seguintes sinais
de gravidade:
➢Saturação de SpO2 < que 95% em ar 
ambiente. 
➢Sinais de desconforto respiratório ou 
aumento da frequência respiratória 
avaliada de acordo com a idade. 
➢Piora nas condições clínicas de doença de 
base. 
➢Hipotensão1 em relação à pressão arterial 
habitual do paciente. 
➢Indivíduo de qualquer idade com quadro 
de insuficiência respiratória aguda durante 
o período sazonal. 
Em crianças: além dos itens anteriores,
observar os batimentos de asa nasal,
cianose, tiragem intercostal, desidratação e
inapetência.
TERAPIA E MONITORAMENTO PRECOCES DE SUPORTE 
➢Administre oxigenoterapia suplementar 
imediatamente a pacientes com SRAG e dificuldade 
respiratória, hipoxemia ou choque com alvo em 
SpO2>94%. 
*Observações para adultos: Adultos com sinais de
emergência (obstrução ou ausência de respiração,
desconforto respiratório grave, cianose central, choque,
coma ou convulsões) devem receber manejo das vias
aéreas e oxigenoterapia durante a reanimação para
atingir SpO2 ≥ 94%. inicie a oxigenoterapia a 5 L/min e
avalie as taxas de fluxo para atingir a meta SpO2 ≥ 93%
durante a reanimação; ou use máscara facial com bolsa
reservatório (de 10-15 L/min) se o paciente estiver em
estado crítico. Assim que o paciente se estabilizar, a meta
é SpO2 > 90% em adultos não grávidos e ≥ 92%-95% em
pacientes grávidas.
*Observações para crianças: Crianças com sinais de
emergência (obstrução ou ausência de respiração,
desconforto respiratório grave, cianose central, choque,
coma ou convulsões) devem receber manejo das vias
aéreas e oxigenoterapia durante a reanimação para
atingir SpO2 ≥ 94%; caso contrário, a meta é SpO2 ≥
90%. O uso de cânula nasal é preferível em crianças
pequenas, pois podem ser melhor toleradas.
➢Use tratamento conservador de fluidos em pacientes 
com SRAG quando não houver evidência de choque. 
*Os doentes com SRAG devem ser tratados
cautelosamente com fluidos intravenosos, porque a
ressuscitação agressiva dos fluidos pode piorar a
oxigenação, especialmente em ambientes onde a
disponibilidade de ventilação mecânica é limitada. Isso se
aplica aos cuidados de crianças e adultos.
TERAPIA E MONITORAMENTO PRECOCES DE SUPORTE 
➢Administre antibiótico dentro de uma hora da avaliação 
inicial de pacientes com sepse, coletar culturas dentro de 
uma hora idealmente antes de iniciar o antibiótico e o 
descalone com base no resultado microbiológico ou 
julgamento clínico.
➢Não administre rotineiramente corticosteroides sistêmicos 
para tratamento de pneumonia viral ou SRAG fora dos 
ensaios clínicos, a menos que sejam indicados por outro 
motivo.
➢Monitore de perto os pacientes com SRAG quanto a sinais 
de complicações clínicas como insuficiência respiratória e 
sepse de progressão rápida e aplique intervenções de 
suporte imediatamente. 
* Os pacientes hospitalizados com SRAG requerem
monitoramento regular dos sinais vitais e, sempre que
possível, utilização de escores de alerta, que facilitam o
reconhecimento precoce e a intensificação do tratamento
do paciente em deterioração.
*Os exames laboratoriais de hematologia e bioquímica e o
ECG devem ser realizados na admissão e conforme
clinicamente indicado para monitorar as complicações,
como lesão hepática aguda, lesão renal aguda, lesão
cardíaca aguda ou choque. A aplicação de terapias de
suporte oportunas, eficazes e seguras é o pilar da terapia
para pacientes que desenvolvem manifestações graves da
Covid-19.
*Após a ressuscitação e a estabilização da paciente
grávida, o bem-estar fetal deve ser monitorado.
➢Entenda as comorbidades do paciente para atendimento 
individualizado e prognóstico. Mantenha uma boa 
comunicação com o paciente e seus familiares. 
*Determine quais terapias crônicas devem ser continuadas
e quais devem ser interrompidas temporariamente.
Monitore interações medicamentosas.
TRATAMENTO DA INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA 
HIPOXÊMICA E SÍNDROME RESPIRATÓRIA 
AGUDA GRAVE – SRAG 
➢Reconheça a insuficiência respiratória hipoxêmica
grave quando um paciente com dificuldade 
respiratória estiver com falha na oxigenoterapia 
padrão e prepare-se para fornecer suporte 
avançado de oxigênio / ventilação. 
*Caso esses pacientes necessitem de O2 via
cateter nasal maior que 5 litros/minuto para
sustentar SpO2 > 93% e/ou tenham frequência
respiratória > 28 irpm ou retenção de CO2 (PaCO2
>50 mmHg e/ou pH < 7,25) devem ser intubados e
ventilados mecanicamente imediatamente.
➢Instituir ventilação mecânica precocemente em 
pacientes com insuficiência respiratória 
hipoxêmica persistente (apesar da oxigenoterapia), 
respeitando as medidas de precaução adequadas. 
➢A Agência Nacional de Vigilância Sanitária 
(Anvisa), por meio da Nota Técnica n.º 4/2020, 
contraindica o uso de ventilação mecânica não 
invasiva (VNI) e cateter nasal de alto fluxo (Cnaf) .
TRATAMENTO DA INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA 
HIPOXÊMICA E SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA 
GRAVE – SRAG 
➢Proceder com intubação endotraqueal caso o 
paciente não responda à oxigenioterapia. O 
procedimento deve ser realizado por um profissional 
treinado e experiente, utilizando precauções para 
aerossóis e contato. 
*Os pacientes com SRAG, especialmente as crianças
pequenas ou pessoas que são obesas ou estão
grávidas, podem dessaturar rapidamente durante a
intubação. Pré-oxigene com FiO2 a 100% durante 5
minutos, através de uma máscara facial com bolsa
reservatório, máscara com ambu. A intubação de
sequência rápida é apropriada após uma avaliação
das vias aéreas que não apresente sinais de
intubação difícil.
*O paciente submetido à ventilação mecânica 
invasiva protetora poderá ser ventilado no modo 
volume ou pressão controlada (VCV ou PCV) com 
volume corrente igual a 6 ml/kg de peso predito e 
pressão de platô menor que 30 cmH2O, com pressão 
de distensão ou driving pressure (= Pressão de 
platômenos a PEEP) menor que 15 cmH2O. O ajuste 
da PEEP ideal permanece ainda não totalmente 
elucidado. Ajustar a menor PEEP suficiente para 
manter SpO2 entre 90-95%, com FiO2 < 60% ( utilizar 
tabela PEEP/FIO2 da ARDSNet para PEEP baixa 
(“SARA LEVE”). Verificou-se que o uso de PEEP mais 
elevada (obtida pela tabela ARDSNet para PEEP 
elevada ou “SARA MODERADA E GRAVE”) 
demonstrou estar acarretando hiperinsuflação
pulmonar e piora da evolução de parte dos 
pacientes com Corona Vírus (AMIB, 2020). 
➢Colocar pacientes com SRAG em posição prona 
pode melhorar a oxigenação, mas deve ser 
garantida a segurança do paciente. 
*Nos casos de PaO2/FIO2 menores que 150, já
com PEEP adequada pelatabela PEEP/FIO2,
sugere-se utilizar ventilação protetora colocando o
paciente em posição prona por no mínimo 16
horas. Todos os cuidados e paramentação para
procedimentos aerossolizantes de toda equipe
assistente que irá realizar a rotação devem ser
garantidos, devido ao alto poder infectante deste
vírus e garantir o número adequado de
profissionais de saúde para participarem do
processo seguro de rotação. Para realização da
rotação e para manutenção do paciente em
posição prona deve-se prover adequada sedo
analgesia e se preciso for, curarização. O paciente
poderá permanecer em decúbito supino se, após
ser “despronado”, permanecer com PaO2/FIO2 >
150. Do contrário, pode-se considerar colocar
novamente o paciente em posição prona (AMIB,
2020).
➢Adotar estratégia conservadora de 
gerenciamento de fluidos para pacientes com 
SRAG sem hipoperfusão tecidual. 
➢Evitar que o paciente se desconecte do 
ventilador, o que resulta em perda de Peep e 
atelectasia.
➢Use cateteres em linha para sucção das vias 
aéreas e realize o pinçamento do tubo 
endotraqueal quando for necessário desconectar 
(por exemplo, transferir para um ventilador de 
transporte ou troca de filtro HME). 
TRATAMENTO DA INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA 
HIPOXÊMICA E SÍNDROME RESPIRATÓRIA AGUDA 
GRAVE – SRAG 
GERENCIAMENTO DO CHOQUE 
SÉPTICO 
➢Reconhecer o choque séptico em adultos quando 
houver suspeita ou confirmação de infecção e os 
vasopressores forem necessários para manter a pressão 
arterial média (PAM) ≥65 mmHg E o lactato é ≥2 mmol / 
L, na ausência de hipovolemia. 
➢Reconheça o choque séptico em crianças com qualquer 
hipotensão (pressão arterial sistólica [PAS] <5º centil ou> 
2 DP abaixo do normal para a idade) ou 2-3 dos 
seguintes: estado mental alterado; taquicardia ou 
bradicardia (FC <90 bpm ou> 160 bpm em bebês e FC 
<70 bpm ou> 150 bpm em crianças); recarga capilar 
prolongada (> 2 s) ou vasodilatação quente com pulsos 
delimitadores; taquipneia; pele manchada ou erupção 
petequial ou purpúrica; aumento de lactato; oligúria; 
hipertermia ou hipotermia. 
* Observações: na ausência de uma medida de lactato,
use a pressão arterial (por exemplo, PAM) e sinais
clínicos de perfusão para definir o choque.Os cuidados
padrão incluem o reconhecimento precoce e o uso dos
seguintes tratamentos durante a primeira hora após o
reconhecimento: terapia antimicrobiana, e início de
carga de fluidos mais vasopressores para a hipotensão.
➢Na ressuscitação do choque séptico (PAS< 90 mmHg, 
PAM <65 mmHg ou, eventualmente, redução da PAS em 
40 mmHg da pressão habitual ou com sinais de 
hipoperfusão, entre eles níveis de lactato acima de duas 
vezes o valor de referência institucional (hiperlactatemia
inicial)) em adultos, administre pelo menos 30 m/ kg de 
cristaloide adultos na primeira uma hora. 
➢Na ressuscitação do choque séptico em crianças em 
locais com bons recursos, administre 20 ml/kg em bolus
rápido e até 40-60 ml/kg na primeira uma hora. 
➢Não use soluções hipotônicas ou baseadas em amidos 
para ressuscitação. 
REFE: MINISTÉRIO DA SAÚDE/ Protocolo de Manejo Clínico da Covid-19 na Atenção 
Especializada Brasília – DF 2020 
REFERENCIAS 
CHANG, D. W. Fórmula s e Cálculos de Terapia Respiratória. 1ª
ed. 2015.
MACHADO, M. G. Bases da Fisioterapia Respiratória –
Terapia Intensiva e Rea bilitação. 2ªed. 2018. SARMENTO, G. J.
V. O ABC da Fisioterapia Respira tória . 2ª ed. 2015.
E-book produzido por @pneumostudents / Fisioterapeuta Ana
Ravene Bezerra
GALEÃO, Thalita. Coleção Manuais da Fisioterapia: respiratória e
terapia intensiva. 1. ed. salvador: SANAR, 2020. p. 41-187.
MARCON; FARIA, Liliane De. Fisioterapia em Unidade
Hospitalar. 1. ed. Londrina: Editora e Distribuidora Educacional
S.A., 2019. p. 100-150.
TORRES, D. D. F. M. FISIOTERAPIA: guia prático para clínica.
2013. ed. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2006. p. 14-110.
Ebook Fisioterapia Hospitalar Completo 2016
MANEJO CLÍNICO. DO CORONAVÍRUS. (COVID-19) NA.
ATENÇÃO PRIMÁRIA. À SAÚDE. | Versão 9. Brasília - DF.
Maio de 2020.
@horadapneumo

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