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Material sobre aspectos técnicos e administrativos da sala de vacina: atividades do enfermeiro e da equipe; organização e funcionamento; procedimentos diários e mensais; conservação e administração de imunobiológicos; cadeia de frio, monitoramento, resíduos e insumos.

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 IMUNIDADE 1
ASPECTOS TÉCNICOS E ADMINISTRATIVOS 2
 ATIVIDADES DO ENFERMEIRO NA SALA DE VACINA 3
 FUNÇÕES DA EQUIPE NA SALA DE VACINA 4
 ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DA SALA DE VACINA 5
 O FUNCIONAMENTO DA SALA DE VACINA 6
 INÍCIO DO TRABALHO DIÁRIO 6
 PROCEDIMENTOS ANTERIORES A ADMINISTRAÇÃO DO IMUNOLÓGICO 7
 ORGANIZAÇÃO DO REFRIGERADOR 8
 ADMINISTRAÇÃO DOS IMUNOLÓGICOS 9
 ENCERRAMENTO DO TRABALHO DIÁRIO 10
 ENCERRAMENTO DO TRABALHO MENSAL 11
 RESÍDUOS RESULTANTES DA SALA DE VACINAÇÃO 12
 CUIDADOS COM OS RESÍDUOS DA SALA DE VACINAÇÃO 13
 LIMPEZA DA SALA DE VACINA 14
 CONSERVAÇÃO DOS IMUNOBIOLÓGICOS 15
 REDE DE FRIO 16
 MONITORAMENTO E CONTROLE DE TEMPERATURA 17
 EQUIPAMENTOS DE REFRIGERAÇÃO 18
 INSUMOS APLICÁVEIS À CADEIA DE FRIO 19
 PLANO DE CONTINGÊNCIA 20
1.
2.
3.
4.
5.
6.
7.
8.
9.
10.
11.
12.
13.
14.
15.
16.
17.
18.
19.
20.
21.
Sumário:
Fonte: Telesaude
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Técnica de Enfermagem e apaixonada pelos estudos, Isabela
Schildberg, a idealizadora do perfil "Diário de Enfermagem",
busca facilitar a aprendizagem otimizando o tempo e a
qualidade de estudos através de materiais digitais que auxiliam
na memorização e na melhor compreensão do assunto abordado.
Sobre a Autora
Simplifico os estudos de
concurseiros e estudantes de
nível técnico e superior em
enfermagem!
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Whatsapp: (41) 98474-9094
Site: www.diariodeenfermagem.com
Atenção!
Dúvidas e Sugestões!
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toda forma de reprodução, distribuição ou comercialização do conteúdo.
Esse arquivo é de uso individual e protegido por direitos autorais, sendo
o compartilhamento proibido.
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Passiva
ImunidadeImunidade
Ex: Anticorpos de outros organismos
(anticorpos da mãe para o feto)
Quando o indivíduo recebe anticorpos de outra forma
diferente daquela produzida pelo sistema imune
Ex: DoençasNatural
artificial
Ativa
Natural
artificial
Ex: Vacinas
Ex: Anticorpos de outros organismos
Produzida pelo próprio sistema imune
1
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Equipe treinada para:
Aspectos Técnicos e Administrativos
A res
ponsa
bilida
de
técni
ca da
 sala
 de
vacin
ação 
exige
prese
nça d
iária 
do
enfer
meiro
As atividades devem ser desenvolvidas
por 2 técnicos / aux.enfermagem com
supervisão do enfermeiro O manuseio A conservação E administração
De 
imunobiológicos
O enfermeiro responde pelos
aspectos administrativos e
clínicos
Que deve atuar na vacinação,
supervisão contínua e capacitação
da equipe de enfermagem
2
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Atividades do
Enfermeiro na Sala
de Vacina
Controle de estoque e
de materiais logísticos
Aspectos técnicos voltados
aos imunobiológicos
Administração destes
acompanhada da orientação
do paciente e/ou pais Manejo das possíveis
reações adversas
Manutenção do
sistema de registro Destino final adequado
do lixo infeccioso
Monitoramento da conservação
dos imunobiológicos
3
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Funções da
Equipe na Sala
de Vacina
Planejar as atividades de
vacinação, monitorar e avaliar o
trabalho desenvolvido de forma
integrada ao conjunto das demais
ações da unidade de saúde;
Prover as necessidades de
material e imunobiológicos;
Manter as condições
preconizadas de conservação
de imunobiológicos;
Dar destino adequado
aos resíduos da sala
de vacinação
Utilizar os
equipamentos de
forma a preservá-los
em condições de
funcionamento;
Registrar todos os dados referentes às atividades
de vacinação nos impressos adequados para a
manutenção, o histórico vacinal do indivíduo, e a
alimentação dos sistemas de informação do PNI;
Manter o arquivo da
sala de vacinação
em ordem;
Atender e orientar
os usuários com
responsabilidade e
respeito;
Promover a organização
e monitorar a limpeza
da sala de vacinação.
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Organização e Funcionamento
da Sala de Vacina
Insumos Básicos:
Caixa coletora material perfuro-cortantes, dispensador sabão líquido, dispensador papel toalha,
termômetro clinico, termômetro digital mínima e máxima para equipamento de refrigeração,
bandeja de aço inóx, recipientes para organização de imunos no equipamento de refrigeração,
fitas adesivas , tesoura, pinça dente de rato, gelox, caixas térmicas, algodão hidrófilo, recipiente
para algodão, seringas descartáveis, materiais de escritório, impressos e manuais, etc...
Possuir Imobiliários Básicos:
Maca, cadeiras, mesa escritório, arquivo, equipamentos
de refrigeração, caixas térmicas, lixeiras apropriadas,
equipamento de informática, armário...
Exclu
siva p
ara adm
inistração
de im
unobiol
ógicos
Classificada como
área semicrítica
5
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Início do
Trabalho Diário
Verificar ou ligar sistema
de ar condicionado
O Funcionamento da Sala de Vacina
Verificar se a sala está
limpa e organizada
Verificar temperatura dos
equipamentos de refrigeração
e anotar no mapa de registro;
Organizar materiais
de escritório, manuais
e impressos
Atentar para o prazo de
utilização após abertura
do frasco multidose
Organizar vacinas e
diluentes na caixa térmica
de uso diário, já climatizada
Organizar a caixa
térmica de uso diário
Higienizar as mãos
6
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Procedimentos Anteriores
a Administração do
Imunológico
Se primeira vez do usuário, abrir
os documentos padronizados
(cartão vacina, cartão controle)
ou cadastrar no SI PNI
Fazer registro no
boletim diário, conforme
padronização
Obter informações sobre estado de saúde do usuário,
avaliando as indicações e contra indicações à
administração dos imunobiológicos, evitando as falsas
contraindicações
Se retorno, avaliar histórico
de vacinação do usuário,
identificando as vacinas para
serem administradas
Orientar sobre a importância da
vacinação e conclusão do esquema
vacinal, ocorrências de eventos
adversos, etc
Fazer registro do imuno a
ser administrado no
espaço reservado as
anotações dos mesmos
Fazer o aprazamento à
lápis no cartão de vacina
e no cartão controle
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Organização do Refrigerador
Porta:
Não colocar imunobiológico ou
qualquer produto ou objeto
congelador:
Gelo reciclável/ saco plástico
com gelo, na vertical.
primeira prateleira:
Vacinas virais (poliomielite,
sarampo, febre amarela).
segunda prateleira:
Vacinas bacterianas ou toxoides
terceira prateleira:
Diluentes ou caixas com vacinas
bacterianas
quarta prateleira:
Garrafas de água com corante
para estabilizar a temperatura
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Administração 
dos Imunológicos
Examinar o produto, observando a aparência
da solução, o estado da embalagem, o número
do lote e o prazo de validade
Verificar qual imuno
à ser administradoHigienizar as mãos
antes e após o
procedimento
Administrar o
imuno conforme
técnica específica Observar a ocorrência
de eventos adversos
pós vacinação
Desprezar o material
utilizado na caixa coletora
de material perfurocortante
Observar a via de
administração e a
dosagem
Prepararo
imunobiológico
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Encerramento
do Trabalho
Diário
Certificar se equipamentos
estão funcionando
devidamente
Conferir o boletim
diário de doses
aplicadas no dia
Retirar as vacinas da caixa
térmica, guardando no
equipamento refrigerado
Retirar as bobinas de gelo
reutilizáveis, limpar e acondicionar no
evaporador do refrigerador ou freezer
Desprezar as vacinas dos frascos
multidoses que ultrapassarem o
prazo de validade após abertura
Verificar e anotar
temperatura do
equipamento de
refrigeração
Deixar a sala em
ordem e limpa
Limpar e secar
caixa térmica
Organizar
arquivo, cartões
Verificar faltosos, para
fazer busca posterior
Registrar o
número de doses
desprezadas
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Encerramento do Trabalho Mensal
Taxa de abandono
Cobertura vacinal
Eventos adversos
Inconsistência
Erros de registros
no sistema, etc...
1.
2.
3.
4.
5.
Consolidar as doses
registradas no boletim
diário
Avaliar e calcular o percentual
de perdas dos imunos
Monitorar as atividades
de imunização Revisa
r arquivo com
informação individual d
e
vacinados, para fazer
busca de faltosos
Transferindo os dados
para o boletim mensal Física
e Técnica
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Resíduos Resultantes da Sala de Vacinação
Classificados como grupo A1 que contém na sua formulação micro-organismos vivos ou atenuados,
incluindo frascos de vacinas com prazo de validade expirados, vazios ou com sobras de vacinas,
agulhas e seringas utilizadas;
Resíduos Infectantes 
Classificados como grupo D caracterizados por não apresentarem risco biológico, químico ou
radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares
(papel, embalagens de seringas e agulhas);
Resíduos Comuns 
O manejo desses resíduos inclui a fase de segregação, acondicionamento, identificação,
transporte interno, armazenamento temporário, tratamento, armazenamento externo, coleta 
e transporte externo e disposição final.
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Cuidados com os
Resíduos da Sala de
Vacinação
Encaminhar para CME, na própria unidade
de saúde ou outro estabelecimento, a fim
de que os resíduos sejam inativados.
 
Resolução nº 358/2005 CONAMA
Acondicionar em caixas coletoras de material
perfurocortante os frascos vazios, com perdas técnicas
e perdas físicas, além de outros resíduos perfurantes e
infectantes (seringas e agulhas usadas).
Inativação ocorre por autoclavagem durante
15 minutos, a temperatura de 121ºC 1 127ºC,
após podem ser acondicionados e descartados
no lixo hospitalar.
Acondicionar as caixas em
sacos plásticos brancos leitosos.
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Limpeza terminal
É mais complexa, deve ser realizada a cada 15 dias (piso,
teto, paredes,portas, janelas, mobiliário, luminárias,
lâmpadas, e filtros de ar condicionado);
Limpeza da Sala
de Vacinação
Limpeza concorrente
Limpeza diária, deve ser
realizada ao menos 2 vezes ao
dia
Limpeza dos equipamentos de
refrigeração (geladeiras e freezer
devem ser feitas pelo técnico/auxiliar)
Não varrer, utilizar
panos úmidos
Solução desinfetante
hipoclorito à 1% (10 ml
para cada litro de água)
Não proceder limpeza
em final de semana
ou feriados
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Conservação dos
Imunobiológicos
A Rede de Frio, tem objetivo de assegurar
que os imunobiológicos disponibilizados
sejam mantidos em condições adequadas de
transporte, armazenamento e distribuição.
Alteração de temperatura, excesso de frio ou
calor podem comprometer a potência
imunogênica , acarretando a redução ou
falta do efeito esperado.
Rede de F
rio
 
Estrutur
a técnico-
administra
tiva (norm
atização,
planejame
nto, avali
ação e
financiame
nto) direc
ionada
para a man
utenção a
dequada
da cadeia d
e frio.
CADEIA DE FRIO
Representa o processo logístico
(recebimento, armazenamento,
distribuição e transporte) da
rede de frio
A sala de vacinação é a instância final da rede de frio,
onde os procedimentos de vacinação são executados,
mediante ações de rotina, campanhas e outras estratégias.
Todas as vacinas devem
ser armazenadas em
temperatura entre +2ºC
e +8ºC, sendo ideal +5ºC.
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Rede de Frio
Armazenamento
Transporte
Recebimento
Aquisição Conservação
Manuseio
Distribuição
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Monitoramento
e Controle de
Temperatura
São recursos utilizados para monitoramento e controle da
temperatura dos equipamentos de refrigeração e das caixas
térmicas que irão armazenar e acondicionar os imunobiológicos.
Termômetro de momento,
máxima e mínima, digital
com cabo extensor
Termômetro analógico de
momento, máxima e mínima
(capelinha)
Termômetro de registro
gráfico: disponível nas
câmaras frigoríficas
Termômetro infravermelho
com mira à laser, também
chamado de pirômetro
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Equipamentos de Refrigeração
Na sala de vacinação, o armazenamento dos imunos são feitos em câmara frias, refrigeradores
domésticos e em caixas térmicas.
Recomendadas para o armazenamento/ acondicionamento de imunobiológicos. São
dotadas de instrumentos de medição da temperatura e dispositivos de alarme, não
havendo necessidade de instalar nenhum deles.
Não são mais recomendados, pois não atendem aos critérios de segurança e qualidade no que se
refere à manutenção de temperatura adequada para conservação dos imunobiológicos.
Refrigeradores de Uso Doméstico
Câmaras Refrigeradas
Armazenamento de bobinas reutilizáveis
Freezers
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Insumos Aplicáveis à Cadeia de Frio
Acondicionamento dos imunos de uso diário
na sala de vacinação, em vacinação
extramuro, para limpeza dos equipamentos 
e em situação de emergência.
O PNI recomenda a substituição das caixas
de Poliestireno expandido (isopor) por
caixas de Poliuretano, devido a
durabilidade e facilidade de limpeza.
Bobinas
Reutilizáveis
Caixas Térmicas
Insumos importantes para a
conservação doas imunobiológicos
nas caixas térmicas.
Deve-se certificar da temperatura
antes de proceder à organização
da caixa térmica, realizando a
ambientação das bobinas.
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Comunicar a ocorrência ao responsável técnico, identificar,
separar e armazenar os produtos em condições adequadas,
preencher o formulário de avaliação de vacinas sob suspeita e
encaminhar para a Coordenação Estadual de Imunização.
Plano de Contingência
Procedimentos que devem
adotados quando o equipamento
de refrigeração deixar de
funcionar por quaisquer motivos.
O equipamento deverá ficar fechado quando
houver interrupção de fornecimento de
energia ou falha do equipamento, e a
temperatura interna ser monitorada.
Imunobiológico Sob Suspeita
Aguard
ar res
posta
da SES 
/ Imuni
zação
se util
izar ou
descar
tar.
20
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