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1 Arnon Rodrigues 
 
ANESTESICOS LOCAIS 
Lindocaína: 
Inicio de ação: 2 a 4 minutos 
Duração: tecidos moles 3 a 5 
horas, anestesia pulpar 40 a 60 
minutos. 
Metabolização: fígado 
Eliminação: Rins 
Atenção: Não há indicação para 
concentração de 2% sem 
vasoconstritor. A sobre 
dosagem promove estimulação 
inicial do SNC, seguida de 
depressão, convulsão e coma. 
Concetração: 
 Cloridrato de Lidocaína a 2% sem 
vasoconstritor; 
 Cloridrato de Lidocaína a 2% (20 
mg/ml) com epinefrina 1:100.000 
(20 µg/ml); 
 Cloridrato de Lidocaína a 2% (20 
mg/ml) com epinefrina 1:200.000 
(10 µg/ml); 
 Cloridrato de Lidocaína a 2% (20 
mg/ml) com norepinefrina 
1:100.000 (20 µg/ml); 
Mepivacaína 
Inicio de ação: 1,5 a 2 minutos 
Duração: tecidos moles 2 a 5 
horas, anestesia pulpar 60 
minutos. 
Metabolização: fígado 
Eliminação: Rins 
Atenção: Não há indicação para 
concentração de 2% sem 
vasoconstritor. A sobre 
dosagem promove estimulação 
inicial do SNC, seguida de 
depressão, convulsão e coma. 
 
Concetração: 
Cloridrato de Mepivacaína a 3% 
(30 mg/ml) sem vasoconstritor 
Cloridrato de Mepivacaína a 2% 
(30mg/ml) com norepinefrina 
1:100.000 (20µg/ml); 
Cloridrato de Mepivacaína a 2% 
(30mg/ml) com epinefrina 
1:100.000 (20µg/ml) 
Prilocaína : 
Inicio de ação: 2 a 4 minutos, 
possui uma baixa 
vasodilatadora, ou seja, pode 
ser utilizada sem vasoconstritor. 
Duração: tecidos moles 3 a 5 
horas, anestesia pulpar 60 
minutos. 
Metabolização: fígado e pulmões 
Eliminação: Rins 
Atenção: A sobre dosagem pode 
produzir aumento dos níveis de 
 
2 Arnon Rodrigues 
metemoglobina no sangue maior 
cuidado em pacientes com 
deficiência de oxigenação 
(portadores de anemias 
alterações respiratórias 
cardiovasculares) 
Concetração: 
Cloridrato de Prilocaína a 3% (30 
mg/ml) mais felipressina 0,03 UI 
Articaina: 
Inicio de ação: 1 a 2 minutos, 
potencia 1,5x maior que a 
lidocaína 
Duração: tecidos moles 2 a 5 
horas, anestesia pulpar 45 a 60 
minutos. 
Metabolização: fígado e plasma 
sanguíneo 
Eliminação: Rins 
Atenção: Alta difusão tecidual, 
o que faz ser um ótimo 
anestésico para cirurgias, 
contra indicado para pacientes 
com metemoglobinemia, 
anemia, insuficiência cardíaca 
ou respiratória, diabéticos e 
crianças abaixo de 4 anos. 
 
 
 
Concetração: 
Cloridrato de Articaína a 4% (40 
mg/ml) mais epinefrina 1:100.000 
(20µg/ml) 
Cloridrato de Articaína a 4% (40 
mg/ml) mais epinefrina 1:200.000 
(10 µg/ml); 
 
Bupivacaína: 
Inicio de ação: 1 a 2 minutos, 
potencia 4x maior que a 
lidocaína 
Duração: tecidos moles 4 a 9 
horas, anestesia pulpar 90 
minutos. 
Metabolização: fígado 
Eliminação: Rins 
Atenção: Ação vasodilatadora 
maior em relação â lidocaína, 
mepivacaina e prilocaina, possui 
uma grande cardiotoxicidade, 
não recomenda para pacientes 
menores de 12 anos, e idosos 
acima de 65 anos e gestantes. 
Concetração: 
Cloridrato de Bupivacaína a 0,5% 
(5 mg/ml) mais epinefrina 
1:200.000 
 
 
 
3 Arnon Rodrigues 
 
 
Benzocaína: 
Anestésico tópico, evitar o uso 
em pacientes hipersensibilidade 
aos ésteres concentração de 20% 
aplicada por 2 minutos na 
mucosa superficial 
Metabolizada: figado e plasma 
Concetração: 2% e 10% 
Anatomia 
anestesica: 
Nervo trigemeo: 
Composição: Nervo misto raiz 
sensitiva e motora. 
Ramos: Olfálmico, maxilar e 
mandibular 
Origem aparente no encéfalo: 
Entre a ponte e o pendunculo 
cerebelar médio. 
Origem aparente no cranio: 
Olfálmico: Fissura orbitial 
superior 
Maxilar: Forame redondo 
Mandibular: Forame oval 
Função sensitiva: 
 Sensibilidade extreceptiva 
da face 
 Conjutiva ocular 
 Dente 
 Dura-mater craniana 
 Dois terço anteriores da 
lingua 
 Mucosa bucal e nasal 
 Propriocepção da ATM e dos 
receptores dos MM. 
Mastigatórios. 
Função motora: 
Muculos mastigatórios 
 Temporal 
 Masster 
 Ptrigoideo medial 
 Milohioídeo 
 Diagástrico 
INERVAÇÃO DOS DENTES: 
O nervo trigemeo como virmos 
ate aqui ele se divide em 
oftálmico, maxilar e mandibular 
 
 
 
 
 
 
 
4 Arnon Rodrigues 
Maxilar: 
NERVO ALVEOLAR SUPERIOR 
POSTERIOR 
  Áreas anestesiadas : Polpas do 
terceiro molar, segundo molar e 
primeiro molar superior 28% não 
inclui a raiz mesiovestibular. 
 Tecido periodontal vestibular e 
osso sobrejacente a esses dentes 
Indicações 
1. Tratamento de dois ou mais 
molares superiores 
2. Quando a injeção 
supraperiosteal está 
contraindicada (p. ex., na presença 
de infecção ou inflamação aguda) 
3. Quando a injeção 
supraperiosteal foi ineficaz 
Contraindicação. Quando o risco 
de hemorragia é muito grande 
(como no hemofílico), caso no qual 
é recomendada a injeção 
supraperiosteal ou do LPD 
Vantagens 
1. Atraumático; quando o boqueio 
do nervo ASP é executado 
corretamente, em geral o paciente 
não sente dor, pois o anestésico 
local é depositado em uma área de 
tecidos moles relativamente 
grande e porque não há contato 
com o osso. 
2. Taxa de sucesso elevada (> 95%) 
3. Número mínimo de injeções é 
necessário a. Uma injeção em 
comparação com a opção de três 
infiltrações 
4. Minimiza o volume total de 
solução anestésica local 
administrada a. Volume 
equivalente de solução anestésica 
necessário para três injeções 
supraperiosteais = 1,8 ml 
Desvantagens 
1. Risco de hematoma, que 
geralmente é difuso; também é 
muito desconfortável e embaraçoso 
para o paciente 
2. Técnica até certo ponto 
arbitrária: não há pontos de 
referência ósseos durante a injeção 
3. É necessária uma segunda 
injeção para o tratamento do 
primeiro molar (raiz 
mesiovestibular) em 28% dos 
pacientes Aspiração Positiva. 
Aproximadamente 3,1%. 
Alternativas 
1. Injeções supraperiosteais ou do 
LPD para a anestesia da polpa e 
raiz 
2. Infiltrações para os tecidos 
vestibulares periodontais e para os 
tecidos duros 3. Bloqueio do nervo 
maxilar Técnica 1. Uma agulha 
curta de calibre 27 é recomendada 
2. Área de introdução: altura da 
 
5 Arnon Rodrigues 
prega mucovestibular acima do 
segundo molar superior 
 
NERVO ALVEOLAR SUPERIOR 
MÉDIO 
  Áreas anestesiadas : 
Polpas do primeiro e segundo pré-
molar e raiz mesiovestibular do 
primeiro molar superior. 
Tecido periodontal vestibular e 
osso sobrejacente a esses dentes. 
Nervos Anestesiados 
Alveolar superior médio e ramos 
terminais. 
Áreas Anestesiadas 
1. Polpas do primeiro e segundo 
pré-molares superiores, raiz 
mesiovestibular do primeiro molar 
superior 
2. Tecidos periodontais 
vestibulares e osso sobre estes 
mesmos dentes 
Indicações 
1. Quando o bloqueio do nervo 
infraorbitário não produzir 
anestesia pulpar distal ao canino 
superior. 
2- Procedimentos dentários 
envolvendo apenas os pré-molares 
superiores 
Contraindicações 
 1. Infecção ou inflamação na área 
da injeção ou de introdução da 
agulha ou de depósito do fármaco 
2. Quando o nervo ASM está 
ausente, a inervação é feita por 
intermédio do nervo alveolar 
superoanterior (ASA); os ramos do 
ASA que inervam os pré-molares e 
a raiz mesiovestibular do primeiro 
molar podem ser anestesiados por 
meio da técnica do nervo ASM. 
Vantagens 
 Minimiza o número de injeções e o 
volume de solução. 
Desvantagens 
Nenhuma. 
Aspiração Positiva 
 Desprezível 
 
6 Arnon Rodrigues 
 
NERVO ALVEOLAR SUPERIOR 
ANTERIOR 
 Nervos anestesiados : 
1- Alveolar superior anterior 
2- 2- Alveolar superior médio 
3- Nervo infraorbitário 
a- Palpebral inferior 
b- Nasal lateral 
c- Labial superior 
 Áreas anestesiadas 
Polpa do incisivo central superior 
até o canino superior do lado da 
injeção. Em 72% dos casos, as 
polpas dos pré-molares superiores 
e a raiz mesiovestibular do 
primeiro molar. 
 Periodonto vestibular labial e 
osso destes mesmos dentes. 
 Palpebra inferior, aspecto 
lateral daraiz, lábio superior. 
Indicações 
1. Procedimentos odontológicos 
envolvendo mais de dois dentes 
superiores e os tecidos vestibulares 
sobrejacentes 
2. Inflamação ou infecção (que 
contraindica a injeção 
supraperiosteal): se houver 
celulite, pode estar indicado o 
bloqueio do nervo maxilar no lugar 
do bloqueio do nervo ASA. 
3. Quando as injeções 
supraperiosteais forem ineficazes 
devido ao osso cortical denso 
Contraindicações 
1. Áreas de tratamento discretas 
(apenas um ou dois dentes; 
preferência pela injeção 
supraperiosteal) 
2. A hemostasia de áreas 
localizadas, quando desejável, não 
pode ser adequadamente atingida 
com esta injeção; a infiltração local 
na área do tratamento está 
indicada. 
Vantagens 
1. Técnica comparativamente 
simples 
2. Comparativamente segura; 
minimiza o volume de solução 
utilizado e o número de punções 
necessárias para a obtenção da 
anestesia 
Desvantagens 
1. Psicológicas: 
 
a. Administrador: pode haver um 
medo inicial de lesar o olho do 
paciente (a experiência com a 
técnica leva à segurança) 
b. Paciente: a abordagem extraoral 
do nervo infraorbitário pode ser 
incômoda; contudo, as técnicas 
 
7 Arnon Rodrigues 
intraorais raramente representam 
um problema. 
2. Anatômica: dificuldade em 
definir pontos de referência 
Aspiração Positiva 
0,7%. 
 Alternativas 
1. Injeção supraperiosteal, LPD ou 
IO para cada dente 
2. Infiltração para os tecidos 
periodontais e duros 
3. Bloqueio do nervo maxilar 
Técnica 
1- Uma agulha longa de calibre 25 
ou 27 é recomendada, embora 
também se possa usar uma agulha 
curta de calibre 27, especialmente 
em crianças e em adultos menores. 
2. Área de inserção: altura da 
prega mucovestibular diretamente 
sobre o primeiro pré-molar 
superior Nota: A agulha pode ser 
introduzida na altura da prega 
mucovestibular, acima de qualquer 
dente, desde o segundo pré-molar 
anteriormente até o incisivo 
central. O trajeto de penetração 
resultante é em direção à área-
alvo, o forame Figura 13-16. 
Bloqueio do nervo alveolar 
superoanterior (ASA), mostrando a 
área anestesiada em 72% dos 
pacientes. O primeiro pré-molar 
geralmente proporciona o menor 
trajeto até esta área-alvo. 
3. Área-alvo: forame infraorbitário 
(abaixo da incisura infraorbitária). 
NERVO PALATINO MAIOR 
  Áreas anestesiadas : 
 a parte posterior do palato duro e 
os tecidos moles sobrejacentes, 
anteriormente até o primeiro pré-
molar e medialmente até a linha 
média. 
Indicações 
1. Em casos em que a anestesia 
dos tecidos moles do palato é 
necessária para o tratamento 
restaurador em mais de dois 
dentes (p. ex., em restaurações 
subgengivais e inserção de matriz 
subgengival) 
 2. Para controle da dor durante 
procedimentos periodontais ou 
cirúrgicos orais envolvendo os 
tecidos palatinos moles e duros 
Contraindicações 
1- Inflamação ou infecção no 
local da injeção 
 
8 Arnon Rodrigues 
2- Pequenas áreas de 
tratamento (um ou dois 
dentes 
Vantagens 
 1-Minimiza as penetrações da 
agulha e o volume de solução 
2- Minimiza o desconforto para 
o paciente 
 Desvantagens 
1. Não há hemostasia, exceto na 
área próxima da injeção 
2. Potencialmente traumático 
Técnica 
1. Uma agulha curta calibre 27 é 
recomendada. 
2. Área de introdução: tecidos 
moles levemente anteriores ao 
forame palatino maior 
3. Área-alvo: nervo palatino maior 
(anterior), quando passa 
anteriormente entre os tecidos 
moles e o osso do palato duro 
 4. Pontos de referência: forame 
palatino maior e junção do 
processo alveolar maxilar e osso 
palatino 5. Trajeto da introdução: 
avançar a seringa a partir do lado 
oposto da boca formando um 
ângulo reto com a área-alvo 
6. Orientação do bisel: voltado 
para os tecidos moles palatinos 
 
Nervo Nasopalatino 
 
Nervos Anestesiados. 
Nervos nasopalatinos 
bilateralmente. 
Áreas Anestesiadas 
 Porção anterior do palato duro 
(tecidos moles e duros) 
bilateralmente desde a face mesial 
do primeiro pré-molar direito à 
face mesial do primeiro pré-molar 
esquerdo 
Indicações 
1. Quando for necessária anestesia 
dos tecidos moles palatinos para 
tratamento restaurador em mais 
de dois dentes (p. ex., restaurações 
subgengivais e inserção de matriz 
subgengival) 
2. Controle da dor durante 
procedimentos periodontais ou 
cirúrgicos orais envolvendo os 
tecidos moles e duros do palato 
 
 
 
9 Arnon Rodrigues 
Contraindicações 
 1. Inflamação ou infecção no local 
da injeção 
 2. Pequenas áreas de tratamento 
(um ou dois dentes) 
Vantagens 
1. Minimiza as perfurações da 
agulha e o volume de solução 
2. Minimiza o desconforto para o 
paciente oriundo de múltiplas 
perfurações da agulha 
Desvantagens 
1. Não há hemostasia, exceto na 
área próxima da injeção 
 2. Potencialmente a injeção 
intraoral mais traumática; 
contudo, o protocolo para uma 
injeção atraumática ou o uso de 
um sistema C-CLAD ou de uma 
solução anestésica local 
tamponada pode reduzir muito ou 
eliminar completamente o 
desconforto 
Aspiração Positiva. Menos de 1%. 
Alternativas 
1. Infiltração local em regiões 
específicas 
2. Bloqueio do nervo maxilar 
(apenas unilateral) 
3. Bloqueio do nervo alveolar 
superior médio anterior (ASMA) 
(apenas unilateral) 
Técnica (Injeção Única no Palato ) 
1. Uma agulha curta de calibre 27 
é recomendada. 
 2. Área de introdução: mucosa 
palatina imediatamente lateral à 
papila incisiva (localizada na linha 
média atrás dos incisivos centrais); 
o tecido aqui é mais sensível que o 
restante da mucosa palatina 
3. Área-alvo: forame incisivo, sob a 
papila incisiva 
 
Dentes Superiores e Técnicas de 
Anestesia Local Disponíveis 
Incisivos: 
Anestesia pulpar: infraorbitário 
Vestibular: infraorbitário 
Palatal: nasoplatino 
Canino 
Anestesia pulpar: infraorbitário 
Vestibular: infraorbitário 
Palatal: nasoplatino 
 
 
 
10 Arnon Rodrigues 
Pré-Molares 
Anestesia pulpar: infraorbitário 
Vestibular: infraorbitário 
Palatal: palatino-maior 
Molares: 
Anestesia pulpar: ASP (alveolar 
superior posterior) 
Vestibular: ASP (alveolar superior 
posterior) 
Palatal: palatino maior 
MANDIBULAR 
NERVO ALVEOLAR INFERIOR 
Nervos Anestesiados 
1. Alveolar inferior, um ramo da 
divisão posterior da divisão 
mandibular do nervo trigêmeo (V3) 
2. Incisivo 
3. Mentual 
4. Lingual (comumente) 
Áreas Anestesiadas. 
1. Dentes mandibulares até a 
linha média 
2. Corpo da mandíbula, parte 
inferior do ramo da mandíbula 
3. Mucoperiósteo bucal, membrana 
mucosa anteriormente ao forame 
mentual (nervo mentual) 
4. Dois terços anteriores da língua 
e assoalho da cavidade oral (nervo 
lingual) 
5. Periósteo e tecidos moles 
linguais (nervo lingual) 
Indicações 
1. Procedimentos em múltiplos 
dentes mandibulares num 
quadrante 
2. Casos em que é necessária a 
anestesia dos tecidos moles bucais 
3. Casos em que é necessária a 
anestesia dos tecidos moles 
linguais 
Contraindicações 
1. Infecção ou inflamação aguda na 
área de injeção (rara) 
2. Pacientes que tenham maior 
probabilidade de morder o lábio ou 
a língua, como uma criança muito 
pequena ou um adulto ou criança 
portador de deficiência física ou 
mental 
Vantagens. 
 Uma injeção proporciona uma 
ampla área anestesia (útil para a 
odontologia de quadrantes). 
Desvantagens 
1. Ampla área de anestesia (não 
indicada para procedimentos 
localizados). 
2. Frequência de anestesia 
inadequada (31% a 81%) 
3. Marcos intraorais não 
consistentemente confiáveis 
4. Aspiração positiva (10% a 15%, 
 
11 Arnon Rodrigues 
a mais alta de todas as técnicas de 
injeção intraoral) 
5. Anestesia da língua e do lábio 
inferior, desagradável para muitos 
pacientes e possivelmente perigosa 
(trauma autoinfligido aos tecidos 
moles) em alguns indivíduos6. Anestesia parcial possível em 
casos em que estão presentes um 
nervo alveolar inferior bífido e 
canais mandibulares bífidos; 
inervação cruzada na região 
anteroinferior 
Aspiração Positiva 
 10% a 15%. 
Alternativas 
 1. Bloqueio do nervo mentual, 
para a anestesia dos tecidos moles 
bucais anteriormente ao primeiro 
molar 
2. Bloqueio do nervo incisivo, para 
a anestesia dos tecidos moles 
pulpares e bucais de dentes 
anteriores ao forame mentual 
(geralmente do segundo pré-molar 
ao incisivo central) 
3. Injeção supraperiosteal, para a 
anestesia pulpar dos incisivos 
centrais e laterais e por vezes dos 
pré-molares 
Técnica 
1. Uma agulha dentária longa é 
recomendada em pacientes 
adultos. Dá-se preferência a uma 
agulha longa de calibre 25; uma 
agulha longa de calibre 27 é 
aceitável. 
 2. Área de inserção: membrana 
mucosa do lado medial (lingual) do 
ramo da mandíbula, na interseção 
de duas linhas — uma horizontal, 
representando a altura de inserção 
da agulha, e a outra vertical, 
representando o plano 
anteroposterior de injeção 
3. Área-alvo: nervo alveolar 
inferior ao descer em direção ao 
forame mandibular, porém antes 
de ele entrar no forame 
NERVO BUCAL 
Nervo Anestesiado 
 Bucal (um ramo da divisão 
anterior de V3). 
Área Anestesiada 
Tecidos moles e periósteo bucal dos 
dentes molares mandibulares 
 
 
12 Arnon Rodrigues 
Indicação 
 Casos em que a anestesia dos 
tecidos moles bucais é necessária 
para procedimentos dentários na 
região molar mandibular. 
Contraindicação. 
 Infecção ou inflamação na área da 
injeção. 
Vantagens 
1. Elevada frequência de sucesso 
2. Tecnicamente fácil 
Desvantagens 
 Potencial de dor se a agulha 
entrar em contato com o periósteo 
durante a injeção. 
Aspiração Positiva 
 0,7%. 
 Alternativas 
1. Infiltração bucal 
2. Bloqueio do nervo mandibular 
de Gow-Gates 
3. Bloqueio do nervo mandibular 
de Vazirani-Akinosi 
4. Injeção LPD 
5. Injeção intraóssea 
6. Injeção intrasseptal 
Técnica 
1. É recomendada uma agulha 
longa de calibre 25 ou 27. Isso é 
usado mais frequentemente 
porque o bloqueio do nervo bucal é 
administrado em geral 
imediatamente após um BNAI. A 
agulha longa é recomendada 
devido ao local de depósito 
posterior, e não à profundidade de 
inserção tecidual (que é mínima). 
2. Área de inserção: membrana 
mucosa distal e bucal em relação 
ao dente molar mais distal no arco. 
3. Área-alvo: nervo bucal ao passar 
sobre a borda anterior do ramo da 
mandíbula 
NERVO MENTUAL 
Nervo Anestesiado. 
 Mentual, um ramo terminal do 
alveolar inferior. 
Áreas Anestesiadas. 
 Membrana mucosa bucal, 
anteriormente ao forame mentual 
(em torno do segundo pré-molar) 
até a linha média e a pele do lábio 
inferior e do queixo. 
 
 
13 Arnon Rodrigues 
Indicação 
 Casos em que a anestesia dos 
tecidos moles bucais é necessária 
para procedimentos na mandíbula 
anteriormente ao forame mentual, 
como os seguintes 
1. Biópsias dos tecidos moles 
2. Sutura de tecidos moles 
Contraindicação. Infecção ou 
inflamação aguda na área de 
injeção. 
Vantagens 
 1. Elevada frequência de êxito 
 2. Tecnicamente fácil 
3. Em geral totalmente 
atraumático Desvantagem. 
Hematoma. 
Aspiração Positiva. 
5,7%. 
Alternativas 
1. Infiltração local 
2. Bloqueio do nervo alveolar 
inferior 
3. Bloqueio do nervo mandibular 
de Gow-Gates 
4. Bloqueio nervoso de Vazirani-
Akinosi 
Técnica 
1. É recomendada uma agulha 
curta de calibre 25 ou 27. 
2. Área de inserção: prega 
mucobucal no forame mentual ou 
imediatamente anterior ao mesmo 
3. Área-alvo: nervo mentual à 
saída do forame mentual 
(geralmente localizado entre o 
ápice do primeiro pré-molar e o do 
segundo) 
NERVO INCISIVO 
Nervos Anestesiados. 
Mentual e incisivo. 
Áreas Anestesiadas. 
1. Membrana mucosa bucal 
anterior ao forame mentual, 
geralmente do segundo pré-molar 
até a linha média 
2. Lábio inferior e pele do queixo 
3. Fibras nervosas pulpares aos 
pré-molares, ao canino e aos 
incisivos 
Indicações 
1. Procedimentos dentários 
envolvendo a anestesia pulpar em 
 
14 Arnon Rodrigues 
dentes mandibulares anteriores ao 
forame mentual 
2. Casos em que o BNAI não está 
indicado: a. Quando são tratados 
seis, oito ou 10 dentes anteriores 
(p. ex., de canino a canino ou de 
pré-molar a pré-molar), o bloqueio 
do nervo incisivo é recomendado 
em lugar de BNAI bilaterais. 
Contraindicação. 
 Infecção ou inflamação aguda na 
área da injeção. 
Vantagens 
 1. Proporciona anestesia pulpar e 
dos tecidos duros sem anestesia 
lingual (que é desconfortável e 
desnecessária em muitos 
pacientes); útil em lugar de BNAI 
bilaterais 
2. Elevada frequência de êxito 
Nervos Anestesiados. Mentual e 
incisivo. Áreas Anestesiadas. (Fig. 
14-34) 1. Membrana mucosa bucal 
anterior ao forame mentual, 
geralmente do segundo pré-molar 
até a linha média 2. Lábio inferior 
e pele do queixo 3. Fibras nervosas 
pulpares aos pré-molares, ao 
canino e aos incisivos Indicações 1. 
Procedimentos dentários 
envolvendo a anestesia pulpar em 
dentes mandibulares anteriores ao 
forame mentual 2. Casos em que o 
BNAI não está indicado: a. 
Quando são tratados seis, oito ou 
10 dentes anteriores (p. ex., de 
canino a canino ou de pré-molar a 
pré-molar), o bloqueio do nervo 
incisivo é recomendado em lugar 
de BNAI bilaterais. 
2. Elevada frequência de êxito 
Desvantagens 
1. Não proporciona anestesia 
lingual. Os tecidos linguais devem 
ser injetados conforme descrito 
anteriormente caso se deseje a 
anestesia. 
2. Pode haver uma anestesia 
parcial na linha média devido à 
superposição de fibras nervosas do 
lado oposto (extremamente rara). 
Pode ser necessária a infiltração 
local de 0,9 ml do anestésico local 
tanto no aspecto bucal como no 
lingual dos incisivos centrais 
mandibulares para se obter a 
anestesia pulpar completa. 
Aspiração Positiva 
5,7%. 
Alternativas 
1. Infiltração local tecidos moles 
bucais e anestesia pulpar e dos 
incisivos centrais e laterais 
2. Bloqueio do nervo alveolar 
inferior 
3. Bloqueio do nervo mandibular 
de Gow-Gates 
4. Bloqueio do nervo mandibular 
 
15 Arnon Rodrigues 
de Vazirani-Akinosi 
5. Injeção do ligamento periodontal 
Técnica 
1. É recomendada uma agulha 
curta de calibre 27. 
2. Área de inserção: prega 
mucobucal no forame mentual ou 
imediatamente anterior a ele 
3. Área-alvo: forame mentual, 
através do qual o nervo mentual 
sai e no interior do qual o nervo 
incisivo está localizado 
Dentes Mandibulares e Técnicas 
Anestésicas Locais Disponíveis 
Incivios: 
Pulpar: Incivios e Alveolar inferior 
Bucal: Alveolar inferior 
Lingual: Alveolar inferior 
 
Caninos: 
Pulpar: Alveolar inferior 
Bucal: Alveolar inferior 
Lingual: Alveolar inferior 
 
Pré-Molares: 
Pulpar: Alveolar inferior 
Bucal: Alveolar inferior 
Lingual: Alveolar inferior 
Molares: 
Pulpar: Alveolar inferior 
Bucal: Alveolar inferior 
Lingual: Alveolar inferior 
 
Nervo facial: 
É um nervo misto (possui tanta 
função sensitiva e motora) 
 
Origem aparente no encefalo: sulco 
bulpo-pontinho 
Origem aparente no cranio: 
Forame estilomastoídeo 
O tronco principal do nervo facial 
segue anteriomente pela glandula 
parotida, na qual forma o plexo 
intraparotídeo. Este plexo da 
origem aos 5 ramos terminais do 
nervo facial: 
1. Temporal 
2. Zigomatico 
3. Bucal 
4. Marginal da mandibula 
5. Cervical 
 
 
 
 
16 Arnon Rodrigues 
Tecnicas suplmentares: 
Anestesia Intraóssea: 
Envolve o depósito da solução 
anestésica local no osso esponjoso 
que suporta os dentes. 
Injeção do ligamento Periodontal: 
 
Nervos anestesiados: 
Extremidades das terminações 
nervosas no local de injeção e 
noápice do dente. 
Areas anestesiadas: Osso, tecidos 
moles e tecidos apicais e pulparesna area da injeção do ápice do 
dente 
Indicações: 
1. Anestesia pulpar de um ou 
dois dentes num quadrante 
2. Tratamento de dentes 
isolados em dois quadrantes 
mandibulures 
3. Pacientes nos quais não e 
desejavel a anestesia residual 
dos tecidos moles 
4. Situações em que anestesia 
regional em bloco está 
contraindicada 
5. Como um possivel auxiliar no 
diagnotico de desconfortos 
pulpares 
6. Como uma tecnica adjuvante 
após uma anestesia nervosa 
em bloco caso esteja presente 
uma anestesia parcial. 
Contarindicações: 
1. Infecção ou inflamação no 
local da injeção 
2. Denets primariores nos quais 
está presente o broto do dente 
permanente 
a) A hipoplasia do esmalte foi 
relatada como ocorrendo num 
dente permanente em 
desenvolvimento ao se 
administrar uma injeção do 
LPD ao dente primario acima 
dele 
b) Parece haver pouca razão 
para se usar a tecnica do LPD 
em dentes primarios, porque 
a anestesia por infiltração e 
bloqueio do nervo incisivo são 
eficazes na dentição primaria 
3. Pacientes que necessite de 
uma sensação amortecida 
para conforto psicologico 
Vantagens 
1- Não há anestesia do lábio, 
da lingua e de outros tecidos 
moles, facilitando assim o 
tratamento em multiplos 
 
17 Arnon Rodrigues 
quadrantes durante a 
mesma consulta 
2- Dose minima do anestesico 
local necessaria para 
obtenção da anestesia (0,2 
ml por raiz) 
3- Como alternativa a uma 
anestesia nervosa regional 
em bloco parcialmente bem 
sucedida 
4- Inicio rapido de uma 
anestesia profunda da polpa 
e dos tecidos moles 
5- Menos traumatica que as 
injeções em bloco 
convencionais 
6- Bem adequada a 
procedimento em crianças, a 
estrações e procedimentos 
periodontais e endodonticos 
em um dente unico e em 
multiplos quadrantes 
Desvantagens: 
1- A colocação correta da 
agulha é dificil de ser 
efetuada em algumas areas 
2- O vazamento da solução 
anestesia o local para a boca 
do paciente produz um gosto 
desagradavel no local 
3- Uma pressão excessiva ou 
um injeção desmaiado 
rapida pode quebrar o 
cartucho de vidro 
4- Pode haver necssidade de 
uma siringa especial 
5- O descoforto pos injeção 
pode persistir por varios 
dias 
6- Existe o potencial de 
extrusão de um dente caso 
se use uma pressão 
excessiva ou volumes 
excessivos 
Aspiração positiva 0% 
Altenativa: injeção supraperiosteal 
(toda maxila e a região incisiva 
mandibula 
Tecnica: 
1. É recomendada uma 
agulha curta de calibre 
27 
2. Area de inserçao: eixo 
longo do dente a ser 
tratato ou em sua raiz 
mesial ou distal 
3. Area alvo profundidade 
do sulco gengival 
4. Marcos 
a) Raiz ou raizes do 
dente 
b) Tecido periodontais 
Falhas da anestesia: 
1. Tecidos infectados ou 
inflmados. O ph e a 
vascularidade se modificam 
no apice e os tecidos 
 
18 Arnon Rodrigues 
periodontais reduzem a um 
minimo a eficacia do 
anesteisco local 
2. Solução não retida. Nesse 
caso remover a agulha e 
reaplicar num local ou locais 
diferentes 
3. Cada raiz deve ser 
anestesiada com 0,2 ml de 
solução 
Complicações: 
1. Dor durante inserção da 
agulha 
2. Dor durante injeção da 
solução 
3. Dor pos injeção 
Injeção Intrasseptal: 
Util para proporcionar anestesia 
óssea e dos tecidos moles e 
hemotasia para curetagem 
periodontal e procedimentos de 
retalhos cirugicos além disto ela 
pode ser eficaz nos casos que se a 
condição dos tecidos periodntais no 
sulco gengival impede o uso da 
injeção do LPD. 
 
Nervos anestesiados: 
Extremidades das terminações 
nervosas no local da injeção e 
tecidos moles adjacentes 
Areas anestesiadas: Osso, tecidos 
moles, estrutura da raiz na area 
Indicação: Casos em que se 
desejam tanto o controle da dor 
como a hemostasia para o 
tratamento periodontal ósseo e dos 
tecidos moles. 
Contraindicação: Infecção ou 
inflamação grave no local da 
injeção 
Vatangens: 
1. Ausencia de anestesia dos 
labios e da lingua 
2. Necessidades de volumes 
minimos do anestesico local 
3. Grande redução do 
sangramento durante o 
procedimentos cirugico 
4. Atraumatica 
5. Inicio de ação imediato 
6. Poucas complicações pos 
operatorias 
7. Util em dentes como 
envolvimento periodontal 
Destavantagens: 
1. Podem ser necessarias 
multiplas punções do tecido 
2. Gosto amargo do farmaco 
 
19 Arnon Rodrigues 
anestesico 
3. Durante curta da anestesia 
pulpar area limitada de 
anestesia dos tecidos moles 
4. Experiencia clinica 
necessaria para o sucesso 
Tecnica: 
1. É recomendada uma agulha 
curta de calibre 27 
2. Area de inserção centro da 
papila interdental adjacentes 
3. Marcos: triangulo papilar, 
cerca de 2mm abaixo da 
ponta, equidistante dos 
dentes adjacentes 
Preocupações: 
1. Não fazer injerção em tecidos 
infectados 
2. Não injertar rapidamente 
3. Não injetar solução demais 
Falhas da anestesia: 
1. Tecidos infectados ou 
inflamados. Alterações no PH 
tecidual dimiinuem muito a 
eficacia do anestesico local 
2. Solução não retida nos 
tecidos. Para corrigir e 
avançar a agulha mais 
profunda no osso septal e 
readiministra 0.2 a 0.4 m 
Compçicação. A dor pos injerção. 
 Injeção intraóssea: 
O deposito de uma solução 
anestesica no osso interproximal 
entre dois dentes. 
Nervos anestesiados: 
Extremidades das terminações 
nervosas no local da injeção e nos 
tecidos moles e duros adjacentes. 
Areas anestesiadas: Osso, tecidos 
moles e estrutura radicular na 
area de injeção 
Indicação: controle da dor para 
tratamento dentarios num unico 
dente ou em multiplos dentes num 
quadrante 
Contraindicação infeccção ou 
inflamação grave no local de 
injerção 
Vantagens 
1. Ausencia de anestesia do 
labio e da lingua 
2. Atraumatica 
3. Inicio de ação imediado 
4. Poucas complicações pos 
operatorias 
 
 
20 Arnon Rodrigues 
Desvatagens 
1. Requer uma seringa especial 
2. Gosto amargo do farmaco 
anestesico 
3. Diculdade ocasional 
4. Ocorrencia frequente de 
palpitaçoes com o uso de 
anestesico locais contendo 
vasopressores 
Aspecto de segurança: 
A injeção intravascular é 
extremamente improvavel a área 
injetada seja bastante 
vascularizada a injeção lenta do 
volume de solução recomendado é 
importante para se ter uma 
anestesia IO segura 
Precauções: 
1. Não aplicar a injeção num 
tecido infectado 
2. Não injetar rapidamente 
3. Não injetar solução demais 
4. Não usar um anestesico local 
contendo um vasopressor a 
não ser que isso seja 
necessario e ainda assim 
somente 
Falhas da anestesia 
1. Tecidos infectados ou 
inflamados. Alterações no PH 
tecidual diminuem muito a 
eficacia do anestesico 
2. Incapacidade de perfurar o 
osso cortical. Se o osso 
cortical não for perfuado em 2 
segundos recomendada-se 
que a perfuração seja 
interrompida e seja usado um 
local altenativo 
Complicações: 
1. Palpitações essa reação 
ocorre frequentemente ao se 
usar um anestesico local 
contendo um vasopressor 
Para diminuir sua ocorrencia 
use um anestesico local 
‘’simples’’, se possivel, ou a 
mais diluida concentração de 
adrenalina disponivel 
2. A dor pos injeção é pouco 
provavel apos anestesia Io 
3. O uso analgesicos leves é 
recomendado se houver 
desconforto 
4. A formação de uma distula no 
local da perfuração foi 
relatada ocasionalmente em 
muitos casos isso pode ser 
evitado empregando-se um 
movimento de bicadas leves 
com o instrumento manual 
enquanto o perfurador 
atravessa a lamina ossea 
Injeção intrapulpar: 
O deposito anestesico local 
diretamente na porção coronal da 
acmara polpa de um dente com 
 
21 Arnon Rodrigues 
envolvimento pulpar proporciona 
uma anestesia efetiva para 
extriparção e intrumentação 
pulpar em casos emque tecnicas 
falham.
 
Nervos anestesiados: 
Extremidades nervosas terminais 
no local da injeção na camara e nos 
canais da polpa do dente envolvido 
Contraindicação: Nenhuma.A 
injeção intrpulpar pode ser a unica 
tecnica anestesica local disponivel 
em algumas situaçoes clinicas 
Desvantagens: 
1. Traumatica, associa a um 
breve periodo de dor 
2. Gosto amarco 
3. Pode ser dificil penetrar em 
certos canais da raiz 
4. Uma pequena abertura da 
camara da polpa e necessaria 
para se alcanar uma 
infecasiaotima 
Tecnica: 
Inserir agulha curta ou longa de 
calibre 25 ou 27 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
22 Arnon Rodrigues 
 
QUESTINARIO: 
1- Quais são os anestesicos 
locais? Cite a concetração: 
 
Articaina 4% 
Bupivacaina 0,5% 
Prilocaina 3% 
Mepivacaina 3% sem 
vasocontritor 
Lindocaina 2% 
2- Quais são os vasocontutores? 
 
Epinifrina, norepinefrina, 
fenileprina, filipressina 
3- O Nervo trigemeo é composto 
por causi divisões e de onde 
elas surgem 
Olfatlmico: fissura orbital 
Maxilar: forame redondo 
Mandibular: Forame oval 
4- Qual vasocontrutor e 
anestesico local deve ser 
evitado pelas gestantes 
Prilocaina 3% mais 
felipressina 
5- Quais são areas inervadas 
pelo nervo ALVEOLAR 
SUPERIOR POSTERIOR 
Polpa do teceiro molar, 
segundo molar e primeiro 
molar superior 
6- Para extração do dente 16 
quais areas devem ser 
anestesiadas? 
Nervo alveolar superior 
posterior, nervo alveolar 
superior médio e nervo palatino 
maior 
8. Quais são as areas inervadas 
pelo nervo alveolar superior 
medio? 
Polpas do primeiro e segundo 
pré-molar e raiz 
mesioevestibular do primeiro 
molar superior 
9. Quais são areas inervadas 
pelo alveolar superior 
anterior? 
Polpa do incisivo central 
superior até o canino superior 
do lado da injeção. Em alguns 
casos as polpa dos pré-
molares superiores e raiz 
mesio vestibular do primeiro 
molar. Periodonto vestibular 
labial e osso deste mesmos 
dentes. Palpebra inferior, 
aspecto lateral da raiz e labio 
superior. 
10. Quis são areas 
inervadas pelo palatino 
maior? 
Terceiro molar até o primeiro 
pré-molar 
11. Quais são areas 
inervadas pelo nasopalatino? 
 
23 Arnon Rodrigues 
Dentes superiores incivios e 
caninos 
12. Nervo alveolar inferior? 
Dentes mandibulares até a 
linha media ou dentes 
molares, pré molares, caninos 
e incivios, até a linha média. 
13. Nervo bucal? 
Tecidos moles e periosteo 
bucal dos dentes molares 
mandibulares 
14. Para extração do dente 
38 e 48 quais nervos devem 
ser anestesiados? 
Nervo alveolar inferior e 
nervo bucal, direitos, e 
lingual e esquerdos. 
15. Se na realização 
anestesico for realizado de 
maneira incorreta a solução 
anesetsica for deixada na 
saida do forame redondo a 
insibilidade ocorrerá na? 
Toda maxilar e regiação do 
palato mole anestesiado 
16. Quais são os ramos do 
nervo facial: 
 
Temporal, zigoamtico, bucal, 
marginal da mandibula e 
cervical 
17. O vasocontritor é 
adicionado aos anestesico 
local com qual finalidade? 
Diminuir a velocidade de 
absorção e aumenta o tempo de 
duração. 
18. O tecido ósseo e gengival 
da região palatina do dente 
22 é innervada pelo nervo? 
Nervo nasoplatino 
19. Quais são as areas são 
inverdas pelo nervo lingual? 
Dois terços anteriroes da lingua, 
mucosa sublingual, gengiva 
lingual dos dentes inferiores.