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Imunidade inata: formada por várias células e moléculas presentes 
Imunidade adaptativa: tbm formada por células e moléculas 
Temos hoje uma imunidade inata, que é rapidamente ativada, composta por diferentes células 
e funções nessa resposta, e tbm tem especificidade limitada e não gera células de memória. 
A adaptativa tem alta especificidade, gera células de memória e mais lenta, atividade efetora 
demora mais. 
Ambas imunidades compõe a resposta imune e são extremamente importante para este 
sistema. 
Evolução de uma infecção, níveis de microoorganismos e adoração da infecção em animais 
normais, que possui as duas imundades: 
AULA 1 – ORGANIZAÇÃO DO SISTEMA IMUNE 
 
Linha amarela: possui ambas imunidasdes 
Linha verde: animal possui imunidade inata, mas não tem imunidade adaptativa, ele não 
consegue controlar a infecção com o passar de um certo tempo. 
Linha vermelha: animal que não tem imunidade inata, mas tem imunidade adaptativa, não 
consegue controlar a infecção desde o início. 
 
Essas células se originam da célula tronco hematopoiética pluripotente, alta renomada na 
medula-óssea, e que da origem a duas linhagens de células: um progenitor mieloide comum e 
outro progenitor linfoide comum. 
O mielóide comum é precursor dos macrófagos, monócitos, mastócitos, basófilos, eosinófilos, 
neutrófilos e células dendríticas. 
O progenitor linfoide comum é precursor dos linfócitos específicos e de um outro tipo celular, 
as células matadoras naturais ou NK – natural killer. Essas células possuem diferentes funções 
no sistema imune. 
 
Esse processo que dá origem ao sistema imune, é oq a chamamos de hematopoiese. Os locais 
de hematopoiese vai variando, durante a vida fetal essa função é exercida pelo saco vitelino, 
depois passa pro fígado e baço, e mais tardemente para medula óssea. 
 
ORIGEM DOS MACRÓFAGOS 
 
SURGE A PARTIR DE UMA CELULA TRONco hematopoiética da medula ossea HSC, que da 
origem aos monócitos sanguíneos Ly6C que migram para os tecidos e se diferenciam em 
macrófagos residentes intestinais e da derme. 
Estudos dizem que macrófagos residentes surgiram do saco vitelino e que essas células 
progenitores quem deu origem aos macrófagos teciduais residentes. 
 
Essas células podem ser dividias em células que compõe a imunidade inata e as que compõe 
imunidade adaptativa. Na foto acima, vemos células de imunidade inata que vieram de um 
progenitor mielóide comum, e cada uma dessas células tem função específica dentro do 
sistema imune. As principais células efetoras da imunidade inata são: Macrófagos, 
Neutrófilos, Células Dendríticas, Mastócitos, Eosinófilos, Basófilos. 
 
 
 
 
Macrófagos – fagocitose (eliminação de células/partículas estranhas ao organismo.) 
 
 
MACRÓFAGOS 
 
 
 
1. Os macrófagos possuem na sua superfície glomerular uma série de receptores 
importantes para o reconhecimento de constituintes de microrganismos. 
Receptores PRR (Receptores de Reconhecimento de Padrões) importantíssimo no 
reconhecimento deste macrófago. 
2. Quando os receptores reconhecem moléculas conservadas na superfície de 
microrganismos, essas células são então ativadas e recebem sinais intracelulares 
que levam a ativação desse macrófago; 
3. Essa ativação culmina com a liberação de mediadores inflamatórios tanto 
proteicos quanto lipídicos, que vão levar a ativação desta célula para que consiga 
eliminar estes microrganismos. 
 
Nota-se que o macrófago ativado é diferente, pois ele expressa moléculas da suas superfícies 
(MHC, CD40, B7 ...) relacionadas com a ativação, tbm secreta citocinas (TNF) que contribuem 
pra resposta inflamatória e possui atuação autócrina, e tbm produz radicais de O2 e NO que 
são importantes mecanismos microbicidas. 
Além dos mecanismos microbicidas, tbm não podemos esquecer dos mecanismos oxidativos, 
que são utilizados por macrófagos e altamente tóxicos principalmente para microrganismos 
intracelulares. Estes mecanismos são chamados de espécies reativas do Oxigênio e espécies 
reativas de nitrogênio que são geradas a partir de enzimas como a NADPH oxidase que se 
formam na membrana dos fagossomos que vão originar essa oxidase e que usam oxigênio para 
formação de aníon (superóxido) e vai ser utilizado por outras enzimas. 
 
Temos tbm outras enzimas que sintetizam radicais de NO, a NO Sintase que é induzida 
durante este processo de ativação do macrófago e leva a formação de ácido nítrico 
altamente toxico. Por exemplo, a Leishmania (parasita intracelular) que infecta 
macrófagos e fica dentro do fagossomo que é totalmente suscetível ao NO. 
 
 
 
 
 
• Neutrófilos - também fagocita (constituem a primeira linha de reconhecimento 
e defesa contra agentes infecciosos no tecido, tradicionalmente iniciam uma 
inflamação aguda e são responsáveis por uma resposta imune pró-inflamatória 
eficaz) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
NEUTRÓFILOS 
 
Essa célula possui vários grânulos e em seus grânulos, uma serie de moléculas com 
vários efeitos. 
 
 
 
Em 2004 foi descrito outro mecanismo microbicida dessa célula (neutrófilo), 
chamamos de NETs que são “redes” extracelulares liberadas pelo neutrófilo e tem 
efeito deletério, de dispersão de microrganismos, então a célula libera todo seu 
conteúdo granular (todas as enzimas que ele possui + todo seu conteúdo nuclear) e 
todo conteúdo preso a esta rede (NETs) morrem. O neutrófilo na verdade entra no 
processo e morte celular, que diferente do apoptose e necrose, libera todo seu 
conteúdo granular nuclear pro meio extra celular e mata os microrganismos liberados 
pelos NETs. 
 
 
 
 
 
 
• células dendríticas – captura de antígeno (Expressam receptores que 
reconhecem moléculas produzidas pelos microrganismos e respondem com a 
produção de citocinas; Em resposta a ativação por patógenos tornam-se 
móveis, migram para os gânglios linfáticos e apresentam os antígenos aos 
linfócitos T) 
 
 
 
Essa é a célula mais potente na apresentação de linfócitos T. Temos 3 células capazes de 
apresentar o Antígeno para o linfócito T virgens que são as Células dendríticas, macrófagos e 
linfócitos B + APCs que são as células apresentadoras de Antígeno. 
 
Cél. DENDRÍTICAS 
As células dendríticas elas capturam o Ag no tecido e migram pro órgão linfoide mais próximo, 
ou seja, ela deixa o tecido e entra no sistema linfático, cai no órgão linfoide e apresenta o Ag 
aos linfócitos T. 
A medida que ela vai se aproximando ao órgão linfoide, a célula dendrítica ai sofrendo 
maturação (diminui a capacidade fagocítica e vai se diferenciando par um estado mais 
maduro) 
 
Diferença das células dendriticas imaturas nos tecidos periféricos para o tecido linfóide, 
percebe as diferenças nas expressões e moléculas. No órgao linfoide aumenta a expressão das 
moléculas de MCH e e passam a expressar moléculas que tbm são importantes (B7.1 e B7.2) 
para a ativação do linfocito T . 
 
 
 
 
• Mastócitos – interações de moléculas mais ativas e resposta inflamatória 
(células inatas, sentinelas do sistema imunológico. Não são encontradas no 
sangue, são encontradas nos tecidos, principalmente pele e mucosas, sendo 
capazes de responder rapidamente a agente agressores). 
 
 MASTÓCITOS 
Possui na sua superfície granular de receptor uma altíssima afinidade ao anticorpo IgE, que 
quando esse Ac se liga ao receptor de altíssima afinidade do mastócito e essa IgE reconhece 
esse Ag especifico, leva a ativação desse mastócito que degranula a ligação cruzada aos 
receptores FceR pela IgE ligada ao seu Ag específico, leva a ativação desse mastócito e 
degranula. 
Além disso, o mastócito capaz de liberar e sintetizar várias moléculas inflamatórias, 
principalmente mediadores lipídicos e citocinas tbm envolvidas a resposta inflamatória. 
 
A célula de mastócito que possui varios granulo no seu citoplasma, ao ser ativado por 
diferentesmoléculas (C3a, C5a, PAMPs) libera o conteúdo dos seus grânulos. e esses grânulos 
contem uma serie de mediadores inflamatórios (aminas vasoativas, citocinas, quimosinas) e 
mediadores lipídicos. 
 
 
 
• Eosinófilo – resposta imuno-parasita, responsáveis pela defesa do organismo 
contra parasitas e agentes infecciosos. Também participam dos processos 
inflamatórios em doenças alérgicas e asma. 
 
 EOSINÓFILOS 
 
 
• Basófilo – resposta contra imuno-parasitas e resposta alérgica (são células 
importantes para o sistema imune, estando normalmente aumentados em 
casos de alergia ou inflamação prolongada como asma, rinite ou urticária por 
exemplo.) 
 
Agora vamos falar das células que se originam do progenitor linfóide comum: células 
T, células B e NK. 
 
CÉLULAS NK 
Se originam a partir de um progenitor linfóide comum, mas não são consideradas linfócitos 
específicos (linfócitos que possuem receptores para antígenos específicos na sua superfície). A 
NK possui grânulos citotóxicos que levam à morte da célula-alvo e tbm tem importante papel 
contra células imuno-tumorais e em infecções virais. Atuam como imune na resposta contra 
vírus e tumoral. 
 
Ao ser ativada libera o conteúdo dos seus grânulos e leva à morte da célula-alvo por apoptose. 
A NK reconhece alterações da superfície das células, e se ativa para poder liberar seu conteúdo 
dos seus grânulas. A NK pode atuar de duas formas: 
- ou ela reconhece moléculas de anticorpos que estão reconhecendo uma célula alvo (ela liga 
uma porção da molécula de Ac que chamamos de Fc, e que, ao reconhecer esta porção de 
molécula de anticorpo ela é ativada e libera o conteúdo dos seus grânulos em direção a celula-
alvo); 
- ou então ela reconhece que a tal célula está alterada (deixou de expressar determinadas 
moléculas). 
A NK não possui na sua supercilia molecular um receptor de antígeno especifico como o 
linfócito T e B, e por isso não são consideradas linfócitos específicos. Ela tem na sua superfície 
receptores que reconhecem moléculas expressas numa célula normal e ao reconhecer essas 
moléculas, ela recebe um sinal positivo para ser ativada, mas negativo também que são 
receptores que inibe a morte celular (Kir). 
Se caso essa célula for infectada por um vírus, e esse vírus de alguma forma alterar a expressão 
de determinadas moléculas na superfícies, a NK reconhece que esta celula esta alterada, sem 
receber o sinal de ativação da morte. 
 
LINFÓCITOS 
 
São as principais células da imunidade adquirida/adaptativa, são únicas que expressam 
receptores de antígeno cada qual com uma especificidade distintos para seus determinantes 
antigênicos, e o repertorio desses receptores são gerados a partir de uma recombinação 
gênica aleatória por enzimas específicas. 
Temos 2 tipos principais de linfócitos: linfócitos B e Linfócitos T. 
• linfócitos B – responsáveis pela produção de anticorpo. Possui na sua superfície celular 
um receptor chamado de BCR que é na verdade uma molécula de imunoglobulina (Ac), 
ou seja, são receptores de moléculas de anticorpo que vao reconhecer seu 
determinante antigênico específico. Cada linfócito B tem receptor únicos na sua 
superfície celular 
• Linfócitos T – mediadores da imunidade celular, tbm tem receptor na sua superfície 
chamado de TCR que são únicos e específicos para cada linfócito T que reconhece um 
determinante antigênico apresentado por moléculas especificas. O linfócito T é divido 
por 2 subtitulos, Linfócitos TCD4 – auxiliares na resposta imune, e linfócitos TCD8 – 
citotóxicos para a célula-alvo, função parecidas com a NK (reconhece a sua célula alvo 
através do seu Ag especifico do seu receptor, ele é ativado e libera grânulos líticos que 
leva a morte da célula-alvo por apoptose.) 
 
 
A partir de uma célula tronco hematopoiética auto renovável pluripotente, ela se 
compromete com progenitor mieloide que dá origem a precursores que vão formar diferentes 
células do sistema imune. Alguma encontramos no sangue (granulócitos, monócitos) e outros 
encontramos nos tecidos (cél. Dendríticas, macrófagos oriundos de monócitos, mastócitos). 
Quando esta célula hematopoiética se compromete com progenitor linfoide, esse precursor 
linfoide dará origem aos linfócitos: células Nk ou células dendríticas de origem linfoide com as 
mesmas funções das células dendríticas do mieloide. Este precursor linfoide tbm pode dar 
origem aos linfócitos B e T que são células da imunidade adaptativa, ambas têm como 
características geração de memória e reconhecimento único e especifico, cada clone de célula 
T e B possuem um receptor único e específico. 
No linfócito B todo o processo de maturação ocorre na própria medula-óssea, já no Linfócito T 
este precursor linfoide vai pro timo e partir de estímulos específicos, vão se diferenciar em 
linfócitos TCD4 (auxiliador) e TCD8 (citotóxicas). O tcd4 auxilia outras células da resposta 
imune, ele auxilia através das citocinas outras células da resposta imune, ele auxilia o próprio 
TCD8 tbm. Os linfócitos se diferenciam no TIMO (tcd4 ou tcd8). 
 
 
CLASSIFICAÇÃO DOS ORGÃO LINFÓIDES 
Os orgao linfoides são classificados primarios : medula-osse a e timo, e 
periféricos/secundarios: tonsilas, fonodos, apendice, placas de payer, baço, orgaos 
estes que recebem dos linfocitos produzidos no timo e medula ossea. 
 
 
A partir de um precursor de linfóide comum, o linfócito B (que na medula-ossea se 
diferencia em linfócito B) que ao se tornar maduro os seus receptores BCR em sua 
superficie (moleculas de ac), caem na corrente sanguinea e na linfa e alcançam então 
os órgão linfóides periféricos. 
Já no linfócito T, ao sair do precursor de linfóide, sai da medula-ossea e migra pro 
timo, do timo passa pelo processo de diferenciação e seleção aonde então forma o 
linfócito T com seu receptor TCR, caem no sangue e na linfa, e alcançam os órgaos 
periféricos. Nos orgaos periféricos, esses linfóides agora maduros, ao encontrar seu 
antigeno especifico, iniciam a resposta imuno adaptativa. 
 
 
TIMO 
1.Órgão linfóide primário ou central, formado por duas regiões: portical e 
medular, onde na região portical é mais densa e rica em timócios (que são precursores das 
células T que chegam ao timo e passarão por um processo de diferenciação) ocorre uma 
intima interação entre timócitos e células do epitélio tímico na região cortical, e tbm na região 
medular com células dendríticas e macrófagos. 
 
Dentro do timo ocorre o processo de diferenciação do precursor linfóide T em linfócitos TCD4 
ou TCD8. 
 Antes do precursor entrar no timo, ele 
não é nem TCD4 nem TCD8, chamamos de linfócito duplo negativo porque ainda não expressa 
a molécula TCD4 que caracteriza e nem a molécula TCD8. A partir de uma serie de interações 
com células do epitélio tímico, é que o precursor se torna célula único-positiva pois vai 
expressar a molécula cd4 ou cd8 a parti das moléculas MHC ( complexo principal de 
histocompatibilidade). 
Uma vez então diferenciado tcd4 ou tcd8, ele sai do timo e migra para o órgão periférico. 
 o timo evolui a medida 
que envelhecemos, parte do timo vai sendo substituído por gordura, a grande produção de 
linfócitos B produz na puberdade. 
 
LINFÓCITOS B 
 
Se maturam na medula-ossea, isso ocorre nos homens e em alguns mamíferos, mas 
dependendo da espécie animal, essa diferenciação pode ocorrer em outros órgãos. 
• Nas aves o órgão responsável pela produção de linfócito B é a Bursa de Fabrícius; 
• nos Bovinos e OVINOS É A Placa de Peyer ilíacas; 
• e nos Coelhos o tcido linfóide associado ao intestino e especialmente o apêncide. 
 
 
 
 
Vimos que o Timo e Medula-ossea ou a Bursa de fabrícius são locais de formação dos linfócitos 
T e B. 
 
Linfócitos T (tcd4 e tcd8) que tem funções importantes na resposta imune; Linfocitos B que se 
diferenciam em plasmócitos que produzem Ac.O que acontece se retira TIMO e a Bursa de Fabrícius em recém-nascidos?? Prejuízo na 
resposta imune, o numero de linfócitos circulantes desaparecem, a presença de linfócitos T 
em locais T-dependentes desaparecem também, a resposta imune ao enxerto ao transplante 
é suprimida pq a rejeição ao enxerto é dada pelos linfócitos T, a imunoglobulina no soro e a 
formação de anticorpos tbm terão uma queda minina pq os linfócitos T tbm auxiliam nos 
linfócitos B na produção do anticorpo. 
 
 
 
 
2.Órgão linfóide secundário ou periférico: 
 
 
O baço é um órgão rico em macrófagos, ou seja, fagocitam células mortas, hemácias velhas.... 
 
 
Os linfonodos esta distribuído ao longo de todo nosso corpo, localizado em regiões onde 
predominam linfócitos B e Linfócitos T, dividido em região cortical (parte mais externa), região 
paracortical (parte do meio cor azul/rosa escuro), e região medular (parte mais interna – rosa 
claro). A região cortical é formada por folículos de células B, a região paracortical é 
predominada pelas células T e região medular com macrófagos e células diferenciadas 
(plasmócitos). 
 
Os Ag guiam células dendríticas carregando seus antígenos através da linfa, dos vasos linfáticos 
aferentes, encontram seus Ag específicos no linfonodos, depois que se ativam, eles saem 
através dos vasos linfáticos eferentes. 
TANTO O BAÇO QUANTO O LINFONODO ELES TÊM UMA ORGANIZAÇÃO MUITO PARECIDA 
ONDE PREDOMINA DETERMINADAS REGIÕES DE LINFÓCITOS B, OUTRAS REGIÕES COM 
LINFÓCITOS T.... isso acontece pq são secretadas moléculas chamadas de Quimiocinas que são 
proteínas de baixo peso molecular secretadas pelas células presentes nesta região 
cortical/paracortical que atraem essas células. As quimicinas tem diferentes funções, neste 
caso, elas recrutam/atraem células. 
 
 
CÉLULAS MALT 
Tecido linfoide associado à mucosa, responsáveis por responder Ag que entram através das 
mucosas, tbm possuem uma organização de células especializadas que impregnam o Ag para 
os linfócitos abaixo do epitélio. 
 
 
 
Temos uma placa de peyer, região organizada e encontrada no intestino, tem-se as 
microvilosidades intestinais (trem rosado), e que entre essas células epiteliais intestinais existe 
uma céula muito especializada que chamamos de célula M, que tem a função de captar o 
Antígeno da Mucosa e transferi-lo para a região abaixo do epitélio onde estão o sistema 
imune. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A célula M tem uma morfologia especifica, capta o Ag por endocitose e esse Ag passa pela 
célula por processo de transitose e chega então a região da lâmina prórpia onde vão encontrar 
Macrófagos, cél. Dendríticas, linfócitos B e T. 
 
O antígeno é captado pels células M, encontra na lâmina própria células do sistema imune, há 
ativação do linfócito B e T, a cel. B se diferencia então em plasmócitos que secretam Ac (IgA) 
QUE VAO RECONHECER SEUS ANTIGNEOS ESPECIFICOS e neutralizar esse Ag. 
 
RECIRCULAÇÃO DOS LINFÓCITOS

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