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1 ASPECTOS JURÍDICOS APLICADOS I Prof. Rogério Castro Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 2 *A responsabilidade pela idoneidade, originalidade e licitude dos conteúdos didáticos apresentados é do professor. Proibida a reprodução, total ou parcial, sem autorização. Lei nº 9610/98 2 Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 3 ASPECTOS JURÍDICOS APLICADOS À GESTÃO DE NEGÓCIOS 1. Economia e Direito (Empresarial); 2. O Direito como “direito-custo”; 3. Registro de empresa e escrituração; 4. Direito Societário (LTDA, S/A e EIRELI); 5. Direito Contratual (compra e venda, representação comercial, desconto bancário/factoring e seguro). Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 4 1 – ECONOMIA E DIREITO É a ciência social que estuda como o indivíduo e a sociedade decidem (escolha) empregar recursos produtivos escassos na produção de bens e serviços, de modo a distribuí-los entre as várias pessoas e grupos da sociedade, a fim de satisfazer as necessidades humanas. Não houvesse escassez nem necessidade de repartir os bens entre os homens, não existiriam sistemas econômicos e nem Economia. (ROSSETI – Introdução à Economia). 1.1 – ECONOMIA (oikos/casa + nomos/lei): Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 5 1 – ECONOMIA E DIREITO 1.2 – DIREITO: • É um sistema de disciplina social fundado na natureza humana que, estabelecendo nas relações entre os homens uma proporção de reciprocidade de poderes e deveres que lhe atribui, regula as condições existenciais dos indivíduos e dos grupos sociais e, em consequência, da sociedade mediante normas coercitivamente impostas pelo poder público (Vicente Ráo). • É a disciplina da convivência humana por excelência (Goffredo Telles Jr.) Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 6 Fato → Valor → Norma (Teoria Tridimensional do Direito – Miguel Reale) 1 – ECONOMIA E DIREITO 1.3 – CONSTRUÇÃO DO DIREITO: Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 7 1 – ECONOMIA E DIREITO 1.4 – TULLIO ASCARELLI (1903-1959): Jurista Economista • O Direito Comercial nasce das exigências da sociedade capitalista e, para entendê-lo, é necessário estudá-lo historicamente; o direito é produto do processo histórico; • É um direito que nasceu para disciplinar relações econômicas que se desenvolvem em grande parte fora do poder estatal (lei); é um direito que nasceu predominantemente dos costumes e pactos entre particulares (economia agrícola feudal → economia mercantil → economia industrial); Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 8 1.4 – TULLIO ASCARELLI (1903-1959): • Estrutura normativa e função econômica; • As normas são postas em relação às exigências de vida em sociedade e não como desenvolvimento lógico das ações (o direito não é lógica, mas experiência). • As regras jurídicas são um elemento constitutivo de um determinado sistema econômico, no sentido de que contribuem para formá-lo, isto é, para forjá-lo e um modo ou de outro. 1 – ECONOMIA E DIREITO Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 9 1 – ECONOMIA E DIREITO 1.5 – O DIREITO determina a ECONOMIA ou a ECONOMIA determina o DIREITO? • A meu ver, o Direito e a Economia se entrelaçam para formar a realidade social e, ao se entrelaçarem, condicionam-se e modificam-se mutuamente, numa construção e reconstrução contínua. • O Direito deve se preocupar com a eficácia econômica, muito embora não esteja obrigatoriamente condicionada a ela. O Direito têm valores próprios que muitas vezes condicionam a atividade econômica. Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 10 1.6 – Os bens e serviços de que todos precisamos para viver são produzidos em organizações econômicas especializadas e negociados no mercado (Fábio Ulhoa Coelho); essa assertiva é do interesse de diversas áreas do conhecimento, tais como Direito, Economia e Contabilidade, dentre outras. 1.7 – Para a produção de bens e serviços, há necessidade de pessoas com vocação para a tarefa de combinar fatores de produção (capital, trabalho, insumo e tecnologia), sendo certo que essa vocação é alavancada principalmente pela possibilidade de ganhar dinheiro, isto é, obter lucro. Essas pessoas são os empresários. 1 – ECONOMIA E DIREITO EMPRESARIAL 19/10/2023 1010 Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 11 1 – ECONOMIA E DIREITO EMPRESARIAL 1.8 – A tarefa do empresário está sujeita a risco. Estruturar a produção ou a circulação de bens ou serviços significa reunir os recursos financeiros (capital), humanos (mão de obra), materiais (insumos) e tecnológicos que viabilizem oferece-los ao mercado consumidor com preços e qualidade competitivos. Não é tarefa simples, principalmente no Brasil. 1.9 – Riscos que cercam o empresário: (a) inexistência de demanda; (b) crises políticas ou econômicas; (c) passivos judiciais; (d) deslealdade de concorrentes; dentre outros. Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 12 1 – ECONOMIA E DIREITO EMPRESARIAL 1.10 – O Direito Empresarial é indispensável à existência de trocas econômicas, à geração de riquezas, à criação dos mercados e ao desenvolvimento econômico dos países sob um regime de produção capitalista. 1.11 – Para fins didáticos, dividiremos o Direito Empresarial em “direito privado externo da empresa (“empresa de fora”, “empresa atividade”) e “direito privado interno da empresa” (“empresa de dentro”, “empresa organização”, “organização jurídica da empresa). Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 13 2 – O DIREITO COMO “DIREITO-CUSTO” 2.1 - Há normas jurídicas que importam aumento do custo da atividade produtiva (ex. normas tributárias, trabalhistas, etc), conhecidas como normas de “direito-custo” (Fábio Ulhoa Coelho). 2.2 - O “direito-custo” exige interpretação o mais objetiva possível para possibilitar o cálculo empresarial, isto é, a definição dos custos da atividade econômica e dos preços dos produtos ou serviços correspondentes. Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 14 2 – O DIREITO COMO “DIREITO-CUSTO” (g) Questão socioambiental Agenda 2030 – Plano Ação Global Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) Compliance Governança Corporativa 2.3 – Normas de “direito-custo” relacionadas à exploração da atividade da empresa: Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 15 (b) Responsabilidade contratual (civil x consumerista); (c) Propriedade industrial (amortização de investimentos em pesquisas x tempo exclusividade exploração); (d) Concorrência desleal e abuso do poder econômico (livre concorrência x práticas desleais e abusivas); (e) Anticorrupção (Lei 12.846/13) (compliance x custo); (f) Recuperação do crédito (Lei 11.101/05) (recuperação judicial e falência) 2 – O DIREITO COMO “DIREITO-CUSTO” 2.3 – Normas de “direito-custo” relacionadas à exploração da atividade da empresa: Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 16 • É um plano de ação global para um 2030 sustentável • 193 Estados-membros da ONU, incluindo o Brasil, aprovaram em 2015 o documento intitulado “Transformando o Nosso Mundo: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável” • O plano de ação global se divide em 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e 169 Metas. • É um plano para governos, empresas, academias e as pessoas em geral. O que é a Agenda 2030? Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 17 • Trata do Trabalho Decente e Crescimento Econômico e traz várias metas, dentre elas a 8.7, objeto da palestra. • Que compreende promover o crescimento econômico sustentado, inclusivo e sustentável, emprego pleno e produtivo, e trabalho decente para todos O que é o ODS 8 da ONU? Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 18 O que se entende por compliance? Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 19 • A atividade de compliance surgiu nas instituições financeiras, desempenhada pelas assessorias jurídicas em função da expertise delas nas interpretações das normas. • O complianceacaba se expandindo para as empresas dos mais variados segmentos, substituindo o conhecido O&M (Organização e Métodos). • As empresas precisam mostrar e comprovar para o mercado que estão adotando “boas práticas”. Para isso as empresas precisam estar em conformidade, ou seja, precisam estar em compliance. Breve histórico do compliance Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 20 • Compliance Trabalhista (ex. indústria de alimentos - CLT, NR´s); • Compliance Tributário (ex. instituição financeira – CTN, leis esparsas); • Compliance Ambiental (ex. indústria de celulose - Código Florestal); • Compliance Regulatório (ex. indústria farmacêutica e as normativas da ANVISA); • Outras áreas. Áreas em que o compliance pode ser utilizado? Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 21 • Reconhecimento do mercado como empresa cumpridora das normas. • Facilidade de acesso a recursos financeiros; • Mitiga riscos de atuações e multas (cultura da prevenção); • Mitiga riscos de ações judiciais (cultura da prevenção); • Maior facilidade para expansão dos negócios; • Dentre outros (marca, ativos, valores agregados, etc). Alguns benefícios do compliance para empresa Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO 3.1 – O que se entende por EMPRESA? • É a atividade ou é o sujeito (ASQUINI, Perfis da empresa)? • É uma instituição-organização, ou seja, uma criação do homem para atender determinada necessidade social, que por atribuição legal passa a gozar de personalidade jurídica? • É uma forma de organização dos fatores de produção voltada ao lucro? • É o centro de imputação de responsabilidades? • É uma técnica jurídica indispensável à disciplina das relações entre o Estado e o capital, é uma técnica de concreção da ordem econômica (WARDE JR.)? • É o resultado de um feixe de contrato (COASE)? 19/10/2023 2222 Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 23 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO 3.2 – REGISTRO DE EMPRESA • Previsão legal (Lei 8.934/94 e Decreto 1.800/96); • DNRC (federal) e Juntas Comerciais (estatuais); • As sociedades empresárias, independentemente do objeto a que se dedicam, devem ser registrar na Junta Comercial do Estado em que estão sediados; • As sociedades simples são registradas no Registro Civil de Pessoas Jurídicas (serviços engenharia, serviços médicos etc) ou no órgão de classe (serviços de advocacia); 19/10/2023 2323 Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 24 • 3.2.1 – O registro do empresário na Junta Comercial assegura-lhe o uso exclusivo do nome nos limites do respectivo Estado (art. 1.166/CC) • 3.2.2 – O empresário rural: tem a faculdade de requerer ou não o seu registro na Junta Comercial (art. 971 CC). • 3.2.3 – Microempreendedor Individual (MEI), com receita anual de até R$ 81.000,00, não precisa de registro na Junta Comercial. • 3.2.3 – Consequências da falta de registro: responsabilidade ilimitada dos sócios; não pode requerer a falência de outro empresário; não pode requerer recuperação judicial; impossibilidade nos cadastros federais, estaduais e municipais (ex. CNPJ); leva à economia informal. 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 25 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO 3.3 Escrituração • Escriturar significa fazer a contabilidade. A contabilidade é o registro de movimentações patrimoniais e financeiras. Dessa forma, a escrituração são os registros contábeis do empresário. • A vida do empresário está escrita em seus livros comerciais • O empresário (à exceção do microempreendedor individual – MEI) têm o dever de manter a escrituração dos negócios de que participam (art. 1.179 a 1.195 do CC);Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 26 • Não há como se falar em escrituração sem contador/contabilista; no exercício de suas funções, são pessoalmente responsáveis pelos atos culposos perante o preponente e pelos atos dolosos perante terceiros (art. 1.177, § único CC). • Funções da escrituração: (a) gerencial (tomada de decisões); (b) documental (informações para sócios, investidores, bancos, licitações etc); (c) fiscal (recolhimento de tributos). 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO 3.3 Escrituração Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 27 • É obrigação do empresário efetuar o levantamento anual das demonstrações contábeis (art. 1.179/CC): balanço patrimonial (demonstra a situação patrimonial desde o início da atividade) e balanço de resultado econômico (revela a situação financeira de um determinado período, a partir dos registros das receitas e das despesas, apurando se houve lucro ou prejuízo). • Em regra, o balanço patrimonial e o balanço de resultado econômico, assinados por técnico em Contabilidade, deverão ser lançados no livro Diário (art. 1.184, § 2º, CC) 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO 3.3 Escrituração Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 28 Livros empresariais obrigatórios: a) Diário: em que se lança os atos ou operações diárias da atividade empresarial (art. 1.180/CC, exceto aos pequenos empresários); b) Registro de Duplicatas: livro empresárial obrigatório especial caso seja emitido esse título de crédito (art. 19 da Lei 5.474/68); c) Registro de Ações, Registro das Atas das Assembleias, Atas de Reuniões do Conselho de Administração e Diretoria, dentre outros (art. 100 da LSA) Livros empresariais facultativos (auxiliares): Livro-Caixa, Conta-Corrente, Razão, Contas a pagar e a receber, etc. 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO 3.3 Escrituração Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 29 Livros obrigatórios não empresariais: Trabalhista (Registro de Empregados; Inspeção do Trabalho); Fiscais (entrada e saída de mercadorias; apuração ICMS; apuração IPI); Eficácia probatória dos livros: Os livros empresariais que preencham os requisitos exigidos por lei tem efeito de prova em litígios entre empresários (arts. 417 e 418 CPC); Consequências da falta da escrituração: crime falimentar (art. 178 LF); perda do benefício da recuperação judicial (art. 51, V, LF); perda da eficácia probatória (arts. 417 e 418 CPC). 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO 3.3 Escrituração Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 30 Contabilidade eletrônica (alteração do meio papelizado para o digital): SPED (Sistema Público de Escrituração Digital) é um instrumento de unificação das atividades de recepção, validação, armazenamento e autenticação de livros e documentos integrantes da escrituração comercial e fiscal das empresas, mediante fluxo único e computadorizado de informações; ECD (Escrituração Contábil Digital) tem por objetivo a substituição da escrituração em papel pela escrituração transmitida via arquivo (livro Diário, Razão etc); NFe (Nota Fiscal Eletrônica), etc. 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO 3.3 Escrituração Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 31 4 – DIREITO SOCIETÁRIO 4.1 – Introdução ao Direito Societário • Exploração da atividade econômica pode ser feita pela pessoa física (pessoa natural) e pela pessoa jurídica (sociedade empresária). • Sociedade empresária é a pessoa jurídica que explora uma empresa; Empresário, para todos os efeitos de direito, é a sociedade, e não os seus sócios (empreendedores e investidores); • Personalização: As sociedades empresárias são sempre personalizadas, ou seja, são pessoas distintas dos sócios, titularizam seus próprios direitos e obrigações; pessoa jurídica é uma criação do Direito, é um sujeito de direito inanimado personalizado (Fábio Ulhoa Coelho); Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 32 Classificação das pessoas jurídicas: (a) pessoas jurídicas de direito público (União, Estados, Municípios, Autarquias – art. 41 CC); pessoas jurídicas de direito privado (sociedade simples, sociedade empresária, fundação, associação, cooperativa e a a extinta EIRELI – art. 44 CC). Efeitos da personalização: a titularidade obrigacional, a titularidade processuale a responsabilidade patrimonial (o princípio da autonomia patrimonial, que é um dos elementos fundamentais do direito societário; em razão desse princípio, os sócios não respondem, em regra, pelas obrigações da sociedade). 4 – DIREITO SOCIETÁRIO 4.1 – Introdução ao Direito Societário Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 33 Início e término da personalização: começa com o registro dos atos constitutivios da sociedade empresária na Junta Comercial e termina com o procedimento dissolutório extrajudicial ou judicial (falência). Limites da personalização: O princípio da autonomia patrimonial não é absoluto, pois não prevalece com relação a obrigações tributárias, consumeristas, trabalhistas e ambientais. Praticamente fica restrito às obrigações da sociedade perante outros empresários (obrigações negociáveis). 4 – DIREITO SOCIETÁRIO 4.1 – Introdução ao Direito Societário Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 34 Classificação das sociedades empresárias: a) são cinco os tipos de sociedades empresárias: nome coletivo, comandita simples, comandita por ações, anônima e por quotas de responsabilidade limitada (arts. 1.039 a 1.092 CC); b) sociedade de pessoa e sociedade de capital (a natureza da sociedade importa diferenças no tocante à alienação da participação societária, à sua penhorabilidade por dívida particular do sócio e à questão da sucessão por morte); c) sociedades contratuais e institucionais (contrato social x estatuto social; Código Civil x Lei 6.404/76 – LSA); d) responsabilidade ilimitada (nome coletivo) e limitada (LTDA e S/A) 4 – DIREITO SOCIETÁRIO 4.1 – Introdução ao Direito Societário Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 35 Desconsideração da personalidade jurídica: a) instrumento jurídico para combater fraudes que o princípio da autonomia patrimonial possa trazer (surge no século XIX); b) a aplicação da teoria da desconsideração não implica anulação ou desfazimento do ato constitutivo da sociedade empresária, mas apenas a sua ineficácia episódica; c) previsão legal (art. 28 CDC; art. 18 da Lei Antitruste (Lei 8.884/94 revogada pela Lei 12.529/11); art. 4º Lei 9.605/98 (Crimes Ambientais); art. 50 Código Civil; d) Teoria Maior x Teoria Menor; e) aspectos processuais (cabe ao juiz decidir o incidente – IDPJ - previsto nos arts. 133 a 137 do CPC/2015). 4 – DIREITO SOCIETÁRIO 4.1 – Introdução ao Direito Societário Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 36 OBRIGADO (A)! LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/rogerio- alessandre-de-oliveira-castro-7831b0136/ 36 Vito ria Teix eira 177 .108 .497 -92 Slide 1 Slide 2 Slide 3: ASPECTOS JURÍDICOS APLICADOS À GESTÃO DE NEGÓCIOS Slide 4: 1 – ECONOMIA E DIREITO Slide 5: 1 – ECONOMIA E DIREITO Slide 6 Slide 7: 1 – ECONOMIA E DIREITO Slide 8 Slide 9: 1 – ECONOMIA E DIREITO Slide 10: 1 – ECONOMIA E DIREITO EMPRESARIAL Slide 11: 1 – ECONOMIA E DIREITO EMPRESARIAL Slide 12: 1 – ECONOMIA E DIREITO EMPRESARIAL Slide 13: 2 – O DIREITO COMO “DIREITO-CUSTO” Slide 14: 2 – O DIREITO COMO “DIREITO-CUSTO” Slide 15: 2 – O DIREITO COMO “DIREITO-CUSTO” Slide 16 Slide 17 Slide 18 Slide 19 Slide 20 Slide 21 Slide 22: 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO Slide 23: 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO Slide 24: 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO Slide 25: 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO Slide 26: 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO Slide 27: 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO Slide 28: 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO Slide 29: 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO Slide 30: 3 – REGISTRO DE EMPRESA E ESCRITURAÇÃO Slide 31: 4 – DIREITO SOCIETÁRIO Slide 32: 4 – DIREITO SOCIETÁRIO Slide 33: 4 – DIREITO SOCIETÁRIO Slide 34: 4 – DIREITO SOCIETÁRIO Slide 35: 4 – DIREITO SOCIETÁRIO Slide 36