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Legislação Processual Aplicada Noções básicas de direito processual 1. Não se deve confundir processo com procedimento, pois o último? Resposta incorreta. A. É a mesma coisa que processo. O procedimento é o meio extrínseco pelo qual o processo se desenvolve. O processo se caracteriza por sua finalidade de exercício do poder, enquanto que procedimento é meramente a coordenação de atos que se sucedem, sendo um aspecto formal do processo, a forma como o processo acontece. Resposta incorreta. B. É o oposto de processo. O procedimento é o meio extrínseco pelo qual o processo se desenvolve. O processo se caracteriza por sua finalidade de exercício do poder, enquanto que procedimento é meramente a coordenação de atos que se sucedem, sendo um aspecto formal do processo, a forma como o processo acontece. Você acertou! C. É o meio extrínseco pelo qual o processo se desenvolve. O procedimento é o meio extrínseco pelo qual o processo se desenvolve. O processo se caracteriza por sua finalidade de exercício do poder, enquanto que procedimento é meramente a coordenação de atos que se sucedem, sendo um aspecto formal do processo, a forma como o processo acontece. Resposta incorreta. D. É um meio de obter a solução para os conflitos e obter a pacificação social. O procedimento é o meio extrínseco pelo qual o processo se desenvolve. O processo se caracteriza por sua finalidade de exercício do poder, enquanto que procedimento é meramente a coordenação de atos que se sucedem, sendo um aspecto formal do processo, a forma como o processo acontece. Resposta incorreta. E. É um ramo do direito público, possui autonomia legislativa. O procedimento é o meio extrínseco pelo qual o processo se desenvolve. O processo se caracteriza por sua finalidade de exercício do poder, enquanto que procedimento é meramente a coordenação de atos que se sucedem, sendo um aspecto formal do processo, a forma como o processo acontece. 2. Podemos citar, como exemplo de direito material, o código? Resposta incorreta. A. Código de Processo Penal. Direito material é o corpo de normas que disciplinam as relações jurídicas referentes a bens e utilidades da vida (direito civil, penal, administrativo, comercial, tributário, etc.); como exemplo, temos o Código Civil e o Código Penal no ordenamento jurídico brasileiro. A Consolidação das Leis do Trabalho e o Código de Direito do Consumidor são instrumentos normativos que têm uma parte com conteúdo de direito material e outra com conteúdo de direito processual, por isso não podem ser considerados códigos que tratam unicamente de direito material. Você acertou! B. Código Civil. Direito material é o corpo de normas que disciplinam as relações jurídicas referentes a bens e utilidades da vida (direito civil, penal, administrativo, comercial, tributário, etc.); como exemplo, temos o Código Civil e o Código Penal no ordenamento jurídico brasileiro. A Consolidação das Leis do Trabalho e o Código de Direito do Consumidor são instrumentos normativos que têm uma parte com conteúdo de direito material e outra com conteúdo de direito processual, por isso não podem ser considerados códigos que tratam unicamente de direito material. Resposta incorreta. C. Código de Processo Civil. Direito material é o corpo de normas que disciplinam as relações jurídicas referentes a bens e utilidades da vida (direito civil, penal, administrativo, comercial, tributário, etc.); como exemplo, temos o Código Civil e o Código Penal no ordenamento jurídico brasileiro. A Consolidação das Leis do Trabalho e o Código de Direito do Consumidor são instrumentos normativos que têm uma parte com conteúdo de direito material e outra com conteúdo de direito processual, por isso não podem ser considerados códigos que tratam unicamente de direito material. Resposta incorreta. D. Código de Direito do Consumidor. Direito material é o corpo de normas que disciplinam as relações jurídicas referentes a bens e utilidades da vida (direito civil, penal, administrativo, comercial, tributário, etc.); como exemplo, temos o Código Civil e o Código Penal no ordenamento jurídico brasileiro. A Consolidação das Leis do Trabalho e o Código de Direito do Consumidor são instrumentos normativos que têm uma parte com conteúdo de direito material e outra com conteúdo de direito processual, por isso não podem ser considerados códigos que tratam unicamente de direito material. Resposta incorreta. E. Codificação das Leis do Trabalho. Direito material é o corpo de normas que disciplinam as relações jurídicas referentes a bens e utilidades da vida (direito civil, penal, administrativo, comercial, tributário, etc.); como exemplo, temos o Código Civil e o Código Penal no ordenamento jurídico brasileiro. A Consolidação das Leis do Trabalho e o Código de Direito do Consumidor são instrumentos normativos que têm uma parte com conteúdo de direito material e outra com conteúdo de direito processual, por isso não podem ser considerados códigos que tratam unicamente de direito material. 3. Uma das razões para falarmos em falsa dicotomia entre direito processual e direito material é? Resposta incorreta. A. Porque significam a mesma coisa. O direito processual é um instrumento de aplicação do direito material ao caso concreto, e é por isso que se fala em uma falsa dicotomia entre o direito processual e o direito material. Uma vez que o direito processual não encontra fim em si mesmo, ele se caracteriza apenas como um meio para a aplicação do direito material. Sua finalidade é a realização do direito material. Resposta incorreta. B. Porque são matérias opostas. O direito processual é um instrumento de aplicação do direito material ao caso concreto, e é por isso que se fala em uma falsa dicotomia entre o direito processual e o direito material. Uma vez que o direito processual não encontra fim em si mesmo, ele se caracteriza apenas como um meio para a aplicação do direito material. Sua finalidade é a realização do direito material. Resposta incorreta. C. Porque um se refere ao direito penal enquanto o outro ao direito civil. O direito processual é um instrumento de aplicação do direito material ao caso concreto, e é por isso que se fala em uma falsa dicotomia entre o direito processual e o direito material. Uma vez que o direito processual não encontra fim em si mesmo, ele se caracteriza apenas como um meio para a aplicação do direito material. Sua finalidade é a realização do direito material. Você acertou! D. Porque o direito processual não encontra fim em si mesmo, ele se caracteriza apenas como um meio para a aplicação do direito material. O direito processual é um instrumento de aplicação do direito material ao caso concreto, e é por isso que se fala em uma falsa dicotomia entre o direito processual e o direito material. Uma vez que o direito processual não encontra fim em si mesmo, ele se caracteriza apenas como um meio para a aplicação do direito material. Sua finalidade é a realização do direito material. Resposta incorreta. E. Porque nada mais é do que a forma como os atos processuais são ordenados. O direito processual é um instrumento de aplicação do direito material ao caso concreto, e é por isso que se fala em uma falsa dicotomia entre o direito processual e o direito material. Uma vez que o direito processual não encontra fim em si mesmo, ele se caracteriza apenas como um meio para a aplicação do direito material. Sua finalidade é a realização do direito material. 4. Quando um processo ainda está em andamento e surge uma nova lei processual, é preciso definir se a essa nova lei será aplicada ao processo em curso ou não. Existem três sistemas que regulamentam a lei processual no tempo. Qual é o sistema segundo o qual a nova lei não será aplicada de pronto, mantendo-se a lei antiga até o fim do processo? Resposta incorreta. A. Sistema da desconcentração. Para os processualistasAntônio Carlos de Araujo Cintra, Ada Pellegrini Grinover e Cândido Rangel Dinamarco, há três sistemas que podem ser utilizados diante de um conflito de aplicação da lei processual no tempo, quais sejam: unidade processual, isolamento dos atos processuais, fases processuais. O sistema da unidade processual é o que determina que a lei processual válida no início do processo o conduzirá até o seu fim, ainda que outra lei passe a valer durante o andamento do processo. Resposta incorreta. B. Sistema diferenciado. Para os processualistas Antônio Carlos de Araujo Cintra, Ada Pellegrini Grinover e Cândido Rangel Dinamarco, há três sistemas que podem ser utilizados diante de um conflito de aplicação da lei processual no tempo, quais sejam: unidade processual, isolamento dos atos processuais, fases processuais. O sistema da unidade processual é o que determina que a lei processual válida no início do processo o conduzirá até o seu fim, ainda que outra lei passe a valer durante o andamento do processo. Resposta incorreta. C. Sistema personalizado. Para os processualistas Antônio Carlos de Araujo Cintra, Ada Pellegrini Grinover e Cândido Rangel Dinamarco, há três sistemas que podem ser utilizados diante de um conflito de aplicação da lei processual no tempo, quais sejam: unidade processual, isolamento dos atos processuais, fases processuais. O sistema da unidade processual é o que determina que a lei processual válida no início do processo o conduzirá até o seu fim, ainda que outra lei passe a valer durante o andamento do processo. Resposta incorreta. D. Sistema da codificação. Para os processualistas Antônio Carlos de Araujo Cintra, Ada Pellegrini Grinover e Cândido Rangel Dinamarco, há três sistemas que podem ser utilizados diante de um conflito de aplicação da lei processual no tempo, quais sejam: unidade processual, isolamento dos atos processuais, fases processuais. O sistema da unidade processual é o que determina que a lei processual válida no início do processo o conduzirá até o seu fim, ainda que outra lei passe a valer durante o andamento do processo. Você acertou! E. Sistema da unidade processual. Para os processualistas Antônio Carlos de Araujo Cintra, Ada Pellegrini Grinover e Cândido Rangel Dinamarco, há três sistemas que podem ser utilizados diante de um conflito de aplicação da lei processual no tempo, quais sejam: unidade processual, isolamento dos atos processuais, fases processuais. O sistema da unidade processual é o que determina que a lei processual válida no início do processo o conduzirá até o seu fim, ainda que outra lei passe a valer durante o andamento do processo. 5. Qual o sistema para aplicação da lei processual no tempo o Código de Processo Civil adota? Resposta incorreta. A. Unidade processual. Nosso Código de Processo Civil adota a teoria do isolamento dos atos processuais. O isolamento dos atos processuais consegue viabilizar maior segurança jurídica e modernização do sistema processual, garantindo que a entrada em vigor de uma nova lei não afete o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada. Você acertou! B. Isolamento dos atos processuais. Nosso Código de Processo Civil adota a teoria do isolamento dos atos processuais. O isolamento dos atos processuais consegue viabilizar maior segurança jurídica e modernização do sistema processual, garantindo que a entrada em vigor de uma nova lei não afete o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada. Resposta incorreta. C. Fases processuais. Nosso Código de Processo Civil adota a teoria do isolamento dos atos processuais. O isolamento dos atos processuais consegue viabilizar maior segurança jurídica e modernização do sistema processual, garantindo que a entrada em vigor de uma nova lei não afete o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada. Resposta incorreta. D. Codificação processual. Nosso Código de Processo Civil adota a teoria do isolamento dos atos processuais. O isolamento dos atos processuais consegue viabilizar maior segurança jurídica e modernização do sistema processual, garantindo que a entrada em vigor de uma nova lei não afete o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada. Resposta incorreta. E. Desconcentração processual. Nosso Código de Processo Civil adota a teoria do isolamento dos atos processuais. O isolamento dos atos processuais consegue viabilizar maior segurança jurídica e modernização do sistema processual, garantindo que a entrada em vigor de uma nova lei não afete o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada. Norma processual 1. As normas materiais ou substanciais se diferem das normas processuais, pois trazem a previsão de: Resposta incorreta. A. normas que regulamentam o processo. As normas materiais (ou substanciais) são aquelas que regulam o comportamento humano, descrevendo comportamentos proibidos ou adequados ao homem. Barroso diz que “o direito material é o conjunto de instrumentos normativos que disciplinam os bens da vida e a sua utilização: por exemplo, direito civil, comercial, administrativo, trabalhista, tributário, etc”. Você acertou! B. direitos aos cidadãos, descrevendo comportamentos proibidos ou adequados ao homem. As normas materiais (ou substanciais) são aquelas que regulam o comportamento humano, descrevendo comportamentos proibidos ou adequados ao homem. Barroso diz que “o direito material é o conjunto de instrumentos normativos que disciplinam os bens da vida e a sua utilização: por exemplo, direito civil, comercial, administrativo, trabalhista, tributário, etc”. Resposta incorreta. C. normas sobre a estrutura do Poder Executivo. As normas materiais (ou substanciais) são aquelas que regulam o comportamento humano, descrevendo comportamentos proibidos ou adequados ao homem. Barroso diz que “o direito material é o conjunto de instrumentos normativos que disciplinam os bens da vida e a sua utilização: por exemplo, direito civil, comercial, administrativo, trabalhista, tributário, etc”. Resposta incorreta. D. leis que se aplicam no direito internacional. As normas materiais (ou substanciais) são aquelas que regulam o comportamento humano, descrevendo comportamentos proibidos ou adequados ao homem. Barroso diz que “o direito material é o conjunto de instrumentos normativos que disciplinam os bens da vida e a sua utilização: por exemplo, direito civil, comercial, administrativo, trabalhista, tributário, etc”. Resposta incorreta. E. normas que não observam o direito intertemporal. As normas materiais (ou substanciais) são aquelas que regulam o comportamento humano, descrevendo comportamentos proibidos ou adequados ao homem. Barroso diz que “o direito material é o conjunto de instrumentos normativos que disciplinam os bens da vida e a sua utilização: por exemplo, direito civil, comercial, administrativo, trabalhista, tributário, etc”. 2. As normas processuais passam a valer para todos os cidadãos no momento em que entram em vigor, isso acontece porque: Resposta incorreta. A. têm eficácia limitada. Uma vez entrada em vigor a lei processual, ela terá aplicação imediata em todo o território nacional, inclusive a processos que estão em andamento conforme dispõe o art. 6.° da Lei de Introdução ao Direito Civil: “a Lei em vigor terá efeito imediato e geral, respeitados o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada”. Resposta incorreta. B. têm aplicabilidade geral, mas não imediata. Uma vez entrada em vigor a lei processual, ela terá aplicação imediata em todo o território nacional, inclusive a processos que estão em andamento conforme dispõe o art. 6.° da Lei de Introdução ao Direito Civil: “a Lei em vigor terá efeito imediato e geral, respeitados o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada”. Resposta incorreta. C. têm eficácia ilimitada. Uma vez entrada em vigor alei processual, ela terá aplicação imediata em todo o território nacional, inclusive a processos que estão em andamento conforme dispõe o art. 6.° da Lei de Introdução ao Direito Civil: “a Lei em vigor terá efeito imediato e geral, respeitados o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada”. Você acertou! D. têm aplicabilidade imediata e geral. Uma vez entrada em vigor a lei processual, ela terá aplicação imediata em todo o território nacional, inclusive a processos que estão em andamento conforme dispõe o art. 6.° da Lei de Introdução ao Direito Civil: “a Lei em vigor terá efeito imediato e geral, respeitados o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada”. Resposta incorreta. E. têm abrangência nacional. Uma vez entrada em vigor a lei processual, ela terá aplicação imediata em todo o território nacional, inclusive a processos que estão em andamento conforme dispõe o art. 6.° da Lei de Introdução ao Direito Civil: “a Lei em vigor terá efeito imediato e geral, respeitados o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada”. 3. Quanto às normas processuais novas, sua aplicação no tempo não pode atingir atos pretéritos, pois: Resposta incorreta. A. têm aplicabilidade imediata e geral. A Constituição Federal assegura a estabilidade do ato jurídico perfeito (aquele completamente praticado), direito adquirido e coisa julgada (aquele que decorre de uma sentença transitada em julgado), em face da lei nova no art. 5.°, XXXVI. Portanto, não se admite a retroatividade da lei em matéria processual a atos pretéritos, pois, se assim fosse, a Constituição Federal estaria sendo ofendida. Resposta incorreta. B. o sistema da unidade processual não permite. A Constituição Federal assegura a estabilidade do ato jurídico perfeito (aquele completamente praticado), direito adquirido e coisa julgada (aquele que decorre de uma sentença transitada em julgado), em face da lei nova no art. 5.°, XXXVI. Portanto, não se admite a retroatividade da lei em matéria processual a atos pretéritos, pois, se assim fosse, a Constituição Federal estaria sendo ofendida. Você acertou! C. a Constituição Federal assegura a estabilidade do ato jurídico perfeito, direito adquirido e coisa julgada em face da lei nova. A Constituição Federal assegura a estabilidade do ato jurídico perfeito (aquele completamente praticado), direito adquirido e coisa julgada (aquele que decorre de uma sentença transitada em julgado), em face da lei nova no art. 5.°, XXXVI. Portanto, não se admite a retroatividade da lei em matéria processual a atos pretéritos, pois, se assim fosse, a Constituição Federal estaria sendo ofendida. Resposta incorreta. D. por motivos de ordem prática e política, aplica-se o princípio da territorialidade. A Constituição Federal assegura a estabilidade do ato jurídico perfeito (aquele completamente praticado), direito adquirido e coisa julgada (aquele que decorre de uma sentença transitada em julgado), em face da lei nova no art. 5.°, XXXVI. Portanto, não se admite a retroatividade da lei em matéria processual a atos pretéritos, pois, se assim fosse, a Constituição Federal estaria sendo ofendida. Resposta incorreta. E. têm eficácia ilimitada. A Constituição Federal assegura a estabilidade do ato jurídico perfeito (aquele completamente praticado), direito adquirido e coisa julgada (aquele que decorre de uma sentença transitada em julgado), em face da lei nova no art. 5.°, XXXVI. Portanto, não se admite a retroatividade da lei em matéria processual a atos pretéritos, pois, se assim fosse, a Constituição Federal estaria sendo ofendida. 4. Qual o princípio que define a aplicabilidade da norma processual no espaço? Você acertou! A. Princípio da territorialidade. Quanto à aplicabilidade da lei processual no espaço, por motivos de ordem prática e política, aplica-se o princípio da territorialidade, ou seja, aplica-se a lei local. A territorialidade quanto à aplicação da lei processual está prevista expressamente no art. 16 do Código de Processo Civil. Assim, as normas federais têm aplicabilidade dentro de todo o território nacional. Resposta incorreta. B. Princípio da livre iniciativa. Quanto à aplicabilidade da lei processual no espaço, por motivos de ordem prática e política, aplica-se o princípio da territorialidade, ou seja, aplica-se a lei local. A territorialidade quanto à aplicação da lei processual está prevista expressamente no art. 16 do Código de Processo Civil. Assim, as normas federais têm aplicabilidade dentro de todo o território nacional. Resposta incorreta. C. Princípio do contraditório. Quanto à aplicabilidade da lei processual no espaço, por motivos de ordem prática e política, aplica-se o princípio da territorialidade, ou seja, aplica-se a lei local. A territorialidade quanto à aplicação da lei processual está prevista expressamente no art. 16 do Código de Processo Civil. Assim, as normas federais têm aplicabilidade dentro de todo o território nacional. Resposta incorreta. D. Princípio da extraterritorialidade. Quanto à aplicabilidade da lei processual no espaço, por motivos de ordem prática e política, aplica-se o princípio da territorialidade, ou seja, aplica-se a lei local. A territorialidade quanto à aplicação da lei processual está prevista expressamente no art. 16 do Código de Processo Civil. Assim, as normas federais têm aplicabilidade dentro de todo o território nacional. Resposta incorreta. E. Princípio do juiz natural. Quanto à aplicabilidade da lei processual no espaço, por motivos de ordem prática e política, aplica-se o princípio da territorialidade, ou seja, aplica-se a lei local. A territorialidade quanto à aplicação da lei processual está prevista expressamente no art. 16 do Código de Processo Civil. Assim, as normas federais têm aplicabilidade dentro de todo o território nacional. 5. A norma processual passa a ter aplicabilidade no território nacional depois de entrar em vigor, para isso, ela deve obedecer aos trâmites exigidos na legislação. Quando falamos no período pré-fixado na lei para vacatio legis, esse período é de quanto tempo? Resposta incorreta. A. 45 semanas. Depois de publicada, a lei passa pelo período de vacatio legis, que é o período entre a publicação e o início de sua vigência, este serve para que os cidadãos tomem conhecimento do conteúdo da nova lei. O art. 1.° da LINDB dispõe que “salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país 45 dias depois de oficialmente publicada". Portanto, 45 dias é o período estabelecido por lei para vacatio legis. Resposta incorreta. B. 30 dias. Depois de publicada, a lei passa pelo período de vacatio legis, que é o período entre a publicação e o início de sua vigência, este serve para que os cidadãos tomem conhecimento do conteúdo da nova lei. O art. 1.° da LINDB dispõe que “salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país 45 dias depois de oficialmente publicada". Portanto, 45 dias é o período estabelecido por lei para vacatio legis. Resposta incorreta. C. 30 semanas. Depois de publicada, a lei passa pelo período de vacatio legis, que é o período entre a publicação e o início de sua vigência, este serve para que os cidadãos tomem conhecimento do conteúdo da nova lei. O art. 1.° da LINDB dispõe que “salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país 45 dias depois de oficialmente publicada". Portanto, 45 dias é o período estabelecido por lei para vacatio legis. Você acertou! D. 45 dias. Depois de publicada, a lei passa pelo período de vacatio legis, que é o período entre a publicação e o início de sua vigência, este serve para que os cidadãos tomem conhecimento do conteúdo da nova lei. O art. 1.° da LINDB dispõe que “salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país 45 dias depois de oficialmente publicada". Portanto, 45 dias é o período estabelecidopor lei para vacatio legis. Resposta incorreta. E. 60 dias. Depois de publicada, a lei passa pelo período de vacatio legis, que é o período entre a publicação e o início de sua vigência, este serve para que os cidadãos tomem conhecimento do conteúdo da nova lei. O art. 1.° da LINDB dispõe que “salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país 45 dias depois de oficialmente publicada". Portanto, 45 dias é o período estabelecido por lei para vacatio legis. 4. Qual o princípio que define a aplicabilidade da norma processual no espaço? Você acertou! A. Princípio da territorialidade. Quanto à aplicabilidade da lei processual no espaço, por motivos de ordem prática e política, aplica-se o princípio da territorialidade, ou seja, aplica-se a lei local. A territorialidade quanto à aplicação da lei processual está prevista expressamente no art. 16 do Código de Processo Civil. Assim, as normas federais têm aplicabilidade dentro de todo o território nacional. Resposta incorreta. B. Princípio da livre iniciativa. Quanto à aplicabilidade da lei processual no espaço, por motivos de ordem prática e política, aplica-se o princípio da territorialidade, ou seja, aplica-se a lei local. A territorialidade quanto à aplicação da lei processual está prevista expressamente no art. 16 do Código de Processo Civil. Assim, as normas federais têm aplicabilidade dentro de todo o território nacional. Resposta incorreta. C. Princípio do contraditório. Quanto à aplicabilidade da lei processual no espaço, por motivos de ordem prática e política, aplica-se o princípio da territorialidade, ou seja, aplica-se a lei local. A territorialidade quanto à aplicação da lei processual está prevista expressamente no art. 16 do Código de Processo Civil. Assim, as normas federais têm aplicabilidade dentro de todo o território nacional. Resposta incorreta. D. Princípio da extraterritorialidade. Quanto à aplicabilidade da lei processual no espaço, por motivos de ordem prática e política, aplica-se o princípio da territorialidade, ou seja, aplica-se a lei local. A territorialidade quanto à aplicação da lei processual está prevista expressamente no art. 16 do Código de Processo Civil. Assim, as normas federais têm aplicabilidade dentro de todo o território nacional. Resposta incorreta. E. Princípio do juiz natural. Quanto à aplicabilidade da lei processual no espaço, por motivos de ordem prática e política, aplica-se o princípio da territorialidade, ou seja, aplica-se a lei local. A territorialidade quanto à aplicação da lei processual está prevista expressamente no art. 16 do Código de Processo Civil. Assim, as normas federais têm aplicabilidade dentro de todo o território nacional. 5. A norma processual passa a ter aplicabilidade no território nacional depois de entrar em vigor, para isso, ela deve obedecer aos trâmites exigidos na legislação. Quando falamos no período pré-fixado na lei para vacatio legis, esse período é de quanto tempo? Resposta incorreta. A. 45 semanas. Depois de publicada, a lei passa pelo período de vacatio legis, que é o período entre a publicação e o início de sua vigência, este serve para que os cidadãos tomem conhecimento do conteúdo da nova lei. O art. 1.° da LINDB dispõe que “salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país 45 dias depois de oficialmente publicada". Portanto, 45 dias é o período estabelecido por lei para vacatio legis. Resposta incorreta. B. 30 dias. Depois de publicada, a lei passa pelo período de vacatio legis, que é o período entre a publicação e o início de sua vigência, este serve para que os cidadãos tomem conhecimento do conteúdo da nova lei. O art. 1.° da LINDB dispõe que “salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país 45 dias depois de oficialmente publicada". Portanto, 45 dias é o período estabelecido por lei para vacatio legis. Resposta incorreta. C. 30 semanas. Depois de publicada, a lei passa pelo período de vacatio legis, que é o período entre a publicação e o início de sua vigência, este serve para que os cidadãos tomem conhecimento do conteúdo da nova lei. O art. 1.° da LINDB dispõe que “salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país 45 dias depois de oficialmente publicada". Portanto, 45 dias é o período estabelecido por lei para vacatio legis. Você acertou! D. 45 dias. Depois de publicada, a lei passa pelo período de vacatio legis, que é o período entre a publicação e o início de sua vigência, este serve para que os cidadãos tomem conhecimento do conteúdo da nova lei. O art. 1.° da LINDB dispõe que “salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país 45 dias depois de oficialmente publicada". Portanto, 45 dias é o período estabelecido por lei para vacatio legis. Resposta incorreta. E. 60 dias. Depois de publicada, a lei passa pelo período de vacatio legis, que é o período entre a publicação e o início de sua vigência, este serve para que os cidadãos tomem conhecimento do conteúdo da nova lei. O art. 1.° da LINDB dispõe que “salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o país 45 dias depois de oficialmente publicada". Portanto, 45 dias é o período estabelecido por lei para vacatio legis. Fases processuais 1. Na fase postulatória, o réu poderá apresentar contestação, depois de citado e ciente das alegações do autor. Sobre a contestação, é correto afirmar: Você acertou! A. É a ocasião na qual o réu deve apresentar todas as alegações, de ordem processual e material. A contestação é regida pelos princípios do contraditório e da ampla defesa e se caracteriza como a oportunidade na qual o réu deve apresentar defesa tanto de ordem material, no mérito, quanto de ordem processual, em preliminar, como, por exemplo, a inépcia da petição inicial e a incompetência relativa. O prazo para apresentar contestação é de 15 dias a partir da audiência de conciliação e mediação ou do protocolo do pedido de cancelamento da audiência, pelo réu, entre outras hipóteses indicadas no artigo 335 do CPC. Resposta incorreta. B. A alegações de ordem processual devem ser apresentadas no mérito, enquanto as alegações sobre o tema da demanda devem ser apresentadas nas preliminares. A contestação é regida pelos princípios do contraditório e da ampla defesa e se caracteriza como a oportunidade na qual o réu deve apresentar defesa tanto de ordem material, no mérito, quanto de ordem processual, em preliminar, como, por exemplo, a inépcia da petição inicial e a incompetência relativa. O prazo para apresentar contestação é de 15 dias a partir da audiência de conciliação e mediação ou do protocolo do pedido de cancelamento da audiência, pelo réu, entre outras hipóteses indicadas no artigo 335 do CPC. Resposta incorreta. C. A ampla defesa e o contraditório são princípios que regem o processo judicial, mas não se relacionam diretamente com a contestação. A contestação é regida pelos princípios do contraditório e da ampla defesa e se caracteriza como a oportunidade na qual o réu deve apresentar defesa tanto de ordem material, no mérito, quanto de ordem processual, em preliminar, como, por exemplo, a inépcia da petição inicial e a incompetência relativa. O prazo para apresentar contestação é de 15 dias a partir da audiência de conciliação e mediação ou do protocolo do pedido de cancelamento da audiência, pelo réu, entre outras hipóteses indicadas no artigo 335 do CPC. Resposta incorreta. D. Se houver audiência de conciliação e mediação, o réu deverá apresentar a contestação nessa ocasião, sob pena de preclusão do direito. A contestação é regida pelos princípios do contraditório e da ampla defesa e se caracteriza como a oportunidade na qual o réu deve apresentar defesa tanto de ordem material, no mérito, quanto de ordem processual, em preliminar, como, por exemplo, a inépcia da petição inicial e a incompetência relativa. O prazo para apresentarcontestação é de 15 dias a partir da audiência de conciliação e mediação ou do protocolo do pedido de cancelamento da audiência, pelo réu, entre outras hipóteses indicadas no artigo 335 do CPC. Resposta incorreta. E. A inépcia da petição inicial pode ser uma das alegações do réu no mérito da contestação. A contestação é regida pelos princípios do contraditório e da ampla defesa e se caracteriza como a oportunidade na qual o réu deve apresentar defesa tanto de ordem material, no mérito, quanto de ordem processual, em preliminar, como, por exemplo, a inépcia da petição inicial e a incompetência relativa. O prazo para apresentar contestação é de 15 dias a partir da audiência de conciliação e mediação ou do protocolo do pedido de cancelamento da audiência, pelo réu, entre outras hipóteses indicadas no artigo 335 do CPC. 2. Na fase saneatória do processo, uma vez tomadas as providências preliminares ou sendo elas desnecessárias, o juiz proferirá decisão de saneamento e organização do processo. No entanto, essa decisão deixa de providenciar qual das seguintes ações? Resposta incorreta. A. Resolver as questões processuais pendentes. Nos termos do artigo 357 do Código de Processo Civil, não ocorrendo as hipóteses de julgamento conforme o estado do processo, caberá ao juiz proferir o despacho saneador que organizará o processo no sentido de resolver as questões processuais pendentes, definir o ônus da prova, designar audiência de instrução e julgamento, especificar os fatos que devem ser provados, especificar os meios de prova e delimitar as questões de direito relevantes para a decisão de mérito. A oitiva de testemunhas deverá ocorrer apenas na fase instrutória, depois do saneamento. Resposta incorreta. B. Definir a quem compete o ônus da prova. Nos termos do artigo 357 do Código de Processo Civil, não ocorrendo as hipóteses de julgamento conforme o estado do processo, caberá ao juiz proferir o despacho saneador que organizará o processo no sentido de resolver as questões processuais pendentes, definir o ônus da prova, designar audiência de instrução e julgamento, especificar os fatos que devem ser provados, especificar os meios de prova e delimitar as questões de direito relevantes para a decisão de mérito. A oitiva de testemunhas deverá ocorrer apenas na fase instrutória, depois do saneamento. Resposta incorreta. C. Designar audiência de instrução e julgamento. Nos termos do artigo 357 do Código de Processo Civil, não ocorrendo as hipóteses de julgamento conforme o estado do processo, caberá ao juiz proferir o despacho saneador que organizará o processo no sentido de resolver as questões processuais pendentes, definir o ônus da prova, designar audiência de instrução e julgamento, especificar os fatos que devem ser provados, especificar os meios de prova e delimitar as questões de direito relevantes para a decisão de mérito. A oitiva de testemunhas deverá ocorrer apenas na fase instrutória, depois do saneamento. Resposta incorreta. D. Especificar as questões de fato que devem ser provadas. Nos termos do artigo 357 do Código de Processo Civil, não ocorrendo as hipóteses de julgamento conforme o estado do processo, caberá ao juiz proferir o despacho saneador que organizará o processo no sentido de resolver as questões processuais pendentes, definir o ônus da prova, designar audiência de instrução e julgamento, especificar os fatos que devem ser provados, especificar os meios de prova e delimitar as questões de direito relevantes para a decisão de mérito. A oitiva de testemunhas deverá ocorrer apenas na fase instrutória, depois do saneamento. Você acertou! E. Proceder à oitiva de testemunhas. Nos termos do artigo 357 do Código de Processo Civil, não ocorrendo as hipóteses de julgamento conforme o estado do processo, caberá ao juiz proferir o despacho saneador que organizará o processo no sentido de resolver as questões processuais pendentes, definir o ônus da prova, designar audiência de instrução e julgamento, especificar os fatos que devem ser provados, especificar os meios de prova e delimitar as questões de direito relevantes para a decisão de mérito. A oitiva de testemunhas deverá ocorrer apenas na fase instrutória, depois do saneamento. 3. A fase instrutória destina-se essencialmente à coleta de provas e à formação do convencimento do juiz. Sobre as provas na fase instrutória, considere as seguintes afirmativas: I – A prova documental deve ser apresentada em audiência de instrução e julgamento. II – O cônjuge, o companheiro e os parentes até 3.º grau da parte são impedidos de testemunhar. III – O perito é o sujeito principal da prova pericial e deve esclarecer o ponto que exige conhecimento técnico especial da sua área de atuação. Assinale a alternativa correta: Resposta incorreta. A. Apenas a afirmativa I está correta. A prova documental deve ser prioritariamente apresentada com a petição inicial ou na contestação, na fase postulatória. No que se refere à prova testemunhal, algumas pessoas são consideradas incapazes, suspeitas ou impedidas, sendo esta última qualidade atribuída a cônjuges, companheiros e parentes até 3.º grau da parte; quanto à prova pericial, esta se caracteriza pela atuação de um perito, convocado a esclarecer determinados aspectos que exigem conhecimento técnico. Resposta incorreta. B. Apenas a afirmativa II está correta. A prova documental deve ser prioritariamente apresentada com a petição inicial ou na contestação, na fase postulatória. No que se refere à prova testemunhal, algumas pessoas são consideradas incapazes, suspeitas ou impedidas, sendo esta última qualidade atribuída a cônjuges, companheiros e parentes até 3.º grau da parte; quanto à prova pericial, esta se caracteriza pela atuação de um perito, convocado a esclarecer determinados aspectos que exigem conhecimento técnico. Resposta incorreta. C. Apenas a afirmativa III está correta. A prova documental deve ser prioritariamente apresentada com a petição inicial ou na contestação, na fase postulatória. No que se refere à prova testemunhal, algumas pessoas são consideradas incapazes, suspeitas ou impedidas, sendo esta última qualidade atribuída a cônjuges, companheiros e parentes até 3.º grau da parte; quanto à prova pericial, esta se caracteriza pela atuação de um perito, convocado a esclarecer determinados aspectos que exigem conhecimento técnico. Resposta incorreta. D. Apenas as afirmativas I e II estão corretas. A prova documental deve ser prioritariamente apresentada com a petição inicial ou na contestação, na fase postulatória. No que se refere à prova testemunhal, algumas pessoas são consideradas incapazes, suspeitas ou impedidas, sendo esta última qualidade atribuída a cônjuges, companheiros e parentes até 3.º grau da parte; quanto à prova pericial, esta se caracteriza pela atuação de um perito, convocado a esclarecer determinados aspectos que exigem conhecimento técnico. Você acertou! E. Apenas as afirmativas II e III estão corretas. A prova documental deve ser prioritariamente apresentada com a petição inicial ou na contestação, na fase postulatória. No que se refere à prova testemunhal, algumas pessoas são consideradas incapazes, suspeitas ou impedidas, sendo esta última qualidade atribuída a cônjuges, companheiros e parentes até 3.º grau da parte; quanto à prova pericial, esta se caracteriza pela atuação de um perito, convocado a esclarecer determinados aspectos que exigem conhecimento técnico. 4. A fase decisória é a etapa do processo na qual o juiz profere uma decisão, geralmente mediante sentença. Sobre conceitos e requisitos da sentença, assinale a alternativa correta: Resposta incorreta. A. Sentenças terminativas são consideradas decisões interlocutórias, haja vista que não tratam do mérito. As sentenças podem ser terminativas ou definitivas: as terminativas não tratam do mérito e não se confundem com as decisões interlocutórias;já as sentenças definitivas tratam do mérito. A desistência do autor e a ausência de pressupostos processuais, por exemplo, não se referem ao mérito. As sentenças devem atender obrigatoriamente aos seguintes requisitos: relatório, fundamentação e dispositivo. O relatório deverá apresentar uma perspectiva completa do processo; a fundamentação refere-se à análise dos fatos e do direito que embasará o dispositivo: entre outros elementos indicados pelo artigo 489, § 1.º do CPC, não será considerada a fundamentação que se presta a justificar qualquer outra decisão. Resposta incorreta. B. As sentenças definitivas põem fim ao processo e tratam do mérito, como no caso de desistência do autor. As sentenças podem ser terminativas ou definitivas: as terminativas não tratam do mérito e não se confundem com as decisões interlocutórias; já as sentenças definitivas tratam do mérito. A desistência do autor e a ausência de pressupostos processuais, por exemplo, não se referem ao mérito. As sentenças devem atender obrigatoriamente aos seguintes requisitos: relatório, fundamentação e dispositivo. O relatório deverá apresentar uma perspectiva completa do processo; a fundamentação refere-se à análise dos fatos e do direito que embasará o dispositivo: entre outros elementos indicados pelo artigo 489, § 1.º do CPC, não será considerada a fundamentação que se presta a justificar qualquer outra decisão. Você acertou! C. Entre os requisitos essenciais da sentença, está a fundamentação, que embasará o dispositivo. As sentenças podem ser terminativas ou definitivas: as terminativas não tratam do mérito e não se confundem com as decisões interlocutórias; já as sentenças definitivas tratam do mérito. A desistência do autor e a ausência de pressupostos processuais, por exemplo, não se referem ao mérito. As sentenças devem atender obrigatoriamente aos seguintes requisitos: relatório, fundamentação e dispositivo. O relatório deverá apresentar uma perspectiva completa do processo; a fundamentação refere-se à análise dos fatos e do direito que embasará o dispositivo: entre outros elementos indicados pelo artigo 489, § 1.º do CPC, não será considerada a fundamentação que se presta a justificar qualquer outra decisão. Resposta incorreta. D. A fundamentação da sentença é considerada mesmo se composta por motivos que se prestariam a justificar qualquer outra decisão. As sentenças podem ser terminativas ou definitivas: as terminativas não tratam do mérito e não se confundem com as decisões interlocutórias; já as sentenças definitivas tratam do mérito. A desistência do autor e a ausência de pressupostos processuais, por exemplo, não se referem ao mérito. As sentenças devem atender obrigatoriamente aos seguintes requisitos: relatório, fundamentação e dispositivo. O relatório deverá apresentar uma perspectiva completa do processo; a fundamentação refere-se à análise dos fatos e do direito que embasará o dispositivo: entre outros elementos indicados pelo artigo 489, § 1.º do CPC, não será considerada a fundamentação que se presta a justificar qualquer outra decisão. Resposta incorreta. E. O relatório da sentença é dispensável quando o dispositivo indicar a procedência dos pedidos. As sentenças podem ser terminativas ou definitivas: as terminativas não tratam do mérito e não se confundem com as decisões interlocutórias; já as sentenças definitivas tratam do mérito. A desistência do autor e a ausência de pressupostos processuais, por exemplo, não se referem ao mérito. As sentenças devem atender obrigatoriamente aos seguintes requisitos: relatório, fundamentação e dispositivo. O relatório deverá apresentar uma perspectiva completa do processo; a fundamentação refere-se à análise dos fatos e do direito que embasará o dispositivo: entre outros elementos indicados pelo artigo 489, § 1.º do CPC, não será considerada a fundamentação que se presta a justificar qualquer outra decisão. 5. Considere o seguinte texto: O processo busca a efetiva tutela jurisdicional e, por isso, é organizado em fases: a fase _______ é responsável pela formação do processo, enquanto a fase _______ dedica-se à obtenção de elementos que permitam a fundamentação da decisão, proferida na fase decisória. A fase _______, por sua vez, é a etapa que demonstra irresignação da parte e pode ter início diante de qualquer decisão. Os termos que preenchem corretamente as lacunas acima na sequência são: Resposta incorreta. A. Postulatória, saneatória e instrutória. O processo é organizado em fases sucessivas, que seguem uma sequência lógica que viabilize a prestação jurisdicional. A primeira é a fase postulatória, em que o processo se forma; a segunda é a fase saneatória, quando o juiz organiza o processo; a terceira é a fase instrutória, quando são coletadas as provas que fundamentarão a decisão. Há, ainda, a fase executória e a fase recursal, quando a parte poderá requerer a revisão das decisões. Resposta incorreta. B. Saneatória, instrutória e recursal. O processo é organizado em fases sucessivas, que seguem uma sequência lógica que viabilize a prestação jurisdicional. A primeira é a fase postulatória, em que o processo se forma; a segunda é a fase saneatória, quando o juiz organiza o processo; a terceira é a fase instrutória, quando são coletadas as provas que fundamentarão a decisão. Há, ainda, a fase executória e a fase recursal, quando a parte poderá requerer a revisão das decisões. Resposta incorreta. C. Instrutória, saneatória e recursal. O processo é organizado em fases sucessivas, que seguem uma sequência lógica que viabilize a prestação jurisdicional. A primeira é a fase postulatória, em que o processo se forma; a segunda é a fase saneatória, quando o juiz organiza o processo; a terceira é a fase instrutória, quando são coletadas as provas que fundamentarão a decisão. Há, ainda, a fase executória e a fase recursal, quando a parte poderá requerer a revisão das decisões. Você acertou! D. Postulatória, instrutória e recursal. O processo é organizado em fases sucessivas, que seguem uma sequência lógica que viabilize a prestação jurisdicional. A primeira é a fase postulatória, em que o processo se forma; a segunda é a fase saneatória, quando o juiz organiza o processo; a terceira é a fase instrutória, quando são coletadas as provas que fundamentarão a decisão. Há, ainda, a fase executória e a fase recursal, quando a parte poderá requerer a revisão das decisões. Resposta incorreta. E. Instrutória, postulatória e recursal. O processo é organizado em fases sucessivas, que seguem uma sequência lógica que viabilize a prestação jurisdicional. A primeira é a fase postulatória, em que o processo se forma; a segunda é a fase saneatória, quando o juiz organiza o processo; a terceira é a fase instrutória, quando são coletadas as provas que fundamentarão a decisão. Há, ainda, a fase executória e a fase recursal, quando a parte poderá requerer a revisão das decisões. Sujeitos do processo: partes e procuradores 1. São consideradas como partes na relação processual somente: Resposta incorreta. A. O juiz e o Ministério Público. São consideradas partes processuais: as pessoas que pedem e aquelas contra quem se pede alguma tutela jurisdicional; essas são consideradas sujeitos parciais do processo, cujas pretensões conflitantes estabelecem uma relação processual. Resposta incorreta. B. O juiz e a Defensoria Pública. São consideradas partes processuais: as pessoas que pedem e aquelas contra quem se pede alguma tutela jurisdicional; essas são consideradas sujeitos parciais do processo, cujas pretensões conflitantes estabelecem uma relação processual. Você não acertou! C. As que pedem, como demandados, as pessoas contra quem se pede, como demandantes, e o Estado, como juiz. São consideradas partes processuais: as pessoas que pedem e aquelas contra quem se pede alguma tutela jurisdicional; essas são consideradas sujeitosparciais do processo, cujas pretensões conflitantes estabelecem uma relação processual. Resposta correta. D. As que pedem, como demandantes, as pessoas contra quem se pede, como demandados, e o Estado, como juiz. São consideradas partes processuais: as pessoas que pedem e aquelas contra quem se pede alguma tutela jurisdicional; essas são consideradas sujeitos parciais do processo, cujas pretensões conflitantes estabelecem uma relação processual. Resposta incorreta. E. Autor e Ministério Público. São consideradas partes processuais: as pessoas que pedem e aquelas contra quem se pede alguma tutela jurisdicional; essas são consideradas sujeitos parciais do processo, cujas pretensões conflitantes estabelecem uma relação processual. 2. No que refere à capacidade de ser parte, marque a alternativa correta. Você acertou! A. Ser parte significa a capacidade de direito em que é representada a possibilidade de estar no polo passivo ou mesmo ativo de uma demanda jurídica. Ser parte corresponde à capacidade processual de existência, que é a capacidade civil, sendo ela representada pelo polo passivo ou ativo em uma demanda jurídica. Resposta incorreta. B. Ser parte significa a capacidade do sujeito existindo somente para pessoas físicas. Ser parte corresponde à capacidade processual de existência, que é a capacidade civil, sendo ela representada pelo polo passivo ou ativo em uma demanda jurídica. Resposta incorreta. C. Ser parte é a capacidade atribuída ao sujeito que pode se tornar titular de situação em uma relação de direito processual, tratando-se de instituto de direito imaterial. Ser parte corresponde à capacidade processual de existência, que é a capacidade civil, sendo ela representada pelo polo passivo ou ativo em uma demanda jurídica. Resposta incorreta. D. Ter capacidade para ser parte, no caso do nascituro, só poderá ocorrer se o autor, no caso o genitor, falecer. Ser parte corresponde à capacidade processual de existência, que é a capacidade civil, sendo ela representada pelo polo passivo ou ativo em uma demanda jurídica. Resposta incorreta. E. Ser parte corresponde à capacidade de direito, sendo possível figurar somente no polo ativo de uma demanda jurídica. Ser parte corresponde à capacidade processual de existência, que é a capacidade civil, sendo ela representada pelo polo passivo ou ativo em uma demanda jurídica. 3. A capacidade postulatória refere-se à constituição do processo. Desse modo, pode-se considerar que: Resposta incorreta. A. Essa modalidade de capacidade é exclusiva do juiz. Compreende-se que a capacidade postulatória significa em pressuposto de constituição do processo, ou seja, é correspondente à aptidão para a prática de atos processuais; essa capacidade é especificamente desenvolvida por advogados, membros do Ministério Público e da Defensoria. Resposta incorreta. B. Sua natureza ocorre em desenvolvimento válido e regular, ou seja, se for incapaz, a ação não poderá ser extinta. Compreende-se que a capacidade postulatória significa em pressuposto de constituição do processo, ou seja, é correspondente à aptidão para a prática de atos processuais; essa capacidade é especificamente desenvolvida por advogados, membros do Ministério Público e da Defensoria. Resposta incorreta. C. A ação só poderá ser proposta por quem tem capacidade de ser parte processual, assinada por qualquer profissional, sendo facultada a sua habilitação. Compreende-se que a capacidade postulatória significa em pressuposto de constituição do processo, ou seja, é correspondente à aptidão para a prática de atos processuais; essa capacidade é especificamente desenvolvida por advogados, membros do Ministério Público e da Defensoria. Você acertou! D. A capacidade postulatória refere-se à aptidão para prática de atos processuais. Compreende-se que a capacidade postulatória significa em pressuposto de constituição do processo, ou seja, é correspondente à aptidão para a prática de atos processuais; essa capacidade é especificamente desenvolvida por advogados, membros do Ministério Público e da Defensoria. Resposta incorreta. E. As partes poderão ser assistidas ou não por um advogado. Compreende-se que a capacidade postulatória significa em pressuposto de constituição do processo, ou seja, é correspondente à aptidão para a prática de atos processuais; essa capacidade é especificamente desenvolvida por advogados, membros do Ministério Público e da Defensoria. 4. A capacidade processual é pressuposto de validade do processo. Sendo assim, marque a assertiva correta:. Resposta incorreta. A. Corresponde à aptidão para praticar atos processuais com total dependência de assistência e representação pessoal. A capacidade processual é considerada como pressuposto de validade do processo, correspondendo à aptidão de estar em juízo e praticar atos processuais. Resposta incorreta. B. Conforme o artigo 70 do NCPC, somente determinadas pessoas possuem capacidade para estar em juízo. A capacidade processual é considerada como pressuposto de validade do processo, correspondendo à aptidão de estar em juízo e praticar atos processuais. Você acertou! C. A capacidade processual é requisito para que seja válido o processo, ou seja, corresponde à aptidão de estar em juízo e praticar atos processuais. A capacidade processual é considerada como pressuposto de validade do processo, correspondendo à aptidão de estar em juízo e praticar atos processuais. Resposta incorreta. D. As pessoas incapazes não possuem capacidade para estar em juízo. A capacidade processual é considerada como pressuposto de validade do processo, correspondendo à aptidão de estar em juízo e praticar atos processuais. Resposta incorreta. E. Mesmo se a parte não estiver representada, a ação nunca poderá ser extinta. A capacidade processual é considerada como pressuposto de validade do processo, correspondendo à aptidão de estar em juízo e praticar atos processuais. 5. A Constituição Federal de 1988 afirma que a figura do advogado é: Resposta incorreta. A. Opcional em uma relação processual, podendo ser representada por qualquer profissional habilitado ou não, como, por exemplo, nos juizados especiais. O advogado é o agente dotado de capacidade postulatória, que, por sua vez, consiste em pressuposto de constituição do processo. Essa modalidade de capacidade é privativa do advogado, figura indispensável à administração da justiça, de acordo com o artigo 133 do NCPC, considerando sua função essencial à concretização do direito dentro dos fundamentos constitucionais do direito de defesa, do contraditório e do devido processo legal. Você acertou! B. Indispensável à administração da justiça. O advogado é o agente dotado de capacidade postulatória, que, por sua vez, consiste em pressuposto de constituição do processo. Essa modalidade de capacidade é privativa do advogado, figura indispensável à administração da justiça, de acordo com o artigo 133 do NCPC, considerando sua função essencial à concretização do direito dentro dos fundamentos constitucionais do direito de defesa, do contraditório e do devido processo legal. Resposta incorreta. C. Dispensável, sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão. O advogado é o agente dotado de capacidade postulatória, que, por sua vez, consiste em pressuposto de constituição do processo. Essa modalidade de capacidade é privativa do advogado, figura indispensável à administração da justiça, de acordo com o artigo 133 do NCPC, considerando sua função essencial à concretização do direito dentro dos fundamentos constitucionais do direito de defesa, do contraditório e do devido processo legal. Resposta incorreta. D. Indispensável, porém pode ser representada por bacharel de direito. O advogado é o agente dotado de capacidade postulatória, que, por sua vez, consiste em pressupostode constituição do processo. Essa modalidade de capacidade é privativa do advogado, figura indispensável à administração da justiça, de acordo com o artigo 133 do NCPC, considerando sua função essencial à concretização do direito dentro dos fundamentos constitucionais do direito de defesa, do contraditório e do devido processo legal. Resposta incorreta. E. Dispensável, pois, para que uma pessoa figure como parte em relação, pode ser ou não acompanhada de procurador. O advogado é o agente dotado de capacidade postulatória, que, por sua vez, consiste em pressuposto de constituição do processo. Essa modalidade de capacidade é privativa do advogado, figura indispensável à administração da justiça, de acordo com o artigo 133 do NCPC, considerando sua função essencial à concretização do direito dentro dos fundamentos constitucionais do direito de defesa, do contraditório e do devido processo legal. Formação, suspensão e extinção do processo. 1. Para que se verifique a existência de um processo judicial, é preciso que ele seja formado de acordo com a legislação processual. É correto afirmar que a formação do processo ocorre em que momento? Você acertou! A. Com o protocolo da petição inicial. Nos termos do art. 312 do CPC, o processo é formado com o protocolo da petição inicial. A citação, por sua vez, é o ato posterior à formação do processo e se caracteriza por permitir a produção de efeitos do processo para o réu, como a constituição do litígio e da mora do devedor. Resposta incorreta. B. Com a citação do réu. Nos termos do art. 312 do CPC, o processo é formado com o protocolo da petição inicial. A citação, por sua vez, é o ato posterior à formação do processo e se caracteriza por permitir a produção de efeitos do processo para o réu, como a constituição do litígio e da mora do devedor. Resposta incorreta. C. Com o despacho do juiz que permite a citação do réu. Nos termos do art. 312 do CPC, o processo é formado com o protocolo da petição inicial. A citação, por sua vez, é o ato posterior à formação do processo e se caracteriza por permitir a produção de efeitos do processo para o réu, como a constituição do litígio e da mora do devedor. Resposta incorreta. D. Com o devedor constituído em mora. Nos termos do art. 312 do CPC, o processo é formado com o protocolo da petição inicial. A citação, por sua vez, é o ato posterior à formação do processo e se caracteriza por permitir a produção de efeitos do processo para o réu, como a constituição do litígio e da mora do devedor. Resposta incorreta. E. Com a coisa tornada litigiosa. Nos termos do art. 312 do CPC, o processo é formado com o protocolo da petição inicial. A citação, por sua vez, é o ato posterior à formação do processo e se caracteriza por permitir a produção de efeitos do processo para o réu, como a constituição do litígio e da mora do devedor. 2. A petição inicial deve conter elementos essenciais para o prosseguimento do processo, nos termos do art. 319 do Código de Processo Civil. Sobre a qualificação, é correto afirmar que: Resposta incorreta. A. o autor deve indicar a qualificação do réu, mas está dispensado de apresentar a sua própria qualificação, tendo em vista que o interesse do processo é seu. A qualificação indicada no art. 319 do CPC refere-se ao autor e ao réu e inclui como obrigatória a informação de constância de união estável e de endereço eletrônico, mesmo que conste a expressão "e- mail desconhecido". Da mesma forma, a petição inicial deve indicar o valor da causa independentemente do objeto da demanda e a opção do autor pela realização ou não da audiência de conciliação e mediação. Resposta incorreta. B. O estado civil das partes é um elemento indispensável na petição inicial, salvo quando decorre de união estável, cuja informação não é necessária. A qualificação indicada no art. 319 do CPC refere-se ao autor e ao réu e inclui como obrigatória a informação de constância de união estável e de endereço eletrônico, mesmo que conste a expressão "e- mail desconhecido". Da mesma forma, a petição inicial deve indicar o valor da causa independentemente do objeto da demanda e a opção do autor pela realização ou não da audiência de conciliação e mediação. Resposta incorreta. C. a opção do autor pela realização de audiência de conciliação ou de mediação deve ser manifestada na petição inicial apenas se há interesse em realizá-la. A qualificação indicada no art. 319 do CPC refere-se ao autor e ao réu e inclui como obrigatória a informação de constância de união estável e de endereço eletrônico, mesmo que conste a expressão "e- mail desconhecido". Da mesma forma, a petição inicial deve indicar o valor da causa independentemente do objeto da demanda e a opção do autor pela realização ou não da audiência de conciliação e mediação. Você acertou! D. o e-mail das partes passou a ser elemento fundamental na petição inicial a partir do Código de Processo Civil de 2015 e, caso as partes não disponham, deverá constar a expressão "e-mail desconhecido". A qualificação indicada no art. 319 do CPC refere-se ao autor e ao réu e inclui como obrigatória a informação de constância de união estável e de endereço eletrônico, mesmo que conste a expressão "e- mail desconhecido". Da mesma forma, a petição inicial deve indicar o valor da causa independentemente do objeto da demanda e a opção do autor pela realização ou não da audiência de conciliação e mediação. Resposta incorreta. E. o valor da causa é elemento que deve ser informado na petição inicial apenas se a demanda tratar de direitos patrimoniais. A qualificação indicada no art. 319 do CPC refere-se ao autor e ao réu e inclui como obrigatória a informação de constância de união estável e de endereço eletrônico, mesmo que conste a expressão "e- mail desconhecido". Da mesma forma, a petição inicial deve indicar o valor da causa independentemente do objeto da demanda e a opção do autor pela realização ou não da audiência de conciliação e mediação. 3. Assim como é formado, o processo pode ser suspenso ou extinto. Considerando as disposições do Código de Processo Civil, analise as afirmativas a seguir: I – Arguição de impedimento ou suspeição do juiz. II – Admissão de incidente de resolução de demandas repetitivas. III – Ausência de legitimidade ou interesse processual. IV – Acolhimento do pedido formulado na inicial. Indique a alternativa que corretamente refere as afirmativas anteriores às causas de suspensão ou extinção do processo. Resposta incorreta. A. I – extinção; II – suspensão; III – extinção; IV – suspensão. De acordo com o art. 313, incisos III e IV, a arguição de impedimento ou suspeição e a admissão de resolução de demandas repetitivas são causas de suspensão do processo, enquanto a ausência de legitimidade ou interesse processual e o acolhimento do pedido formulado na inicial são causas de extinção sem e com resolução do mérito, respectivamente, nos termos dos arts. 485 e 487 do CPC. Você acertou! B. I – suspensão; II – suspensão; III – extinção; IV – extinção. De acordo com o art. 313, incisos III e IV, a arguição de impedimento ou suspeição e a admissão de resolução de demandas repetitivas são causas de suspensão do processo, enquanto a ausência de legitimidade ou interesse processual e o acolhimento do pedido formulado na inicial são causas de extinção sem e com resolução do mérito, respectivamente, nos termos dos arts. 485 e 487 do CPC. Resposta incorreta. C. I – suspensão; II – extinção; III – extinção; IV – suspensão. De acordo com o art. 313, incisos III e IV, a arguição de impedimento ou suspeição e a admissão de resolução de demandas repetitivas são causas de suspensão do processo, enquanto a ausência de legitimidade ou interesse processual e o acolhimento do pedido formulado na inicial são causas de extinção sem e com resolução do mérito, respectivamente, nos termos dos arts. 485 e 487do CPC. Resposta incorreta. D. I – extinção; II – extinção; III – suspensão; IV – suspensão. De acordo com o art. 313, incisos III e IV, a arguição de impedimento ou suspeição e a admissão de resolução de demandas repetitivas são causas de suspensão do processo, enquanto a ausência de legitimidade ou interesse processual e o acolhimento do pedido formulado na inicial são causas de extinção sem e com resolução do mérito, respectivamente, nos termos dos arts. 485 e 487 do CPC. Resposta incorreta. E. I – extinção; II – suspensão; III – suspensão; IV – extinção. De acordo com o art. 313, incisos III e IV, a arguição de impedimento ou suspeição e a admissão de resolução de demandas repetitivas são causas de suspensão do processo, enquanto a ausência de legitimidade ou interesse processual e o acolhimento do pedido formulado na inicial são causas de extinção sem e com resolução do mérito, respectivamente, nos termos dos arts. 485 e 487 do CPC. 4. A suspensão do processo proíbe a prática de qualquer ato processual, salvo aqueles necessários para evitar dano irreparável. Sobre as hipóteses de suspensão do processo, é correto afirmar que: Resposta incorreta. A. a suspensão em virtude de convenção das partes deve ser fundamentada. A suspensão em virtude de convenção das partes atende ao princípio da autonomia da vontade e não requer fundamentação, ao contrário dos motivos de suspensão processual por força maior, como uma enchente ou um incêndio, e a apuração de fato delituoso na esfera penal, que é uma das causas de suspensão do processo, nos termos do art. 313 do CPC. A legislação processual prevê, ainda, a suspensão do processo em caso de morte do procurador ou no caso de ele tornar-se pai, desde que seja o único patrono da causa. Resposta incorreta. B. a apuração de fato delituoso na esfera penal não pode ser compreendida como causa de suspensão do processo cível. A suspensão em virtude de convenção das partes atende ao princípio da autonomia da vontade e não requer fundamentação, ao contrário dos motivos de suspensão processual por força maior, como uma enchente ou um incêndio, e a apuração de fato delituoso na esfera penal, que é uma das causas de suspensão do processo, nos termos do art. 313 do CPC. A legislação processual prevê, ainda, a suspensão do processo em caso de morte do procurador ou no caso de ele tornar-se pai, desde que seja o único patrono da causa. Você acertou! C. uma enchente e um incêndio são exemplos de motivos de força maior para a suspensão do processo. A suspensão em virtude de convenção das partes atende ao princípio da autonomia da vontade e não requer fundamentação, ao contrário dos motivos de suspensão processual por força maior, como uma enchente ou um incêndio, e a apuração de fato delituoso na esfera penal, que é uma das causas de suspensão do processo, nos termos do art. 313 do CPC. A legislação processual prevê, ainda, a suspensão do processo em caso de morte do procurador ou no caso de ele tornar-se pai, desde que seja o único patrono da causa. Resposta incorreta. D. quando o advogado da causa se tornar pai, ainda que não seja o único patrono da causa, o processo poderá ser suspenso. A suspensão em virtude de convenção das partes atende ao princípio da autonomia da vontade e não requer fundamentação, ao contrário dos motivos de suspensão processual por força maior, como uma enchente ou um incêndio, e a apuração de fato delituoso na esfera penal, que é uma das causas de suspensão do processo, nos termos do art. 313 do CPC. A legislação processual prevê, ainda, a suspensão do processo em caso de morte do procurador ou no caso de ele tornar-se pai, desde que seja o único patrono da causa. Resposta incorreta. E. a morte do procurador não configura uma das hipóteses de suspensão do processo, apenas a morte da parte ou do seu representante legal. A suspensão em virtude de convenção das partes atende ao princípio da autonomia da vontade e não requer fundamentação, ao contrário dos motivos de suspensão processual por força maior, como uma enchente ou um incêndio, e a apuração de fato delituoso na esfera penal, que é uma das causas de suspensão do processo, nos termos do art. 313 do CPC. A legislação processual prevê, ainda, a suspensão do processo em caso de morte do procurador ou no caso de ele tornar-se pai, desde que seja o único patrono da causa. 5. A extinção do processo poderá ser feita sem resolução do mérito, quando o objeto da demanda poderá ser discutido novamente, ou com resolução do mérito, quando há prolação de sentença definitiva. Qual das alternativas a seguir indica uma hipótese de extinção do processo com resolução do mérito? Resposta incorreta. A. João desistiu do processo que ajuizou contra uma empresa de telefonia. A desistência, o indeferimento da petição inicial, a existência de convenção de arbitragem e o abandono da causa são hipóteses de extinção do processo sem resolução do mérito, nos termos do art. 485 do CPC. Já a prescrição e a decadência são hipóteses de extinção do processo com resolução do mérito, de acordo com o art. 487 do CPC. Resposta incorreta. B. O juiz indeferiu a petição inicial de Marcos porque não atendia aos requisitos do art. 319 do CPC. A desistência, o indeferimento da petição inicial, a existência de convenção de arbitragem e o abandono da causa são hipóteses de extinção do processo sem resolução do mérito, nos termos do art. 485 do CPC. Já a prescrição e a decadência são hipóteses de extinção do processo com resolução do mérito, de acordo com o art. 487 do CPC. Resposta incorreta. C. Marcela, ré em ação de cobrança, alegou a existência de convenção de arbitragem sobre o objeto da demanda A desistência, o indeferimento da petição inicial, a existência de convenção de arbitragem e o abandono da causa são hipóteses de extinção do processo sem resolução do mérito, nos termos do art. 485 do CPC. Já a prescrição e a decadência são hipóteses de extinção do processo com resolução do mérito, de acordo com o art. 487 do CPC. Resposta incorreta. D. Thales mudou-se para a Austrália em 2017 e, desde então, não cumpriu as diligências em processo movido contra seu ex-sócio. A desistência, o indeferimento da petição inicial, a existência de convenção de arbitragem e o abandono da causa são hipóteses de extinção do processo sem resolução do mérito, nos termos do art. 485 do CPC. Já a prescrição e a decadência são hipóteses de extinção do processo com resolução do mérito, de acordo com o art. 487 do CPC. Você acertou! E. O juiz reconheceu a prescrição em ação de reintegração de posse movida por Carlos Eduardo. A desistência, o indeferimento da petição inicial, a existência de convenção de arbitragem e o abandono da causa são hipóteses de extinção do processo sem resolução do mérito, nos termos do art. 485 do CPC. Já a prescrição e a decadência são hipóteses de extinção do processo com resolução do mérito, de acordo com o art. 487 do CPC. Separação e divórcio judicial e extrajudicial 1. Com a Emenda n.º 66/2010, a previsão legal acerca do divórcio passou a ser: "o casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio". As causas subjetivas e objetivas anteriormente exigidas para dissolução do casamento foram extintas. Considerando isso, assinale a alternativa correta. Resposta incorreta. A. Na separação judicial ainda é discutida a causa subjetiva da culpa, no divórcio não. Nos termos do art. 1.571 do Código Civil, são causas de dissolução da sociedade conjugal: morte, invalidade do casamento, separação judicial e divórcio. Apesar de a EC n.º 66 ter encerrado o requisito do lapso temporal para o pedido de divórcio e ainda a discussão da culpa a respeito da dissolução conjugal, o Enunciado n.º 514 da V Jornada de Direito Civil entendeu pela manutenção do instituto da separação judicial e extrajudicial. Após a EC n.º 66, a manutenção do nome do cônjuge tornou-se umafaculdade deste. Por fim, como inovação trazida também pela EC n.º 66, tem-se o posicionamento majoritário de que tanto na separação quanto no divórcio não mais se discute a culpa. Resposta incorreta. B. A manutenção do nome do cônjuge, mesmo após a EC n.º 66, ainda depende da comprovação de culpa. Nos termos do art. 1.571 do Código Civil, são causas de dissolução da sociedade conjugal: morte, invalidade do casamento, separação judicial e divórcio. Apesar de a EC n.º 66 ter encerrado o requisito do lapso temporal para o pedido de divórcio e ainda a discussão da culpa a respeito da dissolução conjugal, o Enunciado n.º 514 da V Jornada de Direito Civil entendeu pela manutenção do instituto da separação judicial e extrajudicial. Após a EC n.º 66, a manutenção do nome do cônjuge tornou-se uma faculdade deste. Por fim, como inovação trazida também pela EC n.º 66, tem-se o posicionamento majoritário de que tanto na separação quanto no divórcio não mais se discute a culpa. Você acertou! C. A manutenção do nome do cônjuge, após a EC n.º 66, tornou-se uma faculdade do cônjuge. Nos termos do art. 1.571 do Código Civil, são causas de dissolução da sociedade conjugal: morte, invalidade do casamento, separação judicial e divórcio. Apesar de a EC n.º 66 ter encerrado o requisito do lapso temporal para o pedido de divórcio e ainda a discussão da culpa a respeito da dissolução conjugal, o Enunciado n.º 514 da V Jornada de Direito Civil entendeu pela manutenção do instituto da separação judicial e extrajudicial. Após a EC n.º 66, a manutenção do nome do cônjuge tornou-se uma faculdade deste. Por fim, como inovação trazida também pela EC n.º 66, tem-se o posicionamento majoritário de que tanto na separação quanto no divórcio não mais se discute a culpa. Resposta incorreta. D. O Enunciado n.º 514 da V Jornada de Direito Civil entende pela extinção do instituto da separação judicial. Nos termos do art. 1.571 do Código Civil, são causas de dissolução da sociedade conjugal: morte, invalidade do casamento, separação judicial e divórcio. Apesar de a EC n.º 66 ter encerrado o requisito do lapso temporal para o pedido de divórcio e ainda a discussão da culpa a respeito da dissolução conjugal, o Enunciado n.º 514 da V Jornada de Direito Civil entendeu pela manutenção do instituto da separação judicial e extrajudicial. Após a EC n.º 66, a manutenção do nome do cônjuge tornou-se uma faculdade deste. Por fim, como inovação trazida também pela EC n.º 66, tem-se o posicionamento majoritário de que tanto na separação quanto no divórcio não mais se discute a culpa. Resposta incorreta. E. Nos termos do art. 1.571 do Código Civil, são causas de dissolução da sociedade conjugal a morte e o divórcio. Nos termos do art. 1.571 do Código Civil, são causas de dissolução da sociedade conjugal: morte, invalidade do casamento, separação judicial e divórcio. Apesar de a EC n.º 66 ter encerrado o requisito do lapso temporal para o pedido de divórcio e ainda a discussão da culpa a respeito da dissolução conjugal, o Enunciado n.º 514 da V Jornada de Direito Civil entendeu pela manutenção do instituto da separação judicial e extrajudicial. Após a EC n.º 66, a manutenção do nome do cônjuge tornou-se uma faculdade deste. Por fim, como inovação trazida também pela EC n.º 66, tem-se o posicionamento majoritário de que tanto na separação quanto no divórcio não mais se discute a culpa. 2. Em 2007 foi editada no Brasil a Lei n.º 11.441, que estabeleceu normas da separação e divórcio de forma extrajudicial. Além disso, tal procedimento foi regulamentado pela Resolução n.º 35 do CNJ. Dito isso, assinale a alternativa correta. Resposta incorreta. A. Para o procedimento de separação ou divórcio extrajudicial, é um requisito que o casal não tenha filhos menores de 16 anos. Na separação e no divórcio extrajudicial, não é possível que os cônjuges tenham filhos menores ou incapazes. Além disso, havendo nascituro, também não poderá ser realizado o divórcio administrativo. Conforme o art. 733 do CPC, "o divórcio consensual, a separação consensual e a extinção consensual de união estável, não havendo nascituro ou filhos incapazes e observados os requisitos legais, poderão ser realizados por escritura pública". Você acertou! B. Para o procedimento de separação ou divórcio extrajudicial, é um requisito que o casal não tenha filhos menores de 18 anos. Na separação e no divórcio extrajudicial, não é possível que os cônjuges tenham filhos menores ou incapazes. Além disso, havendo nascituro, também não poderá ser realizado o divórcio administrativo. Conforme o art. 733 do CPC, "o divórcio consensual, a separação consensual e a extinção consensual de união estável, não havendo nascituro ou filhos incapazes e observados os requisitos legais, poderão ser realizados por escritura pública". Resposta incorreta. C. É possível realizar o procedimento de separação ou divórcio extrajudicial mesmo quando o casal tenha filhos menores. Na separação e no divórcio extrajudicial, não é possível que os cônjuges tenham filhos menores ou incapazes. Além disso, havendo nascituro, também não poderá ser realizado o divórcio administrativo. Conforme o art. 733 do CPC, "o divórcio consensual, a separação consensual e a extinção consensual de união estável, não havendo nascituro ou filhos incapazes e observados os requisitos legais, poderão ser realizados por escritura pública". Resposta incorreta. D. Para o procedimento de separação ou divórcio extrajudicial, apenas é requisito que o casal não tenha filhos, sejam eles de qualquer idade. Na separação e no divórcio extrajudicial, não é possível que os cônjuges tenham filhos menores ou incapazes. Além disso, havendo nascituro, também não poderá ser realizado o divórcio administrativo. Conforme o art. 733 do CPC, "o divórcio consensual, a separação consensual e a extinção consensual de união estável, não havendo nascituro ou filhos incapazes e observados os requisitos legais, poderão ser realizados por escritura pública". Resposta incorreta. E. Para o procedimento de separação ou divórcio extrajudicial, o único requisito é que não haja gravidez do cônjuge virago. Na separação e no divórcio extrajudicial, não é possível que os cônjuges tenham filhos menores ou incapazes. Além disso, havendo nascituro, também não poderá ser realizado o divórcio administrativo. Conforme o art. 733 do CPC, "o divórcio consensual, a separação consensual e a extinção consensual de união estável, não havendo nascituro ou filhos incapazes e observados os requisitos legais, poderão ser realizados por escritura pública". 3. A Resolução n.º 35 de 2007 do CNJ buscou padronizar o procedimento extrajudicial de separação e divórcio consensuais. Considerando isso, assinale a alternativa correta. Resposta incorreta. A. Após lavrar escritura pública de divórcio, os cônjuges deverão levá-la para homologação perante juízo competente. Da escritura pública de divórcio não há que se falar em homologação judicial, sendo que esta já tem força suficiente para averbação perante o Registro Civil e Imobiliário. As partes podem eleger qualquer Tabelionato de Notas para lavrar a competente escritura pública, não havendo que se moldarem à competência determinada pelo CPC. Por fim, é possível solicitar a suspensão por 30 dias ou a desistência da via judicial para promoção por meio extrajudicial. Resposta incorreta. B. O Tabelionato de Notas competente para realização do procedimento de separação judicial é o do domicílio dos cônjuges. Da escritura pública de divórcio não há que se falar em homologação judicial, sendo que esta já tem força suficiente para averbação perante o Registro Civil e Imobiliário. As partes podem eleger qualquer Tabelionato de Notas para lavrar a competente escritura pública, não havendo que se moldarem à competência determinada pelo CPC. Por fim, é possível solicitar a suspensão por 30 dias ou adesistência da via judicial para promoção por meio extrajudicial. Resposta incorreta. C. É possível solicitar a suspensão por 45 dias da via judicial para promoção por meio da via extrajudicial. Da escritura pública de divórcio não há que se falar em homologação judicial, sendo que esta já tem força suficiente para averbação perante o Registro Civil e Imobiliário. As partes podem eleger qualquer Tabelionato de Notas para lavrar a competente escritura pública, não havendo que se moldarem à competência determinada pelo CPC. Por fim, é possível solicitar a suspensão por 30 dias ou a desistência da via judicial para promoção por meio extrajudicial. Resposta incorreta. D. Para escolher o Tabelionato de Notas competente para o procedimento de separação deve-se observar a competência do CPC. Da escritura pública de divórcio não há que se falar em homologação judicial, sendo que esta já tem força suficiente para averbação perante o Registro Civil e Imobiliário. As partes podem eleger qualquer Tabelionato de Notas para lavrar a competente escritura pública, não havendo que se moldarem à competência determinada pelo CPC. Por fim, é possível solicitar a suspensão por 30 dias ou a desistência da via judicial para promoção por meio extrajudicial. Você acertou! E. É possível solicitar a suspensão por 30 dias da via judicial para promoção por meio da via extrajudicial. Da escritura pública de divórcio não há que se falar em homologação judicial, sendo que esta já tem força suficiente para averbação perante o Registro Civil e Imobiliário. As partes podem eleger qualquer Tabelionato de Notas para lavrar a competente escritura pública, não havendo que se moldarem à competência determinada pelo CPC. Por fim, é possível solicitar a suspensão por 30 dias ou a desistência da via judicial para promoção por meio extrajudicial. 4. Nos termos do art. 1.572 do Código Civil, qualquer dos cônjuges poderá propor a ação judicial, imputando os atos que violem os deveres do casamento e tornem insuportável a vida em comum. Considerando isso, assinale a alternativa correta. Você acertou! A. A separação e o divórcio judicial têm caráter personalíssimo, todavia, sendo o cônjuge incapaz, pode ser feito por meio de curador. A separação e divórcio judicial têm caráter personalíssimo. Todavia, sendo o cônjuge incapaz, é possível fazê-lo por meio de curador, ascendente ou irmão. Havendo interesse na composição de acordo entre as partes, o juiz pode suspender o processo pelo tempo que entender necessário. Em relação à competência, para ingressar com ação judicial de divórcio, devem ser observadas as regras constantes do CPC, não podendo o cônjuge autor simplesmente escolher onde quiser. Resposta incorreta. B. Mesmo havendo interesse na composição de acordo entre as partes, o juiz não pode suspender o processo. A separação e divórcio judicial têm caráter personalíssimo. Todavia, sendo o cônjuge incapaz, é possível fazê-lo por meio de curador, ascendente ou irmão. Havendo interesse na composição de acordo entre as partes, o juiz pode suspender o processo pelo tempo que entender necessário. Em relação à competência, para ingressar com ação judicial de divórcio, devem ser observadas as regras constantes do CPC, não podendo o cônjuge autor simplesmente escolher onde quiser. Resposta incorreta. C. Sendo o cônjuge incapaz, não é possível pleitear o divórcio, ainda que por meio de terceiro, considerando se tratar de instituto personalíssimo. A separação e divórcio judicial têm caráter personalíssimo. Todavia, sendo o cônjuge incapaz, é possível fazê-lo por meio de curador, ascendente ou irmão. Havendo interesse na composição de acordo entre as partes, o juiz pode suspender o processo pelo tempo que entender necessário. Em relação à competência, para ingressar com ação judicial de divórcio, devem ser observadas as regras constantes do CPC, não podendo o cônjuge autor simplesmente escolher onde quiser. Resposta incorreta. D. Sendo o cônjuge incapaz, é possível pleitear o divórcio apenas se for interditado, e o faça por meio de seu curador. A separação e divórcio judicial têm caráter personalíssimo. Todavia, sendo o cônjuge incapaz, é possível fazê-lo por meio de curador, ascendente ou irmão. Havendo interesse na composição de acordo entre as partes, o juiz pode suspender o processo pelo tempo que entender necessário. Em relação à competência, para ingressar com ação judicial de divórcio, devem ser observadas as regras constantes do CPC, não podendo o cônjuge autor simplesmente escolher onde quiser. Resposta incorreta. E. É possível ao cônjuge requerente do divórcio escolher onde pretende ingressar com a ação, não sendo necessário observar a competência do CPC. A separação e divórcio judicial têm caráter personalíssimo. Todavia, sendo o cônjuge incapaz, é possível fazê-lo por meio de curador, ascendente ou irmão. Havendo interesse na composição de acordo entre as partes, o juiz pode suspender o processo pelo tempo que entender necessário. Em relação à competência, para ingressar com ação judicial de divórcio, devem ser observadas as regras constantes do CPC, não podendo o cônjuge autor simplesmente escolher onde quiser. 5. Em um divórcio litigioso, o cônjuge requerente deve observar a competência prevista no CPC para ingressar com a ação. Dito isso, considere um pedido judicial em que o cônjuge autor resida em Uberlândia/MG com o filho menor do casal. O cônjuge requerido, por sua vez, reside em São Paulo. O casamento do casal se deu em Belo Horizonte/MG, lugar que residiram por vários anos. Assinale a alternativa que contém o foro correto (conforme normas de competência do CPC) para julgar a ação de divórcio. Resposta incorreta. A. São Paulo. Conforme previsto no art. 53 do Código de Processo Civil, para a ação de divórcio, separação, é competente o foro de domicílio do guardião de filho incapaz; do último domicílio do casal, caso não haja filho incapaz; ou de domicílio do réu, se nenhuma das partes residir no antigo domicílio do casal. Assim, no presente caso, e considerando que uma competência exclui a outra, temos que o foro competente é o de Uberlândia/MG, já que é o foro de domicílio do guardião de filho incapaz/menor do casal. Você acertou! B. Uberlândia. Conforme previsto no art. 53 do Código de Processo Civil, para a ação de divórcio, separação, é competente o foro de domicílio do guardião de filho incapaz; do último domicílio do casal, caso não haja filho incapaz; ou de domicílio do réu, se nenhuma das partes residir no antigo domicílio do casal. Assim, no presente caso, e considerando que uma competência exclui a outra, temos que o foro competente é o de Uberlândia/MG, já que é o foro de domicílio do guardião de filho incapaz/menor do casal. Resposta incorreta. C. Belo Horizonte. Conforme previsto no art. 53 do Código de Processo Civil, para a ação de divórcio, separação, é competente o foro de domicílio do guardião de filho incapaz; do último domicílio do casal, caso não haja filho incapaz; ou de domicílio do réu, se nenhuma das partes residir no antigo domicílio do casal. Assim, no presente caso, e considerando que uma competência exclui a outra, temos que o foro competente é o de Uberlândia/MG, já que é o foro de domicílio do guardião de filho incapaz/menor do casal. Resposta incorreta. D. São Paulo e Belo Horizonte. Conforme previsto no art. 53 do Código de Processo Civil, para a ação de divórcio, separação, é competente o foro de domicílio do guardião de filho incapaz; do último domicílio do casal, caso não haja filho incapaz; ou de domicílio do réu, se nenhuma das partes residir no antigo domicílio do casal. Assim, no presente caso, e considerando que uma competência exclui a outra, temos que o foro competente é o de Uberlândia/MG, já que é o foro de domicílio do guardião de filho incapaz/menor do casal. Resposta incorreta. E. São Paulo, Belo Horizontee Uberlândia, todos estão corretos. Conforme previsto no art. 53 do Código de Processo Civil, para a ação de divórcio, separação, é competente o foro de domicílio do guardião de filho incapaz; do último domicílio do casal, caso não haja filho incapaz; ou de domicílio do réu, se nenhuma das partes residir no antigo domicílio do casal. Assim, no presente caso, e considerando que uma competência exclui a outra, temos que o foro competente é o de Uberlândia/MG, já que é o foro de domicílio do guardião de filho incapaz/menor do casal. Divisão e demarcação 1. Nos termos do Código de Processo Civil de 2015, a divisão e a demarcação podem ser realizadas extrajudicialmente, mediante escritura pública. Sobre a escritura pública, é correto afirmar: Resposta incorreta. A. Depende de homologação judicial para que surta seus jurídicos e legais efeitos. A escritura pública é lavrada por um tabelião de notas, é dotada de fé pública e faz prova plena, não estando dependente de homologação judicial. Na sua elaboração, a identidade e a capacidade das partes devem ser reconhecidas, assim como se deve proceder à leitura do seu inteiro teor na presença das partes, de acordo com o Código Civil. Há incidência de emolumentos, não havendo na legislação qualquer previsão de gratuidade de escritura pública cujo teor seja sobre direito real imobiliário. Você acertou! B. É lavrada por um tabelião de notas e dotada de fé pública. A escritura pública é lavrada por um tabelião de notas, é dotada de fé pública e faz prova plena, não estando dependente de homologação judicial. Na sua elaboração, a identidade e a capacidade das partes devem ser reconhecidas, assim como se deve proceder à leitura do seu inteiro teor na presença das partes, de acordo com o Código Civil. Há incidência de emolumentos, não havendo na legislação qualquer previsão de gratuidade de escritura pública cujo teor seja sobre direito real imobiliário. Resposta incorreta. C. Depende do reconhecimento da identidade das partes, mas não da capacidade. A escritura pública é lavrada por um tabelião de notas, é dotada de fé pública e faz prova plena, não estando dependente de homologação judicial. Na sua elaboração, a identidade e a capacidade das partes devem ser reconhecidas, assim como se deve proceder à leitura do seu inteiro teor na presença das partes, de acordo com o Código Civil. Há incidência de emolumentos, não havendo na legislação qualquer previsão de gratuidade de escritura pública cujo teor seja sobre direito real imobiliário. Resposta incorreta. D. Até o advento do novo código processual, era necessária a leitura da escritura na presença das partes. A escritura pública é lavrada por um tabelião de notas, é dotada de fé pública e faz prova plena, não estando dependente de homologação judicial. Na sua elaboração, a identidade e a capacidade das partes devem ser reconhecidas, assim como se deve proceder à leitura do seu inteiro teor na presença das partes, de acordo com o Código Civil. Há incidência de emolumentos, não havendo na legislação qualquer previsão de gratuidade de escritura pública cujo teor seja sobre direito real imobiliário. Resposta incorreta. E. É proibida a cobrança de emolumentos quando se tratar de escritura pública que verse sobre direito real imobiliário. A escritura pública é lavrada por um tabelião de notas, é dotada de fé pública e faz prova plena, não estando dependente de homologação judicial. Na sua elaboração, a identidade e a capacidade das partes devem ser reconhecidas, assim como se deve proceder à leitura do seu inteiro teor na presença das partes, de acordo com o Código Civil. Há incidência de emolumentos, não havendo na legislação qualquer previsão de gratuidade de escritura pública cujo teor seja sobre direito real imobiliário. 2. Considere o seguinte texto: A ação judicial de divisão exige, no polo passivo, os ________; já na ação judicial de demarcação, há a obrigatoriedade de que os ________ sejam citados, enquanto em ambas as demandas judiciais há litisconsórcio necessário entre os _________. Os termos que corretamente preenchem as lacunas acima são: Resposta correta. A. Condôminos; confinantes; cônjuges. Todos os confinantes e todos os condôminos devem figurar no polo passivo da ação de demarcação e de divisão, respectivamente. Em qualquer uma das demandas, os cônjuges devem compor litisconsórcio necessário, tanto no polo ativo quanto no polo passivo, pois se trata de ação judicial que versa sobre direito real imobiliário, nos termos do artigo 74 do Código de Processo Civil. Resposta incorreta. B. Confinantes; condôminos; cônjuges. Todos os confinantes e todos os condôminos devem figurar no polo passivo da ação de demarcação e de divisão, respectivamente. Em qualquer uma das demandas, os cônjuges devem compor litisconsórcio necessário, tanto no polo ativo quanto no polo passivo, pois se trata de ação judicial que versa sobre direito real imobiliário, nos termos do artigo 74 do Código de Processo Civil. Resposta incorreta. C. Cônjuges; confinantes; condôminos. Todos os confinantes e todos os condôminos devem figurar no polo passivo da ação de demarcação e de divisão, respectivamente. Em qualquer uma das demandas, os cônjuges devem compor litisconsórcio necessário, tanto no polo ativo quanto no polo passivo, pois se trata de ação judicial que versa sobre direito real imobiliário, nos termos do artigo 74 do Código de Processo Civil. Resposta incorreta. D. Confinantes; cônjuges; condôminos. Todos os confinantes e todos os condôminos devem figurar no polo passivo da ação de demarcação e de divisão, respectivamente. Em qualquer uma das demandas, os cônjuges devem compor litisconsórcio necessário, tanto no polo ativo quanto no polo passivo, pois se trata de ação judicial que versa sobre direito real imobiliário, nos termos do artigo 74 do Código de Processo Civil. Você não acertou! E. Condôminos; cônjuge; confinantes. Todos os confinantes e todos os condôminos devem figurar no polo passivo da ação de demarcação e de divisão, respectivamente. Em qualquer uma das demandas, os cônjuges devem compor litisconsórcio necessário, tanto no polo ativo quanto no polo passivo, pois se trata de ação judicial que versa sobre direito real imobiliário, nos termos do artigo 74 do Código de Processo Civil. 3. A ação de divisão deve ser proposta mediante petição inicial contendo elementos específicos, previstos no artigo 588 do Código de Processo Civil. Sobre esses elementos, considere as seguintes afirmativas: I – Devem ser descritos os limites territoriais que se pretendem validar. II – Deve ser indicada a origem da comunhão do imóvel. III – Devem ser indicadas as benfeitorias comuns existentes no imóvel. É correto afirmar: Resposta incorreta. A. Apenas a afirmativa I está correta. Os limites territoriais que se pretendem validar com a demanda judicial devem ser indicados na petição inicial da ação de demarcação, haja vista a finalidade desse processo, que difere da ação de divisão. Já a origem da comunhão do imóvel, as benfeitorias comuns e a qualificação dos condôminos são elementos essenciais que devem constar na petição inicial da ação de divisão, de acordo com o artigo 588 do Código de Processo Civil. Resposta incorreta. B. Apenas a afirmativa II está correta. Os limites territoriais que se pretendem validar com a demanda judicial devem ser indicados na petição inicial da ação de demarcação, haja vista a finalidade desse processo, que difere da ação de divisão. Já a origem da comunhão do imóvel, as benfeitorias comuns e a qualificação dos condôminos são elementos essenciais que devem constar na petição inicial da ação de divisão, de acordo com o artigo 588 do Código de Processo Civil. Resposta incorreta. C. Apenas a afirmativa III está correta. Os limites territoriais que se pretendem validar com a demanda judicial devem ser indicados na petição inicialda ação de demarcação, haja vista a finalidade desse processo, que difere da ação de divisão. Já a origem da comunhão do imóvel, as benfeitorias comuns e a qualificação dos condôminos são elementos essenciais que devem constar na petição inicial da ação de divisão, de acordo com o artigo 588 do Código de Processo Civil. Resposta incorreta. D. Apenas as afirmativas I e II estão corretas. Os limites territoriais que se pretendem validar com a demanda judicial devem ser indicados na petição inicial da ação de demarcação, haja vista a finalidade desse processo, que difere da ação de divisão. Já a origem da comunhão do imóvel, as benfeitorias comuns e a qualificação dos condôminos são elementos essenciais que devem constar na petição inicial da ação de divisão, de acordo com o artigo 588 do Código de Processo Civil. Você acertou! E. Apenas as afirmativas II e III estão corretas. Os limites territoriais que se pretendem validar com a demanda judicial devem ser indicados na petição inicial da ação de demarcação, haja vista a finalidade desse processo, que difere da ação de divisão. Já a origem da comunhão do imóvel, as benfeitorias comuns e a qualificação dos condôminos são elementos essenciais que devem constar na petição inicial da ação de divisão, de acordo com o artigo 588 do Código de Processo Civil. 4. Uma das peculiaridades da ação de demarcação é a existência de duas sentenças no processo judicial. Sobre essa característica e seus desdobramentos, considere as seguintes alternativas e assinale a correta: Resposta incorreta. A. Para recorrer da primeira sentença, é preciso interpor agravo de instrumento, enquanto para impugnar a segunda sentença, o recurso cabível é a apelação. A primeira sentença é de caráter declaratório, pois reconhece o direito de demarcação, enquanto a segunda sentença é de caráter executivo, haja vista que pretende demarcar as terras, com base na perícia que deve ser realizada após a primeira sentença. Ambas as sentenças são passíveis de apelação, sendo que, quando contestada a segunda sentença, o recurso é recebido apenas no efeito devolutivo. Resposta incorreta. B. A apelação é o recurso cabível para impugnar ambas as sentenças, de forma que o recurso deve ser recebido apenas no efeito devolutivo. A primeira sentença é de caráter declaratório, pois reconhece o direito de demarcação, enquanto a segunda sentença é de caráter executivo, haja vista que pretende demarcar as terras, com base na perícia que deve ser realizada após a primeira sentença. Ambas as sentenças são passíveis de apelação, sendo que, quando contestada a segunda sentença, o recurso é recebido apenas no efeito devolutivo. Resposta correta. C. A segunda sentença destina-se à execução do reconhecimento do direito de demarcar, com base no parecer técnico da perícia. A primeira sentença é de caráter declaratório, pois reconhece o direito de demarcação, enquanto a segunda sentença é de caráter executivo, haja vista que pretende demarcar as terras, com base na perícia que deve ser realizada após a primeira sentença. Ambas as sentenças são passíveis de apelação, sendo que, quando contestada a segunda sentença, o recurso é recebido apenas no efeito devolutivo. Resposta incorreta. D. A primeira sentença deve se basear no parecer técnico da perícia, documento ao qual o juiz deve vincular-se para fundamentar sua decisão. A primeira sentença é de caráter declaratório, pois reconhece o direito de demarcação, enquanto a segunda sentença é de caráter executivo, haja vista que pretende demarcar as terras, com base na perícia que deve ser realizada após a primeira sentença. Ambas as sentenças são passíveis de apelação, sendo que, quando contestada a segunda sentença, o recurso é recebido apenas no efeito devolutivo. Você não acertou! E. Ambas as sentenças são de caráter declaratório e executivo, de forma que a segunda sentença complementa a primeira. A primeira sentença é de caráter declaratório, pois reconhece o direito de demarcação, enquanto a segunda sentença é de caráter executivo, haja vista que pretende demarcar as terras, com base na perícia que deve ser realizada após a primeira sentença. Ambas as sentenças são passíveis de apelação, sendo que, quando contestada a segunda sentença, o recurso é recebido apenas no efeito devolutivo. 5. As questões julgadas pelos tribunais de justiça abordam os mais diversos aspectos da ação de divisão. No que se refere ao objeto da ação de divisão, qual entendimento é consolidado? Resposta incorreta. A. Pode ser proposta para dividir quaisquer bens móveis ou imóveis em situação de condomínio. A ação de divisão é cabível para dividir bens imóveis divisíveis; no caso de partilhar bens imóveis indivisíveis, cabe ação de extinção de condomínio. É importante ressaltar a possibilidade de dividir os bens imóveis divisíveis de maneira extrajudicial, mediante escritura pública, sempre que as partes estiverem de acordo e forem maiores e capazes. Resposta correta. B. É cabível apenas para dividir bens imóveis considerados divisíveis. A ação de divisão é cabível para dividir bens imóveis divisíveis; no caso de partilhar bens imóveis indivisíveis, cabe ação de extinção de condomínio. É importante ressaltar a possibilidade de dividir os bens imóveis divisíveis de maneira extrajudicial, mediante escritura pública, sempre que as partes estiverem de acordo e forem maiores e capazes. Resposta incorreta. C. Destina-se a extinguir o condomínio de bens imóveis indivisíveis. A ação de divisão é cabível para dividir bens imóveis divisíveis; no caso de partilhar bens imóveis indivisíveis, cabe ação de extinção de condomínio. É importante ressaltar a possibilidade de dividir os bens imóveis divisíveis de maneira extrajudicial, mediante escritura pública, sempre que as partes estiverem de acordo e forem maiores e capazes. Você não acertou! D. É equiparada à ação de extinção de condomínio, que se destina a dividir bens imóveis indivisíveis. A ação de divisão é cabível para dividir bens imóveis divisíveis; no caso de partilhar bens imóveis indivisíveis, cabe ação de extinção de condomínio. É importante ressaltar a possibilidade de dividir os bens imóveis divisíveis de maneira extrajudicial, mediante escritura pública, sempre que as partes estiverem de acordo e forem maiores e capazes. Resposta incorreta. E. Cabe apenas para extinguir o condomínio de bens móveis. A ação de divisão é cabível para dividir bens imóveis divisíveis; no caso de partilhar bens imóveis indivisíveis, cabe ação de extinção de condomínio. É importante ressaltar a possibilidade de dividir os bens imóveis divisíveis de maneira extrajudicial, mediante escritura pública, sempre que as partes estiverem de acordo e forem maiores e capazes. Homologação do penhor legal 1. Os direitos reais de garantia sobre coisa alheia têm características em comum, independentemente da modalidade. Sobre essas características, considere as seguintes afirmativas: I – A preferência refere-se ao fato de que o credor tem o direito de executar o bem dado em garantia. II – A indivisibilidade corresponde ao fato de que o pagamento de uma prestação da dívida não exonera o ônus de garantia do bem. III – A sequela é a característica que confere que o direito real de garantia permanece mesmo com a substituição de propriedade do bem. É correto afirmar que: Resposta incorreta. A. apenas a afirmativa I está correta. São quatro as características principais dos direitos reais de garantia: a preferência é a característica que indica a prioridade do credor hipotecário e do credor pignoratício no pagamento a outros credores e não pode ser confundida com a excussão, que se refere ao fato de que o credor tem o direito de executar o bem dado em garantia. Já a indivisibilidade prevê que, mesmo sendo parcialmente paga a obrigação, o ônus permanece, assim como a sequela permanece mesmo coma alteração na propriedade do bem. Resposta incorreta. B. apenas a afirmativa II está correta. São quatro as características principais dos direitos reais de garantia: a preferência é a característica que indica a prioridade do credor hipotecário e do credor pignoratício no pagamento a outros credores e não pode ser confundida com a excussão, que se refere ao fato de que o credor tem o direito de executar o bem dado em garantia. Já a indivisibilidade prevê que, mesmo sendo parcialmente paga a obrigação, o ônus permanece, assim como a sequela permanece mesmo com a alteração na propriedade do bem. Resposta incorreta. C. apenas a afirmativa III está correta. São quatro as características principais dos direitos reais de garantia: a preferência é a característica que indica a prioridade do credor hipotecário e do credor pignoratício no pagamento a outros credores e não pode ser confundida com a excussão, que se refere ao fato de que o credor tem o direito de executar o bem dado em garantia. Já a indivisibilidade prevê que, mesmo sendo parcialmente paga a obrigação, o ônus permanece, assim como a sequela permanece mesmo com a alteração na propriedade do bem. Resposta incorreta. D. apenas as afirmativas I e II estão corretas. São quatro as características principais dos direitos reais de garantia: a preferência é a característica que indica a prioridade do credor hipotecário e do credor pignoratício no pagamento a outros credores e não pode ser confundida com a excussão, que se refere ao fato de que o credor tem o direito de executar o bem dado em garantia. Já a indivisibilidade prevê que, mesmo sendo parcialmente paga a obrigação, o ônus permanece, assim como a sequela permanece mesmo com a alteração na propriedade do bem. Você acertou! E. apenas as afirmativas II e III estão corretas. São quatro as características principais dos direitos reais de garantia: a preferência é a característica que indica a prioridade do credor hipotecário e do credor pignoratício no pagamento a outros credores e não pode ser confundida com a excussão, que se refere ao fato de que o credor tem o direito de executar o bem dado em garantia. Já a indivisibilidade prevê que, mesmo sendo parcialmente paga a obrigação, o ônus permanece, assim como a sequela permanece mesmo com a alteração na propriedade do bem. 2. De acordo com o Código Civil, o penhor legal surge como imposição legal, a fim de assegurar o pagamento de determinadas dívidas das quais algumas pessoas são credoras. Qual das circunstâncias a seguir viabiliza o penhor legal? Resposta correta. A. Os hospedeiros sobre as bagagens que os hóspedes tiverem consigo. De acordo com o art. 1.467 do Código Civil, são credores pignoratícios os hospedeiros ou fornecedores de pousada ou alimento sobre bagagens, móveis, joias ou dinheiro que seus consumidores tiverem consigo e o dono do prédio sobre os bens móveis que o rendeiro ou inquilino tiver no prédio. Esse rol não é exaustivo, porém, as hipóteses de penhor legal devem constar expressas em alguma norma legal. Resposta incorreta. B. Os professores sobre o material escolar dos seus alunos. De acordo com o art. 1.467 do Código Civil, são credores pignoratícios os hospedeiros ou fornecedores de pousada ou alimento sobre bagagens, móveis, joias ou dinheiro que seus consumidores tiverem consigo e o dono do prédio sobre os bens móveis que o rendeiro ou inquilino tiver no prédio. Esse rol não é exaustivo, porém, as hipóteses de penhor legal devem constar expressas em alguma norma legal. Resposta incorreta. C. O cabeleireiro sobre as joias que seus clientes portarem. De acordo com o art. 1.467 do Código Civil, são credores pignoratícios os hospedeiros ou fornecedores de pousada ou alimento sobre bagagens, móveis, joias ou dinheiro que seus consumidores tiverem consigo e o dono do prédio sobre os bens móveis que o rendeiro ou inquilino tiver no prédio. Esse rol não é exaustivo, porém, as hipóteses de penhor legal devem constar expressas em alguma norma legal. Resposta incorreta. D. A assistência técnica sobre o aparelho que seus clientes deixarem para conserto. De acordo com o art. 1.467 do Código Civil, são credores pignoratícios os hospedeiros ou fornecedores de pousada ou alimento sobre bagagens, móveis, joias ou dinheiro que seus consumidores tiverem consigo e o dono do prédio sobre os bens móveis que o rendeiro ou inquilino tiver no prédio. Esse rol não é exaustivo, porém, as hipóteses de penhor legal devem constar expressas em alguma norma legal. Você não acertou! E. O Estado sobre os imóveis cujos impostos não forem pagos. De acordo com o art. 1.467 do Código Civil, são credores pignoratícios os hospedeiros ou fornecedores de pousada ou alimento sobre bagagens, móveis, joias ou dinheiro que seus consumidores tiverem consigo e o dono do prédio sobre os bens móveis que o rendeiro ou inquilino tiver no prédio. Esse rol não é exaustivo, porém, as hipóteses de penhor legal devem constar expressas em alguma norma legal. 3. Na homologação do penhor legal judicial, o réu será citado para realizar o pagamento da dívida ou impugnar a cobrança. No caso de impugnar a cobrança, qual alegação é inadmissível? Resposta incorreta. A. Nulidade do processo. Nos termos do art. 704 do Código de Processo Civil, a defesa na ação de homologação do penhor legal somente poderá consistir em nulidade do processo, extinção da obrigação, alegação de que a dívida não está compreendida nas hipóteses legais ou os bens não são sujeitos ao penhor legal ou, ainda, alegação de que foi ofertada caução idônea e esta, rejeitada pelo credor. Você não acertou! B. Extinção da obrigação. Nos termos do art. 704 do Código de Processo Civil, a defesa na ação de homologação do penhor legal somente poderá consistir em nulidade do processo, extinção da obrigação, alegação de que a dívida não está compreendida nas hipóteses legais ou os bens não são sujeitos ao penhor legal ou, ainda, alegação de que foi ofertada caução idônea e esta, rejeitada pelo credor. Resposta correta. C. Reconvenção. Nos termos do art. 704 do Código de Processo Civil, a defesa na ação de homologação do penhor legal somente poderá consistir em nulidade do processo, extinção da obrigação, alegação de que a dívida não está compreendida nas hipóteses legais ou os bens não são sujeitos ao penhor legal ou, ainda, alegação de que foi ofertada caução idônea e esta, rejeitada pelo credor. Resposta incorreta. D. A dívida não está compreendida entre as previstas em lei. Nos termos do art. 704 do Código de Processo Civil, a defesa na ação de homologação do penhor legal somente poderá consistir em nulidade do processo, extinção da obrigação, alegação de que a dívida não está compreendida nas hipóteses legais ou os bens não são sujeitos ao penhor legal ou, ainda, alegação de que foi ofertada caução idônea e esta, rejeitada pelo credor. Resposta incorreta. E. Oferta de caução idônea, rejeitada pelo credor. Nos termos do art. 704 do Código de Processo Civil, a defesa na ação de homologação do penhor legal somente poderá consistir em nulidade do processo, extinção da obrigação, alegação de que a dívida não está compreendida nas hipóteses legais ou os bens não são sujeitos ao penhor legal ou, ainda, alegação de que foi ofertada caução idônea e esta, rejeitada pelo credor. 4. Depois de realizada a audiência de conciliação, a ação de homologação do penhor legal segue o rito comum, nos termos do art. 705 do Código de Processo Civil. Sobre a sentença e o recurso cabível para essa demanda, é correto afirmar que: Resposta incorreta. A. a senteça proferida será de natureza condenatória. A sentença proferida em sede de ação de homologação do penhor legal é de natureza declaratória e constitutiva, tendo em vista que apenas consolida a posse do bem ao autor da ação ou, se improcedente, libera a posse do bem para o réu, sendoque para impugnar essa sentença é cabível recurso de apelação, nos termos do art. 706, § 2.º. Há coisa julgada material tanto para os casos de procedência quanto para os casos de improcedência, de forma que a coisa julgada também se estende às questões prejudiciais decididas na demanda. Você acertou! B. quando a sentença for improcedente, o bem empenhado é liberado para o réu. A sentença proferida em sede de ação de homologação do penhor legal é de natureza declaratória e constitutiva, tendo em vista que apenas consolida a posse do bem ao autor da ação ou, se improcedente, libera a posse do bem para o réu, sendo que para impugnar essa sentença é cabível recurso de apelação, nos termos do art. 706, § 2.º. Há coisa julgada material tanto para os casos de procedência quanto para os casos de improcedência, de forma que a coisa julgada também se estende às questões prejudiciais decididas na demanda. Resposta incorreta. C. cabe recurso de agravo de instrumento contra a sentença condenatória, tendo em vista que se trata de um procedimento especial. A sentença proferida em sede de ação de homologação do penhor legal é de natureza declaratória e constitutiva, tendo em vista que apenas consolida a posse do bem ao autor da ação ou, se improcedente, libera a posse do bem para o réu, sendo que para impugnar essa sentença é cabível recurso de apelação, nos termos do art. 706, § 2.º. Há coisa julgada material tanto para os casos de procedência quanto para os casos de improcedência, de forma que a coisa julgada também se estende às questões prejudiciais decididas na demanda. Resposta incorreta. D. há coisa julgada material apenas para a ação de procedência. A sentença proferida em sede de ação de homologação do penhor legal é de natureza declaratória e constitutiva, tendo em vista que apenas consolida a posse do bem ao autor da ação ou, se improcedente, libera a posse do bem para o réu, sendo que para impugnar essa sentença é cabível recurso de apelação, nos termos do art. 706, § 2.º. Há coisa julgada material tanto para os casos de procedência quanto para os casos de improcedência, de forma que a coisa julgada também se estende às questões prejudiciais decididas na demanda. Resposta incorreta. E. não há que se falar em coisa julgada material para as questões prejudiciais julgadas na demanda. A sentença proferida em sede de ação de homologação do penhor legal é de natureza declaratória e constitutiva, tendo em vista que apenas consolida a posse do bem ao autor da ação ou, se improcedente, libera a posse do bem para o réu, sendo que para impugnar essa sentença é cabível recurso de apelação, nos termos do art. 706, § 2.º. Há coisa julgada material tanto para os casos de procedência quanto para os casos de improcedência, de forma que a coisa julgada também se estende às questões prejudiciais decididas na demanda. 5. O Código de Processo Civil, de acordo com o art. 703, § 1.º, prevê que a homologação do penhor legal pode ocorrer pela via extrajudicial. Sobre as peculiaridades dessa hipótese, assinale a alternativa correta. Resposta incorreta. A. O prazo para que o devedor pague a dívida ou apresente impugnação é de 10 dias úteis. Apresentado o requerimento de homologação do penhor legal extrajudicialmente, o notário notificará o devedor para pagamento ou impugnação no prazo de cinco dias e, no seu silêncio, será lavrada escritura pública pelo notário, a qual independe de ratificação judicial, pois conta com fé pública. No caso de impugnação, o devedor deve atentar para as hipóteses indicadas no art. 704 do CPC e, se recebida, o notário obrigatoriamente encaminhará o processo para o Judiciário, para prosseguimento do feito. Você não acertou! B. Na esfera extrajudicial, não se aplicam as hipóteses de defesa indicadas no art. 704 do CPC. Apresentado o requerimento de homologação do penhor legal extrajudicialmente, o notário notificará o devedor para pagamento ou impugnação no prazo de cinco dias e, no seu silêncio, será lavrada escritura pública pelo notário, a qual independe de ratificação judicial, pois conta com fé pública. No caso de impugnação, o devedor deve atentar para as hipóteses indicadas no art. 704 do CPC e, se recebida, o notário obrigatoriamente encaminhará o processo para o Judiciário, para prosseguimento do feito. Resposta incorreta. C. Todo o procedimento extrajudicial deve ser processado e finalizado pelo mesmo notário. Apresentado o requerimento de homologação do penhor legal extrajudicialmente, o notário notificará o devedor para pagamento ou impugnação no prazo de cinco dias e, no seu silêncio, será lavrada escritura pública pelo notário, a qual independe de ratificação judicial, pois conta com fé pública. No caso de impugnação, o devedor deve atentar para as hipóteses indicadas no art. 704 do CPC e, se recebida, o notário obrigatoriamente encaminhará o processo para o Judiciário, para prosseguimento do feito. Resposta correta. D. A homologação do penhor legal ocorrerá por escritura pública apenas nos casos em que não houver manifestação do devedor. Apresentado o requerimento de homologação do penhor legal extrajudicialmente, o notário notificará o devedor para pagamento ou impugnação no prazo de cinco dias e, no seu silêncio, será lavrada escritura pública pelo notário, a qual independe de ratificação judicial, pois conta com fé pública. No caso de impugnação, o devedor deve atentar para as hipóteses indicadas no art. 704 do CPC e, se recebida, o notário obrigatoriamente encaminhará o processo para o Judiciário, para prosseguimento do feito. Resposta incorreta. E. A homologação do penhor legal feita por escritura pública depende de ratificação judicial para que opere seus jurídicos e legais efeitos. Apresentado o requerimento de homologação do penhor legal extrajudicialmente, o notário notificará o devedor para pagamento ou impugnação no prazo de cinco dias e, no seu silêncio, será lavrada escritura pública pelo notário, a qual independe de ratificação judicial, pois conta com fé pública. No caso de impugnação, o devedor deve atentar para as hipóteses indicadas no art. 704 do CPC e, se recebida, o notário obrigatoriamente encaminhará o processo para o Judiciário, para prosseguimento do feito. Dissolução parcial de sociedade 1. A sociedade empresária consiste num conjunto de pessoas que se vinculam para exercer profissionalmente atividade econômica organizada para a produção ou a circulação de bens ou de serviços. Levando isso em consideração, com relação ao ânimo e ao modo de vinculação entre os sócios que compõem a sociedade, marque a alternativa correta. Você acertou! A. Todos os sócios devem manifestar a vontade de firmar juntos uma dada sociedade mediante registro do contrato social no órgão competente. Os sócios que integram a sociedade empresária devem demonstrar aquilo que a doutrina chama de affectio societatis. Isto é, devem manifestar a vontade de firmar juntos uma dada sociedade com vistas a gerar lucro mediante uma certa atividade econômica. Ademais, não basta a mera vontade de pessoas físicas, jurídicas ou mistas de firmar uma sociedade empresária para que ela efetivamente exista. Isso acontece porque, de um ponto de vista formal, esse grupo de pessoas deverá estabelecer e registrar o contrato social da empresa. Resposta incorreta. B. Dois terços dos sócios devem manifestar a vontade de firmar juntos uma dada sociedade mediante registro do contrato social no órgão competente. Os sócios que integram a sociedade empresária devem demonstrar aquilo que a doutrina chama de affectio societatis. Isto é, devem manifestar a vontade de firmar juntos uma dada sociedade com vistas a gerar lucro mediante uma certa atividade econômica. Ademais, não basta a mera vontade de pessoas físicas, jurídicas ou mistas de firmar uma sociedade empresária para que ela efetivamente exista. Isso acontece porque, de um ponto de vista formal, essegrupo de pessoas deverá estabelecer e registrar o contrato social da empresa. Resposta incorreta. C. Todos os sócios devem manifestar a vontade de firmar juntos uma dada sociedade mediante termo de compromisso particular. Os sócios que integram a sociedade empresária devem demonstrar aquilo que a doutrina chama de affectio societatis. Isto é, devem manifestar a vontade de firmar juntos uma dada sociedade com vistas a gerar lucro mediante uma certa atividade econômica. Ademais, não basta a mera vontade de pessoas físicas, jurídicas ou mistas de firmar uma sociedade empresária para que ela efetivamente exista. Isso acontece porque, de um ponto de vista formal, esse grupo de pessoas deverá estabelecer e registrar o contrato social da empresa. Resposta incorreta. D. Dois terços dos sócios devem manifestar a vontade de firmar juntos uma dada sociedade mediante termo de compromisso particular. Os sócios que integram a sociedade empresária devem demonstrar aquilo que a doutrina chama de affectio societatis. Isto é, devem manifestar a vontade de firmar juntos uma dada sociedade com vistas a gerar lucro mediante uma certa atividade econômica. Ademais, não basta a mera vontade de pessoas físicas, jurídicas ou mistas de firmar uma sociedade empresária para que ela efetivamente exista. Isso acontece porque, de um ponto de vista formal, esse grupo de pessoas deverá estabelecer e registrar o contrato social da empresa. Resposta incorreta. E. Em alguns casos, é possível que a sociedade empresária funcione de modo regular sem o respectivo registro em órgão competente. Os sócios que integram a sociedade empresária devem demonstrar aquilo que a doutrina chama de affectio societatis. Isto é, devem manifestar a vontade de firmar juntos uma dada sociedade com vistas a gerar lucro mediante uma certa atividade econômica. Ademais, não basta a mera vontade de pessoas físicas, jurídicas ou mistas de firmar uma sociedade empresária para que ela efetivamente exista. Isso acontece porque, de um ponto de vista formal, esse grupo de pessoas deverá estabelecer e registrar o contrato social da empresa. 2. Além de fundar uma sociedade, os sócios também têm o direito de findar o seu vínculo empresarial, terminando com a sociedade empresária. Levando isso em consideração, marque a alternativa correta. Resposta incorreta. A. O direito de dissolver a sociedade é incondicionado, de modo que não existem disposições legais a serem seguidas para o encerramento desta. Ademais, poderá a dissolução ser total ou parcial. O direito de dissolver a sociedade não é incondicionado. Nesse contexto, do mesmo modo que os sócios deverão seguir as disposições legais para formar uma sociedade, também o deverão fazer no caso de pretender dissolvê-la. Chama-se dissolução irregular aquela em que os sócios não seguem os preceitos legais para o encerramento da sociedade. Em contrapartida, para que isso não ocorra, a lei estipula as condições para que uma sociedade seja dissolvida de modo regular. Quanto a isso, é importante saber que – com relação a sua amplitude – o nosso ordenamento jurídico prevê duas possibilidades de dissolução da sociedade, a total e a parcial. Resposta incorreta. B. O direito de dissolver a sociedade é incondicionado, de modo que não existem disposições legais a serem seguidas para o encerramento desta. Ademais, poderá a dissolução ser exclusivamente parcial. O direito de dissolver a sociedade não é incondicionado. Nesse contexto, do mesmo modo que os sócios deverão seguir as disposições legais para formar uma sociedade, também o deverão fazer no caso de pretender dissolvê-la. Chama-se dissolução irregular aquela em que os sócios não seguem os preceitos legais para o encerramento da sociedade. Em contrapartida, para que isso não ocorra, a lei estipula as condições para que uma sociedade seja dissolvida de modo regular. Quanto a isso, é importante saber que – com relação a sua amplitude – o nosso ordenamento jurídico prevê duas possibilidades de dissolução da sociedade, a total e a parcial. Você acertou! C. O direito de dissolver a sociedade não é incondicionado, de modo que existem disposições legais a serem seguidas para o encerramento desta. Ademais, poderá a dissolução ser total ou parcial. O direito de dissolver a sociedade não é incondicionado. Nesse contexto, do mesmo modo que os sócios deverão seguir as disposições legais para formar uma sociedade, também o deverão fazer no caso de pretender dissolvê-la. Chama-se dissolução irregular aquela em que os sócios não seguem os preceitos legais para o encerramento da sociedade. Em contrapartida, para que isso não ocorra, a lei estipula as condições para que uma sociedade seja dissolvida de modo regular. Quanto a isso, é importante saber que – com relação a sua amplitude – o nosso ordenamento jurídico prevê duas possibilidades de dissolução da sociedade, a total e a parcial. Resposta incorreta. D. O direito de dissolver a sociedade não é incondicionado, de modo que existem disposições legais a serem seguidas para o encerramento desta. Ademais, poderá a dissolução ser apenas total. O direito de dissolver a sociedade não é incondicionado. Nesse contexto, do mesmo modo que os sócios deverão seguir as disposições legais para formar uma sociedade, também o deverão fazer no caso de pretender dissolvê-la. Chama-se dissolução irregular aquela em que os sócios não seguem os preceitos legais para o encerramento da sociedade. Em contrapartida, para que isso não ocorra, a lei estipula as condições para que uma sociedade seja dissolvida de modo regular. Quanto a isso, é importante saber que – com relação a sua amplitude – o nosso ordenamento jurídico prevê duas possibilidades de dissolução da sociedade, a total e a parcial. Resposta incorreta. E. O direito de dissolver a sociedade não é incondicionado, de modo que existem disposições legais a serem seguidas para o encerramento desta. Ademais, poderá a dissolução ser apenas parcial. O direito de dissolver a sociedade não é incondicionado. Nesse contexto, do mesmo modo que os sócios deverão seguir as disposições legais para formar uma sociedade, também o deverão fazer no caso de pretender dissolvê-la. Chama-se dissolução irregular aquela em que os sócios não seguem os preceitos legais para o encerramento da sociedade. Em contrapartida, para que isso não ocorra, a lei estipula as condições para que uma sociedade seja dissolvida de modo regular. Quanto a isso, é importante saber que – com relação a sua amplitude – o nosso ordenamento jurídico prevê duas possibilidades de dissolução da sociedade, a total e a parcial. 3. A lei estipula as hipóteses em que é cabível a ação judicial de dissolução da sociedade. Levando isso em consideração, marque a alternativa correta. Você acertou! A. Existem três hipóteses de cabimento para a dissolução parcial de sociedade, a saber: nos casos em que houver falecimento de um dos sócios, nos casos em que um dos sócios resolver se retirar da sociedade e quando um dos sócios for excluído da sociedade. De modo sintético, existem três hipóteses de cabimento para a dissolução parcial de sociedade, a saber: nos casos em que houver falecimento de um dos sócios, nos casos em que um dos sócios resolver se retirar da sociedade e quando um dos sócios for excluído da sociedade. Resposta incorreta. B. Existem duas hipóteses de cabimento para a dissolução parcial de sociedade, a saber: nos casos em que houver falecimento de um dos sócios e nos casos em que um dos sócios resolver se retirar da sociedade. De modo sintético, existem três hipóteses de cabimento para a dissolução parcial de sociedade, a saber: nos casos em que houver falecimento de um dos sócios, nos casos em que um dos sócios resolver se retirar da sociedade e quando um dos sócios for excluído da sociedade. Resposta incorreta. C. Existem duas hipóteses de cabimento para a dissolução parcial de sociedade,a saber: nos casos em que houver falecimento de um dos sócios e quando um dos sócios for excluído da sociedade. De modo sintético, existem três hipóteses de cabimento para a dissolução parcial de sociedade, a saber: nos casos em que houver falecimento de um dos sócios, nos casos em que um dos sócios resolver se retirar da sociedade e quando um dos sócios for excluído da sociedade. Resposta incorreta. D. Existem duas hipóteses de cabimento para a dissolução parcial de sociedade, a saber: nos casos em que um dos sócios for excluído da sociedade e nos casos em que um dos sócios resolver se retirar da sociedade. De modo sintético, existem três hipóteses de cabimento para a dissolução parcial de sociedade, a saber: nos casos em que houver falecimento de um dos sócios, nos casos em que um dos sócios resolver se retirar da sociedade e quando um dos sócios for excluído da sociedade. Resposta incorreta. E. Existem quatro hipóteses de cabimento para a dissolução parcial de sociedade, a saber: nos casos em que houver falecimento de um dos sócios, nos casos em que um dos sócios resolver se retirar da sociedade, quando um dos sócios for excluído da sociedade e quando os sócios resolverem vender a sociedade. De modo sintético, existem três hipóteses de cabimento para a dissolução parcial de sociedade, a saber: nos casos em que houver falecimento de um dos sócios, nos casos em que um dos sócios resolver se retirar da sociedade e quando um dos sócios for excluído da sociedade. 4. Com relação à questão da legitimidade, de modo geral, a legislação processual dispõe a possibilidade de que o espólio do falecido sócio, os sucessores, a sociedade e os sócios possam ingressar com a ação de dissolução parcial. A propósito disso, marque a alternativa correta. Resposta incorreta. A. O espólio do sócio falecido poderá requerer a dissolução parcial nos casos em que a totalidade dos sucessores tiver a pretensão de ingressar na sociedade. Além disso, destaca-se a ingressar com ação de dissolução parcial nos casos em que os sócios da sociedade não estiverem de acordo com o ingresso dos herdeiros na sociedade. O espólio do sócio falecido poderá requerer a dissolução parcial nos casos em que a totalidade dos sucessores não tiver a pretensão de ingressar na sociedade. Além disso, vale destacar a possibilidade de ingressar com ação de dissolução parcial nos casos em que os sócios da sociedade não estiverem de acordo com o ingresso dos herdeiros na sociedade. Também poderão requerer judicialmente a dissolução parcial da sociedade os sucessores do falecido sócio. Porém, nesse caso, a legitimidade está condicionada à conclusão da partilha realizada mediante inventário. Resposta incorreta. B. O espólio do sócio falecido poderá requerer a dissolução parcial nos casos em que a totalidade dos sucessores tiver a pretensão de ingressar na sociedade. Além disso, destaca-se a possibilidade de ingressar com ação de dissolução parcial nos casos em que os sócios da sociedade estiverem de acordo com o ingresso dos herdeiros na sociedade. O espólio do sócio falecido poderá requerer a dissolução parcial nos casos em que a totalidade dos sucessores não tiver a pretensão de ingressar na sociedade. Além disso, vale destacar a possibilidade de ingressar com ação de dissolução parcial nos casos em que os sócios da sociedade não estiverem de acordo com o ingresso dos herdeiros na sociedade. Também poderão requerer judicialmente a dissolução parcial da sociedade os sucessores do falecido sócio. Porém, nesse caso, a legitimidade está condicionada à conclusão da partilha realizada mediante inventário. Você acertou! C. O espólio do sócio falecido poderá requerer a dissolução parcial nos casos em que a totalidade dos sucessores não tiver a pretensão de ingressar na sociedade. Além disso, destaca-se a possibilidade de ingressar com ação de dissolução parcial nos casos em que os sócios da sociedade não estiverem de acordo com o ingresso dos herdeiros na sociedade. O espólio do sócio falecido poderá requerer a dissolução parcial nos casos em que a totalidade dos sucessores não tiver a pretensão de ingressar na sociedade. Além disso, vale destacar a possibilidade de ingressar com ação de dissolução parcial nos casos em que os sócios da sociedade não estiverem de acordo com o ingresso dos herdeiros na sociedade. Também poderão requerer judicialmente a dissolução parcial da sociedade os sucessores do falecido sócio. Porém, nesse caso, a legitimidade está condicionada à conclusão da partilha realizada mediante inventário. Resposta incorreta. D. O espólio do sócio falecido poderá requerer a dissolução parcial nos casos em que a totalidade dos sucessores não tiver a pretensão de ingressar na sociedade. Além disso, destaca-se a possibilidade de ingressar com ação de dissolução parcial nos casos em que os sócios da sociedade estiverem de acordo com o ingresso dos herdeiros na sociedade. O espólio do sócio falecido poderá requerer a dissolução parcial nos casos em que a totalidade dos sucessores não tiver a pretensão de ingressar na sociedade. Além disso, vale destacar a possibilidade de ingressar com ação de dissolução parcial nos casos em que os sócios da sociedade não estiverem de acordo com o ingresso dos herdeiros na sociedade. Também poderão requerer judicialmente a dissolução parcial da sociedade os sucessores do falecido sócio. Porém, nesse caso, a legitimidade está condicionada à conclusão da partilha realizada mediante inventário. Resposta incorreta. E. Poderão requerer judicialmente a dissolução parcial da sociedade os sucessores do falecido sócio. Para isso, não se faz necessária a conclusão da partilha mediante inventário. O espólio do sócio falecido poderá requerer a dissolução parcial nos casos em que a totalidade dos sucessores não tiver a pretensão de ingressar na sociedade. Além disso, vale destacar a possibilidade de ingressar com ação de dissolução parcial nos casos em que os sócios da sociedade não estiverem de acordo com o ingresso dos herdeiros na sociedade. Também poderão requerer judicialmente a dissolução parcial da sociedade os sucessores do falecido sócio. Porém, nesse caso, a legitimidade está condicionada à conclusão da partilha realizada mediante inventário. 5. Com relação à petição inicial, cuja competência para julgamento será o local da sede da sociedade, além dos requisitos básicos exigidos pelos arts. 319 e 320, também deverá ser necessariamente instruída com o contrato social consolidado da sociedade. Após a admissão da inicial, com relação ao procedimento, marque a alternativa correta. Resposta incorreta. A. Admitida a inicial, o juiz determinará a citação dos demais sócios da sociedade para, no prazo de 10 dias, concordar com o pedido ou apresentar contestação. Além disso, mesmo nos casos em que houver a citação de todos os sócios, será necessária a citação da sociedade, não incidindo sobre ela os efeitos da decisão e a coisa julgada. Admitida a inicial, o juiz determinará a citação dos demais sócios da sociedade para, no prazo de 15 dias, concordar com o pedido ou apresentar contestação (art. 601). Além disso, nos casos em que houver a citação de todos os sócios, será desnecessária a citação da sociedade, incidindo sobre ela os efeitos da decisão e a coisa julgada (art. 601, parágrafo único). Resposta incorreta. B. Admitida a inicial, o juiz determinará a citação dos demais sócios da sociedade para, no prazo de 10 dias, concordar com o pedido ou apresentar contestação. Além disso, mesmo nos casos em que houver a citação de todos os sócios, será necessária a citação da sociedade, incidindo sobre ela os efeitos da decisão e a coisa julgada. Admitida a inicial, o juiz determinará a citação dos demais sócios da sociedade para, no prazo de 15 dias, concordar com o pedido ou apresentar contestação (art. 601). Além disso, nos casos em que houver a citação de todos os sócios, será desnecessáriaa citação da sociedade, incidindo sobre ela os efeitos da decisão e a coisa julgada (art. 601, parágrafo único). Resposta incorreta. C. Admitida a inicial, o juiz determinará a citação dos demais sócios da sociedade para, no prazo de 15 dias, concordar com o pedido ou apresentar contestação. Além disso, mesmo nos casos em que houver a citação de todos os sócios, será necessária a citação da sociedade, incidindo sobre ela os efeitos da decisão e a coisa julgada. Admitida a inicial, o juiz determinará a citação dos demais sócios da sociedade para, no prazo de 15 dias, concordar com o pedido ou apresentar contestação (art. 601). Além disso, nos casos em que houver a citação de todos os sócios, será desnecessária a citação da sociedade, incidindo sobre ela os efeitos da decisão e a coisa julgada (art. 601, parágrafo único). Resposta incorreta. D. Admitida a inicial, o juiz determinará a citação dos demais sócios da sociedade para, no prazo de 10 dias, concordar com o pedido ou apresentar contestação. Além disso, nos casos em que houver a citação de todos os sócios, será desnecessária a citação da sociedade, incidindo sobre ela os efeitos da decisão e a coisa julgada. Admitida a inicial, o juiz determinará a citação dos demais sócios da sociedade para, no prazo de 15 dias, concordar com o pedido ou apresentar contestação (art. 601). Além disso, nos casos em que houver a citação de todos os sócios, será desnecessária a citação da sociedade, incidindo sobre ela os efeitos da decisão e a coisa julgada (art. 601, parágrafo único). Você acertou! E. Admitida a inicial, o juiz determinará a citação dos demais sócios da sociedade para, no prazo de 15 dias, concordar com o pedido ou apresentar contestação. Além disso, nos casos em que houver a citação de todos os sócios, será desnecessária a citação da sociedade, incidindo sobre ela os efeitos da decisão e a coisa julgada. Admitida a inicial, o juiz determinará a citação dos demais sócios da sociedade para, no prazo de 15 dias, concordar com o pedido ou apresentar contestação (art. 601). Além disso, nos casos em que houver a citação de todos os sócios, será desnecessária a citação da sociedade, incidindo sobre ela os efeitos da decisão e a coisa julgada (art. 601, parágrafo único). Expedição de alvará 1. O ponto de partida para compreender a natureza jurídica do alvará judicial passa, em alguma medida, pela ideia do princípio constitucional da legalidade. Tendo isso como referência, com relação ao conceito de alvará judicial, marque a alternativa correta. Resposta incorreta. A. Tendo em vista que no atual ordenamento jurídico não é possível que os particulares façam algo sem prévia autorização judicial, chama-se alvará judicial o documento expedido pelo juiz nos autos do processo autorizando o requerente a fazer algo. Se é verdade que a grande maioria dos atos privados podem ser realizados espontaneamente, a despeito de qualquer intervenção do Poder Judiciário concedendo autorização para fazer algo, não são raras as circunstâncias em que – sem que haja autorização judicial específica – não é possível que um certo particular realize determinado ato. Nesse caso, faz-se necessário requerer ao Poder Judiciário que preste tutela jurisdicional com vistas à consecução de tal fim. Chama-se alvará judicial o documento expedido pelo juiz nos autos do processo autorizando o requerente a fazer algo. Resposta incorreta. B. Embora o atual ordenamento jurídico preveja que a maioria dos atos privados possam ser realizados sem a necessidade de autorização judicial. Existem casos em que ela é requerida. Chama-se alvará judicial o documento expedido pelo juiz – de modo extrajudicial – autorizando o requerente a fazer algo. Se é verdade que a grande maioria dos atos privados podem ser realizados espontaneamente, a despeito de qualquer intervenção do Poder Judiciário concedendo autorização para fazer algo, não são raras as circunstâncias em que – sem que haja autorização judicial específica – não é possível que um certo particular realize determinado ato. Nesse caso, faz-se necessário requerer ao Poder Judiciário que preste tutela jurisdicional com vistas à consecução de tal fim. Chama-se alvará judicial o documento expedido pelo juiz nos autos do processo autorizando o requerente a fazer algo. Você acertou! C. Embora o atual ordenamento jurídico preveja que a maioria dos atos privados possam ser realizados sem a necessidade de autorização judicial, existem casos em que ela é requerida. Chama-se alvará judicial o documento expedido pelo juiz – nos autos do processo – autorizando o requerente a fazer algo. Se é verdade que a grande maioria dos atos privados podem ser realizados espontaneamente, a despeito de qualquer intervenção do Poder Judiciário concedendo autorização para fazer algo, não são raras as circunstâncias em que – sem que haja autorização judicial específica – não é possível que um certo particular realize determinado ato. Nesse caso, faz-se necessário requerer ao Poder Judiciário que preste tutela jurisdicional com vistas à consecução de tal fim. Chama-se alvará judicial o documento expedido pelo juiz nos autos do processo autorizando o requerente a fazer algo. Resposta incorreta. D. Embora o atual ordenamento jurídico preveja alguns casos em que os atos privados possam ser realizados sem a necessidade de autorização judicial, via de regra, ela é requerida. Chama-se alvará judicial o documento expedido pelo juiz – de modo extrajudicial – autorizando o requerente a fazer algo Se é verdade que a grande maioria dos atos privados podem ser realizados espontaneamente, a despeito de qualquer intervenção do Poder Judiciário concedendo autorização para fazer algo, não são raras as circunstâncias em que – sem que haja autorização judicial específica – não é possível que um certo particular realize determinado ato. Nesse caso, faz-se necessário requerer ao Poder Judiciário que preste tutela jurisdicional com vistas à consecução de tal fim. Chama-se alvará judicial o documento expedido pelo juiz nos autos do processo autorizando o requerente a fazer algo. Resposta incorreta. E. Embora o atual ordenamento jurídico preveja alguns casos em que os atos privados possam ser realizados sem a necessidade de autorização judicial, via de regra, ela é requerida. Chama-se alvará judicial o documento expedido pelo juiz – nos autos do processo – autorizando o requerente a fazer algo. Se é verdade que a grande maioria dos atos privados podem ser realizados espontaneamente, a despeito de qualquer intervenção do Poder Judiciário concedendo autorização para fazer algo, não são raras as circunstâncias em que – sem que haja autorização judicial específica – não é possível que um certo particular realize determinado ato. Nesse caso, faz-se necessário requerer ao Poder Judiciário que preste tutela jurisdicional com vistas à consecução de tal fim. Chama-se alvará judicial o documento expedido pelo juiz nos autos do processo autorizando o requerente a fazer algo. 2. O alvará judicial é um documento expedido pelo juiz autorizando o requerente a fazer algo. Levando isso em consideração, com relação ao contexto em que é requerido, marque a alternativa correta. Você acertou! A. A depender das circunstâncias que ensejaram a expedição do alvará, ele poderá ser classificado como constitutivo ou incidental. Se o requerente ingressa com ação judicial com objetivo específico de obter autorização para realizar um certo ato, então o alvará expedido será constitutivo da própria demanda. O pedido de expedição de alvará nem sempre é realizado no mesmo contexto processual. Nesse sentido, a depender das circunstâncias que ensejaram a expedição do alvará, ele poderá ser classificado como constitutivo ou incidental. Se o requerente ingressa com ação judicial com objetivo específico de obter autorização para realizar um certo ato, então o alvará expedido será constitutivoda própria demanda. Contrariamente, se o requerente ingressa com ação judicial com objetivo qualquer que não depende necessariamente de expedição de alvará, mas, eventualmente, em função de vicissitudes processuais, torna- se necessária a autorização judicial para a realização de um certo ato, então a expedição do alvará será incidental à demanda. Resposta incorreta. B. A depender das circunstâncias que ensejaram a expedição do alvará, ele poderá ser classificado como constitutivo ou incidental. Se o requerente ingressa com ação judicial com objetivo específico de obter autorização para realizar um certo ato, então o alvará expedido será incidental da própria demanda. O pedido de expedição de alvará nem sempre é realizado no mesmo contexto processual. Nesse sentido, a depender das circunstâncias que ensejaram a expedição do alvará, ele poderá ser classificado como constitutivo ou incidental. Se o requerente ingressa com ação judicial com objetivo específico de obter autorização para realizar um certo ato, então o alvará expedido será constitutivo da própria demanda. Contrariamente, se o requerente ingressa com ação judicial com objetivo qualquer que não depende necessariamente de expedição de alvará, mas, eventualmente, em função de vicissitudes processuais, torna- se necessária a autorização judicial para a realização de um certo ato, então a expedição do alvará será incidental à demanda. Resposta incorreta. C. Se o requerente ingressa com ação judicial com objetivo qualquer que não depende necessariamente de expedição de alvará, mas, eventualmente, em função de vicissitudes processuais, torna-se necessária autorização judicial para a realização de um certo ato, então a expedição do alvará será constitutiva da demanda. O pedido de expedição de alvará nem sempre é realizado no mesmo contexto processual. Nesse sentido, a depender das circunstâncias que ensejaram a expedição do alvará, ele poderá ser classificado como constitutivo ou incidental. Se o requerente ingressa com ação judicial com objetivo específico de obter autorização para realizar um certo ato, então o alvará expedido será constitutivo da própria demanda. Contrariamente, se o requerente ingressa com ação judicial com objetivo qualquer que não depende necessariamente de expedição de alvará, mas, eventualmente, em função de vicissitudes processuais, torna- se necessária a autorização judicial para a realização de um certo ato, então a expedição do alvará será incidental à demanda. Resposta incorreta. D. No ordenamento jurídico atual, não existe a previsão de pedido de expedição de alvará constitutivo da demanda. O pedido de expedição de alvará nem sempre é realizado no mesmo contexto processual. Nesse sentido, a depender das circunstâncias que ensejaram a expedição do alvará, ele poderá ser classificado como constitutivo ou incidental. Se o requerente ingressa com ação judicial com objetivo específico de obter autorização para realizar um certo ato, então o alvará expedido será constitutivo da própria demanda. Contrariamente, se o requerente ingressa com ação judicial com objetivo qualquer que não depende necessariamente de expedição de alvará, mas, eventualmente, em função de vicissitudes processuais, torna- se necessária a autorização judicial para a realização de um certo ato, então a expedição do alvará será incidental à demanda. Resposta incorreta. E. No ordenamento jurídico atual, não existe a previsão de pedido de expedição de alvará incidental a uma demanda principal. O pedido de expedição de alvará nem sempre é realizado no mesmo contexto processual. Nesse sentido, a depender das circunstâncias que ensejaram a expedição do alvará, ele poderá ser classificado como constitutivo ou incidental. Se o requerente ingressa com ação judicial com objetivo específico de obter autorização para realizar um certo ato, então o alvará expedido será constitutivo da própria demanda. Contrariamente, se o requerente ingressa com ação judicial com objetivo qualquer que não depende necessariamente de expedição de alvará, mas, eventualmente, em função de vicissitudes processuais, torna- se necessária a autorização judicial para a realização de um certo ato, então a expedição do alvará será incidental à demanda. 3. A legislação brasileira prevê uma série de hipóteses em que é cabível a expedição de alvará judicial. Com relação a isso, assinale a afirmativa correta. Resposta incorreta. A. É admitido pedido de expedição de alvará – por parte dos sucessores – para levantamento de valores deixados pelo de cujus ao PIS/Pasep e FGTS, mas não por parte dos dependentes. Com relação ao alvará de autorização para levantamento de valores ligados ao de cujus, é fundamental mencionar a Lei n.º 6.858/80, cujo objetivo é dispor justamente sobre o pagamento, aos dependentes ou sucessores, de valores não recebidos em vida pelos respectivos titulares, como, por exemplo, depósitos de PIS/Pasep e FGTS. Resposta incorreta. B. É admitido pedido de expedição de alvará – por parte dos dependentes – para levantamento de valores deixados pelo de cujus ao PIS/Pasep e FGTS, mas não por parte dos sucessores. Com relação ao alvará de autorização para levantamento de valores ligados ao de cujus, é fundamental mencionar a Lei n.º 6.858/80, cujo objetivo é dispor justamente sobre o pagamento, aos dependentes ou sucessores, de valores não recebidos em vida pelos respectivos titulares, como, por exemplo, depósitos de PIS/Pasep e FGTS. Resposta correta. C. É admitido pedido de expedição de alvará – por parte dos dependentes e sucessores – para levantamento de valores deixados pelo de cujus ao PIS/Pasep e FGTS. Com relação ao alvará de autorização para levantamento de valores ligados ao de cujus, é fundamental mencionar a Lei n.º 6.858/80, cujo objetivo é dispor justamente sobre o pagamento, aos dependentes ou sucessores, de valores não recebidos em vida pelos respectivos titulares, como, por exemplo, depósitos de PIS/Pasep e FGTS. Você não acertou! D. É admitido pedido de expedição de alvará – por parte dos dependentes – para levantamento de valores deixados pelo de cujus ao PIS/Pasep, mas não para levantamento de valores referentes ao FGTS. Com relação ao alvará de autorização para levantamento de valores ligados ao de cujus, é fundamental mencionar a Lei n.º 6.858/80, cujo objetivo é dispor justamente sobre o pagamento, aos dependentes ou sucessores, de valores não recebidos em vida pelos respectivos titulares, como, por exemplo, depósitos de PIS/Pasep e FGTS. Resposta incorreta. E. É admitido pedido de expedição de alvará – por parte dos sucessores – para levantamento de valores deixados pelo de cujus ao FGTS, mas não para levantamento de valores referentes ao PIS/Pasep. Com relação ao alvará de autorização para levantamento de valores ligados ao de cujus, é fundamental mencionar a Lei n.º 6.858/80, cujo objetivo é dispor justamente sobre o pagamento, aos dependentes ou sucessores, de valores não recebidos em vida pelos respectivos titulares, como, por exemplo, depósitos de PIS/Pasep e FGTS. 4. O procedimento a ser seguido para obtenção de alvará judicial, por força do art. 725 do CPC, é o da jurisdição voluntária. Com relação a tal procedimento, marque a alternativa correta. Você acertou! A. Admitida a inicial, o juiz determinará a citação de todos os interessados, para que se manifestem, querendo, no prazo de 15 dias. Nesse contexto, vale destacar que – em função das próprias peculiaridades do procedimento – inexistem partes. Admitida a inicial, segundo o art. 721, o juiz determinará a citação de todos os interessados, para que se manifestem, querendo, no prazo de 15 dias. Quanto a isso, vale mencionar que – dadas as próprias peculiaridades do procedimento em questão e por inexistir propriamente um conflito jurídico – não há se de falar em citação de partes, mas meramente de interessados. Ainda no mesmo artigo, há a previsãolegal de intimação do Ministério Público, nos casos do art. 178 (cuja análise mais detalhada ocorrerá na sessão seguinte). Além disso, o art. 722 estabelece que a Fazenda Pública será ouvida nos casos em que tiver interesse. Resposta incorreta. B. Admitida a inicial, o juiz determinará a citação de todos os interessados para que se manifestem, querendo, no prazo de 10 dias. Nesse contexto, vale destacar que – em função das próprias peculiaridades do procedimento – inexistem partes. Admitida a inicial, segundo o art. 721, o juiz determinará a citação de todos os interessados, para que se manifestem, querendo, no prazo de 15 dias. Quanto a isso, vale mencionar que – dadas as próprias peculiaridades do procedimento em questão e por inexistir propriamente um conflito jurídico – não há se de falar em citação de partes, mas meramente de interessados. Ainda no mesmo artigo, há a previsão legal de intimação do Ministério Público, nos casos do art. 178 (cuja análise mais detalhada ocorrerá na sessão seguinte). Além disso, o art. 722 estabelece que a Fazenda Pública será ouvida nos casos em que tiver interesse. Resposta incorreta. C. Admitida a inicial, o juiz determinará a citação de todos os interessados para que se manifestem, querendo, no prazo de 15 dias. Nesse contexto, vale destacar que – em função das próprias peculiaridades do procedimento – deverá primeiro ser citado o demandado e, posteriormente, a Fazenda Pública e o Ministério Público. Admitida a inicial, segundo o art. 721, o juiz determinará a citação de todos os interessados, para que se manifestem, querendo, no prazo de 15 dias. Quanto a isso, vale mencionar que – dadas as próprias peculiaridades do procedimento em questão e por inexistir propriamente um conflito jurídico – não há se de falar em citação de partes, mas meramente de interessados. Ainda no mesmo artigo, há a previsão legal de intimação do Ministério Público, nos casos do art. 178 (cuja análise mais detalhada ocorrerá na sessão seguinte). Além disso, o art. 722 estabelece que a Fazenda Pública será ouvida nos casos em que tiver interesse. Resposta incorreta. D. Admitida a inicial, o juiz determinará a citação de todos os interessados para que se manifestem, querendo, no prazo de 10 dias. Nesse contexto, vale destacar que – em função das próprias peculiaridades do procedimento – deverá primeiro ser citado o demandado e, posteriormente, a Fazenda Pública e o Ministério Público. Admitida a inicial, segundo o art. 721, o juiz determinará a citação de todos os interessados, para que se manifestem, querendo, no prazo de 15 dias. Quanto a isso, vale mencionar que – dadas as próprias peculiaridades do procedimento em questão e por inexistir propriamente um conflito jurídico – não há se de falar em citação de partes, mas meramente de interessados. Ainda no mesmo artigo, há a previsão legal de intimação do Ministério Público, nos casos do art. 178 (cuja análise mais detalhada ocorrerá na sessão seguinte). Além disso, o art. 722 estabelece que a Fazenda Pública será ouvida nos casos em que tiver interesse. Resposta incorreta. E. Não existe previsão legal de oitiva na Fazenda Pública nos casos de expedição de alvará para levantamento de valores. Admitida a inicial, segundo o art. 721, o juiz determinará a citação de todos os interessados, para que se manifestem, querendo, no prazo de 15 dias. Quanto a isso, vale mencionar que – dadas as próprias peculiaridades do procedimento em questão e por inexistir propriamente um conflito jurídico – não há se de falar em citação de partes, mas meramente de interessados. Ainda no mesmo artigo, há a previsão legal de intimação do Ministério Público, nos casos do art. 178 (cuja análise mais detalhada ocorrerá na sessão seguinte). Além disso, o art. 722 estabelece que a Fazenda Pública será ouvida nos casos em que tiver interesse. 5. A legislação prevê a atuação do Ministério Público na ação para expedição de alvará. Com relação a isso, marque alternativa correta. Resposta incorreta. A. Com relação às formas de intervenção do Ministério Público na ação para obtenção de alvará judicial com vistas ao levantamento de valores, depreende-se a lei que só o poderá fazer como interessado. Isso ocorrerá nos casos em que atuar como fiscal da ordem jurídica, tendo prazo de 15 dias para se manifestar. Com relação às formas de intervenção do Ministério Público na ação para obtenção de alvará judicial com vistas ao levantamento de valores, depreende-se da leitura dos arts. 720 e 721 que poderá ocorrer de dois modos, a saber, como proponente ou como interessado. Nos casos em que for o proponente, isso ocorrerá – naturalmente – mediante ajuizamento de petição inicial. Já nos casos em que atuar como interessado, sua atuação está condicionada ao fato de atuar como fiscal da ordem jurídica. No caso em que atuar como fiscal da ordem jurídica, o juiz deverá intimar o Ministério Público para que se manifesta no prazo 15 dias. Você não acertou! B. Com relação às formas de intervenção do Ministério Público na ação para obtenção de alvará judicial com vistas ao levantamento de valores, depreende-se a lei que só o poderá fazer como interessado. Isso ocorrerá nos casos em que atuar como fiscal da ordem jurídica, tendo prazo de 10 dias para se manifestar. Com relação às formas de intervenção do Ministério Público na ação para obtenção de alvará judicial com vistas ao levantamento de valores, depreende-se da leitura dos arts. 720 e 721 que poderá ocorrer de dois modos, a saber, como proponente ou como interessado. Nos casos em que for o proponente, isso ocorrerá – naturalmente – mediante ajuizamento de petição inicial. Já nos casos em que atuar como interessado, sua atuação está condicionada ao fato de atuar como fiscal da ordem jurídica. No caso em que atuar como fiscal da ordem jurídica, o juiz deverá intimar o Ministério Público para que se manifesta no prazo 15 dias. Resposta incorreta. C. Com relação às formas de intervenção do Ministério Público na ação para obtenção de alvará judicial com vistas ao levantamento de valores, depreende-se a lei que atuará em todos os casos. Nesse contexto, terá prazo de 10 dias para se manifestar. Com relação às formas de intervenção do Ministério Público na ação para obtenção de alvará judicial com vistas ao levantamento de valores, depreende-se da leitura dos arts. 720 e 721 que poderá ocorrer de dois modos, a saber, como proponente ou como interessado. Nos casos em que for o proponente, isso ocorrerá – naturalmente – mediante ajuizamento de petição inicial. Já nos casos em que atuar como interessado, sua atuação está condicionada ao fato de atuar como fiscal da ordem jurídica. No caso em que atuar como fiscal da ordem jurídica, o juiz deverá intimar o Ministério Público para que se manifesta no prazo 15 dias. Resposta incorreta. D. Com relação às formas de intervenção do Ministério Público na ação para obtenção de alvará judicial com vistas ao levantamento de valores, depreende-se a lei que atuará em todos os casos. Nesse contexto, terá prazo de 15 dias para se manifestar. Com relação às formas de intervenção do Ministério Público na ação para obtenção de alvará judicial com vistas ao levantamento de valores, depreende-se da leitura dos arts. 720 e 721 que poderá ocorrer de dois modos, a saber, como proponente ou como interessado. Nos casos em que for o proponente, isso ocorrerá – naturalmente – mediante ajuizamento de petição inicial. Já nos casos em que atuar como interessado, sua atuação está condicionada ao fato de atuar como fiscal da ordem jurídica. No caso em que atuar como fiscal da ordem jurídica, o juiz deverá intimar o Ministério Público para que se manifesta no prazo 15 dias. Resposta correta. E. Com relação às formas de intervenção do Ministério Público na ação para obtenção de alvará judicial com vistas ao levantamento de valores, depreende-se a lei que além de legitimado a atuarcomo requerente, também o poderá fazer como interessado. Se atuar como interessado, terá prazo de 15 dias para se manifestar. Com relação às formas de intervenção do Ministério Público na ação para obtenção de alvará judicial com vistas ao levantamento de valores, depreende-se da leitura dos arts. 720 e 721 que poderá ocorrer de dois modos, a saber, como proponente ou como interessado. Nos casos em que for o proponente, isso ocorrerá – naturalmente – mediante ajuizamento de petição inicial. Já nos casos em que atuar como interessado, sua atuação está condicionada ao fato de atuar como fiscal da ordem jurídica. No caso em que atuar como fiscal da ordem jurídica, o juiz deverá intimar o Ministério Público para que se manifesta no prazo 15 dias. Execução de título executivo extrajudicial 1. Em nosso ordenamento jurídico, aquilo que fundamenta a propositura de uma ação de execução é chamado título executivo. Com relação ao tema, marque a alternativa correta: Resposta incorreta. A. Para que um título executivo enseje ação de execução, basta que seja exigível, mesmo que não seja líquido ou certo. A propósito do título executivo, o art. 783 estabelece três condições objetivas para que algo conte efetivamente como um título executivo, a saber, ser algo certo, exigível e líquido. Resposta incorreta. B. Para que um título executivo enseje ação de execução, basta que seja exigível e certo, mesmo que não seja líquido. A propósito do título executivo, o art. 783 estabelece três condições objetivas para que algo conte efetivamente como um título executivo, a saber, ser algo certo, exigível e líquido. Resposta incorreta. C. Para que um título executivo enseje ação de execução, basta que seja exigível e líquido, mesmo que não seja certo. A propósito do título executivo, o art. 783 estabelece três condições objetivas para que algo conte efetivamente como um título executivo, a saber, ser algo certo, exigível e líquido. Resposta incorreta. D. Para que um título executivo enseje ação de execução, basta que seja exigível e certo, mesmo que não seja exigível. A propósito do título executivo, o art. 783 estabelece três condições objetivas para que algo conte efetivamente como um título executivo, a saber, ser algo certo, exigível e líquido. Você acertou! E. Para que um título executivo enseje ação de execução, deverá ser necessariamente líquido, certo e exigível. A propósito do título executivo, o art. 783 estabelece três condições objetivas para que algo conte efetivamente como um título executivo, a saber, ser algo certo, exigível e líquido. 2. O título executivo extrajudicial é aquele que se origina independentemente da interferência da função jurisdicional. Levando isso em consideração, com relação às espécies de título executivo extrajudicial, marque a alternativa correta: Você não acertou! A. Dentre outros, contam como título executivo extrajudicial a letra de câmbio, o documento particular assinado pelo devedor e a escritura pública assinada pelo devedor e por duas testemunhas. Dentre outros, contam como título executivo extrajudicial a letra de câmbio, a nota promissória, o documento particular assinado pelo devedor e por duas testemunhas, a escritura pública assinada pelo devedor e o instrumento de transação referendado pelo Ministério Público ou pela Defensoria Pública. Resposta incorreta. B. Dentre outros, contam como título executivo extrajudicial a letra de câmbio, o documento particular assinado pelo devedor e o instrumento de transação referendado pelo Ministério Público. Dentre outros, contam como título executivo extrajudicial a letra de câmbio, a nota promissória, o documento particular assinado pelo devedor e por duas testemunhas, a escritura pública assinada pelo devedor e o instrumento de transação referendado pelo Ministério Público ou pela Defensoria Pública. Resposta correta. C. Dentre outros, contam como título executivo extrajudicial a letra de câmbio, a nota promissória e o documento particular assinado pelo devedor e por duas testemunhas. Dentre outros, contam como título executivo extrajudicial a letra de câmbio, a nota promissória, o documento particular assinado pelo devedor e por duas testemunhas, a escritura pública assinada pelo devedor e o instrumento de transação referendado pelo Ministério Público ou pela Defensoria Pública. Resposta incorreta. D. Taxativamente, contam como título executivo extrajudicial a letra de câmbio, o documento particular assinado pelo devedor e a escritura pública assinada pelo devedor e por duas testemunhas. Dentre outros, contam como título executivo extrajudicial a letra de câmbio, a nota promissória, o documento particular assinado pelo devedor e por duas testemunhas, a escritura pública assinada pelo devedor e o instrumento de transação referendado pelo Ministério Público ou pela Defensoria Pública. Resposta incorreta. E. Taxativamente, contam como título executivo extrajudicial a letra de câmbio, a nota promissória e o documento particular assinado pelo devedor e por duas testemunhas. Dentre outros, contam como título executivo extrajudicial a letra de câmbio, a nota promissória, o documento particular assinado pelo devedor e por duas testemunhas, a escritura pública assinada pelo devedor e o instrumento de transação referendado pelo Ministério Público ou pela Defensoria Pública. 3. Para propor ação de execução fundada em título executivo extrajudicial, não basta alguém ter interesse no cumprimento da obrigação, mas deve também estar legitimado pela lei para tal. Nesse contexto, marque a alternativa correta: Resposta incorreta. A. Com relação à legitimidade passiva, poderão figurar como executados apenas o Ministério Público e o espólio. Para propor ação de execução fundada em título executivo extrajudicial, a legitimidade ativa, dentre outros, poderá ser feita pelo Ministério Público, nos casos previstos em lei, e pelo espólio do credor. Você não acertou! B. Com relação à legitimidade passiva, poderá figurar como executado apenas o devedor. Para propor ação de execução fundada em título executivo extrajudicial, a legitimidade ativa, dentre outros, poderá ser feita pelo Ministério Público, nos casos previstos em lei, e pelo espólio do credor. Resposta incorreta. C. Com relação à legitimidade ativa, poderá ser feita apenas pelo Ministério Público e pelo espólio do credor. Para propor ação de execução fundada em título executivo extrajudicial, a legitimidade ativa, dentre outros, poderá ser feita pelo Ministério Público, nos casos previstos em lei, e pelo espólio do credor. Resposta incorreta. D. Com relação à legitimidade ativa, dentre outros, poderá ser feita pelo Ministério Público, em qualquer caso, e pelo espólio do credor. Para propor ação de execução fundada em título executivo extrajudicial, a legitimidade ativa, dentre outros, poderá ser feita pelo Ministério Público, nos casos previstos em lei, e pelo espólio do credor. Resposta correta. E. Com relação à legitimidade ativa, dentre outros, poderá ser feita pelo Ministério Público, nos casos previstos em lei, e pelo espólio do credor. Para propor ação de execução fundada em título executivo extrajudicial, a legitimidade ativa, dentre outros, poderá ser feita pelo Ministério Público, nos casos previstos em lei, e pelo espólio do credor. 4. No que diz respeito à petição inicial, além dos requisitos gerais contidos nos arts. 319 e 320, o art. 798 prevê uma série de exigências específicas para a ação de execução de título executivo extrajudicial. Com relação ao tema, marque a alternativa correta: Resposta incorreta. A. Dentre outras coisas, o exequente também deverá indicar os nomes completos do exequente e do executado e seus RGs. Dentre outras coisas, o exequente também deverá indicar: a) a espécie de execução de sua preferência, quando puder ser realizada por mais de um modo; b) os nomes completosdo exequente e do executado e seus números de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica; c) os bens suscetíveis de penhora, sempre que possível (art. 798, II, a, b, c). Resposta incorreta. B. Dentre outras coisas, o exequente também deverá indicar os nomes completos do exequente e do executado e seus números telefônicos. Dentre outras coisas, o exequente também deverá indicar: a) a espécie de execução de sua preferência, quando puder ser realizada por mais de um modo; b) os nomes completos do exequente e do executado e seus números de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica; c) os bens suscetíveis de penhora, sempre que possível (art. 798, II, a, b, c). Resposta correta. C. Dentre outras coisas, o exequente também deverá indicar os nomes completos do exequente e do executado e seus CPFs. Dentre outras coisas, o exequente também deverá indicar: a) a espécie de execução de sua preferência, quando puder ser realizada por mais de um modo; b) os nomes completos do exequente e do executado e seus números de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica; c) os bens suscetíveis de penhora, sempre que possível (art. 798, II, a, b, c). Você não acertou! D. Dentre outras coisas, o exequente também deverá indicar necessariamente os bens suscetíveis de penhora e o telefone do executado. Dentre outras coisas, o exequente também deverá indicar: a) a espécie de execução de sua preferência, quando puder ser realizada por mais de um modo; b) os nomes completos do exequente e do executado e seus números de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica; c) os bens suscetíveis de penhora, sempre que possível (art. 798, II, a, b, c). Resposta incorreta. E. Dentre outras coisas, o exequente também deverá indicar necessariamente os bens suscetíveis de penhora e o CPF do executado. Dentre outras coisas, o exequente também deverá indicar: a) a espécie de execução de sua preferência, quando puder ser realizada por mais de um modo; b) os nomes completos do exequente e do executado e seus números de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas ou no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica; c) os bens suscetíveis de penhora, sempre que possível (art. 798, II, a, b, c). 5. Em essência, a chamada averbação premonitória consiste em nota gravada no registro do bem informando a existência de um processo de execução em face de seu proprietário. Com relação a isso, marque a alternativa correta: Você acertou! A. Podem ser averbados quaisquer bens passíveis de penhora. Tal averbação será feita no órgão em que comumente são registrados. Além disso, com relação aos efeitos da averbação, o principal consiste na possibilidade de – no caso de alienação de bem averbado – ser presumida a fraude à execução. Podem ser averbados quaisquer bens passíveis de penhora, como, por exemplo, imóveis, veículos, ações, etc. Tal averbação será feita no órgão em que comumente são registrados. Além disso, com relação aos efeitos da averbação, o principal consiste na possibilidade de – no caso de alienação de bem averbado – ser presumida a fraude à execução. Resposta incorreta. B. Podem ser averbados apenas bens móveis. Tal averbação será feita no órgão em que comumente são registrados. Além disso, com relação aos efeitos da averbação, o principal consiste na possibilidade de – no caso de alienação de bem averbado – ser presumida a fraude à execução. Podem ser averbados quaisquer bens passíveis de penhora, como, por exemplo, imóveis, veículos, ações, etc. Tal averbação será feita no órgão em que comumente são registrados. Além disso, com relação aos efeitos da averbação, o principal consiste na possibilidade de – no caso de alienação de bem averbado – ser presumida a fraude à execução. Resposta incorreta. C. Podem ser averbados apenas bens imóveis. Tal averbação será feita no órgão em que comumente são registrados. Além disso, com relação aos efeitos da averbação, o principal consiste na possibilidade de – no caso de alienação de bem averbado – ser presumida a fraude à execução. Podem ser averbados quaisquer bens passíveis de penhora, como, por exemplo, imóveis, veículos, ações, etc. Tal averbação será feita no órgão em que comumente são registrados. Além disso, com relação aos efeitos da averbação, o principal consiste na possibilidade de – no caso de alienação de bem averbado – ser presumida a fraude à execução. Resposta incorreta. D. Podem ser averbados quaisquer bens. Tal averbação será feita no juízo responsável por julgar a execução. Além disso, com relação aos efeitos da averbação, o principal consiste na possibilidade de – no caso de alienação de bem averbado – ser presumida a fraude à execução. Podem ser averbados quaisquer bens passíveis de penhora, como, por exemplo, imóveis, veículos, ações, etc. Tal averbação será feita no órgão em que comumente são registrados. Além disso, com relação aos efeitos da averbação, o principal consiste na possibilidade de – no caso de alienação de bem averbado – ser presumida a fraude à execução. Resposta incorreta. E. Podem ser averbados apenas bens móveis e imóveis. Tal averbação será feita no juízo responsável por julgar a execução. Além disso, com relação aos efeitos da averbação, o principal consiste na possibilidade de – no caso de alienação de bem averbado – ser presumida a fraude à execução. Podem ser averbados quaisquer bens passíveis de penhora, como, por exemplo, imóveis, veículos, ações, etc. Tal averbação será feita no órgão em que comumente são registrados. Além disso, com relação aos efeitos da averbação, o principal consiste na possibilidade de – no caso de alienação de bem averbado – ser presumida a fraude à execução. Interdição (curatela) 1. O nosso ordenamento jurídico prevê a possibilidade de que, por alguma razão, a pessoa não seja efetivamente capaz de responder por si mesma. É nesse contexto que entra em cena o instituto da curatela. Com relação a isso, marque a alternativa correta. Resposta correta. A. Em essência, trata-se de instituto jurídico cuja finalidade é promover a defesa ou a assistência dos interesses civis de alguém, geralmente maior de idade e relativamente incapaz, que, por alguma razão, não tem condições de exercê-los por conta própria. Em essência, a curatela consiste em instituto jurídico cuja finalidade é promover a defesa ou a assistência dos interesses civis de alguém, geralmente maior de idade e relativamente incapaz, que, por alguma razão, não tem condições de exercê-los por conta própria. Quanto a isso, é importante não confundir o instituto da curatela com o da tutela. Com relação ao objeto, enquanto a tutela tem por objetivo atender aos interesses de menores de 18 anos, via de regra, a curatela se presta a proteger os interesses de maiores de idade. Já com relação à abrangência, no caso da tutela, costuma conferir mais poderes ao tutor, podendo abarcar tanto a pessoa quanto os seus bens. Contrariamente, no caso da curatela, os poderes do curador costumam ser mais restritos, podendo abarcar apenas a administração dos bens do curatelado. Você não acertou! B. Em essência, trata-se de instituto jurídico cuja finalidade é promover a defesa ou a assistência dos interesses civis de alguém, geralmente menor de idade e relativamente incapaz, que, por alguma razão, não tem condições de exercê-los por conta própria. Em essência, a curatela consiste em instituto jurídico cuja finalidade é promover a defesa ou a assistência dos interesses civis de alguém, geralmente maior de idade e relativamente incapaz, que, por alguma razão, não tem condições de exercê-los por conta própria. Quanto a isso, é importante não confundir o instituto da curatela com o da tutela. Com relação ao objeto, enquanto a tutela tem por objetivo atender aos interesses de menores de 18anos, via de regra, a curatela se presta a proteger os interesses de maiores de idade. Já com relação à abrangência, no caso da tutela, costuma conferir mais poderes ao tutor, podendo abarcar tanto a pessoa quanto os seus bens. Contrariamente, no caso da curatela, os poderes do curador costumam ser mais restritos, podendo abarcar apenas a administração dos bens do curatelado. Resposta incorreta. C. Em essência, trata-se de instituto jurídico cuja finalidade é promover a defesa ou a assistência dos interesses civis de alguém. Com relação à abrangência, o instituto da curatela costuma conferir poderes amplos e irrestritos ao curador. Em essência, a curatela consiste em instituto jurídico cuja finalidade é promover a defesa ou a assistência dos interesses civis de alguém, geralmente maior de idade e relativamente incapaz, que, por alguma razão, não tem condições de exercê-los por conta própria. Quanto a isso, é importante não confundir o instituto da curatela com o da tutela. Com relação ao objeto, enquanto a tutela tem por objetivo atender aos interesses de menores de 18 anos, via de regra, a curatela se presta a proteger os interesses de maiores de idade. Já com relação à abrangência, no caso da tutela, costuma conferir mais poderes ao tutor, podendo abarcar tanto a pessoa quanto os seus bens. Contrariamente, no caso da curatela, os poderes do curador costumam ser mais restritos, podendo abarcar apenas a administração dos bens do curatelado. Resposta incorreta. D. Com relação à abrangência, o instituto da curatela costuma conferir poderes restritos ao curador, não podendo abarcar a administração dos bens do curatelado. Em essência, a curatela consiste em instituto jurídico cuja finalidade é promover a defesa ou a assistência dos interesses civis de alguém, geralmente maior de idade e relativamente incapaz, que, por alguma razão, não tem condições de exercê-los por conta própria. Quanto a isso, é importante não confundir o instituto da curatela com o da tutela. Com relação ao objeto, enquanto a tutela tem por objetivo atender aos interesses de menores de 18 anos, via de regra, a curatela se presta a proteger os interesses de maiores de idade. Já com relação à abrangência, no caso da tutela, costuma conferir mais poderes ao tutor, podendo abarcar tanto a pessoa quanto os seus bens. Contrariamente, no caso da curatela, os poderes do curador costumam ser mais restritos, podendo abarcar apenas a administração dos bens do curatelado Resposta incorreta. E. Em essência, trata-se de instituto jurídico idêntico ao da tutela, cuja finalidade é promover a defesa ou a assistência dos interesses civis de alguém, que, por alguma razão, não tem condições de exercê-los por conta própria. Em essência, a curatela consiste em instituto jurídico cuja finalidade é promover a defesa ou a assistência dos interesses civis de alguém, geralmente maior de idade e relativamente incapaz, que, por alguma razão, não tem condições de exercê-los por conta própria. Quanto a isso, é importante não confundir o instituto da curatela com o da tutela. Com relação ao objeto, enquanto a tutela tem por objetivo atender aos interesses de menores de 18 anos, via de regra, a curatela se presta a proteger os interesses de maiores de idade. Já com relação à abrangência, no caso da tutela, costuma conferir mais poderes ao tutor, podendo abarcar tanto a pessoa quanto os seus bens. Contrariamente, no caso da curatela, os poderes do curador costumam ser mais restritos, podendo abarcar apenas a administração dos bens do curatelado 2. Levando em consideração o conceito de curatela, é evidente pensar na existência necessária de uma relação bilateral entre dois atores, a saber, o curador e o curatelado. Com relação às hipóteses legais de curatela, marque a alternativa correta. Resposta incorreta. A. O nosso ordenamento jurídico admite a curatela daqueles que não puderem exprimir a sua vontade, apenas nos casos em que a sua causa for permanente. Conforme o art. 1.767 do Código Civil, estão sujeitos à curatela: aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir sua vontade, os ébrios habituais e os viciados em tóxicos e os pródigos. Em especial, no caso dos pródigos, vale destacar que a curatela se restringe apenas aos atos patrimoniais do curatelado. Resposta incorreta. B. O nosso ordenamento jurídico admite a curatela daqueles que forem deficientes mentais. Conforme o art. 1.767 do Código Civil, estão sujeitos à curatela: aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir sua vontade, os ébrios habituais e os viciados em tóxicos e os pródigos. Em especial, no caso dos pródigos, vale destacar que a curatela se restringe apenas aos atos patrimoniais do curatelado. Resposta incorreta. C. O nosso ordenamento jurídico admite a curatela daqueles que forem surdos e mudos. Conforme o art. 1.767 do Código Civil, estão sujeitos à curatela: aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir sua vontade, os ébrios habituais e os viciados em tóxicos e os pródigos. Em especial, no caso dos pródigos, vale destacar que a curatela se restringe apenas aos atos patrimoniais do curatelado. Você acertou! D. O nosso ordenamento jurídico admite a curatela dos pródigos. Nesse caso, deve a curatela restringir-se apenas aos atos patrimoniais do curatelado. Conforme o art. 1.767 do Código Civil, estão sujeitos à curatela: aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir sua vontade, os ébrios habituais e os viciados em tóxicos e os pródigos. Em especial, no caso dos pródigos, vale destacar que a curatela se restringe apenas aos atos patrimoniais do curatelado. Resposta incorreta. E. O nosso ordenamento jurídico admite a curatela dos pródigos. Nesse caso, deve a curatela restringir-se apenas aos atos pessoais do curatelado. Conforme o art. 1.767 do Código Civil, estão sujeitos à curatela: aqueles que, por causa transitória ou permanente, não puderem exprimir sua vontade, os ébrios habituais e os viciados em tóxicos e os pródigos. Em especial, no caso dos pródigos, vale destacar que a curatela se restringe apenas aos atos patrimoniais do curatelado. 3. O mecanismo processual desenvolvido para garantir a possibilidade de que aqueles que necessitam de assistência venham a ser curatelados é a ação de interdição. Com relação aos legitimados para ajuizar ação de interdição, marque a alternativa correta. Você não acertou! A. Sem qualquer ordem de preferência definida, estão legitimados a ajuizar ação de interdição: cônjuge ou companheiro, parentes ou tutores, representante da entidade em que se encontra abrigado o interditando ou Ministério Público. A ação de interdição é considerada um procedimento especial de jurisdição voluntária, cuja previsão legal encontra-se entre os arts. 747 e 758 do Código de Processo Civil. Nesse contexto, sua finalidade é, de um lado, declarar a incapacidade de alguém para os atos da vida civil e, de outro lado, atribuir-lhe um curador. Com relação à legitimidade para ajuizar a ação de interdição, conforme o art. 747 do CPC, poderá ser promovida: pelo cônjuge ou companheiro; pelos parentes ou tutores; pelo representante da entidade em que se encontra abrigado o interditando; pelo Ministério Público. Com relação a tais legitimados, vale destacar que a ordem supra é preferencial. Isso significa basicamente que, por exemplo, o cônjuge terá preferência para exercer a curatela em detrimento de outros parentes. Além disso, trata-se de lista taxativa, não se admitindo outros legitimados além dos elencados pelo artigo supramencionado. Resposta incorreta. B. Sem qualquer ordem de preferência definida e de modo meramente exemplificativo, estão legitimados a ajuizar ação de interdição: cônjuge ou companheiro, parentes ou tutores, representante da entidade em que se encontra abrigado o interditando ou Ministério Público. A açãode interdição é considerada um procedimento especial de jurisdição voluntária, cuja previsão legal encontra-se entre os arts. 747 e 758 do Código de Processo Civil. Nesse contexto, sua finalidade é, de um lado, declarar a incapacidade de alguém para os atos da vida civil e, de outro lado, atribuir-lhe um curador. Com relação à legitimidade para ajuizar a ação de interdição, conforme o art. 747 do CPC, poderá ser promovida: pelo cônjuge ou companheiro; pelos parentes ou tutores; pelo representante da entidade em que se encontra abrigado o interditando; pelo Ministério Público. Com relação a tais legitimados, vale destacar que a ordem supra é preferencial. Isso significa basicamente que, por exemplo, o cônjuge terá preferência para exercer a curatela em detrimento de outros parentes. Além disso, trata-se de lista taxativa, não se admitindo outros legitimados além dos elencados pelo artigo supramencionado. Resposta correta. C. De modo preferencial e taxativo, estão legitimados a ajuizar ação de interdição: cônjuge ou companheiro, parentes ou tutores, representante da entidade em que se encontra abrigado o interditando ou Ministério Público. A ação de interdição é considerada um procedimento especial de jurisdição voluntária, cuja previsão legal encontra-se entre os arts. 747 e 758 do Código de Processo Civil. Nesse contexto, sua finalidade é, de um lado, declarar a incapacidade de alguém para os atos da vida civil e, de outro lado, atribuir-lhe um curador. Com relação à legitimidade para ajuizar a ação de interdição, conforme o art. 747 do CPC, poderá ser promovida: pelo cônjuge ou companheiro; pelos parentes ou tutores; pelo representante da entidade em que se encontra abrigado o interditando; pelo Ministério Público. Com relação a tais legitimados, vale destacar que a ordem supra é preferencial. Isso significa basicamente que, por exemplo, o cônjuge terá preferência para exercer a curatela em detrimento de outros parentes. Além disso, trata-se de lista taxativa, não se admitindo outros legitimados além dos elencados pelo artigo supramencionado. Resposta incorreta. D. De modo preferencial e exemplificativo, estão legitimados a ajuizar ação de interdição: cônjuge ou companheiro, parentes ou tutores, representante da entidade em que se encontra abrigado o interditando ou Ministério Público. A ação de interdição é considerada um procedimento especial de jurisdição voluntária, cuja previsão legal encontra-se entre os arts. 747 e 758 do Código de Processo Civil. Nesse contexto, sua finalidade é, de um lado, declarar a incapacidade de alguém para os atos da vida civil e, de outro lado, atribuir-lhe um curador. Com relação à legitimidade para ajuizar a ação de interdição, conforme o art. 747 do CPC, poderá ser promovida: pelo cônjuge ou companheiro; pelos parentes ou tutores; pelo representante da entidade em que se encontra abrigado o interditando; pelo Ministério Público. Com relação a tais legitimados, vale destacar que a ordem supra é preferencial. Isso significa basicamente que, por exemplo, o cônjuge terá preferência para exercer a curatela em detrimento de outros parentes. Além disso, trata-se de lista taxativa, não se admitindo outros legitimados além dos elencados pelo artigo supramencionado. Resposta incorreta. E. O Ministério Público não tem legitimidade para ajuizar ação de interdição, atuando meramente como fiscal da ordem jurídica. A ação de interdição é considerada um procedimento especial de jurisdição voluntária, cuja previsão legal encontra-se entre os arts. 747 e 758 do Código de Processo Civil. Nesse contexto, sua finalidade é, de um lado, declarar a incapacidade de alguém para os atos da vida civil e, de outro lado, atribuir-lhe um curador. Com relação à legitimidade para ajuizar a ação de interdição, conforme o art. 747 do CPC, poderá ser promovida: pelo cônjuge ou companheiro; pelos parentes ou tutores; pelo representante da entidade em que se encontra abrigado o interditando; pelo Ministério Público. Com relação a tais legitimados, vale destacar que a ordem supra é preferencial. Isso significa basicamente que, por exemplo, o cônjuge terá preferência para exercer a curatela em detrimento de outros parentes. Além disso, trata-se de lista taxativa, não se admitindo outros legitimados além dos elencados pelo artigo supramencionado. 4. Admitida a inicial, nos casos em que houver urgência justificada, o juiz poderá nomear curador provisório ao interditando para a prática de determinados atos. Além disso, com relação ao procedimento da ação de interdição, marque a alternativa correta. Resposta incorreta. A. Admitida a inicial de interdição, o oficial de justiça ordenará a citação do interditando para que, em dia designado, compareça em juízo para interrogatório. Feito isso, caso deseje, o interditando poderá impugnar o pedido no prazo de 10 dias. Admitida a inicial de interdição, o juiz ordenará a citação do interditando para que, em dia designado, compareça em juízo para entrevista. Nela o juiz tomará ciência de sua vida, negócios, bens, vontades, preferências e laços familiares e afetivos e sobre o que mais lhe parecer necessário para convencimento quanto à sua capacidade para praticar atos da vida civil. Após a entrevista, dentro do prazo de 15 dias, o interditado poderá impugnar o pedido (art. 752). Além disso, menciona-se que – caso deseje – poderá constituir advogado e, se não o fizer, deverá ser nomeado curador especial, podendo seu cônjuge, companheiro ou qualquer parente sucessível intervir como assistente. Depois disso, nos casos em que não atuar como proponente, o Ministério Público intervirá como fiscal da ordem jurídica (art. 752, § 1.º). Feito isso, após o decurso do prazo supramencionado, o juiz – independentemente do resultado da entrevista – determinará a produção de prova pericial com vistas à avaliação da capacidade do interditando para a prática dos atos da vida civil (art. 753). Resposta correta. B. Admitida a inicial de interdição, o juiz ordenará a citação do interditando para que, em dia designado, compareça em juízo para entrevista. Feito isso, caso deseje, o interditando poderá impugnar o pedido no prazo de 15 dias. Admitida a inicial de interdição, o juiz ordenará a citação do interditando para que, em dia designado, compareça em juízo para entrevista. Nela o juiz tomará ciência de sua vida, negócios, bens, vontades, preferências e laços familiares e afetivos e sobre o que mais lhe parecer necessário para convencimento quanto à sua capacidade para praticar atos da vida civil. Após a entrevista, dentro do prazo de 15 dias, o interditado poderá impugnar o pedido (art. 752). Além disso, menciona-se que – caso deseje – poderá constituir advogado e, se não o fizer, deverá ser nomeado curador especial, podendo seu cônjuge, companheiro ou qualquer parente sucessível intervir como assistente. Depois disso, nos casos em que não atuar como proponente, o Ministério Público intervirá como fiscal da ordem jurídica (art. 752, § 1.º). Feito isso, após o decurso do prazo supramencionado, o juiz – independentemente do resultado da entrevista – determinará a produção de prova pericial com vistas à avaliação da capacidade do interditando para a prática dos atos da vida civil (art. 753). Você não acertou! C. Admitida a inicial de interdição, o juiz ordenará a citação do interditando para que, em dia designado, compareça em juízo para entrevista. Feito isso, caso deseje, o interditando poderá impugnar o pedido no prazo de 10 dias. Admitida a inicial de interdição, o juiz ordenará a citação do interditando para que, em dia designado, compareça em juízo para entrevista. Nela o juiz tomará ciência de sua vida, negócios, bens, vontades, preferências e laços familiares e afetivos e sobre o que mais lhe parecer necessário para convencimento quanto à sua capacidade para praticar atos da vida civil. Após a entrevista, dentro do prazo de 15 dias, o interditado poderáimpugnar o pedido (art. 752). Além disso, menciona-se que – caso deseje – poderá constituir advogado e, se não o fizer, deverá ser nomeado curador especial, podendo seu cônjuge, companheiro ou qualquer parente sucessível intervir como assistente. Depois disso, nos casos em que não atuar como proponente, o Ministério Público intervirá como fiscal da ordem jurídica (art. 752, § 1.º). Feito isso, após o decurso do prazo supramencionado, o juiz – independentemente do resultado da entrevista – determinará a produção de prova pericial com vistas à avaliação da capacidade do interditando para a prática dos atos da vida civil (art. 753). Resposta incorreta. D. Após decorrido o prazo para manifestação do interditando, nos casos em que não atuar como proponente, a Defensoria Pública intervirá como fiscal da ordem jurídica. Admitida a inicial de interdição, o juiz ordenará a citação do interditando para que, em dia designado, compareça em juízo para entrevista. Nela o juiz tomará ciência de sua vida, negócios, bens, vontades, preferências e laços familiares e afetivos e sobre o que mais lhe parecer necessário para convencimento quanto à sua capacidade para praticar atos da vida civil. Após a entrevista, dentro do prazo de 15 dias, o interditado poderá impugnar o pedido (art. 752). Além disso, menciona-se que – caso deseje – poderá constituir advogado e, se não o fizer, deverá ser nomeado curador especial, podendo seu cônjuge, companheiro ou qualquer parente sucessível intervir como assistente. Depois disso, nos casos em que não atuar como proponente, o Ministério Público intervirá como fiscal da ordem jurídica (art. 752, § 1.º). Feito isso, após o decurso do prazo supramencionado, o juiz – independentemente do resultado da entrevista – determinará a produção de prova pericial com vistas à avaliação da capacidade do interditando para a prática dos atos da vida civil (art. 753). Resposta incorreta. E. A depender do resultado da entrevista com o juiz, ele pode prescindir da produção de prova pericial. Admitida a inicial de interdição, o juiz ordenará a citação do interditando para que, em dia designado, compareça em juízo para entrevista. Nela o juiz tomará ciência de sua vida, negócios, bens, vontades, preferências e laços familiares e afetivos e sobre o que mais lhe parecer necessário para convencimento quanto à sua capacidade para praticar atos da vida civil. Após a entrevista, dentro do prazo de 15 dias, o interditado poderá impugnar o pedido (art. 752). Além disso, menciona-se que – caso deseje – poderá constituir advogado e, se não o fizer, deverá ser nomeado curador especial, podendo seu cônjuge, companheiro ou qualquer parente sucessível intervir como assistente. Depois disso, nos casos em que não atuar como proponente, o Ministério Público intervirá como fiscal da ordem jurídica (art. 752, § 1.º). Feito isso, após o decurso do prazo supramencionado, o juiz – independentemente do resultado da entrevista – determinará a produção de prova pericial com vistas à avaliação da capacidade do interditando para a prática dos atos da vida civil (art. 753). 5. Conforme o art. 29, V, da Lei n.º 6.015/73, cujo objetivo é dispor sobre registros públicos, as interdições devem ser registradas no registro civil de pessoas naturais. Quanto a isso, marque a alternativa correta. Você acertou! A. Com relação ao tempo de duração da transcrição, a sentença permanecerá registrada até que o interditado venha a recuperar o discernimento da realidade, devendo para isso obter nova decisão judicial levantando a interdição. Em essência, a transcrição da sentença de interdição no registro de pessoas naturais consiste em nota constante na certidão de nascimento ou casamento do interditado. Tal nota serve para dar ciência e publicidade a terceiros de que uma certa pessoa tem restrição para realizar atos civis por contra própria, devendo ser assistida pelo seu curador. Isso impede que o curatelado realize os atos desassistido, protegendo-o – dentre outras coisas – contra a má-fé de terceiros. Isso ocorre porque a transcrição da sentença de interdição no registro de pessoas naturais serve como prova objetiva e pública da incapacidade, surtindo efeitos ex nunc, isto é, a partir da transcrição da decisão no registro competente, de modo que os negócios jurídicos eventualmente realizados pelo próprio interditado após a data da transcrição poderão ser anulados. Com relação ao tempo de duração da transcrição, a sentença permanecerá registrada até que o interditado venha a recuperar o discernimento da realidade, devendo para isso obter nova decisão judicial levantando a interdição. Resposta incorreta. B. A transcrição consiste em nota constante na certidão de nascimento ou casamento do interditado, não surtindo qualquer efeito prático para ele. Em essência, a transcrição da sentença de interdição no registro de pessoas naturais consiste em nota constante na certidão de nascimento ou casamento do interditado. Tal nota serve para dar ciência e publicidade a terceiros de que uma certa pessoa tem restrição para realizar atos civis por contra própria, devendo ser assistida pelo seu curador. Isso impede que o curatelado realize os atos desassistido, protegendo-o – dentre outras coisas – contra a má-fé de terceiros. Isso ocorre porque a transcrição da sentença de interdição no registro de pessoas naturais serve como prova objetiva e pública da incapacidade, surtindo efeitos ex nunc, isto é, a partir da transcrição da decisão no registro competente, de modo que os negócios jurídicos eventualmente realizados pelo próprio interditado após a data da transcrição poderão ser anulados. Com relação ao tempo de duração da transcrição, a sentença permanecerá registrada até que o interditado venha a recuperar o discernimento da realidade, devendo para isso obter nova decisão judicial levantando a interdição. Resposta incorreta. C. A transcrição da sentença de interdição no registro de pessoas naturais serve como prova objetiva e pública da incapacidade, surtindo efeitos ex tunc. Em essência, a transcrição da sentença de interdição no registro de pessoas naturais consiste em nota constante na certidão de nascimento ou casamento do interditado. Tal nota serve para dar ciência e publicidade a terceiros de que uma certa pessoa tem restrição para realizar atos civis por contra própria, devendo ser assistida pelo seu curador. Isso impede que o curatelado realize os atos desassistido, protegendo-o – dentre outras coisas – contra a má-fé de terceiros. Isso ocorre porque a transcrição da sentença de interdição no registro de pessoas naturais serve como prova objetiva e pública da incapacidade, surtindo efeitos ex nunc, isto é, a partir da transcrição da decisão no registro competente, de modo que os negócios jurídicos eventualmente realizados pelo próprio interditado após a data da transcrição poderão ser anulados. Com relação ao tempo de duração da transcrição, a sentença permanecerá registrada até que o interditado venha a recuperar o discernimento da realidade, devendo para isso obter nova decisão judicial levantando a interdição. Resposta incorreta. D. Os negócios jurídicos eventualmente realizados pelo próprio interditado após a data da transcrição poderão ser anulados. Em essência, a transcrição da sentença de interdição no registro de pessoas naturais consiste em nota constante na certidão de nascimento ou casamento do interditado. Tal nota serve para dar ciência e publicidade a terceiros de que uma certa pessoa tem restrição para realizar atos civis por contra própria, devendo ser assistida pelo seu curador. Isso impede que o curatelado realize os atos desassistido, protegendo-o – dentre outras coisas – contra a má-fé de terceiros. Isso ocorre porque a transcrição da sentença de interdição no registro de pessoas naturais serve como prova objetiva e pública da incapacidade, surtindo efeitos ex nunc, isto é, a partir da transcriçãoda decisão no registro competente, de modo que os negócios jurídicos eventualmente realizados pelo próprio interditado após a data da transcrição poderão ser anulados. Com relação ao tempo de duração da transcrição, a sentença permanecerá registrada até que o interditado venha a recuperar o discernimento da realidade, devendo para isso obter nova decisão judicial levantando a interdição. Resposta incorreta. E. Com relação ao tempo de duração da transcrição, a sentença permanecerá registrada até que o interditado venha a recuperar o discernimento da realidade, devendo para isso levar laudo médico ao registro que realizou a transcrição. Em essência, a transcrição da sentença de interdição no registro de pessoas naturais consiste em nota constante na certidão de nascimento ou casamento do interditado. Tal nota serve para dar ciência e publicidade a terceiros de que uma certa pessoa tem restrição para realizar atos civis por contra própria, devendo ser assistida pelo seu curador. Isso impede que o curatelado realize os atos desassistido, protegendo-o – dentre outras coisas – contra a má-fé de terceiros. Isso ocorre porque a transcrição da sentença de interdição no registro de pessoas naturais serve como prova objetiva e pública da incapacidade, surtindo efeitos ex nunc, isto é, a partir da transcrição da decisão no registro competente, de modo que os negócios jurídicos eventualmente realizados pelo próprio interditado após a data da transcrição poderão ser anulados. Com relação ao tempo de duração da transcrição, a sentença permanecerá registrada até que o interditado venha a recuperar o discernimento da realidade, devendo para isso obter nova decisão judicial levantando a interdição. Recursos 1. Recurso é o instituto processual por meio do qual a parte, insatisfeita com o resultado de certa decisão judicial, busca invalidar, reformar, esclarecer ou integrar a tutela jurisdicional prestada por um órgão jurisdicional qualquer. Com relação aos princípios recursais, aquele que está ligado à ideia segundo a qual certo instituto processual só pode ser tomado como recurso se, e somente se, houver estipulação legal é chamado de ___________. Resposta incorreta. A. duplo grau de jurisdição. Na base do princípio da taxatividade está a ideia segundo a qual certo instituto processual só pode ser tomado como recurso se, e somente se, houver estipulação legal. Em outras palavras, só é recurso aquilo que a lei estabelece como sendo recurso. Assim, se algum instituto processual tiver as feições de recurso, mas não for legalmente tratado como tal, então ele não será um recurso. Contrariamente, se algo não tiver as feições de recurso, mas for tratado pelo ordenamento jurídico como tal, então ele será um recurso. Você acertou! B. taxatividade. Na base do princípio da taxatividade está a ideia segundo a qual certo instituto processual só pode ser tomado como recurso se, e somente se, houver estipulação legal. Em outras palavras, só é recurso aquilo que a lei estabelece como sendo recurso. Assim, se algum instituto processual tiver as feições de recurso, mas não for legalmente tratado como tal, então ele não será um recurso. Contrariamente, se algo não tiver as feições de recurso, mas for tratado pelo ordenamento jurídico como tal, então ele será um recurso. Resposta incorreta. C. singularidade. Na base do princípio da taxatividade está a ideia segundo a qual certo instituto processual só pode ser tomado como recurso se, e somente se, houver estipulação legal. Em outras palavras, só é recurso aquilo que a lei estabelece como sendo recurso. Assim, se algum instituto processual tiver as feições de recurso, mas não for legalmente tratado como tal, então ele não será um recurso. Contrariamente, se algo não tiver as feições de recurso, mas for tratado pelo ordenamento jurídico como tal, então ele será um recurso. Resposta incorreta. D. correlação. Na base do princípio da taxatividade está a ideia segundo a qual certo instituto processual só pode ser tomado como recurso se, e somente se, houver estipulação legal. Em outras palavras, só é recurso aquilo que a lei estabelece como sendo recurso. Assim, se algum instituto processual tiver as feições de recurso, mas não for legalmente tratado como tal, então ele não será um recurso. Contrariamente, se algo não tiver as feições de recurso, mas for tratado pelo ordenamento jurídico como tal, então ele será um recurso. Resposta incorreta. E. fungibilidade. Na base do princípio da taxatividade está a ideia segundo a qual certo instituto processual só pode ser tomado como recurso se, e somente se, houver estipulação legal. Em outras palavras, só é recurso aquilo que a lei estabelece como sendo recurso. Assim, se algum instituto processual tiver as feições de recurso, mas não for legalmente tratado como tal, então ele não será um recurso. Contrariamente, se algo não tiver as feições de recurso, mas for tratado pelo ordenamento jurídico como tal, então ele será um recurso. 2. Entre as muitas questões relacionadas ao estudo dos recursos, merece destaque o tópico dos princípios recursais. Nesse contexto, em função do princípio da ____________, garante-se que certo recurso seja admitido ainda que tenha sido interposto visando a uma finalidade não prevista em seu conceito. Em outras palavras, torna-se possível ao julgador admitir recurso de uma espécie x quando na verdade o correto seria – para o caso concreto – interpor o recurso y. Resposta incorreta. A. singularidade. Em função do princípio da fungibilidade, garante-se que certo recurso seja admitido, ainda que tenha sido interposto visando a uma finalidade não prevista em seu conceito. Em outras palavras, torna-se possível ao julgador admitir recurso de uma espécie x quando na verdade o correto seria – para o caso concreto – interpor o recurso y. Porém, vale destacar, não é qualquer recurso que pode ser convertido em outro. Caso contrário, a própria distinção entre os recursos restaria esvaziada. Nesse contexto, a aplicação do princípio da fungibilidade recursal está condicionada a uma dúvida razoável acerca de qual seria o recurso cabível para o caso concreto. Isto é, deve haver efetiva dúvida jurídica sobre qual recurso deve ser interposto para atingir certa finalidade. Resposta incorreta. B. correlação. Em função do princípio da fungibilidade, garante-se que certo recurso seja admitido, ainda que tenha sido interposto visando a uma finalidade não prevista em seu conceito. Em outras palavras, torna-se possível ao julgador admitir recurso de uma espécie x quando na verdade o correto seria – para o caso concreto – interpor o recurso y. Porém, vale destacar, não é qualquer recurso que pode ser convertido em outro. Caso contrário, a própria distinção entre os recursos restaria esvaziada. Nesse contexto, a aplicação do princípio da fungibilidade recursal está condicionada a uma dúvida razoável acerca de qual seria o recurso cabível para o caso concreto. Isto é, deve haver efetiva dúvida jurídica sobre qual recurso deve ser interposto para atingir certa finalidade. Resposta incorreta. C. dialeticidade. Em função do princípio da fungibilidade, garante-se que certo recurso seja admitido, ainda que tenha sido interposto visando a uma finalidade não prevista em seu conceito. Em outras palavras, torna-se possível ao julgador admitir recurso de uma espécie x quando na verdade o correto seria – para o caso concreto – interpor o recurso y. Porém, vale destacar, não é qualquer recurso que pode ser convertido em outro. Caso contrário, a própria distinção entre os recursos restaria esvaziada. Nesse contexto, a aplicação do princípio da fungibilidade recursal está condicionada a uma dúvida razoável acerca de qual seria o recurso cabível para o caso concreto. Isto é, deve haver efetiva dúvida jurídica sobre qual recurso deve ser interposto para atingir certa finalidade. Você acertou! D.fungibilidade. Em função do princípio da fungibilidade, garante-se que certo recurso seja admitido, ainda que tenha sido interposto visando a uma finalidade não prevista em seu conceito. Em outras palavras, torna-se possível ao julgador admitir recurso de uma espécie x quando na verdade o correto seria – para o caso concreto – interpor o recurso y. Porém, vale destacar, não é qualquer recurso que pode ser convertido em outro. Caso contrário, a própria distinção entre os recursos restaria esvaziada. Nesse contexto, a aplicação do princípio da fungibilidade recursal está condicionada a uma dúvida razoável acerca de qual seria o recurso cabível para o caso concreto. Isto é, deve haver efetiva dúvida jurídica sobre qual recurso deve ser interposto para atingir certa finalidade. Resposta incorreta. E. voluntariedade. Em função do princípio da fungibilidade, garante-se que certo recurso seja admitido, ainda que tenha sido interposto visando a uma finalidade não prevista em seu conceito. Em outras palavras, torna-se possível ao julgador admitir recurso de uma espécie x quando na verdade o correto seria – para o caso concreto – interpor o recurso y. Porém, vale destacar, não é qualquer recurso que pode ser convertido em outro. Caso contrário, a própria distinção entre os recursos restaria esvaziada. Nesse contexto, a aplicação do princípio da fungibilidade recursal está condicionada a uma dúvida razoável acerca de qual seria o recurso cabível para o caso concreto. Isto é, deve haver efetiva dúvida jurídica sobre qual recurso deve ser interposto para atingir certa finalidade. 3. O art. 994 do Código de Processo Civil elenca nove espécies de recurso. Nesse contexto, com relação aos prazos recursais, é correto afirmar que, com exceção ________________ , cujo decurso ocorre em ____ dias, todos podem ser interpostos em até ____ dias. Ainda quanto a isso, vale dizer que os prazos serão computados apenas em dias _______. Assinale a alternativa que contém a resposta correta para cada lacuna. Resposta incorreta. A. dos embargos de declaração – 5 – 10 – úteis. Com relação a prazo para interposição de recurso, o § 5.º do art. 1.003 estabelece que, com exceção dos embargos de declaração, cujo decurso ocorre em 5 dias, todos podem ser interpostos em até 15 dias. Ainda quanto a isso, vale dizer que, por força do art. 219, os prazos serão computados apenas em dias úteis. Resposta incorreta. B. dos embargos de declaração – 5 – 10 – corridos. Com relação a prazo para interposição de recurso, o § 5.º do art. 1.003 estabelece que, com exceção dos embargos de declaração, cujo decurso ocorre em 5 dias, todos podem ser interpostos em até 15 dias. Ainda quanto a isso, vale dizer que, por força do art. 219, os prazos serão computados apenas em dias úteis. Você acertou! C. dos embargos de declaração – 5 – 15 – úteis. Com relação a prazo para interposição de recurso, o § 5.º do art. 1.003 estabelece que, com exceção dos embargos de declaração, cujo decurso ocorre em 5 dias, todos podem ser interpostos em até 15 dias. Ainda quanto a isso, vale dizer que, por força do art. 219, os prazos serão computados apenas em dias úteis. Resposta incorreta. D. dos embargos de divergência – 10 – 15 – úteis. Com relação a prazo para interposição de recurso, o § 5.º do art. 1.003 estabelece que, com exceção dos embargos de declaração, cujo decurso ocorre em 5 dias, todos podem ser interpostos em até 15 dias. Ainda quanto a isso, vale dizer que, por força do art. 219, os prazos serão computados apenas em dias úteis. Resposta incorreta. E. dos embargos de divergência – 5 – 15 – corridos. Com relação a prazo para interposição de recurso, o § 5.º do art. 1.003 estabelece que, com exceção dos embargos de declaração, cujo decurso ocorre em 5 dias, todos podem ser interpostos em até 15 dias. Ainda quanto a isso, vale dizer que, por força do art. 219, os prazos serão computados apenas em dias úteis. 4. Aquilo que conta como recurso deve ter previsão legal explícita. Isto é, para que algo conte como recurso, é essencial haver atividade legislativa prevendo explicitamente que tal e tal instituto processual é um recurso. Dito isso, chama-se ________ o meio de impugnação por meio do qual se objetiva o reexame de sentença definitiva ou terminativa de juízo de primeiro grau. Ademais, conforme o critério da abrangência, classifica-se como recurso _______. Você não acertou! A. agravo de instrumento – ordinário. Considera-se que o meio de impugnação por meio do qual se objetiva o reexame de sentença definitiva ou terminativa de juízo de primeiro grau é a apelação. Em função da abrangência das matérias impugnáveis, as espécies de recurso se classificam em dois grupos, a saber, os recursos ordinários e os recursos excepcionais. Nesse contexto, por intermédio da apelação, além das matérias de direito, também é possível reexaminar as provas contidas nos autos, sendo assim considerada um recurso ordinário. Resposta correta. B. apelação – ordinário. Considera-se que o meio de impugnação por meio do qual se objetiva o reexame de sentença definitiva ou terminativa de juízo de primeiro grau é a apelação. Em função da abrangência das matérias impugnáveis, as espécies de recurso se classificam em dois grupos, a saber, os recursos ordinários e os recursos excepcionais. Nesse contexto, por intermédio da apelação, além das matérias de direito, também é possível reexaminar as provas contidas nos autos, sendo assim considerada um recurso ordinário. Resposta incorreta. C. recurso ordinário – ordinário. Considera-se que o meio de impugnação por meio do qual se objetiva o reexame de sentença definitiva ou terminativa de juízo de primeiro grau é a apelação. Em função da abrangência das matérias impugnáveis, as espécies de recurso se classificam em dois grupos, a saber, os recursos ordinários e os recursos excepcionais. Nesse contexto, por intermédio da apelação, além das matérias de direito, também é possível reexaminar as provas contidas nos autos, sendo assim considerada um recurso ordinário. Resposta incorreta. D. embargos de declaração – excepcional. Considera-se que o meio de impugnação por meio do qual se objetiva o reexame de sentença definitiva ou terminativa de juízo de primeiro grau é a apelação. Em função da abrangência das matérias impugnáveis, as espécies de recurso se classificam em dois grupos, a saber, os recursos ordinários e os recursos excepcionais. Nesse contexto, por intermédio da apelação, além das matérias de direito, também é possível reexaminar as provas contidas nos autos, sendo assim considerada um recurso ordinário. Resposta incorreta. E. recurso extraordinário – excepcional. Considera-se que o meio de impugnação por meio do qual se objetiva o reexame de sentença definitiva ou terminativa de juízo de primeiro grau é a apelação. Em função da abrangência das matérias impugnáveis, as espécies de recurso se classificam em dois grupos, a saber, os recursos ordinários e os recursos excepcionais. Nesse contexto, por intermédio da apelação, além das matérias de direito, também é possível reexaminar as provas contidas nos autos, sendo assim considerada um recurso ordinário. 5. Os tribunais devem uniformizar sua jurisprudência e mantê-la estável, íntegra e coerente. Nesse contexto, dentre os mecanismos específicos destinados a tais fins, o incidente de resolução de demandas repetitivas tem posição central. Com relação a isso, marque a alternativa correta. Resposta incorreta. A. Pode ser proposto pelo Ministério Público, mediante ofício. O art. 977 estabelece que poderá ser instaurado pelo juiz de primeiro grau ou pelo relator do processo em tramitação no tribunal, mediante ofício (art. 977, I). Além disso, poderá ser instaurado pelas partes, mediante petição (art. 977, II). Por fim, o incidente também pode ser proposto pela Defensoria Pública e pelo Ministério Público, igualmentemediante petição. Resposta incorreta. B. Pode ser instaurado pelo juiz e pela parte, mediante ofício. O art. 977 estabelece que poderá ser instaurado pelo juiz de primeiro grau ou pelo relator do processo em tramitação no tribunal, mediante ofício (art. 977, I). Além disso, poderá ser instaurado pelas partes, mediante petição (art. 977, II). Por fim, o incidente também pode ser proposto pela Defensoria Pública e pelo Ministério Público, igualmente mediante petição. Resposta incorreta. C. Pode ser instaurado pelo juiz, mediante petição, e pela parte, mediante ofício. O art. 977 estabelece que poderá ser instaurado pelo juiz de primeiro grau ou pelo relator do processo em tramitação no tribunal, mediante ofício (art. 977, I). Além disso, poderá ser instaurado pelas partes, mediante petição (art. 977, II). Por fim, o incidente também pode ser proposto pela Defensoria Pública e pelo Ministério Público, igualmente mediante petição. Você não acertou! D. Pode ser instaurado pelo juiz e pela parte, mediante petição. O art. 977 estabelece que poderá ser instaurado pelo juiz de primeiro grau ou pelo relator do processo em tramitação no tribunal, mediante ofício (art. 977, I). Além disso, poderá ser instaurado pelas partes, mediante petição (art. 977, II). Por fim, o incidente também pode ser proposto pela Defensoria Pública e pelo Ministério Público, igualmente mediante petição. Resposta correta. E. Pode ser instaurada pelo juiz, mediante ofício, e pela parte, mediante petição. O art. 977 estabelece que poderá ser instaurado pelo juiz de primeiro grau ou pelo relator do processo em tramitação no tribunal, mediante ofício (art. 977, I). Além disso, poderá ser instaurado pelas partes, mediante petição (art. 977, II). Por fim, o incidente também pode ser proposto pela Defensoria Pública e pelo Ministério Público, igualmente mediante petição.