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Aluna: Maria do Carmo Taborda dos Santos Disciplina: Ética Curso: Direito Trabalho de Ética 1. Quais são as condições necessárias para poder imputar a alguém uma responsabilidade moral por um ato? R- Saúde mental, a idade, o nível de escolaridade; Tem que ser atribuído a alguém que está de posse .realmente de se responsabilizar desse potenciar de se responsabilizar de uma consciência do que está fazendo que teve a liberdade anterior ao ato de ponderar essas opções, de conhecer essas opções de ver os pós e os contra das opções das mais diversas situações, e escolher livremente a atitude a ser tomada, não que seja uma atitude onisciente ou toda poderosa, mas que tenha feito ponderações mínimas que jogamos ponderações da maturidade de uma responsabilidade que o ser humano é capaz mínimas que julgamos ponderações da maturidade, de uma responsabilidade capaz principalmente na idade adulta e de posse de uma educação formal, de posse uma saúde mínima , de uma dignidade material mínima não estando então em situações extremas, que pode também dificultar muito o juízo da pessoa . 2. Leia o trecho a seguir: "A ignorância das circunstâncias, da natureza ou das consequências dos atos humanos autoriza a eximir um indivíduo da sua responsabilidade pessoal, mas essa isenção estará justificada somente quando, por sua vez, o indivíduo em questão não for responsável pela sua ignorância; ou seja, quando se encontra na impossibilidade subjetiva (por motivos pessoais) ou objetiva (por motivos históricos e sociais) de ser consciente do seu ato pessoal." Explique com suas palavras o que o autor quis dizer e dê um exemplo. R- = O autor está enfatizando a importância de considerar o contexto em que os indivíduos estão inseridos antes de julgá-los por suas ações. Ele destaca que a responsabilidade pessoal não pode ser completamente ignorada, mas deve ser avaliada levando em conta as limitações e influências externas que podem afetar a capacidade de uma pessoa de agir de forma consciente, como exemplo uma pessoa que vive em uma comunidade isolada, sem acesso à educação formal ou informações externas. Essa pessoa pode cometer um ato prejudicial sem estar ciente das consequências negativas, devido à sua falta de conhecimento sobre o assunto. 3. O que o autor Sanchez Vasques compreende por coação externa e interna? R- Coação externa trata-se de uma condição fundamental para que se possa se responsabilizar uma pessoa por um ato que provenha dele próprio e não provenha de fora, exigindo-se que a pessoa não esteja submetida a uma coação externa. A coação interna é forte, onde o sujeito não pode agir de maneira diferente daquela como operou, e não tendo realizado o que livre consciente teria querido. Possuem uma grande dificuldade de traçar a linha entre o norma e o anormal. 4. Segundo Sanchez Vasques é possível apontar uma responsabilidade moral a um indivíduo que está impossibilidade de decidir/agir com liberdade? R- = Não, a responsabilidade moral exige, a ausência de coação interna ou externa, então a possibilidade de resistir em maior ou menor grau. 5. Sobre a relação entre Liberdade e Responsabilidade, explique qual é o posicionamento do Determinismo Absoluto. R- = O Determinismo Absoluto parte do princípio de que não há liberdade em nada. Se o comportamento do ser humano é determinado, não tem sentido em falar de liberdade e, portanto, em responsabilidade moral. O determinismo incompatível com a liberdade. 6. Sobre a relação entre Liberdade e Responsabilidade, explique qual é o posicionamento do Libertarismo. R- Se o comportamento do ser humano é determinado, trata-se somente de uma autodeterminação do EU, e nisto consiste a sua liberdade. A liberdade é incompatível com qualquer determinação externa ao sujeito, seja da natureza ou da sociedade. 7. Defina Bioética e Biodireito. R- Bioética trata-se de um conjunto de reflexões filosóficas e morais sobre a vida em geral e sobre as práticas médicas. Biodireito é a tratativa jurídica dos temas relacionados à bioética. 8. Quais são os princípios bioéticos básicos. Explique-os. R- O princípio da autonomia que requer que o profissional da saúde respeite a vontade do paciente, ou de seu representante, levando e conta em certa medida, seus valores morais e crenças religiosas. Outro princípio é da beneficência que requer o atendimento por parte do médico ou geneticista aos mais importantes interesses das pessoas envolvidas as práticas biomédicas ou medicas, para atingir seu bem-estar, evitando, na medida do possível, qualquer dano. O princípio da não maleficência é um desdobramento do da beneficiaria, por cometer a obrigação de não acarretar dano intencional, e por derivar máxima da ética médica. 9. Quais são as novidades apontadas pela autora Maria Helena Diniz em O Estado Atual do Biodireito que são desencadeadas pelas inovações das ciências biomédicas, da engenharia genética, da embriologia e das altas tecnologias aplicadas à saúde? R- A socialização do atendimento médico, a telemedicina, pela qual os médicos estão salvando vidas a distância através dos meios de teleconferência que efetuam consultas de todos os lugares, a progressiva medicalização da vida, com o advento de uma multiplicidade de ofertas de serviços médicos reativos as diferentes fases da vida como a embriologia, neonatologia, pediatria.