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71 ANATOMIA APLICADA Unidade III 5 ANATOMIA POR IMAGEM DE RAIO X – CRÂNIO, COLUNA VERTEBRAL, TÓRAX E ABDOME Para estudar anatomia radiológica, é preciso dar atenção às conformidades das estruturas analisadas, que será primordial para compreensão do conteúdo. Saiba mais Para tornar o aprendizado mais interessante e clinicamente significante, sugerimos: WEBER, E. C. et al. Netter: anatomia radiológica concisa. 2. ed. São Paulo: Revinter, 2015. 5.1 Crânio e pescoço Essas regiões possuem grande quantidade de ossos, mas os tecidos moles também precisam ser observados. O que mudará em relação à imagem são os tons de cinza que a estrutura anatômica apresentará: é importante considerar que essas regiões apresentam estruturas de diferentes densidades, ou seja, são constituídas de tecido ósseo e de tecidos moles. 5.1.1 Ossos do crânio Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de crânio em projeção anteroposterior axial, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: osso occipital, forame magno, processos clinoides posteriores, crista petrosa, mastoide e doso da sela. 72 Unidade III Osso occipital Dorso da sela Mastoide Forame magno Processos clinoides posteriores Crista petrosa Figura 66 – Imagem por raio X do crânio em projeção anteroposterior axial Fonte: Bontrager (2015, p. 1.207). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de crânio em projeção perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: ramo da mandíbula (pertencente à face), clivo, asas maiores, tetos orbitais (pertencente à face), osso frontal, asas menores do esfenoide, processos clinoides anteriores e posteriores, parietal, occipital, dorso da sela e osso temporal. 73 ANATOMIA APLICADA Asas menores do esfenoide Asas maiores Clivo Occipital Parietal Osso frontal Tetos orbitais (placa) Ramo mandibular Osso temporal Dorso da sela Processos clinoides anteriores Processos clinoides posteriores Figura 67 – Imagem por raio X de crânio em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 1.210). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de crânio em projeção posteroanterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: seios maxilares (pertencentes aos seios da face), clinoide anterior, osso frontal, crista galli, crista petrosa, clinoide posterior e linha orbital oblíqua (pertencente à face). 74 Unidade III Osso frontal Clinoide anterior Clinoide posterior Crista petrosa Crista galli Linha orbital oblíqua Seios maxilares Figura 68 – Imagem por raio X do crânio em projeção posteroanterior Fonte: Bontrager (2015, p. 1.217). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de crânio em projeção posteroanterior axial, e apresenta uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: forame magno, clinoides posteriores, crista petrosa, dorso da sela e mastoide (pertencente à face). 75 ANATOMIA APLICADA Forame magno Clinoides posteriores Crista petrosa Dorso da sela Mastoide Figura 69 – Imagem por raio X do crânio em projeção posteroanterior axial Fonte: Bontrager (2015, p. 1.224). 5.1.2 Ossos da face Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de face em projeção perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: mandíbula, maxilares, asas maiores do esfenoide (pertencente ao crânio). Tetos orbitais, sela túrcica (pertencente ao crânio), meato acústico externo (MAE), cabeças e ramos mandibulares. 76 Unidade III Tetos orbitais Asas maiores do esfenoide Maxilares Ramos Cabeças mandibulares Sela túrcica MAE Mandíbula (corpo) Figura 70 – Imagem por raio X da face em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 1.230). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de face em projeção Waters, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: cabeça mandibular, processo coronoide, septo nasal, margem orbital inferior, osso zigomático, arco zigomático, processo alveolar maxilar, crista petrosa (pertencente ao crânio), processo mastoide e fossas no forame magno (pertencente ao crânio). 77 ANATOMIA APLICADA Margem orbital inferior Septo nasal ósseo Processo coronoide Processo mastoide Fossas no forame magno Processo alveolar maxilar Crista petrosa Cabeça mandibular Osso zigomático Arco zigomático Figura 71 – Imagem por raio X da face em projeção Waters Fonte: Bontrager (2015, p. 1.234). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de face em projeção Caldwell, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: espinha nasal anterior, septo nasal, fissura orbital superior, seios frontais (pertencente aos seios da face), crista galli, crista petrosa (pertencente ao crânio), assoalho da órbita e seios maxilares (pertencente aos seios da face). 78 Unidade III Seios frontais Fissura orbital superior Septo nasal ósseo Espinha nasal anterior Crista galli Crista petrosa Assoalho da órbita Seios maxilares Figura 72 – Imagem por raio X da face em projeção Caldwell Fonte: Bontrager (2015, p. 1.237). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de face em projeção superoinferior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: espinha nasal inferior, osso nasal (direito e esquerdo) e cartilagem septal. 79 ANATOMIA APLICADA Cartilagem septal Osso nasal direito Osso nasal esquerdo Região da espinha nasal anterior Figura 73 – Imagem por raio X de face em projeção superoinferior Fonte: Bontrager (2015, p. 1.246). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de face em projeção submentovértice, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: osso temporal (pertence ao crânio), arco zigomático, osso zigomático e sínfise mandibular sobre o osso frontal. 80 Unidade III Sínfise mandibular sobre o osso frontal Osso zigomático Arco zigomático Osso temporal Figura 74 – Imagem por raio X de face em submentovértice Fonte: Bontrager (2015, p. 1.250). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de face em projeção Towne modificada, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: ramo mandibular, arco zigomático, células aéreas da mastoide e arco zigomático. 81 ANATOMIA APLICADA Ramo mandibular Arco zigomático Arco zigomático Células aéreas da mastoide Figura 75 – Imagem por raio X de face em Towne modificada Fonte: Bontrager (2015, p. 1.256). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de face em projeção Rhese, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: forame e ducto óticos, margem orbital inferior e lateral, seios frontais (pertencentes aos seios da face) e seios maxilares (pertencentes aos seios maxilares). 82 Unidade III Seios frontais Seios maxilares Forame e ducto ópticos Forame e ducto ópticos Margem orbital lateral Margem orbital inferior Figura 76 – Imagem por raio X da face em projeção Rhese Fonte: Bontrager (2015, p. 1.259). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de face em projeção axiolateral oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: processo condiloide, ramo da mandíbula, corpo da mandíbula e mento. 83 ANATOMIA APLICADA Mento Corpo (metade direita) Processo condiloide Ramo Figura 77 – Imagem por raio X da face emprojeção axiolateral oblíqua Fonte: Bontrager (2015, p. 1.263). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de face em projeção Schüller, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: fossa temporomandibular, cabeça da mandíbula e margem orbital lateral. 84 Unidade III Fossa temporomandibular esquerda Cabeça mandibular esquerda Margem orbital lateral Figura 78 – Imagem por raio X da face em projeção Schüller Fonte: Bontrager (2015, p. 1.287). Observação Podem-se analisar os ossos da face e seios da face na mesma radiografia, porém o profissional precisa realizar técnica radiográfica, quilovoltagem (kV) e miliamperagem (mA) adequadas e posicionamento adequado, seguindo a orientação do pedido médico. 5.1.3 Seios da face Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de seios da face em projeção perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: seios do esfenoide, sela túrcica (pertencente ao crânio), asas maiores do esfenoide (pertencentes à face), tetos orbitais (pertencentes à face), seios frontais, seios etmoidais, seios maxilares e ramos da mandíbula (pertencentes à face). 85 ANATOMIA APLICADA Tetos orbitais Asas maiores do esfenoide Sela túrcica Seios do esfenoide Seios frontais Seios etmoidais Seios maxilares Ramos da mandíbula Figura 79 – Imagem por raio X dos seios da face em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 1.290). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de seios da face em projeção Towne, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: seios maxilares, crista petrosa (pertencente ao crânio), seios etmoidais, seios frontais, crista galli (pertencente à face), fissura orbital superior (pertencente à face), crista petrosa (pertencente ao crânio) e septo nasal (pertencente à face). 86 Unidade III Crista galli Seios frontais Seios etmoidais Crista petrosa Seios maxiliares Crista petrosa Septo nasal ósseo Fissura orbital superior Figura 80 – Imagem por raio X dos seios da face em projeção Towne Fonte: Bontrager (2015, p. 1.295). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de seios da face em projeção Waters, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: crista petrosa (pertencente ao crânio), seio maxilar, seio frontal, septo nasal (pertencente à face), margem orbital inferior (pertencente à face) e seio esfenoidal. 87 ANATOMIA APLICADA Seio frontal Seio maxilar Seio esfenoide Margem orbital inferior Septo ósseo nasal Crista petrosa Figura 81 – Imagem por raio X dos seios da face em projeção Waters Fonte: Bontrager (2015, p. 1.298). 5.1.4 Vias aéreas superiores Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de vias respiratórias superiores em projeção em perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: traqueia, laringe e epiglote. 88 Unidade III Epiglote Laringe Traqueia Figura 82 – Imagem por raio X das vias aéreas superiores em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 290). 89 ANATOMIA APLICADA Lembrete Nos estudos da anatomia do crânio e do pescoço, é importante considerar que essas regiões apresentam estruturas de diferentes densidades, ou seja, são constituídas de tecido ósseo e tecidos moles. 5.2 Coluna vertebral Essa região possui grande quantidade de ossos, porém tecidos moles também precisam ser observados. No caso da coluna vertebral, não há como ter interpretação de rompimento de medula vertebral, por exemplo, mas sim a identificação do desalinhamento da coluna. Observação Para estudar a coluna vertebral por raio X, será necessário sempre obter, ao menos, duas projeções, preferencialmente anteroposterior e de perfil – assim, o médico poderá fazer uma análise completa dos ossos e os componentes que compõem a coluna vertebral. 5.2.1 Segmento cervical Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X, que apresenta o estudo do segmento cervical da coluna vertebral em projeção anteroposterior com a boca aberta, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: processo odontoide, incisivo superior (pertencente à face), massa lateral C1, articulação atlantoaxial C1-C2, processo espinhoso C2 e corpo C2. 90 Unidade III Dente (processo odontoide) Incisivo superior Massa lateral (C1) Articulação atlantoaxial (C1-C2) Processo espinhoso (C2) Corpo (C2) Figura 83 – Imagem por raio X do segmento cervical da coluna vertebral em projeção anteroposterior com a boca aberta Fonte: Bontrager (2015, p. 915). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de coluna vertebral do segmento cervical em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: pedículo C7, corpo C3 e C4, processo espinhoso C5 e espaço do disco intervertebral C6-C7. 91 ANATOMIA APLICADA Pedículo (C7) Espaço do disco intervertebral (C6-7) Processo espinhoso (C5) Corpo (C4) Corpo (C3) Figura 84 – Imagem por raio X da coluna vertebral segmento cervical em projeção anteroposterior Fonte: Bontrager (2015, p. 919). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do segmento cervical da coluna vertebral em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: corpo C4, arco posterior C1 e pedículo C6. 92 Unidade III Corpo (C4) Pedículo (C6) Arco posterior (C1) Figura 85 – Imagem por raio X de coluna vertebral segmento cervical em projeção oblíqua Fonte: Bontrager (2015, p. 923). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do segmento cervical da coluna vertebral em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: processo odontoide C2, arco posterior C1, processo espinhoso C2, articulação interapofisária C4-C5, articulação intervertebral C6-C7 e pilar articular C7. 93 ANATOMIA APLICADA Dente (C2) Arco posterior (C1) Processo espinhoso (C2) Articulação interapofisária (C4-5) Articulação intervertebral (C6-7) Pilar articular (C7) Figura 86 – Imagem por raio X do segmento cervical da coluna vertebral em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 926). 94 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do segmento cervical da coluna vertebral em projeção Judd, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: forame magno (pertencente ao crânio), mandíbula (pertencente à face), osso occipital (pertencente ao crânio), corpo C2 e processo odontoide. Corpo (C2) Dente (C2)Osso occipital (crânio) Forame magno Mandíbula Figura 87 – Imagem por raio X do segmento cervical da coluna vertebral em projeção Judd Fonte: Bontrager (2015, p. 941). 5.2.2 Segmento torácico Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do segmento torácico da coluna vertebral em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: primeira costela (pertencente à caixa torácica), clavícula (pertencente aos membros superiores em região de cíngulo escapular), corpo T8, costela posterior (pertencente ao arco costal) e corpo T12. 95 ANATOMIA APLICADA 1ª costela Clavícula esquerda Corpo (T8) Costela posterior (T9) Corpo (T12) Figura 88 – Imagem por raio X do segmento torácico da coluna vertebral em projeção anteroposterior Fonte: Bontrager (2015, p. 941). 96 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresentao estudo do segmento torácico da coluna vertebral em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: articulação intervertebral, corpos vertebrais torácicos e forames intervertebrais. Articulação intervertebral Corpos vertebrais torácicos Forames intervertebrais (direito e esquerdo) Figura 89 – Imagem por raio do segmento torácico da coluna vertebral em perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 955). 97 ANATOMIA APLICADA 5.2.3 Segmento lombar Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do segmento lombar da coluna vertebral em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: articulação sacroilíaca (pertencente ao sacro), processo transverso L1, processo espinhoso L2, articulação intervertebral L3-L4 e asa do sacro (pertencente ao sacro). Articulação sacroilíaca Asa do sacro Articulação intervertebral (L3-4) Processo espinhoso (L2) Processo transverso (L1) Figura 90 – Imagem por raio X do segmento lombar da coluna vertebral em projeção anteroposterior Fonte: Bontrager (2015, p. 998). 98 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do segmento lombar da coluna vertebral em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: incisuras isquiáticas maiores (pertencentes à pelve), sacro (pertencente ao sacro), processos articulares L5-S1, corpo L4, articulação intervertebral L3-L4, forames intervertebrais L2-L3, pedículos L2 e articulação L5-S1. Corpo(L4) Articulação intervertebral (L3-L4) Forames intervertebrais (L2-L3) Pedículos (L2) Processos articulares (L5-S1) Sacro Incisuras isquiáticas maiores Articulação L5-S1 Figura 91 – Imagem por raio X do segmento lombar da coluna vertebral em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 1.006). 99 ANATOMIA APLICADA 5.2.4 Segmento sacral Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do segmento sacral da coluna vertebral em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: forames sacrais, processo articular superior do sacro, corpo da L5, ílio (pertencente à pelve), sacro, articulação sacroilíaca e ápice do sacro. Processo articular superior do sacro Corpo da L5 Ílio Sacro Articulação sacroilíaca esquerda Ápice do sacro Forames sacrais Figura 92 – Imagem por raio X do segmento sacral da coluna vertebral em projeção anteroposterior Fonte: Bontrager (2015, p. 1.036). 5.2.5 Segmento coccígeo Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do segmento coccígeo da coluna vertebral em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: cóccix, corno sacral (pertencente ao sacro), crista sacral mediana (pertencente ao sacro) e incisuras isquiáticas maiores (pertencentes à pelve). 100 Unidade III Incisuras isquiáticas maiores Crista sacral mediana Corno sacral Cóccix Figura 93 – Imagem por raio X do segmento coccígeo da coluna vertebral em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 1.046). Lembrete A coluna vertebral é composta pelo segmento cervical, torácico, lombar, sacral e coccígea. 5.3 Tórax O tórax é composto por tecidos moles (coração e pulmão) e tecido ósseo (esterno, arcos costais e coluna vertebral segmento torácico). Por isso, no momento do exame, será necessário identificar corretamente a solicitação médica para que a técnica de captura seja feita da melhor forma possível, garantindo o padrão de qualidade. 101 ANATOMIA APLICADA 5.3.1 Pulmões e coração Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do tórax em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: ângulo costofrênico do diafragma, hilo, clavícula (pertencente aos membros superiores da região do cíngulo escapular), ápice pulmonar, traqueia, 4a costela (pertencente aos arcos costais), arco da aorta e coração. Ápice Clávicula Hilo Hemidiafragma direito Traqueia preenchida por ar 4ª costela Arco da aorta Coração Ângulo costofrênico direito Figura 94 – Imagem por raio X do tórax em projeção anteroposterior Fonte: Bontrager (2015, p. 254). 102 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do tórax em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: ângulo costofrênico posterior do diafragma, costela posterior (pertencente aos arcos costais), vértebra torácica (pertencente ao segmento coluna vertebral segmento torácico), ápices pulmonares, corpo do esterno (pertencente ao esterno), coração e diafragma. Ápices pulmonares Corpo do esterno Coração Diafragma Vértebra torácica Costelas posteriores Ângulo(s) costofrênico(s) posterior(es) Figura 95 – Imagem por raio X do tórax em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 262). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do tórax em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: pulmão, escápula (pertencente aos membros superiores da região do cíngulo escapular), ápice pulmonar e coração. 103 ANATOMIA APLICADA Escápula Pulmão direito Ápice Coração Pulmão esquerdo Figura 96 – Imagem por raio X do tórax em projeção oblíqua Fonte: Bontrager (2015, p. 287). Lembrete O profissional da radiologia deverá ter o olho treinado para identificar patologias associadas às imagens – isso porque a anatomia do tórax apresenta tecidos moles e ósseos. 104 Unidade III 5.3.2 Articulação esternoclavicular Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da articulação esternoclaviculares em projeção posteroanterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: clavícula (pertencente aos membros superiores região do cíngulo escapular), manúbrio (pertencente ao esterno) e articulação esternoclavicular. Clavícula direita Manúbrio Articulação esternoclavicular esquerda Articulação esternoclavicular esquerda Figura 97 – Imagem por raio X da articulação esternoclavicular em projeção posteroanterior Fonte: Bontrager (2015, p. 1.089). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo das articulações esternoclaviculares em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: clavícula (pertencente aos membros superiores da região do cíngulo escapular), manúbrio (pertencente ao esterno) e articulação esternoclavicular. 105 ANATOMIA APLICADA Clavícula direita Articulação esternoclavicular direita Mabúbrio Figura 98 – Imagem por raio X das articulações esternoclaviculares em projeção oblíqua Fonte: Bontrager (2015, p. 1.092). 5.3.3 Esterno Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do esterno em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: clavícula (pertencente aos membros superiores da região do cíngulo escapular), articulação esternoclavicular, manúbrio, corpo do esterno e processo xifoide. 106 Unidade III Clavícula Articulações esternoclaviculares Manúbrio Corpo do esterno Processo xifoide Figura 99 – Imagem por raio X do esterno em projeção oblíqua Fonte: Bontrager (2015, p. 1.083). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do esterno em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: manúbrio, articulação esternoclavicular, corpo do esterno e processo xifoide. 107 ANATOMIA APLICADA Articulaçõesesternoclaviculares Corpo do esterno Manúbrio Processo xifoide Figura 100 – Imagem por raio X do esterno em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 1.087). 5.3.4 Trato esofágico torácico Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do segmento torácico do trato esofágico em projeção oblíqua com uso de contraste, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: esôfago, coração, diafragma e estômago (pertencente ao abdome). 108 Unidade III Esôfago Hemidiafragma esquerdo Coração Estômago Figura 101 – Imagem por raio X do segmento torácico do trato esofágico em projeção oblíqua com uso de contraste Fonte: Bontrager (2015, p. 1.401). Observação O uso de meios de contraste, às vezes, se faz necessário para observar estruturas que não aparecem na imagem de forma natural. O contraste utilizado para estudo gastresofágico é o sulfato de bário (BaSO4). 109 ANATOMIA APLICADA 5.4 Abdome O estudo anatômico do abdome tende a ser bem complexo. Como as estruturas possuem tons de cinza muito próximos, é necessária boa experiência do profissional para que as patologias, quando houver, sejam corretamente analisadas. 5.4.1 Estômago Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do abdome em projeção anteroposterior com uso de contraste, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: duodeno descendente (pertencente ao intestino delgado), esfíncter pilórico, bulbo duodenal (pertencente ao intestino delgado), antro pilórico, curvatura menor do estômago, esôfago (pertencente à região do esôfago torácico), fundo gástrico e curvatura maior do estômago. Fundo Esôfago Curvatura menor Antro pilórico (canal) Bulbo duodenal Esfíncter pilórico Curvatura maior Duodeno descendente Figura 102 – Imagem por raio X do abdome em projeção anteroposterior com uso de contraste Fonte: Bontrager (2015, p. 1.341). 110 Unidade III 5.4.2 Intestino delgado Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do abdome em projeção anteroposterior com uso de contraste, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: duodeno, jejuno e íleo. Duodeno — mais curto — 25 cm Íleo — mais longo — poucas indentações — diâmetro menor Jejuno — aparência emplumada e de mola em espiral Figura 103 – Imagem por raio X do abdome em projeção anteroposterior com uso de contraste Fonte: Bontrager (2015, p. 1.435). 5.4.3 Intestino grosso Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do abdome em projeção anteroposterior com uso de contraste, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: canal anal, reto, apêndice, ceco, colo ascendente, flexura cólica direita e esquerda, colo transverso, colo descendente e colo sigmoide. 111 ANATOMIA APLICADA Colo transverso Colo ascendente Ceco Reto Canal anal Apêndice Colo descendente Colo sigmoide Flexura cólica direita Flexura cólica esquerda Figura 104 – Imagem por raio X do abdome em projeção anteroposterior com uso de contraste Fonte: Bontrager (2015, p. 1.438). Observação As estruturas que compreendem o intestino delgado são chamadas de duodeno, jejuno e íleo. Já as estruturas que compõem o intestino grosso são chamadas de cólon ascendente, transverso, descendente, sigmoide e reto. 112 Unidade III 5.4.4 Fígado Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do abdome em projeção oblíqua com uso de contraste, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: ducto cístico, colo da vesícula biliar, corpo da vesícula biliar e fundo da vesícula biliar. Figura 105 – Imagem por raio X do abdome em projeção oblíqua com uso de contraste, em que: A) ducto cístico; B) colo; C) corpo; e D) fundo Fonte: Bontrager (2015, p. 1.324). 113 ANATOMIA APLICADA 5.4.5 Rins e ureteres Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do abdome em projeção anteroposterior com uso de contraste, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: cálices menores e maiores dos rins, pelve renal, junção ureteropélvica, ureter proximal e distal e bexiga. Figura 106 – Imagem por raio X do abdome em projeção anteroposterior com uso de contraste, em que: A) cálices menores; B) cálices maiores; C) pelve renal; D) junção ureteropélvica; E) ureter proximal; F) ureter distal e G) bexiga Fonte: Bontrager (2015, p. 1.553) . 114 Unidade III 5.4.6 Bexiga Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da pelve em projeção oblíqua com uso de contraste, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: ureter distal, bexiga, área trígona da bexiga, área da próstata e uretra. Figura 107 – Imagem por raio X da pelve em projeção oblíqua com uso de contraste, em que: A) ureter distal; B) bexiga; C) área trígona da bexiga; D) área da próstata; e E) uretra Fonte: Bontrager (2015, p. 1.554). Observação O estudo radiográfico com uso de contraste para avaliação de rins e ureteres é chamado de urografia excretora, e o feito para análise de bexiga é chamado de uretrocistografia. 115 ANATOMIA APLICADA 6 ANATOMIA POR IMAGEM DE RAIO X – MEMBROS SUPERIORES E MEMBROS INFERIORES Para estudar anatomia radiológica, é preciso dar atenção às conformidades das estruturas analisadas. A partir disso, fica claro que o cuidado com o estudo será primordial para sua compreensão. 6.1 Membros superiores As principais estruturas anatômicas dos membros superiores são os ossos e as articulações. Portanto, é necessário ter conhecimento aprofundado de osteologia para avaliar as imagens dessa região. 6.1.1 Dedos e mão Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 4o dedo em projeção posteroanterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 4a articulação metacarpofalangeana, articulação interfalangeana proximal e distal, falange distal, media e proximal e 4o metacarpiano (pertencente à mão). Articulação interfalangeana distal Articulação interfalangeana proximal 4ª articulação metacarpofalangeana 4ª metacarpiano Falange distal Falange média Falange proximal Raio central Figura 108 – Imagem por raio X do 4º metacarpiano em projeção posteroanterior Fonte: Bontrager (2015, p. 401). 116 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 4o dedo em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 4a articulação metacarpofalangeana, articulação interfalangeana proximal e distal, falange distal, média e proximal. Falange distal Falange média Raio central Articulação interfalangeana distal Articulação interfalangeana proximal 4ª articulação metacarpofalangeana Falange proximal Figura 109 – Imagem por raio X do 4º metacarpiano em projeção oblíqua Fonte: Bontrager (2015, p. 407). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 4o dedo em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: falange distal, média e proximal e articulação interfalangeana proximal. 117 ANATOMIA APLICADA Falange distal Falange média Articulação IF proximal (RC) Falange proximal Figura 110 – Imagem por raio X do 4º metacarpiano em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 411). Observação Os estudos do 2º ao 5º dedo são os mesmos. Foram usadas de exemplo nas figuras 105 a 107 o 4º dedo. Os posicionamentos do 1º dedo, por sua vez, sofrem alterações devido a sua anatomia particular. 118 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita porraio X que apresenta o estudo do 1o dedo em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: falange distal e proximal, articulação interfalangeana, 1o metacarpiano (pertencente à mão), 1a articulação carpometacarpiana (pertencente à mão) e trapézio (pertencente ao punho). Falange distal Falange proximal Articulação metacarpofalangeana (RC) 1º metacarpiano 1ª articulação CMC Trapézio Figura 111 – Imagem por raio X do 1º metacarpiano em projeção anteroposterior Fonte: Bontrager (2015, p. 415). 119 ANATOMIA APLICADA Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do primeiro dedo em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: falange distal e proximal, articulação interfalangeana, articulação metacarpofalangeana, osso sesamoide, 1o metacarpiano (pertencente à mão) e 1a articulação carpometacarpiana (pertencente à mão). 1ª articulação CMC 1º metacarpiano Osso sesamoide Articulação MCF, RC Falange proximal Articulação IF Falange distal Figura 112 – Imagem por raio X do 1º metacarpiano em projeção oblíqua Fonte: Bontrager (2015, p. 418). 120 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 1o dedo em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 1a articulação carpometacarpiana (pertencente à mão), articulação metacarpofalangeana, falange distal e proximal, osso sesamoide, 1o metacarpiano (pertencente à mão) e trapézio (pertencente ao punho). Falange distal Falange proximal Articulação MCF (CR) 1º Articulação CMC Sesamoide 1º metacarpiano Trapézio Figura 113 – Imagem por raio X do 1º metacarpiano em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 421). 121 ANATOMIA APLICADA Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da mão em projeção posteroanterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: rádio (pertencente ao antebraço), do 1o ao 5o metacarpiano, falanges distal e proximal do 1º dedo e falanges proximais (pertencentes aos dedos), média e distais do 2o ao 5o dedo (pertencentes aos dedos) e ulna (pertencente ao antebraço). 1º dedo (Polegar) 2º 3º 4º 5º Falange distal Falange proximal 1º metacarpiano Rádio Falanges Metacarpos Ulna Figura 114 – Imagem por raio X da mão em projeção posteroanterior Fonte: Bontrager (2015, p. 431). 122 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da mão em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: rádio (pertencente ao antebraço), do 1o ao 5o metacarpiano, falanges distal e proximal do 1o dedo e falanges proximais (pertencentes aos dedos), média e distais dos 2º aos 5º dedos (pertences aos dedos), do 2o ao 5o osso do carpo (pertencentes ao punho) e ulna (pertencente ao antebraço). 1º dedo (Polegar) 2º 3º 4º 5º Falanges 2º ao 5º metacarpianos 2º ao 5º ossos do carpo Ulna Falanges 1º metacarpiano Rádio Figura 115 – Imagem por raio X da mão em projeção oblíqua Fonte: Bontrager (2015, p. 436). 123 ANATOMIA APLICADA Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da mão em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: ulna e rádio (pertencentes ao antebraço), ossos do carpo (pertencentes ao punho), do 1o ao 5o metacarpiano (pertencentes aos dedos), falanges distal e proximal do 1o dedo e falanges proximais, média e distais do 2o ao 5o dedo (pertencentes aos dedos). Falanges 1º metacarpiano Ossos do carpo Rádio Ulna 2ª a 5ª articulações MCF (RC) 2º ao 5º metacarpiano Figura 116 – Imagem por raio X da mão em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 443). 124 Unidade III 6.1.2 Punho Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do punho em projeção posteroanterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: escafoide, capitato, trapezoide, trapézio, hâmulo do hamato, hamato, piramidal, pisiforme e semilunar. Hâmulo do Hamato Hamato Piramidal Trapézio Trapezoide Capitato Escafoide Pisiforme Semilunar Figura 117 – Imagem por raio X do punho em projeção posteroanterior Fonte: Bontrager (2015, p. 452). 125 ANATOMIA APLICADA Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do punho em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: rádio e ulna (pertencentes ao antebraço), escafoide, capitato, trapezoide, trapézio, hamato, piramidal e semilunar. Trapézio Trapezoide Capitato Escafoide Rádio Hamato Ulna Piramidal Semilunar Figura 118 – Imagem por raio X do punho em projeção oblíqua Fonte: Bontrager (2015, p. 455). 126 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do punho em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: rádio e ulna (pertencentes ao antebraço), capitato, 1o metacarpiano (pertencente à mão), trapézio e escafoide. 1º metacarpiano TrapézioCapitato Escafoide Rádio Ulna Figura 119 – Imagem por raio X do punho em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 459). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do punho em projeção de desvio radial, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 5o metacarpiano, hâmulo do hamato, hamato, pisiforme, piramidal, semilunar e ulna (pertencente ao antebraço). 127 ANATOMIA APLICADA 5º metacarpiano Hâmulo do Hamato Hamato Semilunar Ulna Pisiforme Piramidal Figura 120 – Imagem por raio X do punho em projeção de desvio radial Fonte: Bontrager (2015, p. 470). Na figura a seguir, em projeção Gaynor-Hart, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: pisiforme, hâmulo do hamato, capitato, escafoide, 1o metacarpiano (pertencente à mão) e trapézio. Hâmulo do Hamato Pisiforme Capitato Escafoide Polegar Trapézio Figura 121 – Imagem por raio X do punho em projeção Gaynor-Hart Fonte: Bontrager (2015, p. 473). 128 Unidade III 6.1.3 Antebraço e cotovelo Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do cotovelo em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: rádio e ulna (pertencentes ao antebraço), tubérculo radial (pertencente ao antebraço), cabeça radial, capítulo, epicôndilo lateral e medial, úmero (pertencente ao braço), processo olecraniano, tróclea e tubérculo coronoide. Úmero Epicôndilo medial Processo olecraniano Tróclea Ulna Rádio Tubérculo radial Cabeça radial Tubérculo coronoide Capítulo Epicôndilo lateral Figura 122 – Imagem por raio X do cotovelo em projeção anteroposterior Fonte: Bontrager (2015, p. 485). 129 ANATOMIA APLICADA Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do cotovelo em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: rádio (pertencente ao antebraço), tubérculo radial (pertencente ao antebraço), colo radial, cabeça radial, epicôndilo lateral e capítulo. Capítulo Rádio Epicôndilo lateral Cabeça radial Tubérculo radial Colo radial Figura 123 – Imagem por raio X de cotovelo em oblíqua Fonte: Bontrager (2015, p. 493). 130 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do cotovelo em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: epicôndilos, processo olecraniano, incisura troclear, sulco troclear,cabeça do rádio e processo coronoide. Coxim gorduroso anterior Processo olecraniano Processo coronoide Cabeça radial Sulco troclear Incisura troclear Estria gordurosa do supinadorEpicôndilos Figura 124 – Imagem por raio X do cotovelo em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 500). 131 ANATOMIA APLICADA Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do cotovelo em projeção Jones, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: olécrano, epicôndilo medial, colo radial e ulna. Olecrânio Epicôndilo medial Colo radial Ulna Figura 125 – Imagem por raio X do cotovelo em projeção de Jones Fonte: Bontrager (2015, p. 503). 132 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de cotovelo em projeção Coyle, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: capítulo, cabeça do rádio, tubérculo do rádio e colo do rádio. Capítulo Cabeça do rádio Tubérculo do rádio Colo do rádio Figura 126 – Imagem por raio X do cotovelo em projeção Coyle Fonte: Bontrager (2015, p. 508). 6.1.4 Braço Na figura a seguir, em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: tubérculo menor, cabeça do úmero, tubérculo maior, acrômio (pertencente à escápula), processo coracoide (pertencente à escápula) e região proximal do úmero. 133 ANATOMIA APLICADA Processo coracoide Articulação do ombro Região proximal do úmero Acrômio Tubérculo maior Tubérculo menor Cabeça do úmero Figura 127 – Imagem por raio X de braço em anteroposterior Fonte: Bontrager (2015, p. 546). 134 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do braço em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: epicôndilos medial e lateral, corpo do úmero e cabeça do úmero. Epicôndilos medial e lateral sobrepostos Diáfise (corpo) Cabeça do úmero Figura 128 – Imagem por raio X do braço em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 551). 6.1.5 Ombro Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do ombro em projeção de rotação externa, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: acrômio, processo coracoide, tubérculo maior, articulação do ombro, cabeça do úmero, tubérculo menor e região proximal de úmero (pertencente ao braço). 135 ANATOMIA APLICADA Acrômio Processo coracoide Tubérculo maior Tubérculo menor Região proximal do úmero Articulação do ombro Cabeça do úmero Figura 129 – Imagem por raio X do ombro em projeção de rotação externa Fonte: Bontrager (2015, p. 559). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do ombro em projeção de rotação interna, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: processo coracoide, acrômio, articulação do ombro, tubérculo maior e menor e região proximal de úmero (pertencente ao braço). 136 Unidade III Acrômio Tubérculo maior Tubérculo menor Articulação do ombro Região proximal do úmero Processo coracoide Figura 130 – Imagem por raio X do ombro em projeção de rotação interna Fonte: Bontrager (2015, p. 563). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de ombro em projeção Lawrence, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: espinha da escápula, acrômio, colo cirúrgico do úmero, tubérculo menor, processo coracoide, cabeça do úmero e cavidade glenoidal. 137 ANATOMIA APLICADA Tubérculo menor Processo coracoide Acrômio Colo cirúrgico do úmero Cabeça do úmero Cavidade glenoidal Espinha da escápula Figura 131 – Imagem por raio X do ombro em projeção Lawrence Fonte: Bontrager (2015, p. 565). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de ombro em projeção Grashey, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: articulação do ombro, cabeça do úmero, processo coracoide, acrômio e cavidade glenoidal. Cavidade glenoidal Processo coracoide Acrômio Cabeça do úmero Articulação do ombro Figura 132 – Imagem por raio X do ombro em projeção Grashey Fonte: Bontrager (2015, p. 576). 138 Unidade III 6.1.6 Clavícula e escápula Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da escápula em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: ângulo inferior da escápula, margem lateral da escápula, corpo da escápula, cavidade glenoidal, processo coracoide e clavícula. Processo coracoide Clavícula Margem lateral Ângulo inferior Cavidade glenoidal Escápula Figura 133 – Imagem por raio X da escápula em projeção anteroposterior Fonte: Bontrager (2015, p. 609). 139 ANATOMIA APLICADA Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da escápula em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: úmero (pertencente ao braço), ângulo inferior da escápula, corpo da escápula, cabeça do úmero (pertencente ao braço), acrômio, clavícula e processo coracoide. Processo coracoide Clavícula Corpo da escápula Ângulo inferior Úmero Cabeça do úmero Acrômio Figura 134 – Imagem por raio X da escápula em projeção anteroposterior Fonte: Bontrager (2015, p. 591). Observação Os posicionamentos solicitados pelo médico precisam ser seguidos rigorosamente pela base técnica, porque as articulações vistas no raio X precisam de alto padrão de qualidade para que o radiologista possa visualizar as patologias, como desgastes e luxações. 140 Unidade III 6.2 Membros inferiores As regiões que compreendem os membros inferiores e são analisadas por meio de raio X são particularmente ossos e articulações. Por isso, a osteologia é muito aplicada nesses membros. 6.2.1 Dedos e pé Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 2o pododáctilo em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: falanges distal, média e proximal, 2a articulação metatarsofalangeana e 2o metatarsiano (pertencente ao pé). Falange distal Falange média Falange proximal 2ª articulação MTF (RC) 2º metatarsiano distal Figura 135 – Imagem por raio X do 2º pododáctilo em projeção anteroposterior Fonte: Bontrager (2015, p. 673). 141 ANATOMIA APLICADA Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 2o pododáctilo em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: falanges distal, média e proximal, 2a articulação metatarsofalangeana e 2º metatarsiano (pertencente ao pé). Falange distal Falange média Falange proximal 2º articulação MTF (RC) 2º metatarsiano distal Figura 136 – Imagem por raio X do 2º pododáctilo em projeção oblíqua Fonte: Bontrager (2015, p. 677). 142 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 2º pododáctilo em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: falanges distal, média e proximal, articulação interfalangeana distal e proximal e 2o metatarsiano (pertence ao pé). Falange distal Falange média Falange proximal Articulação interfalangeana proximal (IFP) (RC) 2º metatarsiano distal Articulação interfalangeana distal (IFD) Figura 137 – Imagem por raio X do 2º pododáctilo em projeção oblíqua Fonte: Bontrager (2015, p. 681). Observação Os estudos do 2º ao 5º dedo são os mesmos e foram usados de exemplo nas figuras 132 a 134 o 2º dedo. 143 ANATOMIA APLICADA Na figura a seguir,é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 2º pododáctilo direito para estudo de sesamoides em projeção tangencial, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: sesamoides tibial e fibular e 1º metatarsiano distal (pertencente ao pé). Sesamoides tibial e fibular 1º metatarsiano distal Figura 138 – Imagem por raio X do 2º pododáctilo direito em projeção tangencial Fonte: Bontrager (2015, p. 683). 144 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do pé direito em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: navicular, ossos sesamoides, articulações interfalangeanas (pertencentes aos dedos), articulação metatarsofalangeana, metatarsianos e cuneiformes. Ossos sesamoides Falanges Metatarsianos Articulações MTF Articulações IF Cuneiformes Base do 3º metatarsiano (CR) Navicular Cuboide Figura 139 – Imagem por raio X do pé direito em projeção anteroposterior Fonte: Bontrager (2015, p. 689). 145 ANATOMIA APLICADA Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de pé direito em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: tálus, navicular, terceiro cuneiforme, metatarsianos, falanges (pertencentes aos dedos), cuboide, seio do tarso e calcâneo. Metatarsianos Terceiro cuneiformes Navicular Tálus Seio do tarso Calcâneo Cuboide Falanges Figura 140 – Imagem por raio X do pé direito em projeção oblíqua Fonte: Bontrager (2015, p. 693). 146 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do pé direito em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: tálus, navicular, 1º cuneiforme, calcâneo, cuboide e base do 5º metatarsiano. 1º cuneiforme Navicular Tálus Articulação do tornozelo Articulação subtalar Cuboide Base do 5º metatarsiano Calcâneo Figura 141 – Imagem por raio X do pé direito em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 696). 147 ANATOMIA APLICADA Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do pé direito para estudo do calcâneo em projeção axial plantodorsal, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: tálus, navicular, 1º cuneiforme, calcâneo, cuboide e base do 5º metatarsiano. Processo lateral Tuberosidade Articulação do tornozelo Tróclea fibular (processo troclear) Sustentáculo do tálus Figura 142 – Imagem por raio X do pé direito para estudo do calcâneo em projeção axial plantodorsal Fonte: Bontrager (2015, p. 704). 148 Unidade III 6.2.2 Tornozelo Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do tornozelo direito em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: base do 5º metatarsiano (pertencente ao pé), maléolos lateral e medial e tálus. Maléolo lateral Maléolo medial Base do 5º metatarsiano Tálus Figura 143 – Imagem por raio X do tornozelo direito em projeção anteroposterior Fonte: Bontrager (2015, p. 711). 149 ANATOMIA APLICADA Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do tornozelo esquerdo em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: base do 5º metatarsiano (pertencente ao pé), tálus, calcâneo, maléolos lateral e medial e articulação tibiofibular distal. Maléolo medial Calcâneo Tálus Base do 5º metatarsiano Maléolo lateral Articulação tibiofibular distal Figura 144 – Imagem por raio X do tornozelo esquerdo em projeção oblíqua Fonte: Bontrager (2015, p. 719). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do tornozelo direito em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 150 Unidade III anatômicos: base do 5o metatarsiano (pertencente ao pé), cuboide, calcâneo, tálus, navicular, fíbula e tíbia (pertencentes à perna) e tubérculo anterior. Tubérculo anterior Tálus Navicular Base do 5º metatarsiano CuboideCalcâneo Fíbula Tíbia Figura 145 – Imagem por raio X do tornozelo direito em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 723). 151 ANATOMIA APLICADA 6.2.3 Perna Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de perna direita em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: maléolos lateral e medial, fíbula e tíbia, cabeça da fíbula, côndilo lateral e medial (pertencentes ao fêmur), fêmur (pertencente à coxa) e tálus (pertencente ao pé). Côndilo lateral Cabeça da fíbula Fíbula Maléolo lateral Fêmur Côndilo medial Eminência intercondilar Tíbia Maléolo medial Tálus Figura 146 – Imagem por raio X de perna direita em anteroposterior Fonte: Bontrager (2015, p. 731). 152 Unidade III 6.2.4 Joelho Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de joelho direito em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: côndilos lateral e medial, patela, cabeça da fíbula, espaço da articulação femorotibial e facetas articulares. Cabeça da fíbula Tíbia Facetas articulares (platô tibial) Espaço da articulação femorotibial Côndilo medial Côndilo lateral Patela Figura 147 – Imagem por raio X de joelho direito em anteroposterior Fonte: Bontrager (2015, p. 737). 153 ANATOMIA APLICADA Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do joelho direito em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: colo da fíbula, cabeça da fíbula, côndilo lateral da tíbia, côndilo lateral e medial do fêmur, fêmur (pertencente à coxa), patela, articulação tibiofibular proximal e tíbia (pertencente à perna). Cabeça Colo da fíbula Côndilo lateral do fêmur Côndilo lateral da tíbia Côndilo medial Tíbia Fêmur Patela Articulação tibiofibular proximal Figura 148 – Imagem por raio X do joelho direito em projeção oblíqua Fonte: Bontrager (2015, p. 740). 154 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do joelho esquerdo em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: fíbula e tíbia (pertencentes à perna), cabeça fibular, fêmur (pertencente à coxa), articulação femoropatelar e eminência intercondilar. Fíbula Cabeça fibular Superposição dos côndilos medial e lateral Tíbia Eminência intercondilar Fêmur Articulação femoropatelar Figura 149 – Imagem por raio X do joelho esquerdo em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 747). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do joelho esquerdo em projeção axial posteroanterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: tíbia (pertencente à perna), eminência intercondilar, faceta articular, côndilo medial e lateral do fêmur, fossa intercondilar, patela e cabeça fibular. 155 ANATOMIA APLICADA Côndilo Côndilo lateral lateral do fêmurdo fêmur PatelaPatela Faceta Faceta articulararticular Cabeça Cabeça fibularfibular Eminência Eminência intercondilarintercondilar TíbiaTíbia Faceta Faceta articulararticular Côndilo medial do fêmur Fossa intercondilar Figura 150 – Imagem por raio X do joelho esquerdo em projeção axial posteroanterior Fonte: Bontrager (2015, p. 759). Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da patela em projeção Merchant, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos:patela direita e esquerda, espaço articular femoropatelar e sulco intercondilar. Esquerda Patela direita Patela esquerda Espaço articular femoropatelar Sulco intercondilar (sulco troclear) Figura 151 – Imagem por raio X da patela em projeção Merchant Fonte: Bontrager (2015, p. 773). 156 Unidade III 6.2.5 Fêmur Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de fêmur em projeção perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: corpo do fêmur, trocanter maior e menor, colo do fêmur, cabeça do fêmur acetábulo e tuberosidade isquiática (pertencente à bacia). Cabeça Femoral Colo Trocanter maior Diáfise média do fêmur Trocanter menor Acetábulo Tuberosidade isquiática Figura 152 – Imagem por raio X do fêmur em projeção de perfil Fonte: Bontrager (2015, p. 824). Observação O posicionamento correto do fêmur permite a avaliação da região coxofemoral, e, em alguns casos, serão necessários complementos de joelho devido ao comprimento do osso. 157 ANATOMIA APLICADA 6.2.6 Bacia Os posicionamentos solicitados pelo médico precisam ser seguidos rigorosamente pela base técnica, principalmente quando se trata da bacia, porque há diversos pontos de articulação que precisam ser avaliados para poder descartar patologias osteoarticulares. Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da bacia em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: espinha isquiática, cóccix (pertencente à coluna vertebral), sacro (pertencente à coluna vertebral), ílio, cabeça femoral (pertencente ao fêmur), trocanter maior (pertencente ao fêmur), colo femoral (pertencente ao fêmur), tuberosidade isquiática, sínfise púbica e forame obturador. Forame obturador Sínfise púbica Colo femoral Trocanter maior Tuberosidade isquiática Espinha isquiática Osso do quadril (ílio) Cabeça femoralCóccix Sacro Figura 153 – Imagem por raio X da bacia em projeção anteroposterior Fonte: Bontrager (2015, p. 827). 158 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da bacia em projeção Taylor, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: corpo do púbis, ramo superior do púbis acetábulo, ílio, forame obturador, sínfise púbica, ramo inferior do púbis, ramo do ísquio, tuberosidade isquiática e corpo menor do ísquio. Forame obturador Sínfise púbica Ramo inferior do púbis Ramo do ísquio Tuberosidade isquiática Corpo menor do ísquio Corpo do púbis Ramo superior do púbis Acetábulo Ílio Figura 154 – Imagem por raio X da bacia em Taylor Fonte: Bontrager (2015, p. 834). 159 ANATOMIA APLICADA Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do quadril direito em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: asa ilíaca, coluna posterior ilioisquial, área do aro anterior do acetábulo e cabeça femoral (pertencente ao fêmur). Asa ilíaca (alongada) Coluna posterior ilioisquial Cabeça femoral Área do aro anterior do acetábulo, parcialmente sobreposta pela cabeça femoral Figura 155 – Imagem por raio X do quadril direito em projeção oblíqua Fonte: Bontrager (2015, p. 842). 160 Unidade III Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do quadril direito para estudo de acetábulo em projeção Teufel, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: trocanter maior (pertencente ao fêmur), acetábulo, fóvea capitis, forma obturador e tuberosidade isquiática. Acetábulo Fóvea capitis Forame obturador Tuberosidade isquiática Trocanter maior Figura 156 – Imagem por raio X do quadril direito para estudo de acetábulo em projeção Teufel Fonte: Bontrager (2015, p. 845). 161 ANATOMIA APLICADA Saiba mais Para conhecer mais sobre posicionamentos radiográficos e análise de imagens, há um apanhado bem extenso em: BIASOLI JUNIOR, A. Técnicas radiográficas. 2. ed. Rio de Janeiro: Rubio, 2016. 162 Unidade III Resumo Compreender a osteologia é fundamental para estudar os membros superiores e inferiores. Os posicionamentos radiográficos precisam seguir rigorosamente as técnicas, e isso deverá ser uma regra para os profissionais da radiologia. O estudo das articulações também precisa ser claro, pois dessa forma o médico radiologista é capaz de observar se há patologias osteoarticulares ou se a anatomia está com as características normais. O estudo anatômico feito por raio X precisa fazer uso dos posicionamentos anteroposterior, oblíquo e de perfil, que permitem avaliações anatômicas em diferentes perspectivas. As imagens radiográficas, em sua maioria manifestam sobreposições, dificultando a análise. 163 ANATOMIA APLICADA Exercícios Questão 1. Leia o texto e a figura a seguir. A solicitação clínica de exames radiográficos dos seios da face é muito frequente em crianças, com o objetivo de investigar afecções das vias respiratórias superiores, como hipertrofia da adenoide, doenças inflamatórias das cavidades sinusais, sinusites, tumores e fraturas faciais. A radiografia convencional para o estudo radiológico dos seios da face pode ser realizada nas seguintes incidências: incidência em perfil ou radiografia cavum, incidência Waters e incidência Caldwell. Adaptado de: https://bityli.com/zgNKibyr. Acesso em: 5 out. 2022. Figura 157 – Imagem radiológica do crânio obtida pelo método de Caldwell Disponível em: https://bityli.com/TyeJeQgB. Acesso em: 5 out. 2022. Com base na leitura e nos seus conhecimentos, assinale a alternativa incorreta. 164 Unidade III A) A imagem permite a visualização do seio frontal, das órbitas e dos seios maxilares. B) Para a obtenção da imagem, foi utilizada a incidência de Caldwell. C) Caso o objetivo fosse avaliar o processo coronoide, seria recomendada a incidência de Waters. D) Seios da face escuros e bem delimitados indicam que essas cavidades estão preenchidas de ar. E) Nos exames radiológicos da face, estruturas anatômicas radiossensíveis, como os olhos e a tireoide, são expostas à radiação ionizante, o que representa risco para os pacientes pediátricos. Resposta correta: alternativa C. Análise das alternativas A) Alternativa incorreta. Justificativa: na figura a seguir, seio frontal, órbitas e seios maxilares estão indicados, respectivamente, pelos números 1, 2 e 3. Figura 158 B) Alternativa incorreta. Justificativa: a incidência de Caldwell é occipitofrontal, ou seja, os raios X incidem no sentido fronto-naso-placa ou posteroanterior. Ela é usada na rotina do estudo radiográfico do crânio. 165 ANATOMIA APLICADA C) Alternativa correta. Justificativa: para observar o processo coronoide, é necessário realizar a incidência lateral, e não a incidência de Waters. A incidência de Waters é occipitomental, ou seja, os raios X incidem no sentido mento-naso-placa ou occipitomental. Ela permite a visualização mais detalhada dos seios maxilares. D) Alternativa incorreta. Justificativa: o ar é radiolúcido, ou seja, permite a livre passagem da radiação. Por esse motivo, seios da face escuros estão desobstruídos, ou seja, preenchidos por ar. E) Alternativa incorreta. Justificativa: as imagens de raio X do crânio precisam ser realizadas com muita cautela em pacientes pediátricos, pois a radiação absorvida por estruturas como a tireoide e os olhos está relacionada com o desenvolvimento de efeitos estocásticos. Questão 2. A figura a seguir mostra uma imagem radiográfica do segmento cervical da coluna vertebral em anteroposterior, com a boca aberta. Figura 159 Fonte: Bontrager (2015, p. 915). A respeito da imagem apresentada, avalie as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta. 166 Unidade III I – Na imagem, é possível observar a articulação atlantoaxiale o processo espinhoso da vértebra C2. II – Para a realização do exame, é necessário o uso de contraste iodado iônico. III – O exame pode ser realizado com o paciente em decúbito ou em posição ortostática. IV – Na imagem, as articulações entre as vértebras são radiopacas. É correto apenas o que se afirma em: A) I e II. B) II e III. C) III e IV. D) I e III. E) II e IV. Resposta correta: alternativa D. Análise das afirmativas I – Afirmativa correta. Justificativa: na figura a seguir, a articulação atlantoaxial e o processo espinhoso da vértebra C2 estão indicados, respectivamente, pelos números 1 e 2. 167 ANATOMIA APLICADA Figura 160 II – Afirmativa incorreta. Justificativa: como o objetivo do exame é visualizar estruturas ósseas, que são radiopacas, não é necessário utilizar contraste. III – Afirmativa correta. Justificativa: para a realização do exame, o paciente pode permanecer deitado (em decúbito) ou em pé (posição ortostática). IV – Afirmativa incorreta. Justificativa: na imagem, as articulações entre as vértebras são radiolúcidas, ou seja, escuras.