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anatomia III

Seção de anatomia aplicada sobre anatomia por imagem de raio X do crânio, face e pescoço, com imagens radiográficas em diversas projeções (AP axial, perfil, PA, Waters, Caldwell) e identificação de ossos e marcos anatômicos.

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71
ANATOMIA APLICADA
Unidade III
5 ANATOMIA POR IMAGEM DE RAIO X – CRÂNIO, COLUNA VERTEBRAL, TÓRAX E 
ABDOME
Para estudar anatomia radiológica, é preciso dar atenção às conformidades das estruturas analisadas, 
que será primordial para compreensão do conteúdo.
 Saiba mais
Para tornar o aprendizado mais interessante e clinicamente 
significante, sugerimos:
WEBER, E. C. et al. Netter: anatomia radiológica concisa. 2. ed. São 
Paulo: Revinter, 2015.
5.1 Crânio e pescoço
Essas regiões possuem grande quantidade de ossos, mas os tecidos moles também precisam ser 
observados. O que mudará em relação à imagem são os tons de cinza que a estrutura anatômica 
apresentará: é importante considerar que essas regiões apresentam estruturas de diferentes densidades, 
ou seja, são constituídas de tecido ósseo e de tecidos moles.
5.1.1 Ossos do crânio
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de crânio 
em projeção anteroposterior axial, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: osso occipital, forame magno, processos clinoides posteriores, crista petrosa, mastoide e 
doso da sela.
72
Unidade III
Osso occipital
Dorso da 
sela
Mastoide
Forame magno
Processos 
clinoides 
posteriores
Crista petrosa
Figura 66 – Imagem por raio X do crânio em projeção anteroposterior axial
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.207).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de crânio 
em projeção perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: ramo 
da mandíbula (pertencente à face), clivo, asas maiores, tetos orbitais (pertencente à face), osso frontal, 
asas menores do esfenoide, processos clinoides anteriores e posteriores, parietal, occipital, dorso da sela 
e osso temporal.
73
ANATOMIA APLICADA
Asas menores do 
esfenoide
Asas maiores
Clivo
Occipital
Parietal
Osso frontal
Tetos orbitais 
(placa)
Ramo 
mandibular
Osso temporal
Dorso 
da sela
Processos 
clinoides anteriores
Processos 
clinoides posteriores
Figura 67 – Imagem por raio X de crânio em projeção de perfil
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.210).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de 
crânio em projeção posteroanterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: seios maxilares (pertencentes aos seios da face), clinoide anterior, osso frontal, crista galli, 
crista petrosa, clinoide posterior e linha orbital oblíqua (pertencente à face).
74
Unidade III
Osso frontal
Clinoide 
anterior Clinoide 
posterior
Crista petrosa
Crista galli
Linha 
orbital 
oblíqua
Seios 
maxilares
Figura 68 – Imagem por raio X do crânio em projeção posteroanterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.217).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de 
crânio em projeção posteroanterior axial, e apresenta uma estrutura anatômica normal e os seguintes 
pontos anatômicos: forame magno, clinoides posteriores, crista petrosa, dorso da sela e mastoide 
(pertencente à face).
75
ANATOMIA APLICADA
Forame 
magno
Clinoides 
posteriores
Crista 
petrosa
Dorso 
da sela
Mastoide
Figura 69 – Imagem por raio X do crânio em projeção posteroanterior axial
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.224).
5.1.2 Ossos da face
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de 
face em projeção perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 
mandíbula, maxilares, asas maiores do esfenoide (pertencente ao crânio). Tetos orbitais, sela túrcica 
(pertencente ao crânio), meato acústico externo (MAE), cabeças e ramos mandibulares.
76
Unidade III
Tetos 
orbitais
Asas maiores 
do esfenoide
Maxilares
Ramos
Cabeças 
mandibulares
Sela 
túrcica
MAE
Mandíbula 
(corpo)
Figura 70 – Imagem por raio X da face em projeção de perfil
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.230).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de face 
em projeção Waters, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 
cabeça mandibular, processo coronoide, septo nasal, margem orbital inferior, osso zigomático, arco 
zigomático, processo alveolar maxilar, crista petrosa (pertencente ao crânio), processo mastoide e fossas 
no forame magno (pertencente ao crânio).
77
ANATOMIA APLICADA
Margem orbital inferior
Septo 
nasal 
ósseo
Processo 
coronoide
Processo 
mastoide
Fossas no 
forame 
magno
Processo 
alveolar 
maxilar
Crista 
petrosa
Cabeça 
mandibular
Osso 
zigomático
Arco 
zigomático
Figura 71 – Imagem por raio X da face em projeção Waters
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.234).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de face 
em projeção Caldwell, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 
espinha nasal anterior, septo nasal, fissura orbital superior, seios frontais (pertencente aos seios da face), 
crista galli, crista petrosa (pertencente ao crânio), assoalho da órbita e seios maxilares (pertencente aos 
seios da face).
78
Unidade III
Seios 
frontais
Fissura 
orbital 
superior
Septo 
nasal 
ósseo
Espinha 
nasal 
anterior
Crista galli
Crista 
petrosa
Assoalho 
da órbita
Seios 
maxilares
Figura 72 – Imagem por raio X da face em projeção Caldwell
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.237).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de face em 
projeção superoinferior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 
espinha nasal inferior, osso nasal (direito e esquerdo) e cartilagem septal.
79
ANATOMIA APLICADA
Cartilagem 
septal
Osso 
nasal 
direito
Osso 
nasal 
esquerdo
Região da 
espinha 
nasal 
anterior
Figura 73 – Imagem por raio X de face em projeção superoinferior
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.246).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de 
face em projeção submentovértice, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: osso temporal (pertence ao crânio), arco zigomático, osso zigomático e sínfise mandibular 
sobre o osso frontal.
80
Unidade III
Sínfise 
mandibular 
sobre o 
osso frontal
Osso 
zigomático
Arco 
zigomático
Osso 
temporal
Figura 74 – Imagem por raio X de face em submentovértice
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.250).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo 
de face em projeção Towne modificada, e mostra uma estrutura anatômica normal e os 
seguintes pontos anatômicos: ramo mandibular, arco zigomático, células aéreas da mastoide e 
arco zigomático.
81
ANATOMIA APLICADA
Ramo 
mandibular
Arco 
zigomático Arco zigomático
Células 
aéreas da 
mastoide
Figura 75 – Imagem por raio X de face em Towne modificada
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.256).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de 
face em projeção Rhese, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 
forame e ducto óticos, margem orbital inferior e lateral, seios frontais (pertencentes aos seios da face) e 
seios maxilares (pertencentes aos seios maxilares).
82
Unidade III
Seios 
frontais
Seios 
maxilares
Forame e 
ducto ópticos
Forame e 
ducto ópticos
Margem 
orbital lateral
Margem 
orbital inferior
Figura 76 – Imagem por raio X da face em projeção Rhese
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.259).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de 
face em projeção axiolateral oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: processo condiloide, ramo da mandíbula, corpo da mandíbula e mento.
83
ANATOMIA APLICADA
Mento
Corpo 
(metade 
direita)
Processo 
condiloide
Ramo
Figura 77 – Imagem por raio X da face emprojeção axiolateral oblíqua
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.263).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de face 
em projeção Schüller, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 
fossa temporomandibular, cabeça da mandíbula e margem orbital lateral.
84
Unidade III
Fossa 
temporomandibular 
esquerda
Cabeça 
mandibular 
esquerda
Margem 
orbital 
lateral
Figura 78 – Imagem por raio X da face em projeção Schüller
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.287).
 Observação
Podem-se analisar os ossos da face e seios da face na mesma radiografia, 
porém o profissional precisa realizar técnica radiográfica, quilovoltagem 
(kV) e miliamperagem (mA) adequadas e posicionamento adequado, 
seguindo a orientação do pedido médico.
5.1.3 Seios da face
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de seios 
da face em projeção perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 
seios do esfenoide, sela túrcica (pertencente ao crânio), asas maiores do esfenoide (pertencentes à face), 
tetos orbitais (pertencentes à face), seios frontais, seios etmoidais, seios maxilares e ramos da mandíbula 
(pertencentes à face).
85
ANATOMIA APLICADA
Tetos 
orbitais
Asas 
maiores do 
esfenoide
Sela 
túrcica 
Seios do 
esfenoide
Seios 
frontais
Seios 
etmoidais
Seios 
maxilares
Ramos da 
mandíbula
Figura 79 – Imagem por raio X dos seios da face em projeção de perfil
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.290).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de 
seios da face em projeção Towne, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: seios maxilares, crista petrosa (pertencente ao crânio), seios etmoidais, seios frontais, crista 
galli (pertencente à face), fissura orbital superior (pertencente à face), crista petrosa (pertencente ao 
crânio) e septo nasal (pertencente à face).
86
Unidade III
Crista 
galli
Seios 
frontais
Seios 
etmoidais
Crista 
petrosa
Seios 
maxiliares
Crista 
petrosa
Septo 
nasal 
ósseo
Fissura 
orbital 
superior
Figura 80 – Imagem por raio X dos seios da face em projeção Towne
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.295).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de 
seios da face em projeção Waters, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: crista petrosa (pertencente ao crânio), seio maxilar, seio frontal, septo nasal (pertencente à 
face), margem orbital inferior (pertencente à face) e seio esfenoidal.
87
ANATOMIA APLICADA
Seio 
frontal
Seio 
maxilar
Seio 
esfenoide
Margem 
orbital 
inferior
Septo 
ósseo 
nasal
Crista 
petrosa
Figura 81 – Imagem por raio X dos seios da face em projeção Waters
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.298).
5.1.4 Vias aéreas superiores
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de vias 
respiratórias superiores em projeção em perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes 
pontos anatômicos: traqueia, laringe e epiglote.
88
Unidade III
Epiglote
Laringe
Traqueia
Figura 82 – Imagem por raio X das vias aéreas superiores em projeção de perfil
Fonte: Bontrager (2015, p. 290).
89
ANATOMIA APLICADA
 Lembrete
Nos estudos da anatomia do crânio e do pescoço, é importante considerar 
que essas regiões apresentam estruturas de diferentes densidades, ou seja, 
são constituídas de tecido ósseo e tecidos moles.
5.2 Coluna vertebral
Essa região possui grande quantidade de ossos, porém tecidos moles também precisam ser observados. 
No caso da coluna vertebral, não há como ter interpretação de rompimento de medula vertebral, por 
exemplo, mas sim a identificação do desalinhamento da coluna.
 Observação
Para estudar a coluna vertebral por raio X, será necessário sempre 
obter, ao menos, duas projeções, preferencialmente anteroposterior e de 
perfil – assim, o médico poderá fazer uma análise completa dos ossos e os 
componentes que compõem a coluna vertebral.
5.2.1 Segmento cervical
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X, que apresenta o estudo do 
segmento cervical da coluna vertebral em projeção anteroposterior com a boca aberta, e mostra 
uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: processo odontoide, incisivo 
superior (pertencente à face), massa lateral C1, articulação atlantoaxial C1-C2, processo espinhoso 
C2 e corpo C2.
90
Unidade III
Dente 
(processo odontoide)
Incisivo 
superior
Massa 
lateral (C1)
Articulação 
atlantoaxial 
(C1-C2)
Processo 
espinhoso (C2)
Corpo (C2)
Figura 83 – Imagem por raio X do segmento cervical da coluna vertebral 
em projeção anteroposterior com a boca aberta
Fonte: Bontrager (2015, p. 915).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de coluna 
vertebral do segmento cervical em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal 
e os seguintes pontos anatômicos: pedículo C7, corpo C3 e C4, processo espinhoso C5 e espaço do disco 
intervertebral C6-C7.
91
ANATOMIA APLICADA
Pedículo 
(C7)
Espaço do disco 
intervertebral (C6-7)
Processo 
espinhoso (C5)
Corpo (C4)
Corpo (C3)
Figura 84 – Imagem por raio X da coluna vertebral segmento cervical em projeção anteroposterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 919).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
segmento cervical da coluna vertebral em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal 
e os seguintes pontos anatômicos: corpo C4, arco posterior C1 e pedículo C6.
92
Unidade III
Corpo (C4)
Pedículo (C6)
Arco 
posterior (C1)
Figura 85 – Imagem por raio X de coluna vertebral segmento cervical em projeção oblíqua
Fonte: Bontrager (2015, p. 923).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
segmento cervical da coluna vertebral em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal 
e os seguintes pontos anatômicos: processo odontoide C2, arco posterior C1, processo espinhoso C2, 
articulação interapofisária C4-C5, articulação intervertebral C6-C7 e pilar articular C7.
93
ANATOMIA APLICADA
Dente (C2)
Arco 
posterior (C1)
Processo 
espinhoso (C2)
Articulação 
interapofisária 
(C4-5)
Articulação 
intervertebral 
(C6-7)
Pilar 
articular 
(C7)
Figura 86 – Imagem por raio X do segmento cervical da coluna vertebral em projeção de perfil 
Fonte: Bontrager (2015, p. 926).
94
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
segmento cervical da coluna vertebral em projeção Judd, e mostra uma estrutura anatômica normal 
e os seguintes pontos anatômicos: forame magno (pertencente ao crânio), mandíbula (pertencente à 
face), osso occipital (pertencente ao crânio), corpo C2 e processo odontoide.
Corpo (C2) Dente (C2)Osso 
occipital 
(crânio)
Forame 
magno
Mandíbula
Figura 87 – Imagem por raio X do segmento cervical da coluna vertebral em projeção Judd 
Fonte: Bontrager (2015, p. 941).
5.2.2 Segmento torácico
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do segmento 
torácico da coluna vertebral em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os 
seguintes pontos anatômicos: primeira costela (pertencente à caixa torácica), clavícula (pertencente aos 
membros superiores em região de cíngulo escapular), corpo T8, costela posterior (pertencente ao arco 
costal) e corpo T12.
95
ANATOMIA APLICADA
1ª costela
Clavícula 
esquerda
Corpo (T8)
Costela 
posterior 
(T9)
Corpo (T12)
Figura 88 – Imagem por raio X do segmento torácico da coluna vertebral em projeção anteroposterior 
Fonte: Bontrager (2015, p. 941).
96
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresentao estudo do 
segmento torácico da coluna vertebral em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica 
normal e os seguintes pontos anatômicos: articulação intervertebral, corpos vertebrais torácicos e 
forames intervertebrais.
Articulação 
intervertebral
Corpos 
vertebrais 
torácicos
Forames 
intervertebrais 
(direito e esquerdo)
Figura 89 – Imagem por raio do segmento torácico da coluna vertebral em perfil
Fonte: Bontrager (2015, p. 955).
97
ANATOMIA APLICADA
5.2.3 Segmento lombar
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do segmento 
lombar da coluna vertebral em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e 
os seguintes pontos anatômicos: articulação sacroilíaca (pertencente ao sacro), processo transverso L1, 
processo espinhoso L2, articulação intervertebral L3-L4 e asa do sacro (pertencente ao sacro).
Articulação 
sacroilíaca Asa do sacro
Articulação 
intervertebral 
(L3-4)
Processo 
espinhoso (L2)
Processo 
transverso (L1)
Figura 90 – Imagem por raio X do segmento lombar da coluna vertebral em projeção anteroposterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 998).
98
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
segmento lombar da coluna vertebral em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e 
os seguintes pontos anatômicos: incisuras isquiáticas maiores (pertencentes à pelve), sacro (pertencente 
ao sacro), processos articulares L5-S1, corpo L4, articulação intervertebral L3-L4, forames intervertebrais 
L2-L3, pedículos L2 e articulação L5-S1.
Corpo(L4)
Articulação 
intervertebral 
(L3-L4)
Forames 
intervertebrais 
(L2-L3)
Pedículos (L2)
Processos 
articulares (L5-S1)
Sacro
Incisuras 
isquiáticas 
maiores
Articulação L5-S1
Figura 91 – Imagem por raio X do segmento lombar da coluna vertebral em projeção de perfil 
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.006).
99
ANATOMIA APLICADA
5.2.4 Segmento sacral
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
segmento sacral da coluna vertebral em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica 
normal e os seguintes pontos anatômicos: forames sacrais, processo articular superior do sacro, corpo 
da L5, ílio (pertencente à pelve), sacro, articulação sacroilíaca e ápice do sacro.
Processo 
articular 
superior 
do sacro
Corpo 
da L5
Ílio
Sacro
Articulação 
sacroilíaca 
esquerda
Ápice 
do sacro
Forames 
sacrais
Figura 92 – Imagem por raio X do segmento sacral da coluna vertebral em projeção anteroposterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.036).
5.2.5 Segmento coccígeo
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
segmento coccígeo da coluna vertebral em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal 
e os seguintes pontos anatômicos: cóccix, corno sacral (pertencente ao sacro), crista sacral mediana 
(pertencente ao sacro) e incisuras isquiáticas maiores (pertencentes à pelve).
100
Unidade III
Incisuras 
isquiáticas 
maiores
Crista 
sacral 
mediana
Corno 
sacral
Cóccix
Figura 93 – Imagem por raio X do segmento coccígeo da coluna vertebral em projeção de perfil 
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.046).
 Lembrete
A coluna vertebral é composta pelo segmento cervical, torácico, lombar, 
sacral e coccígea.
5.3 Tórax
O tórax é composto por tecidos moles (coração e pulmão) e tecido ósseo (esterno, arcos costais 
e coluna vertebral segmento torácico). Por isso, no momento do exame, será necessário identificar 
corretamente a solicitação médica para que a técnica de captura seja feita da melhor forma possível, 
garantindo o padrão de qualidade.
101
ANATOMIA APLICADA
5.3.1 Pulmões e coração 
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
tórax em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: ângulo costofrênico do diafragma, hilo, clavícula (pertencente aos membros superiores da 
região do cíngulo escapular), ápice pulmonar, traqueia, 4a costela (pertencente aos arcos costais), arco 
da aorta e coração.
Ápice 
Clávicula
Hilo
Hemidiafragma 
direito
Traqueia 
preenchida 
por ar
4ª costela
Arco 
da aorta
Coração
Ângulo 
costofrênico 
direito
Figura 94 – Imagem por raio X do tórax em projeção anteroposterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 254).
102
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do tórax 
em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 
ângulo costofrênico posterior do diafragma, costela posterior (pertencente aos arcos costais), vértebra 
torácica (pertencente ao segmento coluna vertebral segmento torácico), ápices pulmonares, corpo do 
esterno (pertencente ao esterno), coração e diafragma.
Ápices 
pulmonares
Corpo do 
esterno
Coração
Diafragma
Vértebra 
torácica
Costelas 
posteriores
Ângulo(s) 
costofrênico(s) 
posterior(es)
Figura 95 – Imagem por raio X do tórax em projeção de perfil
Fonte: Bontrager (2015, p. 262).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do tórax 
em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 
pulmão, escápula (pertencente aos membros superiores da região do cíngulo escapular), ápice 
pulmonar e coração.
103
ANATOMIA APLICADA
Escápula
Pulmão 
direito
Ápice
Coração
Pulmão 
esquerdo
Figura 96 – Imagem por raio X do tórax em projeção oblíqua
Fonte: Bontrager (2015, p. 287).
 Lembrete
O profissional da radiologia deverá ter o olho treinado para identificar 
patologias associadas às imagens – isso porque a anatomia do tórax 
apresenta tecidos moles e ósseos.
104
Unidade III
5.3.2 Articulação esternoclavicular
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo 
da articulação esternoclaviculares em projeção posteroanterior, e mostra uma estrutura anatômica 
normal e os seguintes pontos anatômicos: clavícula (pertencente aos membros superiores região do 
cíngulo escapular), manúbrio (pertencente ao esterno) e articulação esternoclavicular.
Clavícula 
direita
Manúbrio Articulação 
esternoclavicular 
esquerda
Articulação 
esternoclavicular 
esquerda
Figura 97 – Imagem por raio X da articulação esternoclavicular em projeção posteroanterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.089).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo das 
articulações esternoclaviculares em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os 
seguintes pontos anatômicos: clavícula (pertencente aos membros superiores da região do cíngulo 
escapular), manúbrio (pertencente ao esterno) e articulação esternoclavicular.
105
ANATOMIA APLICADA
Clavícula 
direita
Articulação 
esternoclavicular direita
Mabúbrio
Figura 98 – Imagem por raio X das articulações esternoclaviculares em projeção oblíqua
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.092).
5.3.3 Esterno
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo 
do esterno em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: clavícula (pertencente aos membros superiores da região do cíngulo escapular), articulação 
esternoclavicular, manúbrio, corpo do esterno e processo xifoide.
106
Unidade III
Clavícula
Articulações 
esternoclaviculares
Manúbrio
Corpo do 
esterno
Processo 
xifoide
Figura 99 – Imagem por raio X do esterno em projeção oblíqua
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.083).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do esterno 
em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 
manúbrio, articulação esternoclavicular, corpo do esterno e processo xifoide.
107
ANATOMIA APLICADA
Articulaçõesesternoclaviculares
Corpo 
do esterno
Manúbrio
Processo 
xifoide
Figura 100 – Imagem por raio X do esterno em projeção de perfil
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.087).
5.3.4 Trato esofágico torácico
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
segmento torácico do trato esofágico em projeção oblíqua com uso de contraste, e mostra uma 
estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: esôfago, coração, diafragma e estômago 
(pertencente ao abdome).
108
Unidade III
Esôfago
Hemidiafragma 
esquerdo
Coração
Estômago
Figura 101 – Imagem por raio X do segmento torácico do trato 
esofágico em projeção oblíqua com uso de contraste
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.401).
 Observação
O uso de meios de contraste, às vezes, se faz necessário para observar 
estruturas que não aparecem na imagem de forma natural. O contraste 
utilizado para estudo gastresofágico é o sulfato de bário (BaSO4).
109
ANATOMIA APLICADA
5.4 Abdome
O estudo anatômico do abdome tende a ser bem complexo. Como as estruturas possuem tons de 
cinza muito próximos, é necessária boa experiência do profissional para que as patologias, quando 
houver, sejam corretamente analisadas.
5.4.1 Estômago
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
abdome em projeção anteroposterior com uso de contraste, e mostra uma estrutura anatômica 
normal e os seguintes pontos anatômicos: duodeno descendente (pertencente ao intestino 
delgado), esfíncter pilórico, bulbo duodenal (pertencente ao intestino delgado), antro pilórico, 
curvatura menor do estômago, esôfago (pertencente à região do esôfago torácico), fundo gástrico 
e curvatura maior do estômago.
Fundo
Esôfago
Curvatura menor
Antro pilórico 
(canal)
Bulbo 
duodenal
Esfíncter 
pilórico
Curvatura 
maior
Duodeno 
descendente
Figura 102 – Imagem por raio X do abdome em projeção anteroposterior com uso de contraste
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.341).
110
Unidade III
5.4.2 Intestino delgado
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
abdome em projeção anteroposterior com uso de contraste, e mostra uma estrutura anatômica normal 
e os seguintes pontos anatômicos: duodeno, jejuno e íleo.
Duodeno
— mais curto
— 25 cm
Íleo
— mais longo
— poucas 
indentações
— diâmetro menor
Jejuno
— aparência 
emplumada e de 
mola em espiral
Figura 103 – Imagem por raio X do abdome em projeção anteroposterior com uso de contraste
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.435).
5.4.3 Intestino grosso
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
abdome em projeção anteroposterior com uso de contraste, e mostra uma estrutura anatômica normal 
e os seguintes pontos anatômicos: canal anal, reto, apêndice, ceco, colo ascendente, flexura cólica 
direita e esquerda, colo transverso, colo descendente e colo sigmoide.
111
ANATOMIA APLICADA
Colo 
transverso
Colo 
ascendente
Ceco
Reto
Canal
anal
Apêndice
Colo 
descendente
Colo 
sigmoide
Flexura 
cólica 
direita
Flexura 
cólica 
esquerda
Figura 104 – Imagem por raio X do abdome em projeção anteroposterior com uso de contraste
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.438).
 Observação
As estruturas que compreendem o intestino delgado são chamadas de 
duodeno, jejuno e íleo. Já as estruturas que compõem o intestino grosso são 
chamadas de cólon ascendente, transverso, descendente, sigmoide e reto.
112
Unidade III
5.4.4 Fígado
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do abdome 
em projeção oblíqua com uso de contraste, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: ducto cístico, colo da vesícula biliar, corpo da vesícula biliar e fundo da vesícula biliar.
Figura 105 – Imagem por raio X do abdome em projeção oblíqua com uso 
de contraste, em que: A) ducto cístico; B) colo; C) corpo; e D) fundo
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.324).
113
ANATOMIA APLICADA
5.4.5 Rins e ureteres
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
abdome em projeção anteroposterior com uso de contraste, e mostra uma estrutura anatômica normal 
e os seguintes pontos anatômicos: cálices menores e maiores dos rins, pelve renal, junção ureteropélvica, 
ureter proximal e distal e bexiga.
Figura 106 – Imagem por raio X do abdome em projeção anteroposterior com uso de contraste, em que: A) cálices 
menores; B) cálices maiores; C) pelve renal; D) junção ureteropélvica; E) ureter proximal; F) ureter distal e G) bexiga
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.553)
.
114
Unidade III
5.4.6 Bexiga
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da pelve 
em projeção oblíqua com uso de contraste, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes 
pontos anatômicos: ureter distal, bexiga, área trígona da bexiga, área da próstata e uretra.
Figura 107 – Imagem por raio X da pelve em projeção oblíqua com uso de contraste, em que: 
A) ureter distal; B) bexiga; C) área trígona da bexiga; D) área da próstata; e E) uretra
Fonte: Bontrager (2015, p. 1.554).
 Observação
O estudo radiográfico com uso de contraste para avaliação de rins e 
ureteres é chamado de urografia excretora, e o feito para análise de bexiga 
é chamado de uretrocistografia.
115
ANATOMIA APLICADA
6 ANATOMIA POR IMAGEM DE RAIO X – MEMBROS SUPERIORES E MEMBROS 
INFERIORES
Para estudar anatomia radiológica, é preciso dar atenção às conformidades das estruturas analisadas. 
A partir disso, fica claro que o cuidado com o estudo será primordial para sua compreensão.
6.1 Membros superiores
As principais estruturas anatômicas dos membros superiores são os ossos e as articulações. Portanto, 
é necessário ter conhecimento aprofundado de osteologia para avaliar as imagens dessa região.
6.1.1 Dedos e mão
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
4o dedo em projeção posteroanterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: 4a articulação metacarpofalangeana, articulação interfalangeana proximal e distal, falange 
distal, media e proximal e 4o metacarpiano (pertencente à mão).
Articulação 
interfalangeana 
distal
Articulação 
interfalangeana 
proximal
4ª articulação 
metacarpofalangeana
4ª metacarpiano
Falange distal
Falange média
Falange proximal
Raio central
Figura 108 – Imagem por raio X do 4º metacarpiano em projeção posteroanterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 401).
116
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo 
do 4o dedo em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: 4a articulação metacarpofalangeana, articulação interfalangeana proximal e distal, 
falange distal, média e proximal.
Falange distal
Falange média
Raio central
Articulação 
interfalangeana 
distal
Articulação 
interfalangeana 
proximal
4ª articulação 
metacarpofalangeana
Falange proximal
Figura 109 – Imagem por raio X do 4º metacarpiano em projeção oblíqua
Fonte: Bontrager (2015, p. 407).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 4o dedo 
em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 
falange distal, média e proximal e articulação interfalangeana proximal.
117
ANATOMIA APLICADA
Falange distal
Falange média
Articulação IF 
proximal (RC)
Falange 
proximal
Figura 110 – Imagem por raio X do 4º metacarpiano em projeção de perfil
Fonte: Bontrager (2015, p. 411).
 Observação
Os estudos do 2º ao 5º dedo são os mesmos. Foram usadas de exemplo 
nas figuras 105 a 107 o 4º dedo. Os posicionamentos do 1º dedo, por sua 
vez, sofrem alterações devido a sua anatomia particular.
118
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita porraio X que apresenta o estudo do 
1o dedo em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: falange distal e proximal, articulação interfalangeana, 1o metacarpiano (pertencente à 
mão), 1a articulação carpometacarpiana (pertencente à mão) e trapézio (pertencente ao punho).
Falange distal
Falange proximal
Articulação 
metacarpofalangeana (RC)
1º metacarpiano
1ª articulação CMC
Trapézio
Figura 111 – Imagem por raio X do 1º metacarpiano em projeção anteroposterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 415).
119
ANATOMIA APLICADA
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
primeiro dedo em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: falange distal e proximal, articulação interfalangeana, articulação metacarpofalangeana, 
osso sesamoide, 1o metacarpiano (pertencente à mão) e 1a articulação carpometacarpiana 
(pertencente à mão).
1ª articulação CMC
1º metacarpiano
Osso sesamoide
Articulação MCF, RC
Falange proximal
Articulação IF
Falange distal
Figura 112 – Imagem por raio X do 1º metacarpiano em projeção oblíqua
Fonte: Bontrager (2015, p. 418).
120
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo 
do 1o dedo em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: 1a articulação carpometacarpiana (pertencente à mão), articulação metacarpofalangeana, 
falange distal e proximal, osso sesamoide, 1o metacarpiano (pertencente à mão) e trapézio (pertencente 
ao punho).
Falange distal
Falange proximal
Articulação 
MCF (CR)
1º Articulação CMC
Sesamoide
1º metacarpiano
Trapézio
Figura 113 – Imagem por raio X do 1º metacarpiano em projeção de perfil
Fonte: Bontrager (2015, p. 421).
121
ANATOMIA APLICADA
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da 
mão em projeção posteroanterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: rádio (pertencente ao antebraço), do 1o ao 5o metacarpiano, falanges distal e proximal do 
1º dedo e falanges proximais (pertencentes aos dedos), média e distais do 2o ao 5o dedo (pertencentes 
aos dedos) e ulna (pertencente ao antebraço).
1º dedo 
(Polegar)
2º
3º 4º
5º
Falange 
distal
Falange 
proximal
1º metacarpiano
Rádio
Falanges
Metacarpos
Ulna
Figura 114 – Imagem por raio X da mão em projeção posteroanterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 431).
122
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da mão 
em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 
rádio (pertencente ao antebraço), do 1o ao 5o metacarpiano, falanges distal e proximal do 1o dedo e 
falanges proximais (pertencentes aos dedos), média e distais dos 2º aos 5º dedos (pertences aos dedos), 
do 2o ao 5o osso do carpo (pertencentes ao punho) e ulna (pertencente ao antebraço).
1º dedo 
(Polegar)
2º
3º
4º
5º
Falanges
2º ao 5º 
metacarpianos
2º ao 5º ossos 
do carpo
Ulna
Falanges
1º metacarpiano
Rádio
Figura 115 – Imagem por raio X da mão em projeção oblíqua
Fonte: Bontrager (2015, p. 436).
 
123
ANATOMIA APLICADA
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da mão 
em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: ulna 
e rádio (pertencentes ao antebraço), ossos do carpo (pertencentes ao punho), do 1o ao 5o metacarpiano 
(pertencentes aos dedos), falanges distal e proximal do 1o dedo e falanges proximais, média e distais do 
2o ao 5o dedo (pertencentes aos dedos).
Falanges
1º metacarpiano
Ossos 
do carpo
Rádio
Ulna
2ª a 5ª 
articulações 
MCF (RC)
2º ao 5º 
metacarpiano
Figura 116 – Imagem por raio X da mão em projeção de perfil
Fonte: Bontrager (2015, p. 443).
124
Unidade III
6.1.2 Punho
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
punho em projeção posteroanterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: escafoide, capitato, trapezoide, trapézio, hâmulo do hamato, hamato, piramidal, pisiforme 
e semilunar.
Hâmulo 
do Hamato
Hamato
Piramidal
Trapézio
Trapezoide
Capitato
Escafoide
Pisiforme
Semilunar
Figura 117 – Imagem por raio X do punho em projeção posteroanterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 452).
125
ANATOMIA APLICADA
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo 
do punho em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: rádio e ulna (pertencentes ao antebraço), escafoide, capitato, trapezoide, trapézio, 
hamato, piramidal e semilunar. 
Trapézio
Trapezoide
Capitato
Escafoide
Rádio
Hamato
Ulna
Piramidal
Semilunar
Figura 118 – Imagem por raio X do punho em projeção oblíqua
Fonte: Bontrager (2015, p. 455).
126
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo 
do punho em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: rádio e ulna (pertencentes ao antebraço), capitato, 1o metacarpiano (pertencente à mão), 
trapézio e escafoide. 
1º metacarpiano
TrapézioCapitato
Escafoide
Rádio
Ulna
Figura 119 – Imagem por raio X do punho em projeção de perfil
Fonte: Bontrager (2015, p. 459).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
punho em projeção de desvio radial, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: 5o metacarpiano, hâmulo do hamato, hamato, pisiforme, piramidal, semilunar e ulna 
(pertencente ao antebraço). 
127
ANATOMIA APLICADA
5º metacarpiano
Hâmulo do 
Hamato
Hamato
Semilunar
Ulna
Pisiforme
Piramidal
Figura 120 – Imagem por raio X do punho em projeção de desvio radial
Fonte: Bontrager (2015, p. 470).
Na figura a seguir, em projeção Gaynor-Hart, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes 
pontos anatômicos: pisiforme, hâmulo do hamato, capitato, escafoide, 1o metacarpiano (pertencente à 
mão) e trapézio. 
Hâmulo do 
Hamato
Pisiforme
Capitato
Escafoide
Polegar
Trapézio
Figura 121 – Imagem por raio X do punho em projeção Gaynor-Hart
Fonte: Bontrager (2015, p. 473).
128
Unidade III
6.1.3 Antebraço e cotovelo
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
cotovelo em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: rádio e ulna (pertencentes ao antebraço), tubérculo radial (pertencente ao antebraço), 
cabeça radial, capítulo, epicôndilo lateral e medial, úmero (pertencente ao braço), processo olecraniano, 
tróclea e tubérculo coronoide.
Úmero
Epicôndilo medial
Processo olecraniano
Tróclea
Ulna
Rádio
Tubérculo radial
Cabeça radial Tubérculo coronoide
Capítulo
Epicôndilo lateral
Figura 122 – Imagem por raio X do cotovelo em projeção anteroposterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 485).
129
ANATOMIA APLICADA
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
cotovelo em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: rádio (pertencente ao antebraço), tubérculo radial (pertencente ao antebraço), colo radial, 
cabeça radial, epicôndilo lateral e capítulo.
Capítulo
Rádio
Epicôndilo lateral
Cabeça radial
Tubérculo radial
Colo radial
Figura 123 – Imagem por raio X de cotovelo em oblíqua
Fonte: Bontrager (2015, p. 493).
130
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
cotovelo em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: epicôndilos, processo olecraniano, incisura troclear, sulco troclear,cabeça do rádio e 
processo coronoide.
Coxim gorduroso anterior
Processo olecraniano
Processo coronoide
Cabeça radial
Sulco troclear
Incisura troclear
Estria gordurosa 
do supinadorEpicôndilos
Figura 124 – Imagem por raio X do cotovelo em projeção de perfil
Fonte: Bontrager (2015, p. 500).
131
ANATOMIA APLICADA
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
cotovelo em projeção Jones, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 
olécrano, epicôndilo medial, colo radial e ulna.
Olecrânio
Epicôndilo 
medial
Colo 
radial
Ulna
Figura 125 – Imagem por raio X do cotovelo em projeção de Jones
Fonte: Bontrager (2015, p. 503).
132
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de 
cotovelo em projeção Coyle, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 
capítulo, cabeça do rádio, tubérculo do rádio e colo do rádio.
Capítulo
Cabeça do rádio
Tubérculo 
do rádio
Colo 
do rádio
Figura 126 – Imagem por raio X do cotovelo em projeção Coyle
Fonte: Bontrager (2015, p. 508).
6.1.4 Braço
Na figura a seguir, em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os 
seguintes pontos anatômicos: tubérculo menor, cabeça do úmero, tubérculo maior, acrômio (pertencente 
à escápula), processo coracoide (pertencente à escápula) e região proximal do úmero.
133
ANATOMIA APLICADA
Processo 
coracoide
Articulação 
do ombro
Região 
proximal 
do úmero
Acrômio
Tubérculo 
maior
Tubérculo 
menor
Cabeça 
do úmero
Figura 127 – Imagem por raio X de braço em anteroposterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 546).
134
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do braço 
em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 
epicôndilos medial e lateral, corpo do úmero e cabeça do úmero.
Epicôndilos 
medial e lateral 
sobrepostos
Diáfise (corpo)
Cabeça 
do úmero
Figura 128 – Imagem por raio X do braço em projeção de perfil
Fonte: Bontrager (2015, p. 551).
6.1.5 Ombro
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do ombro 
em projeção de rotação externa, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: acrômio, processo coracoide, tubérculo maior, articulação do ombro, cabeça do úmero, 
tubérculo menor e região proximal de úmero (pertencente ao braço).
135
ANATOMIA APLICADA
Acrômio
Processo 
coracoide
Tubérculo 
maior
Tubérculo 
menor
Região 
proximal 
do úmero
Articulação 
do ombro
Cabeça do 
úmero
Figura 129 – Imagem por raio X do ombro em projeção de rotação externa
Fonte: Bontrager (2015, p. 559).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
ombro em projeção de rotação interna, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: processo coracoide, acrômio, articulação do ombro, tubérculo maior e menor e região 
proximal de úmero (pertencente ao braço).
136
Unidade III
Acrômio
Tubérculo 
maior
Tubérculo 
menor
Articulação 
do ombro
Região 
proximal 
do úmero
Processo 
coracoide
Figura 130 – Imagem por raio X do ombro em projeção de rotação interna
Fonte: Bontrager (2015, p. 563).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de ombro 
em projeção Lawrence, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 
espinha da escápula, acrômio, colo cirúrgico do úmero, tubérculo menor, processo coracoide, cabeça do 
úmero e cavidade glenoidal.
137
ANATOMIA APLICADA
Tubérculo 
menor
Processo 
coracoide
Acrômio
Colo 
cirúrgico 
do úmero
Cabeça 
do úmero
Cavidade 
glenoidal
Espinha 
da escápula
Figura 131 – Imagem por raio X do ombro em projeção Lawrence 
Fonte: Bontrager (2015, p. 565).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de ombro 
em projeção Grashey, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: 
articulação do ombro, cabeça do úmero, processo coracoide, acrômio e cavidade glenoidal.
Cavidade 
glenoidal
Processo 
coracoide
Acrômio
Cabeça 
do úmero
Articulação 
do ombro
Figura 132 – Imagem por raio X do ombro em projeção Grashey 
Fonte: Bontrager (2015, p. 576).
138
Unidade III
6.1.6 Clavícula e escápula 
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da 
escápula em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: ângulo inferior da escápula, margem lateral da escápula, corpo da escápula, cavidade 
glenoidal, processo coracoide e clavícula.
Processo 
coracoide
Clavícula
Margem lateral
Ângulo inferior
Cavidade 
glenoidal
Escápula
Figura 133 – Imagem por raio X da escápula em projeção anteroposterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 609).
139
ANATOMIA APLICADA
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da 
escápula em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: úmero (pertencente ao braço), ângulo inferior da escápula, corpo da escápula, cabeça do 
úmero (pertencente ao braço), acrômio, clavícula e processo coracoide.
Processo 
coracoide
Clavícula
Corpo 
da escápula
Ângulo 
inferior
Úmero
Cabeça 
do úmero
Acrômio
Figura 134 – Imagem por raio X da escápula em projeção anteroposterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 591).
 Observação
Os posicionamentos solicitados pelo médico precisam ser seguidos 
rigorosamente pela base técnica, porque as articulações vistas no raio X 
precisam de alto padrão de qualidade para que o radiologista possa 
visualizar as patologias, como desgastes e luxações.
140
Unidade III
6.2 Membros inferiores
As regiões que compreendem os membros inferiores e são analisadas por meio de raio X são 
particularmente ossos e articulações. Por isso, a osteologia é muito aplicada nesses membros.
6.2.1 Dedos e pé
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo 
do 2o pododáctilo em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os 
seguintes pontos anatômicos: falanges distal, média e proximal, 2a articulação metatarsofalangeana e 
2o metatarsiano (pertencente ao pé).
Falange distal
Falange média
Falange proximal
2ª articulação 
MTF (RC)
2º metatarsiano 
distal
Figura 135 – Imagem por raio X do 2º pododáctilo em projeção anteroposterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 673).
141
ANATOMIA APLICADA
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
2o pododáctilo em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: falanges distal, média e proximal, 2a articulação metatarsofalangeana e 2º metatarsiano 
(pertencente ao pé).
Falange distal
Falange média
Falange proximal
2º articulação 
MTF (RC)
2º metatarsiano 
distal
Figura 136 – Imagem por raio X do 2º pododáctilo em projeção oblíqua
Fonte: Bontrager (2015, p. 677).
142
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
2º pododáctilo em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes 
pontos anatômicos: falanges distal, média e proximal, articulação interfalangeana distal e proximal e 
2o metatarsiano (pertence ao pé).
Falange distal
Falange média
Falange proximal
Articulação 
interfalangeana 
proximal (IFP) (RC)
2º metatarsiano 
distal
Articulação 
interfalangeana 
distal (IFD)
Figura 137 – Imagem por raio X do 2º pododáctilo em projeção oblíqua
Fonte: Bontrager (2015, p. 681).
 Observação
Os estudos do 2º ao 5º dedo são os mesmos e foram usados de exemplo 
nas figuras 132 a 134 o 2º dedo. 
143
ANATOMIA APLICADA
Na figura a seguir,é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
2º pododáctilo direito para estudo de sesamoides em projeção tangencial, e mostra uma estrutura 
anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: sesamoides tibial e fibular e 1º metatarsiano 
distal (pertencente ao pé).
Sesamoides tibial 
e fibular
1º metatarsiano 
distal
Figura 138 – Imagem por raio X do 2º pododáctilo direito em projeção tangencial
Fonte: Bontrager (2015, p. 683).
144
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do pé 
direito em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: navicular, ossos sesamoides, articulações interfalangeanas (pertencentes aos dedos), 
articulação metatarsofalangeana, metatarsianos e cuneiformes.
Ossos 
sesamoides
Falanges
Metatarsianos
Articulações MTF
Articulações IF
Cuneiformes
Base do 3º 
metatarsiano (CR)
Navicular
Cuboide
Figura 139 – Imagem por raio X do pé direito em projeção anteroposterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 689).
145
ANATOMIA APLICADA
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de 
pé direito em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: tálus, navicular, terceiro cuneiforme, metatarsianos, falanges (pertencentes aos dedos), 
cuboide, seio do tarso e calcâneo.
Metatarsianos
Terceiro 
cuneiformes
Navicular
Tálus
Seio 
do tarso
Calcâneo
Cuboide
Falanges
Figura 140 – Imagem por raio X do pé direito em projeção oblíqua
Fonte: Bontrager (2015, p. 693).
146
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
pé direito em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: tálus, navicular, 1º cuneiforme, calcâneo, cuboide e base do 5º metatarsiano.
1º cuneiforme
Navicular
Tálus
Articulação 
do tornozelo
Articulação 
subtalar
Cuboide
Base do 
5º metatarsiano
Calcâneo
Figura 141 – Imagem por raio X do pé direito em projeção de perfil
Fonte: Bontrager (2015, p. 696).
147
ANATOMIA APLICADA
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do pé 
direito para estudo do calcâneo em projeção axial plantodorsal, e mostra uma estrutura anatômica 
normal e os seguintes pontos anatômicos: tálus, navicular, 1º cuneiforme, calcâneo, cuboide e base 
do 5º metatarsiano.
Processo lateral Tuberosidade
Articulação 
do tornozelo
Tróclea fibular 
(processo troclear)
Sustentáculo 
do tálus
Figura 142 – Imagem por raio X do pé direito para estudo do calcâneo em projeção axial plantodorsal
Fonte: Bontrager (2015, p. 704).
148
Unidade III
6.2.2 Tornozelo
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
tornozelo direito em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes 
pontos anatômicos: base do 5º metatarsiano (pertencente ao pé), maléolos lateral e medial e tálus.
Maléolo 
lateral
Maléolo 
medial
Base do 
5º metatarsiano
Tálus
Figura 143 – Imagem por raio X do tornozelo direito em projeção anteroposterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 711).
149
ANATOMIA APLICADA
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
tornozelo esquerdo em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes 
pontos anatômicos: base do 5º metatarsiano (pertencente ao pé), tálus, calcâneo, maléolos lateral e 
medial e articulação tibiofibular distal.
Maléolo 
medial
Calcâneo
Tálus
Base do 
5º metatarsiano
Maléolo 
lateral
Articulação 
tibiofibular distal
Figura 144 – Imagem por raio X do tornozelo esquerdo em projeção oblíqua
Fonte: Bontrager (2015, p. 719).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
tornozelo direito em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
150
Unidade III
anatômicos: base do 5o metatarsiano (pertencente ao pé), cuboide, calcâneo, tálus, navicular, fíbula e 
tíbia (pertencentes à perna) e tubérculo anterior.
Tubérculo 
anterior
Tálus
Navicular
Base do 
5º metatarsiano
CuboideCalcâneo
Fíbula Tíbia
Figura 145 – Imagem por raio X do tornozelo direito em projeção de perfil
Fonte: Bontrager (2015, p. 723).
151
ANATOMIA APLICADA
6.2.3 Perna
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de 
perna direita em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes 
pontos anatômicos: maléolos lateral e medial, fíbula e tíbia, cabeça da fíbula, côndilo lateral e medial 
(pertencentes ao fêmur), fêmur (pertencente à coxa) e tálus (pertencente ao pé).
Côndilo 
lateral
Cabeça 
da fíbula
Fíbula
Maléolo 
lateral 
Fêmur
Côndilo medial
Eminência 
intercondilar
Tíbia
Maléolo 
medial
Tálus
Figura 146 – Imagem por raio X de perna direita em anteroposterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 731).
152
Unidade III
6.2.4 Joelho
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de joelho 
direito em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: côndilos lateral e medial, patela, cabeça da fíbula, espaço da articulação femorotibial e 
facetas articulares.
Cabeça 
da fíbula
Tíbia Facetas 
articulares 
(platô tibial)
Espaço da 
articulação 
femorotibial
Côndilo 
medial
Côndilo 
lateral
Patela
Figura 147 – Imagem por raio X de joelho direito em anteroposterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 737).
153
ANATOMIA APLICADA
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo 
do joelho direito em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes 
pontos anatômicos: colo da fíbula, cabeça da fíbula, côndilo lateral da tíbia, côndilo lateral e 
medial do fêmur, fêmur (pertencente à coxa), patela, articulação tibiofibular proximal e tíbia 
(pertencente à perna).
Cabeça
Colo 
da fíbula
Côndilo lateral 
do fêmur
Côndilo lateral 
da tíbia
Côndilo 
medial
Tíbia
Fêmur
Patela
Articulação 
tibiofibular
proximal
Figura 148 – Imagem por raio X do joelho direito em projeção oblíqua
Fonte: Bontrager (2015, p. 740).
154
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
joelho esquerdo em projeção de perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: fíbula e tíbia (pertencentes à perna), cabeça fibular, fêmur (pertencente à coxa), articulação 
femoropatelar e eminência intercondilar.
Fíbula
Cabeça 
fibular
Superposição 
dos côndilos 
medial e lateral
Tíbia
Eminência 
intercondilar
Fêmur
Articulação 
femoropatelar
Figura 149 – Imagem por raio X do joelho esquerdo em projeção de perfil
Fonte: Bontrager (2015, p. 747).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do joelho 
esquerdo em projeção axial posteroanterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes 
pontos anatômicos: tíbia (pertencente à perna), eminência intercondilar, faceta articular, côndilo medial 
e lateral do fêmur, fossa intercondilar, patela e cabeça fibular.
155
ANATOMIA APLICADA
Côndilo Côndilo 
lateral lateral 
do fêmurdo fêmur
PatelaPatela
Faceta Faceta 
articulararticular
Cabeça Cabeça 
fibularfibular
Eminência Eminência 
intercondilarintercondilar
TíbiaTíbia
Faceta Faceta 
articulararticular
Côndilo 
medial do 
fêmur
Fossa 
intercondilar
Figura 150 – Imagem por raio X do joelho esquerdo em projeção axial posteroanterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 759).
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da patela 
em projeção Merchant, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos:patela direita e esquerda, espaço articular femoropatelar e sulco intercondilar.
Esquerda
Patela direita Patela esquerda
Espaço articular 
femoropatelar
Sulco intercondilar 
(sulco troclear)
Figura 151 – Imagem por raio X da patela em projeção Merchant 
Fonte: Bontrager (2015, p. 773).
156
Unidade III
6.2.5 Fêmur
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo de fêmur em 
projeção perfil, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: corpo do fêmur, 
trocanter maior e menor, colo do fêmur, cabeça do fêmur acetábulo e tuberosidade isquiática (pertencente à bacia).
Cabeça
 Femoral
Colo
Trocanter 
maior
Diáfise 
média 
do fêmur
Trocanter 
menor
Acetábulo
Tuberosidade 
isquiática
Figura 152 – Imagem por raio X do fêmur em projeção de perfil 
Fonte: Bontrager (2015, p. 824).
 Observação
O posicionamento correto do fêmur permite a avaliação da região 
coxofemoral, e, em alguns casos, serão necessários complementos de joelho 
devido ao comprimento do osso.
157
ANATOMIA APLICADA
6.2.6 Bacia
Os posicionamentos solicitados pelo médico precisam ser seguidos rigorosamente pela base técnica, 
principalmente quando se trata da bacia, porque há diversos pontos de articulação que precisam ser 
avaliados para poder descartar patologias osteoarticulares.
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da 
bacia em projeção anteroposterior, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: espinha isquiática, cóccix (pertencente à coluna vertebral), sacro (pertencente à coluna 
vertebral), ílio, cabeça femoral (pertencente ao fêmur), trocanter maior (pertencente ao fêmur), colo 
femoral (pertencente ao fêmur), tuberosidade isquiática, sínfise púbica e forame obturador.
Forame 
obturador
Sínfise 
púbica
Colo 
femoral
Trocanter 
maior
Tuberosidade 
isquiática
Espinha 
isquiática
Osso do 
quadril (ílio)
Cabeça 
femoralCóccix Sacro
Figura 153 – Imagem por raio X da bacia em projeção anteroposterior
Fonte: Bontrager (2015, p. 827).
158
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo da bacia 
em projeção Taylor, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos anatômicos: corpo 
do púbis, ramo superior do púbis acetábulo, ílio, forame obturador, sínfise púbica, ramo inferior do púbis, 
ramo do ísquio, tuberosidade isquiática e corpo menor do ísquio.
Forame 
obturador
Sínfise 
púbica
Ramo 
inferior 
do púbis
Ramo 
do ísquio
Tuberosidade 
isquiática
Corpo menor 
do ísquio
Corpo 
do púbis
Ramo superior
do púbis Acetábulo Ílio
Figura 154 – Imagem por raio X da bacia em Taylor
Fonte: Bontrager (2015, p. 834).
159
ANATOMIA APLICADA
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
quadril direito em projeção oblíqua, e mostra uma estrutura anatômica normal e os seguintes pontos 
anatômicos: asa ilíaca, coluna posterior ilioisquial, área do aro anterior do acetábulo e cabeça femoral 
(pertencente ao fêmur).
Asa ilíaca 
(alongada)
Coluna posterior 
ilioisquial
Cabeça 
femoral Área do aro anterior 
do acetábulo, 
parcialmente 
sobreposta pela 
cabeça femoral
Figura 155 – Imagem por raio X do quadril direito em projeção oblíqua
Fonte: Bontrager (2015, p. 842).
160
Unidade III
Na figura a seguir, é possível observar uma imagem feita por raio X que apresenta o estudo do 
quadril direito para estudo de acetábulo em projeção Teufel, e mostra uma estrutura anatômica normal 
e os seguintes pontos anatômicos: trocanter maior (pertencente ao fêmur), acetábulo, fóvea capitis, 
forma obturador e tuberosidade isquiática.
Acetábulo
Fóvea 
capitis
Forame 
obturador
Tuberosidade 
isquiática
Trocanter 
maior
Figura 156 – Imagem por raio X do quadril direito para estudo de acetábulo em projeção Teufel 
Fonte: Bontrager (2015, p. 845).
161
ANATOMIA APLICADA
 Saiba mais
Para conhecer mais sobre posicionamentos radiográficos e análise de 
imagens, há um apanhado bem extenso em:
BIASOLI JUNIOR, A. Técnicas radiográficas. 2. ed. Rio de Janeiro: 
Rubio, 2016.
162
Unidade III
 Resumo
Compreender a osteologia é fundamental para estudar os membros 
superiores e inferiores. Os posicionamentos radiográficos precisam 
seguir rigorosamente as técnicas, e isso deverá ser uma regra para os 
profissionais da radiologia.
O estudo das articulações também precisa ser claro, pois dessa forma o 
médico radiologista é capaz de observar se há patologias osteoarticulares 
ou se a anatomia está com as características normais.
O estudo anatômico feito por raio X precisa fazer uso dos posicionamentos 
anteroposterior, oblíquo e de perfil, que permitem avaliações anatômicas 
em diferentes perspectivas. As imagens radiográficas, em sua maioria 
manifestam sobreposições, dificultando a análise.
163
ANATOMIA APLICADA
 Exercícios
Questão 1. Leia o texto e a figura a seguir.
A solicitação clínica de exames radiográficos dos seios da face é muito frequente em crianças, com o 
objetivo de investigar afecções das vias respiratórias superiores, como hipertrofia da adenoide, doenças 
inflamatórias das cavidades sinusais, sinusites, tumores e fraturas faciais.
A radiografia convencional para o estudo radiológico dos seios da face pode ser realizada nas 
seguintes incidências: incidência em perfil ou radiografia cavum, incidência Waters e incidência Caldwell.
Adaptado de: https://bityli.com/zgNKibyr. Acesso em: 5 out. 2022.
Figura 157 – Imagem radiológica do crânio obtida pelo método de Caldwell
Disponível em: https://bityli.com/TyeJeQgB. Acesso em: 5 out. 2022.
Com base na leitura e nos seus conhecimentos, assinale a alternativa incorreta.
164
Unidade III
A) A imagem permite a visualização do seio frontal, das órbitas e dos seios maxilares.
B) Para a obtenção da imagem, foi utilizada a incidência de Caldwell.
C) Caso o objetivo fosse avaliar o processo coronoide, seria recomendada a incidência de Waters.
D) Seios da face escuros e bem delimitados indicam que essas cavidades estão preenchidas de ar.
E) Nos exames radiológicos da face, estruturas anatômicas radiossensíveis, como os olhos e a tireoide, 
são expostas à radiação ionizante, o que representa risco para os pacientes pediátricos.
Resposta correta: alternativa C.
Análise das alternativas
A) Alternativa incorreta.
Justificativa: na figura a seguir, seio frontal, órbitas e seios maxilares estão indicados, respectivamente, 
pelos números 1, 2 e 3.
Figura 158 
B) Alternativa incorreta.
Justificativa: a incidência de Caldwell é occipitofrontal, ou seja, os raios X incidem no sentido 
fronto-naso-placa ou posteroanterior. Ela é usada na rotina do estudo radiográfico do crânio.
165
ANATOMIA APLICADA
C) Alternativa correta.
Justificativa: para observar o processo coronoide, é necessário realizar a incidência lateral, e não a 
incidência de Waters. 
A incidência de Waters é occipitomental, ou seja, os raios X incidem no sentido mento-naso-placa 
ou occipitomental. Ela permite a visualização mais detalhada dos seios maxilares. 
D) Alternativa incorreta.
Justificativa: o ar é radiolúcido, ou seja, permite a livre passagem da radiação. Por esse motivo, seios 
da face escuros estão desobstruídos, ou seja, preenchidos por ar.
E) Alternativa incorreta.
Justificativa: as imagens de raio X do crânio precisam ser realizadas com muita cautela em pacientes 
pediátricos, pois a radiação absorvida por estruturas como a tireoide e os olhos está relacionada com o 
desenvolvimento de efeitos estocásticos.
Questão 2. A figura a seguir mostra uma imagem radiográfica do segmento cervical da coluna 
vertebral em anteroposterior, com a boca aberta.
Figura 159 
Fonte: Bontrager (2015, p. 915).
A respeito da imagem apresentada, avalie as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
166
Unidade III
I – Na imagem, é possível observar a articulação atlantoaxiale o processo espinhoso da vértebra C2.
II – Para a realização do exame, é necessário o uso de contraste iodado iônico.
III – O exame pode ser realizado com o paciente em decúbito ou em posição ortostática.
IV – Na imagem, as articulações entre as vértebras são radiopacas.
É correto apenas o que se afirma em:
A) I e II.
B) II e III.
C) III e IV.
D) I e III.
E) II e IV.
Resposta correta: alternativa D.
Análise das afirmativas
I – Afirmativa correta.
Justificativa: na figura a seguir, a articulação atlantoaxial e o processo espinhoso da vértebra C2 
estão indicados, respectivamente, pelos números 1 e 2.
167
ANATOMIA APLICADA
Figura 160 
II – Afirmativa incorreta.
Justificativa: como o objetivo do exame é visualizar estruturas ósseas, que são radiopacas, não é 
necessário utilizar contraste.
III – Afirmativa correta.
Justificativa: para a realização do exame, o paciente pode permanecer deitado (em decúbito) ou em 
pé (posição ortostática).
IV – Afirmativa incorreta.
Justificativa: na imagem, as articulações entre as vértebras são radiolúcidas, ou seja, escuras.