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<p>Relatório DE AULA Prática Anatomia do Aparelho Locomotor</p><p>Anatomia (Universidade Paulista)</p><p>Digitalizar para abrir em Studocu</p><p>A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade</p><p>Relatório DE AULA Prática Anatomia do Aparelho Locomotor</p><p>Anatomia (Universidade Paulista)</p><p>Digitalizar para abrir em Studocu</p><p>A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-paulista/anatomia/relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor/79694779?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-paulista/anatomia/2999216?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-paulista/anatomia/relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor/79694779?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-paulista/anatomia/2999216?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE</p><p>Curso: Bacharelado em Fisioterapia</p><p>Carolina Vanella Naime</p><p>Relatório de aula prática</p><p>entregue como avaliação</p><p>da disciplina de Anatomia</p><p>do Aparelho Locomotor</p><p>do 1° semestre do curso</p><p>de Fisioterapia</p><p>São Carlos/SP</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>2023</p><p>RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA</p><p>CURSO: Fisioterapia</p><p>DISCIPLINA: Anatomia do Aparelho Locomotor</p><p>NOME DO ALUNO: Carolina</p><p>R.A: 2357491</p><p>POLO: São Carlos/SP</p><p>DATA: 23/09/2023 e 14/10/2023</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>1. INTRODUÇÃO</p><p>A anatomia do aparelho locomotor é uma especialidade formada pelo sistema</p><p>esquelético e pelo sistema muscular e é responsável, basicamente, pela</p><p>sustentação, movimentação e proteção de órgãos vitais. O corpo humano possui</p><p>206 ossos que se relacionam entre si através de inúmeros ligamentos, tendões,</p><p>músculos e outras estruturas. Iniciamos a aula prática dividindo o esqueleto em</p><p>axial, esqueleto apendicular e as cinturas. Vimos a composição do esqueleto axial</p><p>formado pelos ossos do crânio, o hioide, o tórax e a coluna vertebral. Na segunda</p><p>aula, fizemos um detalhamento do esqueleto apendicular, que é formado pelos</p><p>ossos dos membros superiores e inferiores. Na sequência, aprendemos sobre as</p><p>cinturas, que por definição é o elo entre os esqueletos axial e apendicular, sendo</p><p>compostas por dois tipos: a cintura escapular e a cintura pélvica. Na terceira aula,</p><p>aprendemos sobre as articulações e como são classificadas. Na última aula,</p><p>estudamos a respeito do músculo estriado esquelético, seus componentes</p><p>anatômicos macroscópios, sua origem e inserção. As aulas práticas de anatomia do</p><p>aparelho locomotor foram fundamentais para a compreensão da forma e da</p><p>estrutura do corpo humano.</p><p>2. MATERIAIS E MÉTODOS</p><p>O local da aula foi no laboratório de anatomia, no campus de Araraquara. A</p><p>metodologia utilizada pelo professor na aula foi expositiva e ativa. Os materiais</p><p>utilizados foram: modelos anatômicos sintéticos, atlas, e peças anatômicas.</p><p>3. RESULTADOS E DISCUSSÃO</p><p>3.1. AULA 1</p><p>Esqueleto Axial</p><p>Entendemos quais os ossos fazem parte do esqueleto axial, quais são os</p><p>ossos do esqueleto apendicular e quais os ossos que pertencem as cinturas. Vimos</p><p>que o esqueleto axial possui 80 ossos dispostos em três regiões principais: o crânio,</p><p>1</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>a coluna vertebral e a caixa torácica. o crânio possui 22 ossos, a coluna vertebral 24</p><p>vértebras, 1 sacro e 1 cóccix, e a caixa torácica 24 costelas e 1 esterno.</p><p>O crânio é formado pelos ossos do crânio e da face (Figura 1). Ademais, ele</p><p>envolve e protege o encéfalo, além de fornecerem locais de fixação para alguns</p><p>músculos do pescoço e da cabeça (Marieb; Wikhelm; Mallatt, 2014; Martine;</p><p>Timmons; Tallitsch, 2009).</p><p>Figura 1. Cabeça óssea dividida em ossos do crânio e da face (Adaptada de</p><p>Marieb; Wikhelm; Mallatt, 2014).</p><p>Em seguida, identificamos o osso frontal, o pariental, o occipital, o temporal, o</p><p>parriental, o esfenoide e o etmoide. Vimos também as suas subdivisões, que são o</p><p>neurocrânio e o viscerocrânio. O neurocrânio é formado por 8 ossos, sendo eles:</p><p>occipital (1), parietais (2), frontal (1), temporais (2), esfenóides (1), etmóide (1). Já o</p><p>viscerocrânio é formado por 14 ossos, que são: maxilas (2), palatinos (2), nasais (2),</p><p>conchas nasais inferiores (2), zigomáticos (2), lacrimais (2), vômer (1) e mandíbula</p><p>(1).</p><p>2</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>Figura 2. Ossos do neurocrânio e viscerocrânio (Adaptada de Martine;</p><p>Timmons; Tallitsch, 2009).</p><p>Depois, identificamos o tórax, que é representado pelo esterno e pelas</p><p>costelas. O esterno está localizado na linha média anterior do tórax. Ao manusear o</p><p>esterno, reconhecemos que ele é dividido em três partes, que são o manúbrio, corpo</p><p>e processo xifoide (Figura 3).</p><p>3</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>Figura 3. Vista anterior do esterno (Adaptada de Tortora, 2017).</p><p>Em seguida, vimos que as costelas possuem 12 pares, sendo sete pares de</p><p>costelas verdadeiras, três pares de costelas falsas propriamente ditas e dois pares</p><p>de costelas falsas, as costelas flutuantes (Vilicev, 2019) (Figura 4).</p><p>Figura 4. Caixa torácica (Adaptada de VanPutte; Regan; Russo, 2016).</p><p>Na sequência, observamos a coluna vertebral, que geralmente é formada por</p><p>26 ossos, chamados de vértebras, que são divididos em 5 regiões: 7 vértebras</p><p>4</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>cervicais, 12 vértebras torácicas, 5 vértebras lombares, 1 osso sacral e 1 osso</p><p>coccígeno, por 33 vértebras, sendo sete vértebras cervicais, 12 vértebras torácicas,</p><p>cinco vértebras lombares, cinco vértebras sacrais e três a cinco vértebras coccígeas</p><p>(Figura 5) (VanPutte; Regan; Russo, 2016).</p><p>Figura 5. Coluna vertebral em vista anterior (à esquerda) e vista lateral direita</p><p>(à direita) (Adaptada de Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>Observamos de maneira isolada as duas vértebras atípicas, que são a C1 e</p><p>C2. Vimos que a primeira vértebra cervical (C1) é chamada de atlas, sendo que essa</p><p>vértebra não possui corpo vertebral nem processo espinhoso. Além disso, essa</p><p>articulação permite que a cabeça faça um movimento de “sim” ou que se incline de</p><p>um lado para o outro. Logo após, observamos a segunda vértebra cervical (C2)</p><p>chamada de áxis. Essa vértebra recebe esse nome</p><p>porque ocorre nela uma</p><p>quantidade considerável de rotação para produzir o movimento de “não” da cabeça.</p><p>5</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>Além disso, essa vértebra possui um processo modificado no lado superior do seu</p><p>pequeno corpo chamado processo odontoide ou dente. Esse processo encaixa no</p><p>forame vertebral alargado do atlas, e o atlas gira ao redor desse processo</p><p>(VanPutte; Regan; Russo, 2016).</p><p>Figura 6. Vértebras atlas e axis em vista lateral (Adaptada de VanPutte;</p><p>Regan; Russo, 2016).</p><p>Logo após, identificamos as características de uma vértebra típica, que são o</p><p>corpo vertebral, o arco vertebral, o pedículo do arco vertebral, a lâmina do arco</p><p>vertebral, o forame vertebral, o processo espinhoso, os processos transversos, e os</p><p>processos articulares superiores e inferiores (Figura 7).</p><p>Figura 7. Estrutura de uma vértebra típica (Adaptada de Marieb; Wilhelm;</p><p>Mallatt, 2014).</p><p>6</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>Vimos que a principal característica que define uma vértebra cervical típica é</p><p>a presença de forame transversário, processo espinhoso bífido e o forame vertebral</p><p>com formato triangular. Já as vértebras torácicas possuem a fóvea costal do</p><p>processo transverso e do corpo vertebral que articulam com o tubérculo e o corpo da</p><p>costela, respectivamente. O processo espinhoso da vértebra torácica é afilado e</p><p>dirigido para baixo, enquanto o forame vertebral apresenta o formato oval. Logo</p><p>após vimos que as vértebras lombares apresentam o corpo vertebral volumoso,</p><p>sendo que o seu processo espinhoso da vértebra lombar é curto e com o formato</p><p>quadrilátero (Vilicev, 2019) (Figura 8).</p><p>Figura 8. Estrutura de uma vértebra cervical (a), torácica (b) e lombar (c)</p><p>(Adaptada de Tortora, 2017).</p><p>Na sequência, estudamos o sacro, e vimos que esse osso é composto por</p><p>cinco vértebras fundidas. A porção inferior e estreita é o ápice do sacro, enquanto a</p><p>superfície superior, larga, é denominada base do sacro. O promontório do sacro é</p><p>uma</p><p>proeminência na margem anterior da base, sendo um importante referencial em</p><p>mulheres durante exames pélvicos e trabalho de parto. O lado anterior côncavo do</p><p>sacro está voltado para a cavidade pélvica e possui quatro linhas (cristas)</p><p>transversas que marcam a união dos corpos vertebrais do sacro, sendo que nas</p><p>extremidades dessas linhas encontram-se quatro pares de forames sacrais</p><p>anteriores. Logo abaixo do sacro observamos o cóccix, que é um osso triangular</p><p>formado a partir da fusão de três a cinco segmentos vertebrais, mais comumente</p><p>representando a fusão das quatro vértebras (Figura 9) (Tortora, 2017; Martine;</p><p>Timmons; Tallitsch, 2009).</p><p>7</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>Figura 9. O sacro e o cóccix em vista anterior (Adaptada de Tortora, 2017).</p><p>3.2. AULA 2</p><p>Esqueleto Apendicular</p><p>No início da aula 2, vimos que o esqueleto apendicular é formado pelos ossos</p><p>dos membros superiores e inferiores. Os membros superiores são formados pelos</p><p>ossos do braço, do antebraço e da mão. O osso do braço é formado pelo úmero;</p><p>pelos ossos do antebraço, que são o rádio, lateralmente, e a ulna, medialmente. A</p><p>mão é formada pelos ossos do carpo arranjados em duas fileiras (proximal e distal)</p><p>(Vilicev, 2019) (Figura 10).</p><p>Em seguida, estudamos os ossos da mão, e observamos que na fileira</p><p>proximal, de lateral para medial, encontramos o escafoide, o semilunar, o piramidal e</p><p>o semilunar. Na fileira distal, de lateral para medial, encontramos o trapézio, o</p><p>trapezoide, o capitato e o hamato. Na sequência, ainda na mão, encontramos os</p><p>ossos do metacarpo (I-V) e as falanges (a proximal, a média e a distal) com exceção</p><p>do polegar que apresenta apenas duas falanges (a proximal e a distal) (Vilicev,</p><p>2019) (Figura 11).</p><p>8</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>Figura 10. Vista anterior (a) e posterior (b) dos ossos do membro superior</p><p>(Adaptada de Tortora, 2017).</p><p>Figura 11. Vista anterior da mão direita (Adaptada de Martine; Timmons;</p><p>Tallitsch, 2009).</p><p>9</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>Logo após, estudamos os ossos dos membros inferiores. Vimos que é</p><p>formado pelos ossos da coxa, da perna e do pé, sendo que o osso da coxa é</p><p>formado pelo fêmur. Já os ossos da perna são a fíbula, lateralmente, e a tíbia,</p><p>medialmente. Entre a coxa e a perna temos o joelho, e no joelho encontramos a</p><p>patela, que é o maior osso sesamoide do corpo humano (Vilicev, 2019) (Figura 12).</p><p>Figura 12. Ossos que formam o membro inferior (Adaptada de Martine;</p><p>Timmons; Tallitsch, 2009).</p><p>Logo abaixo da perna, vimos que o pé é formado pelos ossos do tarso, do</p><p>metatarso e pelas falanges. No tarso temos o calcâneo, o tálus, o navicular, o</p><p>cuboide e os cuneiformes (o medial, o intermédio e o lateral). Assim como foi</p><p>10</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>estudado os ossos das mãos, nos ossos dos pés encontramos agora os ossos</p><p>metatarsais (I-V) e as falanges (a proximal, a média e a distal) exceto no hálux, que</p><p>possui apenas duas falanges, a proximal e a distal (Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>Figura 13. Ossos do pé direito (Adaptada de Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>Cinturas</p><p>Ainda na aula 2, estudamos as cinturas. Vimos que cintura é o elo entre os</p><p>esqueletos axial e apendicular, e que existem dois tipos de cinturas, que são a</p><p>cintura escapular (ou cíngulo do membro superior), formada pela escápula e pela</p><p>clavícula; e a cintura pélvica, formada pelos ossos do quadril, pelo sacro e pelo</p><p>cóccix, formando assim, a pelve óssea (Vilicev, 2019).</p><p>O cíngulo do membro superior consiste em uma clavícula em forma de S e na</p><p>larga e plana escápula. A clavícula articula-se com o manúbrio do esterno, e essa é</p><p>a única conexão direta entre o cíngulo do membro superior e o esqueleto axial</p><p>(Figura 14) (Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>11</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>Figura 14. Cíngulo do membro superior (Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>Em seguida, estudamos a clavícula, e observamos que esse osso possui uma</p><p>extremidade acromial e esternal, a linha trapezóidea, o tubérculo conoide e a</p><p>impressão do ligamento costoclavicular (Figura 15) (Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>Figura 15. Clavícula (Adaptada de Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>Logo após, observamos a escápula e vimos que cada escápula tem três</p><p>margens. A margem superior é a mais curta e mais forte. A margem medial é</p><p>12</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>paralela à coluna vertebral. Já a margem lateral margeia a axila e termina na</p><p>posição superior em uma fossa rasa, a cavidade glenoidal. Essa cavidade articula -</p><p>se com o úmero, formando a articulação do ombro (Tortora, 2017).</p><p>Na sequência, vimos o cíngulo do membro inferior, também conhecido como</p><p>cintura pélvica, cuja função é ligar os membros inferiores à coluna vertebral assim</p><p>como dá suporte aos órgãos viscerais da pelve. Cíngulo</p><p>do membro inferior é</p><p>formado pelos dois ossos do quadril, ligados entre si pela sínfise púbica, formando,</p><p>junto com o sacro, a pelve óssea. A margem anterossuperior da primeira vértebra</p><p>sacral forma uma protuberância na posição anterior dentro da cavidade pélvica</p><p>definida como promontório. O acetábulo localiza-se inferior e anteriormente ao</p><p>centro dos ossos do quadril, na face lateral da pelve, na junção em forma de Y do</p><p>ílio, do ísquio e do púbis. Entre o púbis e o ísquio ocorre ama grande abertura,</p><p>formando o forame obturado (Figura 16) (Tortora, 2010).</p><p>Figura 16. Visão anterior do cíngulo do membro inferior (Adaptada de Tortora,</p><p>2010).</p><p>3.3. AULA 3</p><p>Articulações</p><p>No início da aula 3, estudamos as articulações, e aprendemos que elas</p><p>existem sempre que dois ou mais ossos se encontram, podendo estar em contato</p><p>13</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>direto ou separadas por tecido fibroso, cartilagem ou líquido. Em seguida, vimos que</p><p>a classificação funcional das articulações se baseia na quantidade de movimento</p><p>permitido, desse modo, as sinartroses são articulações imóveis, as anfiartroses são</p><p>articulações ligeiramente móveis e diartroses são articulações livremente móveis.</p><p>Estruturalmente, as articulações são classificadas como fibrosas, cartilagíneas e</p><p>sinoviais (Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>Vimos que nas articulações fibrosas, os ossos são conectados por um tecido</p><p>fibroso nomeado tecido conjuntivo denso modelado. Nenhuma cavidade articular</p><p>está presente, desse modo, a maioria das articulações fibrosas são imóveis ou</p><p>apenas ligeiramente móveis. Os tipos de articulações fibrosas são suturas,</p><p>sindesmoses e gonfoses. As suturas são encontradas apenas no crânio. Exemplo de</p><p>sindesmose é a articulação radioulnar. Já as articulações das raízes dos dentes e os</p><p>processos alveolares da mandíbula e da maxila são exemplos de gonfoses (Marieb;</p><p>Wilhelm; Mallatt, 2014; Vilicev, 2019).</p><p>Já nas articulações cartilagíneas, os ossos que se articulam estão unidos por</p><p>cartilagem. As articulações cartilagíneas não possuem uma cavidade articular e não</p><p>apresentam muita mobilidade. As sincondroses e as sínfises são os dois tipos de</p><p>articulações cartilagíneas (Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>a b</p><p>Figura 17. Articulações cartilagíneas. Sincondrose (a) e sínfise (b) (Adaptada de</p><p>Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>Na sequência estudamos as articulações sinoviais, que são as articulações</p><p>mais móveis do corpo humano. Essas articulações são classificadas como</p><p>diartroses, ou seja, são articulações livremente móveis. Todas as articulações</p><p>sinoviais possuem as mesmas características básicas, que são uma cápsula</p><p>articular; cartilagens articulares; uma cavidade articular preenchida com sinóvia</p><p>14</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>(líquido sinovial); uma membrana sinovial que reveste a cápsula articular; estruturas</p><p>acessórias; e nervos sensitivos e vasos sanguíneos que suprem o exterior e o</p><p>interior da articulação (Figura 17) (Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014; Martine; Timmons;</p><p>Tallitsch, 2009).</p><p>Figura 17. Estrutura da articulação sinovial (Adaptada de Martine; Timmons;</p><p>Tallitsch, 2009).</p><p>3.4. AULA 4</p><p>Músculo Estriado Esquelético</p><p>Iniciamos a aula 4 estudando o músculo estriado esquelético, que são órgãos</p><p>individuais que se conectam ao esqueleto e o movimentam. Esse tecido</p><p>corresponde a 40% do peso corporal. As células musculares do tecido muscular</p><p>esquelético representam o músculo estriado, que possui estrias escuras e claras que</p><p>cortam transversalmente essas células. Essas estrias são nítidas quando o tecido</p><p>muscular é visualizado histologicamente, por isso o nome de estriado. As alongadas</p><p>15</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>e cilíndricas células musculares esqueléticas constituem as fibras musculares</p><p>(Figura 18) (Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>Figura 18. Tecido muscular esquelético (Adaptada de Tortora, 2010).</p><p>Vimos que a principal característica macroscópica do músculo esquelético</p><p>típico consiste em um ventre muscular conectado por tendões ao esqueleto. O</p><p>ventre do músculo pode ser uma massa arredondada espessa alongada, ter um</p><p>formato triangular, ser uma massa retangular espessa ou ser uma lâmina plana fina</p><p>de tecido muscular. Já os tendões são estruturas de tecido conjuntivo denso, que</p><p>fixam o ventre do músculo aos ossos (Tortora, 2017).</p><p>Principais Músculos do Corpo Humano</p><p>Em seguida, utilizando o modelo anatômico, estudamos os principais</p><p>músculos da face. Observamos o levantador do lábio superior, cuja função é abrir os</p><p>lábios e elevar o lábio superior; o depressor do ângulo da boca, que traciona o</p><p>ângulo da boca inferior e lateralmente; o músculo mentual, que enruga o mento e</p><p>projeta o lábio inferior; o bucinador, que comprime a bochecha como no ato de</p><p>assobiar ou sugar; o platisma, que tensiona a pele do pescoço (Marieb; Wilhelm;</p><p>Mallatt, 2014).</p><p>Na sequência, observamos os músculos da mastigação. O masseter eleva a</p><p>mandíbula e fecha a boca; enquanto o temporal eleva e retrai a mandíbula; o</p><p>16</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>pterigoideo medial atua juntamente com o músculo pterigóideo lateral para projetar a</p><p>mandíbula e produzir movimentos de lateralidade, como ranger dos dentes; o</p><p>pterigoideo lateral projeta a mandíbula e produz movimentos de lateralidade (Figura</p><p>19) (Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>Figura 19. Músculos da mastigação (Adaptada de Marieb; Wilhelm; Mallatt,</p><p>2014).</p><p>Logo após, estudamos os músculos do pescoço, supra-hioideos e infra-</p><p>hioideos. Começamos observando o milo-hióideo, que é um músculo que eleva o</p><p>osso hioide e o assoalho da boca; já o omo-hióideo traciona o osso hioide</p><p>inferiormente; o tireo-hióideo abaixa o osso hioide ou eleva a laringe se o osso</p><p>hioide estiver imobilizado; o esternocleidomastóideo flexiona e gira lateralmente a</p><p>cabeça; enquanto o digástrico abaixa a mandíbula (Figura 20).</p><p>17</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>Figura 20. Músculos do pescoço, supra-hioideos e infra-hioideos (Adaptada</p><p>de Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>Em seguida, vimos os músculos do tronco. O iliocostal estende e flexiona</p><p>lateralmente a coluna vertebral; os longuíssimos do tórax e do pescoço estendem e</p><p>flexionam lateralmente a coluna vertebral; os espinais estendem a coluna vertebral,</p><p>enquanto os semiespinhais estendem a coluna vertebral e a cabeça, girando-as para</p><p>o lado oposto; o quadrado lombar flexiona lateralmente a coluna vertebral (Figura</p><p>21) (Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>Figura 21. Músculos do tronco (Adaptada de Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>18</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>Logo em seguida, vimos os músculos dos membros superiores. Iniciamos</p><p>observando o bíceps braquial, cuja ação é a flexão no cotovelo e no ombro e a</p><p>supinação; o braquial realiza a flexão no cotovelo assim como o braquiorradial; o</p><p>tríceps braquial faz a extensão no cotovelo. No antebraço vimos o pronador</p><p>quadrado, que faz a pronação do antebraço e da mão por rotação medial do rádio</p><p>nas articulações radiulnares; o pronador redondo realiza os mesmos</p><p>movimentos do</p><p>pronador quadrado além de flexão no cotovelo; já o supinador faz a supinação do</p><p>antebraço e da mão por rotação lateral do rádio nas articulações radiulnares. No</p><p>punho vimos o flexor radial do carpo, que faz a flexão e abdução no punho; o flexor</p><p>ulnar do carpo, que realiza a flexão e adução no punho; e o palmar longo, que faz a</p><p>flexão no punho. Por fim vimos o extensor radial longo do carpo e extensor radial</p><p>curto do carpo, ambos realizam a extensão e abdução no punho; e extensor ulnar do</p><p>carpo, que faz a extensão e adução no punho (Martine; Timmons; Tallitsch, 2009).</p><p>Por fim na aula 4, estudamos os músculos dos membros inferiores. Iniciamos</p><p>observando o Iliopsoas, cuja função é ser o agonista na flexão da coxa e na flexão</p><p>do tronco; o tensor da fáscia lata estabiliza o tronco na coxa, enrijecendo o trato</p><p>iliotibial; o sartório, que é um músculo biarticular, flexiona, abduz e gira lateralmente</p><p>a coxa, além de flexionar a perna; o quadríceps, que é formado pelo reto femoral,</p><p>vasto lateral, vasto medial e vasto intermédio, estende a perna e flexiona a coxa. No</p><p>compartimento medial da coxa vimos o pectíneo, que aduz, flexiona e gira</p><p>medialmente a coxa; o grácil, que eduz a coxa, flexiona e gira medialmente a perna.</p><p>Entre os adutores vimos o adutor magno, adutor curto e o adutor longo, que aduz e</p><p>roda medialmente a coxa (Figura 22) (Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>No compartimento posterior observamos o bíceps femoral, o semitendíneo e o</p><p>semimembranáceo, esses músculos são agonistas na extensão da coxa e na flexão</p><p>da perna. Vimos também que o glúteo máximo é o principal extensor da coxa; o</p><p>glúteo médio e o mínimo abduzem e rodam medialmente a coxa (Figura 23) (Marieb;</p><p>Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>19</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>Figura 22. Músculos do compartimento anterior da coxa (Adaptada de</p><p>Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>20</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>Figura 24. Músculos do compartimento posterior da coxa (Adaptada de</p><p>Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>No compartimento anterior da perna estudamos o tibial anterior, que é</p><p>agonista na flexão dorsal; o extensor longo dos dedos, que é agonista na extensão</p><p>dos dedos do pé; o fibular terceiro, que faz a flexão dorsal e eversão do pé; e o</p><p>extensor do halux, que estende o hálux; flexão dorsal do pé. No compartimento</p><p>posterior da perna vimos o plantar, que ajuda na flexão da perna e na flexão plantar</p><p>do pé; os gastrocnêmios, que fazem a flexão plantar do pé, assim como o músculo</p><p>sóleo. O fibular longo faz a flexão plantar, inversão do pé e flexiona os dedos;</p><p>enquanto o fibular curto faz a flexão plantar e eversão do pé (Figura 25) (Marieb;</p><p>Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>21</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p><p>Figura 25. Músculos do compartimento posterior da perna (Adaptada de</p><p>Marieb; Wilhelm; Mallatt, 2014).</p><p>Em suma, as aulas práticas de anatomia do aparelho locomotor foram</p><p>fundamentais para a minha formação, ao ver as aulas online, ler a apostila, os livros</p><p>textos e acompanhar pelo atlas, juntamente com o manuseio das peças anatômicas</p><p>e a explicação do professor, o aprendizado se tornou muito mais eficiente, já que</p><p>conhecer a forma e a estrutura do corpo humano é crucial para se tornar um</p><p>profissional fisioterapeuta.</p><p>22</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>Referências</p><p>Marieb EM, Wilhelm PB, Mallatt J. Anatomia Humana. 7ª ed. São Paulo: Pearson</p><p>Education do Brasil, 2014.</p><p>Tortora GJ. Princípios de anatomia e fisiologia. 12 ed. Rio de Janeiro: Guanabara</p><p>Koogan, 2010.</p><p>Tortora GJ. Princípios de anatomia humana. 12 ed. Rio de Janeiro: Guanabara</p><p>Koogan, 2017.</p><p>VanPutte CL, Regan JL, Russo AF. Anatomia de fisiologia de Seeley. 10 ed. Porto</p><p>Alegre: AMGH, 2016.</p><p>Vilicev CM. Anatomia do Aparelho Locomotor. São Paulo: Editora Sol, 2019.</p><p>23</p><p>Baixado por Fabi Bialeski (fbialeski@live.com)</p><p>lOMoARcPSD|45848657</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-anatomia-do-aparelho-locomotor</p>

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