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FEBRE AFTOSA
→ Enfermidade vesicular,
infectocontagiosa,
grande poder de
difusão.
→ Uma das mais temidas
doenças na pecuária
ETIOLOGIA
→ Vírus
→ Família: Picornaviridae
→ Gênero: Aphthovirus
→ Sorotipos: O, A e C (América do Sul)
→ As vacinas são atualizadas anualmente
→ Pode manter-se em forma latente
→ Tem um controle muito difícil
PATOGENIA
→ Mucosa respiratória é a principal via de
entrada
→ Altera o comportamento das células
EPIDEMIOLOGIA
→ Susceptíveis:
→ Transmissão: via respiratória e oral
→ Até a década de 80, era considerada
endêmica no Brasil, quando foi criado o
Plano Hemisférico da Erradicação da Febre
Aftosa (PHEFA)*
→ Instituído o controle de rebanho e de
fronteira
→ Planos regionais de combate a aftosa:
conhecimento da epidemiologia, controle do
trânsito de animais, vacinação sistemática,
programas de controle de vigilância
epidemiológica
→ Para bovinos e suínos
→ O Brasil registrou o último foco de febre
aftosa em 2006, no Mato Grosso do Sul
→ Santa Catarina é considerado estado livre
sem vacinação desde 2007
→ Desde 2018, todo o território do país é
reconhecido internacionalmente como livre
da doença (zonas com e sem vacinação)
SINAIS CLÍNICOS
→ Febre alta
→ Formação de vesículas e
erosões na mucosa oral,
narinas externas, na pele entre
os cascos ou acima e no úbere
DIAGNÓSTICO
→ Comunicação às autoridades sanitárias
responsáveis
→ Definitivo:
→ Isolamento do vírus em cultivo celular
→ Material: Vesículas ou aftas
→ Detecção de antígeno viral (Ag- ELISA)
→ PCR
→ Diferencial: Estomatite vesicular (bov e sui),
rinotraqueite infecciosa (IBR), diarreia viral
bovina (BVD), estomatite papular e febre
catarral maligna (bov e ovi) e Língua azul
(bov)
CONTROLE
→ Vacinação em massa da população bovina
→ Rigoroso trânsito de animais
→ Quarentena compulsória para animais que
ingressem fora da área do programa
→ Sacrifício compulsório do animal(is)
positivo(s)
ESTOMATITE VESICULAR
→
EPIDEMIOLOGIA
→ Doença restrita às
Américas, desde o
Canadá até a Argentina
→ Os focos normalmente
ocorrem de forma súbita,
em propriedade distantes
uma das outras e em
época quentes e chuvosas
→ Transmitido por vetor (pula propriedades)
→ Adultos são os mais afetadas e 10-15%
apresenta sinal clínico
→ Acredita-se ser transmitida por um vetor
SINAIS CLÍNICOS
→ INICIALMENTE:
→ Bovinos e equinos: Sialorréia e febre
alta
→ Suínos: Febre e claudicação
→ APÓS 48-72h:
→ Vesículas na mucosa oral, glândula
mamária e rodete coronário
→ Rompimento das vesículas
→ Formação de úlceras
→ Podendo resultar em miíase
DIAGNÓSTICO
→ Comunicação às autoridades sanitárias
responsáveis
→ Definitivo:
→ Isolamento do vírus em cultivo celular
→ Material: Vesículas ou aftas
→ Detecção de antígeno viral (Ag- ELISA)
→ PCR
→ Diferencial: Febre aftosa e enfermidade
vesicular dos suínos
→