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Fundamentos Filosóficos e 
Sociológicos da Educação 
Virgínia Marcondes 
Marcos R. C. Ketelhut 
AULA 10 
Nesta quinta e última aula os estudos se dirigem a ruptura com a tradição
racionalista, por meio do qual estudaremos o período pós-kantiano,
Schopenhauer, Kierkegaard e Nietzsche.
Fecharemos a disciplina com a filosofia contemporânea observando um
dos principais aspectos da filosofia é o questionamento da subjetividade
como ponto de partida da tentativa de fundamentação do conhecimento.
Nesse sentido a linguagem passa a ser vista como alternativa para a
reflexão filosófica em diversas perspectivas e possibilitará reflexões e
inferências com a educação.
O idealismo alemão pós kantiano é marcado pela reação contra o
racionalismo e a filosofia crítica em busca de outras alternativas e formas
de expressão.
Caracteriza-se pelo novo rumo dado à concepção kantiana da filosofia,
abandonando o sentido crítico e interpretando a filosofia transcendental
como base para a construção de um sistema de saber.
Os principais representantes dessa corrente foram Johann Fichte e
Friedrich Schelling.
Entre os representantes do Romantismo podemos destacar Schopenhauer,
Kierkegaard e Nietzsche, que rompem com as visões de mundo kantiana
e hegeliana, em uma direção diferente da obra de Marx.
O romantismo caracteriza-se por uma aproximação maior entre a
filosofia e a arte, afastando-se da problemática do conhecimento,
enfatizando a sensibilidade mais do que a razão.
No século XX observa-se a tentativa de encontrar respostas à crise do
projeto filosófico da modernidade. As principais correntes do período
contemporâneo visam atualizar o racionalismo e o fundacionalismo da
filosofia moderna.
Influência posterior de filósofos como Wittgenstein e Heidegger.
Schopenhauer pretendia ser simplesmente o continuador do kantismo, o
qual procurou preservar a restauração do sentido de absoluto que os
primeiros filósofos românticos tentavam fomentar. Assim, defendeu a
distinção de fenômeno (representação) e coisa-em-si (vontade), além da
possibilidade de liberdade humana em meio à cadeia causal.
Não se limitou às considerações subjetivas do mundo fenomênico e da
vontade livre, mas os estendeu à toda natureza e coisa-em-si.
Kierkegaard enfatiza os custos psicológicos da liberdade moderna.
Assinala que para a maioria das pessoas a vida parece apresentar uma
série de escolhas que o indivíduo tem que resolver sozinho, sem a ajuda
da razão, da tradição ou da fé religiosa.
Filosoficamente, fez a ponte entre a filosofia de Hegel e aquilo que se
tornaria o existencialismo. Kierkegaard rejeitou a filosofia hegeliana do
seu tempo e aquilo que ele viu como o formalismo vácuo da igreja
luterana dinamarquesa. Muitas das suas obras lidam com problemas
religiosos tais como a natureza da fé, a instituição da fé cristã, e ética
cristã e teologia.
Nietzsche nos desafia, ele critica a moral cristã, analisa a ideia de bem e
mal imposta pelo pensamento religioso na Europa de sua época.
Nietzsche admitiu, enfim, que Deus estava morto, iniciando sua longa busca
por uma resposta não religiosa ao significado da vida, tentando escapar à
sensação de desespero que seguiu sua perda de fé no cristianismo. Essa
condição, que ele chamou de niilismo – a crença de que nada tem sentido –
foi para ele o principal problema enfrentado pelo mundo moderno.
Nietzsche depende, em certa medida, do positivismo de sua época, nega a
possibilidade da metafísica, além disso, parte da perda da fé em deus e na
imortalidade da alma.
Hostiliza a ética kantiana do dever, bem como a ética utilitária e também a
moral cristã.
Valoriza unicamente a vida, forte, sã, impulsiva, com vontade de domínio.
Isso é o bem e tudo o que é débil, enfermo, fracassado e mau. A compaixão
é por isso o sumo do mal.
Nietzsche influencia muitos filósofos do século XX, período de vasta
produção filosófica marcada também pela releitura da obra de Marx, a
psicanálise de Freud, o existencialismo de Sartre, a filosofia da
linguagem de Wittgenstein e a fenomenologia de Edmund Husserl.
A fenomenologia consiste, basicamente, na observação e descrição
rigorosa do fenômeno, isto é, daquilo que se manifesta, aparece ou se
oferece aos sentidos ou à consciência. Dessa maneira, busca-se analisar
como se forma, para nós, o campo de nossa experiência, sem que o
sujeito ofereça resistência ao fenômeno estudado nem se desvie dele. O
sujeito deve, portanto, orientar-se por ele. Essa é a grande contribuição
de Husserl para a Filosofia Contemporânea, a filosofia de nosso tempo.
Um dos maiores seguidores de Husserl foi o filósofo Martin Heidegger.
O sentimento profundo que faz o homem despertar da existência inautêntica é a
angústia, pois ela revela a nossa impessoalidade no cotidiano, o abandono do
nosso próprio eu diante da opressão do mundo com um todo.
Então, anote aí: a angústia é o sentimento que retira o homem da sua vida
autêntica e o devolve à sua condição autêntica: um ser em aberto, que deve
construir sua existência.
Na virada do século XIX para o século XX surgiu uma corrente filosófica que,
pela análise lógica da linguagem, procurava estabelecer o sentido das
expressões (conceitos, enunciados, uso contextual) e seu uso no discurso
linguístico. Por isso, ela ficou conhecida como filosofia analítica.
Wittgenstein pode ser dividido em duas grandes fases:
Na primeira, ele intensificou a busca de uma estrutura lógica que pudesse dar
conta do funcionamento da linguagem.
A estrutura da linguagem deveria corresponder à realidade dos fatos. Em
suas palavras: “um estado de coisas é pensável, quer dizer: podemos
fazer uma figura dele. A totalidade dos pensamentos verdadeiros é uma
figura do mundo”.
Em sua segunda fase, Wittgenstein se afastou dessa compreensão de que
a verdade da proposição deve ser verificada na experiência do mundo
real e passou a confirmar a impossibilidade de uma redução legítima
entre um conceito lógico (da linguagem) e um conceito empírico (da
realidade).
Wittgenstein explica: “A linguagem é como uma caixa de ferramentas”.
Para ele, não se trata mais de considerá-la falsa ou verdadeira, mas de
saber usá-la. A tarefa da filosofia é usar adequadamente a linguagem,
sabendo dos seus limites e calando-se diante do que não pode ser falado.
Resumindo:
Concepção kantiana de filosofia com um novo olhar;
Aproximação entre a filosofia e a arte;
Mais sensibilidade do que a razão;
Novo sentido à crítica revelando crenças e preconceitos.
1. Para Nietzsche, o conceito da morte de Deus pode estar representado na alternativa:
a) A morte de Deus valoriza a humanidade.
b) A morte de Deus desvaloriza o mundo.
c) A morte de Deus produz o super-homem.
d) A morte de Deus exige que se volte à época Dionísia.
e) A morte de Deus implica a perda de sanções sobrenaturais.
2. O romantismo é um período que se aproxima mais:
a) A filosofia e a astrologia.
b) A metafísica e a razão.
c) A sensibilidade e os sentimentos.
d) A filosofia e a arte.
e) A filosofia e Deus.
3. A definição mais adequada de fenomenologia é:
a) Constatação e inferência.
b) Imaginação e observação.
c) Descrição e sentidos.
d) Observação e descrição.
e) Análise e interferência.
4. Wittgenstein trata da linguagem e do mundo, assinale a alternativa que estabelece essa relação:
a) Pode-se afirmar que o mundo representa.
b) Pode-se dizer que o mundo representa todas as coisas.
c) Falar algo sobre o mundo é o mesmo que falar algo sobre os astros.
d) Pode-se descrever o mundo dentro dos limites da linguagem.
e) Falar algo do mundo significa uma expressão do mundo.
5. O pensamento de Marx pode ser considerado como crítica aos autores anteriores, mas há um conceito do
qual Marx não utiliza, referente aos autores que o antecederam:
a) A dialética.
b) A escassez.
c) A alienação.
d) O valor do trabalho.
e) O modo de produção.
Nessa disciplina abordamos:
Passagem do pensamento mítico para o pensamento filosófico científico;
Heráclito, Pitágoras;
A filosofia de Platão (caráter ético e político);
Aristóteles que valoriza o saber empíricoe a ciência natural;
A filosofia de São Tomás de Aquino como uma aproximação do catolicismo à filosofia;
A escolástica – Guilherme de Ockham;
Conceito de modernidade enquanto ruptura com a tradição;
O empirismo enquanto paradigma da filosofia moderna, assim como o racionalismo;
O racionalismo de Descartes;
O liberalismo com necessidade de conciliar direitos individuais;
O iluminismo que valoriza o conhecimento como instrumento de libertação;
A filosofia crítica de Kant;
Marx e o materialismo histórico;
O pensamento contemporâneo como resultado de reflexões que buscam respostas.
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