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2 SENAC | Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial DEPARTAMENTO REGIONAL EM MATO GROSSO Presidente do Conselho Regional José Wenceslau de Souza Júnior Diretor Regional – DR Carlos Alberto Tondati Rissato Diretora de Educação Profissional – DEP Juliane Almeida Rosa e Silva Diretor Administrativo Financeiro - DAF Bergson Henrique da Silva Amarilla Edição e Atualização 2022 Adaptação GEED- Gestão Educacional Formatação e Revisão GEED SENAC/DR/MT. ZELADOR. DEP/GEED Cuiabá: SENAC/DEP, 2022, 41 p. Todos os direitos reservados ao Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial. Vedadas nos termos da lei, a reprodução total ou parcial deste impresso. 3 Sumário INTRODUÇÃO ............................................................................................................................................................... 4 FUNDAMENTOS DA ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES .................................................................................... 5 MEIO AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO .................................................................... 9 Como funciona: ......................................................................................................................................................... 10 Meio ambiente ........................................................................................................................................................... 10 Segurança .................................................................................................................................................................... 12 LIDERANÇA, RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E TRABALHO EM EQUIPE ........................ 12 ESPAÇOS DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL ZELADOR ........................................................................ 14 CARACTERÍSTICAS DO ZELADOR .................................................................................................................... 17 PRINCÍPIOS DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO ....................................................................... 18 PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO ........................................................................................... 19 Riscos Encontrados no Condomínio .................................................................................................................... 19 O que acontece se houver acidente? ...................................................................................................................... 20 Segurança do Trabalho em Condomínio .............................................................................................................. 20 CORES PARA SEGURANÇA (NBR 7195/1995) ................................................................................................. 22 TIPOS DE LIMPEZA E MANUTENÇÃO ............................................................................................................ 25 1. Trace o perfil das áreas internas e externas ............................................................................................. 26 2. Trace o perfil técnico da limpeza e conservação.................................................................................... 26 4. Faça um planejamento de acordo com as necessidades de cada ambiente ....................................... 27 5. Defina um cronograma para a limpeza e conservação ......................................................................... 29 6. Utilize bons produtos e equipamentos .................................................................................................... 29 DEPÓSITO DE MATERIAL DE LIMPEZA OU (DML) .................................................................................. 30 NOÇÃO DE GRANDEZAS E MEDIDAS PARA CONTROLE E MANUSEIO DE MATERIAIS ..... 32 COLETA SELETIVA DO LIXO .............................................................................................................................. 33 LIVRO DE OCORRÊNCIAS .................................................................................................................................... 39 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...................................................................................................................... 40 4 INTRODUÇÃO O trabalho do zelador é essencial para o bom funcionamento de qualquer condomínio. Ele é dado como o braço direito do síndico, esse profissional deve atuar como um verdadeiro gerente, cabendo a ele a supervisão do trabalho de porteiros, garagistas, vigilantes, faxineiros e demais funcionários a ele subordinados. Também cabe ao zelador a assessoria ao síndico ou à administração do condomínio, a quem deve auxiliar nas funções administrativas que se fizerem necessárias. Como o exercício das funções do zelador colocam esse funcionário em contato permanente com condôminos, visitantes e prestadores de serviços, também é essencial que ele tenha habilidade no trato com as pessoas. 5 FUNDAMENTOS DA ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES A Ética e o seu Significado Em qualquer dicionário corrente, podemos ver entre outras respostas quando nos questionamos acerca do que é a ética, e encontramos inúmeras definições, “moral”, “diferença entre bem e mal”, “comportamento bom ou mau”, “a ética é a ciência da moral”, para citarmos apenas as que nos parecem mais adequadas para a reflexão deste texto. Do nosso ponto de vista, associamos o termo “ética” à ideia de educação, formação humana, caráter das pessoas, desempenho e postura na organização em termos de relacionamento (Ferreira & Dias, 2005). É sabido que as definições apenas ajudam a compreender e a preparar o caminho para uma análise de maior aprofundamento. Acrescente-se, no entanto, que o nosso interesse passa por traçar em termos esquemáticos o essencial, sem nós perdermos em grandes considerações. Aludimos a este conceito pela importância e relação que ele tem com o comportamento humano, tendo como principal objetivo dar uma perspectiva mais esclarecedora, o que justifica a sua abordagem. A ética no seu sentido etimológico é uma palavra que vem do grego ethos e define-se por duas formas (Trigo (1999, p.225; Dias, 2004, p.85). a primeira, êthos”, refere-se ao modo de ser, ao caráter, à realidade interior donde provêm os atos humanos. a segunda êthos, indica os costumes, os hábitos ou o agir habitual; atos concretos que indicam e realizam o modo de ser da pessoa. Na operacionalização deste conceito não se prescinde da moral, não podemos ficar no nível abstrato, é preciso passar à prática da ética. Enfatizando a ligação entre estes dois conceitos, moral e ética, poder-se-á dizer que a moral aparece mais ou menos como institucionalização da ética. Embora a palavra ética e moral remeta para uma mesma realidade, e alguns autores as usem como equivalentes, sendo utilizadas alternadamente (Banks & Nohr, 2008, p.11; Argandoña, 1994, p.10), a maioria dos dicionários e outros autores apresentam uma certa distinção entre os dois conceitos (Brugger, 1969; Pinto, 1990). Também estamos deste lado, para nós a distinção entre os dois termos, ética e moral, explica-se pelo facto de que a ética investiga a fundamentação do agir, os princípios e valores, a dimensão da Maria Olívia Dias 94 interioridade dos atos, aquilo que é mais pessoal. A moral indica ações e normas concretas, ou seja, a aplicação das regras que são objeto da ética. Por seu turno, a ética é o modo como determinada pessoa ou sociedade se comportam (Cabral, 2000; Ferreira & Dias, 2005, p.16-20). A ética estuda o ser e o sentido das normas morais, ou seja, explica o bem moral e as suas características. 6 No fundo, a ética é a ciência da moral e a arte de dirigir a conduta das pessoas. Se a ética é indissociávelda moral, confundindo-se muitas vezes com ela, também outros conceitos estão igualmente ligados, como por exemplo: os valores, os regulamentos, as normas, as leis que regem os comportamentos das pessoas na sociedade e, neste caso, as condutas das pessoas nas organizações. Se a moral significa agir de acordo com os bons costumes, ou a capacidade de distinguirmos entre o bem e o mal, também sabemos que ela é dentro de uma determinada sociedade transmissível no tempo (Banks & Nohr, 2008). Ética para os Gregos, significa uma sociedade bem ordenada, uma boa sociedade. Indica os comportamentos que numa sociedade, na sua sabedoria e experiência, considera positivos para a ordem social, para o progresso e o aumento do bem-estar de todos. Tais comportamentos são precisamente “éticos”, ou seja, eticamente honestos (Martini, 1993, p.9). A palavra ética é usada em sentido absoluto, isto é: ético não é apenas aquilo que se costuma fazer numa sociedade identificada como boa, mas sobretudo aquilo que é bom em si mesmo; o que deve ser feito ou evitado, independentemente das vantagens pessoais, organizacionais ou sociais que daí possam advir, o que é digno do Homem, ou o que se lhe opõe, o que não se pode discutir nem transigir (Martini, p.10,11). Podemos fazer uma reflexão da ética mais filosófica sobre os comportamentos humanos e sobre o sentido último, onde a existência de condutas superiores não tem preço porque ultrapassa o prazer, o lucro e o interesse de qualquer motivação. Podemos então dizer com Trigo (1999, p.267) que a ética é o estudo filosófico, explicativo dos factos morais, os quais são apreciações éticas, preceitos, normas, atitudes e manifestações de consciência. Depois desta reflexão torna-se relevante afirmar que os objetos da ética são os atos humanos, não apenas na sua descrição, mas na explicação e valorização do comportamento. Deste modo, não podemos ignorar como vem assinalado, pelos autores Rego, Moreira e Sarrico (2003), que a ética tem sempre no centro a pessoa humana, a sua dignidade e igualdade fundamentais, o seu direito à realização e à felicidade, na sua vocação pessoal, organizacional e comunitária. Percebemos assim, as razões pelas quais a ética se tornou uma questão central, do nosso tempo, mas também condição do futuro para as pessoas, para a organização e para a sociedade concreta, construída na base destes princípios e valores. • Relação da Ética com a Organização Sem nós perdermos em grandes considerações, com o conceito de organização, embora seja para nós apaixonante, pela sua dinâmica interna e externa, relações e composição, isto é, todo o conjunto organizacional na sua complexidade, como nós o definimos em Sociologia das 7 Organizações, achamos que seja útil a sua análise sobretudo para o leitor menos familiarizado com ele. Se a relacionamos com a ética é preciso entendermos o que é, tendo em conta a sua base, ou seja, as pessoas e a coletividade como um fenómeno total, visto como conjunto organizacional complexo. De acordo com a literatura existente podemos resumir a definição de organização do ponto de vista da origem do seguinte modo: a organização tem origem no Grego “Organon”, que significa instrumento, utensílio, órgão, ou aquilo com que se trabalha (significados). No que se refere à noção de organização assume dois significados: o primeiro designa unidades e entidades sociais, conjuntos práticos, como por exemplo bancos, fábricas, administração pública, escolas, hospitais, prisões, instituições de solidariedade social, etc. O segundo evidencia a organização como estrutura de realização de objetivos ou metas a atingir. É mais uma perspectiva instrumental das organizações. Assim, na primeira noção a organização é uma entidade social, conscientemente coordenada e controlada, gozando de fronteiras delimitadas, que funcionam numa base relativamente contínua, tendo em vista a realização de determinados objetivos. A segunda designa certas condutas e processos sociais: ato de organizar tais atividades, a disposição de meios relativamente aos fins e a integração dos diversos membros numa unidade coerente (Nunes, 2007; Bilhim, 1996; Guedes, 2009). No entendimento do duplo significado, temos um processo orgânico e um processo organizativo. Primeiro a organização vem entendida como um sistema complexo, onde os membros se encontram em interação, onde a mudança num dos componentes provoca impacto nos outros. Isto define a organização como interdependência. Segundo a organização pode ser entendida como gestão do trabalho, ou seja, organizar a organização que pode ser mais ou menos intensa e dificultada dependendo do tipo de organização e da sua complexidade no que diz respeito à estrutura hierárquica, composição, planeamento, condução das tarefas e interatividade da organização com o meio social. O funcionamento de uma organização depende da capacidade de resposta e da interação destes elementos assim como da eficácia da envolvência dos seus membros nas atividades da organização. A base de qualquer organização são as pessoas cujas capacidades intelectuais lhe permitem seguir modelos de pensamento, mas também de comportamento. No entanto, estão sujeitas a influências que podem vir de diversos ambientes tanto de dentro como de fora da organização. Por isso, as experiências que podem ser boas ou más, os sucessos e insucessos, conhecimentos que se interiorizaram, e continuam a interiorizar, determinam os comportamentos que podem ser identificados como éticos ou antiéticos. 8 Quanto mais complexas são as organizações, mais difícil se torna a sua organização e mais afastadas são as relações, existindo uma maior necessidade de regras claras e objetivas (Amblard, 1996; Etzioni, 1994; Moreira, 1999 & Décio, 2002). Sente-se, cada vez mais, a necessidade baseada numa organização que seja vista como uma coletividade, havendo a preocupação não só nas alterações das relações laborais, mas também, nos valores e atitudes do conjunto dos participantes na organização. Portanto, são também a interação entre as pessoas, os grupos, interação com outras organizações e com todo o ambiente. Neste contexto, torna-se oportuno enquadrar o conceito de organização, potenciando a sua ligação com a ética, associada aos comportamentos das pessoas, torna-se fundamental consolidar a prática da ética nas organizações. Nesta perspectiva a ética nas organizações remete para os deveres relacionados com a responsabilidade que cada membro da organização tem no seu trabalho. Não ter uma atitude ética é ir contra os deveres profissionais, é não cumprir compromissos assumidos, por escrito ou verbalmente, perante as suas funções e estatutos nas organizações (Ferreira & Dias, 2005, p.25). A organização não é uma abstração, é uma estrutura física e são as pessoas concretas, é também por isso que a ética se prende com comportamentos concretos. Parece-nos que estas considerações, sobre a ética em relação com a organização, demonstram bem o sentido de que as organizações são muito mais do que simples recursos financeiros ou equipamentos. As organizações além de uma estrutura física e financeira são também compostas por estruturas ou sistemas humanos, o que exige a integração de pessoas diferentes, com uma vida própria. Esta observância obriga a uma integração harmoniosa de todos os seus membros com objetivos de sucesso das organizações. É nesta perspectiva que entendemos o fenómeno da interdependência entre uma organização e a ética, no seu sentido mais significativo, tanto para a dignidade das pessoas como para o sucesso da organização. Este reconhecimento justifica a análise, o enquadramento e a relação entre estes dois conceitos que são a ética e a organização. Podemos concluir, sem alguma dificuldade, que uma organização é um sistema complexo, onde as pessoas são o centro, por isso os seus métodos e assuas dinâmicas devem ser baseadas na multidisciplinaridade e interdisciplinaridade, as suas prioridades devem estar sempre nas pessoas. A ética é condição necessária nas relações interpessoais, o que só é possível quando há confiança entre as pessoas que direta ou indiretamente estão relacionadas com a organização. 9 • Os códigos éticos e as organizações Cada organização possui os seus próprios códigos de ética, seja ela de que tipo for, a organização estabelece regras que devem ser objetivas. Tudo deve ser conhecido, não se pode cumprir o que não se conhece, ou então limitamo-nos a generalidades que não servem a ninguém, esconder para depois se tirarem benefícios não é uma boa atitude, é desonesto, são comportamentos antiéticos que são de rejeitar. Os códigos servem para compromissos transparentes entre todos os participantes, isto é, a força de trabalho, clientes e fornecedores, conciliando o interesse de todos e valorizando o ser humano. As exigências requeridas para a prática dos códigos não passam apenas por um bem pessoal, mas são uma arte do bem comum para todos (Kiston e Campbell, 1996, p.13). É por isso que os códigos éticos têm por base o critério do maior bem para a pessoa e para a organização como um todo. Ora, os códigos de ética apresentam os princípios mais relevantes a serem observados, princípios que têm aplicação prática, não podem ser vistos como um conjunto de meras intenções, como princípios são inseparáveis da identidade da atividade e da responsabilidade social. Na maior parte das organizações justifica-se a tendência para desenvolver e encorajar ações de acordo com princípios éticos, não só por ser moralmente correto, mas também porque a curto prazo poderá tornar se numa vantagem competitiva. Esta vantagem traduz-se numa imagem da organização para as outras organizações e para a sociedade em geral. Para que princípios e padrões éticos sejam cumpridos por todos os colaboradores da organização torna-se imprescindível que os mesmos compreendam em pleno o conteúdo do código de ética, ou seja, as regras e procedimentos que definem a cultura da organização. MEIO AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO Fonte: Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho (ideiaehs.com.br) https://www.ideiaehs.com.br/empresa 10 O SSMA é um conjunto de leis e normas criados com a intenção de ajudar a empresa no processo de adequação de seus parâmetros de funcionamento aos padrões exigidos por lei para saúde e segurança no trabalho no intuito de evitar acidentes ou danos causados ao funcionário pelo ambiente e ainda de evitar que a empresa em si cause danos ao meio ambiente a sua volta, dessa forma podemos dizer que o SSMA é uma ferramenta importante servindo como um escudo para proteger os funcionários, a empresa, sociedade e o planeta ao incentivar a adoção de medidas que possam diminuir o índice de dano geral causado pelo funcionamento de uma empresa. • Como funciona: Para a empresa existe a possibilidade de treinar e estabelecer uma comissão responsável por cuidar dos objetivos estipulados pela SSMA ou contratar uma consultoria terceirizada que vai avaliar a situação da empresa contratante e criar um plano de ação para atingir as metas estabelecidas, muitos dos objetivos tratados por essa comissão são exigências legais visando a segurança no local de trabalho e a mínima agressão possível ao meio ambiente, contudo existem uma série de objetivos secundários que uma empresa pode escolher adotar e que não são propriamente obrigatórios, porém trazem vantagens a longo prazo. Meio ambiente Novamente existe uma abrangência de situações que podem se enquadrar neste quesito, é função da SSMA ajudar a empresa a ter uma abordagem em sua produção e funcionamento que não seja prejudicial ao meio ambiente, como às formas corretas de se livrar do lixo e como tratar resíduos químicos, de maneira geral toda empresa precisa lidar com essas situações em que sua existência precisa ser melhor gerenciada para que não venha causar danos ao meio ambiente, além de pesar negativamente na imagem da empresa. Existem situações em que a comissão SSMA vai ter que lidar com casos incomuns onde os funcionários precisam se proteger do meio ambiente, normalmente isso é uma combinação dos fatores segurança e meio ambiente, podemos analisar um exemplo prático, os funcionários de uma mineradora, caso seja uma mineração de petróleo elas com muita frequência funcionam em alto mar onde o ambiente em si é uma força que ameaça a vida dos funcionários e ao mesmo tempo o ecossistema que precisa ser protegido da melhor forma possível, cabe a comissão SSMA implementar meios para que exista um equilíbrio entre essas situações de modo que a empresa possa continuar sendo produtiva sem danificar o meio ambiente e colocar em risco os seus https://sistemaeso.com.br/blog/seguranca-no-trabalho/o-que-sao-riscos-quimicos 11 funcionários, esse equilíbrio é encontrado por meio de normas e procedimentos que vêm sendo estudados e lentamente construídos ao longo das últimas décadas. Política nacional de preservação do meio ambiente O Sistema Nacional de Meio Ambiente (SISNAMA), criado através da Política Nacional do Meio Ambiente, tem por objetivo preservar, melhorar e recuperar a qualidade ambiental do país e agrupa em sua estrutura órgãos públicos federais, estaduais e municipais, incluindo o Distrito Federal, da seguinte maneira: • Conselho de Governo – órgão superior do SISNAMA responsável por assessorar o Presidente da República na formulação de diretrizes para a Política Nacional de Meio Ambiente. • Conselho Nacional de Meio Ambiente (CONAMA) – órgão consultivo e deliberativo do SISNAMA que estabelece parâmetros federais (normas, resoluções e padrões) a serem obedecidos pelos Estados. • Ministério do Meio Ambiente (MMA) – órgão responsável pelo planejamento, coordenação, controle e supervisão da Política Nacional de Meio Ambiente. • Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) – órgão executor, responsável por formular, coordenar, fiscalizar, executar e fazer executar a Política Nacional de Meio Ambiente sob a direção do MMA. • Órgãos seccionais – entidades de cada Estado da Federação responsáveis por executar programas e projetos de controle e fiscalização das atividades potencialmente poluidoras. • Órgãos locais/municipais, são os responsáveis por atividades de controle e fiscalização das atividades potencialmente poluidoras. A Política Nacional do Meio Ambiente através destes órgãos visa medidas que sejam voltadas para a preservação da qualidade ambiental e manutenção do equilíbrio ecológico. Responsabilidade ambiental É o conjunto de ações particulares dos indivíduos, bem como de atitudes empresariais voltadas para o uso racional dos recursos naturais de modo a garantir a preservação do meio ambiente. Saúde Um dos objetivos do SSMA é criar uma conscientização no local de trabalho que leve a uma rotina menos prejudicial à saúde, isso têm diferentes aplicações em cada setor empresarial uma 12 vez que diferentes profissões estão expostas a rotinas completamente diferentes com fatores de riscos que são totalmente opostos, em algumas situações, cabe a comissão SSMA entender o ambiente de trabalho para que seja desenvolvido um plano de ação específico com o objetivo de resolver problemas que existem de uma forma direta e prática, existem é claro situações em que diferentes tipos de empresas vão ter que lidar com a possibilidade de uma mesma doença ou lesão como é o caso dos problemas relacionados à coluna que afeta pessoas que ficam sentados por muito tempo. Segurança Quando falamos de segurança a SSMA se refere a segurança no trabalho que pode significar diferentes coisas em cada setor, assim como no caso de saúde pessoas em diferentes setores daindústria se expõem a diferentes formas de risco, o dever da comissão é obviamente entender esse risco como sendo ou não uma parte necessária do ambiente de trabalho, podemos usar como exemplo um policial têm que lidar com a violência de modo que essa violência é uma parte necessária do seu ambiente de trabalho não podendo ser eliminada, já para um professor os riscos de segurança são outros e às duas profissões precisam de abordagens diferentes para se proteger, embora os exemplos utilizados não estejam ligados ao meio industrial a ideia transmitida é a mesma, cabe a SSMA entender cada empresa e os riscos aplicados especificamente a está antes de adotar uma medida protetiva. LIDERANÇA, RELACIONAMENTO INTERPESSOAL E TRABALHO EM EQUIPE Fonte: Falamart https://sistemaeso.com.br/blog/seguranca-no-trabalho/o-que-e-laudo-ergonomico https://www.falamart.com.br/4-dicas-para-melhorar-suas-relacoes-interpessoais/ 13 No mundo do trabalho, as pessoas que possuem um comportamento empreendedor estão sendo disputadas. As empresas priorizam novos funcionários que agreguem valores por intermédio de suas qualidades comportamentais, como a busca de resultados em vez de culpados, a criatividade na solução de problemas e a vontade de vencer e de superar desafios. As competências comportamentais, em muitos casos, têm sido mais relevantes do que as competências técnicas, pois podemos concluir com facilidade e agilidade que uma capacidade no âmbito comportamental. Avaliem comigo, para aprendermos a rotina de um processo de importação, podemos ler um livro, fazer um curso ou mesmo aprender na prática, enquanto o “jogo de cintura” nas negociações internacionais, o entusiasmo e a persistência em vencer os desafios de um departamento são características pessoais que levam um tempo consideravelmente maior para serem desenvolvidas. Passo importante para o sucesso Um comportamento empreendedor é sim um passo importante para o sucesso, mas não o único. É necessário mais que talento, é preciso também o conhecimento. A razão de muitos fracassos em empreendimentos próprios não está na consideração do mercado nem na falta de conhecimentos de gestão e do negócio em si. Vejamos, a seguir, algumas características do comportamento empreendedor: Define metas: os objetivos devem ser: desdobrados em curto, médio e longo prazo, claros e específicos, desafiantes, factíveis e mensuráveis; e devem ter um significado pessoal. Tem iniciativa e proatividade: movimenta-se no sentido de aproveitar as oportunidades do mercado para expandir os produtos ou os serviços para os novos negócios ou nichos de mercado. Aceita os riscos e trabalha bem sob pressão: aceita os desafios e os riscos e não desanima diante da pressão por resultados. Tem motivação e entusiasmo: possui automotivação relacionada com os desafios e objetivos, além de manifestar entusiasmo e defender suas ideias e projetos. Busca assegurar a qualidade: visa a atingir uma qualidade de 100% para evitar o retrabalho, promover a redução de custos e garantir a satisfação do cliente. 14 Tem criatividade e inventividade: busca soluções alternativas, não desanima diante dos obstáculos. Tem foco no cliente: esforça-se em deixar os clientes satisfeitos, age “com o cliente na mente”, procurando atender às necessidades de qualidade, agilidade e redução de custos dos clientes. Busca estar atualizada: empenha-se para estar munida de dados, resultados e informações, procura estudar pessoalmente o meio ambiente para conhecer clientes, fornecedores e concorrentes. Tem organização e planejamento: procede a um monitoramento periódico de seus resultados, estabelece os objetivos e define metas e prazos. Forma sua rede de contatos: preocupa-se em desenvolver as relações e manter um networking dentro de seu círculo de interesses. Tem foco em resultados: não perde o foco, tem persistência e comprometimento, não desanima com as dificuldades, age rapidamente e assume suas responsabilidades, buscando resultados. Tem habilidades de relacionamentos: mantém uma postura flexível e de aceitação de críticas, além de buscar a integração de esforços nas equipes de trabalho. ESPAÇOS DE ATUAÇÃO DO PROFISSIONAL ZELADOR Fonte: Zelador (senac.br) A segurança e o bem-estar pessoal caminham lado a lado e, quando transferimos esses quesitos para um conjunto de pessoas, tomam uma dimensão mais abrangente. https://www.sp.senac.br/cursos-livres/curso-de-zelador 15 Se você é responsável por zelar pelos bens patrimoniais de forma que os usuários se sintam confortáveis e confiantes para auxiliar suas atividades e demonstrar a importância delas é fundamental que você saiba o quanto as tarefas do zelador impactam os ambientes de acesso comum e a relevância da prevenção a fim de impedir gastos desnecessários ou até mesmo acidentes. Essa é uma função que requer um comportamento vigilante em todos os aspectos. Desde o acesso de pessoas e cargas, atividades dos funcionários, porteiros, agentes de limpeza, piscineiros, ascensoristas, manobristas, vigilantes, jardineiros, até a manutenção preventiva de equipamentos. É um profissional que trabalha diretamente com o administrador responsável e precisa ter noções de bom funcionamento elétrico, hidráulico e telefônico para fazer apontamentos das irregularidades e acompanhar as manutenções. O zelador precisa de muita disposição durante toda a sua jornada de trabalho, pois, mesmo que não possa impedir os problemas de acontecerem, poderá preveni-los implantando essa inspeção diária e percorrendo cada canto do condomínio. Com gentileza e instinto preventivo, poderá, em conversas imparciais, levantar o grau de expectativas e satisfação dos moradores sobre os mais diversos serviços oferecidos pelo condomínio, repassando ao administrador para que este tenha elementos de pauta nas reuniões condominiais. • Checagem diária: Ao zelador, cabe uma rotina de acompanhamento diário de todas as atividades e é imprescindível que ele percorra todo o perímetro em vários momentos do dia para se antecipar aos acontecimentos. Uma lâmpada queimada, por exemplo, pode dificultar o acesso de um morador à noite. Com um trabalho de fiscalização diária e detecção antecipada, o nível de insatisfação e de ações emergenciais diminui. Equipamentos como portões eletrônicos, elevadores e central de alarmes, que envolvem a segurança dos usuários, exigem uma atenção especial quanto ao funcionamento e à manutenção. Outros equipamentos como bomba de água, temporizador de refletores, regadores automáticos e interfones precisam ter suas condições de funcionamento averiguadas cotidianamente para evitar dissabores com os usuários. • Gestão de pessoas https://www.meuelevador.com/inspecao-predial-o-que-voce-precisa-saber-para-evitar-problemas/ https://www.meuelevador.com/manutencao-de-elevadores-6-perguntas-que-todo-sindico-precisa-saber-responder/ 16 Entre as tarefas do zelador está uma das mais importantes, que é lidar com variados perfis de pessoas. Isso inclui administradores, moradores, fornecedores, funcionários e prestadores de serviços. É importante ter a habilidade de comunicação e administração de conflitos. Todo e qualquer problema precisa ser bem relatado para tomada de decisão. Cabe ao zelador exercer função de liderança para distribuição de tarefas de limpeza, controle de jornada e carga horária de funcionários, além de ser peça-chave na fiscalização e relacionamento adequado da equipe. Junto do administrador responsável, o zelador pode ser convocado para auxiliar na escala de férias, compensações de horas e cobertura de licenças legais. Para isso, é importante estar preparado e ter conhecimento da legislação trabalhista específica para o segmento. • Acompanhamento de prestação de serviços Acompanhar de perto um serviço prestadoé um comportamento obrigatório, ainda que não se tenha conhecimento aprofundado do que é realizado. Esse acompanhamento auxilia na hora de interpretar orçamentos, laudos ou contratos com o administrador. Essa é uma das tarefas do zelador que traz ganhos ao condomínio, proporcionando proteção e comodidade a cada morador, que se sentirá satisfeito em desembolsar sua taxa mensal em troca de um serviço de qualidade. Todo o serviço de limpeza de caixas de água e de gordura, desentupimentos, recarga de extintores e reposição de gás são de responsabilidade do zelador, que deve, acima de tudo, ter um controle do prazo de validade e garantia dos serviços executados no condomínio. O controle, além de demonstrar toda a capacidade de organização e zelo desse profissional, colabora para impedir que gastos desnecessários sejam dispendidos pelos condôminos. • Movimentação de pessoas Já dissemos que a segurança é quesito importante no ambiente em que transitam variados tipos de pessoas e veículos e, ao zelador, cabe um olhar sempre atento sobre a movimentação. https://www.meuelevador.com/normas-de-condominio/ https://www.meuelevador.com/caixa-dagua-condominio/ 17 Mesmo que haja na portaria a identificação de moradores, funcionários, visitantes e prestadores de serviços, toda a movimentação deve ter um acompanhamento próximo para evitar qualquer transtorno futuro. Manter um protocolo de registro de prestação de serviços com nome da empresa e do técnico visitante facilita na hora de solicitar a garantia do serviço, retorno do profissional responsável e, ainda, identificação imediata em caso de algum problema detectado. • Controle de material e consumo Embora o administrador tenha controle das compras realizadas e dos gastos de material e consumo, ao zelador cabe identificar desperdícios. Se a conta de energia elétrica ao final do mês, por exemplo, apresenta valor diferente do consumo mensal, é importante estar atento a possíveis falhas em sistemas elétricos. A correta utilização de produtos e materiais de limpeza também precisa de uma supervisão especial. Um funcionário novo, que não tenha conhecimento da estrutura, da forma de trabalho ou da quantidade utilizada, fatalmente contribuirá para o desperdício se não orientado corretamente. CARACTERÍSTICAS DO ZELADOR O zelador é tido como um parceiro, um guardião amigo e é assim mesmo que você deve se sentir, pronto a auxiliar e orientar quem se aproxima. Um zelador não é substituto do administrador responsável, mas seu braço direito e, por vezes, seus olhos atentos sobre todos os aspectos que envolvem a administração geral de serviços do condomínio. O zelador não deve executar atividades para as quais não esteja preparado, mas poderá auxiliar em pequenos reparos e realizar acompanhamentos. Para o exercício da função não é exigida uma formação específica, mas será muito bem- vindo seu conhecimento em segurança patrimonial, combate a incêndios e primeiros socorros. Ter um comportamento técnico e proativo transfere ao administrador, ao morador e aos funcionários uma segurança importante para a caminhada diária. Organização, calma e 18 planejamento são características essenciais ao perfil desse profissional multitarefas. • Funções do Zelador Essa questão é de fundamental importância, tanto para o zelador, que acaba cumprindo mais funções do que cabe a ele, quanto para o condomínio, que pode ter multas trabalhistas. Uma dúvida frequente é se o zelador pode realizar o serviço de limpeza do condomínio. Essa questão vai depender de como está no contrato e o que diz a convenção coletiva da categoria na região em que está trabalhando. Em certos condomínios o zelador já recebe um valor adicional justamente por ter que realizar mais funções. Em empreendimentos menores, é comum que a divisão e distribuição de cartas sejam feitas pelo zelador ou porteiro. Estima-se que em um condomínio de pequeno porte essa tarefa tome cerca de uma a duas horas diárias do profissional. É importante que as regras estejam estabelecidas no regimento interno do condomínio, e que qualquer alteração seja votada em assembleia. Em condomínios maiores, geralmente as cartas comuns são destinadas aos escaninhos de cada unidade. Então, quando desejarem, os moradores podem ir ao local e retirar sua correspondência. Para pequenos serviços o zelador pode sim executar a tarefa de pedreiro, mas lembrando que esse tipo de serviço muitas vezes se caracteriza como acúmulo de função, então deverá receber de acordo com o serviço. Em caso de obras maiores o zelador não deve realizar o serviço. O condomínio deve contratar empresas capacitadas para esse tipo de função. A jornada de trabalho de um zelador é geralmente de 44 horas semanais, de segunda a sexta-feira ou de segunda a sábado. O zelador tem o direito a hora extra e recebe a partir do momento em que o horário estipulado for ultrapassado. PRINCÍPIOS DE SAÚDE E SEGURANÇA NO TRABALHO O que é acidente de trabalho 19 Do ponto de vista legal, acidente de trabalho é qualquer ocorrência que acontece durante o exercício do trabalho e que provoca lesão corporal ou doença profissional que tenha como consequência a morte, a perda total ou parcial, permanente ou temporária da capacidade de trabalho. Estão aí incluídas as ocorrências com empregados no caminho da residência ao trabalho, no horário das refeições, em viagens a serviço, ou durante o serviço externo. Acidentes como desabamentos, incêndios, e atos de imprudência e descuido de terceiros também são considerados acidentes de trabalho. Como se vê, é uma definição ampla. Trocando em miúdos, significa que todos os acidentes que afetam empregados a caminho do serviço e enquanto estiverem trabalhando para a empresa empregadora, mesmo fora do local de serviço são considerados acidentes de trabalho. Causas de acidentes de trabalho. A maioria dos acidentes de trabalho é provocada pela não observância das normas de segurança, seja por parte do empregador ou do empregado. As causas desses acidentes estão ligadas a dois fatores atos inseguros e condições inseguras do ambiente de trabalho. PREVENÇÃO DE ACIDENTES DE TRABALHO Riscos Encontrados no Condomínio 20 O trabalho em condomínio possui seus riscos, como qualquer outro. Dessa forma, podemos dizer que os funcionários destes locais estão expostos, diariamente, aos riscos químicos, biológicos, mecânicos e ergonômicos. Depende apenas da função que irá desempenhar. Os Riscos Químicos são provenientes de substâncias que podem penetrar no organismo do trabalhador. Seja pela via respiratória, cutânea ou digestiva. Dentro de um condomínio, este risco atinge principalmente a equipe de limpeza, pois lida com produtos químicos o tempo todo. Já os Riscos Biológicos são originários de todo tipo de vírus e bactérias. Sendo assim, uma equipe destinada a cuidar do lixo, por exemplo, está sendo exposta diariamente a este agente de risco se não forem utilizados os EPIs para Condomínio, por exemplo. Os Riscos Mecânicos são derivados de falhas no processo de trabalho que acarrete em falta de segurança para o colaborador. Alguns exemplos podem ser: choques elétricos, quedas de altura (enquanto é feita a limpeza da parte externa do prédio, por exemplo) entre outros. Quanto aos Riscos Ergonômicos, segundo a NR 17, são aqueles capazes de interferir nas características psicofisiológicas de uma pessoa. Assim, podem se dar de diversas formas: má postura, passar o dia sentado, levantamento de peso, ritmo intenso de trabalho, entre outros. O que acontece se houver acidente? Em caso de Acidente de Trabalho dentro do local, será observado se as Medidas de Controle de Risco haviam sido tomadas. Em caso de descumprimento de alguma delas, o responsabilizado será o Condomínio que estará sujeitoa processos trabalhistas. Além disso, também se responsabiliza desta forma os casos de desvio de função. Ou seja, se um colaborador estiver desenvolvendo um serviço que não lhe cabe (como por exemplo, exercendo um reparo em um apartamento particular) e acabar se acidentando. Segurança do Trabalho em Condomínio A melhor maneira de prevenir Acidentes de Trabalho é realizando todos os processos de uma Segurança do Trabalho adequada. Isso é, trabalhar desde a antecipação e identificação dos riscos, até o controle e prevenção dos mesmos. Para isso, o síndico ou administrador deverá ficar atento a algumas Normas Regulamentadoras que servem para regularizar este processo. Até porque, o não cumprimento de alguma dessas normas pode resultar em multas e processos trabalhistas. Portanto, fique atento às NRs que se enquadram no Trabalho em Condomínio! https://www.prometalepis.com.br/blog/medidas-de-controle-do-risco/ https://www.prometalepis.com.br/blog/medidas-de-controle-do-risco/ https://www.prometalepis.com.br/blog/10-o-que-sao-e-para-que-servem-as-nrs/ https://www.prometalepis.com.br/blog/10-o-que-sao-e-para-que-servem-as-nrs/ 21 São elas: NR 6 – Essa é a Norma Regulamentadora referente aos Equipamentos de Proteção Individual. Nela você vai encontrar todos os EPIs para Condomínio, além de todos os outros; NR 9 – Essa norma é muito importante pois, a partir dela torna-se possível identificar os riscos do ambiente de trabalho e, consequentemente, controlá-los. Essa NR trata sobre o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais). NR 15 – É a Norma que estabelece os limites de tolerância para cada tipo de risco que pode ser encontrado no ambiente de trabalho. Sendo assim, ultrapassando este limite, o trabalho pode ser considerado insalubre e de extremo risco para o trabalhador. NR 16 – Versa sobre as responsabilidades do empregador e os direitos dos trabalhadores que atuam em situações perigosas. Dependendo do nível de exposição ao risco, o colaborador pode ou não receber o adicional salarial. NR 17 – Versa sobre as boas práticas para atenuação dos Riscos Ergonômicos; NR 23 – Essa é uma Norma Regulamentadora que deve ser seguida por todas as empresas, pois define as condições de segurança contra possibilidade de incêndios. Aqui entram as saídas de emergência, indicações de saída, sinalizações, etc. NR 26 – Norma que regulamenta as cores utilizadas nas sinalizações de segurança dos ambientes de trabalho. O intuito é indicar zonas de perigo, organizar o local de trabalho e prevenir acidentes ocupacionais. NR 28 – Determina quais as regras sobre a Fiscalização e Penalidades nos casos de descumprimento de alguma das NRs; NR 35 – Essa NR diz respeito ao Trabalho em Altura, e deve ser levada em consideração sempre que houver pintura de fachada no condomínio, limpeza da área externa, entre outros. https://www.prometalepis.com.br/blog/nr-6-epi/ https://www.prometalepis.com.br/blog/42-ppra-programa-de-prevencao-de-riscos-ambientais-nr-9/ https://www.prometalepis.com.br/blog/27-protecao-contra-incendios-nr-23 https://www.prometalepis.com.br/blog/81-nr-28-fiscalizacao-e-penalidades/ https://www.prometalepis.com.br/blog/112-nr-35-trabalho-em-altura-e-a-protecao-dos-trabalhadores/ 22 CORES PARA SEGURANÇA (NBR 7195/1995) Vermelho 1547 - Para distinguir e indicar equipamentos e aparelhos de proteção contra incêndio e combate a incêndio. Amarelo 2586 - Indica “cuidado”. Assinala partes baixas de escadas e portáteis, corrimãos, parapeitos, pisos, partes inferiores de escadas que apresentam perigo, etc. Azul 4845 - É a cor empregada para indicar uma ação obrigatória, por exemplo: o uso de EPI; impedir a movimentação ou energização de equipamentos. Ex: Não desligue a chave. Preto 0010 - É a cor empregada para identificar coletores de resíduos, exceto os de origem de serviços de saúde. Laranja 1867 - Indicar partes móveis e perigosas de máquinas e equipamentos, face externa de engrenagens, face interna de caixa protetora de dispositivos elétricos, entre outros. Verde 3263 - Indica “segurança”. Identifica caixa de equipamento de socorro de urgência, chuveiros de segurança, macas, quadros para exposição de cartazes e avisos de segurança, etc. 23 Púrpura Munsell 10P 4/10 - Indica os perigos provenientes das radiações eletromagnéticas penetrantes e partículas nucleares, e recipientes de materiais radioativos ou de refugos de materiais e equipamentos contaminados, etc. Branco 0095 - Indica passadiços e corredores de circulação por meio de faixas, localização de coletores de resíduos e bebedouros, áreas destinadas a armazenagens, etc. É importante salientar que a observância de outras normas ou legislações relacionadas também deve ocorrer como, por exemplo, as Normas de Higiene Ocupacional, etc. Seguindo a todas as regulamentações, o síndico ou administrador do condomínio poderá ficar tranquilo por dois motivos: os colaboradores daquele ambiente estão trabalhando em segurança e o condomínio longe de multas e processos trabalhistas. EPIs para Condomínio A definição dos EPIs para Condomínio se dá a partir de um único passo: o PPRA. Dessa forma, somente após o Programa de Prevenção de Riscos Ambientais é que será possível identificar quais os equipamentos serão necessários para a proteção dos trabalhadores. 24 Isso porque este programa tem como objetivo identificar cada um dos potenciais riscos do ambiente ou da atividade de trabalho, como os que apontamos anteriormente. E, tendo noção dos riscos, sabe-se também como oferecer proteção contra eles. Assim sendo, os EPIs mais utilizados nestes casos, são: • Calçado de Segurança (sapato, botina ou bota); • Luvas de Proteção; e • Óculos de Segurança. • No entanto, eventualmente também são necessários os equipamentos: • EPIs para o Trabalho em Altura; • Cinto Ergonômico; • Respirador; • Entre outros. Segundo a NR 6, o fornecimento dos equipamentos de segurança é um dever do condomínio e deve ser feito gratuitamente. Os Uniformes Profissionais também são frequentemente utilizados. Agora você pode estar se perguntando… Os EPIs são a única fonte de segurança dos colaboradores de um condomínio? E a resposta é: não. Existem outras Medidas de Segurança que também deverão ser postas em prática, da mesma forma que os EPIs. Demais Medidas de Segurança Para atenuar os riscos do condomínio, é necessário não somente fornecer os EPIs adequados, como também seguir todas as outras Medidas de Controle de Risco. Essas medidas são tomadas, obrigatoriamente, em três áreas distintas: • Na fonte do risco (retirando o contaminante do ambiente, por exemplo); • No ambiente de trabalho (através de sinalizadores, tachas, etc.); e • No próprio trabalhador (através dos EPIs para Condomínio). https://www.prometalepis.com.br/blog/bota-de-seguranca-epi/ https://www.prometalepis.com.br/sinalizacao/sinalizador-92/ https://www.prometalepis.com.br/sinalizacao/tachas-93/ https://www.prometalepis.com.br/blog/nr-26-cores-na-sinalizacao-de-seguranca/ 25 Importante salientar, também, que essa ordem deve ser respeitada. Isso porque existe uma Hierarquia de Controle (HOC) que determina que os Equipamentos de Proteção Individual só devem ser utilizado quando as medidas anteriores já tiverem sido tomadas. Evitar os Acidentes de Trabalho é um dever de todos. Assim como nas grandes indústrias, o trabalho em condomínio também merece seus cuidados para evitar Acidentes de Trabalho e/ou Doenças Ocupacionais. Os riscos estão presentes em todos os lugares e, com sabedoria e consciência, é possível contorná-los. Para assegurar a saúde e proteção de todos, é preciso que cada um faça a sua parte. Assim sendo, é dever do síndico ou administrador seguir todas as Normas Regulamentadoras,enquanto é dever do trabalhador utilizar corretamente os EPIs conforme a recomendação. Uma boa dica para que a Segurança do Trabalho seja a cada dia mais efetiva, é realizar treinamentos internos com frequência. Abordando a prática dos EPIs, as Normas Regulamentadoras e a importância da conscientização nesses aspectos. TIPOS DE LIMPEZA E MANUTENÇÃO Rotina de limpeza e conservação O planejamento de limpeza em áreas internas e externas de condomínios, empresas, instituições públicas e privadas podem variar conforme cada caso, e para isso é preciso identificar perfil e necessidades para dar início à um plano eficiente. Planejar as etapas de um serviço de limpeza realmente funcional vai requerer uma verificação criteriosa dos pontos sensíveis de asseio do local. Para esclarecer ainda mais, vamos identificar e conhecer aqui os melhores passos para conquistar uma rotina eficiente e muito otimizada, além de um checklist fácil e útil. 26 Fonte: Produtos de limpeza e suprimentos - Hunt Office Irlanda 1. Trace o perfil das áreas internas e externas Neste primeiro passo é importante ter a definição do tipo de estrutura física, se é condomínio, se residencial ou empresarial, e ir além, se residencial, trata-se de condomínio vertical ou horizontal? Assim, identifique o fluxo de pessoas no ambiente, áreas comuns (internas e externas), e com que frequência acontecem eventos no local. No caso de um condomínio residencial, existem muitas crianças e uma área de lazer que precise de algum cuidado especial. 2. Trace o perfil técnico da limpeza e conservação Traçar o perfil técnico de limpeza e conservação do condomínio, empresas, instituições públicas e privadas, é o que ajudará a planejar a rotina de atividades de limpeza e conservação, assim como determinar o tipo de limpeza necessário. Acima de tudo, é importante considerar nesse perfil o grau de dificuldade, riscos, falhas e ameaças. 3. Determine o tipo de limpeza e conservação do local https://www.huntoffice.ie/cleaning.html 27 A limpeza e conservação de condomínios, empresas, instituições públicas e privadas podem ser divididas em no mínimo três categorias distintas, sendo as seguintes: • Limpeza geral Trata-se de uma limpeza completa nas áreas de circulação do local, como a portaria, hall de entrada, elevadores, garagens, escadas, corredores, sanitários, vestiários, refeitório e demais áreas comuns. E ainda, nas áreas comuns de lazer podemos pensar na limpeza de academia, clube, quadras poliesportivas, churrasqueiras, áreas de piscina, salão de festas, parquinhos infantis, etc. • Limpeza para conservação Este tipo de trabalho tem por objetivo manter o asseio e a boa aparência. Tarefas como a retirada do lixo, a limpeza de móveis e superfícies, e cuidados com o jardim e áreas externas estão entre suas necessidades. Aqui temos que lembrar da limpeza de repasse que exige, dependendo do fluxo e uso, várias manutenções da limpeza geral ao dia, isso é comum em sanitários, elevadores, hall de entrada e áreas de lazer. 4. Faça um planejamento de acordo com as necessidades de cada ambiente Coletadas as informações necessárias, chegou o momento de planejar as atividades para a limpeza e conservação dos ambientes. Em primeiro lugar entenda que cada ambiente tem um uso e necessidade diferentes, portanto, o tratamento e a frequência podem ser distintos para cada um. De forma prática, nem todos os ambientes necessitam de limpeza diária, bem como outros precisam de um cuidado constante. Portanto, monte uma rotina com os locais, horários e a periodicidade de limpeza e conservação. Você vai começar agora a ter clareza de quantas pessoas vai precisar no seu time e quais os melhores horários para a jornada de trabalho. Talvez haja necessidade de um limpador para os finais de semana. Planejamento técnico 28 • Diariamente Áreas com maior utilização como calçadas, portaria, hall de entrada, carpetes, elevadores, banheiros de uso comum, academia, recolhimento de detritos no piso de garagem. Veja que estas áreas necessitam de limpeza e desinfecção, reposição de suprimentos como papel toalha e higiênico, além da retirada do lixo. • A cada três dias Lavagem dos corredores, escadas de acesso e do piso da garagem, assim como uma lavagem dos azulejos. • Semanalmente Locais externos como churrasqueiras e quadras de esporte, piscina, playground, além da limpeza de bebedouros, hidrantes e extintores, e equipamentos de ar condicionado e similares. • Quinzenalmente Pisos externos, portas, janelas, maçanetas e demais estruturas metálicas. • Mensalmente Persianas ou venezianas e demais cortinas, estruturas metálicas como portões e grades de segurança. Continuando, a limpeza do salão de festas ou churrasqueiras deve ser feita ao menos uma vez por mês, exceto em caso de uso, que deve ser feita antes e após o evento. • Semestralmente Este é o período de limpezas mais complexas e de manutenções programadas, como a limpeza da fachada, estruturas, telhado, tubulações, e a parte interna da caixa d’água. No entanto, a limpeza e conservação dos jardins geralmente tem um cronograma diferenciado que muda de acordo com as estações e o clima. 29 Assim, a poda do gramado por exemplo, deve ser feita a cada duas semanas em períodos mais úmidos, já nos mais secos pode variar entre 3 semanas e um mês. De toda forma, é preciso estar na rotina diária a checagem e recolha de lixo nesse ambiente. Tenha em mente que quando falamos em limpeza e conservação de condomínios, esse é um roteiro mandatório de ser seguido, caso contrário, o risco de reclamações de moradores e funcionários será considerável. Ainda mais que, caberá sempre ao responsável pela gestão fazer as devidas justificativas. O bem-estar, higiene e até mesmo a reputação do ambiente pode ser gravemente prejudicada. 5. Defina um cronograma para a limpeza e conservação Para determinar uma rotina de limpeza e conservação de áreas internas e externas de condomínios, empresas, instituições públicas e privadas é preciso levar em conta algumas variáveis como horários de menor fluxo no ambiente para não atrapalhar a circulação de pessoas e funcionários. Para você ter uma ideia, bloquear acessos e interditar o uso dos elevadores por demasiado tempo pode causar insatisfações e outros inconvenientes. Portanto, monte uma escala de horários e de pessoal adaptada a essa necessidade. Por esse motivo, vale a pena contratar uma empresa de limpeza e conservação de em áreas internas e externas de condomínios, empresas, instituições públicas e privadas, com profissionais treinados e capacitados para atender desde demandas simples até as mais complexas. Uma equipe bem treinada e capacitada com toda a certeza irá conseguir executar os trabalhos em menos tempo e com muito mais qualidade. 6. Utilize bons produtos e equipamentos Use materiais adequados, pois cada local exige cuidados específicos, além da cautela em não danificar estruturas e mobiliário com produtos de má procedência. Tenha uma lista dos materiais necessários para o controle de consumo, estoque e a organização do trabalho. Nada pior do que fazer a compra mensal de produtos e no meio do caminho ter que sair para nova compra de urgência. Utilize bons equipamentos. O aumento da produtividade e a redução do tempo em cada atividade são geralmente o resultado deste recurso. 30 É imperativo que o time responsável pela limpeza esteja de posse de EPI’s (equipamento de proteção individual) adequados a cada trabalho, como botas, luvas, máscaras e óculos de segurança. A proteção e o bem-estar dos funcionários devem ser priorizados e será garantia de um trabalho de qualidade e nenhuma reclamação trabalhista futura, pois o riscoacidentes e de processos trabalhistas nessa área é sempre muito grande. Como você pode ver a contratação do trabalho do técnico de segurança, neste ponto, é imprescindível! E mais, mantenha um controle documentado e regular do recebimento e uso obrigatório dos EPI’s de cada colaborador de limpeza e conservação de condomínios. DEPÓSITO DE MATERIAL DE LIMPEZA OU (DML) É uma sala destinada à guarda de aparelhos, utensílios e material de limpeza, devendo ser dotada de tanque de lavagem. O depósito de material de limpeza é um ambiente obrigatório em diversos tipos de estabelecimentos, no segmento da saúde são adotados em hospitais, farmácias, clínicas, consultórios. Quando o assunto é limpeza e higienização profissional o DML também é essencial em todos os ambientes comerciais, como condomínios, clubes, indústrias, cozinhas profissionais e escritórios. Ele é responsável por armazenar detergentes, desinfetantes, ceras, limpadores, multiuso, vassouras, rodos, panos, baldes e luvas. É exigido que esse ambiente siga padrões de organização, logística inteligente, possua fácil acesso, facilidade para manuseio dos produtos de limpeza e ferramentas. O armazenamento correto de materiais de limpeza é fundamental para manter a organização do ambiente e evitar possíveis acidentes, pois tais produtos apresentam substâncias tóxicas nocivas à saúde humana se entrarem em contato com a pele ou olhos. A separação de determinados materiais é importante justamente por reduzir o risco de acidentes. Alguns materiais reagem entre si, gerando gases tóxicos prejudiciais à saúde um exemplo muito claro disso é o vinagre e a água sanitária, que jamais devem ser misturados, podendo gerar ardência e problemas respiratórios severos. Esses produtos também devem ser protegidos do sol e do calor, devido a alguns desses materiais serem inflamáveis, impedindo o risco de explosões. http://blog.mmembalagens.ind.br/saiba-como-armazenar-produtos-para-exportacao-de-forma-correta/ 31 Um outro cuidado que deve ser evitado é a mistura de produtos de limpeza com alimentos, a fim de evitar os riscos de contaminação. Ao passo que uma boa armazenagem evita desperdícios, ela também faz com que o produto dure mais: • em sua validade; • na vedação do produto; • se estão afastados de umidade ou do calor, pois esses fatores consomem esses materiais. A maioria dos materiais de limpeza levam em suas fórmulas produtos químicos muito fortes, capazes de causar irritações, alergias na pele e problemas respiratórios. Quando em contato com a pele, olhos ou nariz provocam sintomas como: • Ardor; • Coceira; • Vermelhidão; • Descamação da pele; • Tosse. • E em casos mais graves: • Inchaço; • Surgimento de bolhas; • Falta de ar. Sendo assim, faça a sua devida organização: • Mantenha os produtos em locais arejados para evitar a formação aerossóis contaminantes; • Evite a reutilização de embalagens de modo a evitar contaminações; • Não misture produtos, use um de cada vez, a fim de prevenir reações químicas incompatíveis entre eles. O local onde os materiais de limpeza são armazenados também influencia diretamente na sua conservação e durabilidade. http://blog.mmembalagens.ind.br/industria-alimenticia-por-que-se-preocupar-com-embalagens-de-qualidade/ 32 Lembre-se de que os ambientes úmidos podem deteriorar as embalagens e comprometer seu estado natural, da mesma forma que os locais quentes são capazes de provocar reações químicas nos produtos. Para os produtos inflamáveis, como o aerossol, entre outros itens que contêm álcool, o cuidado precisa ser ainda maior, considerando que esse tipo de material não pode ser armazenado em lugares com temperaturas muito elevadas, a fim de evitar qualquer tipo de explosão. No geral, a dica é manter o estoque em temperatura ambiente, com o objetivo de conservar os produtos de limpeza. Se necessário, reserve um espaço separado para armazená-los com maior segurança. NOÇÃO DE GRANDEZAS E MEDIDAS PARA CONTROLE E MANUSEIO DE MATERIAIS Por muito tempo as relações entre as civilizações foram muito difícil, pois cada nação adotava um padrão para medir. Foi com o passar do tempo que obtivemos a padronizarão das medidas, que ocorreu por meio do Sistema Internacional de Unidades (SI), sendo regulamentada na década de sessenta. O sistema metro, quilograma, segundo foi utilizado como base e o SI reconhecido por diversas nações. Todas as modificações nesse sistema são feitas por meio de acordos e é utilizado por praticamente todo o mundo, exceto pelos países: Estados Unidos, Libéria e Myanmar. Em algum momento, ao logo da história, o homem sentiu a necessidade de determinar padrões referentes a grandezas e medidas e foi da comparação entre as grandezas de mesma origem que surgiu as ideias relacionadas à medida. Começamos a medir utilizando as partes do corpo, como palmos, pés, dedos. Em determinadas civilizações, as medidas referentes ao corpo do rei eram adotadas como padrão para as medições. No SI temos as medidas básicas e as derivadas, que recebem esse nome por utilizar como origem as básicas. Devemos entender como grandeza aquilo que pode ser quantificado, como comprimento, temperatura, massa, tempo, volume, força etc. Já medidas é o que mensura as grandezas, cada medida possui o seu próprio símbolo. Podemos então enumerar o que a área do conhecimento matemático estuda referente a grandezas e medidas: • Medida do comprimento • Transformação das unidades da medida de comprimento 33 • Perímetro de polígonos • Unidades de medidas das superfícies • Área das figuras planas • Medida do espaço • Volume • Unidade de medida do volume • Transformações das unidades de medida de volume • Unidade de medida para capacidade • Unidade de medida de massa • Transformações das unidades de medida para massa • Ângulos • Medidas de ângulos • Operações com medidas de ângulos • Estudo do Tempo • Horas, minutos, segundos. COLETA SELETIVA DO LIXO Consiste na separação e no recolhimento de todo o lixo seco descartado por empresas, escolas e até mesmo por nós, em nossas casas. Fazendo isso, todo o lixo que pode ser reaproveitado 34 é separado do lixo orgânico, também chamado de lixo úmido, composto por restos de frutas, verduras e outros alimentos. O lixo úmido geralmente é descartado e levado para os aterros sanitários. Algumas pessoas, ao invés de descartarem esse lixo, usam-no para fabricar adubos orgânicos por um processo chamado de compostagem. Os materiais recicláveis são separados em plástico, papel, vidro e metais. Há muitas indústrias que transformam todo esse lixo reciclável em outros produtos, como vassouras, chinelas, artesanato, entre tantos outros. Por toda a cidade, podemos encontrar lixeiras para recolher os objetos recicláveis. Essas lixeiras são separadas por cores para a melhor identificação do lixo. As lixeiras amarelas são usadas para se jogar metal; as azuis, papel; as verdes, vidro; e as lixeiras vermelhas, plástico. Pilhas e baterias não são materiais recicláveis, mas se jogarmos esses materiais no meio ambiente, eles irão contaminá-lo. Por isso é muito importante fazer o descarte desse material de forma adequada. Muitos supermercados, lojas, bancos e empresas fazem a coleta desse tipo de material para que seja dado a ele um destino adequado. Coleta seletiva em condomínios nada mais é do que a coleta dos resíduos depois da separação prévia pelos apartamentos, casas ou estabelecimentos comerciais, de acordo com o tipo de resíduo. Os resíduos coletados podem ser recicláveis (metal, papel, papelão, plástico, caixa de 35 leite e outros) ou rejeitos (não recicláveis). E a coleta seletiva pode ser feita do tipo porta a porta (serviço público ou privado) ou por ponto de entrega voluntária (PEVs).Apesar dos conceitos de reciclagem e coleta seletiva não serem novidade para boa parte da população, eles ainda encontram dificuldade para se estabelecerem na prática. Mesmo que muita gente não tenha o hábito de separar os diferentes tipos de lixo em suas próprias residências, muitos já usam o serviço em praças de alimentação e em alguns prédios comerciais, onde a separação dos materiais é feita por meio de lixeiras diferenciadas por cor, que indicam quais os materiais recicláveis devem ser separados do lixo comum na hora do descarte. Guia básico sobre como iniciar a coleta seletiva: • Espaço e conscientização; • Definir quais materiais serão coletados; • Conscientização da importância do descarte correto; • Local de armazenamento; • Cuidado com papéis e plásticos; • Treinamento para os responsáveis; • Retirar periodicamente os materiais; • Espaço e conscientização nos condomínios. Antes de tudo, é necessário lembrar que só se pode implantar a reciclagem caso haja espaço e condições adequadas. Definir quais materiais serão coletados e orientar os funcionários a não misturar os sacos de diferentes tipos de resíduos são as primeiras medidas. Em seguida, os moradores e funcionários devem ser conscientizados da importância do descarte correto. Por isso, é ideal fornecer dados de monitoramento por meio do contato de destinação dos materiais e análise de quantidade e qualidade de materiais recicláveis gerados pelos condomínios e prédios comerciais. Assim, todos são responsáveis pela coleta seletiva, desde moradores até funcionários. Três importantes questões a serem observadas antes de iniciar a coleta seletiva: 1. Local de armazenamento https://www.ecycle.com.br/119-cores-da-coleta-seletiva.html 36 Verificar a quantidade de materiais gerados pelos condomínios, ou outros estabelecimentos é uma parte essencial para o planejamento. Após essa avaliação e a escolha do espaço para armazenamento e fluxo de descarte pelos moradores, será preciso definir quantos coletores serão colocados e quais serão os modelos, realizar orçamentos para a compra ou pensar em realocar coletores que o condomínio já possui. É necessário que o ambiente esteja sempre limpo e fechado para evitar o mau cheiro e a entrada de ratos, baratas, mosquitos e outros animais que possam contribuir para o surgimento de doenças. Uma solução usada é o uso de contêineres de plástico, equipamento mais fácil de gerir. A norma dos bombeiros proíbe a disposição de qualquer objeto na passagem das escadas. Desse modo, coletores no hall de serviço de cada andar são inadequados. O mais indicado para a adequada disposição da coleta seletiva é colocar os contêineres próximos aos elevadores de serviço, ou realocá-los para o subsolo e nas proximidades da garagem. 2. Cuidado com papéis e plásticos É preciso tomar muito cuidado com papéis e plásticos, pois são materiais de alta combustão e que podem causar incêndios. Por conta disso, as seguradoras devem ser avisadas para que haja ressarcimento compatível com o acidente ocorrido. Se não houver o contato, a empresa seguradora pode alegar omissão por parte do condomínio, gerando mais problemas para todos os envolvidos. 3. Treinamento para os responsáveis Outra importante questão é sobre o responsável por manipular os materiais. Os profissionais de limpeza devem receber treinamento, usar os equipamentos adequados, receber pagamento por insalubridade e outras medidas para evitar ferimentos e ocorrências mais graves. Quem se responsabiliza pela coleta? Após o cuidado com esses três pontos, a implantação da coleta seletiva pode ser iniciada quando for definido quem será o responsável por retirar periodicamente os materiais dos condomínios. É necessário definir a frequência, dias da semana e horários para não acumular materiais no condomínio além da capacidade de armazenamento. Se seu condomínio não é contemplado pela coleta seletiva da prefeitura ou está coleta não é suficiente, uma opção é contratar uma empresa de coleta ou buscar parceria com cooperativas 37 para retirada do material. Dependendo da quantidade de material oferecido, cooperativas podem se interessar pela coleta. Outra saída é levar os resíduos para os Postos de Entrega Voluntária (PEVs) que variam de tamanho e pode aceitar diversos itens. Os postos de coleta e as cooperativas estão presentes em nossa seção postos de reciclagem, onde você encontra endereços e contatos dos locais mais próximos de sua casa. Saiba mais na matéria: “Pontos de coleta seletiva: veja onde levar seus resíduos“. Participação do serviço público na coleta Em muitas cidades do país, as prefeituras municipais, por meio de órgãos competentes, possuem serviço de coleta seletiva que atendem prédios e casas dos moradores após efetuação de contato e de requerimento. Empresas especializadas em coleta Para facilitar a implantação da coleta seletiva e a gestão consciente de resíduos, existem empresas especializadas que oferecem um planejamento específico para condomínios que poderá viabilizar a coleta seletiva em seu prédio. A relação custo/benefício acaba compensando, considerando o aumento da eficiência do processo, para além de outros benefícios. A implantação inclui palestras e treinamentos, coleta dos materiais recicláveis, relatório mensal de resíduos, além de certificado de destinação correta. Além disso, ao descartarem seus resíduos, os moradores conseguem acessar o aplicativo da empresa, juntar pontos e trocar em descontos em produtos e serviços. Lista dos materiais que podem ser reciclados: Reciclável Não reciclável Papel: Papel: Papelão Etiqueta adesiva Jornais e revistas Papel carbono Folhas de caderno Fita crepe Formulários de computador Papéis sanitários https://www.ecycle.com.br/postos/reciclagem.php https://www.ecycle.com.br/6314-pontos-de-coleta-seletiva https://www.ecycle.com.br/6314-pontos-de-coleta-seletiva 38 Caixas em geral Papéis metalizados Aparas de papel Papéis parafinados Fotocópias Papéis plastificados Envelopes Papéis sujos Provas Guardanapos Rascunhos Bitucas de cigarros Cartazes velhos Fotografias Papel de fax Metal: Metal: Lata de óleo Esponjas de aço Enlatados (sardinha, salsicha) Canos Lata de leite em pó Lata de alumínio Sucatas de reformas Vidro: Vidro: Embalagens Espelho Garrafas de vários formatos Vidro plano Copos Lâmpadas, cerâmica, porcelana Plástico: Plástico: Embalagem de refrigerante Cabo de panelas Embalagem de material de limpeza Mistura de papel, plásticos e metais. Embalagem de margarina Embalagem de biscoito 39 LIVRO DE OCORRÊNCIAS O livro de ocorrências não é obrigatório no condomínio, embora seja uma excelente ferramenta de registro formal de demandas corriqueiras de condomínios edifícios, inclusive para fins de atuação por parte do síndico e da administradora, por exemplo, muitos condomínios optam por não ter o livro de ocorrências e empregam outros meios para que moradores, funcionários e a administração registrem ocorrências. No livro ficam registradas as mais diversas situações acontecidas no condomínio: vale sugestão de melhoria, reclamação de barulho, observação sobre a manutenção das áreas comuns do empreendimento, entre outras. E, via de regra, todos podem usá-lo: do condômino ao funcionário, qualquer morador ou empregado do condomínio tem, no livro de ocorrência, um canal de comunicação com o síndico, ou com a administradora. O livro físico, porém, mudou de perfil: hoje ele é mais usado atualmente como uma forma dos próprios funcionários se comunicarem. Seja uma encomenda que chegou e ainda não foi entregue, uma carta que precisa de assinatura ou a visita de um fornecedor, é esse tipo de informação que deve ser passada em um livro com livre acesso a todos no condomínio.40 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS DIAS, M. O. Ética, organização e valores ético-morais em contexto organizacional. Artigo acedido a 25 de janeiro de 2022. Disponível em gestaodesenvolvimento22_89.pdf (ucp.pt). Você sabe qual a importância das tarefas do zelador? Meuelevador.com. Disponível em: O que faz um Zelador : Descubra quais são suas principais tarefas! (meuelevador.com). Acesso em: 25 de janeiro de 2022. BARSANO, P. R.; BARBOSA, R. P. Segurança do trabalho: guia prático e didático. São Paulo: Érica, 2012. BARSOSA FILHO, A. N. Segurança do trabalho e gestão ambiental. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2008. Comportamento empreendedor. SEBRAE - Disponível em: Comportamento empreendedor - Sebrae. Artigo acessado em: 25 de janeiro de 2022. SGRINHOLI, Luciene Abdalla. Apostila de Segurança no Trabalho. Cuiabá-MT: SENAC, 2009. Grupo Iron: Limpeza e conservação de condomínios: saiba quais são os passos para conquistar uma rotina eficiente e alta qualidade. Disponível em: Limpeza e conservação de condomínios: passo a passo para não errar (grupoiron.com). Acesso em: 25 de janeiro de 2022. Coleta Seletiva em condomínios: como implantar. Disponível em: Coleta seletiva em condomínios: como implantar - eCycle. Acesso em: 26 de janeiro de 2022. http://z3950.crb.ucp.pt/Biblioteca/GestaoDesenv/GD22/gestaodesenvolvimento22_89.pdf https://meuelevador.com/tarefas-do-zelador/#1 https://meuelevador.com/tarefas-do-zelador/#1 https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/ap/artigos/comportamento-empreendedor,5181948d5dce8610VgnVCM1000004c00210aRCRD https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/ufs/ap/artigos/comportamento-empreendedor,5181948d5dce8610VgnVCM1000004c00210aRCRD https://www.grupoiron.com/blog/limpeza-e-conservacao-de-condominios/#Conheca_o_Grupo_Iron https://www.grupoiron.com/blog/limpeza-e-conservacao-de-condominios/#Conheca_o_Grupo_Iron https://www.ecycle.com.br/coleta-seletiva-em-condominios-como-implantar-projeto-programa/ https://www.ecycle.com.br/coleta-seletiva-em-condominios-como-implantar-projeto-programa/ 41