Prévia do material em texto
Lean Seis Sigma É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma Na fase Definir os requisitos dos clientes são definidos e traduzidos em Na fase Definir os requisitos dos clientes são definidos e traduzidos em características críticas para a qualidade, são identificados e mapeados os processos críticos a serem melhorados e os objetivos do projeto escolhido devem estar alinhados com os CTQs. Nessa fase também é montada a equipe do projeto, assim como são estabelecidos os limites de atuação e feita uma análise custo e benefício do projeto, de modo a ter uma visão clara do retorno que a atividade deverá trazer para a organização. A definição preliminar do problema é uma importante saída dessa fase, assim como as metas preliminares. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma Definir - Passos Definição do problema Identificar o VOC e CTQ QFD Modelo Kano Acompanhamento do projeto (cronogramas e tollgates) Indicadores de performance Escopo do projeto Tipos de gráficos É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma ANOTAÇÕES: É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 1 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 2 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 3 Voz do Cliente é a soma das necessidade expressas e suas percepções do produto ou serviço por todos os grupos de clientes, como o Seis Sigma trata de atender ou superar as expectativas desses clientes, dessa forma é uma etapa crítica de sucesso para o mesmo. A Voz do Cliente é fundamental para que a organização defina quais produtos ou serviços irá oferecer ao mercado, analisando o que este está disposto a comprar. Estudar a Voz do Cliente ajuda a organização a compreender a relação entre as atividades de negócio oferecida por ela e o valor percebido pelo cliente nessas atividades. É importante que a organização tenha meios de mensurar a satisfação de seus clientes e identificar seus pontos críticos para focar seus esforços de melhoria adequadamente. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 4 Os clientes de uma organização podem ser considerados internos, próxima operação ou externos, usuários e clientes finais, por exemplo. Existem duas maneiras básicas de coletar informações VOC: através de canais reativos e canais ativos. Os canais reativos são aqueles de iniciativa do cliente, onde as informações chegam até a organização através dos meios de comunicação da mesma, como chamadas de clientes fazendo elogios ou reclamações, visitas ao website, envio de e-mails, por exemplo. Esse tipo de canal é mais eficaz para detectar fraquezas em produtos ou serviços do que para detectar pontos fortes. Os canais ativos são aqueles de iniciativa da organização que entra em contato com os clientes, realizando pesquisas e questionários, entrevistas, visitas e passeios, contatos em ponto de vendas etc. Esse tipo de canal pode ser utilizado para uma gama maior de finalidades do que os reativos, como projetos produtos ou serviços, melhoria de processo, monitoramento de desempenho etc. Os canais ativos têm se tornado cada vez mais populares nas organizações. Ter métodos bem desenvolvidos para coletar, rastrear e usar essas informações é absolutamente vital para a organização, pois através dessas informações ela poderá focar-se melhor em seus produtos, clientes-alvo e melhorias no geral. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 5 O CTQ é a característica crítica para a qualidade de um produto ou serviço que influencia na decisão de compra do cliente. Essas características devem ser definidas de modo que indicadores possam ser criados para medir-las. Clientes são aqueles que recebem a saída do processo, que estabelecem as exigências dos resultados e pagam por eles, além de ter o poder de aceitar ou rejeitar um produto. O objetivo principal é atender as exigências requeridas pelo cliente e manter os interesses estratégicos de negócio da organização. Existem fatores que afetam a percepção que os clientes têm de um produto, como julgamento do que é qualidade em um produto, as tendências gerais de mercado e as necessidades de características e funções individuais. Esses fatores influenciam diretamente na compra ou não do produto ou serviço oferecido pela organização, assim como no atendimento da expectativas do cliente e possivelmente na sua fidelização junto à organização através do produto adquirido. Estratégia Objetivos do projeto CTQ Componentes É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 6 Existem dimensões da qualidade fundamentais que os clientes procuram em um produto ou serviço. Para um produto, tem-se que é relevante considerar suas características básicas assim como seus toques adicionais, sua precisão ou atendimento Às expectativas iniciais, sua performance de acordo com a função a ser realizada e seu desempenho ao longo do tempo, seu período de vida útil, sua estética e, logicamente, a qualidade percebida diante do cliente que gera a reputação do produto no mercado. Para um serviço é relevante considerar sua consistência de desempenho e confiança, assim como sua capacidade e velocidade de resposta quando questionado, sua segurança, sendo então isento de riscos, perigos ou dúvidas; os elementos tangíveis que evidenciam o serviço de forma física e, não menos importante, os aspectos humanos do serviço, referentes à empatia, organização, respeito, polidez, aparência limpa, habilidades e competência, linguagem de comunicação, honestidade. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 7 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 8 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 9 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 10 ClienteCliente NecessidadeNecessidade CTQCTQ IndicadorIndicador É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 11 O modelo Kano foi desenvolvido para identificar e compreender as necessidades do cliente e seus encantamentos. De acordo com essa teoria, a satisfação do cliente é proporcional ao cumprimento funcional do produto ou serviço. São definidos três tipos de requisitos quem influenciam a satisfação do cliente de diferentes formas: • Requisitos obrigatórios: Caso não sejam preenchidos, o cliente se sentirá extremamente insatisfeito. Esses requisitos são pré-requisitos para o produto ou serviço, dessa forma eles já estão embutidos no mesmo. • Requisitos lineares: A satisfação do cliente é proporcional ao nível de preenchimento desses requisitos, dessa forma, quanto maior o nível de preenchimento, maior será a satisfação do cliente e vice-versa. • Requisitos atrativos: Esse requisitos são os que têm maior influência na satisfação do cliente e quase nunca são explicitamente expressos. A ausência desses requisitos não provoca insatisfação da parte do cliente, mas eles representam o diferencial que irá cativar e conquistar o cliente. O modelo Kano é uma ferramenta para se conhecer e compreendermelhor os requisitos dos clientes, podendo direcionar melhor os recursos a serem aplicados e auxiliar na tomada de decisão. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 12 O Desdobramento da Função Qualidade, também conhecido como QFD, é uma ferramenta de desenvolvimento de produtos de forma integrada (engenharia simultânea), que utiliza como pilar central a voz do cliente, sendo que a voz do cliente pode ser levantada em pesquisas de mercado, comparações (benchmarking), informações da assistência técnica, entrevistas etc. O QFD é uma ferramenta que ajuda no desenvolvimento de novos produtos, reduz o tempo e facilita o processo de desenvolvimento, possibilita uma visão da concorrência, implementa participativamente o trabalho em equipes multifuncionais da organização e permite uma integração entre várias ferramentas da qualidade, como DOE, FMEA, Fluxograma etc. Dessa forma, o QFD pode proporcionar uma redução em reprojetos, assim como os desenvolvimentos podem ser realizados de forma mais ágil, com um custo menor e mantendo o foco no cliente, de acordo com os requisitos levantados inicialmente. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 13 1. Matriz I - Planejamento do Produto: traduz as necessidades do Cliente em especificações de desempenho, além de fazer uma comparação de posição em relação aos concorrentes. 2. Matriz II - Desdobramento das Partes: traduz as especificações de desempenho da Matriz I em especificação de engenharia dos componentes. 3. Matriz III - Planejamento do Processo: esta matriz traduz as especificações de engenharia dos componentes definidos em características de qualidade do processo. 4. Matriz IV - Planejamento da Produção: esta matriz apresenta as instruções que devem ser seguidas pelo pessoal do chão de fábrica de forma a garantir que as metas estabelecidas sejam atingidas. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma QFD 14 No exemplo acima, temos um estudo realizado para um aparelho de celular. No desdobramento da função da qualidade desse produto temo, elementos que compõem esse celular e algumas funções de qualidade para serem analisadas. Dessa forma, se pode fazer uma avaliação e planejar possíveis alterações no produto de acordo com a voz do cliente. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 15 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 16 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 17 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma ANOTAÇÕES: 18 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 1 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 2 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 3 A abordagem abrangente de um problema geralmente não é eficaz, pois é muito fácil se atrapalhar quando se tem muitas atividades e muitas pessoas envolvidas em um projeto. A gestão de um projeto nesse formato é crítica e tende a ter falhas. Tentar resolver um grande “problema” em uma única oportunidade pode gerar obstáculos desnecessários, como: desmotivação da equipe, investimento inviável, burocracia, dificuldades e atritos alheios. Dessa forma, cada “problema” identificado por um indicador específico deve se analisado separadamente. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 4 A definição preliminar do problema deve ser clara e objetiva, sendo que não deve incluir soluções ou suposições sobre as causas do mesmo. Antes de estabelecer uma definição, deve-se analisar e compreender o que está errado, e dessa forma mensurar este evento. Cada problema identificado em determinado cenário deve ser separado. Para desenvolver projetos de soluções, deve-se fazer o comparativo do que é e do que deveria ser o “problema” abordado, e analisar como os clientes são afetados, direta ou indiretamente, por este problema. Para qualquer definição de um problema: “O problema está claro?”. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 5 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 6 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 7 Enunciado do problema Meta Saving esperado É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 8 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 9 Na maioria das vezes, não é possível chegar a um consenso sobre um cenário específico único, base para que se possa construir o planejamento estratégico. A causa dessa dificuldade está na diversidade de opiniões a respeito dos temas enfocados, uma decorrência da percepção seletiva dos administradores. Por isso, é comum a utilização do conceito de “cenários alternativos”, que forçam a análise de situações específicas. Na construção de cenários alternativos, os administradores se obrigam a definir e analisar um “cenário otimista” e um “cenário pessimista” em relação a um “cenário provável”. Dessa forma, podem estabelecer o limite inferior e o superior para os resultados que pretendem alcançar. Se o limite inferior for considerado inadmissível, a empresa está diante de um forte alerta. Para mensurar os cenários possíveis, e assim tomar uma decisão, utiliza-se ferramentas gráficas que possuem o objetivo de representar dados para que possam ser interpretados da melhor forma possível. Existem diversos tipos de gráficos e a relevância de cada um varia de acordo com a necessidade, como veremos a seguir. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 10 Os gráficos de tendências são instrumentos estatísticos simples que podem ilustrar um cenário, como para monitorar um sistema, com a finalidade de observar alterações nos dados e seu comportamento ao longo do tempo. As linhas facilitam o rastreamento de tendências de dados ou de variações. O gráfico de tendência é um ótimo instrumento para enfatizar mudanças e pode ser utilizado para rastrear mais de uma série de dados por vez. O seu uso é bastante frequente para o acompanhamento de produtividade ou desempenho de diversas atividades, como a quantidade de componentes entregues, número de blocos refugados diariamente etc. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 11 O gráfico de barras é o único tipo de gráfico que pode exibir dados horizontal e verticalmente de acordo com o cenário e com o que se quer transmitir. •Horizontal: Representar dados que ocorrem com o tempo, com uma data inicial e final finita. Também é conhecido por mostrar informações categóricas uma vez que as categorias podem ser exibidas horizontalmente. •Vertical: Representar os dados dessa forma pode facilitar o reconhecimento de pequenas diferenças em quantidade ou frequência e possibilita uma melhor comparação das categorias. É proibidaa reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 12 O diagrama de Pareto é uma forma especial do gráfico de barras verticais, que dispõe os itens analisados desde o mais frequente até o menos frequente. Tem como objetivo estabelecer prioridades na tomada de decisão, a partir de uma abordagem estatística. O gráfico de Pareto é usado sempre que for preciso ressaltar a importância relativa entre problemas ou condições, no sentido de: • Escolher o ponto de partida para a solução de problemas; • Avaliar o progresso de um processo; • Identificar a causa básica de um problema. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 13 Os gráficos de pizza são os mais usados para fazer comparações entre grupos, compara graficamente as magnitudes ou frequências relativas dos itens através de fatias e são utilizados para mostrar a porcentagem com que um item contribui para o todo de um determinado cenário. Eles são comuns devido ao seu potencial de impacto visual. Caso for trabalhar com valores nulos ou negativos, o gráfico de pizza talvez não seja a melhor forma de representar os dados, por isso é importante fazer uma análise crítica dos dados e assim definir qual a melhor maneira de representá-los. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 14 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 15 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma ANOTAÇÕES:ANOTAÇÕES: 16 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 1 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 2 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 3 A abordagem abrangente de um problema geralmente não é eficaz, pois é muito fácil se atrapalhar quando se tem muitas atividades e muitas pessoas envolvidas em um projeto. A gestão de um projeto nesse formato é crítica e tende a ter falhas. Dessa forma, cada “problema” identificado por um indicador específico deve se analisado separadamente. A completa compreensão dos requisitos é essencial para a correta definição do escopo do projeto Lean Seis Sigma e possibilita que seu objetivo seja enfocado de forma clara, com limites definidos, permitindo assim que o problema seja resolvido de maneira enxuta e precisa. Projetos com escopos muito amplos têm objetivos bastante interessantes, porém podem ser apenas ideais. Tentar resolver um grande “problema” em uma única oportunidade pode gerar obstáculos desnecessários, como: desmotivação da equipe, investimento inviável, burocracia, dificuldades, atritos alheios e até ruir a credibilidade de todo o programa Lean Seis Sigma. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 4 Após a seleção do projeto, o próximo passo é deixar claro para a equipe o tema do projeto, assim como seu escopo e suas limitações, restrições a que o projeto está sujeito, quais os membros e responsabilidades de cada um e logicamente qual o prazo de cada etapa do projeto a ser trabalhado. É importante deixar explícito a todos os participantes do projeto qual o objetivo e metas a serem cumpridas, e estas devem ser estabelecidas e acordadas com o Champion e os membros da equipe. A definição do cronograma, assim como um bom gerenciamento do projeto em relação ao tempo, custo e escopo, garante o uso eficiente dos recursos disponíveis. Manter o monitoramento de marcos importantes do projeto é importante para controlar os possíveis desvios da rota estabelecida (escopo). É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 5 Dentro e fora do escopo corresponde a definição dos limites e extensão das atividades. É nessa fase que se define o que será entregue através do projeto e o que não será entregue. Ter definido claramente o que está dentro e o que está fora do escopo ajuda a estruturar melhor as atividades que deverão ser desenvolvidas no projeto e, dessa forma, a equipe terá uma clareza sobre o que corresponde o projeto, quais os seus objetivos e qual o caminho para conquistar o mesmo. Aspectos de análise: • Áreas geográficas; • Estruturas organizacionais; • Tipos de processos; • Partes interessadas. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 6 A filial da Manufacturing Ltda., localizada em São Paulo, identificou que nos últimos 6 meses obtiveram um gasto excessivo de papel no processos administrativos. Parte desse recurso foi reutilizado e enviado à reciclagem, porém isso ocorreu com apenas 35% do utilizado. Essa falha gerou um gasto superior ao budget disponibilizado. Foi identificado que os processos críticos que geraram esse gasto foram o Financeiro e o Comercial. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 7 Categoria Dentro Fora O que Onde Quando Quem É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 8 O SIPOC é uma ferramenta auxiliar que pode ajudar na definição de um escopo um Projeto Seis Sigma. Essa ferramenta gráfica representa um processo, mostrando suas entradas e suas saídas. Ajuda a esclarecer as fronteiras do projeto, entradas e fornecedores, clientes e suas expectativas (requisitos). O Fornecedor é a pessoa ou grupo que fornece informações, materiais ou outros recursos para o processo. As entradas são as informações, materiais ou outros recursos para o processo. Estes devem estar de acordo com os requisitos do processo. O processo é um conjunto de etapas com atividades que transformam suas entradas, agregando valor à mesma. As saídas são as informações, materiais ou outros recursos que passaram pelo processo, tornando-se o produto final do mesmo. Os clientes podem ser pessoas, grupos ou processos que recebem o produto mencionado anteriormente. Lembrando que o cliente pode ser interno ou externo à organização. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma Fornecedores Inputs Processo Outputs Cliente 99 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 10 É importante que o escopo definido seja aceito pelos interessados do projeto em questão. O esclarecidos dos objetivos e dos resultados é extremamente relevante, para que não haja dúvidas ou expectativas diferentes das que serão satisfeitas pelo Projeto. A formalização do escopo ajuda a integrar melhor a equipe que irá desenvolver as atividades e também oficializar que todos os participantes estão executando o mesmo projeto. Qualquer mudança no projeto pode ocasionar a mudança no escopo do mesmo. Essas mudanças podem ser originadas das Partes Interessadas pelo Projeto Lean Seis Sigma, por exemplo. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 1 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 2 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma Para ser devidamente gerenciado, o processo precisa ser medido e as decisões devem ser baseadas naanálise de dados e informações para serem mais eficazes. Os indicadores são usados para medir o desempenho de um processo e podem ser definidos como medida de habilidade do processo para atender aos requisitos válidos. Características dos indicadores Mensurável Uma tradução quantitativa de um atributo CTQ que possa ser expressa em tempo, dinheiro etc. Verificável (observável e auditável) Muitos observadores independentes do processo devem ser capazes de concordar com os resultados obtidos na medição do processo. É importante manter registros precisos para que as medições possam ser encontradas ao longo do tempo. De Baixo Custo Os indicadores devem ser escolhidos tendo em mente economia de tempo e de custo. Os dados para os indicadores podem já estar disponíveis a partir de fontes e/ou de sistemas de informações da gerência. Os benefícios ganhos no uso de um indicador devem exceder os custos associados à sua busca. 3 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma KPIs são medidas para avaliar o desempenho de uma organização ao longo do tempo. Incluem indicadores financeiros e indicadores do cliente relacionados aos CTQs Indicadores outcome (Ys) referem-se às saídas do processo e medem o processo total utilizado para determinar a qualidade do produto ou serviço fornecido aos clientes. Relacionam-se com os CTQs e avaliam o grau de conformidade (expresso em defeitos), a fim de validar os requisitos. O objetivo do indicador outcome é refletir o desempenho do processo antes que o defeito chegue ao cliente. Indicadores upstream são feitos a partir de medições feitas em pontos críticos do processo, a fim de avaliar o desempenho antes que seja tarde demais para se realizar uma ação corretiva. Muito antes que ocorra a saída ou o resultado, esses indicadores servem como um aviso anterior de que algo está errado. Ao monitorar e avaliar os Indicadores Upstream, a ação corretiva pode ser tomada antes que haja um impacto significativo nos resultados de um processo e, consequentemente, do(s) cliente(s). 4 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma Os KPIs do cliente se conectam aos CTQs, que são atributos mensuráveis que influenciam a decisão de compra do cliente. Rastrear os KPIs ao longo do tempo indica a saúde dos negócios atual e a tendência futura. O “Y” é um indicador de saída do processo. “Ys” são medidos como uma porcentagem de defeito (i.e. porcentagem de entregas com atraso, porcentagem de ligações perdidas, porcentagem de faturas incorretas, porcentagem de aplicações incompletas). Um “X” é um indicador de processo fluxo acima. Os “Xs” são medidos como porcentagem de defeitos ou por dados contínuos e têm limites de controle definidos. 5 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma Os KPIs do cliente são ligados aos CTQs, atributos mensuráveis, que influenciam no desejo de cliente em comprar um produto ou serviço. Tanto os KPIs Financeiros quanto o de Clientes são ligados aos processos core, e não às áreas funcionais. O processo core é um foco estratégico do negócio que atinge especificamente a missão da empresa e serve ao cliente externo A capacidade de atingir as metas do KPI é direcionada pelo desempenho do processo core operacional. Alguns exemplos desses processos são: marketing, abastecimento, manufatura, distribuição e vendas. 6 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma Você reparou que a maioria dos gráficos é decrescente? O senso comum que apenas gráficos crescentes indicam bons resultados é incorreto. Na verdade, gráficos decrescentes são muito importantes para a gestão. Isso ajuda a focar nas não-conformidades ocorridas, e o porquê desse fato. 7 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma Há duas etapas no desenvolvimento dos indicadores upstream do processo: 1.Revisar o fluxograma do processo. Escolha pontos de controle para que, ao serem medidos, indiquem como está o desempenho do processo. Procure posicionar os pontos de controle aonde houver uma mudança lógica, um ponto de decisão ou um sub-resultado. Uma outra forma de escolher os indicadores upstream é observar o processo e decidir seu ponto de maior vulnerabilidade para falhas se algo sair errado, ou o ponto no qual a equipe pode tomar ações de contingência para prevenir maiores falhas no processo. 2 Decidir a melhor medição É preciso decidir como melhor medir o desempenho em cada ponto de controle para coletar os dados que demonstrarão a condição real daquela etapa do processo. 8 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma Uma vez que os requisitos válidos do cliente do processo de maior prioridade foram identificados, deve ser definida uma maneira de medir cada resultado. Até mesmo os requisitos do cliente externo podem ser traduzidos em medições internas. Quando ligados aos requisitos válidos correspondentes, essas medições devem ser indicadores da qualidade eficientes. As diretrizes a seguir podem ser úteis: Fazer com que o indicador e o requisito válido relacionem-se o máximo possível. Para cada item especificado nos requisitos válidos, deve haver um resultado ou indicador da qualidade correspondente. Se o cliente precisar de um produto/serviço “preciso e disponível”, o indicador será elaborado para medir qual a “precisão” e “disponibilidade” do processo. Medir os dados em intervalos que permitam julgamentos úteis. Meça com uma frequência tal que se identifiquem problemas antes que muitos danos sejam causados. Por outro lado, essas medições frequentes podem ser caras e levar muito tempo. Considere as amostras como meio de coletar os dados apropriados e estabeleça o equilíbrio certo para cada indicador. Descrever como medir conseguindo resultados confiáveis. Descreva precisamente as ações que devem ser tomadas para realizar a medição. Forneça detalhes suficientes para que possam ser obtidos os mesmos resultados, sob as mesmas circunstâncias, não importando quem realiza a medição. 9 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma Para as medições raras ou difíceis, usar um indicador substituto ou “de segundo nível”. Algumas vezes, o objeto ou evento a ser medido ocorre muito raramente ou é muito difícil de ser obtido (caro, complexo). Nesse caso, identifique algo que seja diretamente relacionado ou dependente do resultado e o meça. Isso é o que chamamos de indicador substituto ou “de segundo nível”. Medir sempre os defeitos (para baixo é melhor). A medição dos defeitos identificará claramente a área para melhoria e manterá o foco no resultado a partir do ponto de vista dos clientes. Evitar o uso de médias como indicadores de resultado ou de qualidade. Como mencionado anteriormente, as médias podem ser mal interpretadas. 10 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma O Gráfico de tendência é usado, normalmente, para distribuir os dados dos “Ys”. Ele auxilia a identificação de padrões da variação em um processo, o monitoramento do desempenho e a avaliação do progresso após eventuais mudanças. Note que esse gráfico é um exemplo de para baixo melhor. Gráficos decrescentes ajudam a focar nos defeitos a serem eliminados. Uma boa alternativa é, sempre que possível, transformar os dados em porcentagem de falhas. Por exemplo, invés de usar um gráfico “nº de pedidos entregues no prazo”, é interessante usar “% de pedidos entregues atrasados”. 11 É proibida a reprodução deste material.Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma Enquanto os indicadores outcome avaliam o grau de conformidade para os requisitos válidos, eles são recolhidos e analisados “depois do fato” e não são muito úteis na identificação de causas potenciais da não-conformidade. O indicador upstream, é necessário para essa tarefa. Após desenvolver os indicadores outcome, devem ser elaborados os indicadores upstream do processo. Estabelecendo pontos de controle ao longo do processo, a equipe pode obter alguma garantia de que o resultado será satisfatório ao cliente. A medição desses pontos de controle é o foco dos indicadores upstream. Os indicadores upstream diferem dos outcome por medirem o desempenho dentro do processo, e não a conformidade geral aos requisitos válidos. O monitoramento e a avaliação dos dados a partir dos indicadores upstream do processo ajudarão a equipe a tomar uma ação no início do processo para garantir um resultado satisfatório. 12 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma A notação Y = f(x) é muito usada no Seis Sigma, e pode ser chamada de “equação preditiva de Seis Sigma”. As variáveis representam: Y: Saídas do sistema. X: Entradas do sistema, que necessitam ser gerenciadas para garantir a qualidade em Y. f: Função. Nesse caso, indica que as saídas são uma função das entradas. O gerenciamento das entradas tem um forte caráter de prevenção, pois minimiza as chances de potenciais falhas acontecerem em Y. 13 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma Imagine-se como gerente de uma lanchonete fast food. Você, claro, está implementando o Seis Sigma e está analisando como os CTQs são abordados pelos indicadores outcome. A partir da CTQ do cliente (velocidade), o requisito foi validado (4 minutos no máximo), e a especificação foi criada (a partir do conhecimento de seu processo). Finalmente, o indicador outcome é criado para medir e, consequentemente, gerenciar o processo como um todo. 14 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma O foco em Y traria mais custos de inspeção e retrabalho, pois a falha seria detectada após todo o processo. Assim, o foco deve ser no gerenciamento dos inputs, para prevenir falhas ou inspeções desnecessárias. 15 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma Descobrir a fundo as entradas que influenciam as saídas é fundamental para a boa gestão. Veja que as variáveis se multiplicam quando são analisadas mais profundamente. No exemplo: Y1 = f (X1,X2,X3,X4) Y2 = f (X5,X6,X7,X8) Y3 = f (X9,X10,X11,X12) 16 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma As metas têm a função de nortear o trabalho, ou seja, determinar como o processo deveria estar, para que ao final de um período estipulado (geralmente anual), a melhoria seja alcançada. Também por isso, é importante comparar os dados coletados com as metas, justamente por elas indicarem como o processo deveria estar naquele momento. Logo, as metas devem ser feitas para serem alcançadas. Só assim elas são realmente eficazes para o gerenciamento de seus processos ou projetos. 17 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma Antes das metas serem definidas, é necessário refletir sobre a famosa dança, a rumba. A meta deve ser (reasonable, understandable, measurable, believable e achievable), numa tradução livre ficaria (razoável, entendível, mensurável, crível e alcançável). Razoável: A meta deve ser coerente com a realidade da empresa e da situação. Assim, deve ser levado em conta os procedimentos da empresa, a capacidade do equipamento etc. Entendível: A meta deve ter um propósito claro, medir dados claros e atuais. Mensurável: Para servir de referência, a meta deve ser facilmente expressa em números. Crível: Todos os envolvidos devem entender e lutar pela meta, usando-a de forma efetiva. Alcançável: A meta deve ser feita para ser alcançada. De nada adianta uma meta que seja excessivamente grande, ou mesmo pequena demais. 18 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 19 Lembre-se de que nos passos anteriores o impacto financeiro potencial foi continuamente avaliado para determinar a validade do projeto usando as seguintes categorias gerais: Benefícios diretos (hardsaving): Economia e rendimento traçáveis diretamente à fonte do benefício. Benefícios indiretos (softsaving) : Economia ganha dos custos de mão-de-obra e custos compartilhados. Benefícios obtidos de custos evitados (softsaving) : Potencialidade de minimizar os riscos (não impacta os Negócios P&L). Pelo fato dos softsavings serem difíceis de quantificar ou não serem diretamente traçáveis para lucros ou dividendos, eles não podem ser incluídos no cálculo das reduções de custos. 19 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma A perda de rendimento pode ser incluída se existirem dados para provar que os clientes passaram seus negócios para outro fornecedor devido ao problema específico em consideração. Cheque com seu gerente para verificar quais itens devem ser incluídos em seu orçamento. Você deve checar também quando e como ele deseja as informações sobre o orçamento. Verifique também se há códigos de contabilidade específicos que você deve utilizar. As categorias típicas incluem: • Materiais ou fornecedores • Equipamentos alugados ou comprados • Recursos de subcontratantes ou externos • Despesas legais • Taxas de expedição • Taxas do telefone/fax • Despesas de pessoas ou equipe • Viagem • Produção • Fotocópias Você deve sempre indicar a categoria, a taxa de aumento das despesas (tais como taxa horária para os subcontratados) e as despesas totais projetadas. 20 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 1 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 2 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 3 Gerir um projeto é fundamental para se ter o controle do que foi, está sendo e será executado, assim como para aprendizado de todos em uma organização. É importante manter registros de todos os projetos realizados de uma organização, estes poderão servir como fontes para outras equipes que irão desenvolver outras melhorias ou até mesmo melhoria das melhorias já realizadas. Esses registros podem conter: data de abertura do projeto, definição do problema, tipo do projeto, meta e saving (esperado e alcançado), a descrição e identificação da equipe e do Champion, status de cada etapa e a data de fechamento (planejado e realizado). É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 4 Partes interessadas são as pessoas afetadas pelo projeto ou que podem influenciá- lo, mas que não estão diretamente envolvidas no trabalho. •Gerentes cujos orçamentos, resultados, programações ou recursos serão afetados pelo projeto; •Dono do processo/pessoas que trabalham no processo em estudo; •Departamentos internos ou grupos cujo trabalho alimenta o processo ou depende dele; •Clientes que compram ou utilizam o resultado do processo; •Fornecedores que entregam materiais ou serviços utilizados pelo processo; •Departamento financeiro. Identificar e entrevistar as Partes Interessadas, assim comocomunicar os planejamentos do projeto regularmente, determinar estratégias para superar resistência é fundamental para o sucesso de um projeto. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma Parte Interessada Impacto da mudança (HML) Pensamento Atual (R/N/S/C) Suporte Necessário (N/A/S/C) Preocupações / Problemas / Resistência Interesses Estratégias de influência / Responsabilidade 5 Impacto da Mudança: Alto (H), Médio (M), Baixo (L) Pensamento Atual: Resistente (R), Neutro (N), Dá Suporte (S), Comprometido (C) Resistente - Visto como contra a mudança. Evita motivos para “Por que não?”. Pode não fazer o que é necessário. Neutro - Não visto como resistente, nem como suporte. Não visto como barreira. Apático, desinteressado e sem energia. Aceito - Visto como à favor da mudança. Faz o que é necessário – normalmente, não mais. Pode não correr riscos – podem não estar realmente na equipe Dá Suporte - Visto como otimista sobre a mudança, reconhecendo sua necessidade. Deseja dar suporte verbal à mudança. Comprometido – Parece dar suporte à mudança ativamente. Fornece recursos tangíveis e está visivelmente envolvido. Suporte Necessário : Neutro (N), Aceito (A), Dá Suporte (S), Comprometido (C) É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma Fontes Causas Resistenciais (Exemplos) Eliminando a resistência Política Alocação de poder e recursos: • Ameaça à velha guarda pela nova; • Relacionamentos; • Desequilíbrio de poder e autoridade ou auto-preservação. • Ajude as pessoas a entenderem a mudança no processo, na estrutura ou na estratégia; • Avalie as tendências de influência; • Crie um grupo de apoio político. Cultura Organização/normas culturais: • Hábito e inércia; • Discutas as ameaças e as oportunidades; • Forneça dados financeiros; • Reconheça a diferença de 6 • Use como um guia para brainstorming as causas de resistência e as estratégias para reduzí-las. • Use a análise de resistência para acessar a resistência de uma parte interessada específica. Cultura • Hábito e inércia; • Mentalidade defasada; • Formação falha. • Reconheça a diferença de mentalidade; • Forneça treinamentos. Pessoal Necessidades individuais: • Medo de mudanças; • Dificuldade em desenvolver novas habilidades; • “O que eu ganho com isso?” • Admita as preocupações das pessoas; • Forneça assistência; • Discuta os benefícios e oportunidades individuais. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 7 Papel Quem comunica O que comunica Quando e como comunica Líder da equipe (BB) (se não for você) Membro da equipe Sponsor (s) Instrutor (MBB) Dono do processo Clientes Outras partes interessadas É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma Pr eo cu pa çõ es / Pr ob le m as / Re si st ên ci a In te re ss es Es tra té gi as d e in flu ên ci a / Re sp on sa bi lid ad e Pr eo cu pa çõ es / Pr ob le m as / Re si st ên ci a In te re ss es Es tra té gi as d e in flu ên ci a / Re sp on sa bi lid ad e 8 Pa rte In te re ss ad a Im pa ct o da m ud an ça (H TM L) Pe ns am en to At ua l ( R/ N/ S/ C) Su po rte Ne ce ss ár io (N /A /S /C ) Pr eo cu pa Pa rte In te re ss ad a Im pa ct o da m ud an ça (H TM L) Pe ns am en to At ua l ( R/ N/ S/ C) Su po rte Ne ce ss ár io (N /A /S /C ) Pr eo cu pa É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 9 Para se gerenciar um projeto de Seis Sigma, é necessário ter um cronograma das etapas a serem controladas. O cronograma deve ter as datas de início e término das atividades das etapas do projeto. Essas datas devem ser realistas, garantindo a viabilidade de cumprimento do cronograma planejado. Um cronograma pode abordar os seguintes itens: • Diagrama do projeto – fases e etapas a serem seguidas; • Estimativas de duração das atividades; • Necessidades de recursos; • Descrição de quais recursos estarão disponíveis, em que tempo e em quais padrões; • Calendários do projeto e dos recursos nos quais o trabalho será considerado; • Restrições que limitarão as equipes de flexibilizar no projeto, geralmente podem ser datas impostas para iniciar determinada atividade, assim como possíveis eventos-chave ou marcos principais que devem ocorrer ao longo do projeto; • Adiantamentos e atrasos podem ocorrer ao longo de um projeto. O cronograma de projeto pode ser apresentado de forma sumarizada ou em detalhes. Mesmo podendo ser apresentado de forma tabular, geralmente ele é apresentado de forma gráfica, pois facilita a interpretação e visualização do todo. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 10 No projeto de Seis Sigma os cronogramas devem abordar as etapas do projeto, definição do problema, as equipes e datas de início e término das atividades. É importante que se estabeleçam datas de tollgates, onde serão apresentados a situação do projeto naquela etapa determinada, quais as evoluções e os objetivos alcançados e não-alcançados e os ganhos conquistados. Geralmente, em projetos de Seis Sigma, temos pelo menos uma apresentação em cada etapa, também chamada de tollgate, com objetivos específicos: Definir – Apresentação para Black Belts e Champion com a definição preliminar do problema; Medir – Apresentação para o comitê com a definição final do problema; Analisar – Apresentação para Black Belts e Champion com as análises das informações do projeto; Melhorar – Apresentação para o comitê com as melhorias identificadas e implementadas do projeto; Controlar – Apresentação final do projeto com os resultados das melhorias implementadas e análise da eficácia do projeto. É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 11 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP. Lean Seis Sigma 12 É proibida a reprodução deste material. Conteúdo desenvolvido pelo SETEC CONSULTING GROUP.