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A1 –REVISÃO CQMM Ademir Fonseca de Mereles • Estrutura Cristalina • Imperfeições no Sólido • Propriedades Mecânicas • Difusão Estrutura Cristalina Célula Unitária: Pequeno grupos de átomos, ou seja o que não estiver agrupado uniformemente não é uma célula unitária, exemplo: Estrutura Cristalina Fator de Empacotamento: Relação entre a soma dos volumes das esferas de todos os átomos no interior de uma célula unitária (considerando o modelo atômico das esferas rígidas) e o volume da célula unitária. Número de Coordenação: Número de vizinhos mais próximos de um átomo. Varia para cada estrutura (CS, CCC, CFC, EC). CÚBICO DE CORPO CENTRADO CÚBICO SIMPLES CÚBICO DE FACE CENTRADO EXAGONAL COMPACTO Estrutura Cristalina SISTEMA CÚBICO SIMPLES: No sistema cúbico simples os átomos se tocam na face. RELAÇÃO ENTRE O RAIO ATÔMICO (R) E O PARÂMETRO DE REDE (a): FATOR DE EMPACOTAMENTO: 𝐹𝐴𝐸 𝐶𝑆 = 0,5235 Estrutura Cristalina SISTEMA CÚBICO DE CORPO CENTRADO: Contato entre os átomos ocorre através da diagonal do cubo. RELAÇÃO ENTRE O RAIO ATÔMICO (R) E O PARÂMETRO DE REDE (a): FATOR DE EMPACOTAMENTO: 𝐹𝐴𝐸 𝐶𝐶𝐶 = 0,68 Estrutura Cristalina SISTEMA CÚBICO DE FACE CENTRADA: Contato entre os átomos ocorre através da face do cubo da célula RELAÇÃO ENTRE O RAIO ATÔMICO (R) E O PARÂMETRO DE REDE (a): FATOR DE EMPACOTAMENTO: 𝐹𝐴𝐸 𝐶𝐹𝐶 = 0,74 𝑉𝑜𝑙𝑢𝑚𝑒 = 16𝑅³√2 Estrutura Cristalina SISTEMA EXÁGONAL COMPACTO Átomos estão contidos na célula unitária: • 1/6 de cada um dos 12 átomos localizados nos vértices das faces superior e inferior; • 1/2 de cada um dos dois átomos no centro das faces superior e inferior; • Os três átomos interiores do plano intermediário. Estrutura Cristalina DENSIDADE TEÓRICA (MASSA ESPECIFICA TEÓRICA) Calculada a partir das características da célula unitária da estrutura cristalina n = número de átomos da célula unitária A = peso atômico Vc = Volume da célula unitária NA = Número de Avogadro (6,02 x 10²³ átomos/mol) Exemplo 1: O cobre possui um raio atômico de 0,128 nm, uma estrutura cristalina CFC e um peso atômico de 63,5 g/mol. n = 4 ACu = 63,5 g/mol (dado) Vc = 16R³√2 R = 0,128 nm (dado) NA = Número de Avogadro (6,023 x 10²³ átomos/mol) NÃO ESQUECER DE CONVERTER NANÔMETRO ou PICOMETRO PARA CENTIMETROS Estrutura Cristalina DENSIDADE TEÓRICA (MASSA ESPECIFICA TEÓRICA) Exemplo 2: O Níquel possui um raio atômico de 149pm = 0,149nm, um peso atômico de 58,6934 g/mol. Qual sua estrutura. Quanto é a densidade. Qual seria a massa para um bloco de 1m³. n = 4 ACu = 58,6934 g/mol (dado) Vc = 16R³√2 R = 0,149 nm (dado) NA = Número de Avogadro (6,02 x 10²³ átomos/mol) NÃO ESQUECER DE CONVERTER NANÔMETRO PARA CENTIMETROS E M³ PARA CM³ Estrutura: CFC 𝜌 = 𝑛 × 𝐴 𝑉𝑐 × 𝑁a𝜌 = 4 × 58,6934 (16√2×(1,49×10−8)³× 6,023 × 1023) 𝜌 = 5,208 g/cm³ Estrutura: CFC 𝜌 = 5,208 g/cm³ m = 𝜌 × 𝑣 m = 5,208 [g/cm³] × 1 × 106 [cm3] 1𝑚3 = 1 × 106 cm3 m = 5.208kg m = 5.208kg Estrutura Cristalina DENSIDADE TEÓRICA (MASSA ESPECIFICA TEÓRICA) Exemplo 2: O Níquel possui um raio atômico de 149pm = 0,149nm, um peso atômico de 58,6934 g/mol. Qual sua estrutura. Quanto é a densidade. Qual seria a massa para um bloco de 1m³. n = 4 ACu = 58,6934 g/mol (dado) Vc = 16R³√2 R = 0,149 nm (dado) NA = Número de Avogadro (6,02 x 10²³ átomos/mol) NÃO ESQUECER DE CONVERTER NANÔMETRO PARA CENTIMETROS E M³ PARA CM³ Estrutura: CFC 𝜌 = 𝑛 × 𝐴 𝑉𝑐 × 𝑁a𝜌 = 4 × 58,6934 (16√2×(1,49×10−8)³× 6,023 × 1023) 𝜌 = 5,208 g/cm³ Estrutura: CFC 𝜌 = 5,208 g/cm³ m = 𝜌 × 𝑣 m = 5,208 [g/cm³] × 1 × 106 [cm3] 1𝑚3 = 1 × 106 cm3 m = 5.208kg m = 5.208kg Estrutura Cristalina DENSIDADE TEÓRICA (MASSA ESPECIFICA TEÓRICA) RESOLVA: O Sódio(Na) possui um raio atômico de 190pm = 0,190nm, um peso atômico de 22,98976928 g/mol. Qual sua estrutura. Quanto é a densidade. Qual seria a massa para um bloco de 1m³. IMPERFEIÇÕES NO SÓLIDO IMPERFEIÇÕES NO SÓLIDO DEFEITOS PONTUAIS DEFEITOS LINEARES DEFEITOS INTERFACIAIS IMPERFEIÇÕES NO SÓLIDO DEFEITOS PONTUAIS Lacunas: Sítio vago na rede cristalina • Pode ser formado através do resfriamento rápido de um cristal a partir das altas temperaturas • A concentração de lacunas varia com a temperatura IMPERFEIÇÕES NO SÓLIDO DEFEITOS PONTUAIS Auto-intersticial: Átomo ocupa um interstício da rede cristalina. • Os auto-intersticiais, nos metais, causam um grande distorção em sua vizinhança na rede cristalina. Átomo intersticial é substancialmente maior que o interstício. • Os auto-interticiais são menos frequentes que as lacunas; IMPERFEIÇÕES NO SÓLIDO DEFEITOS PONTUAIS Impurezas – Soluções Sólidas: Soluções sólidas são formadas quando átomos diferentes do constituinte da matriz são adicionados, sem modificação da estrutura cristalina. Não há formação de nova estrutura. Nomenclatura para o caso de ligas: Impurezas são adicionadas intencionalmente com a finalidade de: • Aumentar a resistência mecânica; • Aumentar a resistência à corrosão; • Aumentar a condutividade elétrica; Exemplo: Ligas metálicas IMPERFEIÇÕES NO SÓLIDO DEFEITOS PONTUAIS Soluções Sólidas em Metais (2 tipos): Substitucionais: Átomos de soluto têm tamanho aproximadamente igual ao tamanho do solvente e substituem o átomo hospedeiro da matriz. Ex: Si, Mn, Cr, Mo e Ni no Ferro. Intersticiais: Átomos de soluto são muito menores que o solvente, portanto ocupam posições intersticiais Condições para formação da solução sólida substitucional ➢ Raios atômicos dos elementos não devem diferir em mais de 15%; ➢ Estrutura cristalina dos elementos deve ser a mesma; ➢ Eletronegatividade → próximas; ➢ Valências → Sendo iguais todos os demais fatores, um metal terá uma maior tendência de dissolver um outro metal de igual ou maior valência do que um de menor valência IMPERFEIÇÕES NO SÓLIDO DEFEITOS PONTUAIS Soluções Sólidas em Cerâmicas: Intersticial: o raio iônico da impureza ou aditivo deve ser relativamente pequeno em comparação ao ânion Substitucional: a substituição ocorre em um íon de mesma carga Soluções Sólidas Substitucionais em Cerâmicas A adição de qualquer impureza não deve afetar a eletroneutralidade do material IMPERFEIÇÕES NO SÓLIDO DEFEITOS LINEARES - Discordâncias Discordância: é um defeito em uma dimensão ao redor da qual alguns átomos encontram-se desalinhados. Discordância aresta ou tipo cunha: um plano extra de átomos, ou semiplano, é inserido na estrutura cristalina gerando desalinhamento atômico. IMPERFEIÇÕES NO SÓLIDO DEFEITOS LINEARES - Discordâncias Discordância tipo hélice: consequência de uma tensão cisalhante provocada no material. Ocorre deslizamento de planos cristalinos com formação de uma “degrau” na superfície do cristal. Discordância em hélice Tipo mista: exibe componentes do tipo cunha e em hélice IMPERFEIÇÕES NO SÓLIDO DEFEITOS INTERFACIAIS (BIDIMENSIONAIS) Contorno de grãos: Contornos que separam grãos ou cristais de diferentes orientações cristalográficas IMPERFEIÇÕES NO SÓLIDO DEFEITOS INTERFACIAIS (BIDIMENSIONAIS) Contorno de macla: Tipo especial de contorno de grão que separa duas regiões com simetria tipo “espelho” São resultantes de: - Deslocamentos atômicos que são produzidos por forças mecânicas de cisalhamento (maclas de deformação); - Durante tratamentos térmicos (maclas de recozimento). DEFEITOS TRIDIMENSIONAIS (VOLUMÉTRICOS) Trincas e Poros IMPERFEIÇÕES NO SÓLIDO Exercícios 1.Cálculo do número de lacunas a uma temperatura especifica Nl = Número de Lacunas/cm³ T = 1000°C Ql = 0,9eV/átomo Acu = 63,5g/mol 𝜌 = 8,4g/cm³ K = 8,62x10-5 eV/át*K NA = Número de Avogadro (6,023 x 10²³ átomos/mol) N= 𝑁𝑎 × 𝜌 𝐴𝑐𝑢 = 6,023x10²³[ ൗá𝑡𝑜𝑚𝑜𝑠 𝑚𝑜𝑙 ] × 8,4 [ ൗ 𝑔 𝑐𝑚³] 63,5[ ൗ 𝑔 𝑚𝑜𝑙] N= 7,967 × 1022 [ ൗá𝑡𝑜𝑚𝑜𝑠 𝑐𝑚3 ] Deverá deixar em metros, 1cm³ = 10−6m³, portanto 1m³ = 1x106𝑐𝑚³ N= 7,967 × 1028 [ ൗá𝑡𝑜𝑚𝑜𝑠 𝑚3 ] +6 Nl= N exp − 𝑄𝑙 𝑘 ×𝑇 = Nl= N × 10 − 𝑄𝑙 𝑘 ×𝑇 Nl=7,967 × 1028 [ ൗá𝑡𝑜𝑚𝑜𝑠 𝑚3 ]exp − 0,9[ ൗ𝑒𝑉 á𝑡] 8,62 × 10−5[ ൗ𝑒𝑉 á𝑡] × 1273𝐾 Nl= 5,007 × 1020[ ൗ𝑙𝑎𝑐𝑢𝑛𝑎𝑠 𝑚3 ] 1000°C + 273K Nl 𝑁 = 5,007 × 1020 7,967 × 1028 = 6,285 × 10−9 1 Lacuna a cada 6.285.000.000 IMPERFEIÇÕES NO SÓLIDO Exercícios 2. Para o material Vanádio, determine: a) O número de átomos contidos em um volume de 1m³ caso o material não possua imperfeições b) A energia de ativação necessária em ൗ𝐽𝑜𝑢𝑙𝑒𝑠 Á𝑡𝑜𝑚𝑜 para formação de uma lacuna nesse bloco para a temperatura de 500°C Nl = Número de Lacunas/cm³ T = 500°C +273 Ql = ? Acu = 50,9415g/mol 𝜌 = 6.110kg/m³ K = 1,38× 10−23 𝐽/á𝑡𝑜𝑚𝑜 x K NA = Número de Avogadro (6,023 x 10²³ átomos/mol) N= 𝑁𝑎 × 𝜌 𝐴𝑐𝑢 = 6,023x 10²³[ ൗá𝑡𝑜𝑚𝑜𝑠 𝑚𝑜𝑙 ] × (6.110 × 1000) [ ൗ 𝑔 𝑐𝑚³] 50,9415[ ൗ 𝑔 𝑚𝑜𝑙] N= 7,224 × 1022 [ ൗá𝑡𝑜𝑚𝑜𝑠 𝑐𝑚3 ] N= 7,224 × 1028 [ ൗá𝑡𝑜𝑚𝑜𝑠 𝑚3 ] Nl= N exp − 𝑄𝑙 𝑘 ×𝑇 = Nl= N × 10 − 𝑄𝑙 𝑘 ×𝑇 → log Nl N = − 𝑄𝑙 𝑘 × 𝑇 500°C + 273K Multiplicado para fazer Kg para g log( 1 7,224 × 1028 ) = − 𝑄𝑙 1,38 × 10−23 ൗ 𝐽 Á𝑡𝑜𝑚𝑜 × 𝐾 × 773 𝐾 𝑄𝑙 =−28,859 × (1,38 × 10−23 ൗ 𝐽 Á𝑡𝑜𝑚𝑜 × 𝐾 × 773𝐾) 𝑄𝑙 =−3,079 × 10−19 ൗ 𝐽 Á𝑡𝑜𝑚𝑜 IMPERFEIÇÕES NO SÓLIDO Exercícios 2. Para o material Vanádio, determine: c) Dentre a tabela abaixo qual seria mais adequado para formação inclusão substitucional RVanádio = 0,171nm ቊ 0,171𝑥1,15 = 0,197𝑛𝑚 0,171𝑥0,85 = 0,14535𝑛𝑚 ≈ 0,142𝑛𝑚 0,166 Cromo tem a maior tendencia a fazer inclusão substitucional PROPRIEDADES MECANICAS Exercícios 2. Para o material Vanádio, determine: c) Dentre a tabela abaixo qual seria mais adequado para formação inclusão substitucional RVanádio = 0,171nm ቊ 0,171𝑥1,15 = 0,197𝑛𝑚 0,171𝑥0,85 = 0,14535𝑛𝑚 ≈ 0,142𝑛𝑚 0,166 Cromo tem a maior tendencia a fazer inclusão substitucional GRÁFICO 0 100 200 300 400 500 600 0 0,02 0,04 0,06 0,08 0,1 0,12 0,14 0,16 0,18 Te n sã o ( M P a) Deformação Tensão x Deformação 0 100 200 300 400 500 0 0,005 0,01 0,015 0,02 0,025 0,03 Gráfico Ampliado GRÁFICO Força (N) x Extensão (mm) Converter para Tensão (Mpa) x Deformação 𝜀 = Δ𝑜 𝑙𝑜 = 1𝑚𝑚 300𝑚𝑚 = 0,0033 𝒯 = 𝐹 𝑎 = 2000 [𝑛] 25[𝑚𝑚2] = 80 [MPa] 0 50 100 150 200 250 300 350 400 450 500 0 0,005 0,01 0,015 0,02 0,025 0,03 Gráfico Ampliado TENSÃO DE ESCOAMENTO 300[𝑀𝑃𝑎] 0,002 Fazer uma linha paralela a reta no ponto 0,002 e onde encostar no gráfico é a sua tensão de escoamento LIMITE DE TRAÇÃO ou TENSÃO MÁXIMA 0 100 200 300 400 500 600 0 0,02 0,04 0,06 0,08 0,1 0,12 0,14 0,16 0,18 Te n sã o ( M P a) Deformação 530[𝑀𝑃𝑎] É o ponto mais alto do seu gráfico, onde teve a maior tensão 𝐸 = 𝜎2−𝜎1 𝜖2−𝜖1 0 50 100 150 200 250 300 350 400 450 500 0 0,005 0,01 0,015 0,02 0,025 0,03 Módulo de Elasticidade 𝐸 = 355−0 0,005−0 𝐸 = 71GPa MÓDULO DE ELASTICIDADE Pegar o ponto onde começa a “curva” do gráfico e dividir pela deformação ∆𝐿𝑓 = ( 𝑙𝑓−𝑙𝑜 𝑙𝑜 )x100 DUCTILIDADE Função Linear e Função da área ∆𝐿𝑓 = ( 40,9−36,45 36,45 )x100 = 12,20% ALUMINIO 2024 Comprimento Inicial 36,45 mm Diametro Inicial 5,4 mm Comprimento Final 40,9 mm Diametro Final 4,9 mm Área Inicial 22,902 mm² Área Final 18,857 mm² Função Linear ∆𝐴𝑓 = ( 𝐴𝑜−𝐴𝑓 𝐴𝑜 )x100 Função da Área ∆𝐿𝑓 = ( 22,902−18,857 22,902 )x100 = 17,66% Sempre Calcular os 2 RESILIÊNCIA Fazer uma figura geométrica no ponto do módulo de elasticidade e calcular a área 𝑅𝑒𝑠𝑖𝑙𝑖𝑒𝑛𝑐𝑖𝑎 = 0,005𝑥355 2 = 0,89 TENACIDADE Fazer uma figura geométrica em todo o gráfico para encontrar a área 𝑅𝑒𝑠𝑖𝑙𝑖𝑒𝑛𝑐𝑖𝑎 = 0,19 × 400 + ( 0,16𝑥130 2 ) = 74,40 TENSÃO DE RUPTURA REAL 𝜎𝑒 = 𝑇𝑒𝑛𝑠ã𝑜 𝑅𝑢𝑝𝑡𝑢𝑟𝑎 𝐸𝑛𝑔𝑒𝑛ℎ𝑎𝑟𝑖𝑎 𝐴_O = Área da seção transversal original da amostra 𝜎𝑒 = 𝐹 𝐴_𝑂 𝐹 = 𝐹𝑜𝑟ç𝑎 𝐴𝑝𝑙𝑖𝑐𝑎𝑑𝑎 492,80 ∗ 10^6 = 𝐹 22,902 = 1,128*10^10 Área Inicial 22,902 mm² 𝜎𝑟 = Tensão de ruptura real 𝜎𝑟 = 𝐹𝑟 𝐴_𝑓 Área Final 18,857 mm² 𝜎𝑟 = 1,128∗10^10 18,857 = 598,51MPa 𝐴_𝑓 = Área da seção transversal final da amostra 𝐹𝑟 = 𝐹𝑜𝑟ç𝑎 𝐴𝑝𝑙𝑖𝑐𝑎𝑑𝑎 Qual destes materiais seria mais adequado para a aplicação em Rodas De Trem. Justifique sua resposta 0,8% de carbono seria ideal, pois possui uma dureza maior, porém os trilhos deverão ser levemente superiores as rodas do trem