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Resumo | @medveterinars Inseminação Artificial Em Cadelas Ciclo estral • PRO-ESTRO – E2 – SANGRAMENTO– 9 DIAS. • ESTRO- LH-OVULAÇÃO OVULAÇÃO- 9 DIAS. • DIESTRO –P4-GESTAÇÃO -70 DIAS. • ANESTRO- ONDAS FSH –LH - 120-160 DIAS. QUANDO UTILIZAR? FATORES INERENTES AO MACHO • AGRESSIVIDADE. • INEXPERIÊNCIA. • TIMIDEZ. • DIFICULDADE DE CÓPULA. • NÃO ACEITA A FÊMEA. FATORES INERENTES À FÊMEA • AGRESSIVIDADE. • INEXPERIÊNCIA. • TIMIDEZ. • DIFICULDADE DE CÓPULA. • NÃO ACEITA O MACHO. FATORES INERENTES AOS DOIS PESO. TAMANHO. Como usar¿ CICLO ESTRAL • ACOMPANHAMENTO – CITOLOGIA VAGINAL. -PRO – ESTRO –CEL. BASAIS E – PARABASAIS – SUPERFICIAIS NUCLEADAS. - ESTRO – CEL. SUPERFICIAIS ANUCLEADAS QUERATINIZADAS. • DOSAGEM HORMONAL - PROGESTERONA – 4 – 8ng/ML SÊMEN FRESCO Resumo | @medveterinars • COLHEITA: - MATERIAL. SÊMEN FRESCO -TÉCNICA DE COLHEITA. • ANDROLÓGICO. - MOTILIDADE -≥ 70%. -TURBILHONAMENTO - ≥ 3. - MORFOLOGIA ≤ 30. - Concentração - ≥ 200 MILHÕES/ML. - VOLUME – VARIÁVEL. TÉCNICA • MANIPULAÇÃO SÊMEN RESFRIADO. SEMEN CONGELADO. MOMENTO IDEAL • ESTRO – 4 -5 dias pós pico LH. • CITOLOGIA • DOSAGEM HORMONAL. TÉCNICAS • LAPAROTOMIA. • LAPAROSCOPIA. • INTRAVAGINAL. - MATERIAL. - INTRODUÇÃO. ° Resumo | @medveterinars - POSIÇÃO. - DEPOSIÇÃO. - ESPERA. VANTAGENS - IA • ACASALAMENTODE REPRODUTORES INAPTOS PARA MONTA. • VÁRIOS ACASALAMENTOS COM O MESMO MACHO. • ANIMAIS AFOITOS OU SEM LIBIDO. • EVITA TRANSMISSÃO DE DOENÇAS. • EVITA ACASALAMENTO PARENTES. • DISTANCIA ENTRE ANIMAIS. • MATERIAL GENÉTICO. • PRESERVA MELHORES REPRODUTORES. SUCESSO • TÉCNICA. • MOMENTO IDEAL. • SÊMEN. RESULTADOS • SÊMEM FRESCO – 80%. • SÊMEM RESFRIADO – 60 – 70%. • SÊMEM CONGELADO SÊMEM CONGELADO – 40 – 50%. MITOS • NUMERO E SEXO DOS FILHOTES. • COLHEITA DO SÊMEN. • RECUSA DA FÊMEA. CUIDADOS • DISSEMINAÇÃO DE DOENÇAS HEREDITÁRIAS. Resumo | @medveterinars Controle Farmacológico do Ciclo Estral em Fêmeas Intervalo entre partos e período de serviço em bovinos Pecuária no Brasil: • Elevados índices de produção, associados à alta eficiência reprodutiva • Manejo da propriedade é fator imprescindível • Manejo nutricional • Baixa herdabilidade • Melhorar a eficiência reprodutiva • 1 bezerro/vaca/ano • Biotecnologias da reprodução • Inseminação artificial (IA) Inseminação Artificial (IA): • Ganho genético • Manejo da propriedade • Retorno econômico • Clima tropical - sêmen de touros bos taurus para cruzamento industrial • Limitações para se obter 1 bezerro/vaca/ano – 1. Falhas na detecção de cio – 2. Anestro pós-parto – 3. Puberdade tardia Falhas na Detecção de Cio • Pessoal treinado - 60% de eficiência • Rufiões - buçal marcador • PGF2 - palpação retal, • Taxa de Serviço (TS) Objetivos Gerais Induzir ou suprimir o estro e a ovulação de fêmeas por tratamento exógeno. Específicos • Sincronizar o ciclo estral de fêmeas. Resumo | @medveterinars • Melhorar o manejo da IA e TE. • Quebrar a estacionalidade. • Produzir carne ou leite na entressafra. • Antecipar os nascimentos. • Uniformizar a idade de recém- nascidos. Fatores que influenciam a sincronização Custo - programa utilizado Facilidade do sistema Rebanho - Nutrição/Sanidade/Idade/ Intervalo pós-parto/Amamentação /Ciclicidade I.A. - Qualidade do sêmen/Técnica /Detecção do cio Anestro Pós Parto • Retomada dos estoques de LH na hipófise • Presença do bezerro (amamentação) • Retomada do ―feedback‖ positivo do estrógeno • Condição corporal no pré parto - primíparas e multíparas • P4 e Progestágenos evitam ciclo curto e induzem ciclicidade Puberdade Tardia • Puberdade em Novilhas • P4 e Progestágenos induzem ciclicidade(―priming‖) Avaliação da sincronização Hormônios Utilizados para o Controle do Ciclo Estral e da Ovulação • Prostaglandina F2 • Progesterona / Progestágenos • Estrógenos • GnRH / LH / hCG • eCG / FSH • Melatonina Prostaglandina e Análogos Propriedade luteolítica (1972) PGF 2 / Cloprostenol / Fenprostalene / Alfaprostol Estágios iniciais do ciclo = refratária (D0 a D6) Dependendo do estágio do ciclo a manifestação do cio é mais rápida ou mais lenta (I.A. em tempo fixo = 80 horas) Resumo | @medveterinars 1º Esquema - 2 injeções c/ intervalo 12 dias 70% animais em cio 2º Esquema - palpa e só aplica nas fêmeas que apresentarem Cl (cuidado) 3º Esquema - Detecção por 4 dias e I.A. D5 aplica PGF nas que não deram cio Mais trabalhoso (detecção) Momento da ovulação após PGF2 • Não induz o estro em fêmeas em anestro. • Não sincroniza a ovulação. • Apresenta alta variação no intervalo entre a aplicação e o estro. • É necessária a observação do estro para IA ou TE. . Provoca ABORTAMENTO Sincronização do estro e da ovulação com prostaglandina Sincronização da ovulação(Ovsynch) Dinâmica folicular – OVSYNCH Tratamento com GnRH Resumo | @medveterinars Tratamento com Progesterona Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) Qual a real vantagem de se realizarem as IATF sem necessidade de detecção de cios? É a de que 100% das fêmeas podem ser inseminadas após os tratamentos de sincronização, enquanto que apenas cerca de 60% delas são inseminadas, num período de 3 semanas, num sistema tradicional. Isto significa dizer que a TS pode ser de 100% desde que a TC seja aceitável o que já é uma realidade. • Sincronização do estro Evitar perdas na detecção de estro Sincronizar o desenvolvimento folícular (BE e VE - luteólise) Simular uma fase luteínica - Progesterona ou Progestágenos CUSTOS ALTOS Progestágeno de via Oral - década de 60 - MGA Dispositivo intravaginal liberador de progesterona CIDR (Pharmacia), PRID (Ceva Animale) e DIB(Syntex) - P4 Implantes auriculares Crestar (Intervet) e SMB - Progestágenos • Variação das ovulações - da TP - 30 a 35% • Sincronização da ovulação • Aplicação de: – GnRH – hCG ou LH - gonadotrofina coriônica humana – BE – benzoato de estradiol – eCG – Gonadotrofina Coriônica Eqüina • Sincronização do estro Progestágeno de via Oral • MGA - 1962 ocorreu a síntese do acetato de melengestrol praticidade/dificuldades na dosificação • Protocolo de Sincronização – 0,5 mg/cab/dia por 9 dias – 5 mg 17 -E + 75 mg de progesterona no 1° dia de MGA – PG + Sincronização da ovulação no dia da retirada do MGA Resumo | @medveterinars • Sincronização do estro com Progesterona • Nova onda 4,3 dias após • Protocolo de Sincronização • CIDR-B (IM) e PRID (cápsula) CIDR (Controlled Internal Releasing Device) • Nylon coberto com silicone: 1,38 g de progesterona. Inseminação Artificial em Tempo Fixo (IATF) • Sincronização do estro com Progestágenos • Nova onda 6,5 dias após • Implante: liberação homogênea de norg. 200 g/dia Injeção: efeito luteolítico + indução de atresia em folículos ovarianos • Protocolo de Sincronização - Crestar e SMB CRESTAR- Resumo | @medveterinars • Considerações Finais • Palpação retal – Veterinário ) • Com CL – PG • Com folículos ou Anestro - Protocolos com P4 ou P’ • Reutilização na retirada - Biocid - autoclave - geladeira na reutilização – Terracortril - 1mg BE+ 5mg de P4 TRANSFERÊNCIA DE EMBRIÕES NA ESPÉCIE EQUINA e BOVINA VANTAGENS DA TÉCNICA • Melhor aproveitamento genético • Éguas subférteis • Éguas velhas • Obtenção de produtos de potras (2 anos) • Problemasfísicos • Manter a égua doadora em competições ou exposições Vantagens (Bovinos) Multiplicação de cargas genéticas superiores; Preservação de raças exóticas/extinção; Formar rebanhos a partir de N0 reduzido de animais; Melhor aproveitamento de fêmeas idosas; Controle de doenças; Exportação de embriões. LIMITAÇÕES DA TÉCNICA • Custo • Resposta superovulatória insatisfatória - • Associações de criadores de cavalos (PSI) Desvantagens Bovinos Alto custo; Transmissão de genes indesejáveis; Transmissão de doenças; Instalações e equipamentos apropriados; Resumo | @medveterinars Poucos técnicos especializados. FATORES QUE AFETAM A RECUPERAÇÃO EMBRIONÁRIA • Égua doadora • Manejo reprodutivo • Garanhão e qualidade do sêmen utilizado • Dia da colheita SELEÇÃO DA ÉGUA DOADORA • Genética • Fertilidade • Condição corporal • Idade • Impossibilidade de levar a gestação a termo • Obtenção de mais de um produto ao ano • Aspectos sanitários IDADE DA ÉGUA DOADORA EM RELAÇÃO A TAXA DE RECUPERAÇÃO EMBRIONÁRIA • Éguas jovens (2 a 4 anos)..............85,5% • Éguas adultas (4 a 18 anos).................64,4% • Éguas velhas ( 18 anos)......................24,1% MANEJO REPRODUTIVO • Controle folicular eficiente # Obrigatoriamente a cada 24h • Cobertura ou Inseminação Artificial no momento apropriado # Viabilidade do sêmen e do oócito • Manejo durante e após a colheita do embrião # Controla as condições uterinas de forma a fazer uma colheita limpa no próximo ciclo SELEÇÃO DA ÉGUA RECEPTORA • Fertilidade • Condição uterina • Presença de corpo lúteo • Condições corporais • Habilidade materna • Docilidade • Sanidade • Tamanho • Registro Resumo | @medveterinars Seleção de receptoras (Bovinos) Novilha virgem e mestiça preferência); Aspectos sanitários; Aspectos nutricionais; Exame clínico geral e reprodutivo perfeitos; Docilidade e boa conformação para o parto (Novilhas=75% / vacas=50% de gestação) POTROS GÊMEOS EM DIFERENTES RECEPTORAS MANGALARGA BRETÃ AVALIAÇÃO GINECOLÓGICA DA ÉGUA DOADORA E DA ÉGUA RECEPTORA DE EMBRIÕES • Antes de se iniciar o programa de Transferência de embriões # Ultra-sonografia # Citologia endometrial # Se necessário cultura e biópsia uterina • Momentos que antecedem a colheita do embrião # Ultra-sonografia SINCRONIZAÇÃO DE OVULAÇÕES • Colheita do embrião realizada no 70 ou no 80 dia pós-ovulação • Receptoras no D4 a D9 # Prostaglandina # Progesterona # GnRH ou hCG Sincronia entre doadora e receptora Antigamente + 1 = receptora entrou no cio 1 dia antes; 0 = mesmo dia; -1 = receptora entrou no cio 1 dia depois. Atualmente: TETF Protocolo TETF – Receptora 2 dias antes da Doadora Superovulação das Doadoras: Antigamente: importante saber cio base; Início do tratamento – d-9 / d-10 / d- 11; PMSG OU eCG; FSH – Pluset ou Folltropin – 80%FSH e 20%LH; Resumo | @medveterinars Atualmente: TETF (P36 ) Dose: Bos taurus = 500UI 8 aplicações (4 dias) Bos indicus = 250 a 350UI (+ sensível). PROCEDIMENTO DA COLHEITA NÃO CIRÚRGICA MATERIAL UTILIZADO Material para colheita Material para inovulação HIGIENIZAÇÃO DA REGIÃO PERIVAGINAL • Lavar com água e sabão neutro • Passar desinfetante (Kilol ) • Secar papel toalha ou papel higiênico ACOPLAR A SONDA AO FRASCO COM O MEIO DE LAVAGEM UTERINA • A sonda deve estar devidamente esterilizada (autoclave ou óxido de etileno) • A mão do técnico deve estar protegida com uma luva de palpação virada ao avesso de forma a minimizar a contaminação INTRODUZINDO A SONDA LOCALIZAÇÃO DE CERVIX LOCALIZAÇÃO DE CERVIX • A sonda vai protegida pelo polegar • O orifício da cérvix é localizado e a sonda é introduzida neste até alcançar o corpo do útero INFLANDO O BALONETE E POSICIONANDO-O À CERVIX • Inflar o balonete com 40 a 50 ml de ar Resumo | @medveterinars •Traciona-se a sonda para verificar o perfeito posicionamento e eficácia do balonete INFUSÃO DO RINGER COM LACTATO DE SÓDIO PARA O INTERIOR DO ÚTERO • Fazer três lavados uterinos com a infusão de 1000ml/lavado com pressão para o interior do útero • Ao término de cada lavado o fluxo da sonda é interrompido com o auxílio de uma pinça hemostática MASSAGEM UTERINA • É de suma importância a massagem uterina em todos os lavados, para propagar o líquido infundido a todo o útero e para evitar que o embrião possa ficar retido no interior do útero. DRENAGEM DO MEIO INFUNDIDO NO ÚTERO • Após a massagem uterina o fluxo do meio através da sonda é drenado para o filtro coletor (0,75 c) FILTRAGEM • O fluxo do meio de ser interrompido quando o nível do meio estiver atingindo a borda do filtro • O responsável pelo filtro deve deixar meio escoar através da mangueira inferior até deixar um pequeno resíduo no interior do filtro • O filtro deve ser mantido com uma pequena quantidade de meio de forma a não promover a uma desidratação do embrião LOCALIZAÇÃO, MANIPULAÇÃO E AVALIAÇÃO DO EMBRIÃO TRANSFERÊNCIA DO LÍQUIDO PARA A PLACA DE PETRI • Deixar uma pequena quantidade do meio no interior do filtro • Agite o filtro vigorosamente em círculo, procurando evitar que o embrião fique aderido ao fundo do filtro • Despeje todo o conteúdo para o interior da placa de Petri (100x20) LAVAGEM DO FILTRO COM O MEIO DE MANIPULAÇÃO EMBRIONÁRIA • Com o auxílio de uma seringa de 20 ml e de uma agulha 30x8, lava-se o interior do filtro com 15 a 20 ml da solução (HAM F-10) de manipulação embrionária. • O filtro deve manter-se inclinado com a sua parte superior para baixo INSPEÇÃO DA PLACA DE PETRI • Girar a placa procurando fazer com que as partículas mais densas desloquem-se para o centro • Aguarda-se alguns minutos para que as partículas decantem, para então iniciar a procura do embrião LOCALIZAÇÃO DO EMBRIÃO • Após localizar o embrião remova-o imediatamente da placa de Petri grande e transfira-o para uma outra Resumo | @medveterinars placa de Petri menor (35x10) contendo o meio de manipulação • Torne a avaliar a placa anterior CLASSIFICAÇÃO MORFOLÓGICA DO EMBRIÃO GRAU DE CLASSIFICAÇÃO EMBRIONÁRIA • Grau I – Excelente • Grau II - Bom • Grau III - Intermediário • Grau IV - Ruim • Grau V - Degenerado MANIPULAÇÃO DO EMBRIÃO • Faça pelo menos 10 gotas da solução Ham’s F10 em uma placa de Petri estéreo • Retira-se o embrião da placa de Petri menor com o auxílio de uma palheta de 0,25 ml esterilizada acoplada a uma seringa de insulina, e transfira-o para a placa contendo as gotas de lavagem • Passe o embrião pelas gotas de lavagem embrionária, trocando de palheta a cada 4 gotas durante o procedimento de lavagem embrionária HIGIENIZAÇÃO PERIVULVAR DA RECEPTORA • Enfaixe a cauda • Remova as fezes do reto da receptora • Lave a região perivulvar e perianal com á e sabão neutro • Faça uma higienização da região perivulavar e perianal com desinfetante (Kilol ) POSIÇÃO DO EMBRIÃO A SER INOVULADO • Coloca-se três colunas do meio Ham F10 intermediadas por uma gota de ar entre elas, sendo a primeira coluna de meio, maior que as outras duas com a finalidade de empurrar o embrião CAMISA SANITÁRIA • Tem a finalidade de proteger o inovulador, do meio ambiente INOVULAÇÃO DO EMBRIÃO CUIDADOS DURANTE A INOVULAÇÃO • Lubrificar a parte superior da luva com o gel KY • Proteger a ponta do inovulador com o polegar Resumo | @medveterinars • Levar o inovulador “protegido” até a abertura da cervix • Introduzir a ponta do inovulador para o interior da cervix• Romper a camisa sanitária • Tracione levemente a cérvix em direção a vulva • Introduzir o inovulador para o interior do útero • Proceda o ato da inovulação OBSERVAÇÕES: • Devemos nos lembrar que a colheita é o primeiro passo nesta técnica e que a localização do embrião é fundamental para que todo o trabalho valha a pena • A receptora é o ponto chave para o sucesso da transferência de embriões • Deve-se aplicar Prostaglandina F2 na doadora recuperando ou não o embrião Produção in vitro de Embriões Definição • É um procedimento que envolve a colheita de oócitos e de espermatozóides e a união de ambos, in vitro, com o objetivo de promover a fertilização para obtenção de embriões, posteriormente utilizados com diversos propósitos. Ovário >ior número de filhotes Importância da PIV • Aproveitamento de animais com alto potencial genético que vierem a apresentar infertilidade adquirida • Obter embriões de animais que não permitem a fecundação in vivo • Obter embriões de animais que morreram • Obter embriões de animais pré- púberes (bezerras/novilhas) • Conhecimento da fisiologia reprodutiva de mamíferos • Produção de animais F1 para abate em grande escala utilizando oócitos de matadouro • Transferência nuclear – clonagem • Produção de animais transgênicos • Encurtar intervalos entre gerações Histórico • 1880: 1° relato de cultura in vitro de embriões mamíferos (SCHENK). • 1949: 1° sucesso na cultura de embriões de camundongos (HAMMOND JR). • 1968: aparecimento de efetivas técnicas de cultivo de tecidos (BRINTERS). • 1968: sucesso no desenvolvimento de embriões iniciais até o estágio de blastocisto Etapas da PIV de embriões Colheita dos oócitos Maturação in vitro (MIV): oócitos recuperados são imaturos pois vêm de folículos imaturos ainda em crescimento no ovário Fecundação in vitro (FIV) Cultivo in vitro (CIV) dos embriões Colheita dos oócitos • Aspiração folicular de ovários de animais de abatedouro (pesquisa) • Aspiração folicular guiada por Ultra-som Resumo | @medveterinars • Aspiração folicular por Laparoscopia • Lavagem de oviduto Aspiração de oócitos de ovários de animais de abatedouros Aspiração de oócitos de ovários de animais de abatedouros Aspiração de oócitos de ovários de animais de abatedouros Aspiração Folicular por Ultra- sonografia Localização dos oócitos Seleção dos oócitos • Coloração do oócito • Aparência e quantidade do Cumulus oophorus (compacto e completo) • Citoplasma de aspecto homogêneo (ideal) Qualidade dos Oócitos Grau 1 • Cumulus compacto presente, contendo mais de três camadas de células. • Ooplasma com granulações finas e homogêneas, preenchendo o interior da zona pelúcida e de coloração marrom. Grau 2 • Cumulus compacto parcialmente presente em volta do oócito ou rodeando completamente o ovócito, com menos de três camadas celulares. • Ooplasma com granulações distribuídas heterogeneamente, podendo estar mais concentradas no centro e mais claras na periferia ou condensadas em um só local aparentando uma mancha escura. O ooplasma preenche o espaço do interior da zona pelúcida. Grau 3 • Cumulus presente, mas expandido. • Ooplasma contraído, com espaço entre a membrana celular e a zona pelúcida, preenchendo irregularmente o espaço perivitelino , degenerado, vacuolizado ou fragmentado Grau 4 • Oócito desnudo sem cumulus. Maturação in vitro dos Oócitos Oócitos placas de cultivo (meio de maturação) Retomada da meiose até metáfase II. (2a divisão meiótica só ocorre após entrada do sptz) • Incubação em estufa de CO2 a 39 °C, com 5% de CO2 (atmosfera gasosa) e máxima umidade. • Tempo da maturação: 24 h bovino 48 h suíno 27 h caprino 30-36 h eqüino • Visualizar expulsão do 1o corpúsculo polar • Maturação nuclear e citoplasmática • Ao término: lavagem dos oócitos antes da fecundação Preparo do Sêmen Resumo | @medveterinars • “Swim-up”: 60’ em meio TALP e aspira-se porção superior; • Gradiente de Percoll: gradientes de 45 e 90% de Percoll, centrifugação por 20’ e retira-se sptz do fundo (melhores) • “Washing”: 2 centrifugações de 20’ 1 lavagem despreza sobrenadante e nova centrifugação Fertilização in vitro (FIV) • Preparo do sêmen com meio de fecundação e capacitação do sêmen. Ex.: meio TALP sperm • Depósito dos oócitos em placas de fecundação c/ meio de fecundação • Incubação dos oócitos em estufa de CO2 a 39 °C, com 5% de CO2 em ar (atmosfera gasosa) e máxima umidade, por 18-20 horas - oócitos são fertilizados => embriões!! Cultivo in vitro (CIV) • Lavagem dos zigotos • Cultivo em células do oviduto (coelho, ovelha, vaca ou camundongo) • Meio M-199 ou Meio SOF • Cultivo por 7-9 dias para atingirem estágio de blastocisto • Cultivo em estufa de CO2 a 39 °C, com 5% de CO2 (atmosfera gasosa) e máxima umidade, com troca periódica do meio de • Avaliação da clivagem e do desenvolvimento Transferência de Oócito Utilização dos Embriões PIV • Transferência direta: necessário receptora sincronizada. • Criopreservação dos embriões: diminui taxa de prenhez. Limitações da PIV • Baixos índices de blastocisto • Dificuldades de criopreservação • Menor viabilidade de oócitos de bezerras • Custo alto do embrião Otimização do Ganho Genético com uso da PIV Exemplo: • 5 oócitos/sessão • 2 sessões/semana: 10 oócitos/semana • Taxa de 30% blastocisto: 3 embriões semana Resumo | @medveterinars • Taxa de 40% prenhez: 1,2 prenhez/ semana IA = 1 bezerro/ano TE = 1 bezerro/mês PIV = 1 bezerro/semana