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Relatório Aula Prática - Imunologia (HIV e Tipagem) (Hepatite C)

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FACULDADE ESTÁCIO DO AMAZONAS
CURSO DE BIOMEDICINA
DISCIPLINA DE IMUNOLOGIA
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA
Docente: Prof. MSc. Alexander Leonardo Silva Junior
Aluna: ÁQUILA SUIANE S. DE M. AQUINO
MANAUS-AM
2023
Sumário
Sumário de figuras	2
1	Tipagem sanguínea	3
1.1	Metodologia	4
1.2	Correlação clínica	5
1.3 Resultados obtidos	5
2	Compatibilidade	7
2.1	Metodologia	7
2.2	Correlação clínica	7
2.3	Resultados obtidos	7
3	Teste de HIV	8
3.1 Introdução	8
3.2	Metodologia	9
3.3	Correção clínica	11
3.4	Resultado obtido	11
Referencial bibliográfico	12
Sumário de figuras
Figura 1: Tipagem sanguínea Rongel	5
Figura 2: Teste rápido de HIV	7
1 Tipagem sanguínea
	1.1	Introdução
2
A tipagem sanguínea consiste na determinação dos grupos sanguíneos que se caracterizam pela presença ou ausência de determinados antígenos na membrana. Os tipos A, B e AB consistem, respectivamente, da presença exclusiva das aglutininas A, B, em ambos, respectivamente; enquanto o tipo sanguíneo O é resultante da ausência de ambos os antígenos A e B. Já para o sistema Rh, o tipo Rh+ é identificado pela evidenciação do fator Rh nas células sanguíneas, enquanto o tipo Rh-, pela ausência (DANIELS & BROMILOW, 2010)
Essa identificação é determinante para a classificação correta de tipo sanguíneo. Esta análise é normalmente realizada em um laboratório por meio de técnicos treinados, a partir de testes de aglutinação de glóbulos vermelhos contra anticorpos anti-A, anti-B e anti-Rh.
Queremos analisar se ocorrerá aglutinação nas misturas dos reagentes com a amostra.
1.1 Metodologia 
Materiais Utilizados
Luvas descartáveis;
· Jaleco para proteção individual;
· Touca;
· Máscara;
· Tubo de EDTA;
· Seringa;
· Algodão;
· Álcool;
· Garrote;
· 3 Tubos de vidro dois para grupo sanguíneo A, B e um para fator rh D;
· 1 Tubo para água;
· Racks;
· Caneta (para marcação nos tubos);
· Pipeta;
· Reagente anti-A;
· Reagente anti-B;
· Reagente anti-D;
· Recipiente para descarte de material biológico;
Procedimento
1. Separa o material para coleta que são: tubo EDTA, garrote, seringa, algodão, álcool;
2. Após encontra a veia do paciente apalpando com o dedo indicador calmamente, em seguida, irar garrotear o braço a 10cm do local que irar fazer a coleta, verificar novamente a veia, esterilize o local com algodão e álcool em movimentos circulares de dentro para fora e em seguida fazer a coleta de sangue na seringa;
3. Transferir em seguida a amostra para o tubo de EDTA;
4. Separe os 3 tubos de vidro para cada tipo de sangue que será testado, e coloque no rack;
5. Separe também os reagentes anti-A, anti-B e anti-D;
6. Identifique corretamente cada tubo de vidro para cada tipo de reagente que irar ser posto neles por exemplo (A, B e D);
7. Adicione uma gota (50ml) de cada reagente nos tubos de vidro cada um nos locais identificados corretamente;
8. Adicione 1 gota (50ml) da amostra com a pipeta e adicione em cada tubo, evitando de encosta a ponteira nos reagentes para evitar o risco de contaminação;
9. Faça uma leve homogeneização na amostra;
10. Programe a centrífuga 2 min a 5 min por 1500 RPM;
11. Leve os tubos para a centrífuga respeitando o balanceamento em cruz para isso utilize o quarto tubo com água;
12. Após a espera, mexa levemente os tubos e verifique quais tubos reagiram com os reagentes;
Correlação clínica
- Se ocorrer aglutinação no tubo identificado A, o sangue consecutivamente é A;
- Se ocorrer aglutinação no tubo identificado B, o sangue consecutivamente é B;
- Se ocorrer aglutinação no tubo A e tubo B, o sangue consecutivamente é AB;
- Se não ocorrer nenhuma aglutinação, o sangue é tipo O;
- Em relação ao RHD, se a amostra com o reagente aglutinar, o sangue é positivo
- E se o RHD não aglutinar, o sangue será negativo;
1.3 Resultados obtidos
Tipagem sanguínea do dia 03/04/2023
Amostra de sangue: Voluntário Rongel;
		Tubo A – Não aglutinou;
		Tubo B – Não aglutinou;
		Tubo D – Aglutinou;
Na imagem abaixo observamos que não houve aglutinação no tubo A e nem no B mas ocorreu aglutinação no tubo D. Logo a amostra é O positivo.
Figura 1: Tipagem sanguínea Rongel
Fonte: Autor próprio (2023)
Tipagem sanguínea do dia 22/05/2023
Amostra de sangue: Desconhecido;
	Tubo A – Aglutinou;
	Tubo B - Não aglutinou;
	Tubo D – Aglutinou;
	A imagem abaixo observamos a aglutinação no tubo A e D e sem reação no tubo B, determinasse que a amostra é A positivo.
Fonte: Autor Próprio (2023)
Figura 2: Tipagem sanguínea 
2 Compatibilidade
2.1 Metodologia
A compatibilidade tem a finalidade de diagnosticar a possibilidade do indivíduo com o tipo sanguíneo x receber o grupo sanguíneo y, saber se o sangue do doador não irá reagir com o sangue o recebedor, para isso fazemos um teste com uma pequena quantidade de ambos os sangues para a detecção de antígeno e anticorpos. 
Materiais usados
	1 Tubos de vidro vazio
	1 Tubo com água
	1 Tubo de amostra de sangue do doador
	1 Tubo de amostra de sangue do paciente
	Centrífuga
	Pipeta 200 e 100 microlitros
	Pincel permanente
	Grade
	Ponteira
Procedimento
1. Separar as amostras do doador e recebedor e identificar os tubos;
2. Leve as amostras para centrífuga por 5 minutos para fazer a separação do plasma e as hemácias;
3. Separar o tubo vazio para realização do teste;
4. Colete com a pipeta 200 microlitros de plasma sanguíneo do recebedor e adicione no tubo vazio;
5. Com a pipeta coletar 100 microlitros do concentrado de hemácias do doador e adicione no vidro que está com plasma;
6. Leve a mistura junto com um tubo de vidro com água, para fazer o balanceamento na centrífuga, por 5 minutos;
7. Após o término analise a amostra;
2.2 Correlação clínica
		- Se glutinar: Incompatível para doação
		- Se não aglutinar: Compatível para doação
	2.3	Resultados obtidos
		
3 Teste de HIV
3.1 Introdução
O vírus da imunodeficiência humana (HIV), pertence à família lentivírus dos retrovírus humanos, é o vírus que pode levar à síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS), diferente de outros vírus o HIV não conseguimos nos curar pois ele acata o sistema imunológico que é responsável por defender o organismo de doenças.
O tratamento para o HIV é denominado comumente de terapia antirretroviral –TARV, age com a diminuição de chances de transmissão a outras pessoas e de uma mãe para o seu filho na gravidez ou amamentação juntamente com os preservativos, não compartilhando seringas contaminadas. Sem o devido cuidado pode tornar o sistema imunológico insuficiente para que o próprio corpo se defenda e responda a doenças oportunistas. 
O teste pode ser realizado por o teste rápido como o do HIV 1/2 da Bio Manguinhos, cujo dispositivo existe 1 linha de teste (azul) e outra de controle (verde).
A linha verde de controle nos possibilita identificar a veracidade do teste já a linha azul de teste serve para se dar o resultado positivo ou negativo, se a amostra não reagir com o dispositivo e tiver ausência de linha então o resultado será negativo, se a amostra reagir e aparecer a linha teste, resultado é positivo
3.2 Metodologia 
Materiais utilizados
Teste rápido cujo vem os seguintes materiais:
Suportes DPP® HIV com antígenos de HIV-1/2
Tampão de corrida 
01 frasco com 3 mL ou 6 mL
Frasco para eluição - 1 mL
Lancetas estéreis descartáveis 
Curativo Adesivo Estéril
Manual de Instruções de Uso
Material Complementar não fornecido: 
 Cronômetro ou relógio
 Luvas descartáveis
Jaleco para proteção individual
Touca
Máscara
 Algodão 
Álcool 70%
Recipiente para descarte de material biológico e perfurocortante
Figura 3: Teste rápido de HIV
Fonte: Site Fiocruz- manual DPP-HIV1/2
Procedimento
1. Separar o material a ser utilizado à temperatura ambiente
2. Retirar o suporte de teste do envelope laminado e identificá-lo com número de identificação da amostra, além do número do lote do kit de onde o teste foi retirado.
3. Identificar o frasco para eluição com o nome do indivíduo ou número de identificação e desenrosque o dosador (parte branca) do frasco mantendo a tampa azul rosqueada no dosador.
4. Perfurar o dedo com a lanceta5. Encostar a alça coletora de 10 µL na amostra a ser testada permitindo que a alça seja preenchida com a amostra.
6. Inserir a alça coletora de 10 µL com a amostra no frasco de eluição identificado de modo que toque no fundo do frasco. Dobre a haste da alça coletora no ponto de quebra a fim de que a extremidade com a amostra permaneça dentro do frasco de eluição
7. Recolocar o dosador no frasco de eluição certificando de que tanto o dosador quanto a tampa azul estão bem fechados e agite levemente por 10 segundos.
8. Retirar somente a tampa azul do dosador e girar o frasco de eluição mantendo na posição vertical (sem inclinar) sobre o poço 1. Adicionar duas gotas da solução, lentamente, ao poço 1
9. Aguardar cinco minutos. Após esse tempo, a linha azul (TESTE) e verde (CONTROLE) da janela devem ter desaparecido. Em caso contrário, descartar o suporte de teste e repetir o procedimento desde o início usando um novo suporte
10. Utilizar o frasco de tampa vermelha, virá-lo na posição vertical (sem inclinação) e despejar no poço 2 com delicadeza 4 gotas do tampão.
11. Deixar passar 10 minutos do último procedimento.
3.3 Correção clínica
Resultados detectados no teste
· Resultado reagente: Um teste reagente significa que anticorpos para HIV-1 e/ou HIV-2 foram detectados. Então duas linhas roxas/rosas ficaram evidenciadas no teste, podendo variar a intensidade da cor, porém o resultado é considerado positivo
· Resultado não reagente: Para este resultado sugere a ausência de anticorpos para HIV-1 e HIV-2 na amostra e não exclui a possibilidade de infecção pelo HIV. Então o teste indicará uma linha roxa/rosa na área de controle (C) e nenhuma linha na área de teste (T).
3.4 Resultado obtido
Amostra do voluntário: Alexander 
Resultado: Negativo
Referencial bibliográfico
https://educador.brasilescola.uol.com.br/estrategias-ensino/coleta-tipagem-sanguinea.htm#:~:text=Assim%2C%20anticorpos%20anti%2Da%20e,dos%20ant%C3%ADgenos%20a%20e%20b%20no%20sangue. 
https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-federal-de-pernambuco/imunologia-e-sorologia/relatorio-de-aula-pratica-sistemas-abo-e-rh/4777146/download/relatorio-de-aula-pratica-sistemas-abo-e-rh.pdf
https://www.cre5dourados.sed.ms.gov.br/aula-pratica-tipagem-sanguinea/
https://brasilescola.uol.com.br/biologia/sistema-abo.htm
12-Erros-de-tipagem-sanguinea.pdf (ciencianews.com.br)
https://telelab.aids.gov.br/moodle/pluginfile.php/22171/mod_resource/content/2/HIV%20-%20Manual%20Aula%209.pdf
Você sabe o que é HIV e o que é AIDS? - UNAIDS Brasil
HIV e aids | Biblioteca Virtual em Saúde MS (saude.gov.br)
Manual de HIV / Aids - Marcia Rachid, Mauro Schechter - Google Livros

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