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476 UNIDADE 2 | DINÂMICA A energia mecânica final com que o garoto atinge a parte mais baixa do tobogã é do tipo cinética: E E mv 2m c 2 f 5 5 ∴E 40 (5,0) 2 E 5,0 10 Jm 2 m 2 f f 5 ? 5 ? A energia mecânica degradada pelas forças dissipativas é Ed. Essa energia é calculada por: Ed 5 Emi 2 Emf Ed 5 4,0 ? 10 3 J 2 5,0 ? 102 J Ed 5 3,5 ? 10 3 J 38. O carrinho de montanha-russa da figura seguin- te pesa 6,50 ? 103 N e está em repouso no ponto A, numa posição de equilíbrio instável. Em dado instante, começa a descer o trilho, indo atingir o ponto B com velocidade nula: 20,0 m h A B Sabendo que a energia térmica gerada pelo atri- to de A até B equivale a 4,55 ? 104 J, determine o valor da altura h. B a n c o d e i m a g e n s / A rq u iv o d a e d it o ra Exercícios Nível 2 39. (Vunesp) A figura ilustra a sequência de movimentos de um atleta durante o salto com vara. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 Na posição 6, indicada na figura, o sistema atle- ta-vara possui, em relação ao solo, a) apenas energia potencial gravitacional e ener- gia potencial elástica. b) apenas energia cinética e energia potencial gravitacional. c) apenas energia potencial gravitacional. d) energia cinética, energia potencial gravitacional e energia potencial elástica. e) apenas energia potencial elástica e energia cinética. 40. Em uma montanha-russa, um carrinho de massa 60 kg tem sua energia potencial de gravidade va- riando em função de uma coordenada horizontal de posição x, conforme o gráfico a seguir: 10 20 30 40 50 x (m) 0 Ep (10 3 J) –1,0 –2,0 2,0 1,0 4,0 3,0 6,0 5,0 Admitindo que para x0 5 0 a velocidade do carri- nho é nula e supondo a inexistência de atritos: a) calcule a altura do carrinho em relação ao nível zero de referência, bem como a intensidade de sua velocidade para x 5 50 m (adote nos cál- culos g 5 10 m/s2); b) esboce o gráfico da energia cinética do carrinho em função de x. 41. Uma partícula movimenta-se sob a ação de um campo de forças conservativo, possuindo energia mecânica E. O gráfico que melhor traduz a ener- gia cinética (Ec) da partícula em função de sua energia potencial (Ep) é: a) 0 E E c E p b) E c E p E0 c) E c E p E E0 d) E 4E E c 0 E p e) E E E c E p 0 R e p ro d u ç ã o /A rq u iv o d a e d it o ra B a n c o d e i m a g e n s /A rq u iv o d a e d it o ra Il u s tr a ç õ e s : B a n c o d e i m a g e n s / A rq u iv o d a e d it o ra 1CONECTEFIS_MERC18Sa_U2_Top7_p455a492.indd 476 8/9/18 9:01 AM 477TÓPICO 7 | ENERGIA MECÂNICA E SUA CONSERVAÇÃO 42. (Vunesp) No final de dezembro de 2004, um tsu- nami no Oceano Índico chamou a atenção pelo seu poder de destruição. Um tsunami é uma onda que se forma no oceano, geralmente criada por abalos sísmicos, atividades vulcânicas ou pela queda de meteoritos. Este foi criado por uma fa- lha geológica reta, muito comprida, e gerou ondas planas que, em alto-mar, propagaram-se com comprimentos de onda muito longos, amplitudes pequenas se comparadas com os comprimentos de onda, mas com altíssimas velocidades. Uma onda desse tipo transporta grande quantidade de energia, que se distribui em um longo compri- mento de onda e, por isso, não representa perigo em alto-mar. No entanto, ao chegar à costa, onde a profundidade do oceano é pequena, a velocida- de da onda diminui. Como a energia transportada é praticamente conservada, a amplitude da onda aumenta, mostrando assim o seu poder devasta- dor. Considere que o módulo da velocidade da onda possa ser obtido pela relação 5v hg , em que g 5 10,0 m/s2 e h são, respectivamente, o módulo da aceleração da gravidade e a profundi- dade no local de propagação. A energia da onda pode ser estimada pela relação E 5 kvA2, em que k é uma constante de proporcionalidade e A é a amplitude da onda. Se o tsunami for gerado em um local com 6 250 m de profundidade e com am- plitude de 2,0 m, quando chegar à região costeira, com 10,0 m de profundidade, sua amplitude será a) 14,0 m b) 12,0 m c) 10,0 m d) 8,0 m e) 6,0 m 43. Um jogador de voleibol, ao dar um saque, comu- nica à bola uma velocidade inicial de 10 m/s. A bola, cuja massa é de 400 g, passa a se mover sob a ação exclusiva do campo gravitacional (|g&| 5 10 m/s 2), descrevendo a trajetória indicada na figura: plano de referência 3,2 m solo A B g Calcule: a) a energia mecânica da bola no ponto A em re- lação ao plano de referência indicado; b) o módulo da velocidade da bola ao passar pelo ponto B (mais alto da trajetória). 44. Do ponto A, situado no alto de uma plataforma de altura h, um canhão de dimensões desprezíveis dispara um projétil que, depois de descrever a trajetória indicada na figura, cai no mar (ponto C): mar h h A B C 3 4 g Sendo g o valor da aceleração da gravidade e v0 o módulo da velocidade de lançamento do projétil, cal- cule o módulo de sua velocidade nos pontos B e C. 45. Um pequeno bloco B, lançado do ponto P com velocidade de intensidade v0, desliza sem atrito e sem sofrer influência do ar sobre a superfície PQ, contida em um plano vertical. P Q 8,0 m 4,8 m B v 0 g Sabendo que B inverte o sentido do movimento no ponto Q e que |g&| 5 10 m/s 2, calcule o valor de v0. 46. Um carrinho de dimensões desprezíveis, com mas- sa igual a m, parte do repouso no ponto A e per- corre o trilho ABC da figura, contido em um plano vertical, sem sofrer a ação de forças dissipativas: h A B C 3h m g Supõe-se conhecida a altura h e adota-se para a aceleração da gravidade o valor g. Considerando como plano horizontal de referência aquele que passa pelo ponto C, determine: a) a energia potencial de gravidade do carrinho no ponto B; b) a relação vB/vC entre os módulos da velocidade do carrinho nos pontos B e C. B a n c o d e i m a g e n s / A rq u iv o d a e d it o ra B a n c o d e i m a g e n s /A rq u iv o d a e d it o ra B a n c o d e i m a g e n s /A rq u iv o d a e d it o ra B a n c o d e i m a g e n s /A rq u iv o d a e d it o ra 1CONECTEFIS_MERC18Sa_U2_Top7_p455a492.indd 477 8/9/18 9:01 AM 478 UNIDADE 2 | DINÂMICA 47. (FGV-SP) Os Jogos Olímpicos recém-realizados no Rio de Janeiro promoveram uma verdadeira festa esportiva, acompanhada pelo mundo inteiro. O salto em altura foi uma das modalidades de atletismo que mais chamou a atenção, porque o recorde mundial está com o atleta cubano Javier Sotomayor desde 1993, quando, em Salamanca, ele atingiu a altura de 2,45 m, marca que ninguém, nem ele mesmo, em competições posteriores, conseguiria superar. A foto a seguir mostra o atleta em pleno salto. Considere que, antes do salto, o centro de massa desse atleta estava a 1,0 m do solo; no ponto mais alto do salto, seu corpo estava totalmente na ho- rizontal e ali sua velocidade tinha módulo igual a 2 5 m/s; a aceleração da gravidade tem módulo igual a 10 m/s2; e não houve interferências pas- sivas. Para atingir a altura recorde, ele deve ter partido do solo com uma velocidade inicial, com módulo, em m/s, igual a a) 7,0. b) 6,8. c) 6,6. d) 6,4. e) 6,2. Resolução: I. Cálculo de vB: Sistema conservativo: EmB 5 EmA PHR em B: mv 2 B 2 5 mgh ⇒ v 2ghB 5 II. Cálculo de tBC: Na vertical, o movimento da bolinha de B até C é uniformemente variado, logo: H v t g 2 t0 BC parcela nula BC 2 y 5 1 ⇒ t 2H gBC 5 III. Cálculo de d: Na horizontal, o movimento da bolinha de B até C é uniforme, logo: d 5 vB tBC ⇒ d 2gh 2H g 5 5d 2 hH Nota: • d independe de m e de g. 48. Na montagem experimental esquematizada na figura, o trilho AB é perfeitamente liso. No local, reina o vácuo e a aceleração da gravi- dade tem intensidade g. A B C H h d g m Uma bolinha de massa m, abandonada do repouso no ponto A, desce o trilho e projeta-se horizontalmente no ponto B, atingindo o solo no ponto C. Supondo conhecidas as alturash e H, calcule a distância d entre o pé da vertical baixada do ponto B e o ponto C. E.R. 49. (UPM-SP) Uma bolinha é abandonada do ponto A do trilho liso AB e atinge o solo no ponto C. Su- pondo que a velocidade da bolinha no ponto B seja horizontal, a altura h vale: A B C h 4,00 m 3,20 m a) 1,25 m b) 1,75 m c) 2,00 m d) 2,25 m e) 2,50 m 50. (UFRJ) Um trilho em forma de arco circular, con- tido em um plano vertical, está fixado em um ponto A de um plano horizontal. O centro do arco está em um ponto O desse mesmo plano. O arco é de 90° e tem raio R, como ilustra a figura. A B R O R e p ro d u ç ã o /A rq u iv o d a e d it o ra R e p ro d u ç ã o /A rq u iv o d a e d it o ra B a n c o d e i m a g e n s /A rq u iv o d a e d it o ra R e p ro d u ç ã o /F G V , 2 0 1 7 1CONECTEFIS_MERC18Sa_U2_Top7_p455a492.indd 478 8/9/18 9:02 AM