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a) metáfora; b) ironia; c) hipérbole; d) eufemismo; e) comparação. 10. (TJ-NCE) “Como pode ver na entrevista, ganhar dinheiro no Brasil é sopa”. Nesta frase, aparece uma figura sintática e uma figura de palavra. Assinale a alternativa que identifique essas figuras. a) Hipérbato e metáfora. b) Silepse e metonímia. c) Elipse e metonínia. d) Elipse e metáfora. e) Anacoluto e catacrese. 11. (Oficial de Justiça Avaliador – TJ – NCE) “E acoplado a ele vem a web, com sua cacofonia de informações, excessivas e desencontradas...” Cacofonia (neste segmento usado figuradamente) é “qualquer efeito desagradável ao ouvido em uma sequência de palavras” (Michaelis – Moderno dicionário da língua portuguesa, SP, Melhoramentos, 1998). O item abaixo que pode ser exemplo de cacofonia é: a) A liberdade, como a concebo, não se confunde com o consumismo. b) Uma das liberdades modernas é a de ir e vir. c) A natureza humana se preocupa quando aparece algum perigo. d) Quando não se pode desfrutar o luxo, começa-se a desdenhar dele. e) A liberdade foi corrompida pela sociedade de consumo. (ANTT – NCE) O Professor Desfontaines está longe de desprezar as coisas efêmeras. E por isso me trouxe a frase de quatro pétalas, que guardei como flor ressequida em velho livro, e que o chofer lhe entregara. 12. “... e que o chofer lhe entregara”. Esse segmento mostra uma ambiguidade que é sanada pela reescritura abaixo desse mesmo segmento: a) E que lhe fora entregue pelo chofer. b) E que lhe entregara o chofer. c) Frase essa que o chofer lhe entregara. d) Livro esse que o chofer lhe entregara. e) Cujo chofer lhe entregara. 13. (PC – NCE) “... e o exemplo que escolheu para ilustrar SEU comentário”. O item abaixo em que o uso do possessivo SEU gera ambiguidade é: a) O publicitário fez comentários sobre SEU outdoor. b) O cronista levou o cachorro em SEU automóvel. c) O jornalista transportou as mercadorias em SEU horário de trabalho. d) O secretário viu o professor do debate em SEU escritório. e) O jornalista nada dizia sobre SEU texto. Capítulo 29 Coesão e Coerência Textual Ao observar um texto bem construído, bem definido, quando não há possibilidade de o leitor perder a sequência dos fatos, tampouco a relação entre os conjuntos, constata-se que há coesão. Qualquer elemento que faça a ligação entre os vários fragmentos do texto possui função coesiva. Enfim, essa conexão interna entre os vários enunciados do texto denomina-se coesão. 29.1. Coesão sequencial É a coesão normalmente feita por conjunções, ligando termos, orações ou períodos, estabelecendo entre eles uma relação de sentido. Quando uma oração é introduzida pela conjunção TODAVIA, já se sabe que o fragmento está em oposição a algo citado anteriormente. Ao observar a presença da conjunção ENQUANTO, já se imagina que dois fatos estão acontecendo simultaneamente. A ocorrência do conector PORQUE sugere que a ideia introduzida indicará uma causa para um fato anteriormente relatado. Já o conector ENTÃO indica que a oração em que ocorre é uma conclusão para algo citado anteriormente. Ex.: Chovia muito, todavia fui à praia. Enquanto eu falava, ela dormia. Voltei cedo para casa, porque estava cansado. Ele não chegou, então deve estar parado no trânsito. Capítulo 29 – Coesão e Coerência Textual 29.1. Coesão sequencial