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Evidência radiográfica e ou Tomográfico Exploração(sondas, limas, microscópio etc) Conhecimento da anatomia (estudar) Anatomia externa Anatomia interna Divisão da cavidade pulpar Forma da câmara pulpar e canal radicular Modificações da cavidade pulpar com o tempo Posição e tamanho foraminal: Variação anatômica: Normalmente apresenta raiz única, com canal reto e amplo Em 94,9% a saída do forame apical localiza-se de 0,5 a 1mm do ápice anatômico A secção transversal varia de forma ovalada na região cervical até arrendondada na porção apical. Reta: 29,7% Curvatura distal :49,2% Curvatura palatina: 3,9% Curvatura vestibular: 3,9% Curvatura mesial: 3,1% Baioneta: 1,6% ENDODÔNTIA-Anatomia dental interna, externa e cirurgia de acesso Introdução Como determinar a anatomia endodôntica? Anatomia interna Incisivo central superior Incisivo lateral superior Bárbara Buarque ENDODÔNTIA-Anatomia dental interna, externa e cirurgia de acesso Incisivo lateral superior Forame apical geralmente não é na ponta da raiz 68% dos casos o forame não coincide com o ápice radiográfico(18 a 25 anos) o Pacientes com mais de 55 anos, 80% não teve coincidência. Atentar na curvatura para distal e lingual da raiz que geralmente drena para palatina. Menor que o Incisivo Central Sup. Ombro palatino também precisa ser removido Incisivo Lateral Superior. A secção transversal varia de forma ovalada na região cervical até arrendondada na porção apical. -Ombro palatino: é representada pela projeção da dentina da parede lingual/palatina na entrada do canal radicular. Deve ser removido com a utilização de pontas diamantadas 3080 ou 3082 ou Endoz ou Brocas de Batt. Incisivo lateral superior Anatomia Externa ACHATAMENTO MESIODISTAL POR ISSO MAIS ALONGADO DO QUE O ICS Angulo de inserção na arcada: 20° para a palatina e 5° para a distal Comprimento médio: 23mm COROA: Triangular/ Trapezoidal CÂMARA PULPAR: Forma triangular estreita Dois cornos pronunciados: Ombro palatino RAIZ: Unica Forma cônico piramidal, delgada Achatada no sentido mésio-distal Bárbara Buarque ENDODÔNTIA-Anatomia dental interna, externa e cirurgia de acesso Incisivo lateral superior O ápice radicular e o forame apical principal em incisivos laterais superiores coincidem em 6,7% 292,25m - diâmetro do canal l na JDO aproximado do diâmetros das limas #30 ou #35. O ápice radiográfico e o forame apical são localizados distolin--gualmente. O diâmetro vestibulolingual é cerca de 0,05mm mais largo do que o dia-metro mesiodistal. Variações apicais Variações anatômicas: -Dens in dents -Dentes Conóides Acesso triangular com a base maior voltada para incisal e a cervical arredondada. Canino superior Canino superior Terço apical: forma circular Terço médio: forma ovalada, com discreto achatamento proximal Terço cervical: forma cônica triangular, com base para o vestibular Raiz única, forma cônica triangular de base para vestibular e achatamento méstodistal 1º pré molar superior Número em percentuais e níveis de bifurcação das raízes dos primeiros pré-molares superiores Bárbara Buarque ENDODÔNTIA-Anatomia dental interna, externa e cirurgia de acesso Terço apical: Condutos em forma circular totalmente separados Terço médio: Condutos em forma circular separados por uma ponte de dentina Terço cervical: Dois condutos de forma elíptica, unidos por um pequeno istmos 1º pré molar superior 2º pré molar superior Formato da Coroa: Aspecto ovoide, 0 Dimensão V-P maior que M-D Bicuspidado (1V/1P), cúspides com volumes parecidos. Número de raízes: 94,6% dos casos - 1 raizes; 5,4% dos casos - 2 raizes (1V/1.P). Achatada M-D Formato das Raizes, Inclinação e curvatura: 37,4% reta 33,9% distal 15,7% vestibular 13% baioneta. ANATOMIA EXTERNA ANATOMIA INTERNA 54% - 1 canal 45,5% - 2 canais 0,5% - 3 canais 2º pré molar superior Comumente apresenta 1 canal, fortemente achatado no sentido M-D Forma ovoide Nível apical assuma secção circular 1 Mesmo em casos com uma só raiz pode apresentar-se com 2 canais Abertura coronária para os pré-molares VARIAÇÃO ANATÔMICA Molares superiores Anatomia Interna e Externa: Bárbara Buarque 53,7% 3 RAIZES SEPARADAS 19,5% FUSÃO DE RAIZES VESTIBULARES 12,5% 3 RAIZES FUSIONADAS 8,5% FUSÃO DAS RAIZES MESIAL E PALATINA 5,8% FUSÃO DAS RAIZES DISTAL E PALATINA ENDODÔNTIA-Anatomia dental interna, externa e cirurgia de acesso Molares superiores Por que tratar o Mv2? -Hoje, já se sabe que o canal mesiovestibular 2 (MV2) é o mais esquecido sem tratamento durante a terapia endodôntica e, quando isso acontece, a probabilidade de aparecimento de doença inflamatória na região periapical é de 4,5 a 6,5 vezes maior do que em dentes que tiveram todos os canais tratados. Molares superiores -1º Molar superior Mas, como sabemos pelo trabalno do Dr Hess na um século, existem comunicações entre os canais MV1 e MV2 na forma de istmos ou anatomoses. Os estudos colocam os números em torno de 90% a 95% para os primeiros molares superiores e cerca de 90% para os segundos molares superiores. NÚMERO DE RAÍZES 2º molar superior NÚMERO DE RAIZES 53,7% 3 RAIZES SEPARADAS 19,5% FUSÃO RAIZES VESTIBULARES 12,5% 3 RAIZES FUSIONADAS 8,5% FUSÃO DAS RAIZES MESIAL E PALATINA 5,8% FUSÃO DAS RAIZES DISTAL E PALATINA -Muito parecido com o 1º molar superior -O MV2 que é o 2º canal na raiz mesio vestibular está presente em 60% dos casos( Ou seja também pode ter 4 canais). Bárbara Buarque ENDODÔNTIA-Anatomia dental interna, externa e cirurgia de acesso 2º molar superior ANATOMIA EXTERNA ANATOMIA INTERNA •Vistas vestibular e proximal (mesial) do 2o. MS com 3 raízes e 3 canais (60%) •3 Canais •4 Canais 3º molar superior ANATOMIA EXTERNA Diâmetro V-L predominante 3 ou 4 cúspides com sucos irregulares Tamanho médio ANATOMIA INTERNA A cavidade pulpar sempre acompanha a anatomia externa. Os 2°e 3°MS sofrem significante achatamento proximal, proporcionando um triangulo bastante obtuso, parecendo- se mais um elípse (3° MS). 3º molar superior -É um dente com muita variação anatômica e por isso é de difícil realização do canal -Acessa no meio Incisivo central inferior Características do canal no corte transversal: Terço cervical, médio e apical: forma elipsóide com achatamento proximal. Número e forma radicular: raiz única, forma elipsóide com achatamento proximal, podendo determinar a presença de dois canais: vestibular e lingual. Achatamento no sentido M-D e normalmente apresentam raiz única Irrompimento entre 6 e 7 anos Término da rizogênese entre 9 e 10 anos Bárbara Buarque ENDODÔNTIA-Anatomia dental interna, externa e cirurgia de acesso Incisivo lateral inferior Incisivo central inferior INCISIVO CENTRAL E LATERAL INFERIOR Comprimento médio: 21mm Número de raízes: 11 Número de canais: 1 - 73,4% 2- 26,6% -O nosso instrumento endodôntico faz preparo circular -Canal achatado -Broca 1012 -Pode ter 2 condutos / Sempre procurar 2 condutos Canino inferior ANATOMIA EXTERNA Semelhante ao C superior, proporcionalmente menor Raiz única, na maioria dos casos, fortemente achatada no sentido M-D Pentagonal Incisal em V - mais inclinado para a distal Cíngulo e 2 cristas marginais -Acesso oval -Quando acessar incisivo inferior e canino inferior sempre procurar 2 condutos -o forame apical geralmente não está no ápice(todos os dentes). ANATOMIA EXTERNA ANATOMIA INTERNA Características do canal no corte transversal: Terço cervical, médio e apical: forma elipsóide com achatamento proximal Número e forma radicular: raiz única, forma elipsóide com achatamento proximal, podendo determinar a presença de dois canais: vestibular e lingual. Com relação aos comprimentos em milímetros dos incisivos laterais inferiores, podemos citar, máximo (29mm), médio (22mm) e mínimo (17mm),respectivamente. Bárbara Buarque Canino inferior •Divisão do canal radicular em 2 ramos (V e L- 11,8%) •Seguem trajetórias independentes •Unem-se em alturas variáveis para terminarem em um único forame. Canino inferior ENDODÔNTIA-Anatomia dental interna, externa e cirurgia de acesso ANATOMIA EXTERNA •Com relação aos comprimentos em milímetros dos caninos inferiores, podemos citar, máximo (32mm), médio (25mm) e mínimo (19mm), respectivamente. Uma raiz e um canal Uma raiz com dois canais - podem terminar em um único forame em dois forames independentes Com duas raízes e dois canais - podem estar bifurcados na região cervical, média, apical ou, ainda fusionados. Pode ocorrer duplicidade de raízes (V e L) (6%). FORAME APICAL Localizado a 0,5mm do ápice radicular (para apical) Localização: superficie externa da raiz Contorno predominantemente circular ANATOMIA INTERNA Câmara pulpar reproduz a forma externa da coroa - semelhante ao C Sup, porém mais achatada no sentido M-D e com acentuada dimensão V -L ANATOMIA INTERNA Terço Cervical: ovóide, diâmetro avantajado V- L e achatado M-D Terço Médio: ovóide, diâmetro avantajado V-L e achatado M-D Terço Apical: circular 1º pré molar inferior ANATOMIA EXTERNA Bárbara Buarque ENDODÔNTIA-Anatomia dental interna, externa e cirurgia de acesso 1º pré molar inferior -Mais difícil da boca quando possui mais de 1 conduto -Acesso oval e no meio da oclusal -Pré molares em forma de C porem mais comum no 2º molar inferior. ANATOMIA INTERNA Terço cervical: forma ovalada com base para vestibular (ou elíptica, devido achatamento proximal, podendo determinar a bifurcação do conduto e mesmo da raiz) Terço médio: forma ovalada, porém de menor calibre que o cervical Terço apical: forma circular 87,2% 10,7% 2,1% •1o PMI, o canal divide no terço médio e unem-se no terço apical. 1º pré molar inferior •1o PMI, divisão de 2 condutos a partir do terço médio 2º pré molar inferior ANATOMIA EXTERNA ANATOMIA INTERNA Terço cervical: forma ovalada com base para vestibular (ou elíptica, devido achatamento proximal, podendo determinar a bifurcação do conduto e mesmo da raiz) Terço médio: forma ovalada, porém de menor calibre que o cervical Terço apical: forma circular 87% 1 raiz, 1 canal e 1 forame 11% 1 raiz, 2 canais e 2 forames ou 2 raízes, 2 canais e 2 forames 2% 3 raízes, 3 canais e 3 forames Bárbara Buarque ENDODÔNTIA-Anatomia dental interna, externa e cirurgia de acesso 1º molar inferior ANATOMIA EXTERNA ANATOMIA INTERNA Por meio das percentagens, 60% dos primeiros molares inferiores possuem 2 raízes e 3 condutos, porém, a raiz distal pode apresentar com 1 (60%) ou 2 (40%) condutos, devido achatamento proximal, similar o que acontece nos segundos pré- molares superiores, segundo a média Terço Cervical: Condutos com forma elíptica e achatamento proximal Terço médio: Condutos com forma discretamente elíptica Terço apical: Condutos em forma circular -Acesso para mesial -3 condutos (2 mesiais e 1 distal) -O molar inferior tem mais variações (canal medio medial e pode ter 2 distais). -O molar inferior é o dente mais fácil de fraturar a lima pois possui dupla curvatura da raiz mesial •3 Canais •4 Canais 1º molar inferior 2º molar inferior ANATOMIA EXTERNA ANATOMIA INTERNA A raiz mesial por causa da presença de dois canais, possui uma anatomia interna bastante complexa Esses canais podem fusionar em quaisquer dos terços da raiz, para terminar em um único forame ou em dois Bárbara Buarque 2º molar inferior A raiz mesial, no terço médio, tem forma de rim ou de 8, com canais separados ou confluentes, e a distal tem forma oval. ENDODÔNTIA-Anatomia dental interna, externa e cirurgia de acesso Por meio das percentagens, 60% dos segundos molares inferiores possuem 2 raízes, porém, a raiz mesial pode apresentar com 2 (60%) canais, devido o achatamento proximal, podendo começar (cervical) com 2 canais e terminar (apical) com 2 canais independentes, começar (cervical) com 2 canais e terminar (apical) com 1 canal, começar (cervical) com 1 canal e terminar (apical) com 1 canal ou começar com 1 canal e bifurcar no terço apical em 2 condutos. A raiz distal geralmente possui um canal amplo que se afunila abruptamente quando chega no ápice Quando apresentar dois canais eles podem está separados total ou parcialmente por "ilhotas de dentina" O forame radicular desta raiz geralmente se encontra no ápice ou é deslocado para vestibular ou lingual 2º molar inferior •Incidência 5%, segundo a média Canais em forma de C mais presente nos segundos molares inferiores Diâmetro entre 0.20 a 0.26 mm molares inferiores Bárbara Buarque 2º molar inferior ENDODÔNTIA-Anatomia dental interna, externa e cirurgia de acesso 2º molar inferior 2 canais, 1 mesial e 1 distal, raízes fusionadas 4 canais, os mesiaiss independentes e o distal começa com 1 canal elíptico no sentido vestibulolingual, bifurcando no terço apical. Único canal, percentual de 5%, 4 canais, começam independentes, unindo-se no terço apical mesial e distal 3 canais, sendo os mesiais começando independentes e unindo-se no terço apical 3 canais, sendo os mesiais independentes e distal único. 3º molar inferior ANATOMIA EXTERNA Menores que os 1º e os 2ª molares inferiores Podem se assemelhar ao 1° ou ao 2° molar inferior Face oclusal comumente apresenta sulcos e cúspides complementares 1 raiz: 21% 2 raízes: 73% 3 raízes: 5,5% 3,5% canais em forma de "C" 8% pelo menos uma dilaceração radicular 2 raízes diferenciadas: 41,3 % 2 raízes fusionadas: 50,0 % 3 raízes fusionadas: 7,5 % ANATOMIA INTERNA Não tem padrão definido, Pode se assemelhar a um dos outros molares inferiores, Pode apresentan 1, 2, 3 ou mais condutos, Apresenta mais curvaturas e dilacerações radiculares que os outros molares -Os 3º molares não tem padrão -Só faz canal se for extremo -Acesso dos molares é no centro mais para mesial. Anotações da aula -Dentes que os canais não sao circulares: •Incisivo central inferior •Incisivo lateral superior e inferior •Canino inferior com 1 conduto •Pré molares superior e inferior com 1 conduto •Distais de molares inferiores •Palatino de molar -Quando o canal some na radriografia pode ser sinal de bifurcação ou trifurcação do canal Bárbara Buarque