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TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL NO ESPECTRO AUTISTA: SUA PROPOSTA E BENEFÍCIOS CAMPO GRANDE - MS 2023 1 TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL NO ESPECTRO AUTISTA: SUA PROPOSTA E BENEFÍCIOS Projeto inicial do Trabalho de Conclusão de curso apresentado para o curso de pós- graduação em Psicopedagogia, pela Faculdade CNI. Orientador: CAMPO GRANDE - MS 2023 2 SUMÁRIO SUMÁRIO ................................................................................................................. 2 1 INTRODUÇÃO ....................................................................................................... 3 1.1 O PROBLEMA ..................................................................................................... 4 2 OBJETIVOS ........................................................................................................... 5 2.1 OBJETIVO GERAL ............................................................................................. 5 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ............................................................................... 5 3 JUSTIFICATIVA ..................................................................................................... 6 4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ............................................................................. 7 4.1 CONCEITUALIZAÇÃO DO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA) .. 7 4.2 OS TRATAMENTOS E TERAPIAS DO TEA ....................................................... 9 4.3 A IMPORTÂNCIA DO PSICOPEDAGOGO NO TRATO DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO E A TERAPIA COMPORTAMENTAL ................................................................................................................................ 11 5 METODOLOGIA .................................................................................................. 16 7 CRONOGRAMA .................................................................................................. 17 REFERÊNCIAS ....................................................................................................... 18 3 1 INTRODUÇÃO Os transtornos do espectro do autismo (TEA) incluem vários transtornos generalizados que afetam uma ou várias áreas do desenvolvimento infantil e que acompanharão o aluno por toda a vida. Sendo as maiores adversidades encontradas e vivenciadas pelo autismo as intermediadas por problemas de interação social, bem como, na dificuldade de aprendizagem da linguagem, comunicação em geral e desordens de pensamento e imaginação. As crianças diagnosticadas com autismo têm sintomas diferentes dependendo da gravidade e do tipo de distúrbio que sofrem, mas, em qualquer caso, todos são caracterizados por apresentar certo grau de distúrbio generalizado do desenvolvimento, e, portanto, exigem algumas necessidades em educação especial, acompanhadas do especialista na área em educação infantil, que será o docente equipado com mecanismos que favoreçam a inclusão do aluno com autismo dentro do âmbito educacional. As pesquisas mostram que os alunos com autismo caem fortemente na rotina. Esses alunos respondem melhor a sistemas organizados, então os professores, com alunos autistas, devem organizar e manter uma rotina de sala de aula específica para educar com sucesso essas crianças. Organizar a sala de aula no nível de compreensão de um aluno autista reduz suas dificuldades de aprendizagem. Independentemente da idade do aluno com autismo, a organização física, programação de aulas, métodos de ensino fazem a diferença no processo. Muitas vezes o aluno não entende a explicação do professor, o que pode causar uma reação agressiva ou desmotivação de sua parte; outras vezes, a linguagem do aluno é insuficiente para manter uma comunicação eficaz com o professor por meio de comportamento inadequado. A terapia cognitiva comportamental visa minimizar as consequências de: patologias que afetam o sistema nervoso, buscando a maior independência possível do paciente. Portanto, na avaliação terapêutica de pacientes com sequelas, que devem ser utilizados instrumentos neurológicos, que tenham a capacidade de verificar o desempenho de uma pessoa na realização de Atividades de Vida Diária. Neste aspecto, a Escala de Medição de Independência Funcional (FIM) é uma 4 ferramenta que avalia a capacidade de um indivíduo para aspectos motores e cognitivos / sociais da realização de várias atividades diárias (FIGUEIREDO; MEJIA, 2014; BENVEGNU et al., 2008). Sendo assim, este trabalho tem por objetivo, verificar o papel do profissional psicopedagogo, no âmbito da terapia cognitiva comportamental no trato com pessoas que possuem TEA. Este trabalho se orienta através de uma pesquisa o formato de revisão; buscando garantir a obtenção das informações mais relevantes dentro do campo de estudo do meio da Terapia cognitiva comportamental, afim do trato para com pacientes portadores de TEA. Se utiliza dos descritores de revisão no âmbito da Terapia comportamental, Terapia cognitiva comportamental e TEA, utilizando-se o banco de dados eletrônicos: Scientific Eletronic Library Online (SCIELO), base de dados em saúde e atividade física, textos publicados pelo Ministério da Saúde do Brasil, e o Google Scholar. 1.1 O PROBLEMA O problema a ser abordado neste trabalho, é de como a terapia cognitiva- comportamental pode ser utilizada na melhora da aprendizagem, em alunos com autismo? 5 2 OBJETIVOS 2.1 OBJETIVO GERAL Verificar o papel do profissional psicopedagogo, no âmbito da terapia cognitiva comportamental no trato com pessoas que possuem TEA. 2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 1) Conceitualizar o transtorno do espectro autista (TEA); 2) Apresentar os tratamentos e terapias do TEA; 3) Elucidar a importância do psicopedagogo, no trato de crianças com TEA. 6 3 JUSTIFICATIVA A justificativa deste trabalho, inicialmente, se dá pela importância da abordagem de crianças e adolescentes com o transtorno do espectro autista (TEA), uma vez que costumam ser marginalizadas, com falta de inclusão, apesar das leis brasileiras, preverem o contrário. Consoante a isto, se tem, o fato do assunto ser pouco abordado entre os pedagogos, uma vez que, por ser uma parcela pequena dos alunos que portam este transtorno, muitos profissionais não se aprofundam neste aspecto, nem buscam se especializar, tendo assim, poucos professores com capacidade para lidar com estes alunos. Por fim, a finalidade deste trabalho, é de também, melhorar a qualidade da educação das crianças portadoras do transtorno do espectro autista, permeia-se na tentativa de fomentar uma pesquisa que busque a realização de cursos de aperfeiçoamento destinados a professores especialistas que apoiam projetos de integração escolar ou que trabalham em escolas especiais, bem como professores básicos que têm alunos com déficits visuais em suas salas de aula. 7 4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 4.1 CONCEITUALIZAÇÃO DO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA) O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) inclui um grupo de transtornos do neurodesenvolvimento que são transtornos de gravidade variável e se referem a um complexo de déficits graves e persistentes nas habilidades de interação social mútua e comunicação interpessoal (deficiências no desenvolvimento linguístico e não verbal). comunicação), bem como na presença de padrões de comportamento, interesses ou atividades limitados, repetitivos e estereotipados. Considerando que nem todos os psicopedagogos com TEA apresentam os mesmos sintomas e com a mesma intensidade, pois diferentes sintomas podem variar de psicopedagogo para psicopedagogo em qualquer momento da evolução dependendodo nível cognitivo e possível aparecimento de outros sintomas ou distúrbios (OLIVEIRA; SERTIÉ, 2017). Ainda segundo Kanner (1943) apud Marinho e Merkle (2009), observa que o sintoma primário de "isolamento autista" estava presente na criança desde tenra idade, sugerindo tratar-se de um distúrbio congênito na época. Ele descreveu os casos de onze crianças que, desde o início de suas vidas, estavam presas ao isolamento extremo e um desejo obsessivo de manter a rotina, chamando-as de "autistas". Já Hans Asperger (1944), ampliou as descrições sobre o TEA, que antes feitas por Kanner (1943), incluindo na discussão, casos de comprometimento orgânico. Segundo Asperger (1944) apud Bosa (2002), que, ele percebeu o problema das dificuldades das crianças em olhar para situações sociais, mas também levantou objeções à presença de um olhar curto e periférico; Ele chamou a atenção para as peculiaridades dos gestos - desprovidos de significados e estereótipos - e da fala que pode ser apresentada sem problemas gramaticais e com vocabulário variado, mas monotonamente. Bosa (2002) descreve que Asperger não enfatizava tanto o retraimento social extremo quanto Kanner, mas sim atitudes ingênuas e inadequadas em relação às pessoas. Ele também olhou para as dificuldades dos pais em encontrar uma deficiência nos primeiros três anos de vida de uma criança. Embora a síndrome descrita por Asperger (1944) seja diferente da de Kanner (1943), houve semelhanças 8 em alguns aspectos, como dificuldades no relacionamento interpessoal e na comunicação. Em 1944, Hans Asperger descreveu o TEA em um grupo de quatro característica comuns, mostrando entre eles a existência grande déficit de interação social, embora, aparentemente, possuíam um desenvolvimento cognitivo e verbal corretos. Em seu artigo intitulou o TEA como uma espécie de "psicopatia autista", segundo informado por, Mas (2018, p.22), e forneceu observações apontando as mesmas características principais, já fornecidas por Kanner, mesmo sem o conhecimento do seu trabalho. Finalmente, Kanner e Asperger usaram o termo autismo. Inicialmente, Kanner chamou de Transtorno de Contato Afetivo Autista, e Asperger usou o termo Psicopatia Autista. Mas Kanner mais tarde substituiu o termo "transtorno autista" por autismo infantil. caracterizar a natureza da deficiência. Sobre o termo utilizado por Kanner e Asperger, Bosa (2002) explica que, tanto Kanner quanto Aspeger usaram o termo para chamar a atenção para um traço de comportamento social que vai além da simples questão de isolamento físico, timidez ou rejeição ao contato interpessoal, mas é caracterizado principalmente pela dificuldade de manter contato afetivo com os outros de forma significativa. e forma espontânea. e comigo mesmo. Marinho e Merkle (2009) indicam que em 1983 a Síndrome de Asperger deixou de ser considerada autismo. Em 1987, a American Psychiatric Association (APS), cunhou o termo Transtorno Invasivo de Desenvolvimento, então o autismo não é mais psicose infantil. Segundo Mello (2007), o autismo é descrito como um transtorno do desenvolvimento caracterizado por alterações que ocorrem em pessoas muito jovens, geralmente antes dos três anos de idade, com efeitos múltiplos e variáveis em áreas nobres do desenvolvimento humano como comunicação, interação social, aprendizagem , e adaptabilidade. O TEA é a presença de um desenvolvimento claramente atípico das interações sociais e da comunicação, bem como um repertório de atividades e interesses claramente limitado. Uma definição simples poderia ser conforme Millá (2009) “uma síndrome que afeta a comunicação, as relações sociais e afetivas do indivíduo". É a incapacidade de estabelecer contato habitual com as pessoas, dificuldades para falar, não olhar nos olhos, não brincar com outras praticantes de pedagogia, é difícil controlar as 9 emoções, porque estas praticantes de pedagogia não suportam mudanças rotineiras, são distraídas, têm movimentos repetitivos com os outros e suas mãos ou cabeça; constantemente balançam seus corpos, fazem atividades fixas. Esses comportamentos não apenas dificultam a vida das pessoas com autismo, mas também afetam seriamente suas famílias, os prestadores de serviços de saúde que os atendem, seus profissionais de pedagogia e qualquer pessoa que tenha contato com eles (WHITMAN, 2015). Uma das primeiras prioridades educacionais é a aprendizagem da linguagem oral, que envolve a interação com outros falantes que apresentam modelos, usos e estratégias para o uso da linguagem oral, proporcionando oportunidades para o desenvolvimento de habilidades orais (SANTOS, 2008). Muitas das aprendizagens que as praticantes de pedagogia adquirem são realizadas em contato com seus pares através de jogos, conversas, atividades em grupo. Isso possibilita compartilhar aprendizados, ideias sobre o mundo proporcionando segurança emocional (HEWITT, 2006). O praticante de pedagogia portador da síndrome do autismo precisa interagir com os ouvintes, mas será difícil se a instituição não oferecer as melhores condições para uma pedagogia padronizada. Mas mesmo com essas dificuldades um pedagogo pode colocar em prática e sistematicamente um sistema que permita a inclusão do praticante de pedagogia com autismo (GRANDIN, 2015). 4.2 OS TRATAMENTOS E TERAPIAS DO TEA Não há cura para o TEA; acompanha o indivíduo ao longo de sua vida. As terapias e intervenções comportamentais são projetadas para minimizar sintomas específicos e podem fornecer uma melhoria substancial na qualidade de vida. O plano de tratamento ideal coordena terapias e intervenções que atendem às necessidades específicas de cada criança (FERNANDES; et al, 2011). O tipo de intervenção mais eficaz é a psicoeducativa, fornecida por psiquiatras, psicopedagogos, pedagogos, fonoaudiólogos. O tratamento precoce melhora significativamente os sintomas em muitos casos e é essencial para que as crianças desenvolvam habilidades sociais e adaptem seu comportamento. Na verdade, o diagnóstico tardio está relacionado ao aparecimento de problemas 10 associados, como distúrbios alimentares, ansiedade ou depressão (FERNANDES; et al, 2011). No tratamento do TEA, os medicamentos não são usados, exceto em poucos casos e apenas para controlar possíveis complicações. A atitude dos pais é a chave para o bem-estar das pessoas com TEA (FERNANDES; et al, 2011). Como já mencionado o TEA (mais conhecidos pelo termo cotidiano "autismo") compreende um grupo de distúrbios de desenvolvimento neurológico que começam cedo na vida e afetam o desenvolvimento da sociabilidade, comunicação, brincadeiras, interesse e habilidades sensoriais em crianças. Eles são crônicos e permanecem durante toda a vida. Atualmente, as evidências científicas indicam que, em grande maioria, se não em todos os casos, a causa de seu aparecimento se deve a fatores genéticos, interagindo com fatores ambientais, em grande parte desconhecidos (QUARESMA; SILVA, 2010). Como as causas não são conhecidas com certeza, não há tratamentos curativos para os TEA. Assim, não há tratamento farmacológico que cure o autismo, ou mesmo melhore os sintomas do autismo, embora existam medicamentos que possam ajudar nos problemas comumente associados ao autismo, tais como hiperatividade, irritabilidade, etc. (QUARESMA; SILVA, 2010). O tratamento de escolha para os TEA continua sendo o tratamento psico- educativo, aplicado em ambientes naturais, especialmente na primeira infância e, posteriormente, outros tratamentos em idade escolar que incluem tratamentos cognitivos e/ou comportamentais que abordam as dificuldades cognitivas, habilidades sociais, comunicação e autonomia que ocorrem posteriormente (QUARESMA; SILVA, 2010). Os tratamentos devem continuar durante toda a vida e incluir tratamentos nas áreas escolar, familiar, individual e grupal e, posteriormente,ajuda no treinamento e incorporação ao trabalho, moradia e tempo livre. No caso de doenças crônicas, para as quais não há tratamentos que tenham demonstrado uma certa eficácia, não é raro que sejam apresentadas através da mídia, da Internet e ao público em geral, supostamente tratamentos curativos sem qualquer base científica ou segurança em seu uso (QUARESMA; SILVA, 2010). Os TEA diferem em sua apresentação clínica, problemas e necessidade de ajuda. Alguns estão associados a deficiências intelectuais ou graves problemas de 11 comunicação, enquanto outros permitem o desenvolvimento de habilidades cognitivas em determinadas áreas e excelentes níveis de comunicação, mas com uma falta de compreensão do mundo social, emocional e cognitivo. Os primeiros precisarão da ajuda de uma dependência total ou parcial para sua sobrevivência e cuidado, enquanto os segundos precisarão de ajuda para a incorporação ao mundo social, seja na escola, no trabalho ou em qualquer ambiente ao seu redor. Todos precisarão de ajuda contínua para levar uma vida digna (MARFINATI; ABRÃO, 2011). 4.3 A IMPORTÂNCIA DO PSICOPEDAGOGO NO TRATO DE CRIANÇAS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO E A TERAPIA COMPORTAMENTAL Nos anos recentes, a difusão e extensão da ideia de melhorar a qualidade da psicologia para todos, traz o desafio de alcançar uma escola inclusiva que elimina os processos de exclusão na psicologia e promove a devida atenção a todos os praticantes de psicologias dentro ambientes educacionais gerais. Portanto, uma das tarefas essenciais, tanto de pesquisa quanto de intervenção educacional, é encontrar maneiras de promover a aprendizagem (BARROS., et al, 2005). Para dar uma resposta educativa para este praticante de psicologia, o foco da escola inclusiva enfatiza a necessidade de melhorar as áreas consideradas prioritárias no seu desenvolvimento, tais como as emoções de ensino e crenças, através do trabalho colaborativo entre professor de psicologia e especialistas, bem como promover uma cultura escola orientada à pesquisa para o desenvolvimento e aprimoramento da prática pedagógica (BOSA; SEMENSATO apud SCHMIDT, 2013). A psicologia inclusiva eleva a presença, participação e desempenho de todos os praticantes de psicologias. Este compromisso pode colocar os educadores físicos de psicologia de psicologia na necessidade de abordar casos de crianças com autismo que possuem pouca formação e com poucas referências pedagógicas da sua abordagem educacional. De fato, os educadores, praticantes de psicologias percebem-se carentes de recursos, processos e estratégias no âmbito de sua prática educativa (BRASIL, 2013). 12 É conveniente, portanto, desenvolver e validar práticas pedagógicas de acordo com as necessidades e características de aprendizagem dos praticantes de psicologias com TEA, uma vez que essas pessoas precisam de processos de ensino- aprendizagem que respondam às suas necessidades individuais (FONSECA; LEON apud SCHMIDT, 2013). Além disso, a figura do professor de psicologia de psicologia pode desempenhar um papel decisivo no desenvolvimento da pessoa com TEA, sendo responsável e comprometido com a psicologia da criança e criando uma influência muito importante no seu desenvolvimento. Neste sentido, o corpo docente começa a abrir a porta fechada do mundo autista, através de uma inter-relação, proveniente de uma adequação de instituições de ensino de grande valor derivavam para o desenvolvimento da criança (GADIA, 2006). Portanto, o desenvolvimento de ensino-aprendizagem para dar resposta educativa às necessidades de compreensão dos estados mentais que os praticantes de psicologias com TEA torna-se um aspecto fundamental para alcançar uma qualidade e dar efeito ao princípio da psicologia para tudo. Portanto, o psicopedagogo, deve ter o fim de implementar e validar um programa educacional projetado para ensinar a compreensão das emoções e crenças em praticante de psicologias com TEA (HEWITT, 2006). Para que isso aconteça, é necessário que os educadores físicos de psicologia de psicologia têm uma atitude positiva para a inclusão dessas pessoas, bem como serem treinados e tenham recursos disponíveis para atender às necessidades de seus praticantes de psicologias. Portanto, é importante que os educadores físicos de psicologia de psicologia tenham a ajuda, orientação e colaboração de especialistas em sua prática educacional, a fim de abordar de forma mais eficaz a psicologia com essas pessoas (SANTOS, 2008). Miranda (2003) explica que a aprendizagem de crianças autistas em um conceito amplo corresponde a adaptar uma psicologia voltada a crianças que sofrem de alguma dificuldade na aprendizagem, ou de alguma deficiência que impede ou dificulta o uso de instalações educacionais que geralmente estão disponíveis para pares da mesma idade. Seja por causas internas, por deficiências no ambiente familiar ou por um histórico de aprendizado não ajustado. 13 A figura do psicopedagogo, é fundamental no processo de inclusão de uma criança com as condições do espectro do autismo (CEA), dentro do ambiente educacional regular, deve se ter em mente que não é apenas sobre integração, mas sobre inclusão. Isso requer avaliar a individualidade do praticante de psicologia com CEA, tem qualidade acadêmica, social e emocional no ambiente de psicologia com base em que tem os mesmos direitos educacionais que outros, bem como a oportunidade de participar, socializar e desenvolver sem fazer qualquer distinção e que o psicopedagogo, deve veja o praticante de psicologia com o TEA como uma oportunidade extraordinária melhorar enquanto profissional (LOPEZ, 2011). A terapia cognitiva comportamental foi regulamentada como profissão pelo Decreto-Lei n.º 938, de 13 de outubro de 1969. As suas atividades incluem a realização de métodos terapêuticos, técnicas e procedimentos de contacto físico aplicados diretamente ao paciente enquanto este está consciente ou não. É uma das profissões mais jovens da área saúde e visa prevenir e tratar lesões cinéticas funcionais decorrentes de lesões e doenças por meio de mecanismos terapêuticos adequados. Dependendo da especialização, a terapia cognitiva comportamental pode ajudar pacientes em condições clínicas graves, em estado terminal e até mesmo em situações de risco de vida (BRAZ et al., 2009). A dedicação da terapia cognitiva comportamental a pacientes críticos começou entre as idades de 40 e 50 anos. devido à crise da poliomielite (MOREIRA et al., 2005), então sua reclamação na terapia intensiva foi progressiva (NOZAWA et al., 2008), e como membro profissional da equipe multidisciplinar em o tratamento de pacientes em unidades de terapia intensiva (UTI) é reconhecido em vários países desenvolvidos (BORGES et al., 2009; GODOY et al., 2011). No Brasil, embora os terapeutas comportamentais estejam cada vez mais presentes nas UTI, sua operação difere de instituição para instituição e sua função não é bem definida. Nos anos 1973-1979, foi reconhecida a importância da terapia cognitiva comportamental nos hospitais. Sem dúvida, o novo papel da terapia cognitiva comportamental respiratória brasileira tem possibilitado uma importante integração interdisciplinar e interdisciplinar que começa a exigir cada vez mais. estudando e aprimorando a terapia comportamental, para que possam atuar com mais respeito de outros especialistas da equipe (SARMENTO, 2007). 14 Quanto ao profissional, a avaliação da terapia cognitiva comportamental inclui métodos e técnicas para diagnóstico prévio e avaliação de um paciente para detecção a condição real do paciente, e só então prescrever métodos e técnicas que ele pode desenvolver no estabelecimento de metas a serem alcançadas no ambiente clínico do paciente. No final de cada a sessão deve avaliar o paciente para decidir sobre continuidade do tratamento, altaou controle periódico. Só o médico é o responsável por encaminhar o paciente ao setor terapia comportamental, mas o processo terapêutico, metodologia, as técnicas mais adequadas serão decididas por um especialista competente, bem como o uso ou adaptação de órteses, próteses, cadeiras com rodas, bengalas, andador e muito mais. Portanto, quando se trata de restaurar, desenvolver e manter saúde física do paciente, por meio dos métodos e técnicas da terapia comportamental, uma terapia cognitiva comportamental que qualificados para tanto, realizam essas atividades com plena independência (BORELLA; SACCHELLI, 2008). Um programa de aprendizagem motora adaptado à tarefa é mais eficaz com regeneração motora e para o nível de independência " nas atividades cotidianas. A terapia cognitiva comportamental desempenha um papel importante na facilitação do desenvolvimento motor, desenvolvendo os reflexos e ajudando a reduzir bloqueios, contraturas e deformidades. Para fazer isso, a terapia cognitiva comportamental deve se concentrar em chegar o mais próximo possível do desenvolvimento motor normal (INTERFISIO, 2019). A terapia cognitiva comportamental é muito importante no tratamento do TEA, pois o profissional é responsável por ajudar o paciente a desenvolver sua independência, facilitando as atividades diárias. No entanto, a terapia cognitiva comportamental também se estende à família. Porque possibilita a conscientização dos familiares a fim de orientar e ensinar técnicas que facilitem a integração no ambiente familiar (INTERFISIO, 2019). Além disso, a terapia cognitiva comportamental também tratará a condição motora do paciente, desenvolvendo trabalhos para redução de contraturas e deformidades, utilizando diversos equipamentos. Esses benefícios também estão ligados a um aumento potencial de confiança, motivação e interesse. Isso porque torna mais fácil realizar certas tarefas que seriam 15 difíceis ou mesmo impossíveis de realizar fora d'água (BLOG TERAPIA COMPORTAMENTAL, 2018). 16 5 METODOLOGIA Utiliza-se para a realização desta pesquisa o formato de revisão; buscando garantir a obtenção das informações mais relevantes dentro do campo de estudo da Psicopedagogia, utilizando-se dos descritores referentes a terapia comportamental, com alunos com transtorno do espectro autista (TEA), utilizando-se o banco de dados eletrônicos: Scientific Eletronic Library Online (SCIELO) e o Google Scholar. Uma revisão bibliográfica corresponde à descrição detalhada de um determinado assunto de forma qualitativa, sendo o método de pesquisa qualitativa como sendo de uma coleta de informações baseadas na observação, análise de pesquisas já realizadas, e definições simbólicas. 17 7 CRONOGRAMA Quadro 2 – Cronograma de execução das atividades do Projeto e do Trabalho de Conclusão de Curso. Fonte: Realizado pelo acadêmico (2023). ATIVIDADES 2023 2023 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ Escolha do tema. Definição do problema de pesquisa X X Definição dos objetivos, justificativa. X Definição da metodologia. X Pesquisa bibliográfica e elaboração da fundamentação teórica. X X Entrega da primeira versão do projeto. X X Entrega da versão final do projeto. X Revisão das referências para elaboração do TCC. X Elaboração do Capítulo 1. X Revisão e reestruturação do Capítulo 1 e elaboração do Capítulo 2. X Revisão e reestruturação dos Capítulos 1 e 2. Elaboração do Capítulo 3. X X Elaboração das considerações finais. Revisão da Introdução. X Reestruturação e revisão de todo o texto. Verificação das referências utilizadas. X X Elaboração de todos os elementos pré e pós-textuais. X X Entrega da monografia. X Defesa da monografia. X 18 REFERÊNCIAS BARROS Ana Lucia; SENRA Luciana Xavier; ZAUZA, Clara Miranda Ferraz. 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