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TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL NO 
ESPECTRO AUTISTA: SUA PROPOSTA E BENEFÍCIOS 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CAMPO GRANDE - MS 
2023 
 
 
1 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL NO 
ESPECTRO AUTISTA: SUA PROPOSTA E BENEFÍCIOS 
 
 
Projeto inicial do Trabalho de Conclusão de 
curso apresentado para o curso de pós-
graduação em Psicopedagogia, pela 
Faculdade CNI. 
 
Orientador: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CAMPO GRANDE - MS 
2023 
2 
 
SUMÁRIO 
 
SUMÁRIO ................................................................................................................. 2 
1 INTRODUÇÃO ....................................................................................................... 3 
1.1 O PROBLEMA ..................................................................................................... 4 
2 OBJETIVOS ........................................................................................................... 5 
2.1 OBJETIVO GERAL ............................................................................................. 5 
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ............................................................................... 5 
3 JUSTIFICATIVA ..................................................................................................... 6 
4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ............................................................................. 7 
4.1 CONCEITUALIZAÇÃO DO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA) .. 7 
4.2 OS TRATAMENTOS E TERAPIAS DO TEA ....................................................... 9 
4.3 A IMPORTÂNCIA DO PSICOPEDAGOGO NO TRATO DE CRIANÇAS COM 
TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO E A TERAPIA COMPORTAMENTAL
 ................................................................................................................................ 11 
5 METODOLOGIA .................................................................................................. 16 
7 CRONOGRAMA .................................................................................................. 17 
REFERÊNCIAS ....................................................................................................... 18 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3 
 
1 INTRODUÇÃO 
 
Os transtornos do espectro do autismo (TEA) incluem vários transtornos 
generalizados que afetam uma ou várias áreas do desenvolvimento infantil e que 
acompanharão o aluno por toda a vida. Sendo as maiores adversidades encontradas 
e vivenciadas pelo autismo as intermediadas por problemas de interação social, bem 
como, na dificuldade de aprendizagem da linguagem, comunicação em geral e 
desordens de pensamento e imaginação. 
As crianças diagnosticadas com autismo têm sintomas diferentes dependendo 
da gravidade e do tipo de distúrbio que sofrem, mas, em qualquer caso, todos são 
caracterizados por apresentar certo grau de distúrbio generalizado do 
desenvolvimento, e, portanto, exigem algumas necessidades em educação especial, 
acompanhadas do especialista na área em educação infantil, que será o docente 
equipado com mecanismos que favoreçam a inclusão do aluno com autismo dentro 
do âmbito educacional. 
As pesquisas mostram que os alunos com autismo caem fortemente na rotina. 
Esses alunos respondem melhor a sistemas organizados, então os professores, com 
alunos autistas, devem organizar e manter uma rotina de sala de aula específica 
para educar com sucesso essas crianças. Organizar a sala de aula no nível de 
compreensão de um aluno autista reduz suas dificuldades de aprendizagem. 
Independentemente da idade do aluno com autismo, a organização física, 
programação de aulas, métodos de ensino fazem a diferença no processo. Muitas 
vezes o aluno não entende a explicação do professor, o que pode causar uma reação 
agressiva ou desmotivação de sua parte; outras vezes, a linguagem do aluno é 
insuficiente para manter uma comunicação eficaz com o professor por meio de 
comportamento inadequado. 
A terapia cognitiva comportamental visa minimizar as consequências de: 
patologias que afetam o sistema nervoso, buscando a maior independência possível 
do paciente. Portanto, na avaliação terapêutica de pacientes com sequelas, que 
devem ser utilizados instrumentos neurológicos, que tenham a capacidade de 
verificar o desempenho de uma pessoa na realização de Atividades de Vida Diária. 
Neste aspecto, a Escala de Medição de Independência Funcional (FIM) é uma 
4 
 
ferramenta que avalia a capacidade de um indivíduo para aspectos motores e 
cognitivos / sociais da realização de várias atividades diárias (FIGUEIREDO; MEJIA, 
2014; BENVEGNU et al., 2008). 
Sendo assim, este trabalho tem por objetivo, verificar o papel do profissional 
psicopedagogo, no âmbito da terapia cognitiva comportamental no trato com 
pessoas que possuem TEA. 
Este trabalho se orienta através de uma pesquisa o formato de revisão; 
buscando garantir a obtenção das informações mais relevantes dentro do campo de 
estudo do meio da Terapia cognitiva comportamental, afim do trato para com 
pacientes portadores de TEA. Se utiliza dos descritores de revisão no âmbito da 
Terapia comportamental, Terapia cognitiva comportamental e TEA, utilizando-se o 
banco de dados eletrônicos: Scientific Eletronic Library Online (SCIELO), base de 
dados em saúde e atividade física, textos publicados pelo Ministério da Saúde do 
Brasil, e o Google Scholar. 
 
1.1 O PROBLEMA 
 
O problema a ser abordado neste trabalho, é de como a terapia cognitiva-
comportamental pode ser utilizada na melhora da aprendizagem, em alunos com 
autismo? 
 
 
 
 
 
 
5 
 
2 OBJETIVOS 
 
2.1 OBJETIVO GERAL 
 
Verificar o papel do profissional psicopedagogo, no âmbito da terapia cognitiva 
comportamental no trato com pessoas que possuem TEA. 
 
2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
 
1) Conceitualizar o transtorno do espectro autista (TEA); 
2) Apresentar os tratamentos e terapias do TEA; 
3) Elucidar a importância do psicopedagogo, no trato de crianças com TEA. 
6 
 
3 JUSTIFICATIVA 
 
A justificativa deste trabalho, inicialmente, se dá pela importância da 
abordagem de crianças e adolescentes com o transtorno do espectro autista (TEA), 
uma vez que costumam ser marginalizadas, com falta de inclusão, apesar das leis 
brasileiras, preverem o contrário. 
Consoante a isto, se tem, o fato do assunto ser pouco abordado entre os 
pedagogos, uma vez que, por ser uma parcela pequena dos alunos que portam este 
transtorno, muitos profissionais não se aprofundam neste aspecto, nem buscam se 
especializar, tendo assim, poucos professores com capacidade para lidar com estes 
alunos. 
Por fim, a finalidade deste trabalho, é de também, melhorar a qualidade da 
educação das crianças portadoras do transtorno do espectro autista, permeia-se na 
tentativa de fomentar uma pesquisa que busque a realização de cursos de 
aperfeiçoamento destinados a professores especialistas que apoiam projetos de 
integração escolar ou que trabalham em escolas especiais, bem como professores 
básicos que têm alunos com déficits visuais em suas salas de aula. 
 
 
 
 
7 
 
4 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 
 
4.1 CONCEITUALIZAÇÃO DO TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA (TEA) 
 
O Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) inclui um grupo de transtornos 
do neurodesenvolvimento que são transtornos de gravidade variável e se referem a 
um complexo de déficits graves e persistentes nas habilidades de interação social 
mútua e comunicação interpessoal (deficiências no desenvolvimento linguístico e 
não verbal). comunicação), bem como na presença de padrões de comportamento, 
interesses ou atividades limitados, repetitivos e estereotipados. Considerando que 
nem todos os psicopedagogos com TEA apresentam os mesmos sintomas e com a 
mesma intensidade, pois diferentes sintomas podem variar de psicopedagogo para 
psicopedagogo em qualquer momento da evolução dependendodo nível cognitivo e 
possível aparecimento de outros sintomas ou distúrbios (OLIVEIRA; SERTIÉ, 2017). 
Ainda segundo Kanner (1943) apud Marinho e Merkle (2009), observa que o 
sintoma primário de "isolamento autista" estava presente na criança desde tenra 
idade, sugerindo tratar-se de um distúrbio congênito na época. Ele descreveu os 
casos de onze crianças que, desde o início de suas vidas, estavam presas ao 
isolamento extremo e um desejo obsessivo de manter a rotina, chamando-as de 
"autistas". 
Já Hans Asperger (1944), ampliou as descrições sobre o TEA, que antes feitas 
por Kanner (1943), incluindo na discussão, casos de comprometimento orgânico. 
Segundo Asperger (1944) apud Bosa (2002), que, ele percebeu o problema das 
dificuldades das crianças em olhar para situações sociais, mas também levantou 
objeções à presença de um olhar curto e periférico; Ele chamou a atenção para as 
peculiaridades dos gestos - desprovidos de significados e estereótipos - e da fala 
que pode ser apresentada sem problemas gramaticais e com vocabulário variado, 
mas monotonamente. 
Bosa (2002) descreve que Asperger não enfatizava tanto o retraimento social 
extremo quanto Kanner, mas sim atitudes ingênuas e inadequadas em relação às 
pessoas. Ele também olhou para as dificuldades dos pais em encontrar uma 
deficiência nos primeiros três anos de vida de uma criança. Embora a síndrome 
descrita por Asperger (1944) seja diferente da de Kanner (1943), houve semelhanças 
8 
 
em alguns aspectos, como dificuldades no relacionamento interpessoal e na 
comunicação. 
Em 1944, Hans Asperger descreveu o TEA em um grupo de quatro 
característica comuns, mostrando entre eles a existência grande déficit de interação 
social, embora, aparentemente, possuíam um desenvolvimento cognitivo e verbal 
corretos. Em seu artigo intitulou o TEA como uma espécie de "psicopatia autista", 
segundo informado por, Mas (2018, p.22), e forneceu observações apontando as 
mesmas características principais, já fornecidas por Kanner, mesmo sem o 
conhecimento do seu trabalho. 
Finalmente, Kanner e Asperger usaram o termo autismo. Inicialmente, Kanner 
chamou de Transtorno de Contato Afetivo Autista, e Asperger usou o termo 
Psicopatia Autista. Mas Kanner mais tarde substituiu o termo "transtorno autista" por 
autismo infantil. caracterizar a natureza da deficiência. Sobre o termo utilizado por 
Kanner e Asperger, Bosa (2002) explica que, tanto Kanner quanto Aspeger usaram 
o termo para chamar a atenção para um traço de comportamento social que vai além 
da simples questão de isolamento físico, timidez ou rejeição ao contato interpessoal, 
mas é caracterizado principalmente pela dificuldade de manter contato afetivo com 
os outros de forma significativa. e forma espontânea. e comigo mesmo. 
Marinho e Merkle (2009) indicam que em 1983 a Síndrome de Asperger 
deixou de ser considerada autismo. Em 1987, a American Psychiatric Association 
(APS), cunhou o termo Transtorno Invasivo de Desenvolvimento, então o autismo 
não é mais psicose infantil. 
Segundo Mello (2007), o autismo é descrito como um transtorno do 
desenvolvimento caracterizado por alterações que ocorrem em pessoas muito 
jovens, geralmente antes dos três anos de idade, com efeitos múltiplos e variáveis 
em áreas nobres do desenvolvimento humano como comunicação, interação social, 
aprendizagem , e adaptabilidade. O TEA é a presença de um desenvolvimento 
claramente atípico das interações sociais e da comunicação, bem como um 
repertório de atividades e interesses claramente limitado. 
Uma definição simples poderia ser conforme Millá (2009) “uma síndrome que 
afeta a comunicação, as relações sociais e afetivas do indivíduo". É a incapacidade 
de estabelecer contato habitual com as pessoas, dificuldades para falar, não olhar 
nos olhos, não brincar com outras praticantes de pedagogia, é difícil controlar as 
9 
 
emoções, porque estas praticantes de pedagogia não suportam mudanças 
rotineiras, são distraídas, têm movimentos repetitivos com os outros e suas mãos ou 
cabeça; constantemente balançam seus corpos, fazem atividades fixas. 
Esses comportamentos não apenas dificultam a vida das pessoas com 
autismo, mas também afetam seriamente suas famílias, os prestadores de serviços 
de saúde que os atendem, seus profissionais de pedagogia e qualquer pessoa que 
tenha contato com eles (WHITMAN, 2015). 
Uma das primeiras prioridades educacionais é a aprendizagem da linguagem 
oral, que envolve a interação com outros falantes que apresentam modelos, usos e 
estratégias para o uso da linguagem oral, proporcionando oportunidades para o 
desenvolvimento de habilidades orais (SANTOS, 2008). 
Muitas das aprendizagens que as praticantes de pedagogia adquirem são 
realizadas em contato com seus pares através de jogos, conversas, atividades em 
grupo. Isso possibilita compartilhar aprendizados, ideias sobre o mundo 
proporcionando segurança emocional (HEWITT, 2006). 
O praticante de pedagogia portador da síndrome do autismo precisa interagir 
com os ouvintes, mas será difícil se a instituição não oferecer as melhores condições 
para uma pedagogia padronizada. Mas mesmo com essas dificuldades um 
pedagogo pode colocar em prática e sistematicamente um sistema que permita a 
inclusão do praticante de pedagogia com autismo (GRANDIN, 2015). 
 
4.2 OS TRATAMENTOS E TERAPIAS DO TEA 
 
Não há cura para o TEA; acompanha o indivíduo ao longo de sua vida. As 
terapias e intervenções comportamentais são projetadas para minimizar sintomas 
específicos e podem fornecer uma melhoria substancial na qualidade de vida. O 
plano de tratamento ideal coordena terapias e intervenções que atendem às 
necessidades específicas de cada criança (FERNANDES; et al, 2011). 
O tipo de intervenção mais eficaz é a psicoeducativa, fornecida por 
psiquiatras, psicopedagogos, pedagogos, fonoaudiólogos. O tratamento precoce 
melhora significativamente os sintomas em muitos casos e é essencial para que as 
crianças desenvolvam habilidades sociais e adaptem seu comportamento. Na 
verdade, o diagnóstico tardio está relacionado ao aparecimento de problemas 
10 
 
associados, como distúrbios alimentares, ansiedade ou depressão (FERNANDES; 
et al, 2011). 
No tratamento do TEA, os medicamentos não são usados, exceto em poucos 
casos e apenas para controlar possíveis complicações. A atitude dos pais é a chave 
para o bem-estar das pessoas com TEA (FERNANDES; et al, 2011). 
Como já mencionado o TEA (mais conhecidos pelo termo cotidiano "autismo") 
compreende um grupo de distúrbios de desenvolvimento neurológico que começam 
cedo na vida e afetam o desenvolvimento da sociabilidade, comunicação, 
brincadeiras, interesse e habilidades sensoriais em crianças. Eles são crônicos e 
permanecem durante toda a vida. Atualmente, as evidências científicas indicam que, 
em grande maioria, se não em todos os casos, a causa de seu aparecimento se deve 
a fatores genéticos, interagindo com fatores ambientais, em grande parte 
desconhecidos (QUARESMA; SILVA, 2010). 
Como as causas não são conhecidas com certeza, não há tratamentos 
curativos para os TEA. Assim, não há tratamento farmacológico que cure o autismo, 
ou mesmo melhore os sintomas do autismo, embora existam medicamentos que 
possam ajudar nos problemas comumente associados ao autismo, tais como 
hiperatividade, irritabilidade, etc. (QUARESMA; SILVA, 2010). 
O tratamento de escolha para os TEA continua sendo o tratamento psico-
educativo, aplicado em ambientes naturais, especialmente na primeira infância e, 
posteriormente, outros tratamentos em idade escolar que incluem tratamentos 
cognitivos e/ou comportamentais que abordam as dificuldades cognitivas, 
habilidades sociais, comunicação e autonomia que ocorrem posteriormente 
(QUARESMA; SILVA, 2010). 
Os tratamentos devem continuar durante toda a vida e incluir tratamentos nas 
áreas escolar, familiar, individual e grupal e, posteriormente,ajuda no treinamento e 
incorporação ao trabalho, moradia e tempo livre. No caso de doenças crônicas, para 
as quais não há tratamentos que tenham demonstrado uma certa eficácia, não é raro 
que sejam apresentadas através da mídia, da Internet e ao público em geral, 
supostamente tratamentos curativos sem qualquer base científica ou segurança em 
seu uso (QUARESMA; SILVA, 2010). 
Os TEA diferem em sua apresentação clínica, problemas e necessidade de 
ajuda. Alguns estão associados a deficiências intelectuais ou graves problemas de 
11 
 
comunicação, enquanto outros permitem o desenvolvimento de habilidades 
cognitivas em determinadas áreas e excelentes níveis de comunicação, mas com 
uma falta de compreensão do mundo social, emocional e cognitivo. Os primeiros 
precisarão da ajuda de uma dependência total ou parcial para sua sobrevivência e 
cuidado, enquanto os segundos precisarão de ajuda para a incorporação ao mundo 
social, seja na escola, no trabalho ou em qualquer ambiente ao seu redor. Todos 
precisarão de ajuda contínua para levar uma vida digna (MARFINATI; ABRÃO, 
2011). 
 
4.3 A IMPORTÂNCIA DO PSICOPEDAGOGO NO TRATO DE CRIANÇAS COM 
TRANSTORNO DO ESPECTRO DO AUTISMO E A TERAPIA COMPORTAMENTAL 
 
Nos anos recentes, a difusão e extensão da ideia de melhorar a qualidade da 
psicologia para todos, traz o desafio de alcançar uma escola inclusiva que elimina 
os processos de exclusão na psicologia e promove a devida atenção a todos os 
praticantes de psicologias dentro ambientes educacionais gerais. Portanto, uma das 
tarefas essenciais, tanto de pesquisa quanto de intervenção educacional, é encontrar 
maneiras de promover a aprendizagem (BARROS., et al, 2005). 
Para dar uma resposta educativa para este praticante de psicologia, o foco da 
escola inclusiva enfatiza a necessidade de melhorar as áreas consideradas 
prioritárias no seu desenvolvimento, tais como as emoções de ensino e crenças, 
através do trabalho colaborativo entre professor de psicologia e especialistas, bem 
como promover uma cultura escola orientada à pesquisa para o desenvolvimento e 
aprimoramento da prática pedagógica (BOSA; SEMENSATO apud SCHMIDT, 
2013). 
A psicologia inclusiva eleva a presença, participação e desempenho de todos 
os praticantes de psicologias. Este compromisso pode colocar os educadores físicos 
de psicologia de psicologia na necessidade de abordar casos de crianças com 
autismo que possuem pouca formação e com poucas referências pedagógicas da 
sua abordagem educacional. De fato, os educadores, praticantes de psicologias 
percebem-se carentes de recursos, processos e estratégias no âmbito de sua prática 
educativa (BRASIL, 2013). 
12 
 
É conveniente, portanto, desenvolver e validar práticas pedagógicas de 
acordo com as necessidades e características de aprendizagem dos praticantes de 
psicologias com TEA, uma vez que essas pessoas precisam de processos de ensino-
aprendizagem que respondam às suas necessidades individuais (FONSECA; LEON 
apud SCHMIDT, 2013). 
Além disso, a figura do professor de psicologia de psicologia pode 
desempenhar um papel decisivo no desenvolvimento da pessoa com TEA, sendo 
responsável e comprometido com a psicologia da criança e criando uma influência 
muito importante no seu desenvolvimento. Neste sentido, o corpo docente começa 
a abrir a porta fechada do mundo autista, através de uma inter-relação, proveniente 
de uma adequação de instituições de ensino de grande valor derivavam para o 
desenvolvimento da criança (GADIA, 2006). 
Portanto, o desenvolvimento de ensino-aprendizagem para dar resposta 
educativa às necessidades de compreensão dos estados mentais que os praticantes 
de psicologias com TEA torna-se um aspecto fundamental para alcançar uma 
qualidade e dar efeito ao princípio da psicologia para tudo. Portanto, o 
psicopedagogo, deve ter o fim de implementar e validar um programa educacional 
projetado para ensinar a compreensão das emoções e crenças em praticante de 
psicologias com TEA (HEWITT, 2006). 
Para que isso aconteça, é necessário que os educadores físicos de psicologia 
de psicologia têm uma atitude positiva para a inclusão dessas pessoas, bem como 
serem treinados e tenham recursos disponíveis para atender às necessidades de 
seus praticantes de psicologias. Portanto, é importante que os educadores físicos de 
psicologia de psicologia tenham a ajuda, orientação e colaboração de especialistas 
em sua prática educacional, a fim de abordar de forma mais eficaz a psicologia com 
essas pessoas (SANTOS, 2008). 
Miranda (2003) explica que a aprendizagem de crianças autistas em um 
conceito amplo corresponde a adaptar uma psicologia voltada a crianças que sofrem 
de alguma dificuldade na aprendizagem, ou de alguma deficiência que impede ou 
dificulta o uso de instalações educacionais que geralmente estão disponíveis para 
pares da mesma idade. Seja por causas internas, por deficiências no ambiente 
familiar ou por um histórico de aprendizado não ajustado. 
13 
 
A figura do psicopedagogo, é fundamental no processo de inclusão de uma 
criança com as condições do espectro do autismo (CEA), dentro do ambiente 
educacional regular, deve se ter em mente que não é apenas sobre integração, mas 
sobre inclusão. Isso requer avaliar a individualidade do praticante de psicologia com 
CEA, tem qualidade acadêmica, social e emocional no ambiente de psicologia com 
base em que tem os mesmos direitos educacionais que outros, bem como a 
oportunidade de participar, socializar e desenvolver sem fazer qualquer distinção e 
que o psicopedagogo, deve veja o praticante de psicologia com o TEA como uma 
oportunidade extraordinária melhorar enquanto profissional (LOPEZ, 2011). 
A terapia cognitiva comportamental foi regulamentada como profissão pelo 
Decreto-Lei n.º 938, de 13 de outubro de 1969. As suas atividades incluem a 
realização de métodos terapêuticos, técnicas e procedimentos de contacto físico 
aplicados diretamente ao paciente enquanto este está consciente ou não. É uma das 
profissões mais jovens da área saúde e visa prevenir e tratar lesões cinéticas 
funcionais decorrentes de lesões e doenças por meio de mecanismos terapêuticos 
adequados. Dependendo da especialização, a terapia cognitiva comportamental 
pode ajudar pacientes em condições clínicas graves, em estado terminal e até 
mesmo em situações de risco de vida (BRAZ et al., 2009). 
A dedicação da terapia cognitiva comportamental a pacientes críticos 
começou entre as idades de 40 e 50 anos. devido à crise da poliomielite (MOREIRA 
et al., 2005), então sua reclamação na terapia intensiva foi progressiva (NOZAWA et 
al., 2008), e como membro profissional da equipe multidisciplinar em o tratamento 
de pacientes em unidades de terapia intensiva (UTI) é reconhecido em vários países 
desenvolvidos (BORGES et al., 2009; GODOY et al., 2011). 
No Brasil, embora os terapeutas comportamentais estejam cada vez mais 
presentes nas UTI, sua operação difere de instituição para instituição e sua função 
não é bem definida. Nos anos 1973-1979, foi reconhecida a importância da terapia 
cognitiva comportamental nos hospitais. Sem dúvida, o novo papel da terapia 
cognitiva comportamental respiratória brasileira tem possibilitado uma importante 
integração interdisciplinar e interdisciplinar que começa a exigir cada vez mais. 
estudando e aprimorando a terapia comportamental, para que possam atuar com 
mais respeito de outros especialistas da equipe (SARMENTO, 2007). 
14 
 
Quanto ao profissional, a avaliação da terapia cognitiva comportamental inclui 
métodos e técnicas para diagnóstico prévio e avaliação de um paciente para 
detecção a condição real do paciente, e só então prescrever métodos e técnicas que 
ele pode desenvolver no estabelecimento de metas a serem alcançadas no ambiente 
clínico do paciente. No final de cada a sessão deve avaliar o paciente para decidir 
sobre continuidade do tratamento, altaou controle periódico. Só o médico é o 
responsável por encaminhar o paciente ao setor terapia comportamental, mas o 
processo terapêutico, metodologia, as técnicas mais adequadas serão decididas por 
um especialista competente, bem como o uso ou adaptação de órteses, próteses, 
cadeiras com rodas, bengalas, andador e muito mais. Portanto, quando se trata de 
restaurar, desenvolver e manter saúde física do paciente, por meio dos métodos e 
técnicas da terapia comportamental, uma terapia cognitiva comportamental que 
qualificados para tanto, realizam essas atividades com plena independência 
(BORELLA; SACCHELLI, 2008). 
Um programa de aprendizagem motora adaptado à tarefa é mais eficaz com 
regeneração motora e para o nível de independência " nas atividades cotidianas. 
A terapia cognitiva comportamental desempenha um papel importante na 
facilitação do desenvolvimento motor, desenvolvendo os reflexos e ajudando a 
reduzir bloqueios, contraturas e deformidades. Para fazer isso, a terapia cognitiva 
comportamental deve se concentrar em chegar o mais próximo possível do 
desenvolvimento motor normal (INTERFISIO, 2019). 
A terapia cognitiva comportamental é muito importante no tratamento do TEA, 
pois o profissional é responsável por ajudar o paciente a desenvolver sua 
independência, facilitando as atividades diárias. No entanto, a terapia cognitiva 
comportamental também se estende à família. Porque possibilita a conscientização 
dos familiares a fim de orientar e ensinar técnicas que facilitem a integração no 
ambiente familiar (INTERFISIO, 2019). Além disso, a terapia cognitiva 
comportamental também tratará a condição motora do paciente, desenvolvendo 
trabalhos para redução de contraturas e deformidades, utilizando diversos 
equipamentos. 
Esses benefícios também estão ligados a um aumento potencial de confiança, 
motivação e interesse. Isso porque torna mais fácil realizar certas tarefas que seriam 
15 
 
difíceis ou mesmo impossíveis de realizar fora d'água (BLOG TERAPIA 
COMPORTAMENTAL, 2018). 
 
 
 
 
 
 
 
16 
 
5 METODOLOGIA 
 
Utiliza-se para a realização desta pesquisa o formato de revisão; buscando 
garantir a obtenção das informações mais relevantes dentro do campo de estudo da 
Psicopedagogia, utilizando-se dos descritores referentes a terapia comportamental, 
com alunos com transtorno do espectro autista (TEA), utilizando-se o banco de 
dados eletrônicos: Scientific Eletronic Library Online (SCIELO) e o Google Scholar. 
Uma revisão bibliográfica corresponde à descrição detalhada de um 
determinado assunto de forma qualitativa, sendo o método de pesquisa qualitativa 
como sendo de uma coleta de informações baseadas na observação, análise de 
pesquisas já realizadas, e definições simbólicas. 
 
 
 
 
 
17 
 
7 CRONOGRAMA 
 
Quadro 2 – Cronograma de execução das atividades do Projeto e do 
Trabalho de Conclusão de Curso. 
 
 
 
Fonte: Realizado pelo acadêmico (2023). 
ATIVIDADES 
2023 2023 
JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ 
Escolha do tema. Definição do 
problema de pesquisa 
 
 
X 
 X 
 
Definição dos objetivos, 
justificativa. 
 
 
 
 X 
 
Definição da metodologia. 
 
 X 
 
Pesquisa bibliográfica e 
elaboração da fundamentação 
teórica. 
 
 X X 
 
Entrega da primeira versão do 
projeto. 
 
 X X 
 
Entrega da versão final do 
projeto. X 
Revisão das referências para 
elaboração do TCC. 
 
 X 
Elaboração do Capítulo 1. 
 
 X 
Revisão e reestruturação do 
Capítulo 1 e elaboração do 
Capítulo 2. 
 
 X 
Revisão e reestruturação dos 
Capítulos 1 e 2. Elaboração do 
Capítulo 3. 
 
 X X 
Elaboração das considerações 
finais. Revisão da Introdução. 
 
 X 
Reestruturação e revisão de 
todo o texto. Verificação das 
referências utilizadas. X X 
Elaboração de todos os 
elementos pré e pós-textuais. 
 
 
 
 
 X X 
Entrega da monografia. 
 
 X 
Defesa da monografia. X 
18 
 
REFERÊNCIAS 
BARROS Ana Lucia; SENRA Luciana Xavier; ZAUZA, Clara Miranda Ferraz. O 
processo de inclusão de portadores do transtorno do espectro autista, 2015. 
Disponível em: www.psicologia.pt/artigos/textos/A0896.pdf. Acesso em 17 de jan. 
2023. 
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