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da
PREFEITURA DE OLINDA-PE
Guarda Civil
História da Cidade de Olinda
A História da fundação de Olinda. Marcos e Figuras Históricas de Olinda ................... 1
Problematização do conceito de patrimônio em Olinda ................................................ 1
Patrimônio material, imaterial e cultural de Olinda ........................................................ 2
A trajetória histórica das ações de preservação do patrimônio olindense .................... 3
A construção da ideia de patrimônio em Olinda ............................................................ 3
Memória, patrimônio, identidade e diversidade cultural olindense ................................ 4
Arte olindense: pintura, teatro, escultura, arquitetura, literatura e música .................... 5
A biografia de Duarte Coelho e de Brites de Albuquerque ............................................ 6
Origem da expressão: “Marim dos Caetés.”.................................................................. 6
O contexto histórico do Palácio dos Governadores de Olinda ...................................... 7
História formal do ensino jurídico no Brasil ................................................................... 7
A Guerra dos Mascates e a instituição da república (primeiro grito da república) ........ 9
Contexto histórico dos Fortes de Olinda e igrejas de Olinda ........................................ 9
Exercícios ...................................................................................................................... 10
Gabarito ......................................................................................................................... 21
Apostila gerada especialmente para: Jhenyffer Biankha 112.950.164-78
1
A História da fundação de Olinda. Marcos e Figuras Históricas de Olinda
 
Olinda, localizada no estado de Pernambuco, é um autêntico patrimônio histórico e cultural do Brasil. 
Com suas vias de paralelepípedos, casarios coloniais e templos centenários, Olinda nos transporta para 
tempos remotos, revelando a farta história que forjou a região.
 A narrativa da fundação de Olinda remonta ao ano de 1535, quando Duarte Coelho, um nobre lusitano, 
recebeu das mãos do monarca Dom João III a capitania de Pernambuco. Coelho optou pela colina que se 
erguia entre os rios Beberibe e Capibaribe para estabelecer o núcleo urbano que se tornaria Olinda. O epí-
teto da urbe é atribuído à observação do sítio por Coelho, que teria exclamado “Oh, excelente localidade 
para erigir uma vila!”. Desde sua fundação, Olinda converteu-se em um relevante centro colonial e um dos 
principais portos da região Nordeste do Brasil. Com o incremento do cultivo de cana-de-açúcar, a cidade ex-
pandiu-se economicamente e atraiu uma afluência de mercadores e colonos. Esse contexto de prosperidade 
econômica contribuiu para a construção de imponentes edifícios e monumentos que até hoje fascinam os 
visitantes. Entre os pontos históricos de Olinda, destaca-se a majestosa Catedral da Sé, cuja construção teve 
início no século XVI e foi concluída no século XVII. O templo é um símbolo da religiosidade do povo olindense 
e alberga obras de arte sacra de valor inestimável. Ademais, o Mosteiro de São Bento, erigido pelos monges 
beneditinos, e a Igreja do Carmo, com seu célebre altar dourado, são exemplos notórios da arquitetura reli-
giosa presente na urbe.
 Outro destaque da história de Olinda são suas festividades populares, em especial o renomado Carna-
val. Reconhecido como Patrimônio Imaterial da Humanidade pela UNESCO, o Carnaval de Olinda é célebre 
por sua efusiva alegria, ritmos cativantes e pelas afamadas troças, grupos que desfilam pelas vias animando 
os foliões. Além dos pontos arquitetônicos e das festividades, Olinda também foi berço de importantes perso-
nalidades históricas. Entre elas, destaca-se Frei Caneca, líder da Confederação do Equador, movimento que 
insurgiu contra a centralização do poder no Brasil durante o período imperial. Também podemos mencionar 
o escritor e dramaturgo Nelson Rodrigues, conhecido por suas obras controversas e provocativas que dei-
xaram sua marca na literatura brasileira. Explorar a história da fundação de Olinda e conhecer os pontos e 
personalidades históricas que moldaram a urbe é uma experiência enriquecedora. 
 É uma oportunidade de se conectar com as raízes culturais do Brasil e compreender a relevância desse 
local encantador na construção da identidade nacional. Olinda é uma verdadeira joia do passado, que se 
mantém viva e pulsante, compartilhando sua história e sua beleza com todos que a visitam.
Problematização do conceito de patrimônio em Olinda
A problematização do conceito de herança em Olinda refere-se às questões que envolvem a preservação 
e a administração adequada de seu vasto patrimônio histórico. O município possui um conjunto arquitetônico 
e cultural de valor inestimável, mas a falta de recursos, o descaso e a carência de planejamento adequado 
têm colocado em risco a conservação desse legado. Um dos principais desafios enfrentados por Olinda é o 
equilíbrio entre a preservação e a utilização dos espaços históricos. A cidade recebe um grande número de 
turistas, especialmente durante o Carnaval, mas nem sempre a infraestrutura e os serviços oferecidos são 
adequados para lidar com essa demanda. A superlotação, o fluxo intenso e a falta de cuidado por parte de 
alguns visitantes podem ocasionar danos ao patrimônio histórico.
 Ademais, a falta de recursos financeiros destinados à preservação e restauração dos edifícios históri-
cos tem sido uma preocupação constante. A conservação de residências, igrejas e outras estruturas requer 
investimentos significativos, que nem sempre são disponibilizados de forma adequada. Isso resulta na de-
terioração gradual do patrimônio e na perda de elementos que contam a história e a identidade de Olinda. 
Outra questão em discussão é a ocupação desordenada do espaço urbano. O município sofre com a ex-
Apostila gerada especialmente para: Jhenyffer Biankha 112.950.164-78
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pansão desorganizada, construções irregulares e descaracterização de áreas históricas. A ausência de um 
planejamento urbano adequado compromete a integridade do patrimônio e prejudica a qualidade de vida dos 
moradores locais. Diante desses desafios, é essencial repensar o conceito de herança em Olinda e buscar 
soluções que assegurem a preservação e a valorização de seu legado histórico e cultural. Isso envolve a 
adoção de políticas públicas efetivas, o estabelecimento de parcerias entre o poder público e a iniciativa pri-
vada, a conscientização da população local e dos visitantes sobre a importância da herança e o investimento 
em educação patrimonial.
 Preservar o patrimônio de Olinda não é apenas uma responsabilidade das autoridades, mas também de 
todos os habitantes. É necessário reconhecer a importância desse legado cultural, valorizar a identidade lo-
cal e contribuir ativamente para a sua proteção. Olinda é uma cidade de beleza singular, repleta de história e 
encantos. A problematização do conceito de herança é uma reflexão necessária para que o município possa 
enfrentar os desafios e garantir um futuro sustentável para o seu passado. A preservação de Olinda é um 
compromisso com a memória, a cultura e a identidade não apenas de Pernambuco, mas de todo o Brasil.
Patrimônio material, imaterial e cultural de Olinda
Quando falamos de Patrimônio material, Olinda possui um conjunto urbanístico singular, composto por 
mansões antigas, igrejas seculares, conventos e monumentos históricos. Essas construções mantêm carac-
terísticas marcantes da arquitetura colonial brasileira, como fachadas vivas, detalhes em azulejos portugue-
ses e influências barrocas. Sobressaem nesse panorama a Catedral Metropolitana de Olinda, o Mosteiro de 
São Bento, a Capela da Misericórdia e o Mercado Eufrásio Barbosa.
 Em adição do legado físico, Olinda é portadora de um riquíssimo patrimônio intangível. A cidadeé o 
berço de expressões culturais e folclóricas, como o famoso Carnaval de Olinda, considerado um dos mais 
festivos e coloridos do país. Durante essa festividade, as ladeiras da cidade ganham vida com os blocos de 
rua, maracatus, afoxés, frevos e grupos folclóricos, proporcionando uma experiência única aos participantes. 
A cultura olindense também se expressa por meio da música, dança e culinária. Os ritmos tradicionais, como 
o maracatu, o coco, o frevo e o forró, embalam as comemorações e encantam os moradores e visitantes. A 
gastronomia local é marcada por pratos típicos, como a tapioca, o bolo de rolo, a feijoada pernambucana e 
o acarajé.
 Além do mais, Olinda é palco de diversos eventos culturais ao longo do ano, como festivais de música, 
dança e teatro, que celebram a diversidade cultural e artística da região. O patrimônio cultural de Olinda 
não se limita somente às edificações e festividades, mas também abrange as tradições, saberes e técnicas 
transmitidos de geração em geração. O artesanato local, com ênfase na cerâmica e no bordado, evidencia a 
habilidade e o talento dos artesãos olindenses, que perpetuam tradições e estilos ancestrais. E para preser-
var e valorizar todo esse patrimônio, Olinda conta com a atuação de instituições de proteção e conservação, 
como o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e a Fundação do Patrimônio Histórico e 
Artístico de Pernambuco (Fundarpe). Essas entidades trabalham em parceria com a comunidade local para 
promover ações de conservação, revitalização e divulgação do patrimônio da cidade.
 Em síntese, Olinda é uma cidade que exala história, tradição e cultura. Seus legados físicos, intangíveis 
e culturais são tesouros valiosos que encantam e despertam o orgulho de todos que têm a oportunidade de 
conhecer e vivenciar essa fascinante cidade pernambucana.
Apostila gerada especialmente para: Jhenyffer Biankha 112.950.164-78
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A trajetória histórica das ações de preservação do patrimônio olindense
A trajetória histórica das ações de preservação do patrimônio olindense remonta a um longo período de 
valorização e proteção das riquezas culturais e históricas dessa encantadora cidade pernambucana. Olinda, 
conhecida por seu legado arquitetônico e cultural, possui um patrimônio único que desperta o interesse de 
moradores e visitantes. Desde o início do século XX, percebeu-se a importância de preservar as construções 
antigas e os monumentos históricos que compõem o cenário urbano de Olinda. Em 1937, o conjunto arqui-
tetônico e paisagístico da cidade foi tombado pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, hoje 
Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), órgão responsável pela proteção dos bens 
culturais do país.
 Ao longo das décadas seguintes, diversas iniciativas foram desenvolvidas para a preservação e valori-
zação do patrimônio olindense. A criação da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco 
(Fundarpe) em 1972 foi um marco importante nesse processo. A Fundarpe tem como missão promover políti-
cas de proteção e difusão do patrimônio cultural, contribuindo para o desenvolvimento sustentável da região. 
No âmbito municipal, a Prefeitura de Olinda também desempenha um papel fundamental na preservação 
do patrimônio da cidade. A Secretaria de Patrimônio e Cultura de Olinda atua na conservação e gestão dos 
bens culturais, promovendo ações de manutenção, restauração e revitalização dos espaços históricos. Além 
disso, a Secretaria trabalha em parceria com a comunidade local, estimulando a participação ativa dos mo-
radores na preservação do patrimônio. A conscientização da população sobre a importância da preservação 
do patrimônio também é um aspecto relevante nessa trajetória. A realização de campanhas de educação 
patrimonial, a promoção de atividades culturais e a valorização das tradições locais contribuem para desper-
tar o sentimento de pertencimento e responsabilidade em relação ao patrimônio olindense. É válido ressaltar 
que a trajetória das ações de preservação do patrimônio olindense não se restringe apenas às instituições 
governamentais. Diversas organizações não governamentais, associações de moradores, grupos de pesqui-
sa e estudiosos da história e da cultura local têm desempenhado um papel relevante na defesa e promoção 
do patrimônio de Olinda.
 Nesse contexto, é possível observar os resultados positivos dessas ações ao percorrer as ruas e ladei-
ras de Olinda. A conservação das casas coloniais, a manutenção das igrejas seculares, a preservação dos 
monumentos históricos e a valorização das manifestações culturais tradicionais são testemunhos vivos da 
trajetória de preservação do patrimônio olindense. No entanto, apesar dos avanços conquistados ao lon-
go do tempo, ainda existem desafios a serem enfrentados. A necessidade de recursos financeiros para a 
manutenção e restauração dos espaços, a conscientização contínua da população e a busca por parcerias 
público-privadas são algumas das questões que demandam atenção constante.
 Entretanto, a trajetória histórica das ações de preservação do patrimônio olindense é marcada pela valo-
rização da história, da cultura e das tradições da cidade. A atuação conjunta de instituições governamentais, 
comunidade local e demais envolvidos é fundamental para garantir a proteção e a perpetuação desse valioso 
patrimônio, para as gerações presentes e futuras, tornando Olinda um exemplo de preservação e respeito 
ao legado histórico e cultural.
A construção da ideia de patrimônio em Olinda
A formação da concepção de herança em Olinda remete ao reconhecimento da importância de sua ar-
quitetura colonial e dos elementos culturais que a constituem. Essa percepção de herança está diretamente 
ligada à preservação e valorização das lembranças, identidades e saberes que compõem a cidade.
 Um momento crucial nesse processo foi o registro do conjunto arquitetônico e paisagístico de Olinda 
pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 1937. Esse reconhecimento oficial fortaleceu 
a relevância da herança olindense e possibilitou a implementação de iniciativas de conservação. Além do 
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reconhecimento institucional, a comunidade local também teve um papel fundamental na formação da con-
cepção de herança em Olinda. Associações de moradores, grupos de pesquisa e estudiosos da história e da 
cultura contribuíram para a valorização das tradições, da identidade e da memória da cidade. A preservação 
da herança olindense não se restringe apenas aos edifícios históricos. Ela abrange também as festividades, 
os rituais, as expressões culturais e os conhecimentos transmitidos de geração em geração. O Carnaval de 
Olinda, por exemplo, é reconhecido como uma importante herança imaterial, que mobiliza a comunidade e 
atrai visitantes de todo o país.
 A conscientização da população sobre a importância da preservação da herança é outro aspecto re-
levante na construção dessa concepção. Campanhas de educação patrimonial e atividades culturais são 
realizadas para envolver os moradores e despertar o sentimento de pertencimento e responsabilidade em 
relação à herança olindense. Nesse contexto, é essencial mencionar a atuação de instituições governamen-
tais e não governamentais na promoção e preservação da herança em Olinda. Organizações como o Ins-
tituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e a Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico 
de Pernambuco (Fundarpe) desempenham um papel importante na proteção e disseminação da herança 
cultural da cidade.
 A formação da concepção de herança em Olinda é um processo contínuo, que envolve ações de conser-
vação, pesquisa, valorização e educação. É necessário reconhecer e respeitar a diversidade cultural, garantin-
do que as futuras gerações possam apreciar esse rico legado. Em resumo, Olinda é uma cidade que, ao longo 
do tempo, construiu uma sólida noção de herança, quevai além das construções históricas e abrange a cultura, 
as tradições e as expressões vivas da comunidade. A valorização dessa herança contribui para fortalecer a 
identidade da cidade e garantir a sua preservação para as gerações futuras.
Memória, patrimônio, identidade e diversidade cultural olindense
Olinda possui uma rica trajetória histórica e cultural que se reflete na memória coletiva de seus habitantes. 
A memória é um elemento fundamental na construção da identidade e preservação do patrimônio olindense, 
sendo o ponto de partida para compreender a diversidade cultural presente na região. A memória é uma es-
pécie de tesouro imaterial que abriga lembranças, histórias e tradições transmitidas de geração em geração. 
Em Olinda, ela está intimamente ligada à preservação do patrimônio, que engloba não apenas as edificações 
históricas, mas também as festividades, os rituais, as expressões artísticas e os saberes tradicionais.
A cidade de Olinda é reconhecida nacional e internacionalmente por sua arquitetura colonial bem preser-
vada, o que lhe rendeu o título de Patrimônio Mundial pela UNESCO. A valorização desse patrimônio não 
se limita apenas ao seu aspecto físico, mas também à sua importância cultural e simbólica. É através desse 
conjunto arquitetônico que a identidade olindense se manifesta, sendo um símbolo vivo de sua história e 
tradições. No entanto, a identidade de Olinda vai além de suas construções históricas. Ela se manifesta nas 
festas populares, como o famoso Carnaval, considerado uma das maiores expressões culturais do país. 
Nesse período, a cidade se transforma em um cenário de cores, música e dança, reunindo pessoas de todas 
as partes para celebrar a diversidade cultural e a alegria contagiante que caracteriza o povo olindense.
 A diversidade cultural é um dos principais pilares da identidade olindense. A cidade é um verdadeiro 
mosaico de influências indígenas, africanas e europeias, que se entrelaçam e se manifestam nas tradições, 
na culinária, na música e nas crenças populares. Essa diversidade é valorizada e celebrada, fortalecendo a 
coesão social e o senso de pertencimento dos moradores.
 Para preservar e promover essa riqueza cultural, diversas iniciativas são realizadas em Olinda. Progra-
mas educacionais, projetos de valorização da cultura local e ações de conscientização sobre a importância 
do patrimônio são promovidos tanto pelo poder público quanto pela sociedade civil. Essas ações visam 
envolver a comunidade, despertar o orgulho e o cuidado com a herança cultural e assegurar que as futuras 
gerações possam usufruir desse legado. A memória, o patrimônio, a identidade e a diversidade cultural são 
elementos inseparáveis no contexto olindense. Eles se complementam e se fortalecem, criando uma atmos-
Apostila gerada especialmente para: Jhenyffer Biankha 112.950.164-78
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fera única e envolvente. Olinda é uma cidade que, por meio de suas manifestações culturais, preserva sua 
história e reafirma sua identidade, construindo pontes entre passado e presente, e abraçando a diversidade 
que a torna tão especial.
Arte olindense: pintura, teatro, escultura, arquitetura, literatura e música
A arte olindense abrange diversas formas de expressão, desde a pintura até a música, passando pelo 
teatro, escultura, arquitetura, literatura e muito mais. Cada uma dessas áreas contribui para a construção da 
identidade artística e cultural de Olinda, fazendo da cidade um verdadeiro celeiro de talentos e criatividade. 
 A pintura em Olinda tem uma tradição rica e diversificada. Os artistas locais exploram diferentes estilos 
e técnicas, retratando paisagens encantadoras, cenas do cotidiano e temas históricos. A cidade em si, com 
sua arquitetura colonial preservada e suas cores vibrantes, serve de inspiração constante para os pintores, 
que transmitem em suas obras a atmosfera única de Olinda. Já o teatro também ocupa um lugar de destaque 
na cena artística olindense. A cidade possui diversos grupos teatrais e espaços dedicados às artes cênicas, 
onde são apresentadas peças de diferentes gêneros e estilos. O teatro em Olinda é uma forma de expressão 
que une a criatividade dos artistas locais com a apreciação do público, promovendo reflexões, entretenimen-
to e uma conexão íntima com a cultura local.
 A escultura é outra forma de arte que se faz presente em Olinda. Os escultores olindenses trabalham 
com materiais diversos, como madeira, pedra e argila, criando obras que transmitem emoção, história e 
beleza. Esculturas públicas são encontradas por toda a cidade, em praças, igrejas e espaços culturais, tor-
nando-se parte integrante da paisagem olindense e despertando a admiração de todos que as contemplam. 
Também podemos falar da arquitetura que é uma manifestação artística presente em cada esquina de Olin-
da. A cidade é famosa por sua arquitetura colonial bem preservada, que atrai olhares e encanta os amantes 
da história e da beleza arquitetônica. As casas coloridas, os casarões, as igrejas e os monumentos históricos 
contam a história da cidade e são um verdadeiro patrimônio cultural. A arquitetura em Olinda é uma prova 
viva da identidade olindense e uma fonte inesgotável de inspiração. 
 A literatura também desempenha um papel importante na cena cultural de Olinda. A cidade é berço de 
grandes escritores, poetas e intelectuais, cujas obras enriquecem o cenário literário brasileiro. A literatura 
olindense retrata a história, a cultura e as vivências do povo local, transmitindo emoções e conhecimentos 
por meio das palavras.
 Por fim, mas não menos importante, a música é uma das grandes paixões olindenses. O ritmo e a musi-
calidade estão presentes em cada esquina, animando festas, manifestações culturais e o famoso Carnaval 
de Olinda. Os artistas e músicos locais trazem consigo uma diversidade de gêneros e estilos musicais, como 
o frevo, o maracatu, o coco e tantos outros, que fazem vibrar o coração e os pés dos moradores e visitantes 
da cidade.
 Concluindo, a arte olindense é um tesouro que revela a essência da cidade e de seu povo. Através da 
pintura, teatro, escultura, arquitetura, literatura e música, Olinda manifesta sua identidade e encanta a todos 
com sua riqueza cultural. Conhecer e valorizar essas expressões artísticas é mergulhar em um universo de 
criatividade, tradição e beleza que faz de Olinda um lugar único e inspirador.
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A biografia de Duarte Coelho e de Brites de Albuquerque
Duarte Coelho foi um dos principais exploradores e povoadores do Brasil. Nascido em Portugal, em 1505, 
ele chegou ao território brasileiro em 1534, como donatário da Capitania de Pernambuco. Coelho foi respon-
sável por estabelecer a cidade de Olinda em 1537, sendo considerado o seu estabelecedor e primeiro gover-
nador. Sua atuação na região foi essencial para o crescimento e a consolidação das atividades econômicas, 
como a produção de açúcar, que se tornaria uma das principais bases da economia colonial. Além de sua im-
portância como líder político e administrativo, a biografia de Duarte Coelho também demonstra sua influência 
no campo cultural. Ele incentivou o progresso das artes e da educação em Olinda, promovendo a construção 
de igrejas, escolas e outros espaços dedicados à cultura. Seu legado permanece até os dias atuais, com a 
preservação de monumentos significativos e a valorização da história e da identidade olindense.
 Outra figura notável na história de Olinda é Brites de Albuquerque. Nascida em Portugal, Brites era filha 
de Jerônimo de Albuquerque, um dos primeiros donatários da Capitania de Pernambuco. Ela se casou com 
Duarte Coelho, tornando-se uma figura importante na sociedade colonial. Sua biografia é lembrada por sua 
atuação na proteção da Capitania de Pernambuco contra invasões estrangeiras e conflitos internos. Brites 
de Albuquerque demonstrou liderança e coragem durante os conflitos com os invasores franceses e holan-
deses, que ameaçavam a posse portuguesana região. Ela participou ativamente da resistência, organizando 
defesas e liderando tropas, tornando-se uma figura respeitada e admirada por seu papel na proteção de 
Olinda.
 As biografias de Duarte Coelho e de Brites de Albuquerque são elementos fundamentais para a com-
preensão da história de Olinda e de sua relevância no contexto colonial brasileiro. Ambos os personagens 
deixaram um legado significativo, seja no desenvolvimento econômico da região, na preservação do patrimô-
nio cultural ou na defesa da cidade contra invasões estrangeiras. Suas histórias são testemunhos vivos da 
força e da determinação dos primeiros colonizadores e da construção da identidade olindense.
 No presente momento, a cidade de Olinda mantém a memória desses ilustres personagens por meio da 
preservação de seus monumentos, ruas históricas e celebrações que enaltecem a história e a cultura local. 
Conhecer as biografias de Duarte Coelho e Brites de Albuquerque é mergulhar nas raízes dessa cidade his-
tórica e compreender a importância de seus protagonistas para a formação e consolidação de Olinda como 
um verdadeiro tesouro cultural e patrimonial de Pernambuco.
Origem da expressão: “Marim dos Caetés.
A expressão “Marim dos Caetés” tem um significado histórico relacionado a Olinda, em Pernambuco. 
Para entender seu sentido, é importante explorar a origem e o contexto histórico. Os “Caetés” eram uma tribo 
indígena que vivia na região de Pernambuco antes da chegada dos colonizadores portugueses. Conhecidos 
por sua coragem e resistência, desafiaram as primeiras expedições colonizadoras que tentavam conquistar 
a área. Eram considerados guerreiros, defendendo com determinação suas terras.
 A expressão “Marim dos Caetés” surgiu de um episódio marcante durante a invasão holandesa no século 
XVII. Liderada por Fernandes Vieira e André Vidal de Negreiros, entre outros, a resistência enfrentou os inva-
sores holandeses. Com o tempo, os pernambucanos apropriaram-se e reinterpretaram a expressão “Marim 
dos Caetés”, atribuindo-lhe um novo sentido de orgulho e resiliência. Passou a representar a resistência dos 
nativos Caetés e a força da população de Olinda em preservar sua cultura e identidade.
 E é de muita relevância saber que hoje a expressão “Marim dos Caetés” é usada para enaltecer a história 
e a cultura de Olinda, destacando a importância da resistência indígena e a força do povo olindense. Tornou-
-se um símbolo de orgulho e valorização das raízes históricas da região. E conhecer a origem da expressão 
Apostila gerada especialmente para: Jhenyffer Biankha 112.950.164-78
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“Marim dos Caetés” é adentrar na história e nos conhecimentos regionais de Olinda, compreendendo a im-
portância da resistência indígena e o papel da população na preservação e celebração de sua identidade cul-
tural. É um convite para explorar a riqueza histórica e as tradições dessa cidade histórica em Pernambuco.
O contexto histórico do Palácio dos Governadores de Olinda
O Palácio dos Governadores de Olinda é uma construção histórica que desempenha um papel signi-
ficativo no contexto histórico da região de Pernambuco. Estrategicamente localizado no centro da cidade 
de Olinda, o palácio representa a história e o poder político que permearam a região ao longo dos séculos. 
Construído no século XVII, durante o período colonial, o Palácio dos Governadores serviu como residência 
dos governadores de Pernambuco, que detinham a autoridade política e administrativa da época. Nesse 
local, esses líderes exerciam o poder e tomavam decisões que impactavam diretamente a região e seus 
habitantes.
 O contexto histórico do Palácio dos Governadores remonta a um período de grande importância para 
Olinda e Pernambuco. Durante o século XVII, a região enfrentou conflitos intensos, como a invasão holan-
desa, que deixou marcas profundas em seu território. A resistência dos pernambucanos contra os invasores 
holandeses desempenhou um papel significativo nessa história, e o palácio foi um dos locais onde estraté-
gias e decisões importantes foram tomadas para enfrentar essa ameaça.
 Além disso, o Palácio dos Governadores testemunhou importantes acontecimentos políticos e sociais 
ao longo dos séculos. Recebeu visitas de membros da realeza, autoridades estrangeiras e personalidades 
históricas que deixaram sua marca na história de Olinda e de Pernambuco. 
 Nos dias de hoje, o Palácio dos Governadores é um valioso patrimônio cultural e turístico da região. 
Abriga o Museu de Arte Sacra de Pernambuco, que apresenta uma preciosa coleção de arte sacra, incluindo 
esculturas, pinturas e objetos religiosos que retratam a influência da religião na cultura local. E explorar o 
contexto histórico do Palácio dos Governadores de Olinda é adentrar nas raízes dessa cidade histórica e 
compreender a importância do poder político e da resistência no desenvolvimento da região. É uma oportu-
nidade única de imergir na história e nos conhecimentos regionais de Olinda, valorizando seu rico patrimônio 
cultural e compreendendo a identidade local.
História formal do ensino jurídico no Brasil
A história formal do ensino jurídico no Brasil remonta ao período colonial, com a vinda da Família Real 
Portuguesa em 1808. Antes disso, a formação de juristas no país era bastante precária, limitada ao estudo 
individual ou à obtenção de títulos em universidades estrangeiras. No entanto, a chegada da Corte Portugue-
sa ao Brasil trouxe consigo importantes transformações para o ensino do Direito.
Com a abertura dos cursos jurídicos, o primeiro passo foi dado em 11 de agosto de 1827, quando foram 
criadas as duas primeiras faculdades de Direito do país: a Faculdade de Direito de Olinda, em Pernambuco, 
e a Faculdade de Direito de São Paulo. Essas instituições tinham o objetivo de formar juristas para atuar na 
administração pública e no sistema judicial, proporcionando uma educação formal e qualificada no campo 
jurídico.
O currículo dessas faculdades era baseado nos princípios do ensino jurídico europeu da época, princi-
palmente do modelo francês. Os estudantes passavam por uma formação que abrangia disciplinas como 
Direito Romano, Direito Civil, Direito Penal, Direito Público e Filosofia do Direito, entre outras. A formação era 
fortemente influenciada pelo positivismo jurídico, corrente dominante na Europa do século XIX.
Apostila gerada especialmente para: Jhenyffer Biankha 112.950.164-78
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O ensino jurídico no Brasil enfrentou desafios ao longo de sua história. Durante o período imperial, por 
exemplo, a formação dos juristas era restrita às elites, pois o acesso às faculdades de Direito era limitado a 
uma pequena parcela da população, que tinha recursos e condições para frequentar os cursos. Além disso, 
a formação jurídica estava voltada principalmente para a defesa dos interesses do Estado e da ordem esta-
belecida.
Com a proclamação da República em 1889, foram feitas algumas reformas no ensino jurídico, com o 
objetivo de torná-lo mais acessível. Novas faculdades de Direito foram criadas em diferentes regiões do 
país, ampliando o acesso à formação jurídica. No entanto, a qualidade do ensino nem sempre era uniforme, 
havendo variações significativas entre as instituições.
Ao longo do século XX, o ensino jurídico no Brasil passou por transformações significativas. A partir da 
década de 1960, com o movimento de renovação do ensino superior, surgiram propostas de reforma que 
buscavam uma maior integração entre teoria e prática, bem como uma maior abertura para as ciências so-
ciais e humanas no currículo jurídico. Essa tendência se consolidou com a Constituição de 1988, que trouxe 
uma abordagem mais pluralista e garantista para o Direito.
Atualmente, o ensino jurídico no Brasil é regulado pelo Ministério da Educação e conta com uma grande 
diversidade de instituições de ensino superior que oferecem cursos de Direito. O currículo inclui disciplinas 
básicas, como Teoria Geral do Direito, Direito Civil, Direito Penal e Direito Constitucional, além de disciplinasoptativas e atividades práticas, como estágios e escritórios de prática jurídica.
Apesar dos avanços ao longo do tempo, o ensino jurídico no Brasil ainda enfrenta desafios, como a 
necessidade de atualização constante dos currículos diante das transformações sociais e tecnológicas, a 
garantia de uma formação ética e humanística dos futuros profissionais e a necessidade de ampliar o acesso 
ao ensino jurídico de qualidade para grupos historicamente excluídos. A busca por um ensino jurídico mais 
inclusivo, crítico e comprometido com a justiça social continua sendo um desafio para a sociedade brasileira.
— Olinda - PE
A cidade de Olinda, situada no estado de Pernambuco, possui uma história notável no ensino jurídico do 
Brasil. O desenvolvimento dessa área teve início no período colonial, com o estabelecimento das primeiras 
instituições voltadas para a formação de profissionais capacitados a atuar no campo jurídico em todo o país.
 No século XIX, merece destaque a criação da Faculdade de Direito do Recife, pioneira entre as faculda-
des de direito brasileiras. Fundada em 1827, foi a segunda instituição de ensino superior do país e desempe-
nhou um papel fundamental na formação de juristas renomados e na disseminação do conhecimento jurídico 
por todo o território nacional. A Faculdade de Direito do Recife, inicialmente sediada em Olinda até 1854, 
formou importantes personalidades que tiveram papel significativo na política, no judiciário e na sociedade 
brasileira. Seus ex-alunos foram influentes na luta pela independência do Brasil, na elaboração de leis e na 
defesa dos direitos e da justiça.
 Além da Faculdade de Direito do Recife, Olinda abrigou ao longo de sua história outras instituições de 
ensino jurídico. O Colégio dos Jesuítas, por exemplo, foi uma das primeiras escolas a oferecer disciplinas 
jurídicas no país, ainda no período colonial. Essa tradição de formação jurídica na região consolidou-se ao 
longo dos anos, contribuindo para a disseminação do conhecimento e a formação de profissionais altamente 
qualificados. 
 Na atualidade, Olinda mantém viva a importância desse legado histórico no campo jurídico. A cidade 
abriga escritórios de advocacia, instituições de ensino e eventos acadêmicos voltados para o estudo do direi-
to. Além disso, sua herança histórica é preservada em museus e espaços culturais que retratam a evolução 
do ensino jurídico e sua influência na construção do sistema jurídico brasileiro. E conhecer a história formal 
do ensino jurídico em Olinda é mergulhar nas raízes dessa cidade e compreender a relevância do conheci-
mento jurídico para o desenvolvimento social, político e cultural do Brasil. É uma oportunidade de valorizar 
a formação de profissionais que contribuíram e continuam a contribuir para a construção de uma sociedade 
justa e democrática.
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A Guerra dos Mascates e a instituição da república (primeiro grito da república)
A Guerra dos Mascates ocorreu em Olinda no século XVIII e teve como cenário a disputa de poder entre 
os ricos comerciantes de Recife, conhecidos como “mascates”, e a aristocracia rural do local. Olinda, que 
até então era a capital de Pernambuco, viu sua influência ser ameaçada pelo crescimento econômico de 
Recife, que se tornou um importante centro comercial na época. Essa disputa intensa entre as duas cidades 
resultou em um conflito armado que durou de 1710 a 1711. A Guerra dos Mascates foi marcada por embates 
e confrontos entre as facções rivais, representando não apenas uma disputa territorial, mas também uma luta 
de classes e interesses econômicos.
 Após a Guerra dos Mascates, Olinda perdeu sua posição como capital de Pernambuco para Recife, o 
que influenciou significativamente o cenário político e social da região. Esse evento histórico teve reflexos 
duradouros na dinâmica regional e nas relações de poder entre as cidades.
 Outro marco importante em Olinda foi a instituição da República. O movimento republicano ganhou força 
no Brasil no final do século XIX, e Olinda teve seu papel nesse processo. A cidade foi palco do Primeiro Grito 
da República em 15 de novembro de 1889, quando foi proclamado o fim do regime monárquico e o início do 
regime republicano no país. O Primeiro Grito da República em Olinda teve a participação ativa de líderes e figu-
ras políticas da época, que acreditavam em uma nova forma de governo baseada em princípios republicanos, 
como a igualdade e a participação popular. Esse evento histórico marcou a transição do Brasil de um império 
para uma república, transformando a estrutura política do país.
 Portanto, termos noção desse acontecimento histórico que aconteceu em Olinda é fundamental para 
compreender as lutas e transformações que ocorreram na região e sua influência na história do Brasil. É uma 
oportunidade de mergulhar nas raízes dessa cidade e valorizar os eventos que moldaram a identidade local, 
reconhecendo a importância desses momentos para o desenvolvimento social, político e cultural da região.
Contexto histórico dos Fortes de Olinda e igrejas de Olinda
Os fortes em Olinda desempenharam um papel fundamental na defesa do território em tempos de con-
flito. Sua construção estratégica em pontos privilegiados proporcionava uma visão estratégica da costa, difi-
cultando qualquer tentativa de invasão. Essas fortalezas são testemunhas silenciosas de eventos históricos 
e militares significativos.
 Além dos fortes, as igrejas em Olinda também têm uma presença marcante na paisagem e na história 
da cidade. Elas não apenas representam a devoção religiosa, mas também são exemplos impressionantes 
de arquitetura, refletindo a influência de diversos estilos ao longo dos séculos.
 As igrejas de Olinda são símbolos de fé e cultura, abrigando preciosidades artísticas, como altares, es-
culturas e pinturas, que contam histórias religiosas e culturais da região. São espaços sagrados que transmi-
tem uma atmosfera de paz e serenidade, convidando os visitantes a imergir em um passado rico e significati-
vo. E explorar esse contexto histórico dos fortes e das igrejas em Olinda é adentrar nas raízes dessa cidade 
e compreender a importância dessas construções para a identidade e o patrimônio cultural da região. É uma 
oportunidade de apreciar a arquitetura, a arte e a espiritualidade que permeiam esses locais, valorizando o 
legado deixado por nossos antepassados e preservando essa herança para as futuras gerações.
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Exercícios
1 - Qual foi o ano de fundação da cidade de Olinda?
(A) 1500
(B) 1535
(C) 1600
(D) 1650
2 - Qual a origem do nome “Olinda”?
(A) Derivação de um termo indígena que significa “cidade antiga”.
(B) Derivação de um termo africano que significa “terra fértil”.
(C) Atribuído em referência à observação do local por Duarte Coelho.
(D) Homenagem a uma rainha da Espanha.
 
3 - Qual evento foi reconhecido como Patrimônio Imaterial da Humanidade pela UNESCO em Olinda?
(A) Festival de Jazz
(B) Festival de Gastronomia
(C) Carnaval
(D) Semana Santa
4 - Quem foi Frei Caneca na história de Olinda?
(A) Um líder político que lutou pela independência do Brasil.
(B) Um famoso poeta olindense.
(C) Líder da Confederação do Equador que contestou a centralização do poder no Brasil.
(D) Um arquiteto renomado que projetou alguns dos edifícios históricos de Olinda.
 
5 - Além da Catedral da Sé, quais outros exemplos de arquitetura religiosa podem ser encontrados em 
Olinda?
(A) Igreja do Carmo e Mosteiro de São Bento.
(B) Igreja de São Francisco e Capela Dourada.
(C) Basílica de Nossa Senhora do Rosário e Capela do Senhor dos Passos.
(D) Santuário do Bom Jesus dos Passos e Igreja de São Pedro.
6 - Quais são as principais questões abordadas na problematização do conceito de herança em Olinda?
(A) A falta de recursos financeiros e o descaso com o patrimônio histórico.
(B) O equilíbrio entre a preservação e a utilizaçãodos espaços históricos.
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(C) A ocupação desordenada do espaço urbano.
(D) Nenhuma das alternativas anteriores.
7 - Quais são os desafios enfrentados por Olinda em relação à preservação do patrimônio histórico durante 
o Carnaval?
(A) A falta de cuidado por parte de alguns visitantes.
(B) A superlotação e o fluxo intenso.
(C) A inadequação da infraestrutura e dos serviços oferecidos.
(D) Nenhuma das alternativas anteriores.
8 - Por que a falta de recursos financeiros é uma preocupação constante em Olinda?
(A) Os investimentos necessários para a conservação dos edifícios históricos são significativos.
(B) Os recursos destinados à preservação nem sempre são disponibilizados adequadamente.
(C) A falta de recursos financeiros leva à deterioração gradual do patrimônio.
(D) Nenhuma das alternativas anteriores.
9 - Além da falta de recursos financeiros, qual é outro desafio enfrentado por Olinda em relação à preser-
vação do patrimônio histórico?
(A) A ocupação desordenada do espaço urbano.
(B) A descaracterização de áreas históricas.
(C) A falta de um planejamento urbano adequado.
(D) Nenhuma das alternativas anteriores.
10 - O que é necessário fazer para garantir a preservação do patrimônio de Olinda?
(A) Adoção de políticas públicas efetivas.
(B) Estabelecimento de parcerias entre o poder público e a iniciativa privada.
(C) Conscientização da população local e dos visitantes sobre a importância da herança.
(D) Investimento em educação patrimonial.
(E) Nenhuma das alternativas anteriores.
11 - Quais são alguns exemplos do patrimônio físico de Olinda mencionados no texto?
(A) Edifícios modernos e centros comerciais.
(B) Praças e jardins públicos.
(C) Palácios e castelos antigos.
(D) Mansões antigas, igrejas seculares, conventos e monumentos históricos.
12 - Qual evento cultural é destaque em Olinda?
(A) Festival de Cinema Internacional.
(B) Feira de Artesanato e Gastronomia.
(C) Semana de Moda e Design.
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(D) Carnaval de Olinda.
13 - Quais são alguns dos ritmos tradicionais presentes na cultura olindense?
(A) Jazz, blues e soul.
(B) Reggae, ska e dub.
(C) Maracatu, coco, frevo e forró.
(D) Rock, punk e heavy metal.
14 - Além das construções e festividades, o que mais é abrangido pelo patrimônio cultural de Olinda?
(A) Parques de diversões e espaços de entretenimento.
(B) Museus de arte moderna e contemporânea.
(C) Tradições, saberes e técnicas transmitidos de geração em geração.
(D) Bibliotecas e centros de estudo.
15 - Quais instituições estão envolvidas na proteção e conservação do patrimônio de Olinda?
(A) Fundação Nacional do Livro e Leitura (FNLL) e Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM).
(B) Ministério do Turismo e Secretaria de Cultura do Estado.
(C) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e Fundação do Patrimônio Histórico e Ar-
tístico de Pernambuco (Fundarpe).
(D) Conselho Internacional de Museus (ICOM) e Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciên-
cia e a Cultura (UNESCO).
16 - Quando foi tombado o conjunto arquitetônico e paisagístico de Olinda pelo Serviço do Patrimônio His-
tórico e Artístico Nacional?
(A) No século XIX.
(B) No início do século XX.
(C) Em 1937.
(D) Em 1972.
17 -- Qual é a missão da Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe)?
(A) Promover políticas de proteção e difusão do patrimônio cultural.
(B) Conservar e gerir os bens culturais de Olinda.
(C) Estimular a participação ativa da comunidade local.
(D) Restaurar e revitalizar os espaços históricos de Olinda.
18 - Qual é o papel da Secretaria de Patrimônio e Cultura de Olinda?
(A) Realizar campanhas de educação patrimonial.
(B) Promover atividades culturais.
(C) Conservar e gerir os bens culturais.
(D) Estimular a participação da comunidade local.
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19 - Além das instituições governamentais, quem também tem desempenhado um papel relevante na defe-
sa e promoção do patrimônio de Olinda?
(A) Organizações não governamentais, associações de moradores, grupos de pesquisa e estudiosos da 
história e da cultura local.
(B) Empresas privadas.
(C) Turistas e visitantes.
(D) Governo estadual.
20 - Quais são alguns dos desafios mencionados no texto para a preservação do patrimônio olindense?
(A) Falta de conscientização da população.
(B) Escassez de recursos financeiros.
(C) Ausência de parcerias público-privadas.
(D) Todas as alternativas anteriores estão corretas.
21 - Qual foi o órgão responsável pelo registro do conjunto arquitetônico e paisagístico de Olinda?
(A) Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
(B) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
(C) Fundação do Patrimônio Histórico e Artístico de Pernambuco (Fundarpe).
(D) Secretaria de Cultura de Olinda.
22 - Além das festividades culturais, o que mais é considerado uma herança imaterial em Olinda?
(A) A preservação dos edifícios históricos.
(B) As ações de conscientização da população.
(C) Os conhecimentos transmitidos de geração em geração.
(D) A atuação das associações de moradores.
23 - O que as campanhas de educação patrimonial buscam despertar nos moradores de Olinda?
(A) A importância das festividades culturais.
(B) A necessidade de proteger os monumentos históricos.
(C) O sentimento de pertencimento e responsabilidade em relação à herança olindense.
(D) O envolvimento na atuação do IPHAN.
24 - Quais instituições desempenham um papel importante na promoção e preservação da herança em 
Olinda?
(A) IPHAN e Fundarpe.
(B) Secretaria de Patrimônio e Cultura de Olinda.
(C) Associações de Moradores de Olinda.
(D) Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) e Secretaria de Cultura de Olinda.
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25 - Qual é o objetivo principal da valorização da herança em Olinda?
(A) Atrair visitantes para as festividades culturais da cidade.
(B) Reconhecer a diversidade cultural presente na cidade.
(C) Estimular a atuação das associações de moradores na conservação dos monumentos históricos.
(D) Fortalecer a identidade da cidade e garantir a preservação para as futuras gerações.
26 - Qual é o elemento fundamental na construção da identidade e preservação do patrimônio em Olinda?
(A) A diversidade cultural presente na região.
(B) As festas populares e eventos culturais.
(C) As iniciativas promovidas pelo poder público.
(D) A memória transmitida de geração em geração.
27 - Qual título foi conferido a Olinda pela UNESCO?
(A) Cidade Patrimônio Nacional.
(B) Cidade Patrimônio Cultural Brasileiro.
(C) Cidade Patrimônio Mundial.
(D) Cidade Histórica e Cultural de Destaque.
28 - Além das construções históricas, onde mais a identidade de Olinda se manifesta?
(A) Na gastronomia tradicional.
(B) Nos programas educacionais oferecidos na cidade.
(C) Nas expressões artísticas contemporâneas.
(D) Nas festas populares, como o Carnaval.
29 - Quais são as influências presentes na diversidade cultural de Olinda?
(A) Asiática, africana e indígena.
(B) Africana, europeia e norte-americana.
(C) Indígena, africana e asiática.
(D) Indígena, africana e europeia.
30 - Quais são as iniciativas realizadas em Olinda para preservar e promover a riqueza cultural?
(A) Apenas ações promovidas pelo poder público.
(B) Apenas ações promovidas pela sociedade civil.
(C) Festas populares e eventos culturais.
(D) Programas educacionais, projetos de valorização da cultura local e ações de conscientização.
31 - Quais são algumas das formas de expressão artística presentes em Olinda?
(A) Dança, escultura, literatura, arquitetura e música.
(B) Pintura, teatro, fotografia, escultura e literatura.
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(C) Música, cinema, dança, arquiteturae pintura.
(D) Teatro, literatura, fotografia, música e escultura.
32 - O que inspira os escultores em Olinda?
(A) A arquitetura contemporânea e as paisagens naturais.
(B) A diversidade cultural e étnica da região.
(C) A fauna e flora da região.
(D) A história, emoções e a beleza artística.
33 - Como a literatura contribui para a cena cultural de Olinda?
(A) Através da realização de exposições de arte.
(B) Através da criação de peças teatrais.
(C) Através da publicação de obras que retratam a história e a cultura local.
(D) Através da organização de festivais musicais.
34 - Quais são alguns dos estilos arquitetônicos presentes em Olinda?
(A) Neoclássico, gótico e contemporâneo.
(B) Barroco, renascentista e moderno.
(C) Românico, futurista e eclético.
(D) Colonial, barroco e rococó.
35 - Como a música contribui para as festividades em Olinda?
(A) Através da organização de desfiles de moda.
(B) Através da criação de obras literárias.
(C) Através da animação de festas e eventos culturais.
(D) Através da promoção de exposições de arte.
36 - Qual foi a função de Duarte Coelho ao chegar ao território brasileiro em 1534?
(A) Explorador
(B) Povoador
(C) Donatário da Capitania de Pernambuco
(D) Governador de Olinda
37 - O que foi incentivado por Duarte Coelho em Olinda além de sua atuação política e administrativa?
(A) Progresso das artes e da educação
(B) Desenvolvimento econômico da região
(C) Preservação do patrimônio cultural
(D) Proteção contra invasões estrangeiras
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38 - Quem foi Brites de Albuquerque na história de Olinda?
(A) Uma exploradora portuguesa
(B) Filha de Jerônimo de Albuquerque
(C) Primeira governadora de Olinda
(D) Fundadora da Capitania de Pernambuco
39 - Como Brites de Albuquerque contribuiu para a proteção de Olinda?
(A) Organizando defesas e liderando tropas
(B) Estabelecendo a cidade de Olinda
(C) Incentivando o progresso das artes e da educação
(D) Desenvolvendo as atividades econômicas
40 - Qual é a importância das biografias de Duarte Coelho e Brites de Albuquerque para a compreensão da 
história de Olinda?
(A) Testemunhos vivos da força e determinação dos primeiros colonizadores
(B) Documentos oficiais sobre a história de Pernambuco
(C) Registros das atividades econômicas da região colonial
(D) Descrições detalhadas da arquitetura de Olinda
41 - Quais eram as características dos Caetés, a tribo indígena que habitava a região de Pernambuco antes 
da chegada dos colonizadores portugueses?
(A) Resistência e bravura.
(B) Aversão aos colonizadores.
(C) Hospitalidade e amizade.
(D) Submissão e obediência.
42 - Durante a invasão holandesa no século XVII, qual foi o episódio marcante relacionado à expressão 
“Marim dos Caetés”?
(A) Rendição pacífica dos nativos Caetés aos holandeses.
(B) Liderança de Fernandes Vieira e André Vidal de Negreiros contra os invasores holandeses.
(C) Colaboração dos Caetés com os invasores holandeses.
(D) Expulsão dos Caetés da região por parte dos holandeses.
43 - Ao longo do tempo, como os pernambucanos reinterpretaram a expressão “Marim dos Caetés”?
(A) Mantiveram o sentido original de insulto e desdém.
(B) Atribuíram um novo sentido de orgulho e resiliência à expressão.
(C) Esqueceram completamente o significado da expressão.
(D) Baniram o uso da expressão da cultura local.
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44 - Qual é o atual uso da expressão “Marim dos Caetés” em Olinda?
(A) Utilizada para denegrir a história e a cultura local.
(B) Usada para enaltecer a resistência indígena e a força do povo olindense.
(C) Ignorada e sem relevância atualmente.
(D) Associada apenas aos colonizadores portugueses.
45 - Por que é importante conhecer a origem da expressão “Marim dos Caetés”?
(A) Porque a expressão é popular apenas em Olinda.
(B) Porque a expressão é utilizada apenas em contextos históricos.
(C) Porque permite compreender a importância da resistência indígena e a preservação da identidade cul-
tural.
(D) Porque a expressão não possui relevância na história de Olinda.
46 - Qual é o papel desempenhado pelo Palácio dos Governadores de Olinda no contexto histórico de Per-
nambuco?
(A) Representar o poder político e histórico da região.
(B) Ser a residência dos governadores de Olinda.
(C) Testemunhar acontecimentos culturais e artísticos importantes.
(D) Abrigar o Museu de Arte Sacra de Pernambuco.
47 - Em qual século foi construído o Palácio dos Governadores?
(A) Século XV
(B) Século XVII
(C) Século XIX
(D) Século XXI
48 - Qual era a função dos governadores de Pernambuco que residiam no Palácio dos Governadores?
(A) Representar a autoridade política e administrativa da região.
(B) Proteger a cidade de Olinda contra invasões.
(C) Administrar o Museu de Arte Sacra de Pernambuco.
(D) Tomar decisões relacionadas à economia na região.
49 - Qual foi um dos conflitos históricos que deixou marcas profundas no território de Olinda e teve o Palácio 
dos Governadores como local estratégico?
(A) Guerra de Independência do Brasil
(B) Invasão Holandesa
(C) Revolução Pernambucana
(D) Revolução Farroupilha
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50 - Além de sua importância histórica, qual é o papel atual do Palácio dos Governadores de Olinda?
(A) Residência oficial do governador de Pernambuco.
(B) Sede do governo municipal de Olinda.
(C) Patrimônio cultural e turístico, abrigando o Museu de Arte Sacra de Pernambuco.
(D) Local de encontros e eventos religiosos.
51 - Qual é a localização geográfica da cidade de Olinda?
(A) Região Norte do Brasil
(B) Região Nordeste do Brasil
(C) Região Centro-Oeste do Brasil
(D) Região Sul do Brasil
52 - Em qual período teve início o desenvolvimento do ensino jurídico em Olinda?
(A) Período pré-colonial
(B) Período colonial
(C) Período pós-independência
(D) Período contemporâneo
53 - Qual instituição de ensino de direito merece destaque no século XIX em Olinda?
(A) Faculdade de Direito do Recife
(B) Faculdade de Direito de São Paulo
(C) Faculdade de Direito do Rio de Janeiro
(D) Faculdade de Direito de Minas Gerais
54 - Em qual cidade foi inicialmente sediada a Faculdade de Direito do Recife?
(A) Olinda
(B) São Paulo
(C) Rio de Janeiro
(D) Minas Gerais
55 - Além da Faculdade de Direito do Recife, qual outra instituição de ensino jurídico foi mencionada no 
texto?
(A) Colégio dos Jesuítas
(B) Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro
(C) Escola de Engenharia de São Paulo
(D) Faculdade de Filosofia de Minas Gerais
56 - Em que século ocorreu a Guerra dos Mascates em Olinda?
(A) Século XV
(B) Século XVI
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(C) Século XVII
(D) Século XVIII
57 - Qual foi o motivo principal da Guerra dos Mascates em Olinda?
(A) Disputa de poder entre as facções rivais
(B) Disputa territorial entre Olinda e Recife
(C) Luta pela independência de Pernambuco
(D) Luta pela igualdade social
58 - O que ocorreu com a cidade de Olinda após a Guerra dos Mascates?
(A) Tornou-se a capital de Pernambuco
(B) Perdeu sua influência política
(C) Tornou-se um importante centro comercial
(D) Foi anexada ao território de Recife
59 - Qual evento marcou a transição do regime monárquico para o regime republicano em Olinda?
(A) Guerra dos Mascates
(B) Invasão holandesa
(C) Primeiro Grito da República
(D) Proclamação da Independência do Brasil
60 - Quais foram os princípios republicanos defendidos no Primeiro Grito da República em Olinda?
(A) Igualdade e participação popular
(B) Liberdade e justiça social
(C) Conservadorismo e elitismo
(D) Monarquia e aristocracia
61 - Qual função os fortes em Olinda desempenharam durante os tempos de conflito?
(A) Garantir a devoção religiosa.
(B) Proteger o patrimônio cultural da região.
(C) Proporcionar uma visão estratégica da costa.
(D) Transmitir uma atmosfera de paz e serenidade.62 - Além da defesa territorial, qual outra função dos fortes em Olinda é mencionada no texto?
(A) Representar a história religiosa e cultural da região.
(B) Dificultar qualquer tentativa de invasão.
(C) Preservar a arquitetura impressionante.
(D) Transmitir uma atmosfera de paz e serenidade.
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63 - Além da devoção religiosa, o que as igrejas em Olinda representam?
(A) Uma presença marcante na paisagem da cidade.
(B) A influência de diferentes estilos arquitetônicos.
(C) Uma atmosfera de paz e serenidade transmitida pelos locais.
(D) Um exemplo impressionante de arquitetura.
64 - O que as igrejas de Olinda abrigam em seu interior?
(A) Altares, esculturas e pinturas que são tesouros artísticos.
(B) Eventos históricos e militares significativos.
(C) Uma atmosfera de paz e serenidade.
(D) Um passado rico e significativo.
65 - Por que explorar o contexto histórico dos fortes e das igrejas em Olinda é importante?
(A) Para entender a influência da arquitetura nos estilos religiosos.
(B) Para valorizar a herança deixada por nossos antepassados.
(C) Para apreciar a atmosfera de paz e serenidade nos locais.
(D) Para compreender a importância das construções na identidade regional.
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Gabarito
1 B 34 D
2 C 35 C
3 C 36 C
4 C 37 A
5 A 38 B
6 D 39 A
7 D 40 A
8 D 41 A
9 D 42 B
10 E 43 B
11 D 44 B
12 D 45 C
13 C 46 A
14 C 47 B
15 C 48 A
16 C 49 B
17 A 50 C
18 C 51 B
19 A 52 B
20 D 53 A
21 A 54 A
22 C 55 A
23 C 56 D
24 A 57 B
25 D 58 B
26 D 59 C
27 C 60 A
28 D 61 C
29 D 62 B
30 D 63 B
31 B 64 A
32 D 65 C
33 C
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