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Bases Biológias - Núcleo celular - Aula 04

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Núcleo Celular 
NAILDO AGUIAR CORDEIRO 
Núcleo Celular 
 Abriga os genes 
 Programa a atividades celular 
Núcleo Celular 
 Descoberto pelo escocês Robert Brown, em 1833. 
 Núcleo vem do grego nux, que significa semente. 
 Esta estrutura abriga os genes, o material genético 
que codifica a síntese de proteínas e “programa” a 
atividade celular. 
 É o CENTRO DE REGULAÇÃO E DE CONTROLE das 
atividades e funções celulares. 
 Armazena a informação genética. 
 
NÚCLEO  CROMOSSOMOS  GENES  DNA 
Núcleo Interfásico 
Ocorre quando a célula não está em divisão. 
Componentes : 
1. Membrana nuclear 
2. Cromatina 
3. Nucléolo 
4. Cariolinfa 
 
 
 Núcleo Celular 
Uma célula em intérfase, isto é, que 
não está se dividindo, apresenta os 
seguintes componentes: 
 
Carioteca - envoltório nuclear, formada 
por duas membranas com poros, onde 
há intercâmbio de substâncias entre o 
núcleo e o citoplasma. 
 
Nucleoplasma, Cariolinfa ou Suco 
Nuclear- é uma massa incolor 
constituída principalmente de água, 
proteínas, RNAs, nucleotídeos e íons. 
 
Nucléolo - Trata-se de um corpúsculo 
esponjoso e desprovido de 
membranas, que se encontra em 
contato direto com o suco nuclear, rico 
em RNA ribossômico. 
Complexo formado por proteínas e RNA saindo através dos poros do 
envelope nuclear 
POROS 
Organizados por mais de 100 proteínas diferentes 
Mecanismo de transporte de moléculas de RNA e proteínas 
2. NÚCLEO CELULAR INTERFÁSICO: ENVOLTÓRIO NUCLEAR – COMPLEXOS DE POROS 
 
Fusão das membranas leva ao aparecimento de POROS 
Os POROS são estruturas muito complexas formadas por diversas proteínas – 
REGULAM O TRÂNSITO DE MACROMOLÉCULAS ENTRE O NÚLCEO E 
O CITOPLASMA. Sua quantidade por área de membrana também é um 
indicativo da atividade metabólica do núcleo celular. 
 NÚCLEO CELULAR (INTERFÁSICO), CROMATINA E AMPLIFICAÇÃO GÊNICA 
MICROGRAFIA ELETRÔNICA DE TRANSMISSÃO 
 DE COMPLEXOS DE PORO 
4. Cariolinfa ou Nucleoplasma 
Coloide = gel de água + proteínas; 
Preenche o núcleo. 
1. Membrana Nuclear ou Carioteca 
Membrana dupla e lipoproteica; 
Contém poros ou anullis : fluxo de substâncias 
3.Nucléolo ou Plasmossomo 
Corpúsculo sem membrana; 
Formado por RNA; 
Origina os ribossomos. 
Características gerais do 
núcleo Celular 
 Quanto a forma: 
 Arredondado- nas células 
isodiamétricas; 
 alongado: em células 
cilíndricas ou fusiformes; 
 Achatado: nas células 
pavimentosas. 
Núcleo dos Seres Procariontes 
Célula Bacteriana 
Células Anucleadas 
• Ex. Hemáceas adultas dos mamíferos 
 
Células Mononucleadas 
• Ex. A maioria das células. 
 Neurônio 
Células Binucleadas 
• Ex. Paramecium ( protozoário ciliado) 
Células Polinucleadas 
• Ex. Fibra muscular estriada esquelética 
 MEROTOMIA DA AMEBA 
 Ameba seccionada: parte anucleada não sobrevive 
2.Cromatina 
Material genético desespiralizado; 
Contém DNA+proteínas(histonas). 
DNA NUCLEOSSOMOS 
CROMONEMA 
CROMATINA CROMOSSOMO 
· 
 
Cromatina - representa o material genético, com proteínas e 
moléculas de DNA. Têm aspecto emaranhado de filamentos 
longos e finos, denominados cromonemas. 
Esses apresentam regiões condensadas chamadas de 
heterocromatinas, e regiões distendidas chamadas 
eucromatinas. 
Durante a divisão celular, os cromonemas espiralizam-se, 
tornando-se mais curtos e mais grossos e passam a ser 
chamados de cromossomos. 
 
 
Cromatina X Cromossomo 
O material genético descondensado – cromatina - é ativo, 
pois pode ser transcrito mais facilmente nesse estado. Ao se 
tornar condensado – cromossomo – a transcrição é 
dificultada, mas por outro lado a divisão celular ocorre com 
maior precisão. 
 
Têm aspecto emaranhado de filamentos longos e finos, 
denominados cromonemas, os quais apresentam duas 
regiões: 
 
 
 
Tipos de Cromatina 
• Eucromatina, que consiste em DNA activo, ou seja, que 
se pode expressar como proteinas 
 
• Heterocromatina, que consiste em DNA inactivo e que 
parece ter funções estruturais durante o ciclo celular. 
 
 Heterocromatina constitutiva, que nunca se expressa 
como proteínas e que se encontra localizada à volta do 
centrômero (contém geralmente sequências repetitivas); 
constitui de 10 a 15% do total do DNA nuclear mostra-
se presente em todas as células do indivíduo 
 
 Heterocromatina facultativa, se mostra condensada em 
diferentes regiões do genoma em cada tipo celular do 
indivíduo ou mesmo em diferentes momentos 
 
Nucleossomo é o nome dado, nos seres eucariontes, 
à unidade fundamental da cromatina.  Octomero de 
histonas (8 proteinas) + filamento de cromonema 
Os nucleossomos conferem ‘a cromatina aparência de 
“contas de rosário” – forma descondensada 
Nucleossomos conectam-se por 
um fio de DNA formando um 
"colar de contas" (beads on a 
string), também conhecido como 
solenóide. 
 Níveis de compactação da cromatina: 
Máxima condensação, a 
cromátide cromossômica 
Cromossom
o metafásico 
Interfase: 
"loops" do 
esqueleto 
protéico, 
condensada 
Os "loops" de 
solenóides, ligados 
a um esqueleto 
central protéico 
 
Fibras de 
nucleossomos 
compactados 
 
Empacotamento 
do DNA como 
“contas num 
cordão” forma 
da cromatina 
 
Região curta da 
dupla hélice de 
DNA 
 
nucleossomos 
 octâmero de histonas 
Selenoides 
Cromonema 
Cromatina 
Cromossomo 
 Níveis de empacotamento e 
condensação do DNA 
 
DNA 
 
OCTÔMEROS DE HISTONAS +DNA = NUCLEOSSOMOS 
 
SELENÓIDE 
 
CROMONEMA 
 
CROMATINA 
 
CONDENSAÇÃO DA CROMATINA 
 
CROMOSSOMOS 
Sabe-se, hoje, que os tais 
bastões, batizados de 
cromossomos, 
correspondem à cromatina 
extremamente 
condensada. Se 
pudéssemos alinhar todo 
DNA contido em um 
espermatozóide humano, 
o comprimento chegaria 
bem próximo a 1 metro. 
Guardados os devidos 
limites, pode-se imaginar 
que essa compactação 
equivale a concentrar 100 
metros de linha em um 
carretel de 3 cm. 
O Cromossomo é formado por cromátides ligadas pelo centrômero. 
Quando a célula está prestes a se dividir, as cromátides se duplicam 
formando cromátides irmãs (que até que ocorra a separação final, 
ficam unidas pelo centromêro) 
 O cromossomo metafásico típico é 
formado por duas cromátides irmãs, uma 
delas oriunda do processo de duplicação 
da cromatina. 
 
As cromátides se encontram presas por 
um região delgada, chamada constrição 
primária ou centrômero. 
 
Alguns cromossomos pode ser 
visualizada ainda uma constrição 
secundária, outra região de 
condensação diferenciada no 
cromossomo. 
 
O segmento seccionado pela constrição 
secundária e anterior ao telômero 
(extremidade dos braços 
cromossômicos) é conhecido como 
satélite. 
Cromossomos 
 
• Metacêntrico: Apresenta um centrômero mais ou menos central e braços 
de comprimentos aproximadamente iguais. 
 
• Submetacêntrico: O centrômero é excêntrico e apresenta braços de 
comprimento nitidamente diferentes. 
 
• Acrocêntrico: Apresenta centrômero próximo a uma extremidade.Os 
cromossomos acrocêntricos humanos (13, 14, 15, 21, 22) têm pequenas 
massas de cromatina conhecidas como satélites fixadas aos seus braços 
curtos por pedículos estreitos ou constrições secundárias. 
 
• Telocêntrico: Apresenta o centrômero na extremidade, de modo que 
ocorre uma única cromátide. Não ocorre na espécie humana 
Tipos de Cromossomos 
A- metacêntrico 
 
B- submetacêntrico 
 
C- acrocêntrico 
 
D- telocêntrico 
Cariótipo 
• É o nome dado ao conjunto 
de cromossomos contantes 
em uma célula. O exame 
chamado cariótipo visa 
analisar a quantidade e a 
estrutura dos cromossomos 
em uma célula. Na espécie 
humana, é composto de 46 
cromossomos, em 23 pares 
(22 pares de autossomos e o 
par sexual), permitindo a 
análise das anomalias 
numéricas ou estruturais dos 
cromossomos. 
 
Relação entre 
Cromossomos e Genes 
• Cromossomos são filamentosde 
cromatina e ao longo de todo o 
cromossomo existem os genes. 
• Gene corresponde a seqüência de DNA 
cromossômico. Ao longo de todo o 
cromossomo, existem genes – cada gene é 
responsável 
 por determinada 
característica do indivíduo. 
• Local ocupado pelo genes 
 no cromossomo é denominado 
 Lócus gênico. 
Genoma 
• É toda a informação hereditária de um organismo que está 
codificada em seu DNA (ou, em alguns vírus, no RNA) 
 
• Mais precisamente, o genoma de um organismo é uma sequência 
de DNA completa de um conjunto de cromossomos; 
 
• Conjunto haplóide de informações referentes a uma célula. 
Células diplóides possuem dois genomas. 
 
• No homem: 
 2n=46 cromossomos – células diplóides ou somáticas 
 n=23 cromossomos – células haplóides ou gametas 
 
Número de cromossomos em espécies 
diferentes 
• Drosophila melanogaster (mosca): 2n= 8 
• Coelho: 2n= 44 
• Macaco: 2n = 48 
• Trigo: 2n = 42 
Células haplóides 
Células que possuem apenas um 
cromossomo de cada tipo; 
 
Sendo representadas por ‘ n’; 
 
 Ex; espermatozóides, óvulo. 
 
 Gametas humanos são representados 
por 23 tipos diferentes de 
cromossomos. ( 23n). 
 
Células Haploides ou n: 
 
• Apresentam um cromossomo de cada par. 
• Na espécie humana têm 23 cromossomos. 
• Ex.: Gametas - espermatozoide 
 - óvulo 
Células Diplóides 
Células portadoras de 
cromossomo de dois tipos são 
chamadas células diplóides. 
 
 Sendo representadas por ‘2n’. 
 
 Ex: Demais células humanas. 
 
 Possuem 46 cromossomos e são 
representados por 2n= 46. 
Células Diplóides 
 Cada par é constituído por dois 
cromossomos chamados de 
homólogos; 
 Homólogos por possuírem a mesma 
forma, o mesmo tamanho, centrômero 
com o mesmo tipo de localização e o 
mesmo número de genes; 
 No par de homólogos um dos 
cromossomos é de origem materna e o 
outro de origem paterna. 
Células Diploides ou 2n 
• Apresentam pares de cromossomos 
homólogos. 
• Na espécie humana têm 46 cromossomos 
• Ex.: Células somáticas ou corporais 
 neurônio leucócito 
Cariótipo Humano 
• Homens: 46, XY ou 44 A + XY 
 
 
 
• Mulheres: 46,XX ou 44A + XX 
 
 
 
• A= cromossomo autossomo 
• O pai determina o sexo dos 
filhos! 
Ácidos Nucléicos 
São componentes orgânicos com a função de 
armazenamento e expressão da informação genética. 
Os ácidos nucléicos são as maiores moléculas 
orgânicas do organismo. Os organismos apresentam 
dois tipos de ácidos nucléicos: o DNA, ácido 
desoxirribonucléico, e o RNA, ácido ribonucléico. 
 
 
•No interior dos núcleos celulares de todas as 
células eucariontes existe um trançado de 
proteínas e ácidos nucléicos, que dá origem aos 
cromossomos. 
 
Os ácidos nucléicos é que carregam as informações genéticas e hereditárias, 
através de uma codificação química chamada de código genético. 
 
ÁCIDOS NUCLÉICOS 
1) Conceito: 
 
Os Ácidos Nucléicos são macromoléculas, formadas por seqüências de nucleotídeos, 
especializadas no armazenamento, na transmissão e no uso da informação genética. 
 
Existem dois tipos de Ácidos Nucléicos: 
 
a) DNA (Ácido Desoxirribonucléico) 
b) RNA (Ácido Ribonucléico) 
 
2) Composição Química 
 
Os Ácidos Nucléicos são compostos por monômeros chamados nucleotídeos. 
 
Estrutura de um nucleotídeo: 
 
 1 Fosfato 
 1 Pentose 
 1 Base Nitrogenada 
 
 
 Nucleotídeo 
monomeros 
• composto constituído de moléculas capazes 
de se combinarem entre si ou com outras para 
formar polímeros. 
ÁCIDOS NUCLÉICOS 
2) Composição Química 
 
Os Ácidos Nucléicos unem-se uns aos outros através de ligações fosfodiéster 
formando cadeias contendo milhares de nucleotídeos. 
 
 
 
 
 
 
 
Fosfato 
Ligações 
Fosfodiéster 
ÁCIDOS NUCLÉICOS 
3) Bases Nitrogenadas 
 
3.1) Tipos: Existem 5 tipos de bases nitrogenadas. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
São bases do DNA 
Adenina 
Timina 
Guanina 
Citosina 
São bases do RNA 
Adenina 
Uracila 
Guanina 
Citosina 
Podemos verificar que: 
Timina (T) está presente 
somente no DNA 
E Uracila somente no RNA 
ÁCIDOS NUCLÉICOS 
3) Bases Nitrogenadas 
 
3.2) Classificação: As Bases Nitrogenadas podem ser classificadas quanto ao número de 
anéis. 
 
 
 
 
 
 
 
 
Bases Pirimídicas 
Contém apenas 1 anel na 
estrutura molecular 
Bases Púricas 
Contém 2 anéis na estrutura 
molecular 
Bases 
púricas: 
(anel duplo) 
Bases 
pirimídicas: 
(anel simples) 
DNA RNA 
Bases 
Nitrogenadas 
www.icb.ufmg.br, 
acesso em março/2008 
ÁCIDOS NUCLÉICOS 
3) Bases Nitrogenadas 
 
3.3) Pareamento de Bases Nitrogenadas 
 
O Pareamento das Bases Nitrogenadas 
se dá por meio de Ligações de Hidrogênio. 
 
 
 
 
 
 
 
No DNA 
Adenina sempre se liga a Timina 
e vice-versa 
Adenina Timina 
Formação de 2 ligações de Hidrogênio 
No RNA 
Como não possui Timina, 
Adenina se liga a Uracila 
ÁCIDOS NUCLÉICOS 
3) Bases Nitrogenadas 
 
3.3) Pareamento de Bases Nitrogenadas 
 
O Pareamento das Bases Nitrogenadas 
se dá por meio de Ligações de Hidrogênio. 
 
 
 
 
 
 
 
No DNA 
Guanina sempre se liga a Citosina 
e vice-versa 
Formação de 3 ligações de Hidrogênio 
Citosina 
Guanina 
ÁCIDOS NUCLÉICOS 
3) Bases Nitrogenadas 
 
3.3) Pareamento de Bases Nitrogenadas 
 
O Pareamento das Bases Nitrogenadas 
se dá por meio de Ligações de Hidrogênio. 
 
 
 
 
 
 
 
RNA 
Como não possui Timina 
Adenina ligará sempre com Uracila 
E vice-versa 
 
Os filamentos do DNA são feitos 
do açúcar e das porções de 
fosfato dos nucleotídeos, 
enquanto as partes do meio são 
feitas das bases de nitrogênio. 
As bases de nitrogênio nos dois 
filamentos do par do DNA unem-
se, purina com pirimidina (A com 
T, G com C), e são mantidas 
juntas por ligações frágeis de 
hidrogênio. 
 
ÁCIDOS NUCLÉICOS 
4) Pentose 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pentoses dos Ácidos Nucléicos 
RNA DNA 
No RNA a pentose presente é 
a Ribose 
No DNA a Pentose presente é 
a Desoxirribose 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Pentoses 
As pentoses nos 
ácidos nucléicos são: 
as ribose e as 
desoxiborribose, 
diferem uma das 
outras pela presença 
ou ausência do 
grupo hidroxila no 
carbono-2’ da 
pentose. É esta 
característica que 
denomina os ácidos 
nucléicos de RNA 
(ácido ribonucléico) e 
DNA. (ácido 
desoxirribonucléico). 
Diferem uma da outra pela presença ou 
ausência do grupo hidroxila no 
carbono-2’ da pentose. 
www.icb.ufmg.br 
 A disposição dos 
nucleotídeos determina 
a direção de 
crescimento para a 
cadeia de DNA, em uma 
extremidade possui 
livre a hidroxila do 
carbono-5 da primeira 
pentose e na outra a 
hidroxila do carbono-3 
da última pentose. 
Direção do crescimento da cadeia 
www.biomania.com.br/citogenética/odna.php, 
acesso em março/2008 
 
ÁCIDOS NUCLÉICOS 
5) RNA (Ácido Ribonucléico) 
 
Características: 
 
1. Local de Produção: Núcleo da Célula (Transcrição) 
2. Estrutura: 1 Fita (fita simples) 
3. Nucleotídeo contendo: 
a) Ribose 
b) Bases Nitrogenadas: 
Uracila, Adenina, Guanina e Citosina 
c) Fosfato 
4. Tipos de RNA: 
a) RNAm (Mensageiro) 
b) RNAt (Transportador) 
c) RNAr (Ribossômico) 
 
 
 
 
 
RNA mensageiro 
Leva o código genético do DNA para o 
citoplasma onde ocorrerá a Tradução. 
RNA Transportador 
Transporta Aminoácidos até o local da 
síntese de proteínas na Traduação. 
RNA Ribossômico 
Participa da constituição dos Ribossomos. 
São armazenados no núcleo (nucléolo). 
 O RNA (ácido ribonucléico) é o ácido nucléico formado a partir de um modelo de 
DNA. O DNA não é molde direto da síntese de proteínas. Os moldes para síntese de 
proteínas são moléculas de RNA. Os vários tipos de RNA transcritos do DNA são 
responsáveis pela síntese de proteínas no citoplasma. 
 
RNA (Ácido Ribonucléico) 
RNA mensageiro: 
 
Contêm a informação para 
a síntese de proteínas. 
Os RNAm representam 
cerca de 4% do RNA 
celular total.RNA transportador: 
 
Transporta aminoácidos 
para que ocorra a síntese 
de proteínas. 
Os RNAt correspondem a 
10% do RNA total da 
célula. 
 
 
RNA ribossômico: 
Componentes da 
maquinaria de síntese de 
proteínas presente nos 
ribossomos. 
Os RNAr correspondem a 
85 % do RNA total da 
célula, e são encontrados 
nos ribossomos (local 
onde ocorre a síntese 
protéica). 
 
 
(www.biomania.com.br) 
DNA ou ADN em português, é a sigla para ácido 
desoxirribonucléico, que é um composto orgânico cujas 
moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam 
o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos e 
de alguns vírus. 
O principal papel do ADN é armazenar as 
informações necessárias para a construção das proteínas e 
RNA 
DNA (Ácido Desoxirribonucléico) 
A molécula de DNA está presente não somente nos cromossomos do núcleo 
dos organismos eucarióticos, como também na mitocôndria e nos cloroplastos 
de vegetais. 
As células procarióticas não possuem núcleo, possuem um cromossomo, e 
também pode ter DNA não cromossômico em forma de plasmídios. 
O DNA deve ser capaz não somente de se replicar de modo preciso, cada vez 
que a célula se divide, como também, fazer com que a informação seja 
expressa seletivamente. 
O RNA participa na expressão da informação genética armazenada no DNA 
(CHAMPE, 1996).0 
DNA (Ácido Desoxirribonucléico) 
ÁCIDOS NUCLÉICOS 
6) DNA (Ácido Desoxirribonucléico) 
 
Características: 
 
1. Estrutura: 2 Fitas unidas pelas 
bases nitrogenadas em forma de α hélice 
2. Nucleotídeo contendo: 
a) Desoxirribose 
b) Bases Nitrogenadas: 
Timina, Adenina, Guanina e Citosina 
c) Fosfato 
3. Relação das Bases 
a) A/T = 1 
b) G/C = 1 
 
4. Quantidade 
a) Maior no núcleo/nucleóide (cromatina ou cromossomo) 
b) Menor no citoplasma (mitocôndrias e cloroplastos) 
 
 
 
ÁCIDOS NUCLÉICOS 
6) DNA (Ácido Desoxirribonucléico) 
 
Forma Estrutural 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Estrutura 
• Polidesoxirribonucleotídeo 
 
• Formado por milhares de 
nucleotídeos ligados entre si 
através de ligações 3´ 5´ 
(fosfodiéster) 
 
• Molécula formada por fita 
dupla antiparalela, que forma a 
dupla hélice 
 
• As bases se mantém pareadas 
por pontes de hidrogênio 2 
entre A-T e 3 entre C-G 
 
ÁCIDOS NUCLÉICOS 
 
 
Principais diferenças entre RNA e DNA 
Estrutura da 
Molécula 
Bases 
Púricas 
Bases 
Pirimídicas 
Pentose 
 
Função na célula 
 
 
 
RNA 
 
 
 
 
 
 
Fita Simples 
 
 
Adenina 
 
Guanina 
 
 
Uracila 
 
Citosina 
 
 
 
Ribose 
 
 
Síntese de Proteínas 
(RNAm e RNAt) e 
formação de 
ribossomos(RNAr) 
 
 
 
DNA 
 
 
 
 
 
 
Fita Dupla 
 
 
Adenina 
 
Guanina 
 
 
Timina 
 
Citosina 
 
 
 
Desoxirri
bose 
 
 
Armazenamento e 
transmissão de 
informação 
genética 
DNA x RNA 
DNA RNA 
PENTOSE Desoxirribose Ribose 
BASES Citosina (C), Timina 
(T), Adenina (A) e 
Guanina (G) 
Citosina (C), Uracila 
(U), Adenina (A) e 
Guanina (G) 
LOCALIZAÇÃO Principalmente no 
núcleo das células 
e também nas 
mitocôndrias 
Principalmente no 
citoplasma, mas 
também no núcleo 
FUNÇÃO Transmissão da 
informação 
genética 
Síntese proteíca 
FORMA Fita duplas Fita simples 
Dogma central da Biologia: 
cromossomo – gene - proteína 
garante a perpetuação da vida 
(http://bit.fmrp.usp.br/ctc/palestras/Organizacao_
do_Genoma_Humano.ppt - março/20008). 
DUPLICAÇÃO DO DNA 
1) A Estrutura do DNA 
 
• Elucidada em 1953 por 
Watson e Crick 
 
• Modelo Helicoidal – Dupla Hélice 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DUPLICAÇÃO DO DNA 
2) Propriedades da Duplicação 
 
a) O DNA é a única molécula capaz de sofrer auto-duplicação. 
 
b) A duplicação do DNA ocorre sempre quando uma célula vai se dividir. 
 
c) Ocorre durante a fase S da intérfase. 
 
d) É do tipo semiconservativa, pois cada molécula nova apresenta uma das fitas vinda 
da molécula original e outra fita recém sintetizada. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 * Duplicação do DNA: o DNA é capaz de reproduzir cópias exatas de suas 
moléculas num processo chamado autoduplicação ou replicação. Esta 
característica do DNA é fundamental para os seres vivos, pois desencadeia o 
processo de divisão celular, garantindo o desenvolvimento dos organismos e a 
continuação da vida ao transferir as informações biológicas de pai para o filho. 
A autoduplicação permite que uma célula, ao se dividir, origine células que 
apresentam as mesmas instruções biológicas da célula-mãe. 
Auto-duplicação do DNA 
Semi-conservativa: uma das fitas das 
moléculas-filhas provém da molécula-mãe. 
(Imagem cedida por U.S. Department of Energy Human Genome Program) 
DUPLICAÇÃO DO DNA 
3) A Replicação 
 
A replicação do DNA ocorre em duas etapas: 
 
a) Separação das bases nitrogenadas. 
 
b) Inserção e pareamento de novos nucleotídeos 
 em cada fita pela DNA polimerase. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A Enzima DNA polimerase capta nucleotídeos e 
os unem, conforme o pareamento: 
A-T / G-C 
Para este processo ocorrer é necessário 
energia! De onde será que vem essa energia? 
Os nucleotídos que chegam carragam consigo 3 
grupos fosfatos. Quando o nucleotídeo é 
inserido na fita há liberação de energia 
Essa energia liberada é então utilizada pela 
Enzima DNA polimerase para unir um 
nucleotídeo ao outro. 
DUPLICAÇÃO DO DNA 
3.1) Origem de Replicação 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Por ser muito extenso o DNA 
é aberto em locais específicos 
chamados Origens de 
replicação. 
As origens de replicação 
formam “bolhas de 
replicação” que avançam para 
os dois lados 
simultâneamente. 
Por isso a replicação do DNA é 
dita Bidirecional 
A medida que vão avançando 
elas vão se encontrando até 
duplicar o DNA inteiro. 
Semiconservativa 
DUPLICAÇÃO DO DNA 
3.2) Início da Replicação 
 
1. A enzima DNA polimerase não é capaz de iniciar uma fita a partir do nada. 
2. As DNA’s polimerase necessitam de uma fita inicializadora auxiliar (primer) 
3. Uma enzima chamada primase 
4. confecciona o primer para que a 
5. DNA polimerase 
possa iniciar a duplicação do DNA. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
DUPLICAÇÃO DO DNA 
3.3) Sentido de Alongamento do DNA: 5’  3’ 
 
• A DNA polimerase percorre o DNA sempre no sentido 5’  3’ 
• Dessa maneira o DNA novo só pode crescer neste sentido 5’  3’ 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1) Na frente vai a enzima 
helicase abrindo a dupla 
hélice. 
Etapas da duplicação 
2) A fita de cima é chamada 
fita líder pois se encontra na 
orientação correta (5’  3’) 
3) Na medida que a helicase 
vai abrindo a dupla hélice a 
DNA polimerase vai 
sintetizando a fita líder 
4) Só que o DNA apresenta 
uma orientação anti-paralela 
entre as duas fitas. 
 
5) Isso significa que se a fita 
líder está na orientação 
correta (5’  3’) a outra não 
está. 
6) A fita de baixo é chamada 
de fita retardada, pois nesse 
caso a DNA polimerase 
alonga esta fita no sentido 
contrário à helicase. 
7) Dessa maneira, a fita 
retardada é sintetizada de 
trechos em trechos a partir 
de primers formando vários 
fragmentos de DNA. 
8) No final do processo: Os 
primers da fita retardada são 
removidos e os fragmentos 
de DNA unidos pela DNA 
polimerase. 
CÓDIGO GENÉTICO 
Códon/ Codão 
DNA Duplicação DNA DNA 
CÓDIGO GENÉTICO - CARACTERÍSTICAS 
Universalidade – cada codão tem a mesma função em 
quase todos os seres vivos. 
 
Redundância – codões diferentes podem codificar o 
mesmo a. a. 
 
Precisão – o mesmo codão não codifica a. a. 
diferentes. 
 
 
CÓDIGO GENÉTICO 
Codão de iniciação – codão AUG inicia leitura do 
código e também codifica o a. a. metionina. 
 
Codão de terminação – codões UAA, UAG, UGA 
terminam a síntese proteíca. 
 
Especificidade de nucleótidos – dois primeiros 
nucleótidos de cada codão são mais específicos. 
As ¨palavras¨ do código 
• O código genético do DNA se expressa por trincas de bases, que 
foram denominadas códons.Cada códon, formado por três 
letras, corresponde a um certo aminoácido. 
 
• A correspondência entre o trio de bases do DNA, o trio de bases 
do RNA e os aminoácidos por eles especificados constitui uma 
mensagem em código que passou a ser conhecida como “código 
genético”. 
 
• Mas, surge um problema. Como são vinte os diferentes 
aminoácidos, há mais códons do que tipos de aminoácidos! 
Deve-se concluir, então, que há aminoácidos que são 
especificados por mais de um códon, o que foi confirmado. 
Continuando... 
 Dizemos que o código genético é universal, 
pois em todos os organismos da Terra atual 
ele funciona da mesma maneira, quer seja 
em bactérias, em uma cenoura ou no homem. 
 
 O códon AUG, que codifica para o aminoácido 
metionina, também significa início de leitura, 
ou seja, é um códon que indica aos 
ribossomos que é por esse trio de bases que 
deve ser iniciada a leitura do RNAm. 
 
 Note que três códons não especificam 
nenhum aminoácido. São os códons UAA, 
UAG e UGA, chamados de códons e parada 
durante a “leitura” (ou stop códons) do 
RNA pelos ribossomos, na síntese proteica. 
 
 Diz-se que o código genético é 
degenerado porque cada “palavra” 
(entenda-se aminoácido) pode ser 
especificada por mais de uma trinca. 
 
SÍNTESE DE PROTEÍNAS 
1) Visão Geral 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Em resumo: A Síntese de 
Proteínas consiste em unir 
aminoácidos de acordo com a 
seqüência de códons 
presentes no RNAm 
A síntese de proteínas 
contém duas etapas: 
 
1) Transcrição (núcleo) 
 DNA  RNA 
 
 
2) Tradução (citoplasma) 
Formação do Polipeptídio 
SÍNTESE DE PROTEÍNAS 
2) Transcrição 
 
a) Um fragmento de DNA (gene) é utilizado como molde para confeccionar moléculas de 
RNA 
 
b) Gene: É um trecho do DNA que pode ser transcrito em RNA. 
 
c) Os RNA’s formados podem ser de três tipos: 
• RNAm (mensageiro) 
• RNAt (transportador) 
• RNAr (ribossômico) 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TRANSCRIÇÃO - INTERVENIENTES 
TRANSCRIÇÃO 
SÍNTESE DE PROTEÍNAS 
2) Transcrição 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Quem realiza a transcrição do DNA é a 
enzima RNA Polimerase 
A RNA polimerase só pode transcrever 
trechos do DNA que sejam genes! 
Como a RNA polimerase consegue 
identificar os genes??? 
Sempre antes de cada gene existe um 
trecho de DNA chamado promotor. 
O promotor apresenta uma sequência de 
bases que a RNA polimerase reconhece. 
A RNA polimerase se liga ao promotor e 
abre a dupla hélice do DNA e inicia o 
processo de transcrição!!! 
SÍNTESE DE PROTEÍNAS 
3) Transcrição em Procariotos 
 
a) Em procariotos (bactérias) um promotor controla a transcrição de mais de um gene. 
b) O sistema 1 promotor  vários genes é chamado de Operon. 
c) O RNAm de um procarioto carrega consigo a informação de mais de um gene. 
d) Dessa maneira a tradução do RNAm de procariotos irá produzir mais de uma proteína diferente. 
 
 RNA Procariótico seqüência não codificante 
 
 
 
 5’ 3’ 
 
 
 
 
RNA Eucariótico 
 
 
 
 5’ 3’ 
 
 
 
 Seqüência β 
 Proteína α Proteína β 
 
Proteína γ 
 
Proteína 
P 
P Seqüência γ Seqüência α 
Seqüência Codificante 
4) Transcrição em Eucariotos (Exons e Íntrons) 
 
a) Os genes de Eucariotos não são contínuos 
b) Existem fragmentos denominados Exons e fragmentos denominados Íntrons 
c) Os Éxons são funcionais e codificam proteínas; porém os Íntrons não codificam. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Na transcrição tanto os Éxons quanto 
os Íntrons são transcritos. 
O RNA mensageiro que possui Éxons 
e Íntrons é chamado de Primário. 
Enzimas denominadas Nucleases 
retiram todos os Íntros deixando no 
RNAm somente os Éxons 
Este processo de retirada dos Éxons 
recebe o nome de 
Splicing 
Enzimas denominadas Ligases irão 
realizar a união de todos os Éxons 
formando um RNAm Secundário 
Dessa maneira somente o RNAm 
contendo Éxons é que vai para a segunda 
etapa da Síntes de Proteínas, a Tradução 
no citoplasma da célula. 
3.0- Íntrons e Éxons 
(www.bio.davidson.edu) 
Os íntrons e os éxons 
foram descobertos quando 
viram uma diferença de 
tamanho entre a o mRNA 
da proteína da globina beta 
e o DNA que o codificava. 
Os introns são regiões do 
DNA que não estão no 
mRNA de alguma proteína, 
já os exons são as regiões 
do DNA que estão no 
mRNA de alguma proteína. 
O fenômeno é chamado 
Splicing 
PROCESSAMENTO DO mRNA (só nos seres 
eucariontes) 
DNA Transcrição DNA RNA 
SÍNTESE DE PROTEÍNAS 
5) Tradução 
 
 É o processo no qual as seqüências de nucleotídeos em uma molécula de RNA mensageiro direciona 
a incorporação de aminoácidos em uma proteína. 
 
a) É a Segunda Etapa da Síntese de proteínas e ocorre no citoplasma 
b) O RNA mensageiro após ser transcrito sai do núcleo e migra para o citoplasma 
c) O RNA mensageiro é utilizado como molde para a produção de proteínas 
d) Participantes da Tradução: RNA mensageiro, RNA transportador, Ribossomos e Aminoácidos. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Metionina 
Prolina 
Códon 
Anticódon 
Serina 
Aminoácidos 
RNA transportador 
Ribossomo 
RNA mensageiro 
TRADUÇÃO - INTERVENIENTES 
TRADUÇÃO - INTERVENIENTES 
SÍNTESE DE PROTEÍNAS 5) Tradução 
 
 
Cada 3 Bases (triplet) do gene do DNA 
recebe o nome de Código. 
Código 
Os códigos do Gene do DNA são 
transcrito em CÓDONS de RNA 
mensageiro. 
Dessa maneira cada CÓDON do RNAm possui 
3 bases nitrogenadas que complementa seu 
respectivo CÓDIGO. 
Na Tradução cada CÓDON (3 bases do RNAm) 
codifica um Aminoácido. 
1 CÓDON = 1 AMINOÁCIDO. 
Lembre-se de que existem Códons de Início 
(AUG) e Códons de Parada (UAA), (UAG) e 
(UGA) 
A Tabela do Código Genético nos informa qual 
aminoácido será incorporado na proteína 
dependendo do códon presente no RNAm 
A Tradução ocorre nas organelas celulares 
chamadas Ribossomos. Estes possuem 2 
subunidades, as quais se unem quando o 
Ribossomos se liga ao RNAm. 
TRADUÇÃO 
• O mRNA transcrito no núcleo chega 
no citoplasma e se liga a um ou mais 
ribossomos 
• O ribossomo lê o primeiro códon e 
um tRNA, com o anti-códon 
correspondente, transporta um 
aminoácido e se liga ao códon 
• O ribossomo se desloca no sentido 
5´--3´ e lê o próximo códon 
• Os aminoácidos são unidos por 
ligações peptídicas 
• Ao final da tradução, o polipeptídeo 
se desliga e constituí a proteína 
 
 
A U G U U U C U U G A C C C C U G A 
U A C A A A 
• Quando o RNAm chega ao citoplasma, 
ele se associa ao ribossomo. 
• Nessa organela existem 2 espaços 
onde entram os RNAt com aminoácidos 
específicos. 
• somente os RNAt que têm seqüência 
do anti-códon complementar à seqüência 
do códon entram no ribossomo. 
A U G U U U C U U G A C C C C U G A 
U A C A A A 
• Uma enzima presente na 
subunidade maior do ribossomo 
realiza a ligação peptídica entre 
os aminoácidos. 
A U G U U U C U U G A C C C C U G A 
U A C 
A A A 
• O RNAt “vazio” volta para o 
citoplasma para se ligar a outro 
aminoácido. 
A U G U U U C U U G A C C C C U G A 
U A C 
A A A G A A 
• O ribossomo agora se desloca 
uma distância de 1 códon. 
• o espaço vazio é preenchido 
por um outro RNAt com 
seqüência do anti-códon 
complementar à seqüência do 
códon. 
A U G U U U C U U G A C C C C U G A 
U A C 
A A A G A A 
• Uma enzima presente na 
subunidade maior do ribossomo 
realiza a ligação peptídica entre 
os aminoácidos. 
A U G U U U C U U G A C C C C U G A 
U A C A A A 
G A A 
• O RNAt “vazio” volta para o 
citoplasma para se ligar a outro 
aminoácido. 
• e assim o ribossomovai se 
deslocando ao longo do RNAm e 
os aminoácidos são ligados. 
A U G U U U C U U G A C C C C U G A 
G G G 
Códon de 
terminação 
• Quando o ribossomo passa por 
um códon de terminação 
nenhum RNAt entra no 
ribossomo, porque na célula não 
existem RNAt com seqüências 
complementares aos códons de 
terminação. 
A U G U U U C U U G A C C C C U G A 
G G G 
• Então o ribossomo se solta do 
RNAm, a proteína recém 
formada é liberada e o RNAm é 
degradado. 
Transcrição: 
Exemplo 
 
A C G T A 
T G C A T 
5’ 3’ 
A 
T 
5’ 3’ 
5’ 
3’ 
RNA polimerase 
Molécula de RNA nascente 
Tradução: 
 
Molécula de mRNA 
A U G G C A U G C G A C G A A U U C G G A C A C A U A 
Cys 
Met 
Ala 
5’ 3’ 
Asp 
Glu 
Phe His 
Direção do avanço do ribossomo 
Ribossomo 
Proteína 
tRNA 
codon 
Gly 
A U G G C A U G C G A C G A A U U C G G A C A C A U A 
Cys 
Met 
Ala 
5’ 3’ 
Asp 
Glu 
Phe His 
Gly 
A U G G C A U G C G A C G A A U U C G G A C A C A U A 
Asp 
Met 
Ala 
Cys 
5’ 3’ 
Glu 
Phe His 
Gly 
A U G G C A U G C G A C G A A U U C G G A C A C A U A 
Glu 
Met 
Ala 
Cys 
Asp 
5’ 3’ 
Phe 
Gly 
His 
A U G G C A U G C G A C G A A U U C G G A C A C A U A 
Gly 
Met 
Ala 
Cys 
Asp 
Glu 
Phe 
5’ 3’ 
His 
Ile 
Lys 
A U G G C A U G C G A C G A A U U C G G A C A C A U A 
His 
Met 
Ala 
Cys 
Asp 
Glu 
Phe 
Gly 
5’ 3’ 
Ile 
Lys 
A U G G C A U G C G A C G A A U U C G G A C A C A U A 
Ile 
Met 
Ala 
Cys 
Asp 
Glu 
Phe 
Gly 
His 
5’ 3’ 
Lys 
G C A U G C G A C G A A U U C G G A C A C A U A A A A 
Lys 
Met 
Ala 
Cys 
Asp 
Glu 
Phe 
Gly 
His 
Ile 
5’ 3’ 
Leu 
U G C G A C G A A U U C G G A C A C A U A A A A U U A 
Leu 
Met 
Ala 
Cys 
Asp 
Glu 
Phe 
Gly 
His 
Ile 
Lys 
5’ 3’ 
Met 
G A C G A A U U C G G A C A C A U A A A A U U A A U G 
Met 
Met 
Ala 
Cys 
Asp 
Glu 
Phe 
Gly 
His 
Ile 
Lys 
Leu 
5’ 3’ 
Asn 
G A A U U C G G A C A C A U A A A A U U A A U G A A C 
Asn 
Met 
Ala 
Cys 
Asp 
Glu 
Phe 
Gly 
His 
Ile 
Lys 
Leu 
Met 
5’ 3’ 
Pro 
U U C G G A C A C A U A A A A U U A A U G A A C C C A 
Pro 
Met Ala 
Cys 
Asp 
Glu 
Phe 
Gly 
His 
Ile 
Lys 
Leu 
Met 
Asn 
5’ 3’ 
Gln 
G G A C A C A U A A A A U U A A U G A A C C C A C A A 
Gln 
Met Ala Cys 
Asp 
Glu 
Phe 
Gly 
His 
Ile 
Lys 
Leu 
Met 
Asn 
Pro 
5’ 3’ 
 C A C A U A A A A U U A A U G A A C C C A C A A U A A 
Met Ala Cys 
Asp Glu 
Phe 
Gly 
His 
Ile 
Lys 
Leu 
Met 
Asn 
Pro 
Gln 
5’ 3’ ST
OP 
 A U A A A A U U A A U G A A C C C A C A A U A A A A A 
Ala Cys Asp Glu 
Phe 
Met 
Gly 
His 
Ile 
Lys 
 Leu 
 Met 
 Asn 
 Pro 
 Gln 
5’ 3’ STOP 
 A U A A A A U U A A U G A A C C C A C A A U A A T A C 
Ala Cys Asp Glu 
Phe 
Met 
Gly 
His 
Ile 
Lys 
 Leu 
 Met 
 Asn 
 Pro 
Gln 
5’ 3’ STOP 
Ala Cys Asp Glu 
Phe 
Met 
Gly 
 
His 
 Ile 
 Gln Lys 
Pro Leu 
Asn Met 
 
 A U A A A A U U A A U G A A C C C A C A A U A A T A C 
5’ 3’ 
Considerações 
• 1 anticódon  3 nucleotídeos no RNAt 
 
• O anticódon é complementar ao códon 
 
• Cada RNAt leva consigo apenas um tipo 
de aminoácido  quem determina qual 
aminoácido será transportado é o 
anticódon. 
SÍNTESE PROTEÍCA - 
CARACTERÍSTICAS 
Complexidade – intervenção de vários agentes 
 
Rapidez – proteínas complexas produzidas em apenas 
alguns minutos 
 
Amplificação – transcrição repetida da mesma zona de 
DNA e tradução repetida do mesmo mRNA 
 
 
 
Vários ribossomos podem traduzir simultaneamente uma molécula 
de mRNA 
Os ribossomos movem-se ao longo de 
um mRNA na direção 5'3' 
O conjunto é conhecido como 
polissomo ou polirribossomo 
Cada ribossomo funciona 
independentemente dos demais 
POLIRIBOSSOMA 
SÍNTESE DE PROTEÍNAS 
5) Tradução 
 
Resumo 
 
 
SÍNTESE DE PROTEÍNAS 
5) Tradução 
 
Destino dos polipeptídios transcritos 
 
 
SÍNTESE PROTEÍCA - CONCLUSÃO 
129 
As informações nas células 
DNA 
RNA 
PROTEÍNAS 
Gene: sequência linear nucleotídeos 
RNAm: sequência códons 
Formação da cadeia polipeptídica 
TRANSCRIÇÃO 
TRADUÇÃO 
NÚCLEO 
CITOPLASMA 
SÍNTESE DE PROTEÍNAS 
6) O Código Genético 
 
O código genético consiste em trincas de nucleotídeos (códons) 
Como existem 4 bases de RNA (A,U,G,C), existem ao todo 64 códons. 
Porém, como vimos, um códon (AUG) é o de inicio e três são se parada (UAA), (UAG) e 
(UGA). 
 
 
 
 
Existem apenas 20 
aminoácidos diferentes 
para 60 códons. 
Então, há mais de um 
códon para certos 
aminoácidos. 
Dizemos que o Código 
Genético é Degenerado 
ou Redundante. 
Porém, o Código Genétigo 
não é Ambíguo: um único 
códon não especifica mais 
do que um aminoácido. 
Podemos dizer também 
que o Código Genético é 
universal, pois os códons 
têm o mesmo significado 
em quase todos os 
organismo do planeta. 
Aminoácidos naturais 
 
• Também chamados de aminoácidos não 
essenciais, são produzidos pelo próprio 
organismo. O organismo animal é capaz de 
produzir apenas 12 dos 20 aminoácidos 
existentes na natureza, devendo os demais 
serem retirados da alimentação. Já os vegetais 
são capazes de produzir os 20 aminoácidos. 
 
Aminoácidos essenciais 
 São os aminoácidos que os animais não conseguem produzir, mas são 
obrigatórios na fabricação das proteínas, portanto devem ser retirados dos 
alimentos. 
Nem todos os alimentos contêm todos os aminoácidos, por isso a 
alimentação deve ser bastante diversificada. Os alimentos mais ricos em 
aminoácidos essenciais são de origem animal: carne, ovos,leite, queijos, 
etc. 
Os vegetais não possuem todos os aminoácidos essenciais, logo uma 
dieta vegetariana precisa ser bem diversificada. 
http://www.infoescola.com/alimentos/leite/
Considerações 
• Uma proteína  + de 70 
aminoácidos ligados. 
 
• 1 códon  3 nucleotídeos no RNAm 
 
• 1 códon  1 aminoácido na proteína 
 
• Nº de ligações peptídicas  Nº de 
aminoácidos – (menos) 1. 
Mutação Gênica 
Todos os dias as suas células produzem proteínas 
que contêm aminoácidos em uma certa sequência. 
Imagine, por exemplo, que em um certo dia uma 
célula da epiderme de sua pele produza uma 
proteína diferente. Suponha também que essa 
proteína seja uma enzima que atue em uma reação 
química que leva a produção de um pigmento 
amarelo em vez do pigmento normalmente 
encontrado na pele, a melanina. Essa célula se 
multiplica e de repente aparece uma mancha 
amarelada em sua pele. Provavelmente essa 
proteína poderá ter sofrido uma alteração em sua 
sequência de aminoácidos, tendo havido a 
substituição de um aminoácido por outro, o que 
acarretou uma mudança em seu mecanismo de 
atuação e, como consequência levou à produção de 
um pigmento de cor diferente. Agora, como a 
sequência de aminoácidos em uma proteína é 
determinada pela ação de um certo gene que 
conduz à síntese do pigmento. 
 
 
Essa alteração na sequência de bases na molécula de DNA constituinte do 
gene é que se chama de mutação gênica. 
O albinismo é causada por uma mutação na enzima tirozinase que 
transforma o aminoácido tirozina em pigmento da pele, a melanina. Esta 
doença ocorre em animais e nas plantas e é hereditária. 
Agente Mutagênico 
Todo agente físico, químico ou biológico que, em exposição às células, pode 
causar mutação, ou seja, um dano na molécula de DNA que não é reparado 
no momento da replicação celular, e é passado para as gerações seguintes. 
Os agentes mutagênicos podem ser: 
 
Físicos: radiação ionizante e raios UVC, capazes de destruir as ligações 
químicas ente os nucleotídeos (mutações são mais raras nessescasos, pois 
a destruição da cadeia de DNA geralmente provoca a morte celular), e UVB, 
cujo espectro é absorvido pelo DNA. Os danos destes agentes são 
grandemente amplificados em presença de água e oxigênio; 
 
Químicos: inúmeras substâncias ditas cancerígenas, que atuam danificando 
ligações químicas, ou mesmo substituindo nucleotídeos normais por 
moléculas análogas. Radicais livres também atuam catalizando reações 
químicas danosas ao DNA; 
 
Biológicos: ação de vírus e bactérias, que injetam parte de seu DNA na 
célula hospedeira, ocasionalmente integrando-a à cadeia de DNA do 
hospedeiro. Também podem haver mutações por falhas de ordem genética. 
Danos ao DNA 
• *Benzopireno, o maior mutagénio nofumo do tabaco, ligando-se ao 
ADN 
• O ADN pode ser danificado por muitos tipos diferentes 
de mutagénios, que alteram a sequência de ADN. 
• Estes incluem agentes oxidantes, agentes alquilantes e também 
por radiação electromagnética de grande energia tal como 
luz ultravioleta e raios-X. O tipo de dano ao ADN produzido depende 
do tipo de mutagénio. 
 
• A luz ultravioleta, por exemplo, pode danificar o ADN 
produzindo dímeros de timina, que são ligações cruzadas entre 
pirimidinas. 
• Por outro lado, oxidantes como radicais livres ou peróxido de 
hidrogénio produzem múltiplos tipos de danos, incluindo 
modificações de bases, em particular guanosina, e quebras das 
cadeias duplas. 
Substancias químicas, como o "gás mostarda" (arma 
química)e o ácido nitroso (HNO2), também podem aumentar 
a frequência de mutações. 
 
Aerossóis, corantes alimentares e alguns componentes da 
fumaça do cigarro são capazes de alterar o patrimônio 
genético de uma célula, podendo levar ao desenvolvimento 
de diversas formas de mutações e câncer. 
Danos ao DNA 
• Em cada célula humana, cerca de 500 bases podem sofrer danos 
por oxidação por dia. 
 
• A relativa estabilidade do material genético deve-se à existência de 
um grupo de enzimas de reparação, que "patrulham" 
permanentemente as moléculas de DNA à caça de alterações na 
sequência de seus nucleotideos. Na maioria das vezes, essas 
alterações são detectadas e consertadas. 
Danos ao DNA 
• Muitos mutagénios encaixam entre o espaço entre dois pares de 
bases adjacentes, na chamada intercalação. A maioria dos 
intercaladores são aromáticos e moléculas planas e 
incluem brometo de etideo etídio, daunomicina, doxorrubicina e 
talidomina . 
 
• Para que um intercalador encaixe entre pares de bases, as bases 
têm de se separar, abrindo a cadeia dupla. Isto inibe a transcrição 
e a replicação do ADN, causando toxicidade e mutações. Como 
resultado, os intercaladores de ADN são muitas 
vezes carcinogénicos. 
• Benzopireno,acridinas, aflatoxina e brometo de etídio são 
exemplos bem conhecidos. No entanto, devido à sua 
capacidade de inibir a transcrição e replicação, estas toxinas 
também são usadas em quimioterapia para inibir o 
crescimento rápido de células tumorais. 
• A célula tenta reparar muitos tipos de dano do ADN ou pode 
morrer como medida de protecção. Mas estes esforços 
podem falhar e danos ao DNA residual podem levar à inserção 
de uma base incorreta durante a replicação do DNA e alterar 
formações de proteína. O exemplo mais conhecido é o câncer 
de pulmão e câncer bucal causada pelo tabaco. 
Curiosidade 
  Apesar do efeito nocivo às células humanas vários agentes mutagénicos são aproveitados pela ciência. 
 
  Vírus e bactérias são usados para obtenção de seres transgénicos, ( os genes 
são sintetizados em laboratório e são injectados no organismo a ser modificado) 
 
Algumas substâncias mutagénicas são usadas na quimioterapia em quantidades 
mínimas, actuando sobre tumores sem causar grandes danos no organismo 
 
  Radiações ionizantes, como o raio alfa, também são usados no combate a 
tumores (radioterapia) 
 
  Raio X é largamente utilizado na medicina 
 
  A cafeína, por exemplo, é um derivado da purina; várias purinas foram 
indicadas como substâncias que causam quebras nos cromossomas de plantas e 
bactérias. Quando células humanas, em cultura de tecido, foram expostas a 
solução de cafeína, foram encontradas algumas quebras cromossómicas. Foi 
relatado que havia evidências de que a cafeína tem um efeito mutagénicos fraco. 
 
1. O que é e quais as princiais funções do nucleo celular? 
2. Conceitue brevemente, destacando sua importância, as seguntes 
estruturas nucleares: Carioteca, nucleoplasma e nucleolo 
3. O que são os poros da Carioteca? Do que são constituídos e qual sua 
importancia? O que são as proteina importina e exportina? Qual sua 
função? 
4. Comente e Explique sobre os niveis de empacotamento do DNA. 
5. Por que o DNA se organiza sobre a forma de Cromatina e 
Cromossomo em diferentes momentos? 
6. Conceitue Eucromatina, Heterocromatina Constitutiva e Facultativa. 
7. Do que é formado um cromosso? Qual seu padrão de classificação? 
Quais as classificações? 
8. O que é Cariotipo e Genoma? Como se apresentam no ser humano? 
9. Diferencie Gene e Locus Genico 
10. O que é Genoma? Diferencia haploide de diploide e cite aonde são 
observados no ser humano 
 
11. O são Ácido nucleicos? Qual sua compisição química? Que tipo de 
ligação use as moleculas entre si? 
12. Sobre as bases nitrogenadas, explique sua classificação 
(parâmetros e representantes). Como se dá a ligação 
(pareamento) das bases? 
13. O que é RNA? Qual sua composição Química, estrutura e local de 
produção? 
14. Quais os tipos de RNA existentes no ser humano? Conceitue 
brevemente 
15. O que é DNA? Qual sua composição Química, estrutura e aonde 
por ser observado na celula humana? 
16. Qual a relação FUNCIONAL e as diferenças entre DNA e RNA? 
17. Comente sobre as características da duplicação de DNA. 
18. Explique o processo de duplicação de DNA 
19. É dita que a replicação do DNA é Bidirecional. Explique 
20. O que é Códon? O que e qual é o códon de Iniciação? E o de 
Terminação? O que é um Anticódon e qual sua função? 
 
21. O Que é codigo genético? Comente suas principais características. 
22. Sobre a síntese de proteínas. Ocorre em quantas etapas? Explique 
brevemente 
23. Explique o processo da transcrição. 
24. Qual a relação entre RNA menssageiro primerio e secundario e 
Éxons e íntrons? Explique o processo. 
25. Explique o processo da tradução das proteínas 
26. O que são poliribossomos e qual sua relação com a síntese 
proteica? 
27. Diferencie Aminoácidos naturais e essenciais. 
28. Qual a relação entre peptídeos e proteínas? 
29. O que são agentes mutagênicos? Qual sua classificação? De 
exemplos 
30. Como os agente mutagênicos interferem no DNA? Como o corpo 
se defende? Quando ocorre uma mutação?

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